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Carnes, laticínios, ovos, etc. na mira da Ciência.

Em uma época na qual surgem estudos duvidosos para denegrir a dieta vegetariana estrita, também conhecida como vegana, é preciso lembrar que "alimentos" de origem animal vêm sendo apontados como promotores de doenças por muitos estudos ao longo dos anos. Pra citar um exemplo, em 2015, após ter feito uma compilação de vários deles, a Organização Mundial da Saúde colocou as carnes processadas no grupo 1 de produtos cancerígenos (mesmo grupo do cigarro), e as vermelhas no grupo 2. Na verdade, muito mais tem sido descoberto sobre tais "alimentos" com relação aos impactos negativos na saúde humana.  A produção Pecuária também é responsável pela disseminação de várias doenças modernas, como apontou um relatório de 2013 da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (veja aqui, em inglês); doenças que surgiram nos animais devido às condições nas quais eles vivem para atender à demanda por carnes, laticínios, ovos, etc., e foram transmitidas aos humanos.  Muita gente pensa que adotar uma dieta livre de produtos animais implica em financiar as enormes áreas de plantações, mas é o contrário: a Pecuária é a maior responsável por tais áreas. As grandes monoculturas, que respondem pelo maior uso de terra e impactos ambientais, são destinadas à produção de ração para alimentar animais que são explorados e mortos. Ou seja, milhões de hectares de terras férteis e outros recursos são utilizados para produzir "alimentos" que nos adoecem e devastam o meio ambiente.  Nesse sentido, um dos estudos que chamaram a atenção para os impactos dos "alimentos" de origem animal na saúde é o famoso "The China Study" (O Estudo da China), conduzido ao longo de 20 anos, e liderado por T. Colin Campbell, PhD em Bioquímica, Nutrição e Microbiologia, pela Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. O Estudo foi iniciado em 1983, terminando em 2003. Seu nome deve-se ao fato de ter sido realizado com populações rurais da China.  The China Study foi considerado como a análise epidemiológica definitiva da relação entre alimentação e doença, e teve como principal conclusão o fato de que "alimentos" de origem animal promovem o câncer e outras doenças graves, enquanto os de origem vegetal previnem e podem curar.  Um fato curioso sobre o Dr. Campbell é que ele cresceu em uma fazenda leiteira, e seria o herdeiro do negócio. Ele começou sua carreira estudando como produzir mais e melhor proteína animal, mas simplesmente descobriu através de suas pesquisas que isso não era possível, pois seus achados indicavam o contrário: a proteína animal é desastrosa para a saúde humana.  Em 2009, Campbell deu uma entrevista bastante esclarecedora publicada no The Huffington Post (leia aqui, em inglês), onde explicou as descobertas de seu trabalho, em especial como o Câncer tem início e se desenvolve, e qual a relação dos "alimentos" de origem animal com esta e outras doenças.  Ao explicar o processo de promoção do Câncer, Campbell foi enfático: "os nutrientes de alimentos baseados em animais, especialmente a proteína, promovem o desenvolvimento do câncer onde os nutrientes de alimentos vegetais, especialmente os antioxidantes, revertem o estágio de promoção. Esta é uma observação muito promissora porque o câncer progride ou retrocede em função do balanço dos fatores de promoção e anti-promoção encontrados na dieta, assim, consumir alimentos vegetais anti-promotores tendem a impedir o câncer de avançar, talvez até mesmo revertendo a promoção. A diferença entre indivíduos é quase inteiramente relacionada a suas dietas e hábitos de vida."  Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Cientista disse também que tendências genéticas não estão entre os mais importantes fatores para o desenvolvimento do Câncer: "A maioria das estimativas sugerem que não mais do que 2-3 porcento dos cânceres ocorrem devido a fatores genéticos; quase todo o resto é devido à dieta e hábitos de vida.", afirmou.  A Caseína, principal proteína do leite de vaca, mereceu destaque no trabalho de Campbell, e foi considerada "o mais relevante promotor do câncer já descoberto", nas palavras dele próprio. Vale lembrar que leite e derivados, além de serem causas de intolerância e alergia em muitas pessoas, são objetos de vários estudos, que apontaram sua nocividade para a saúde humana. Já são vários os médicos e nutricionistas reconhecendo os malefícios dos laticínios.  Dr. Campbell participou de famosos documentários conhecidos por promoverem a dieta vegana, como Forks Over Knives e Food Choices, ambos disponíveis atualmente na Netflix.  Nossa principal motivação é levar às pessoas a ideia de que apenas respeitando o direito dos outros animais de viverem pelos seus próprios meios e para seus próprios propósitos poderemos ter a paz e a saúde tão desejadas por todos.
Em uma época na qual surgem estudos duvidosos para denegrir a dieta vegetariana estrita, também conhecida como vegana, é preciso lembrar que "alimentos" de origem animal vêm sendo apontados como promotores de doenças por muitos estudos ao longo dos anos. Pra citar um exemplo, em 2015, após ter feito uma compilação de vários deles, a Organização Mundial da Saúde colocou as carnes processadas no grupo 1 de produtos cancerígenos (mesmo grupo do cigarro), e as vermelhas no grupo 2. Na verdade, muito mais tem sido descoberto sobre tais "alimentos" com relação aos impactos negativos na saúde humana.
A produção Pecuária também é responsável pela disseminação de várias doenças modernas, como apontou um relatório de 2013 da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (veja aqui, em inglês); doenças que surgiram nos animais devido às condições nas quais eles vivem para atender à demanda por carnes, laticínios, ovos, etc., e foram transmitidas aos humanos.
Muita gente pensa que adotar uma dieta livre de produtos animais implica em financiar as enormes áreas de plantações, mas é o contrário: a Pecuária é a maior responsável por tais áreas. As grandes monoculturas, que respondem pelo maior uso de terra e impactos ambientais, são destinadas à produção de ração para alimentar animais que são explorados e mortos. Ou seja, milhões de hectares de terras férteis e outros recursos são utilizados para produzir "alimentos" que nos adoecem e devastam o meio ambiente.
Nesse sentido, um dos estudos que chamaram a atenção para os impactos dos "alimentos" de origem animal na saúde é o famoso "The China Study" (O Estudo da China), conduzido ao longo de 20 anos, e liderado por T. Colin Campbell, PhD em Bioquímica, Nutrição e Microbiologia, pela Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. O Estudo foi iniciado em 1983, terminando em 2003. Seu nome deve-se ao fato de ter sido realizado com populações rurais da China.
The China Study foi considerado como a análise epidemiológica definitiva da relação entre alimentação e doença, e teve como principal conclusão o fato de que "alimentos" de origem animal promovem o câncer e outras doenças graves, enquanto os de origem vegetal previnem e podem curar.
Um fato curioso sobre o Dr. Campbell é que ele cresceu em uma fazenda leiteira, e seria o herdeiro do negócio. Ele começou sua carreira estudando como produzir mais e melhor proteína animal, mas simplesmente descobriu através de suas pesquisas que isso não era possível, pois seus achados indicavam o contrário: a proteína animal é desastrosa para a saúde humana.
Em 2009, Campbell deu uma entrevista bastante esclarecedora publicada no The Huffington Post (leia aqui, em inglês), onde explicou as descobertas de seu trabalho, em especial como o Câncer tem início e se desenvolve, e qual a relação dos "alimentos" de origem animal com esta e outras doenças.
Ao explicar o processo de promoção do Câncer, Campbell foi enfático: "os nutrientes de alimentos baseados em animais, especialmente a proteína, promovem o desenvolvimento do câncer onde os nutrientes de alimentos vegetais, especialmente os antioxidantes, revertem o estágio de promoção. Esta é uma observação muito promissora porque o câncer progride ou retrocede em função do balanço dos fatores de promoção e anti-promoção encontrados na dieta, assim, consumir alimentos vegetais anti-promotores tendem a impedir o câncer de avançar, talvez até mesmo revertendo a promoção. A diferença entre indivíduos é quase inteiramente relacionada a suas dietas e hábitos de vida."
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Cientista disse também que tendências genéticas não estão entre os mais importantes fatores para o desenvolvimento do Câncer: "A maioria das estimativas sugerem que não mais do que 2-3 porcento dos cânceres ocorrem devido a fatores genéticos; quase todo o resto é devido à dieta e hábitos de vida.", afirmou.
A Caseína, principal proteína do leite de vaca, mereceu destaque no trabalho de Campbell, e foi considerada "o mais relevante promotor do câncer já descoberto", nas palavras dele próprio. Vale lembrar que leite e derivados, além de serem causas de intolerância e alergia em muitas pessoas, são objetos de vários estudos, que apontaram sua nocividade para a saúde humana. Já são vários os médicos e nutricionistas reconhecendo os malefícios dos laticínios.
Dr. Campbell participou de famosos documentários conhecidos por promoverem a dieta vegana, como Forks Over Knives Food Choices, ambos disponíveis atualmente na Netflix.
Nossa principal motivação é levar às pessoas a ideia de que apenas respeitando o direito dos outros animais de viverem pelos seus próprios meios e para seus próprios propósitos poderemos ter a paz e a saúde tão desejadas por todos.
FONTE: MAPA VEG

Alimentos de origem animal promovem o câncer, aponta estudo

A mudança de consciência não pode parar.

Confira a matéria do Estadão: Mercado vegano cresce 40% ao ano no Brasil.
No dia 06/02, o jornal Estadão publicou uma matéria na qual destacou o crescimento constante do mercado vegano no Brasil. Essa realidade já era notável em países desenvolvidos, e também já está forte em muitos países em desenvolvimento, graças ao trabalho incansável de ativistas, ONGs, sites e páginas no Facebook que trabalham para disseminar o Veganismo e os Direitos Animais.
Melhor ainda vermos essa nova consciência florescer em um país que mata milhões de animais todos os meses, inclusive para exportação, o que acaba aumentando o número de animais vítimas da crueldade de pessoas que trocam saúde e preservação ambiental por prazeres momentâneos regados a produtos originados da dor e sofrimento dos animais não humanos.
A matéria lembrou que "Há alguns anos, os veganos não tinham quase nenhuma opção de produtos prontos para consumirem, mas de uns tempos pra cá o leque está cada vez maior e estes consumidores têm movimentando um mercado que cresce 40% ao ano", e também frisou que não é prejudicial à saúde retirar os "alimentos" de origem animal do cardápio se uma dieta balanceada for seguida.
Devemos lembrar, porém, que não é necessário o consumo de produtos industrializados para adotar o Veganismo. Vegetais, roupas, produtos de higiene e beleza naturais já estão disponíveis há séculos. Os industrializados, contudo, bem como pratos mais elaborados e lanches rápidos veganos disponíveis no comércio, certamente ajudam a acabar com as desculpas de quem não é tão adepto do consumo mais natural e quer adotar o Veganismo.
No quesito saúde, sabemos que a preocupação com a dieta precisa ser invertida. Ser balanceada é a necessidade de qualquer alimentação, mas ao ingerir produtos de origem animal, a preocupação com a saúde precisa ser maior, como têm apontado vários estudos, incluindo um bastante famoso sobre o qual escrevemos recentemente, que relacionou tais produtos ao câncer (veja aqui).
Confira a matéria do Estadão: Mercado vegano cresce 40% ao ano no Brasil.

A causa animal perde uma força importante.

Quando o movimento pelos Direitos Civis entrou em cena em 1955, trazendo uma semente fundamental para o desenvolvimento moral da humanidade, o foco eram seres humanos. No entanto, possivelmente a partir disso abriu-se caminho para que os interesses dos animais não humanos começassem a ser discutidos abertamente.  No final da década de 60, um grupo que ficou conhecido como "The Oxford Group" (O Grupo de Oxford) ou "The Oxford Vegetarians" (Os Vegetarianos de Oxford) foi criado por intelectuais da Universidade de Oxford, no Reino Unido. O objetivo era justamente discutir a questão do uso de animais não humanos pelos humanos e suas implicações, o que deu início às discussões que mais tarde embasariam a teoria dos Direitos Animais.  Um dos integrantes do Grupo em questão foi o psicólogo Richard D. Ryder, autor de importantes obras na área de Direitos Animais, conhecido como criador do termo "especismo" em 1970. O conceito desse termo segue a mesma lógica daqueles que definem formas de discriminação contra humanos, tais como o racismo e o sexismo, ou seja, a ideia de que um determinado grupo é possuidor de menos direitos devido a certas características pré-determinadas pelo grupo que lhe oprime. O especismo é, portanto, a discriminação baseada na espécie, responsável pelas situações aterrorizantes que bilhões de animais não humanos enfrentam todos os dias.  Peter Singer, filósofo e autor muito conhecido pelo movimento animalista, principalmente pela sua obra "Animal Liberation", livro que popularizou o termo "especismo" criado por Ryder, fez questão de conhecer o Grupo de Oxford. No entanto, enquanto Ryder ficou conhecido como abolicionista, Singer se firmou como um utilitarista.  O termo "abolicionismo", dentro do movimento pelos Direitos Animais, é usado para definir o posicionamento de que animais são sujeitos de direitos, e, portanto, devem viver suas vidas em liberdade, pelos seus próprios meios e para seus próprios propósitos. Já o utilitarismo, por sua vez, define a posição de que a consideração pelos animais não humanos é relativa, podendo ser justificável causar um dano a um animal para beneficiar um número maior de outros animais (humanos ou não humanos), trazendo também a ideia de que cada animal merece mais ou menos consideração de acordo com seu grau de senciência. Devido a esse posicionamento, Singer ganhou a antipatia de muitas pessoas do movimento abolicionista.  Gary Francione, outro autor de importantes obras na área, filósofo e professor de Direito, é conhecido pela abordagem abolicionista que coloca a vida dos animais em pé de igualdade com a dos seres humanos. Já para o abolicionista Richard D. Ryder, a capacidade de sentir dor é o motivo para termos consideração pelos animais não humanos.  Tom Regan, também filósofo, apareceu nesse cenário com uma posição abolicionista diferente: embora defendesse que animais não humanos também são sujeitos de direitos, e, portanto, têm o direito de viverem em liberdade, sem sofrerem qualquer forma de exploração e crueldade, não considerava que a vida de animais humanos e não humanos tivessem o mesmo valor; uma posição que lhe rendeu várias críticas.  Regan foi um dos pioneiros na abordagem abolicionista dos Direitos Animais, e seu livro "The Case for Animal Rights", publicado em 1983, é considerado um dos mais importantes para o movimento. "Empty Cages" (Jaulas Vazias) foi a única obra do Autor publicada no Brasil. Ele faleceu nessa sexta-feira (17/02), vítima de complicações de uma pneumonia, aos 78 anos.
Quando o movimento pelos Direitos Civis entrou em cena em 1955, trazendo uma semente fundamental para o desenvolvimento moral da humanidade, o foco eram seres humanos. No entanto, possivelmente a partir disso abriu-se caminho para que os interesses dos animais não humanos começassem a ser discutidos abertamente.
No final da década de 60, um grupo que ficou conhecido como "The Oxford Group" (O Grupo de Oxford) ou "The Oxford Vegetarians" (Os Vegetarianos de Oxford) foi criado por intelectuais da Universidade de Oxford, no Reino Unido. O objetivo era justamente discutir a questão do uso de animais não humanos pelos humanos e suas implicações, o que deu início às discussões que mais tarde embasariam a teoria dos Direitos Animais.
Um dos integrantes do Grupo em questão foi o psicólogo Richard D. Ryder, autor de importantes obras na área de Direitos Animais, conhecido como criador do termo "especismo" em 1970. O conceito desse termo segue a mesma lógica daqueles que definem formas de discriminação contra humanos, tais como o racismo e o sexismo, ou seja, a ideia de que um determinado grupo é possuidor de menos direitos devido a certas características pré-determinadas pelo grupo que lhe oprime. O especismo é, portanto, a discriminação baseada na espécie, responsável pelas situações aterrorizantes que bilhões de animais não humanos enfrentam todos os dias.
Peter Singer, filósofo e autor muito conhecido pelo movimento animalista, principalmente pela sua obra "Animal Liberation", livro que popularizou o termo "especismo" criado por Ryder, fez questão de conhecer o Grupo de Oxford. No entanto, enquanto Ryder ficou conhecido como abolicionista, Singer se firmou como um utilitarista.
O termo "abolicionismo", dentro do movimento pelos Direitos Animais, é usado para definir o posicionamento de que animais são sujeitos de direitos, e, portanto, devem viver suas vidas em liberdade, pelos seus próprios meios e para seus próprios propósitos. Já o utilitarismo, por sua vez, define a posição de que a consideração pelos animais não humanos é relativa, podendo ser justificável causar um dano a um animal para beneficiar um número maior de outros animais (humanos ou não humanos), trazendo também a ideia de que cada animal merece mais ou menos consideração de acordo com seu grau de senciência. Devido a esse posicionamento, Singer ganhou a antipatia de muitas pessoas do movimento abolicionista.
Gary Francione, outro autor de importantes obras na área, filósofo e professor de Direito, é conhecido pela abordagem abolicionista que coloca a vida dos animais em pé de igualdade com a dos seres humanos. Já para o abolicionista Richard D. Ryder, a capacidade de sentir dor é o motivo para termos consideração pelos animais não humanos.
Tom Regan, também filósofo, apareceu nesse cenário com uma posição abolicionista diferente: embora defendesse que animais não humanos também são sujeitos de direitos, e, portanto, têm o direito de viverem em liberdade, sem sofrerem qualquer forma de exploração e crueldade, não considerava que a vida de animais humanos e não humanos tivessem o mesmo valor; uma posição que lhe rendeu várias críticas.
Regan foi um dos pioneiros na abordagem abolicionista dos Direitos Animais, e seu livro "The Case for Animal Rights", publicado em 1983, é considerado um dos mais importantes para o movimento. "Empty Cages" (Jaulas Vazias) foi a única obra do Autor publicada no Brasil. Ele faleceu nessa sexta-feira (17/02), vítima de complicações de uma pneumonia, aos 78 anos.
FONTE: MAPA VEG
A eutanásia de cães infectados ainda é um dos procedimentos que compõem a estratégia adotada pelo Ministério da Saúde para controlar a transmissão da leishmaniose visceral canina. No entanto, essa pratica pode acabar. Está sendo desenvolvida uma vacina para combater a transmissão da doença.  Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com o Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz/MG), utilizam a proteína do próprio inseto flebótomo, responsável pela transmissão do protozoário, para interferir no seu ciclo biológico.  “Como a leishmaniose é uma doença que precisa do inseto para se espalhar, a ideia é bloquear o mosquito transmissor. Uma vez que o cão infectado recebe a vacina, o protozoário causador da doença não consegue infectar o inseto. Dessa forma, quebra-se o ciclo da infecção”, explica o coordenador da pesquisa Rodolfo Cordeiro Giunchetti, médico veterinário e professor do Departamento de Morfologia da UFMG.  O professor comenta que o objetivo do soro é causar desequilíbrio no inseto, provocando a diminuição do número de ovos e impedindo a infecção no organismo.  A intenção é que, ao se alimentar do sangue de um cão que esteja imunizado por essa vacina, o flebótomo ingira além do próprio sangue e do parasito anticorpos contra suas próprias proteínas.  “Assim, mesmo doente, o cão com leishmaniose visceral não teria importância na transmissão desse protozoário e poderia ser submetido ao tratamento, sem causar impacto para a saúde pública. A ideia é utilizar a vacina, inicialmente, em animais que já estejam infectados”, comenta o pesquisador.  Financiamento  O estudo de desenvolvimento da pesquisa contou com a participação de 13 pesquisadores e financiamento da Capes, CNPq e Fapemig, entre outras instituições federais.

A eutanásia de cães infectados ainda é um dos procedimentos que compõem a estratégia adotada pelo Ministério da Saúde para controlar a transmissão da leishmaniose visceral canina. No entanto, essa pratica pode acabar. Está sendo desenvolvida uma vacina para combater a transmissão da doença.
Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com o Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz/MG), utilizam a proteína do próprio inseto flebótomo, responsável pela transmissão do protozoário, para interferir no seu ciclo biológico.
“Como a leishmaniose é uma doença que precisa do inseto para se espalhar, a ideia é bloquear o mosquito transmissor. Uma vez que o cão infectado recebe a vacina, o protozoário causador da doença não consegue infectar o inseto. Dessa forma, quebra-se o ciclo da infecção”, explica o coordenador da pesquisa Rodolfo Cordeiro Giunchetti, médico veterinário e professor do Departamento de Morfologia da UFMG.
O professor comenta que o objetivo do soro é causar desequilíbrio no inseto, provocando a diminuição do número de ovos e impedindo a infecção no organismo.
A intenção é que, ao se alimentar do sangue de um cão que esteja imunizado por essa vacina, o flebótomo ingira além do próprio sangue e do parasito anticorpos contra suas próprias proteínas.
“Assim, mesmo doente, o cão com leishmaniose visceral não teria importância na transmissão desse protozoário e poderia ser submetido ao tratamento, sem causar impacto para a saúde pública. A ideia é utilizar a vacina, inicialmente, em animais que já estejam infectados”, comenta o pesquisador.
Financiamento
O estudo de desenvolvimento da pesquisa contou com a participação de 13 pesquisadores e financiamento da Capes, CNPq e Fapemig, entre outras instituições federais.

CONTinuam com as explorações anial

Reprodução/Facebook,BeagleFreedomProject
O grupo Beagle Freedom Project está comemorando o resgate de mais cinco filhotes de Beagle explorados em pesquisas.
Quando pensamos em animais utilizados em experiências laboratoriais, é comum vir à mente imagens de coelhos brancos, camundongos e ratos.
Porém, o que muitas pessoas não sabem, é que estes não são os únicos animais utilizados em experiências de laboratório: cães e gatos também são abusados com frequência, diz o One Green Planet.
Segundo a Sociedade Contra a Vivissecção dos Estados Unidos, entre 70 mil e 75 mil cães são usados em pesquisas no país a cada ano, sendo que a maior parte dos cães é composta por beagles.
Reprodução/Facebook, BeagleFreedomProject
A maioria dos amantes de animais fica horrorizada ao saber que beagles são comumente submetidos a testes de toxicidade, forçados a ingerir grandes quantidades de substâncias potencialmente nocivas para avaliar seu nível tóxico.
Os beagles estão entre os animais favoritos dos laboratórios por causa de sua natureza dócil e confiante, duas características que são cruelmente usadas contra eles.
Em um laboratório, os cães nunca experimentam companheirismo e muito menos a grama ou confortos básicos como uma boa alimentação e uma cama para descansar. O mais doloroso em tudo isso é que, uma vez que os testes são encerrados, a maioria dos cães tem sua morte induzida.
Felizmente, há muitas pessoas amáveis que trabalham para dar uma segunda chance a animais anteriormente explorados em pesquisas, como por exemplo o Beagle Freedom Project, que ajuda a organizar a liberação e realojamento de beagles abusados em laboratórios.
Recentemente, eles ajudaram a obter a liberdade de cinco filhotes, que provavelmente viram a luz do sol pela primeira vez.
Cada cão carregará a marca da exploração em laboratórios na forma de uma tatuagem no ouvido, mas com o tempo e com muito amor, eles poderão se recuperar de seus passados cruéis.
Atualmente, o Beagle Freedom Project trabalha para aprovar uma lei que estabelece a “aposentadoria” de animais abusados em testes ao invés da morte induzida. Até agora, a lei foi aprovada na Califórnia, Nova York e em alguns outros estados.
Fonte: ANDA


uma excelente atitude

Reprodução/SantuárioMissãodeEdgar
Reprodução/SantuárioMissãodeEdgar
Não há dúvidas de que os animais são capazes de transformar as vidas das pessoas, especialmente de pessoas idosas.
Os animais estimulam os idosos a saírem de casa e fazerem uma caminhada, eles lhes dão a responsabilidade pelo cuidado de outro ser vivo, e, claro, estão sempre presentes para compartilhar momentos de carinho quando necessário, diz o One Green Planet.
A equipe do Santuário Missão de Edgar, que resgata animais de fazendas, usou esse conhecimento para transformar a realidade dos residentes do lar de idosos “Vasey House Aged Care” em Bundoora, na Austrália.
Reprodução/SantuárioMissãodeEdgar
Reprodução/SantuárioMissãodeEdgar
Os funcionários do santuário levaram três filhotes de cabras, Daisy, Marigold, e Eddie, além da ovelha Timmy para deixar os idosos e os animais desfrutarem das companhias adoráveis. Se funcionou? Bem, as imagens falam por si mesmas.
Como muitos outros, os moradores foram imediatamente surpreendidos com a fofura dos filhotes de cabra e vários sorrisos surgiram enquanto os funcionários do santuário apresentavam os animais.
Reprodução/SantuárioMissãodeEdgar
Como o santuário aponta: “Animais e idosos possuem muito em comum; ambos são muitas vezes esquecidos, considerados um problema ou têm suas necessidades emocionais negadas. Assim, eles se tornam testemunhas mudas da indiferença humana”.
Felizmente, isso nem sempre ocorre e cada vez mais pessoas têm sido bondosas com ambos os grupos.Só porque esses idosos não podem ir até o santuário não significa que eles não devem ser capazes de desfrutar da companhia desses animais.
A vida em um lar de idosos não é sempre emocionante, mas definitivamente a Missão de Edgar levou alguma alegria para alguns deles e lhes deu momentos que provavelmente serão sempre valorizados.
Essas fotos mostram que a interação entre animais e idosos é um ato tão simples, mas que pode provocar muita alegria. E melhor ainda quando são animais resgatados dos matadouros, ganhando uma nova chance de serem felizes e compartilhando essa alegria.
Fonte: ANDA

PURA E TOTAL IRRESPONSABILIDADE

Um gato ficou “trancado” do lado de fora do oitavo andar de um prédio, entre a janela e a tela de proteção do apartamento, por mais de 30 minutos em Brasília. O caso ganhou repercussão após uma microempresária pedir ajuda em redes sociais para resgatá-lo. Ela e uma protetora da causa animal foram ao Privilege Residence, em Águas Claras, para falar com o porteiro. Por telefone, a administração do condomínio disse que o síndico conversou com os tutores do animal e vai adotar os procedimentos cabíveis, mas não soube explicar quais serão as medidas.  O incidente aconteceu por volta de 17h30, na Boulevard Norte com a rua 36 Norte. A microempresária, que preferiu não se identificar, conta que notou o animal quando foi ao quarto. A mulher afirma que o gato batia as patinhas no vidro e que era possível ver que havia gente em casa, porque a televisão estava ligada e uma pessoa se mexia perto da janela, “como se estivesse sentada em um sofá”.  “Foi aí que fui ficando com dó, ele parecia implorar para entrar, andando para frente e voltando ‘de ré’, pois o espaço era bem pequeno. Na janela tinha grade de proteção, então ele estava preso entre a janela e a tela de proteção. Sei que ele provavelmente não cairia, mas, poxa, um frio, e ele ‘pedindo’ tanto para entrar”, afirma. “Meu filho gritou ‘olha o gatinho, abre a janela’. Vimos a pessoa gesticulando, mas não sei se era para nós ou para alguém na casa.”  A mulher conta ter esperado meia-hora e então decidido ir à portaria do prédio pedir ajuda. A funcionária que estava no local teria ligado em dois apartamentos, e os donos informaram não ter gatos. Depois, disse que não havia como localizar os responsáveis. Pouco depois, outro funcionário afirmou que a tela evitaria que o animal caísse.  A protetora de animais Gabriela Matos esteve pouco depois no prédio e diz que ouviu do porteiro que, aparentemente, não havia mais ninguém no apartamento e que o gato já havia sido retirado do local. O caso foi registrado no livro de ocorrências. Ela conta que pretende voltar ao local para conversar com os responsáveis pelo animal e entender o que aconteceu.  “Eu vou voltar lá hoje à noite e perguntar se entraram em contato e conversar com a moça sobre o que houve. Sem acusações e sem apontar o dedo. Talvez até trate mesmo de uma falta de atenção, mas que chegou a um tamanho enorme”, explica. “O objetivo aqui é chamar atenção, não acusar de maus-tratos e nem falar que ela é uma irresponsável e recolher o gato. O objetivo é esclarecer o que houve.”  Gabriela explica ainda que, apesar da tela de proteção, o animal poderia ter se ferido. “O gato estava no estresse do frio, do desespero de não conseguir entrar. A tela o protegia sim, mas isso não elimina o fato de ele ter ficado preso no frio, na iminência de cair. Num desespero, o gato pode sim rasgar a tela pra tentar ‘se libertar’.”  A Polícia Civil e a Polícia Militar informaram não ter registro do caso. Se houver ocorrência e a investigação apontar que houve maus-tratos, o dono do gato pode pegar até um ano de prisão, além de ter de pagar multa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, houve 53 casos de crimes contra animais até o dia 12 de junho, contra 63 ocorrências no mesmo período do ano passado.  Fonte: G1
Gato ‘fechado’ em parapeito de janela no 8º andar de prédio de Águas Claras, em Brasília (Foto: Arquivo Pessoal)

Um gato ficou “trancado” do lado de fora do oitavo andar de um prédio, entre a janela e a tela de proteção do apartamento, por mais de 30 minutos em Brasília. O caso ganhou repercussão após uma microempresária pedir ajuda em redes sociais para resgatá-lo. Ela e uma protetora da causa animal foram ao Privilege Residence, em Águas Claras, para falar com o porteiro. Por telefone, a administração do condomínio disse que o síndico conversou com os tutores do animal e vai adotar os procedimentos cabíveis, mas não soube explicar quais serão as medidas.
O incidente aconteceu por volta de 17h30, na Boulevard Norte com a rua 36 Norte. A microempresária, que preferiu não se identificar, conta que notou o animal quando foi ao quarto. A mulher afirma que o gato batia as patinhas no vidro e que era possível ver que havia gente em casa, porque a televisão estava ligada e uma pessoa se mexia perto da janela, “como se estivesse sentada em um sofá”.
“Foi aí que fui ficando com dó, ele parecia implorar para entrar, andando para frente e voltando ‘de ré’, pois o espaço era bem pequeno. Na janela tinha grade de proteção, então ele estava preso entre a janela e a tela de proteção. Sei que ele provavelmente não cairia, mas, poxa, um frio, e ele ‘pedindo’ tanto para entrar”, afirma. “Meu filho gritou ‘olha o gatinho, abre a janela’. Vimos a pessoa gesticulando, mas não sei se era para nós ou para alguém na casa.”
A mulher conta ter esperado meia-hora e então decidido ir à portaria do prédio pedir ajuda. A funcionária que estava no local teria ligado em dois apartamentos, e os donos informaram não ter gatos. Depois, disse que não havia como localizar os responsáveis. Pouco depois, outro funcionário afirmou que a tela evitaria que o animal caísse.
A protetora de animais Gabriela Matos esteve pouco depois no prédio e diz que ouviu do porteiro que, aparentemente, não havia mais ninguém no apartamento e que o gato já havia sido retirado do local. O caso foi registrado no livro de ocorrências. Ela conta que pretende voltar ao local para conversar com os responsáveis pelo animal e entender o que aconteceu.
“Eu vou voltar lá hoje à noite e perguntar se entraram em contato e conversar com a moça sobre o que houve. Sem acusações e sem apontar o dedo. Talvez até trate mesmo de uma falta de atenção, mas que chegou a um tamanho enorme”, explica. “O objetivo aqui é chamar atenção, não acusar de maus-tratos e nem falar que ela é uma irresponsável e recolher o gato. O objetivo é esclarecer o que houve.”
Gabriela explica ainda que, apesar da tela de proteção, o animal poderia ter se ferido. “O gato estava no estresse do frio, do desespero de não conseguir entrar. A tela o protegia sim, mas isso não elimina o fato de ele ter ficado preso no frio, na iminência de cair. Num desespero, o gato pode sim rasgar a tela pra tentar ‘se libertar’.”
A Polícia Civil e a Polícia Militar informaram não ter registro do caso. Se houver ocorrência e a investigação apontar que houve maus-tratos, o dono do gato pode pegar até um ano de prisão, além de ter de pagar multa. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, houve 53 casos de crimes contra animais até o dia 12 de junho, contra 63 ocorrências no mesmo período do ano passado.
Fonte: G1

AÇÃO PÚBLICA

O Centro de Referência de Animais em Risco de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, foi entregue à população no inicio dessa semana. O lugar é uma reivindicação antiga de Organizações Não-Governamentais (ONGs) de proteção aos animais e, também, dos moradores.  O local tem capacidade para receber 250 animais e foi construído no mesmo terreno do antigo Canil Municipal, atrás da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).  A estrutura tem um espaço separado para abrigar os cavalos recolhidos das ruas e outro ambiente exclusivo para cachorros. Em breve, deve haver um local especial para gatos.  “Os cães serão coletados, castrados, retornam ao canil municipal e ficam por um período pós-operatório, de sete a 10 dias. Nesse tempo, ficam para adoção. Não sendo adotados, conforme a lei, eles retornam para as ruas, onde foram coletados”, explica o médico veterinário do Departamento de Zoonoses, Leandro Inglês.  Assim, o Centro de Tratamento Animal do Shangrilá, que era um local provisório mantido pela prefeitura, foi desativado. No novo espaço, só são levados os animais recolhidos pela prefeitura ou entregue pelas ONGs.  Fonte: G1
Centro de Referência de Animais em Risco foi inaugurado nesta segunda-feira (27) em Ponta Grossa
(Foto: Divulgação / P+G Comunicação Integrada)

O Centro de Referência de Animais em Risco de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, foi entregue à população no inicio dessa semana. O lugar é uma reivindicação antiga de Organizações Não-Governamentais (ONGs) de proteção aos animais e, também, dos moradores.
O local tem capacidade para receber 250 animais e foi construído no mesmo terreno do antigo Canil Municipal, atrás da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
A estrutura tem um espaço separado para abrigar os cavalos recolhidos das ruas e outro ambiente exclusivo para cachorros. Em breve, deve haver um local especial para gatos.
“Os cães serão coletados, castrados, retornam ao canil municipal e ficam por um período pós-operatório, de sete a 10 dias. Nesse tempo, ficam para adoção. Não sendo adotados, conforme a lei, eles retornam para as ruas, onde foram coletados”, explica o médico veterinário do Departamento de Zoonoses, Leandro Inglês.
Assim, o Centro de Tratamento Animal do Shangrilá, que era um local provisório mantido pela prefeitura, foi desativado. No novo espaço, só são levados os animais recolhidos pela prefeitura ou entregue pelas ONGs.
Fonte: G1

MACEIÓ (AL)

Foto: Cortesia/OAB/AL Uma cadela que estava há cinco dias sem água e sem comida foi resgatada por integrantes da Comissão de Bem Estar Animal da OAB Alagoas, do quintal de uma residência em Maceió.  “A cadela foi encontrada em local minúsculo, imundo, com comida apodrecida, água da chuva, toda molhada e com aspecto completamente negligenciado. Os vizinhos prestaram todo apoio cedendo suas casas para que, a partir delas, o animal pudesse ser salvo”, contou Rosana Jambo, presidente da Comissão.  “Populares relataram que durante vários dias o animal latia constantemente. Não fosse a ação célere, o animal teria morrido pela falta de comida e de frio, pois o local não era coberto e a cadela vivia ao relento”, completou a presidente.  Ela disse ainda que, após o recebimento das denúncias, algumas entidades que cuidam de animais foram mobilizadas para o resgate. A presidente designou uma das integrantes da comissão, Lourdes Xavier, para acompanhar a ação que aconteceu em conjunto com os protetores de animais, Laerson Lira e Luceli Mergulhão.  A OAB Alagoas não informou sobre os proprietários do animal, nem o bairro onde a cadela foi resgatada.  Fonte: Cada Minuto
Foto: Cortesia/OAB/AL

Uma cadela que estava há cinco dias sem água e sem comida foi resgatada por integrantes da Comissão de Bem Estar Animal da OAB Alagoas, do quintal de uma residência em Maceió.
“A cadela foi encontrada em local minúsculo, imundo, com comida apodrecida, água da chuva, toda molhada e com aspecto completamente negligenciado. Os vizinhos prestaram todo apoio cedendo suas casas para que, a partir delas, o animal pudesse ser salvo”, contou Rosana Jambo, presidente da Comissão.
“Populares relataram que durante vários dias o animal latia constantemente. Não fosse a ação célere, o animal teria morrido pela falta de comida e de frio, pois o local não era coberto e a cadela vivia ao relento”, completou a presidente.
Ela disse ainda que, após o recebimento das denúncias, algumas entidades que cuidam de animais foram mobilizadas para o resgate. A presidente designou uma das integrantes da comissão, Lourdes Xavier, para acompanhar a ação que aconteceu em conjunto com os protetores de animais, Laerson Lira e Luceli Mergulhão.
A OAB Alagoas não informou sobre os proprietários do animal, nem o bairro onde a cadela foi resgatada.
Fonte: Cada Minuto

OAB resgata cadela que estava há cinco dias sem comida e água

Se você está lendo esta matéria no dia de seu lançamento (quinta-feira, 23/06/2016), saiba que neste momento está acontecendo uma das festividades mais polêmicas do mundo, o Yulin Dog Eating Festival (Festival da Carne de Cachorro de Yulin).  O festival acontece todos os anos na cidade de Yulin, que tem 7 milhões de habitantes e fica no sul da China. Cerca de 10 mil cães são mortos em matadouros improvisados na rua, cozidos e servidos ali mesmo.  Todos os anos, ativistas do mundo todo – inclusive da China – se unem para tentar parar o festival. Até hoje, as ações, petições e campanhas feitas ao redor do mundo não surtiram efeito e isso tem levado algumas pessoas a tomarem o problema para si.  É o caso do norte-americano Marc Ching (foto), que é vegano e de origem chinesa, embora resida na Califórnia, nos Estados Unidos. Ele fundou a The Animal Hope & Wellness Foundation (Facebook) com um amigo e todo ano ele viaja para a cidade de Yulin para tentar acabar com o festival mais tradicional da metrópole.  Este ano, Marc conseguiu um feito incrível. Juntando doações de pessoas que acreditam em seu trabalho, ele conseguiu comprar 6 matadouros clandestinos e imediatamente fechou os locais e retirou todos os animais. Com a ajuda de ativistas locais, Marc conseguiu retirar mais de 1.000 cães em caminhões lotados.  Muitos dos animais resgatados morreram por conta do tratamento cruel dado a eles antes mesmo do festival. A grande maioria já está bastante debilitada antes da hora da morte. Mas muitos outros cães estão bem e sendo tratados por ativistas chineses em bases espalhadas por cidades próximas a Yulin.  Marc admite, porém, que comprar os matadouros talvez não seja a melhor solução. Já foi observado, por exemplo, que os donos desses matadouros chegam a aumentar a violência contra os cães para chamar a atenção dos ativistas que estão na cidade e assim conseguir vender o negócio por mais dinheiro.  Mas Marc também sente que a situação é muito delicada e usou o Facebook para publicar um texto que dá a exata noção de como ele se sente. Tendo a chance de salvar algumas vidas que seriam cruelmente tiradas, ele não consegue evitar de fazer esse trabalho.  “Há uma grande oposição ao trabalho e há muitas pessoas lá fora que acreditam que nós não deveríamos salvar esses cachorros. Acreditam também que isso não muda muita coisa e que faz as coisas ficarem ainda piores. Para aqueles que sentem-se assim, talvez vocês estejam certos. Talvez, no fim, salvar as vidas desses animais não signifique muito.  Na vida, tudo que eu posso fazer é viver por meu coração. Mas imagine que você teve sua cabeça empurrada para olhar para o céu e tudo que você viu foi sangue. Imagine que ninguém veio. E eles penduraram você. E mataram seus filhos. E eles espancaram você até a morte. No fim, tudo que você viu foi morte. Imagine.” – desabafou.  Apesar de realmente não ser a melhor solução, o trabalho de Marc faz mais do que salvar a vida de alguns animais. Esse tipo de ação gera matérias como esta e chama a atenção da mídia para o problema, fazendo com que os governantes sintam-se cada vez mais pressionados.  E você, o que faria no lugar de Marc? Iria para a China salvar alguns animais ou encerraria o trabalho para não dar dinheiro para os que fazem o festival acontecer? Tente imaginar a mesma situação em um dos países que mais mata bois no mundo, o Brasil. É um cenário e tanto, algo realmente complicado.

Se você está lendo esta matéria no dia de seu lançamento (quinta-feira, 23/06/2016), saiba que neste momento está acontecendo uma das festividades mais polêmicas do mundo, oYulin Dog Eating Festival (Festival da Carne de Cachorro de Yulin).
O festival acontece todos os anos na cidade de Yulin, que tem 7 milhões de habitantes e fica no sul da China. Cerca de 10 mil cães são mortos em matadouros improvisados na rua, cozidos e servidos ali mesmo.
Todos os anos, ativistas do mundo todo – inclusive da China – se unem para tentar parar o festival. Até hoje, as ações, petições e campanhas feitas ao redor do mundo não surtiram efeito e isso tem levado algumas pessoas a tomarem o problema para si.
É o caso do norte-americano Marc Ching (foto), que é vegano e de origem chinesa, embora resida na Califórnia, nos Estados Unidos. Ele fundou a The Animal Hope & Wellness Foundation (Facebook) com um amigo e todo ano ele viaja para a cidade de Yulin para tentar acabar com o festival mais tradicional da metrópole.
Este ano, Marc conseguiu um feito incrível. Juntando doações de pessoas que acreditam em seu trabalho, ele conseguiu comprar 6 matadouros clandestinos e imediatamente fechou os locais e retirou todos os animais. Com a ajuda de ativistas locais, Marc conseguiu retirar mais de 1.000 cães em caminhões lotados.
Muitos dos animais resgatados morreram por conta do tratamento cruel dado a eles antes mesmo do festival. A grande maioria já está bastante debilitada antes da hora da morte. Mas muitos outros cães estão bem e sendo tratados por ativistas chineses em bases espalhadas por cidades próximas a Yulin.
Marc admite, porém, que comprar os matadouros talvez não seja a melhor solução. Já foi observado, por exemplo, que os donos desses matadouros chegam a aumentar a violência contra os cães para chamar a atenção dos ativistas que estão na cidade e assim conseguir vender o negócio por mais dinheiro.
Mas Marc também sente que a situação é muito delicada e usou o Facebook para publicar um texto que dá a exata noção de como ele se sente. Tendo a chance de salvar algumas vidas que seriam cruelmente tiradas, ele não consegue evitar de fazer esse trabalho.
“Há uma grande oposição ao trabalho e há muitas pessoas lá fora que acreditam que nós não deveríamos salvar esses cachorros. Acreditam também que isso não muda muita coisa e que faz as coisas ficarem ainda piores. Para aqueles que sentem-se assim, talvez vocês estejam certos. Talvez, no fim, salvar as vidas desses animais não signifique muito.
Na vida, tudo que eu posso fazer é viver por meu coração. Mas imagine que você teve sua cabeça empurrada para olhar para o céu e tudo que você viu foi sangue. Imagine que ninguém veio. E eles penduraram você. E mataram seus filhos. E eles espancaram você até a morte. No fim, tudo que você viu foi morte. Imagine.” – desabafou.
Apesar de realmente não ser a melhor solução, o trabalho de Marc faz mais do que salvar a vida de alguns animais. Esse tipo de ação gera matérias como esta e chama a atenção da mídia para o problema, fazendo com que os governantes sintam-se cada vez mais pressionados.
E você, o que faria no lugar de Marc? Iria para a China salvar alguns animais ou encerraria o trabalho para não dar dinheiro para os que fazem o festival acontecer? Tente imaginar a mesma situação em um dos países que mais mata bois no mundo, o Brasil. É um cenário e tanto, algo realmente complicado.
Fonte: Vista-se

Onça mascote do Exército foi morta com um tiro de pistola após avançar sobre soldado; ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante cerimônia.

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Juma foi morta com um tiro de pistola após fugir e avançar sobre soldado; ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante cerimônia (Foto: Jair Araújo/Diário do Amazonas)
A morte de Juma, a onça que participou de uma cerimônia com a tocha olímpica em Manaus na segunda-feira, revela o drama de uma espécie ameaçada de extinção e gera questionamentos sobre a manutenção de animais selvagens em centros do Exército na Amazônia.
A onça Juma foi abatida com um tiro de pistola no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) logo após ser exibida no evento olímpico. Como outra onça, apelidada de Simba, ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante a cerimônia.
O Exército mantém várias onças em cativeiro na Amazônia. Os felinos ─ bem como animais de outras espécies ─ costumam ser adotados pelo órgão ao serem encontrados em cativeiro ou em poder de caçadores.
Muitas onças, como Juma, se tornam mascotes dos batalhões e passam por sessões de treinamento. Em Manaus, os felinos são presença frequente em desfiles militares, prática condenada por biólogos e veterinários.
Em 2014, durante gravação de um documentário em Manaus, militares do Cigs mostraram Juma, a mascote do centro, à BBC Brasil. Na época, explicaram que a onça havia sido resgatada com ferimentos após sua mãe ter sido morta. Foi levada para o centro e ali cresceu sob os cuidados de tratadores.
O destino trágico de Juma chama a atenção para a situação cada mais precária da espécie, listada como ameaçada no Brasil pelo Ibama em 2003.
É um animal que exige extensas áreas preservadas para sobreviver, caçando espécies como capivaras e até jacarés. Ela vem sendo ameaçada pelo desmatamento, não apenas na Amazônia como também no Pantanal e no Cerrado, para abrir espaço para a expansão da atividade agropecuária.
Tiro de pistola
Em nota enviada ao site da agência local de notícias Amazônia Real, o Comando Militar da Amazônia (CMA) diz que, após a solenidade olímpica na segunda, Juma escapou dentro do zoológico do centro do Exército. O órgão afirma que um grupo de veterinários e militares tentou recapturá-la com tranquilizantes, mas que, mesmo atingido, o animal avançou sobre um soldado.
"Como procedimento de segurança, visando a proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer", diz o órgão.
Onça Simba também participou de cerimônia  (Foto: Exército Brasileiro)
                                        Onça Simba também participou de cerimônia (Foto: Exército Brasileiro)
Segundo o Amazônia Real, dois militares seguravam a corrente presa a Juma durante todo o evento. O site diz que muitas pessoas tiraram fotos com a onça na cerimônia. Ela teria fugido logo após a exibição, quando militares tentavam colocá-la numa caminhonete.
O Exército diz que abriu um processo administrativo para investigar a morte do felino. Segundo o Amazônia Real, o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) não havia autorizado a participação de Juma no evento e poderá multar a corporação.
Indomesticável
Para João Paulo Castro, biólogo com mestrado em comportamento animal pela Universidade de Brasília, Juma pode ter fugido após se estressar durante o evento.
"Não é saudável nem recomendável submeter um animal a uma situação como essas, com barulho e muitas pessoas em volta", ele diz à BBC Brasil.
"Muitas vezes a onça já vive numa situação precária e estressante no cativeiro, o que é agravado num cenário de agitação."
Castro diz que muitos batalhões do Exército na Amazônia mantém onças em cativeiro. Ele afirma ter visitado um centro que mantinha um felino em Cruzeiro do Sul (AC) em condições "bem toscas".
Segundo Castro, é um erro tratar onças como animais domesticáveis. Ele afirma que são necessárias várias gerações em cativeiro para que uma espécie se acostume a conviver com humanos.
O biólogo diz que, idealmente, onças apreendidas devem ser devolvidas à natureza ou levadas a refúgios, onde possam ficar soltas em amplos espaços.
Segundo ele, a soltura de felinos é um processo complexo, mas há casos bem sucedidos pelo mundo ─ como o de tigres devolvidos a florestas na Ásia.
Horas antes da morte de Juma, a BBC Brasil pediu ao Exército detalhes sobre a manutenção de animais selvagens em dependências do órgão na Amazônia. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.
Um veterinário de Manaus que já trabalhou com o Exército e pediu para não ser identificado defendeu o órgão das críticas. Segundo ele, ao cuidar de animais resgatados, a corporação assume uma função que deveria ser de outros órgãos públicos.
Ele diz que os militares são muito cuidadosos com os animais e que a burocracia impede que muitos sejam devolvidos à natureza.
O veterinário afirma ainda que grande parte das onças resgatadas chegam ao órgão ainda filhotes e se tornam dependentes dos cuidadores, o que torna difícil sua soltura.
Fonte: G1
"Essa é minha casa, fui abandonado. Por favor, me ajude com água e comida. Se não puder ajudar, tudo bem, mas por favor não me faça nenhum mal, eu não faço mal a ninguém. Obrigado!"
A meta é espalhar 500, por toda a cidade. "Essa é minha casa, fui abandonado. Por favor, me ajude com água e comida. Se não puder ajudar, tudo bem, mas por favor não me faça nenhum mal, eu não faço mal a ninguém. Obrigado!" A meta é espalhar 500, por toda a cidade. A meta é espalhar 500, por toda a cidade.  Este recado está estampado em casinhas para animais de rua que estão sendo instaladas em Lages, na Serra catarinese. A iniciativa é do grupo Ajude um Animal de Rua e pretende disponibilizar 500 moradias térmicas nos próximos meses. Em entrevista ao portal UOL a empresária Bruna Uncini, 26 anos, disse que ajudava esporadicamente animais abandonados. Levava cães doentes ou atropelados para o veterinário e organizava campanhas de adoção. "Percebi que meu trabalho de formiguinha não estava funcionando. Por mais que eu ajudasse um animal, outros estariam desamparados" assim ela se juntou com Bruno Hartmann, da Gerência de Proteção Animal de Lages, e Clênia Souza, voluntária do Adote e criaram uma campanha para pedir ajuda aos comerciantes da cidade. O comerciante que ajuda, como valor de R$118, recebe em troca a divulgação de seu estabelicimento com uma placa na casinha. Outras pessoas dispostas a ajudar podem doar clicando aqui. 615764-940x600-1
A meta é espalhar 500, por toda a cidade.

Este recado está estampado em casinhas para animais de rua que estão sendo instaladas em Lages, na Serra catarinese.
A iniciativa é do grupo Ajude um Animal de Rua e pretende disponibilizar 500 moradias térmicas nos próximos meses.
Em entrevista ao portal UOL a empresária Bruna Uncini, 26 anos, disse que ajudava esporadicamente animais abandonados. Levava cães doentes ou atropelados para o veterinário e organizava campanhas de adoção.
"Percebi que meu trabalho de formiguinha não estava funcionando. Por mais que eu ajudasse um animal, outros estariam desamparados" assim ela se juntou com Bruno Hartmann, da Gerência de Proteção Animal de Lages, e Clênia Souza, voluntária do Adote e criaram uma campanha para pedir ajuda aos comerciantes da cidade. O comerciante que ajuda, como valor de R$118, recebe em troca a divulgação de seu estabelicimento com uma placa na casinha.
Outras pessoas dispostas a ajudar podem doar clicando aqui.
615764-940x600-1








Fonte: Catraca Livre

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