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PARCERIA COM O PODER PÚBLICO

Aqueles que querem utilizar o recurso têm que ser morador de Barra Mansa e ter a carteirinha do SUS (Foto: Arquivo) O Consultório Municipal Veterinário São Francisco de Assis, que fica localizado no Centro, proporciona consultas para cães e gatos carentes e com tutores que não podem pagar pelo atendimento. O projeto, feito em parceria entre as secretarias de Saúde e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, é o único e o primeiro com os mesmos padrões, em toda a região Sul Fluminense. Os recursos são dados pela prefeitura.  De acordo com o veterinário e clinico responsável pelo consultório, Fernando Soares Franco, o objetivo é proporcionar consultas e vacinação para os animais carentes. Aqueles que querem utilizar o recurso têm que ser morador de Barra Mansa e ter a carteirinha do SUS. Quem não tiver a carteirinha, pode somente apresentar o comprovante de residência para conseguir o atendimento. A clínica funciona de 9h às 16h com um veterinário o tempo todo.  Fernando ainda lembrou que pessoas precisam trazer os animais para que eles possam ser atendidos. E o mesmo que trouxer, precisa levar de volta. O animal pode ser abandonado, mas precisa de um responsável por ele.  “Nós não atendemos a domicilio. O animal tem que estar aqui para receber a consulta”,  disse o Franco.  O veterinário ainda lembrou que o próximo passo é fazer a castração dos cães e gatos. Mas ainda não há previsão de um começo, por que ainda falta a autorização do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e alguns remédios que complementem o processo.  “Temos toda a estrutura e a aparelhagem. Está tudo novo e esperando pra começar”, contou Fernando.  O Clinico explicou que as cirurgias de castração serão realizadas, inicialmente, nos animais das ONGs cadastradas no município. Agentes da Vigilância em Saúde vão percorrer os bairros com agentes dos PSFs (Posto de Saúde da Família) para realizar o cadastro de animais domésticos, fazendo, dessa forma, um censo animal para o controle. “Esses animais também ficam cadastrados no consultório veterinário para possíveis consultas e cirurgias” frisou Fernando.  A estudante de veterinária e estagiária da clinica, Gabriela Alves Leal, disse que acompanhar o atendimento com um profissional da área está sendo muito importante para a sua formação.  “Na sala, a gente aprende a teoria, aqui eu aprendo na prática”, finalizou Gabriela.  Fonte: Diário do Vale
Aqueles que querem utilizar o recurso têm que ser morador de Barra Mansa e ter a carteirinha do SUS (Foto: Arquivo)
O Consultório Municipal Veterinário São Francisco de Assis, que fica localizado no Centro, proporciona consultas para cães e gatos carentes e com tutores que não podem pagar pelo atendimento. O projeto, feito em parceria entre as secretarias de Saúde e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, é o único e o primeiro com os mesmos padrões, em toda a região Sul Fluminense. Os recursos são dados pela prefeitura.
De acordo com o veterinário e clinico responsável pelo consultório, Fernando Soares Franco, o objetivo é proporcionar consultas e vacinação para os animais carentes. Aqueles que querem utilizar o recurso têm que ser morador de Barra Mansa e ter a carteirinha do SUS. Quem não tiver a carteirinha, pode somente apresentar o comprovante de residência para conseguir o atendimento. A clínica funciona de 9h às 16h com um veterinário o tempo todo.
Fernando ainda lembrou que pessoas precisam trazer os animais para que eles possam ser atendidos. E o mesmo que trouxer, precisa levar de volta. O animal pode ser abandonado, mas precisa de um responsável por ele.
“Nós não atendemos a domicilio. O animal tem que estar aqui para receber a consulta”,  disse o Franco.
O veterinário ainda lembrou que o próximo passo é fazer a castração dos cães e gatos. Mas ainda não há previsão de um começo, por que ainda falta a autorização do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e alguns remédios que complementem o processo.
“Temos toda a estrutura e a aparelhagem. Está tudo novo e esperando pra começar”, contou Fernando.
O Clinico explicou que as cirurgias de castração serão realizadas, inicialmente, nos animais das ONGs cadastradas no município. Agentes da Vigilância em Saúde vão percorrer os bairros com agentes dos PSFs (Posto de Saúde da Família) para realizar o cadastro de animais domésticos, fazendo, dessa forma, um censo animal para o controle. “Esses animais também ficam cadastrados no consultório veterinário para possíveis consultas e cirurgias” frisou Fernando.
A estudante de veterinária e estagiária da clinica, Gabriela Alves Leal, disse que acompanhar o atendimento com um profissional da área está sendo muito importante para a sua formação.
“Na sala, a gente aprende a teoria, aqui eu aprendo na prática”, finalizou Gabriela.

SÁBADO, DIA 25

Os motoristas receberão materiais informativos durante a ação.  Os motoristas receberão materiais informativos durante a ação. (Foto: Divulgação) Os motoristas receberão materiais informativos durante a ação. (Foto: Divulgação)  Com o objetivo de alertar usuários da rodovia BR-262, sobre o grave problema do atropelamento de fauna na região do Pantanal Sul, no sábado (25), o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes ), realiza uma blitz educativa no Posto Guaicurus da Polícia Rodoviária Federal, partir das 08 horas da manhã.  Durante a ação, os motoristas receberão materiais informativos, uma flanela de limpeza e um lixocar para incentivar o recolhimento do lixo e o descarte no local correto, uma forma de evitar que animais sejam atraídos para as rodovias, causando acidentes. O atropelamento de animais foi o tema escolhido por causa das inúmeras espécies que vivem no Pantanal, algumas ameaçadas de extinção como tamanduá-bandeira.  A blitz é promovida em parceria com a UFPR (Universidade Federal do Paraná), por meio do ITTI (Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura). As entidades são responsáveis pela Gestão Ambiental da rodovia entre os municípios de Anastácio e Corumbá e realizam o projeto “BR-262/MS – Faço parte deste Caminho”. O objetivo é cumprir as condicionantes para a emissão ou manutenção das licenças requeridas por órgãos ambientais.  O projeto desenvolve o Programa de Monitoramento de Atropelamento de Fauna, realizado por pesquisadores da UFPR/ITTI, que cataloga os animais atropelados entre Anastácio e Corumbá. Uma vez por semana um integrante da equipe percorre o trecho de 284 km entre os dois municípios para levantar esses números.  Com base nos dados e pesquisa com usuários da rodovia, a UFPR/ITTI fez a Proposta de Dispositivos de Proteção à Fauna, que inclui em seu programa a implantação de radares nos trechos onde ocorrem mais atropelamentos, além da colocação de telas e do corte da vegetação mais densa que prejudica a visibilidade do motorista. Até o momento 20 radares já foram instalados.  Serviço: A Blitz educativa de sensibilização sobre o atropelamento de fauna na BR-262/MS, acontece no próximo sábado (25), no Posto Guaicurus da Polícia Rodoviária Federal (Miranda – MS), das 8 às 12 horas.  Fonte: Campo Grande News
Os motoristas receberão materiais informativos durante a ação. (Foto: Divulgação)
Com o objetivo de alertar usuários da rodovia BR-262, sobre o grave problema do atropelamento de fauna na região do Pantanal Sul, no sábado (25), o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes ), realiza uma blitz educativa no Posto Guaicurus da Polícia Rodoviária Federal, partir das 08 horas da manhã.
Durante a ação, os motoristas receberão materiais informativos, uma flanela de limpeza e um lixocar para incentivar o recolhimento do lixo e o descarte no local correto, uma forma de evitar que animais sejam atraídos para as rodovias, causando acidentes. O atropelamento de animais foi o tema escolhido por causa das inúmeras espécies que vivem no Pantanal, algumas ameaçadas de extinção como tamanduá-bandeira.
A blitz é promovida em parceria com a UFPR (Universidade Federal do Paraná), por meio do ITTI (Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura). As entidades são responsáveis pela Gestão Ambiental da rodovia entre os municípios de Anastácio e Corumbá e realizam o projeto “BR-262/MS – Faço parte deste Caminho”. O objetivo é cumprir as condicionantes para a emissão ou manutenção das licenças requeridas por órgãos ambientais.
O projeto desenvolve o Programa de Monitoramento de Atropelamento de Fauna, realizado por pesquisadores da UFPR/ITTI, que cataloga os animais atropelados entre Anastácio e Corumbá. Uma vez por semana um integrante da equipe percorre o trecho de 284 km entre os dois municípios para levantar esses números.
Com base nos dados e pesquisa com usuários da rodovia, a UFPR/ITTI fez a Proposta de Dispositivos de Proteção à Fauna, que inclui em seu programa a implantação de radares nos trechos onde ocorrem mais atropelamentos, além da colocação de telas e do corte da vegetação mais densa que prejudica a visibilidade do motorista. Até o momento 20 radares já foram instalados.
Serviço: A Blitz educativa de sensibilização sobre o atropelamento de fauna na BR-262/MS, acontece no próximo sábado (25), no Posto Guaicurus da Polícia Rodoviária Federal (Miranda – MS), das 8 às 12 horas.

CHOQUES ELÉTRICOS

O grupo Londrina Sem Rodeio entregou à Câmara de Vereadores de Londrina imagens que mostram animais sendo agredidos durante o rodeio realizado no último fim de semana na ExpoLondrina. As provas de maus-tratos a bois e touros também serão entregues à Promotoria de Meio Ambiente.
Com os flagrantes trazidos a público, o grupo espera colocar Londrina fora do mapa dos rodeios, junto com 50 cidades brasileiras em que leis municipais e ações judiciais proíbem a realização destes eventos. A Lei de Crimes Ambientais pune agressões a animais com detenção de 1 ano a 3 anos, além de multa.
Em foto do grupo, peão segura espécie de teaser elétrico, proibido em leis federais, enquanto aguarda para "preparar" os animais para pular na arena (Foto: Reprodução/Londrina sem Rodeios)
Em foto do grupo, peão segura espécie de teaser elétrico, proibido em leis federais, enquanto aguarda para “preparar” os animais para pular na arena (Foto: Reprodução/Londrina sem Rodeios)
Segundo integrantes do grupo, as imagens foram gravadas no último dia da etapa de Londrina do Professional Bull Riders (PBR), realizada na arena do Parque de Exposições Ney Braga. As fotos e vídeos estão armazenados na comunidade “Londrina sem rodeios”, no Facebook.
Em um dos vídeos já disponibilizados na internet, com cerca de três minutos de duração, peões aparecem “preparando” animais para entrar na arena. Um deles, tem um bastão que serve, aparentemente, para espetar os bois. Outro peão também carrega um bastão metálico, de um metro, com o qual bate na cabeça dos animais que esperam para ser montados.
Em um outro flagrante, um peão está sentado na área de “preparo” dos bichos com um bastão amarelo que, afirmam os ativistas, é usado para dar choques e estressar os bois para a competição. O uso de choques em animais em rodeios também é proibido por lei federal.
 (Foto: Reprodução/Londrina sem Rodeios)
(Foto: Reprodução/Londrina sem Rodeios)
Puxões pelo rabo
Outras cenas mostram os peões, repetidamente, puxando os rabos dos animais, de forma agressiva, por entre as barras de ferro do cercado, onde os bichos estão confinados.
“As agressões não são escondidas. Gravei tudo a menos de dois metros da arquibancada onde eu estava”, diz a ativista responsável pelos flagrantes, sem se identificar por medo de ameaças.
“Inicialmente, pensava que os animais eram provocados apenas momentos antes de entrar. Mas os maus-tratos são constantes: vi animais sendo agredidos por três horas seguidas, das 19h às 22h, até entrarem”, conta.
“Ficam horas confinados, sendo torturados sem parar. Não tem respiro: recebem pontapés na cabeça, choques, esporadas, são espetados com hastes com ganchos na ponta. Além disso, aguardam perto das caixas de som com volume altíssimo e se assustam com os fogos de artifício. Chocante”, disse a testemunha, que após 3 horas de gravações decidiu parar “porque não suportava mais ver aquilo”.
De acordo com a ativista, o grupo cogitou utilizar um drone para chegar perto da área dos animais – mas desistiu ao perceberem que os maus-tratos eram praticados muito próximos à plateia. “Com vários veículos de comunicação e repórteres ali, ninguém se interessava por isso”, lamentou.
Enquanto faziam as imagens, o grupo foi abordado por um homem que se identificou como tutor de parte dos animais. “Ele nos exigiu que parássemos a gravação, mas despistamos e seguimos. Não podíamos desistir de obter provas que nos dessem certeza para afirmar: há maus-tratos no rodeio e o público não tem ideia do que acontece para existir todo aquele show e euforia”, diz. “É a crueldade a um palmo dos nossos narizes”.
Vereador avalia propor um projeto para dar fim aos rodeios
O grupo esteve com o vereador Fábio Testa (PPS), presidente da Câmara, que se disse estarrecido com o material revelado: “Queremos saber se essa é a praxe dos rodeios em Londrina. A sociedade terá que tomar uma decisão, pois outros municípios aboliram os maus-tratos e os rodeios. Imaginar que aqueles animais levam choque é preocupante, estarrecedor. Onde estamos indo?” diz o vereador.
A partir do material, Testa avalia propor um projeto para dar fim aos rodeios em Londrina. “É um debate longo. Os rodeios fazem parte da realidade cultural de Londrina, mas não há como admitir maus-tratos. A era medieval acabou e não é cabível maus-tratos em um festejo popular tão bonito com a nossa feira”.
Para o vereador, as imagens “são fortíssimas e não podem ser desprezadas”. Além disso, diz, “configuram práticas abusivas que caminham para o crime de maus-tratos a animais”.
Para Bruna Ontivero, representante do grupo Londrina Sem Rodeio, a violência contra animais não pode ser considerada como traço cultural do interior: “A violência não é cultura do sertanejo. Temos provas suficientes para Londrina abolir esse tipo de situação”, acredita. “No Paraná, nenhuma cidade, até agora, proibiu rodeios. Londrina pode ser pioneira”, afirma.
Em Maringá, flagrantes semelhantes na ExpoIngá, em 2014
Em Maringá, o grupo Maringá Vegano também luta contra os rodeios na cidade. Em um vídeo gravado em 17 de maio de 2014, segundo eles durante a feira agropecuária, peões são mostrados em práticas semelhantes às flagradas em Londrina: puxões pelo rabo, socos, tapas, chutes e objetos pontiagudos são usados contra os animais que vão entrar na arena. Os bastões amarelos, de choques, também são visíveis.
Um dos bois, assim que solto para a arena, parece desorientado, está confuso e baba após derrubar o peão. Segundo o grupo, sintomas das agressões sofridas “para garantir o show”. As imagens da ExpoIngá estão no You Tube.

"VOCÊ COMPRA, O OCEANO PAGA"

"VOCÊ COMPRA, O OCEANO PAGA" Foto: Surfrider Foundation Foto: Surfrider Foundation A Surfrider Foundation Europe, uma organização sem fins lucrativos dedicada a defender um manejo sustentável dos oceanos e da vida marinha, tem uma mensagem simples sobre a cultura do consumo: “Você compra, o oceano paga”.  Este é o lema por trás de uma nova campanha publicitária que visa combater os 5,25 trilhões de partículas de plástico que atualmente poluem os oceanos. Alguns dos cartazes criados para a campanha incluem fotos impactantes que representam o dano da poluição plástica aos animais marinhos, mostrando-os sob a mira de leitores de código de barras . As informações são do Huffington Post.  De acordo com um comunicado da Surfrider, as ações humanas do cotidiano devem ser responsabilizadas pelo lixo dos oceanos. São os cotonetes sendo jogados pelas tubulações, as microesferas de cosméticos e produtos de limpeza que descem pelos ralos, o plástico que envolve lanches ou fatias de pão, e definitivamente são as sacolas plásticas usadas para carregar todos aqueles produtos plásticos comprados nas lojas.  Foto: Surfrider Foundation                                                                     A Surfrider deseja que o público saiba quem está pagando o preço pelo consumo irresponsável, e tenta alcançar esse objetivo com uma série de fotos poderosas. Para honrar o 20º aniversário do programa anual Ocean Initiatives da Surfrider Foundation Europe, a organização associou-se à agência francesa Young & Rubicam para criar os anúncios que apresentam um pedido muito simples:  “Por ano, 26 milhões de toneladas de resíduos de embalagens plásticas termina nos oceanos. Vamos mudar a nossa maneira de consumir”.  Segundo um relatório do Programa Ambiental das Nações Unidas, incontáveis animais marinhos são mortos ou prejudicados pela poluição plástica quando se enroscam nesse lixo ou o ingerem. O Centro de Diversidade Biológica relata que, a cada ano, peixes no norte do Pacífico ingerem de 12.000 a 24.000 toneladas de plástico, assim como centenas de milhares de aves marinhas que comem plástico e, por conta disso, acabam morrendo de fome em seguida.  “A poluição dos oceanos começa com a compra do objeto, que acabará sendo descartado como resíduo”, diz um comunicado do aniversário da Ocean Initiatives. As pessoas podem melhorar a saúde dos oceanos adotando ou mudando alguns comportamentos: reduzindo o seu consumo de produtos plásticos, reutilizando-os e reciclando-os, além de, sobretudo, recusando-se a aceitar a onipresença do plástico no dia-a-dia”.  Segue abaixo mais anúncios da campanha educativa da Ocean Initiative que divulga a necessidade de mudança de hábitos em nome do salvamento das vidas desses animais.  Foto: Surfrider Foundation                                                          Foto: Surfrider Foundation  Foto: Surfrider Foundation                                                           Foto: Surfrider Foundation  Foto: Surfrider Foundation                                                              Foto: Surfrider Foundation
Foto: Surfrider Foundation
A Surfrider Foundation Europe, uma organização sem fins lucrativos dedicada a defender um manejo sustentável dos oceanos e da vida marinha, tem uma mensagem simples sobre a cultura do consumo: “Você compra, o oceano paga”.
Este é o lema por trás de uma nova campanha publicitária que visa combater os 5,25 trilhões de partículas de plástico que atualmente poluem os oceanos. Alguns dos cartazes criados para a campanha incluem fotos impactantes que representam o dano da poluição plástica aos animais marinhos, mostrando-os sob a mira de leitores de código de barras . As informações são do Huffington Post.
De acordo com um comunicado da Surfrider, as ações humanas do cotidiano devem ser responsabilizadas pelo lixo dos oceanos. São os cotonetes sendo jogados pelas tubulações, as microesferas de cosméticos e produtos de limpeza que descem pelos ralos, o plástico que envolve lanches ou fatias de pão, e definitivamente são as sacolas plásticas usadas para carregar todos aqueles produtos plásticos comprados nas lojas.
Foto: Surfrider Foundation
                                                                  
A Surfrider deseja que o público saiba quem está pagando o preço pelo consumo irresponsável, e tenta alcançar esse objetivo com uma série de fotos poderosas. Para honrar o 20º aniversário do programa anual Ocean Initiatives da Surfrider Foundation Europe, a organização associou-se à agência francesa Young & Rubicam para criar os anúncios que apresentam um pedido muito simples:
“Por ano, 26 milhões de toneladas de resíduos de embalagens plásticas termina nos oceanos. Vamos mudar a nossa maneira de consumir”.
Segundo um relatório do Programa Ambiental das Nações Unidas, incontáveis animais marinhos são mortos ou prejudicados pela poluição plástica quando se enroscam nesse lixo ou o ingerem. O Centro de Diversidade Biológica relata que, a cada ano, peixes no norte do Pacífico ingerem de 12.000 a 24.000 toneladas de plástico, assim como centenas de milhares de aves marinhas que comem plástico e, por conta disso, acabam morrendo de fome em seguida.
“A poluição dos oceanos começa com a compra do objeto, que acabará sendo descartado como resíduo”, diz um comunicado do aniversário da Ocean Initiatives. As pessoas podem melhorar a saúde dos oceanos adotando ou mudando alguns comportamentos: reduzindo o seu consumo de produtos plásticos, reutilizando-os e reciclando-os, além de, sobretudo, recusando-se a aceitar a onipresença do plástico no dia-a-dia”.
Segue abaixo mais anúncios da campanha educativa da Ocean Initiative que divulga a necessidade de mudança de hábitos em nome do salvamento das vidas desses animais.
Foto: Surfrider Foundation
                                                         Foto: Surfrider Foundation
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TODO BRASIL

Ato também vai cobras das autoridades a castração como política pública de controle populacional de animais Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem TODO BRASIL Ato também vai cobras das autoridades a castração como política pública de controle populacional de animais Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem Ato também vai cobras das autoridades a castração como política pública de controle populacional de animais Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem Ativistas da causa animal de todo o País se preparam para mais uma edição da Marcha da Defesa Animal, que acontece no próximo domingo (26). O evento ocorrerá simultaneamente em mais de 60 cidades brasileiras e tem como objetivo cobrar o aumento da pena por maus-tratos aos animais, além de pedir às autoridades a castração como política pública de controle populacional de animais. No Recife, a manifestação acontece às 14h, no terceiro jardim da Avenida Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana.  A marcha é realizada desde de 2013 e reúne centenas de protetores, associações, organizações não-governamentais (ONGs) e projetos de defesa animal. O ato é organizado pela ativista Nelma Lobo, da cidade de São Paulo. Em Pernambuco, a iniciativa conta com o apoio da Fundação Dentinho. “Essa manifestação é uma forma de chamar a atenção da sociedade para a questão da violência contra os animais, que ainda é tratada como um crime de menor potencial ofensivo, com pena revertida em serviço comunitário. Isso precisa mudar”, explica a coordenadora da ONG, Goretti Queiroz.  Pelo menos 60 cidades brasileiras já confirmaram participação no ato, entre elas Rio Branco-AC, Santos-SP, Fortaleza-CE, Belém-PA, Foz do Iguaçu-PR, Goiânia-GO, Manaus-AM, Natal-RN, Rio de Janeiro-RJ e São Paulo-SP. Na capital pernambucana, a concentração da marcha começa por volta das 14h, na altura do terceiro jardim. Às 15h, os defensores seguem em direção ao primeiro jardim, onde será finalizada a manifestação. Durante a passeata, haverá ações de conscientização, com cartazes e faixas alertando sobre os crimes e crueldades cometidos contra animais. Quem quiser participar pode ir trajando uma camisa branca em alusão à paz, no entanto, o uso do adereço não é obrigatório.  “A causa animal não é só uma questão de respeito com os bichos, mas de segurança pública e de saúde. Somente com atos de conscientização como este podemos conseguir a transformação do pensamento das pessoas em relação ao tema”, avalia Goretti Queiroz.  Fonte: Jornal do Commercio
Ato também vai cobras das autoridades a castração como política pública de controle populacional de animais
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
Ativistas da causa animal de todo o País se preparam para mais uma edição da Marcha da Defesa Animal, que acontece no próximo domingo (26). O evento ocorrerá simultaneamente em mais de 60 cidades brasileiras e tem como objetivo cobrar o aumento da pena por maus-tratos aos animais, além de pedir às autoridades a castração como política pública de controle populacional de animais. No Recife, a manifestação acontece às 14h, no terceiro jardim da Avenida Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana.
A marcha é realizada desde de 2013 e reúne centenas de protetores, associações, organizações não-governamentais (ONGs) e projetos de defesa animal. O ato é organizado pela ativista Nelma Lobo, da cidade de São Paulo. Em Pernambuco, a iniciativa conta com o apoio da Fundação Dentinho. “Essa manifestação é uma forma de chamar a atenção da sociedade para a questão da violência contra os animais, que ainda é tratada como um crime de menor potencial ofensivo, com pena revertida em serviço comunitário. Isso precisa mudar”, explica a coordenadora da ONG, Goretti Queiroz.
Pelo menos 60 cidades brasileiras já confirmaram participação no ato, entre elas Rio Branco-AC, Santos-SP, Fortaleza-CE, Belém-PA, Foz do Iguaçu-PR, Goiânia-GO, Manaus-AM, Natal-RN, Rio de Janeiro-RJ e São Paulo-SP. Na capital pernambucana, a concentração da marcha começa por volta das 14h, na altura do terceiro jardim. Às 15h, os defensores seguem em direção ao primeiro jardim, onde será finalizada a manifestação. Durante a passeata, haverá ações de conscientização, com cartazes e faixas alertando sobre os crimes e crueldades cometidos contra animais. Quem quiser participar pode ir trajando uma camisa branca em alusão à paz, no entanto, o uso do adereço não é obrigatório.
“A causa animal não é só uma questão de respeito com os bichos, mas de segurança pública e de saúde. Somente com atos de conscientização como este podemos conseguir a transformação do pensamento das pessoas em relação ao tema”, avalia Goretti Queiroz.

Marcha da defesa animal reivindica aumento de pena por maus-tratos

ONDA DE PROTESTOS

Foto: Facebook / Government Hill
Foto: Facebook / Government Hill
Uma família de ursos negros foi salva da morte dias antes do agendamento da sua morte induzida, graças a um esmagador apoio público pela vida da mãe urso e seus quatro filhotes. As informações são do The Dodo.
Os cinco ursos eram “visitantes” frequentes de Government Hill, um bairro no norte de Anchorage, no Alasca, onde eles viviam em relativa paz com os moradores nos últimos anos.
No entanto, na semana passada, após a mídia e o público descobrirem sobre a pequena família, a área foi invadida por pessoas que queriam tirar fotos dos animais. A mãe e os filhotes foram cercados e, sentindo-se ameaçados, esconderam-se atrás de uma árvore. Em uma reação previsível diante de tal situação, a mãe tornou-se defensiva e começou a ofegar para a multidão e estalar a sua mandíbula, sons característicos dos ursos quando eles sentem-se em perigo.
Um biólogo do Fish and Game, o departamento de vida selvagem local, testemunhou o incidente. No dia seguinte, o setor anunciou planos de matar os ursos o mais rápido possível, alegando preocupação com a segurança pública.
Nos dias seguintes ao anúncio, o departamento recebeu “ondas de protestos” por parte do público pedindo-lhes para poupar a vida dos animais.
Bill Walker, governador do Alasca, também telefonou para o departamento, perguntando se eles não tinham nenhuma alternativa à eutanásia. “Eu tenho certeza de que eles fizeram críticas quanto ao governador envolver-se nesta questão”, disse Walker à Associated Press. “Mas eu também sou um ser humano. E eu tenho uma queda por indivíduos indefesos, em circunstâncias que não sejam de sua autoria e nas quais precisem de ajuda”.
Foto: Facebook / Government Hill
Foto: Facebook / Government Hill
Em resposta ao massivo apoio aos animais, o Fish and Game anunciou no fim de semana que iria realocar os ursos.
“A realocação é uma solução de curto prazo para o que o departamento vê como um problema complexo e de longo prazo, que é o dos ursos em Anchorage”, afirmou Sam Cotten, comissário do órgão. “Contudo, nós ouvimos centenas de pessoas bondosas que realmente não querem ver estes ursos sendo mortos”.
O departamento enfatizou que, enquanto os ursos estão sendo poupados, uma cobrança é feita sobre os moradores locais para assegurar que a família fique em segurança.
“Nós gostaríamos que o público saiba que o departamento vê esse caso menos como um esforço para dar aos ursos uma outra chance e mais como uma nova oportunidade aos residentes de Anchorage para mudar o comportamento e prevenir situações como esta no futuro”, disse ele.
O departamento está aconselhando os moradores – e todas as pessoas que vivem perto de áreas “frequentadas” por ursos – que mantenham latas de lixo dentro de suas casas ou “à prova de ursos”, assim como alimentadores de pássaros e comida de animais domésticos.
“Isso foi algo totalmente evitável”, declarou David Saalfeld, biólogo do Fish and Game. “Esses ursos estavam se alimentando repetidamente com lixo e eles não iriam parar de voltar para buscar comida nesses locais … e as pessoas, por sua vez, não estavam respeitando o espaço deles”.
Nota da Redação: Notícias sobre ursos sendo mortos a tiros sobretudo na América do Norte e na Rússia têm sido publicadas frequentemente na ANDA, o que aponta um grande problema enfrentado por essa espécie que perdeu o seu habitat para a urbanização e, sem as fontes naturais de alimentos, é vista pelos humanos como ameaça e tem seus indivíduos mortos cruelmente pelo simples fato de procurarem comida. Os que eram donos do habitat passam a ser vistos como “visitantes”, frequentadores indesejáveis, e “problemas”, que as autoridades continuam acreditando serem passíveis de “solução” com o extermínio.

CUIDADOS

É praticamente impossível encontrar uma coleira de gato que venham sem um guizo pendurado. E por facilidade ou convenção a maioria das pessoas acaba deixando ele ali, algumas até acham legal o barulhinho para “saber onde o gato está”.  Agora, do ponto de vista do gato… isso é a pior coisa do mundo! Como caçadores, eles não podem deixar a presa saber onde estão ou perdem o almoço. Como presa, não podem deixar o predador saber onde estão ou eles é que viram almoço. Por isso eles amam esconderijos, túneis, armários, gavetas, caixas e são tão bom nos famosos passos de ninja: porque são adaptados para serem “invisíveis”.  O guizo vai totalmente contra toda essa natureza dos gatos, e por mais que muitos não demonstrem, a coisa pode ir aos poucos transformando-os em animais frustrados e nervosos. Pense se fosse com você: cada passo seu faz um barulhinho bem perto da sua orelha, você pode até desistir de tentar tirar o guizo do próprio pescoço, mas não quer dizer que não incomoda, não é?  Então para que serve esse negócio?  Pois é, se está em todas as coleiras deve ter uma utilidade, não? Bom, ele tinha. A ideia do sino no pescoço do gato é tão antiga que está até numa fábula de Esopo, e ela dá uma boa dica da função original do guizo:  A assembleia dos ratos – Fábula de Esopo  Era uma vez uma colônia de ratos, que viviam com medo de um gato. Resolveram fazer uma assembleia para encontrar um jeito de acabar com aquele transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim, um jovem e esperto rato deu uma excelente ideia:  -Vamos pendurar uma sineta no pescoço do gato e, assim, sempre que ele estiver por perto ouviremos a sineta tocar e poderemos fugir correndo. Todos bateram palmas; o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um velho rato disse:  – O plano é inteligente e muito bom. Só falta uma coisa: quem vai pendurar a sineta no pescoço do gato? Moral da história: Falar é fácil, fazer é difícil.  …e a moral do guizo é: ele salva animais inocentes das garras de gatos que ficam soltos na rua (e evita “presentes” ensanguentados no seu lençol).  Ou salvava. Uma pesquisa da instituição britânica British Trust for Ornithologists (BTO) mostrou que com o tempo os gatos aprendem a caçar sem soar o guizo, e que para ele continuar sendo eficiente o modelo precisaria ser trocado periodicamente.  Mas a BTO tem uma solução melhor para manter pássaros vivos e gatos menos irritados: coleiras chamativas (sem guizo!) de cores brilhantes: laranja forte, rosa neon, que vão se destacar na paisagem e alertar os pássaros do perigo de maneira eficiente.  Algumas coleiras até refletem a luz de faróis e ajudam a evitar atropelamentos, um dos muitos riscos frequentes na rua. E a melhor parte é: o gato não vai ver a cor brilhante no pescoço dele, e vai continuar andando por aí da maneira como foi feito para andar, de maneira silenciosa. Todo mundo ganha :)  E claro que se seu gato vive seguro dentro de casa, não existe essa preocupação e você pode simplesmente tirar aquele guizo da coleira e usá-lo para fazer um brinquedinho!  Fonte: Gatinho Branco
Foto: Divulgação
É praticamente impossível encontrar uma coleira de gato que venham sem um guizo pendurado. E por facilidade ou convenção a maioria das pessoas acaba deixando ele ali, algumas até acham legal o barulhinho para “saber onde o gato está”.
Agora, do ponto de vista do gato… isso é a pior coisa do mundo! Como caçadores, eles não podem deixar a presa saber onde estão ou perdem o almoço. Como presa, não podem deixar o predador saber onde estão ou eles é que viram almoço. Por isso eles amam esconderijos, túneis, armários, gavetas, caixas e são tão bom nos famosos passos de ninja: porque são adaptados para serem “invisíveis”.
O guizo vai totalmente contra toda essa natureza dos gatos, e por mais que muitos não demonstrem, a coisa pode ir aos poucos transformando-os em animais frustrados e nervosos. Pense se fosse com você: cada passo seu faz um barulhinho bem perto da sua orelha, você pode até desistir de tentar tirar o guizo do próprio pescoço, mas não quer dizer que não incomoda, não é?
Então para que serve esse negócio?
Pois é, se está em todas as coleiras deve ter uma utilidade, não? Bom, ele tinha. A ideia do sino no pescoço do gato é tão antiga que está até numa fábula de Esopo, e ela dá uma boa dica da função original do guizo:
A assembleia dos ratos – Fábula de Esopo
Era uma vez uma colônia de ratos, que viviam com medo de um gato. Resolveram fazer uma assembleia para encontrar um jeito de acabar com aquele transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim, um jovem e esperto rato deu uma excelente ideia:
-Vamos pendurar uma sineta no pescoço do gato e, assim, sempre que ele estiver por perto ouviremos a sineta tocar e poderemos fugir correndo.
Todos bateram palmas; o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um velho rato disse:
– O plano é inteligente e muito bom. Só falta uma coisa: quem vai pendurar a sineta no pescoço do gato?
Moral da história: Falar é fácil, fazer é difícil.
…e a moral do guizo é: ele salva animais inocentes das garras de gatos que ficam soltos na rua (e evita “presentes” ensanguentados no seu lençol).
Ou salvava. Uma pesquisa da instituição britânica British Trust for Ornithologists (BTO) mostrou que com o tempo os gatos aprendem a caçar sem soar o guizo, e que para ele continuar sendo eficiente o modelo precisaria ser trocado periodicamente.
Mas a BTO tem uma solução melhor para manter pássaros vivos e gatos menos irritados: coleiras chamativas (sem guizo!) de cores brilhantes: laranja forte, rosa neon, que vão se destacar na paisagem e alertar os pássaros do perigo de maneira eficiente.
Algumas coleiras até refletem a luz de faróis e ajudam a evitar atropelamentos, um dos muitos riscos frequentes na rua. E a melhor parte é: o gato não vai ver a cor brilhante no pescoço dele, e vai continuar andando por aí da maneira como foi feito para andar, de maneira silenciosa. Todo mundo ganha :)
E claro que se seu gato vive seguro dentro de casa, não existe essa preocupação e você pode simplesmente tirar aquele guizo da coleira e usá-lo para fazer um brinquedinho!

CONSCIENTIZAÇÃO

Uma série de reportagens que abordará a proteção animal na infância, pois, é nessa fase que boa parte de nossa personalidade se forma. Muitas das experiências que temos quando crianças nos marcam para o resto da vida. Aliás, é lá na infância que muitos ativistas começaram a abraçar a causa animal mesmo sem se dar conta disso. Por isso, alimentar as crianças com atividades, livros, filmes e tudo o que possa motivar o amor e respeito aos animais é essencial para um futuro em que a natureza seja protegida e os bichos fiquem livres da escravidão.
Educadores com visão futurística percebem o quanto é importante falar de meio ambiente englobando tudo que está em torno da criança e não só de rios, praias e florestas, como se a natureza só existisse distante dela ou só onde ela passa as férias. A Educação Ambiental moderna entende que a criança precisa ser motivada a respeitar a borboleta que pousa em seu quintal, as árvores das calçadas, os passarinhos que moram na cidade e os cães e gatos que vê na rua. Tudo faz parte da natureza: nós, as águas, as florestas, os demais animais… tudo. Ensinar a preservar apenas rios e florestas é ensinar pela metade porque grande parte das criaturas nasce e cresce nas grandes cidades.
Essa série vai mostrar iniciativas que trabalham proteção animal com crianças em escolas, comunidades ou eventos. Haverá dicas de livros e filmes que podem sensibilizar as crianças nesse sentido. Aliás, quantos de nós não tiveram esse “despertar para a causa animal” a partir de algum filme ou livro onde um bichinho era o protagonista?
Como vemos pelas notícias, há um crescente número de pessoas se envolvendo com a causa animal ou, pelo menos, prestando ajuda a animais eventualmente. Chovem denúncias e resgates. São pessoas de várias idades e profissões, além de policiais e bombeiros que têm socorrido animais em situações extremas como nunca víamos acontecer anos atrás. São manifestações pelos direitos animais em toda parte do planeta. No entanto, vai depender das gerações futuras a criação de leis, de posturas e de uma nova visão. Que essa nova série da ANDA inspire a todos (educadores, pais, avós, tios, protetores e simpatizantes da causa) a envolver as crianças numa atmosfera de comunhão com a natureza e respeito aos animais, afinal, uma coisa não é possível sem a outra
Educação ambiental é ampliada em Bauru
E-doc 8370/2015_Cartilha de adocao consciente_Modific. 13/04/15
Está sendo implantado em Bauru (Interior de SP) um Programa de Educação Ambiental voltado para a Proteção Animal. Sem dúvida um passo à frente dado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) em conjunto com a Secretaria Municipal de Educação e o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (Comupda) de Bauru. Na primeira etapa do programa o biólogo Daniel Rolim, do SEMMA, estará ministrando palestras para os professores das 80 escolas do Sistema Municipal de Ensino (Emeis e Emefs), durante as reuniões de Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC). E numa segunda etapa as palestras serão com alunos.
Rolim também elaborou a Cartilha de Adoção Consciente e Guarda Responsável (vide fotos) que, a exemplo de cartilhas criadas e distribuídas por alguns CCZs (Centro de Controle de Zoonoses) do país, também busca conscientizar as crianças quanto a importância da castração de cães e gatos e fala dos cuidados e carinho que se deve ter com os animais domésticos. Com isso, está sendo ampliada a visão dos alunos da rede municipal no sentido de enxergarem o meio ambiente como um todo, incluindo o meio em que vivem, e não somente as florestas, parques e outras áreas povoadas de animais selvagens e silvestres. A cartilha ficará à disposição para professores e interessados no assunto no site da prefeitura de Bauru.
E-doc 8370/2015_Cartilha de adocao consciente_Modific. 13/04/15

E-doc 8370/2015_Cartilha de adocao consciente_Modific. 13/04/15
“O objetivo é transformar os professores em multiplicadores e protetores dos animais, incentivando que desenvolvam atividades com esse tema junto aos alunos, desde o ensino infantil até o fundamental. Penso que é nas primeiras fases de desenvolvimento do ser humano que ele absorve os conceitos de vida, sendo muito importante que estas crianças conheçam a verdade sobre os animais e quebrem os paradigmas, mitos e conceitos errados que são passados por meio dos familiares ou pela sociedade ao longo das gerações”, explica o biólogo.
E-doc 8370/2015_Cartilha de adocao consciente_Modific. 13/04/15
E que tal uma semana inteira estimulando amor e respeito aos animais com apoio da prefeitura? Leandro Tessari, presidente do Comupda, comenta que, além das palestras e disponibilização da cartilha, haverá uma Semana Municipal de Proteção Animal em 4 de outubro. “É uma ação que dá continuidade as palestras, um meio de alcançar mais crianças e também adultos. Estamos formulando as atividades para o evento”, diz Leandro que é também ativista da SOS Cerrado e ministra palestras sobre a fauna do cerrado da região. “É dada uma visão geral dos tipos de cerrado, a importância da conservação e também sobre animais que nela vivem e sofrem preconceito como o gambá e a onça parda”.
Com a palavra: o vira-lata
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Sabe o que ronda a mente de um vira-lata passando por maus e bons momentos nas ruas? Pois o livro “Caos, o cachorro”, de Tathyana Vianna conta direitinho. Com belas ilustrações de Mariana Massarani, a obra vai mostrando diversas situações vividas pelos cães abandonados, desde a devolução de uma adoção até o sufoco de procurar comida, abrigo e, claro, novos tutores.
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A leitura é especialmente indicada para crianças a partir de 8 anos porque a narração é leve e engraçada. Amarelo, o cãozinho protagonista (que também recebe outros nomes ao longo da história), consegue sintetizar várias experiências muito comuns na vida de um vira-lata: a comoção de pessoas que o encontram sozinho, faminto e tentam ajudá-lo, a adoção por impulso (que não dura muito e acaba terminando num segundo abandono), a adoção por gente louca que costuma prender cachorro o dia todo, a amizade com outros cães de rua (essencial à sobrevivência), a vida de um cão comunitário (quando conquista um grupo de pessoas que se encarregam de cuidar dele) e, finalmente, a adoção consciente por alguém que tem amor, espaço, tempo e condições de adotar um cão por toda a vida dele.
Tathyana se inspirou em seu primeiro cão, o Ulisses, que era tão bagunceiro e “dono do próprio focinho” quanto Amarelo. Hoje ela vive no Rio com as vira-latas Clara Joaquina e Fran Chiquinha. O livro, da Editora Objetiva/Alfaguara, está à venda nas livrarias, mas também pode ser adquirido com a autora pelo email tathy.viana@gmail.com
Paul McCartney para crianças
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“Lá no alto das nuvens” (High in the clouds) é uma pérola da literatura infantil que passou um pouco despercebida pelo mercado brasileiro. É possível achar na Livraria Cultura e diretamente com a Editora Planeta. Escrito por Paul McCartney, Geoff Dunbar e Philip Ardagh, deve virar filme e ser exibido no Brasil ainda este ano. Conta a história do esquilo Serelepe que, forçado a abandonar a floresta, vai em busca de uma espécie de “terra prometida” para todos os animais, a Animália, onde se vive em liberdade e sem medo. O maior problema é que ele e alguns de seus amigos querem libertar e levar consigo animais escravizados. Já pensaram no trabalhão que vão ter? Um livro para crianças que alguns adultos vão querer ter na cabeceira da cama.
Veja também os primeiros episódios dessa série em:
Proteção animal começa na infância – sobre a ONG MICA que ensina amor e respeito aos animais por meio de oficinas e concursos de arte
Proteção Animal é estimulada desde a infância nas escolas - palestra sobre proteção animal para crianças e jovens, e dicas de livros que estimulam o respeito pelos animais

SAÚDE ANIMAL


 Foto: Divulgação Foto: Divulgação  Muitas pessoas não resistem ao olhar de pidão de seus cachorros e oferecem ao animal um pedacinho do que estão comendo. Na maioria das vezes, os agrados são inofensivos. “A domesticação praticamente adaptou o cão à dieta humana.  Em comparação com o homem, o cachorro só precisa de um pouco mais de proteína e menos de carboidrato”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Massas, pães, carnes e boa parte das frutas e legumes não fazem mal ao bicho. No entanto, há algumas comidas prejudiciais à saúde canina. Chocolate, uva e leite são exemplos que podem causar problemas como diarreia, insuficiência renal e parada cardíaca.  Segundo a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade de Santa Maria (UFSM), o cachorro não é muito seletivo nas escolhas alimentares e, para piorar, come compulsivamente. “Como a espécie costumava viver em matilha, a incerteza de que sobraria comida fazia o cachorro comer até acabar tudo”, diz Ane.  Por causa dessa herança, o cão ingere praticamente qualquer alimento oferecido a ele, característica que contribui para o sobrepeso. “A obesidade pode ser o agente complicador de doenças respiratórias e cardiovasculares. Cabe ao dono controlar as comidas e o tamanho das porções”, afirma Wagner Luis Ferreira.  Alimentos perigosos para os cachorros  1- Chocolate  O cacau possui uma substância chamada teobromina, que estimula o sistema nervoso e aumenta a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos. “Em cachorros, o alimento pode causar uma parada cardíaca ou uma convulsão”, diz a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Um fator agravante é que o paladar do cachorro gosta (e muito) do sabor doce.  2- Leite  Por volta dos 40 dias de vida, o cão já desenvolveu dentição para ingerir alimentos sólidos e não precisa mais de leite. Se a bebida deixar de ser oferecida ao animal, a lactase intestinal, enzima que digere a lactose, se tornará inativa e perderá a capacidade de digestão. Caso o animal tome leite depois de adulto, poderá ter diarreia. “Além disso, o leite da vaca tem mais lactose que o da mãe canina, o que pode aumentar o risco de diarreia”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).  3- Uva  Os veterinários ainda não sabem explicar por que, mas alguma substância presente na uva faz mal para o cachorro. “A ingestão da fruta pode causar insuficiência renal aguda no animal”, diz a veterinária Ane Amaral.  4- Alho e cebola  O alho e a cebola têm, respectivamente, dissulfeto de alipropila e alicina. Essas substâncias oxidam as células vermelhas e levam à destruição da hemoglobina. “A hemoglobina dos cães se oxida mais facilmente do que a dos humanos. O animal pode desenvolver anemia se consumir comidas temperadas com alho e cebola”, explica Ane Amaral.  5- Produtos com cafeína  A cafeína presente em refrigerantes faz mal aos cães. Assim como o chocolate, a substância acelera os batimentos cardíacos e estimula o sistema nervoso. Como consequência, o cachorro pode sofrer uma parada cardíaca ou uma convulsão.  6- Ossos  Ossos de todas as origens — principalmente os ocos por dentro, como os de galinha — são perigosos para cachorros. Eles possuem farpas que podem machucar a mucosa do esôfago, estômago ou intestino, além de obstruir algum desses órgãos. “Em termos nutricionais, o osso é desnecessário para o cão. Para agradar o bicho, é melhor oferecer aqueles industrializados, próprios para cachorros”, diz Wagner Luis Ferreira.  Fonte: Roberto Lorenzon
                           Foto: Divulgação
Muitas pessoas não resistem ao olhar de pidão de seus cachorros e oferecem ao animal um pedacinho do que estão comendo. Na maioria das vezes, os agrados são inofensivos. “A domesticação praticamente adaptou o cão à dieta humana.
Em comparação com o homem, o cachorro só precisa de um pouco mais de proteína e menos de carboidrato”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Massas, pães, carnes e boa parte das frutas e legumes não fazem mal ao bicho. No entanto, há algumas comidas prejudiciais à saúde canina. Chocolate, uva e leite são exemplos que podem causar problemas como diarreia, insuficiência renal e parada cardíaca.
Segundo a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade de Santa Maria (UFSM), o cachorro não é muito seletivo nas escolhas alimentares e, para piorar, come compulsivamente. “Como a espécie costumava viver em matilha, a incerteza de que sobraria comida fazia o cachorro comer até acabar tudo”, diz Ane.
Por causa dessa herança, o cão ingere praticamente qualquer alimento oferecido a ele, característica que contribui para o sobrepeso. “A obesidade pode ser o agente complicador de doenças respiratórias e cardiovasculares. Cabe ao dono controlar as comidas e o tamanho das porções”, afirma Wagner Luis Ferreira.
Alimentos perigosos para os cachorros
1- Chocolate
O cacau possui uma substância chamada teobromina, que estimula o sistema nervoso e aumenta a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos. “Em cachorros, o alimento pode causar uma parada cardíaca ou uma convulsão”, diz a veterinária Ane Amaral, professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Um fator agravante é que o paladar do cachorro gosta (e muito) do sabor doce.
2- Leite
Por volta dos 40 dias de vida, o cão já desenvolveu dentição para ingerir alimentos sólidos e não precisa mais de leite. Se a bebida deixar de ser oferecida ao animal, a lactase intestinal, enzima que digere a lactose, se tornará inativa e perderá a capacidade de digestão. Caso o animal tome leite depois de adulto, poderá ter diarreia. “Além disso, o leite da vaca tem mais lactose que o da mãe canina, o que pode aumentar o risco de diarreia”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
3- Uva
Os veterinários ainda não sabem explicar por que, mas alguma substância presente na uva faz mal para o cachorro. “A ingestão da fruta pode causar insuficiência renal aguda no animal”, diz a veterinária Ane Amaral.
4- Alho e cebola
O alho e a cebola têm, respectivamente, dissulfeto de alipropila e alicina. Essas substâncias oxidam as células vermelhas e levam à destruição da hemoglobina. “A hemoglobina dos cães se oxida mais facilmente do que a dos humanos. O animal pode desenvolver anemia se consumir comidas temperadas com alho e cebola”, explica Ane Amaral.
5- Produtos com cafeína
A cafeína presente em refrigerantes faz mal aos cães. Assim como o chocolate, a substância acelera os batimentos cardíacos e estimula o sistema nervoso. Como consequência, o cachorro pode sofrer uma parada cardíaca ou uma convulsão.
6- Ossos
Ossos de todas as origens — principalmente os ocos por dentro, como os de galinha — são perigosos para cachorros. Eles possuem farpas que podem machucar a mucosa do esôfago, estômago ou intestino, além de obstruir algum desses órgãos. “Em termos nutricionais, o osso é desnecessário para o cão. Para agradar o bicho, é melhor oferecer aqueles industrializados, próprios para cachorros”, diz Wagner Luis Ferreira.

Conheça seis alimentos perigosos para cachorros

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