Postagens Popular

Postagens Popular.

Instagram

Instagram

Denuncie

Denuncie
Tecnologia do Blogger.

Assine Nosso Feed

Digite aqui seu e-mail:

FeedBurner

Visualizações !!


Post Recentes

CHACINA IMPEDIDA

(Foto: China News) Segundo informações do site Quartz News, cerca de 30 ativistas em Wuhan, China bloquearam a passagem de um caminhão que transportava mais de 2.800 gatos que seriam vendidos como carne em restaurantes. O motorista, que também foi interceptado por policiais de trânsito, estava transportando os animais ilegalmente.  Os gatos foram resgatados por grupos de proteção animal que agora precisam de ajuda de voluntários para encaminhá-los a lares permanentes ou temporários. Ativistas afirmam que encontraram gatos mortos dentro do veículo e também alguns que usavam coleira. Muitos tutores foram ao local em busca de seus animais perdidos e conseguiram achá-los.  Este ato é parte de um movimento pelos direitos animais, pequeno, mas que está crescendo, em um país que é rotineiramente criticado por grupos internacionais por apoiar o tráfico de animais e suportar fazendas biliares, entre outras crueldades. Em novembro, grupos de resgate salvaram 600 gatos que estavam a caminho de um comprador ilegal. Também no ano passado, internautas chineses lançaram campanhas on-line contra a extração de bile em ursos.
Segundo informações do site Quartz News, cerca de 30 ativistas em Wuhan, China bloquearam a passagem de um caminhão que transportava mais de 2.800 gatos que seriam vendidos como carne em restaurantes. O motorista, que também foi interceptado por policiais de trânsito, estava transportando os animais ilegalmente.
Os gatos foram resgatados por grupos de proteção animal que agora precisam de ajuda de voluntários para encaminhá-los a lares permanentes ou temporários. Ativistas afirmam que encontraram gatos mortos dentro do veículo e também alguns que usavam coleira. Muitos tutores foram ao local em busca de seus animais perdidos e conseguiram achá-los.
Este ato é parte de um movimento pelos direitos animais, pequeno, mas que está crescendo, em um país que é rotineiramente criticado por grupos internacionais por apoiar o tráfico de animais e suportar fazendas biliares, entre outras crueldades. Em novembro, grupos de resgate salvaram 600 gatos que estavam a caminho de um comprador ilegal. Também no ano passado, internautas chineses lançaram campanhas on-line contra a extração de bile em ursos.
Foi sancionada pelo governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB), a Lei 17.949/14, que prevê a fiscalização obrigatória de procedimentos realizados em estabelecimentos como pet shop e congêneres. A legislação, publicada no Diário Oficial de 10/01, é fruto do projeto de lei 539/12, do deputado Rasca Rodrigues (PV), aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa, cujo objetivo primário é assegurar os clientes de que seus pets recebem tratamento adequado durante procedimentos de banho e tosa, através da instalação de câmeras de filmagem.  O autor da proposta, que também é coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais na Assembleia, acredita que a legislação vá oferecer mais qualidade no atendimento a cães e gatos em pet shops. “Nossa proposta visa evitar maus-tratos aos animais dentro dos estabelecimentos. A ideia inicial do projeto é permitir aos clientes a visualização dos serviços de banho e tosa no local do serviço. A maioria dos pet shops já faz isso, portanto, é uma pequena adaptação”, explica o deputado Rasca.   A Lei prevê ainda que os estabelecimentos forneçam a gravação dos procedimentos aos clientes que desejarem, e ainda estabelece o prazo de dois anos para a instalação de câmeras e seu devido acompanhamento pela internet. “É um prazo estendido e a colocação de uma câmera, nos dias atuais, não implica em prejuízo econômico”, disse Rasca. “Conversando com os donos dos estabelecimentos percebemos que a gravação é também uma forma deles assegurarem a qualidade dos seus serviços. Já os protetores de animais apoiam automaticamente, pois todos já passaram ou conhecem casos de maus tratos nestes serviços”, completou.   Casos de maus tratos no Paraná – De acordo com levantamento dos juizados especiais cíveis do Tribunal de Justiça do Paraná, apenas nos nove maiores municípios do Estado foram registrados 76 processos judiciais contra pet shops entre 2005 e 2011. Nos processos, as principais reclamações dos clientes são de fraturas, lesões de pele, queimaduras, efeitos colaterais de produtos químicos e até óbitos dos animais.

Foi sancionada pelo governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB), a Lei 17.949/14, que prevê a fiscalização obrigatória de procedimentos realizados em estabelecimentos como pet shop e congêneres. A legislação, publicada no Diário Oficial de 10/01, é fruto do projeto de lei 539/12, do deputado Rasca Rodrigues (PV), aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa, cujo objetivo primário é assegurar os clientes de que seus pets recebem tratamento adequado durante procedimentos de banho e tosa, através da instalação de câmeras de filmagem. 
O autor da proposta, que também é coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais na Assembleia, acredita que a legislação vá oferecer mais qualidade no atendimento a cães e gatos em pet shops. “Nossa proposta visa evitar maus-tratos aos animais dentro dos estabelecimentos. A ideia inicial do projeto é permitir aos clientes a visualização dos serviços de banho e tosa no local do serviço. A maioria dos pet shops já faz isso, portanto, é uma pequena adaptação”, explica o deputado Rasca.
 
A Lei prevê ainda que os estabelecimentos forneçam a gravação dos procedimentos aos clientes que desejarem, e ainda estabelece o prazo de dois anos para a instalação de câmeras e seu devido acompanhamento pela internet. “É um prazo estendido e a colocação de uma câmera, nos dias atuais, não implica em prejuízo econômico”, disse Rasca. “Conversando com os donos dos estabelecimentos percebemos que a gravação é também uma forma deles assegurarem a qualidade dos seus serviços. Já os protetores de animais apoiam automaticamente, pois todos já passaram ou conhecem casos de maus tratos nestes serviços”, completou.
 

Casos de maus tratos no Paraná – De acordo com levantamento dos juizados especiais cíveis do Tribunal de Justiça do Paraná, apenas nos nove maiores municípios do Estado foram registrados 76 processos judiciais contra pet shops entre 2005 e 2011. Nos processos, as principais reclamações dos clientes são de fraturas, lesões de pele, queimaduras, efeitos colaterais de produtos químicos e até óbitos dos animais.

Lei obriga a instalação de câmeras em pet shops do Paraná

SOROCABA (SP)

SOROCABA (SP) (Foto: Fernando Rezende) Após a realização de exames e avaliações clínicas, laudos técnicos assinados por quatro médicos veterinários confirmaram as condições de maus-tratos sofridas pelos animais que foram retirados de um pet shop, localizado em uma galeria de lojas dentro de um hipermercado no Jardim Santa Rosália, em Sorocaba (SP). Os animais foram resgatados pela Polícia Militar Ambiental, na última sexta-feira (10), sob suspeita de estarem abandonados no local há alguns dias. A ação contou também com representantes de Organizações Não-Governamentais (ONGs) de defesa aos animais.  Em todos os 47 animais, sendo sete cães, três gatos, dois coelhos, dois peixes, nove aves e 24 roedores, foram apontados indícios de maus-tratos. O espaço em que eles estavam expostos foi considerado inadequado em termos de tamanho e ventilação, segundo os laudos.  Ainda conforme os documentos, a maioria dos animais apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas, como pulgas e carrapatos. Um dos cães sofreu picadas de insetos, enquanto outro estava fraco, apático e reagindo a poucos estímulos.  O pet shop estava sob ordem de despejo por falta de pagamento de aluguel. “Eles estavam sem água e ração, sem falar do estresse térmico em função do calor”, lembra o veterinário da Comissão de Defesa dos Direitos Animais da OAB Sorocaba, Murilo Melo Juste Dini, um dos autores dos documentos.  Além de Murilo, os animais também foram avaliados pelos especialistas Antônio Prieto Neto, Carolina Pellizzer e Fabian Lilli. A última foi procurada por ser especialista em animais silvestres. Como a Polícia Ambiental não possui veterinários e nem pode indicar profissionais particulares, os especialistas se dispuseram a atender os animais gratuitamente.  As análises dos especialistas foram incluídas no boletim de ocorrência ambiental, registrado no último fim de semana. Uma vez detectado o crime de maus-tratos, o proprietário do pet shop terá que pagar uma multa de R$ 24,5 mil, sendo R$ 1 mil pela infração prevista no Código Florestal e R$ 500 por cada um dos animais que estavam no estabelecimento. O dono ainda vai responder criminalmente pelo caso, na Justiça comum.  Todos os animais foram encaminhados para a Associação Adote Sorocaba por medidas de precaução e ficarão sob os cuidados da ONG até o término do inquérito policial e do possível processo criminal. Apesar da alta procura, os animais resgatados não estão disponíveis para adoção até determinação judicial, sem previsão de conclusão.  Maioria dos animais recolhidos apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas (Foto: Ana Paula Yabiku/G1) Maioria dos animais recolhidos apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas  A empresa tem até 20 dias para recorrer da decisão mas, segundo a Polícia Ambiental, ninguém se manifestou. O proprietário do pet shop procurou a Adote Sorocaba na última sexta-feira à noite e no sábado (11), pela manhã, na tentativa de recuperar os animais e devolvê-los às pessoas de quem os comprou.  Fonte: G1
Após a realização de exames e avaliações clínicas, laudos técnicos assinados por quatro médicos veterinários confirmaram as condições de maus-tratos sofridas pelos animais que foram retirados de um pet shop, localizado em uma galeria de lojas dentro de um hipermercado no Jardim Santa Rosália, em Sorocaba (SP). Os animais foram resgatados pela Polícia Militar Ambiental, na última sexta-feira (10), sob suspeita de estarem abandonados no local há alguns dias. A ação contou também com representantes de Organizações Não-Governamentais (ONGs) de defesa aos animais.
Em todos os 47 animais, sendo sete cães, três gatos, dois coelhos, dois peixes, nove aves e 24 roedores, foram apontados indícios de maus-tratos. O espaço em que eles estavam expostos foi considerado inadequado em termos de tamanho e ventilação, segundo os laudos.
Ainda conforme os documentos, a maioria dos animais apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas, como pulgas e carrapatos. Um dos cães sofreu picadas de insetos, enquanto outro estava fraco, apático e reagindo a poucos estímulos.
O pet shop estava sob ordem de despejo por falta de pagamento de aluguel. “Eles estavam sem água e ração, sem falar do estresse térmico em função do calor”, lembra o veterinário da Comissão de Defesa dos Direitos Animais da OAB Sorocaba, Murilo Melo Juste Dini, um dos autores dos documentos.
Além de Murilo, os animais também foram avaliados pelos especialistas Antônio Prieto Neto, Carolina Pellizzer e Fabian Lilli. A última foi procurada por ser especialista em animais silvestres. Como a Polícia Ambiental não possui veterinários e nem pode indicar profissionais particulares, os especialistas se dispuseram a atender os animais gratuitamente.
As análises dos especialistas foram incluídas no boletim de ocorrência ambiental, registrado no último fim de semana. Uma vez detectado o crime de maus-tratos, o proprietário do pet shop terá que pagar uma multa de R$ 24,5 mil, sendo R$ 1 mil pela infração prevista no Código Florestal e R$ 500 por cada um dos animais que estavam no estabelecimento. O dono ainda vai responder criminalmente pelo caso, na Justiça comum.
Todos os animais foram encaminhados para a Associação Adote Sorocaba por medidas de precaução e ficarão sob os cuidados da ONG até o término do inquérito policial e do possível processo criminal. Apesar da alta procura, os animais resgatados não estão disponíveis para adoção até determinação judicial, sem previsão de conclusão.
Maioria dos animais recolhidos apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas SOROCABA (SP) (Foto: Fernando Rezende) Após a realização de exames e avaliações clínicas, laudos técnicos assinados por quatro médicos veterinários confirmaram as condições de maus-tratos sofridas pelos animais que foram retirados de um pet shop, localizado em uma galeria de lojas dentro de um hipermercado no Jardim Santa Rosália, em Sorocaba (SP). Os animais foram resgatados pela Polícia Militar Ambiental, na última sexta-feira (10), sob suspeita de estarem abandonados no local há alguns dias. A ação contou também com representantes de Organizações Não-Governamentais (ONGs) de defesa aos animais.  Em todos os 47 animais, sendo sete cães, três gatos, dois coelhos, dois peixes, nove aves e 24 roedores, foram apontados indícios de maus-tratos. O espaço em que eles estavam expostos foi considerado inadequado em termos de tamanho e ventilação, segundo os laudos.  Ainda conforme os documentos, a maioria dos animais apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas, como pulgas e carrapatos. Um dos cães sofreu picadas de insetos, enquanto outro estava fraco, apático e reagindo a poucos estímulos.  O pet shop estava sob ordem de despejo por falta de pagamento de aluguel. “Eles estavam sem água e ração, sem falar do estresse térmico em função do calor”, lembra o veterinário da Comissão de Defesa dos Direitos Animais da OAB Sorocaba, Murilo Melo Juste Dini, um dos autores dos documentos.  Além de Murilo, os animais também foram avaliados pelos especialistas Antônio Prieto Neto, Carolina Pellizzer e Fabian Lilli. A última foi procurada por ser especialista em animais silvestres. Como a Polícia Ambiental não possui veterinários e nem pode indicar profissionais particulares, os especialistas se dispuseram a atender os animais gratuitamente.  As análises dos especialistas foram incluídas no boletim de ocorrência ambiental, registrado no último fim de semana. Uma vez detectado o crime de maus-tratos, o proprietário do pet shop terá que pagar uma multa de R$ 24,5 mil, sendo R$ 1 mil pela infração prevista no Código Florestal e R$ 500 por cada um dos animais que estavam no estabelecimento. O dono ainda vai responder criminalmente pelo caso, na Justiça comum.  Todos os animais foram encaminhados para a Associação Adote Sorocaba por medidas de precaução e ficarão sob os cuidados da ONG até o término do inquérito policial e do possível processo criminal. Apesar da alta procura, os animais resgatados não estão disponíveis para adoção até determinação judicial, sem previsão de conclusão.  Maioria dos animais recolhidos apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas (Foto: Ana Paula Yabiku/G1) Maioria dos animais recolhidos apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas  A empresa tem até 20 dias para recorrer da decisão mas, segundo a Polícia Ambiental, ninguém se manifestou. O proprietário do pet shop procurou a Adote Sorocaba na última sexta-feira à noite e no sábado (11), pela manhã, na tentativa de recuperar os animais e devolvê-los às pessoas de quem os comprou.  Fonte: G1
Maioria dos animais recolhidos apresentava sinais de diarreia e ectoparasitas 
A empresa tem até 20 dias para recorrer da decisão mas, segundo a Polícia Ambiental, ninguém se manifestou. O proprietário do pet shop procurou a Adote Sorocaba na última sexta-feira à noite e no sábado (11), pela manhã, na tentativa de recuperar os animais e devolvê-los às pessoas de quem os comprou.
Fonte: G1

SANTA CATARINA

Neste fim de semana teve a primeira soltura de tartarugas marinhas do ano na praia da Barra da Lagoa, em Florianópolis. Para quem acompanha, este é um espetáculo de emocionar.  O projeto Tamar da Capital, busca diminuir os efeitos predatórios da pesca sobre esses animais, e assim salvar e preservar as espécies.  Assista ao vídeo aqui.  Fonte: RIC Mais
(Foto: Reprodução)
Neste fim de semana teve a primeira soltura de tartarugas marinhas do ano na praia da Barra da Lagoa, em Florianópolis. Para quem acompanha, este é um espetáculo de emocionar.
O projeto Tamar da Capital, busca diminuir os efeitos predatórios da pesca sobre esses animais, e assim salvar e preservar as espécies.
Assista ao vídeo aqui.
Fonte: RIC Mais

Projeto Tamar faz a primeira soltura de tartarugas marinhas de 2014

FILHOTES NASCERAM MORTOS

Uma cadela com uma grande queimadura foi socorrida por voluntários da Sociedade Galdina Protetora dos Animais(SGPAN) no domingo, 12 de janeiro, em Caeté. Ela estava prestes a dar cria no dia da agressão. Todos os filhotes morreram após nascerem.  Segundo testemunhas a cadela apareceu na região há um mês e há alguns dias cavou um buraco para dar cria.Poucos dias antes de procriar, ela apareceu com a grande queimadura provocada por alguém que despejou água fervendo nela. Uma pessoa tentou tratar da ferida por alguns dias e então pediu ajuda à SGPAN na manhã de domingo, 12 de janeiro.  Voluntários foram até o local e socorreram a cadela, que ainda estava cuidando de um último filhote semi-morto. Ela foi transportada no carro de uma voluntária e internada na Clínica Veterinária Cães e Cia, onde a veterinária de plantão, dra Maria Luiza Freitas prestou os primeiros socorros. Dr Horácio, diretor da clínica, informou que ela levará no mínimo 60 dias para se recuperar.  A SGPAN está encaminhando o registro do boletim de ocorrência. A ONG aguarda ainda a apuração da denúncia feita em dezembro de que um adolescente teria matado um filhote de cachorro ao atirá-lo de um barranco no bairro Santa Frutuosa, em Caeté.  “Socorremos os animais abandoandos doentes e não toleraremos situações de maus-tratos. Estamos denunciando todos os casos que ficamos sabendo e agimos para que um dia as pessoas se conscientizem que os animais precisam ser protegidos e respeitados”, salientou Jussara Carvalho, presidente da SGPAN, ONG de proteção animal de Caeté que acumula dívida de R$ 17 mil decorrentes do socorro a animais abandonados e doentes.
Uma cadela com uma grande queimadura foi socorrida por voluntários da Sociedade Galdina Protetora dos Animais(SGPAN) no domingo, 12 de janeiro, em Caeté. Ela estava prestes a dar cria no dia da agressão. Todos os filhotes morreram após nascerem.
Segundo testemunhas a cadela apareceu na região há um mês e há alguns dias cavou um buraco para dar cria.Poucos dias antes de procriar, ela apareceu com a grande queimadura provocada por alguém que despejou água fervendo nela. Uma pessoa tentou tratar da ferida por alguns dias e então pediu ajuda à SGPAN na manhã de domingo, 12 de janeiro.
Voluntários foram até o local e socorreram a cadela, que ainda estava cuidando de um último filhote semi-morto. Ela foi transportada no carro de uma voluntária e internada na Clínica Veterinária Cães e Cia, onde a veterinária de plantão, dra Maria Luiza Freitas prestou os primeiros socorros. Dr Horácio, diretor da clínica, informou que ela levará no mínimo 60 dias para se recuperar.
A SGPAN está encaminhando o registro do boletim de ocorrência. A ONG aguarda ainda a apuração da denúncia feita em dezembro de que
um adolescente teria matado um filhote de cachorro ao atirá-lo de um barranco no bairro Santa Frutuosa, em Caeté.
“Socorremos os animais abandoandos doentes e não toleraremos situações de maus-tratos. Estamos denunciando todos os casos que ficamos sabendo e agimos para que um dia as pessoas se conscientizem que os animais precisam ser protegidos e respeitados”, salientou
Jussara Carvalho, presidente da SGPAN, ONG de proteção animal de Caeté que acumula dívida de R$ 17 mil decorrentes do socorro a animais abandonados e doentes.
Fonte: Anda

DESTINO DESCONHECIDO

Um filhote de Puma ou Leão Baio foi deixado no Quartel do Corpo de Bombeiros de Curitibanos esta semana. Segundo apurado, um casal, que não se identificou, disse apenas que teria encontrado o filhote em uma estrada do interior.  O animal com idade aparente de cinco meses, estava saudável e agressivo quando em contato com o bombeiro que o alojou em uma caixa para transporte.  Fonte: Jornais do Interior
Um filhote de Puma ou Leão Baio foi deixado no Quartel do Corpo de Bombeiros de Curitibanos esta semana. Segundo apurado, um casal, que não se identificou, disse apenas que teria encontrado o filhote em uma estrada do interior.
O animal com idade aparente de cinco meses, estava saudável e agressivo quando em contato com o bombeiro que o alojou em uma caixa para transporte.

PRISIONEIROS NA NEVE

Cão acorrentado em KrabloonikPRISIONEIROS NA NEVE Cão acorrentado em Krabloonik (Foto: Facebook Voices for the Krabloonik Dogs) Empresa que oferece passeios de trenós puxados por cães na cidade turística Snowmass Village, perto de Aspen, enfrenta oito acusações de crueldade contra animais, segundo cobertura do jornal 9News. Krabloonik, como é chamada, pertence a Dan MacEachen e é conhecida como a maior dos EUA no serviço que opera.  Alguns questionam porque Krabloonik está autorizada a funcionar em terreno de propriedade da prefeitura, apesar de décadas de críticas sobre o seu tratamento aos animais.  Os 250 cães são altamente treinados e especialmente criados para passarem horas incontáveis nas trilhas Aspen/Snowmass . “Quanto mais eles correm, melhores eles ficam”, afirma MacEachen, que cumpriu pena de um ano em liberdade condicional em 1988 após quebrar os ossos do rosto de um cão. Ele cria este tipo de animal há 44 anos.  O empresário diz que os cães ficam sempre acorrentados a seus canis para impedi-los de lutarem uns contra os outros. Quando perguntado se ele mata os animais doentes, MacEachen se recusa a responder.  Cão com machucado em evidência (Foto: Facebook Voices for the Krabloonik Dogs) Cão com machucado em evidência Ele não fala sobre isso, porque foi amplamente criticado em 2005 por sua prática de longa data de atirar em cães doentes e despejá-los em um poço na propriedade. “Nós tínhamos uma área chamada corredor da morte”, diz um ex-funcionário de Krabloonik, Harry Portland.  Portland passou nove anos trabalhando como condutor de trenós. “O Dan (MacEachen) levou os cães, os segurou com um enforcador e depois atirou.” O antigo funcionário diz que trabalhadores jogaram os cães que morreram em um poço cheio de fezes. “Eu ainda perco o sono por isso”, diz. Ele levou as informações à mídia na época, mas ficou chocado ao saber que atirar em cães é legal segundo a lei estadual do Colorado.  Bill Fabrocini, co-fundador do Voices for the Krabloonik Dogs ficou indignado quando, apenas um ano após a polêmica do tiroteio, Snowmass Village assinou um acordo comercial com MacEachen válido até 2026.  Outro ex-funcionário, Curtis Hungate, foi à polícia, alegando que um cachorro chamado Fernando congelou até a morte em 2011. Inspetores de animais do Estado têm questionado se os cães são alimentados adequadamente. MacEachen diz que os cães são atletas e precisam manter um certo peso.  Durante a visita do jornal 9News ao local, foi filmado um cão com uma ferida aberta e outros com costelas aparecendo. Os funcionários foram orientados a não responderem a quaisquer perguntas sobre as acusações criminais ou alegações passadas de abuso. Muitos dos 250 cães são amarrados em minúsculas casas de madeira, 24 horas por dia, às vezes por anos, até a morte.  Canil de  Canil de Krabloonik
Empresa que oferece passeios de trenós puxados por cães na cidade turística Snowmass Village, perto de Aspen, enfrenta oito acusações de crueldade contra animais, segundo cobertura do jornal 9News. Krabloonik, como é chamada, pertence a Dan MacEachen e é conhecida como a maior dos EUA no serviço que opera.
Alguns questionam porque Krabloonik está autorizada a funcionar em terreno de propriedade da prefeitura, apesar de décadas de críticas sobre o seu tratamento aos animais.
Os 250 cães são altamente treinados e especialmente criados para passarem horas incontáveis nas trilhas Aspen/Snowmass . “Quanto mais eles correm, melhores eles ficam”, afirma MacEachen, que cumpriu pena de um ano em liberdade condicional em 1988 após quebrar os ossos do rosto de um cão. Ele cria este tipo de animal há 44 anos.
O empresário diz que os cães ficam sempre acorrentados a seus canis para impedi-los de lutarem uns contra os outros. Quando perguntado se ele mata os animais doentes, MacEachen se recusa a responder.
Cão com machucado em evidência PRISIONEIROS NA NEVE Cão acorrentado em Krabloonik (Foto: Facebook Voices for the Krabloonik Dogs) Empresa que oferece passeios de trenós puxados por cães na cidade turística Snowmass Village, perto de Aspen, enfrenta oito acusações de crueldade contra animais, segundo cobertura do jornal 9News. Krabloonik, como é chamada, pertence a Dan MacEachen e é conhecida como a maior dos EUA no serviço que opera.  Alguns questionam porque Krabloonik está autorizada a funcionar em terreno de propriedade da prefeitura, apesar de décadas de críticas sobre o seu tratamento aos animais.  Os 250 cães são altamente treinados e especialmente criados para passarem horas incontáveis nas trilhas Aspen/Snowmass . “Quanto mais eles correm, melhores eles ficam”, afirma MacEachen, que cumpriu pena de um ano em liberdade condicional em 1988 após quebrar os ossos do rosto de um cão. Ele cria este tipo de animal há 44 anos.  O empresário diz que os cães ficam sempre acorrentados a seus canis para impedi-los de lutarem uns contra os outros. Quando perguntado se ele mata os animais doentes, MacEachen se recusa a responder.  Cão com machucado em evidência (Foto: Facebook Voices for the Krabloonik Dogs) Cão com machucado em evidência Ele não fala sobre isso, porque foi amplamente criticado em 2005 por sua prática de longa data de atirar em cães doentes e despejá-los em um poço na propriedade. “Nós tínhamos uma área chamada corredor da morte”, diz um ex-funcionário de Krabloonik, Harry Portland.  Portland passou nove anos trabalhando como condutor de trenós. “O Dan (MacEachen) levou os cães, os segurou com um enforcador e depois atirou.” O antigo funcionário diz que trabalhadores jogaram os cães que morreram em um poço cheio de fezes. “Eu ainda perco o sono por isso”, diz. Ele levou as informações à mídia na época, mas ficou chocado ao saber que atirar em cães é legal segundo a lei estadual do Colorado.  Bill Fabrocini, co-fundador do Voices for the Krabloonik Dogs ficou indignado quando, apenas um ano após a polêmica do tiroteio, Snowmass Village assinou um acordo comercial com MacEachen válido até 2026.  Outro ex-funcionário, Curtis Hungate, foi à polícia, alegando que um cachorro chamado Fernando congelou até a morte em 2011. Inspetores de animais do Estado têm questionado se os cães são alimentados adequadamente. MacEachen diz que os cães são atletas e precisam manter um certo peso.  Durante a visita do jornal 9News ao local, foi filmado um cão com uma ferida aberta e outros com costelas aparecendo. Os funcionários foram orientados a não responderem a quaisquer perguntas sobre as acusações criminais ou alegações passadas de abuso. Muitos dos 250 cães são amarrados em minúsculas casas de madeira, 24 horas por dia, às vezes por anos, até a morte.  Canil de  Canil de Krabloonik
Cão com machucado em evidência
Ele não fala sobre isso, porque foi amplamente criticado em 2005 por sua prática de longa data de atirar em cães doentes e despejá-los em um poço na propriedade. “Nós tínhamos uma área chamada corredor da morte”, diz um ex-funcionário de Krabloonik, Harry Portland.
Portland passou nove anos trabalhando como condutor de trenós. “O Dan (MacEachen) levou os cães, os segurou com um enforcador e depois atirou.” O antigo funcionário diz que trabalhadores jogaram os cães que morreram em um poço cheio de fezes. “Eu ainda perco o sono por isso”, diz. Ele levou as informações à mídia na época, mas ficou chocado ao saber que atirar em cães é legal segundo a lei estadual do Colorado.
Bill Fabrocini, co-fundador do Voices for the Krabloonik Dogs ficou indignado quando, apenas um ano após a polêmica do tiroteio, Snowmass Village assinou um acordo comercial com MacEachen válido até 2026.
Outro ex-funcionário, Curtis Hungate, foi à polícia, alegando que um cachorro chamado Fernando congelou até a morte em 2011. Inspetores de animais do Estado têm questionado se os cães são alimentados adequadamente. MacEachen diz que os cães são atletas e precisam manter um certo peso.
Durante a visita do jornal 9News ao local, foi filmado um cão com uma ferida aberta e outros com costelas aparecendo. Os funcionários foram orientados a não responderem a quaisquer perguntas sobre as acusações criminais ou alegações passadas de abuso. Muitos dos 250 cães são amarrados em minúsculas casas de madeira, 24 horas por dia, às vezes por anos, até a morte.
Canil de PRISIONEIROS NA NEVE Cão acorrentado em Krabloonik (Foto: Facebook Voices for the Krabloonik Dogs) Empresa que oferece passeios de trenós puxados por cães na cidade turística Snowmass Village, perto de Aspen, enfrenta oito acusações de crueldade contra animais, segundo cobertura do jornal 9News. Krabloonik, como é chamada, pertence a Dan MacEachen e é conhecida como a maior dos EUA no serviço que opera.  Alguns questionam porque Krabloonik está autorizada a funcionar em terreno de propriedade da prefeitura, apesar de décadas de críticas sobre o seu tratamento aos animais.  Os 250 cães são altamente treinados e especialmente criados para passarem horas incontáveis nas trilhas Aspen/Snowmass . “Quanto mais eles correm, melhores eles ficam”, afirma MacEachen, que cumpriu pena de um ano em liberdade condicional em 1988 após quebrar os ossos do rosto de um cão. Ele cria este tipo de animal há 44 anos.  O empresário diz que os cães ficam sempre acorrentados a seus canis para impedi-los de lutarem uns contra os outros. Quando perguntado se ele mata os animais doentes, MacEachen se recusa a responder.  Cão com machucado em evidência (Foto: Facebook Voices for the Krabloonik Dogs) Cão com machucado em evidência Ele não fala sobre isso, porque foi amplamente criticado em 2005 por sua prática de longa data de atirar em cães doentes e despejá-los em um poço na propriedade. “Nós tínhamos uma área chamada corredor da morte”, diz um ex-funcionário de Krabloonik, Harry Portland.  Portland passou nove anos trabalhando como condutor de trenós. “O Dan (MacEachen) levou os cães, os segurou com um enforcador e depois atirou.” O antigo funcionário diz que trabalhadores jogaram os cães que morreram em um poço cheio de fezes. “Eu ainda perco o sono por isso”, diz. Ele levou as informações à mídia na época, mas ficou chocado ao saber que atirar em cães é legal segundo a lei estadual do Colorado.  Bill Fabrocini, co-fundador do Voices for the Krabloonik Dogs ficou indignado quando, apenas um ano após a polêmica do tiroteio, Snowmass Village assinou um acordo comercial com MacEachen válido até 2026.  Outro ex-funcionário, Curtis Hungate, foi à polícia, alegando que um cachorro chamado Fernando congelou até a morte em 2011. Inspetores de animais do Estado têm questionado se os cães são alimentados adequadamente. MacEachen diz que os cães são atletas e precisam manter um certo peso.  Durante a visita do jornal 9News ao local, foi filmado um cão com uma ferida aberta e outros com costelas aparecendo. Os funcionários foram orientados a não responderem a quaisquer perguntas sobre as acusações criminais ou alegações passadas de abuso. Muitos dos 250 cães são amarrados em minúsculas casas de madeira, 24 horas por dia, às vezes por anos, até a morte.  Canil de  Canil de Krabloonik
Canil de Krabloonik 

SUPERAÇÃO

SUPERAÇÃO (Foto: Divulgação) Spencer é um buldogue de 2 anos de idade com paralisia nas pernas traseiras desde filhote. Os veterinários suspeitam que ele ficou assim devido a maus-tratos. Sua tutora Linda Heinz conta que ele foi abandonado na porta de sua casa. Spencer nunca teve a oportunidade de andar como um cão normal. Linda lembra que ele sempre ficava nos seus seus pés implorando para ser levantado e transportado para explorar o mundo. A clínica Westcoast Brace and Limb assumiu o desafio de ajudar Spencer a andar pela primeira vez. Eles o equiparam com aparelhos personalizados equipados com Crocs (tipo de calçado ortopédico) verdes para pés humanos. Após a colocação das próteses, Spencer foi levado para o lado de fora da clínica, onde correu por todos os lados até se cansar. Logo depois, ele pode desfrutar sua primeira caminhada por conta própria ao lado de seu “irmão”, um porquinho cego. “Spencer é a criatura mais feliz que eu já conheci. Ele acorda feliz. Para ele não existe tempo ruim”, diz Linda
Spencer é um buldogue de 2 anos de idade com paralisia nas pernas traseiras desde filhote. Os veterinários suspeitam que ele ficou assim devido a maus-tratos. Sua tutora Linda Heinz conta que ele foi abandonado na porta de sua casa. Spencer nunca teve a oportunidade de andar como um cão normal.
Linda lembra que ele sempre ficava nos seus seus pés implorando para ser levantado e transportado para explorar o mundo.
A clínica Westcoast Brace and Limb assumiu o desafio de ajudar Spencer a andar pela primeira vez. Eles o equiparam com aparelhos personalizados equipados com Crocs (tipo de calçado ortopédico) verdes para pés humanos.
Após a colocação das próteses, Spencer foi levado para o lado de fora da clínica, onde correu por todos os lados até se cansar.
Logo depois, ele pode desfrutar sua primeira caminhada por conta própria ao lado de seu “irmão”, um porquinho cego. “Spencer é a criatura mais feliz que eu já conheci. Ele acorda feliz. Para ele não existe tempo ruim”, diz Linda

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Resolução 204/13, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais. A propositura pretende criar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar casos de maus tratos praticados contra animais domésticos, domesticados, silvestres e exóticos. Conforme a justificativa do parlamentar, as conclusões dos trabalhos deverão ser encaminhadas ao Ministério Público, para que se promova a responsabilidade civil ou criminal de infratores da Lei 9.605/98, que dispõe sobre crimes ambientais.

 Izar lembra que, entre os casos denunciados na imprensa, está o de Santa Cruz do Arari, na Ilha do Marajó (PA). A população do município denunciou a caça a cães instituída pelo prefeito da cidade, Marcelo Pamplona. “De acordo com os moradores, a prefeitura foi a responsável pela caça de cães que teriam sido mortos.”

Ricardo Izar já apresentou também denúncia ao procurador-geral da República. Isso porque, segundo ele, “a população local garante que Pamplona pagaria de R$ 5 a R$ 10 reais para a captura destes cães”.

   Política de controle - Outro caso lembrado pelo parlamentar autor teria ocorrido no Centro de Zoonoses de Poços de Caldas (MG). Conforme garante, “cerca de 100 animais estão abandonados em baias sujas, a maioria dos cachorros em condições precárias”.   

Diante desses fatos, o Izar acredita que é preciso averiguar as políticas de controle populacional de animais em todo território nacional.

Se for criada, a CPI terá 23 titulares, igual número de suplentes, e prazo de 120 dias, prorrogável por mais 60, para concluir os trabalhos.

   Tramitação - O projeto de Izar será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania e terá de ser votado também em Plenário.   

O Regimento Interno da Câmara permite o funcionamento de até cinco CPIs simultaneamente. Atualmente, há três comissões em funcionamento: a CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; a do Tráfico de Pessoas; e a do Trabalho Infantil.
Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Resolução 204/13, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais. A propositura pretende criar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar casos de maus tratos praticados contra animais domésticos, domesticados, silvestres e exóticos. Conforme a justificativa do parlamentar, as conclusões dos trabalhos deverão ser encaminhadas ao Ministério Público, para que se promova a responsabilidade civil ou criminal de infratores da Lei 9.605/98, que dispõe sobre crimes ambientais.


Izar lembra que, entre os casos denunciados na imprensa, está o de Santa Cruz do Arari, na Ilha do Marajó (PA). A população do município denunciou a caça a cães instituída pelo prefeito da cidade, Marcelo Pamplona. “De acordo com os moradores, a prefeitura foi a responsável pela caça de cães que teriam sido mortos.”

Ricardo Izar já apresentou também denúncia ao procurador-geral da República. Isso porque, segundo ele, “a população local garante que Pamplona pagaria de R$ 5 a R$ 10 reais para a captura destes cães”.


 
Política de controle - Outro caso lembrado pelo parlamentar autor teria ocorrido no Centro de Zoonoses de Poços de Caldas (MG). Conforme garante, “cerca de 100 animais estão abandonados em baias sujas, a maioria dos cachorros em condições precárias”.
 


Diante desses fatos, o Izar acredita que é preciso averiguar as políticas de controle populacional de animais em todo território nacional.

Se for criada, a CPI terá 23 titulares, igual número de suplentes, e prazo de 120 dias, prorrogável por mais 60, para concluir os trabalhos.


 
Tramitação - O projeto de Izar será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania e terá de ser votado também em Plenário.
 


O Regimento Interno da Câmara permite o funcionamento de até cinco CPIs simultaneamente. Atualmente, há três comissões em funcionamento: a CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; a do Tráfico de Pessoas; e a do Trabalho Infantil.

TESTE POSITIVO PARA DROGAS

cadela drogas TESTE POSITIVO PARA DROGAS cadela drogas A cadela Maddie, que está sob custódia da prefeitura Uma cadela de onze meses foi tirada de sua tutora depois de exame detectar drogas no animal. Arlene Saiz, 30 anos, de Albuquerque (EUA) diz que levou Maddie a um veterinário depois que ela começou a agir de maneira estranha. O exame deu positivo para cocaína e maconha – ela insiste que não tem idéia de onde as drogas vieram.  Arlene disse ao Mail Online que ela e sua filha de onze anos ficaram preocupadas quando as patas de Maddie se tornaram instáveis durante uma caminhada.  Elas levaram a cadela para casa, mas em seguida o animal começou a se contrair e a tremer. “Eu pensei que algo a tivesse mordido”, disse sua tutora, que correu para o veterinário que afirmou que Maddie tinha maconha e cocaína em seu organismo.  Logo a polícia chegou para fazer Arlene assinar um documento dizendo que ela estava sem recursos para pagar pela consulta e teria que liberar o animal para custódia da prefeitura. Ela insistiu que tinha condições e iria pagar para ficar com a cadela, mas não a ofereceram esta opção. Maddie, desde então, sofreu múltiplas convulsões e uma infecção.  Arlene afirma que nunca usou drogas e que se oferece para fazer um teste para provar que não foi ela quem deu as substâncias ilícitas ao animal. “Eu tenho uma filha de 11 anos de idade, sou uma mãe solteira, eu não uso drogas”, disse ela, acrescentando que funcionários da prefeitura, ligados ao bem-estar infantil, interrogaram sua filha sem permissão.  Quintal da casa onde Maddie ficava  Quintal da casa onde Maddie ficava A polícia não indiciou Arlene, alegando falta de provas. Quando interrogada sobre o local onde Maddie poderia ter encontrado cocaína e maconha, ela respondeu que a cadela fica fora da casa enquanto ela está no trabalho e alguém pode ter colocado drogas em sua comida. “Eu sei que um dos meus vizinhos não gosta dela”, explicando que Maddie tentou brincar com as crianças das redondezas algumas vezes. Ela também culpou uma substância que a cadela comeu perto de uma lixeira ao ar livre.  Maddie será entregue a uma agência de resgate ou colocada em um programa de adoção, assim que recuperar sua saúde. Arlene não pode adotar nenhum animal por um ano, segundo o termo assinado por ela. Porém, resolveu contratar um advogado para tentar recuperar a cadela . Ela também está considerando um processo civil contra a prefeitura e o consultório do veterinário.
A cadela Maddie, que está sob custódia da prefeitura
Uma cadela de onze meses foi tirada de sua tutora depois de exame detectar drogas no animal. Arlene Saiz, 30 anos, de Albuquerque (EUA) diz que levou Maddie a um veterinário depois que ela começou a agir de maneira estranha. O exame deu positivo para cocaína e maconha – ela insiste que não tem idéia de onde as drogas vieram.
Arlene disse ao Mail Online que ela e sua filha de onze anos ficaram preocupadas quando as patas de Maddie se tornaram instáveis durante uma caminhada.
Elas levaram a cadela para casa, mas em seguida o animal começou a se contrair e a tremer. “Eu pensei que algo a tivesse mordido”, disse sua tutora, que correu para o veterinário que afirmou que Maddie tinha maconha e cocaína em seu organismo.
Logo a polícia chegou para fazer Arlene assinar um documento dizendo que ela estava sem recursos para pagar pela consulta e teria que liberar o animal para custódia da prefeitura. Ela insistiu que tinha condições e iria pagar para ficar com a cadela, mas não a ofereceram esta opção. Maddie, desde então, sofreu múltiplas convulsões e uma infecção.
Arlene afirma que nunca usou drogas e que se oferece para fazer um teste para provar que não foi ela quem deu as substâncias ilícitas ao animal. “Eu tenho uma filha de 11 anos de idade, sou uma mãe solteira, eu não uso drogas”, disse ela, acrescentando que funcionários da prefeitura, ligados ao bem-estar infantil, interrogaram sua filha sem permissão.
Quintal da casa onde Maddie ficava  TESTE POSITIVO PARA DROGAS cadela drogas A cadela Maddie, que está sob custódia da prefeitura Uma cadela de onze meses foi tirada de sua tutora depois de exame detectar drogas no animal. Arlene Saiz, 30 anos, de Albuquerque (EUA) diz que levou Maddie a um veterinário depois que ela começou a agir de maneira estranha. O exame deu positivo para cocaína e maconha – ela insiste que não tem idéia de onde as drogas vieram.  Arlene disse ao Mail Online que ela e sua filha de onze anos ficaram preocupadas quando as patas de Maddie se tornaram instáveis durante uma caminhada.  Elas levaram a cadela para casa, mas em seguida o animal começou a se contrair e a tremer. “Eu pensei que algo a tivesse mordido”, disse sua tutora, que correu para o veterinário que afirmou que Maddie tinha maconha e cocaína em seu organismo.  Logo a polícia chegou para fazer Arlene assinar um documento dizendo que ela estava sem recursos para pagar pela consulta e teria que liberar o animal para custódia da prefeitura. Ela insistiu que tinha condições e iria pagar para ficar com a cadela, mas não a ofereceram esta opção. Maddie, desde então, sofreu múltiplas convulsões e uma infecção.  Arlene afirma que nunca usou drogas e que se oferece para fazer um teste para provar que não foi ela quem deu as substâncias ilícitas ao animal. “Eu tenho uma filha de 11 anos de idade, sou uma mãe solteira, eu não uso drogas”, disse ela, acrescentando que funcionários da prefeitura, ligados ao bem-estar infantil, interrogaram sua filha sem permissão.  Quintal da casa onde Maddie ficava  Quintal da casa onde Maddie ficava A polícia não indiciou Arlene, alegando falta de provas. Quando interrogada sobre o local onde Maddie poderia ter encontrado cocaína e maconha, ela respondeu que a cadela fica fora da casa enquanto ela está no trabalho e alguém pode ter colocado drogas em sua comida. “Eu sei que um dos meus vizinhos não gosta dela”, explicando que Maddie tentou brincar com as crianças das redondezas algumas vezes. Ela também culpou uma substância que a cadela comeu perto de uma lixeira ao ar livre.  Maddie será entregue a uma agência de resgate ou colocada em um programa de adoção, assim que recuperar sua saúde. Arlene não pode adotar nenhum animal por um ano, segundo o termo assinado por ela. Porém, resolveu contratar um advogado para tentar recuperar a cadela . Ela também está considerando um processo civil contra a prefeitura e o consultório do veterinário.
Quintal da casa onde Maddie ficava
A polícia não indiciou Arlene, alegando falta de provas. Quando interrogada sobre o local onde Maddie poderia ter encontrado cocaína e maconha, ela respondeu que a cadela fica fora da casa enquanto ela está no trabalho e alguém pode ter colocado drogas em sua comida. “Eu sei que um dos meus vizinhos não gosta dela”, explicando que Maddie tentou brincar com as crianças das redondezas algumas vezes. Ela também culpou uma substância que a cadela comeu perto de uma lixeira ao ar livre.
Maddie será entregue a uma agência de resgate ou colocada em um programa de adoção, assim que recuperar sua saúde. Arlene não pode adotar nenhum animal por um ano, segundo o termo assinado por ela. Porém, resolveu contratar um advogado para tentar recuperar a cadela . Ela também está considerando um processo civil contra a prefeitura e o consultório do veterinário.

SHOW DE SOFRIMENTO

golfinhooo Um controverso evento chama a atenção para os direitos animais no Paquistão. O primeiro show de golfinhos do pais estréia no dia 15 de janeiro no Museu Marítimo em Karachi.  Com Stephen a baleia beluga, Boris o golfinho e Memo o leão-marinho, o show está programado para durar mais de dois meses, conforme relatado pelo The Express Tribune. No entanto, a duração do evento pode ser prorrogada, dependendo da resposta do público e venda de ingressos.  Com treinadores estrangeiros vindos da Rússia e do Egito para ensinar os mamíferos a pular, cantar , pintar e fazer uma série de truques para o público, o show está rapidamente atraindo a atenção da mídia, além de alguns protestos.  “Shows como este são muito cruéis”, disse Maheen Zia, co-fundador da PAWS (Pakistan Animal Welfare Society). “Ele passa a mensagem errada ao usar estes animais sensíveis, inteligentes, os puxando para fora de seu habitat natural e os explorando para fins de entretenimento.”  O show dos golfinhos é mais um entre os casos de abuso de animais no Paquistão. O zoológico de Lahore, por exemplo, encontra-se em terrível estado, com animais como tigres e leões amontoados em pequenas gaiolas. Os animais estão apáticos, apodrecendo em espaços fechados. Não é nenhuma surpresa, então, o significativo número de tigres que morreram ao longo dos anos.  “Infelizmente, a mentalidade no país é que se uma vida humana não vale nada por que deveria haver um clamor sobre direitos dos animais aqui? Tal regressão e ignorância é galopante entre tantas pessoas educadas que conheço”, afirmou Zainab Chughtai, um advogado de Lahore. “Não há dúvida de que este show será uma demonstração de selvageria e tortura com estas criaturas”, acrescentou.  “Nós sentimos que o show de golfinhos não será benéfico para os animais, nem para o público em geral. Há oportunidades suficientes para as pessoas verem golfinhos selvagens na costa do Paquistão. Eles podem ser observados sem muito esforço e a experiência é muito mais gratificante do que sentar em torno de uma piscina de concreto observando animais treinados para realizarem suas tarefas”, observou um relatório divulgado pelo WWF- Paquistão, condenando o show.  No ano passado, o Ministério do Meio Ambiente da Índia proibiu a manutenção de cetáceos (baleias, golfinhos, botos) em cativeiro para fins de entretenimento. Não só na Índia, mas em outros países como Chipre, Malásia, Vietnã e México têm leis que proíbem estritamente manter estes animais presos.  De acordo com um relatório de 2009 feito pela The Humane Society e a WSPA (World Society for the Protection of Animals): “Vê-los em cativeiro dá ao público uma falsa imagem da vida natural dos animais. Pior ainda, isto insensibiliza as pessoas em relação às crueldades praticadas”  Com apenas alguns dias até a estréia, espera-se que as organizações de direitos dos animais, ativistas, a mídia e cidadãos preocupados se juntem para criar consciência sobre o abuso que será sofrido pelos inocentes Stephen, Boris e Memo.  Nota da Redação: O uso de qualquer animal no entretenimento é inaceitável. Shows aquáticos, zoológicos, circos, touradas e rodeios – entre outros tipos de exploração – devem ser boicotados. Privar estes seres de sua liberdade, em nome do divertimento de um grupo de pessoas ignorantes, só reforça a mentalidade atrasada e antropocêntrica de que os animais existem para servir o ser humano.
Um controverso evento chama a atenção para os direitos animais no Paquistão. O primeiro show de golfinhos do pais estréia no dia 15 de janeiro no Museu Marítimo em Karachi.
Com Stephen a baleia beluga, Boris o golfinho e Memo o leão-marinho, o show está programado para durar mais de dois meses, conforme relatado pelo The Express Tribune. No entanto, a duração do evento pode ser prorrogada, dependendo da resposta do público e venda de ingressos.
Com treinadores estrangeiros vindos da Rússia e do Egito para ensinar os mamíferos a pular, cantar , pintar e fazer uma série de truques para o público, o show está rapidamente atraindo a atenção da mídia, além de alguns protestos.
“Shows como este são muito cruéis”, disse Maheen Zia, co-fundador da PAWS (Pakistan Animal Welfare Society). “Ele passa a mensagem errada ao usar estes animais sensíveis, inteligentes, os puxando para fora de seu habitat natural e os explorando para fins de entretenimento.”
O show dos golfinhos é mais um entre os casos de abuso de animais no Paquistão. O zoológico de Lahore, por exemplo, encontra-se em terrível estado, com animais como tigres e leões amontoados em pequenas gaiolas. Os animais estão apáticos, apodrecendo em espaços fechados. Não é nenhuma surpresa, então, o significativo número de tigres que morreram ao longo dos anos.
“Infelizmente, a mentalidade no país é que se uma vida humana não vale nada por que deveria haver um clamor sobre direitos dos animais aqui? Tal regressão e ignorância é galopante entre tantas pessoas educadas que conheço”, afirmou Zainab Chughtai, um advogado de Lahore. “Não há dúvida de que este show será uma demonstração de selvageria e tortura com estas criaturas”, acrescentou.
“Nós sentimos que o show de golfinhos não será benéfico para os animais, nem para o público em geral. Há oportunidades suficientes para as pessoas verem golfinhos selvagens na costa do Paquistão. Eles podem ser observados sem muito esforço e a experiência é muito mais gratificante do que sentar em torno de uma piscina de concreto observando animais treinados para realizarem suas tarefas”, observou um relatório divulgado pelo WWF- Paquistão, condenando o show.
No ano passado, o Ministério do Meio Ambiente da Índia proibiu a manutenção de cetáceos (baleias, golfinhos, botos) em cativeiro para fins de entretenimento. Não só na Índia, mas em outros países como Chipre, Malásia, Vietnã e México têm leis que proíbem estritamente manter estes animais presos.
De acordo com um relatório de 2009 feito pela The Humane Society e a WSPA (World Society for the Protection of Animals): “Vê-los em cativeiro dá ao público uma falsa imagem da vida natural dos animais. Pior ainda, isto insensibiliza as pessoas em relação às crueldades praticadas”
Com apenas alguns dias até a estréia, espera-se que as organizações de direitos dos animais, ativistas, a mídia e cidadãos preocupados se juntem para criar consciência sobre o abuso que será sofrido pelos inocentes Stephen, Boris e Memo.
Nota da Redação: O uso de qualquer animal no entretenimento é inaceitável. Shows aquáticos, zoológicos, circos, touradas e rodeios – entre outros tipos de exploração – devem ser boicotados. Privar estes seres de sua liberdade, em nome do divertimento de um grupo de pessoas ignorantes, só reforça a mentalidade atrasada e antropocêntrica de que os animais existem para servir o ser humano.

ATÉ O DIA 22

A Prefeitura de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, tem até o dia 22 de janeiro para assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que prevê mudanças no controle da população de cães abandonados da cidade. A solicitação, feita pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), pede que o número de castrações dobre até 2017. O documento também exige o aumento da capacidade do canil municipal. De acordo com o município, as ações começam 90 dias após a assinatura do termo.

Gerência de Controle de Zoonoses estima que, em Ponta Grossa, existam cerca de 34 mil cães de rua ATÉ O DIA 22 A Prefeitura de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, tem até o dia 22 de janeiro para assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que prevê mudanças no controle da população de cães abandonados da cidade. A solicitação, feita pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), pede que o número de castrações dobre até 2017. O documento também exige o aumento da capacidade do canil municipal. De acordo com o município, as ações começam 90 dias após a assinatura do termo.  Gerência de Controle de Zoonoses estima que, em Ponta Grossa, existam cerca de 34 mil cães de rua (Foto: Alana Fonseca/RPC TV) Segundo a Gerência de Controle de Zoonoses do município, com base no último levantamento feito em 2011, Ponta Grossa tinha perto de 32 mil cães soltos pelas ruas da cidade. Hoje, o número estimado de animais chega a 34 mil.  Atualmente, o canil municipal abriga 25 cães, incluindo os de grande porte, como rottweilers e pitbulls. Um espaço que poderia servir para acomodar mais animais tem sido utilizado para armazenar ração e vacinas. Com a ampliação proposta pelo TAC, o local conseguirá receber até 240 cães e mais 40 gatos.  O diretor de Vigilância em Saúde do município, Carlos Coradassi, explica que o termo apresenta metas para os próximos quatro anos. “É um instrumento importante que vai validar todo o processo de ampliação do canil, mudar a concepção cultural das pessoas em relação à guarda responsável de animais, aos maus-tratos e o bem estar animal”, defende.  Além do aumento de castrações e da reforma no canil, o TAC também propõe a criação do Departamento de Maus Tratos em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o recolhimento de cavalos soltos pelas ruas e a contratação de mais funcionários. A fundação de um espaço para adoção e educação sobre bem estar animal também está prevista.  ONGs tentam ajudar  Organizações Não-Governamentais (ONGs) espalhadas pelo município procuram cuidar dos animais abandonados enquanto a reforma no canil não começa. Só o Canil Lar, que fica em uma chácara de Ponta Grossa, abriga 300 cães e 90 gatos.  A responsável pela ONG, Rosélia Vanat, se dedica ao cuidado de cães e gatos há 25 anos. O dinheiro de doações e da aposentadoria militar do marido é que tem mantido o local. “Se eu abandoná-los, serão 300 novos problemas nas ruas da cidade. Estou tentando ajudar, mas também preciso de um pouco de ajuda”, diz.  Fonte: G1

Segundo a Gerência de Controle de Zoonoses do município, com base no último levantamento feito em 2011, Ponta Grossa tinha perto de 32 mil cães soltos pelas ruas da cidade. Hoje, o número estimado de animais chega a 34 mil.
Atualmente, o canil municipal abriga 25 cães, incluindo os de grande porte, como rottweilers e pitbulls. Um espaço que poderia servir para acomodar mais animais tem sido utilizado para armazenar ração e vacinas. Com a ampliação proposta pelo TAC, o local conseguirá receber até 240 cães e mais 40 gatos.
O diretor de Vigilância em Saúde do município, Carlos Coradassi, explica que o termo apresenta metas para os próximos quatro anos. “É um instrumento importante que vai validar todo o processo de ampliação do canil, mudar a concepção cultural das pessoas em relação à guarda responsável de animais, aos maus-tratos e o bem estar animal”, defende.
Além do aumento de castrações e da reforma no canil, o TAC também propõe a criação do Departamento de Maus Tratos em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o recolhimento de cavalos soltos pelas ruas e a contratação de mais funcionários. A fundação de um espaço para adoção e educação sobre bem estar animal também está prevista.
ONGs tentam ajudar
Organizações Não-Governamentais (ONGs) espalhadas pelo município procuram cuidar dos animais abandonados enquanto a reforma no canil não começa. Só o Canil Lar, que fica em uma chácara de Ponta Grossa, abriga 300 cães e 90 gatos.
A responsável pela ONG, Rosélia Vanat, se dedica ao cuidado de cães e gatos há 25 anos. O dinheiro de doações e da aposentadoria militar do marido é que tem mantido o local. “Se eu abandoná-los, serão 300 novos problemas nas ruas da cidade. Estou tentando ajudar, mas também preciso de um pouco de ajuda”, diz.
Fonte: G1

- Traduzido Por: Template Para BLogspot - Mais Modelos Templates Blogger - Designed by Johanes Djogan -