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ALERTA
Um perigo pouco conhecido por tutores de animais e escondido, principalmente, nas regiões litorâneas. Assim é a dirofilariose, doença silenciosa causada por um verme que atinge o coração dos animais e que pode até levá-los à morte.
Chamada popularmente de “verme do coração”, a dirofilariose é transmitida por meio da picada de um mosquito infectado, que libera os parasitas na corrente sanguínea. Diagnosticada com antecedência, no entanto, ela pode ser tratada, mas o ideal, conforme orientação veterinária, é que o tutor do animal se atente à prevenção antes de iniciar a temporada de viagens com seu animal.
Prevenção
No caso da dirofilariose, a médica veterinária Simone Cristina Poli explica que os medicamentos que ajudam na prevenção da doença em caninos e felinos, compostos como o Selamectina e Imidacloprida/Moxidectina, devem ser administrados com no mínimo três dias de antecedência, contados da data da viagem.
A aplicação deve ser reforçada no animal durante o período em que ele estiver na praia, já que o produto aplicado é válido por 30 dias.
“A aplicação deve ser feita na pele da nuca do animal. Essa prevenção é muito importante, porque a dirofilariose é uma doença silenciosa e os vermes ficam alojados no coração”, ressalta Simone.
Além de proteger contra esse tipo de verme, essas substâncias também são indicadas para a proteção dos animais contra sarnas e vermes intestinais, além de ajudar na eliminação de pulgas e piolhos.
Causada pela Dirofilaria imitis, esta é uma doença parasitária dos cães, mas que age em menor escala em outros mamíferos, inclusive no homem.
Seus principais vetores são mosquitos dos gêneros Culex, Aedes e Anopheles.
O problema é mais frequente em cidades litorâneas e de clima quente e úmido e que possuem grande quantidade de água parada. Apesar disso, há casos diagnosticados em regiões interioranas e longe da Costa.
Incidência
Entre as áreas de incidência estão o litoral de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina e Mato Grosso. Depositados pelos mosquitos, os parasitas migram através da pele e da musculatura do animal, penetrando nos vasos sanguíneos e seguindo para os ventrículos, artérias e veia cava.
Dependendo do grau de infestação, o animal pode apresentar disfunção cardíaca, ficando intolerante a exercícios, apresentando cansaço, tosse crônica, apatia, respiração ofegante e perda de peso.
Há estudos, no entanto, que afirmam que até 85% dos cães contaminados não apresentam sintomas até um estágio avançado da doença.
O cão pode conviver com o verme durante anos sem apresentar qualquer sinal. Mas quando os sintomas aparecem, a doença pode estar num estado avançado e a saúde do animal fatalmente comprometida.
A medicação preventiva evita que os vermes evoluam para parasitas adultos. “Pessoas que têm casa no litoral já estão acostumadas. Mas quem tem o costume de viajar para a praia apenas nessa época do ano e nunca ouviu falar da doença, precisa se atentarpara não colocar o animal em risco e transformar o descanso em pesadelo”, finaliza Simone.
Verão requer cuidados específicos com animais
A chegada do verão é convidativa para passeios ao ar livre, viagens e diversão em família. Porém, as altas temperaturas causam sofrimento aos animais domésticos.
Segundo a veterinária Simone Cristina Poli, assim como os humanos, o animal também sofre muito no verão, por isso é importante escolher os horários mais frescos do dia para passear com o animal.
“Para baixar sua temperatura corpórea, o cão aumenta a frequência respiratória, por isso a hidratação é muito importante. Evitar passeios no horário mais quente também previne queimaduras nas patinhas”, comenta Simone.
Outra dica é o uso de protetor solar sobre as áreas sem pelo, como barriga e focinho do animal. “Existem protetores específicos para cães, mas na falta, o humano também resolve”, acrescenta a veterinária. “Mas vale lembrar que a areia da praia deve ser evitada, pela quantidade de doenças que pode transmitir aos cães”, pontua.
Entre os acessórios que não podem faltar para quem pretende viajar com o animal está a coleira de identificação contendo o nome, endereço e telefone do proprietário do animal, incluindo o DDD.
Manter a vacinação em dia e o animal vermifugado também evita transtornos durante a viagem.
Fonte: Jc Net
CHINA
Na China, mais uma história prova porque o cachorro é considerado o melhor amigo do homem. Um cão se recusou a sair do lado de seu tutor, que desmaiou no meio de uma rua movimentada na cidade de Guizhou.
Apesar de ser pequeno e parecer indefeso, o cachorro realmente protegeu seu tutor e não deixava ninguém se aproximar. Até mesmo a polícia e a equipe de resgate tiveram dificuldades para socorrer o homem, que estava inconsciente.
E quando colocaram o homem na ambulância, o cachorro ficou desesperado andando em círculos até que permitiram que ele também entrasse no veículo e acompanhasse seu tutor até o hospital.
Assista o vídeo:
LIVRES DO SOFRIMENTO
A indústria da experimentação animal é envolta em sigilos, e geralmente as vítimas não sobrevivem. Mas, no final do mês passado, oito coelhos encontraram refúgio quando foram resgatados apenas alguns dias antes da data planejada para que eles fossem mortos. As informações são da Care2.
Nascidos e criados em uma fazenda de reprodução, esses inocentes coelhos foram confinados em jaulas frias e minúsculas por toda a vida. Incapazes de se moverem livremente ou expressar seus desejos naturais, esse tipo de sofrimento inimaginável não é algo a que qualquer ser vivo deveria estar sujeito.
Os coelhos, que agora estão salvos no Mino Valley Farm Sanctuary (Espanha), irão precisar de tempo para se recuperar plenamente das experiências terríveis a que foram submetidos. Enquanto não se sabe exatamente em que tipos de experiências eles foram usados, cada um destes animais está marcado com os cortes sinistros e cicatrizes de uma indústria enraizada na crueldade.
Suaves, mansos e carinhosos, os coelhos, como todos os animais, só querem viver uma vida livre de dor e sofrimento – para poder comer ervas frescas, sentir a terra sob suas patas, e o sol em suas pequenas costas brancas e macias.
Assista ao vídeo para ver os coelhos experimentando seu primeiro gosto da liberdade no santuário.
Na União Europeia, mais de 330 milhões de coelhos são comercialmente reproduzidos a cada ano, confinados a pequenas gaiolas em condições desumanas, aguardando o seu destino. A grande maioria deles são mortos para consumo de suas carnes ou de suas peles, enquanto outros são enviados para instituições de pesquisas médicas e universidades.
A eles é oferecida pouca ou nenhuma proteção legal, e nem sequer lhes são dados os direitos legais básicos de outros animais criados para consumo, levando a condições impensáveis, com práticas de manejo e procedimentos forçados e violentos impostos a eles.
Esses pobres animais são mantidos em gaiolas de arame minúsculas, com piso de malha, sem espaço para se movimentar, e nenhuma interação social. As condições relatadas pelo Coalition for Abolish of Fur Trade (CAFT) durante uma investigação recente destacou o fato de que essas condições terríveis levam não só a deficiências físicas e doenças, mas também a sofrimento mental extremo, ansiedade e depressão.
Não importa para qual indústria os coelhos são criados, pois o seu destino é sempre no matadouro, que é para onde esses oito coelhos resgatados teriam ido se a ONG não tivesse agido. Uma vez que a universidade terminou de usá-los para o seu teste prático, os coelhos foram encaminhados para a morte.
Os primeiros passos da liberdade
Por terem passado toda a sua vida dentro de gaiolas e laboratórios de testes, os coelhos nunca tinham tido a oportunidade de experimentar qualquer um dos seus instintos naturais. O vídeo mostra os primeiros passos de liberdade – nervosos, apreensivos e muito tímidos. Dentro de poucos minutos, eles estavam saltando na grama, com uma ligeira oscilação quando eles começaram a usar as suas pernas propriamente pela primeira vez em suas histórias de vida.
Uma funcionária do abrigo relatou que foi um momento de imensa alegria e felicidade, mas a visão de suas pernas rígidas, de seus corpos marcados e olhos nervosos também trouxe um senso de tristeza aos corações dos que assistiam, pois eles se lembravam dos milhões de outros coelhos que são criados para uso humano e consumo a cada ano, e que nunca irão chegar a experimentar essas liberdades fundamentais da vida.
Quem não quer apoiar a cruel indústria de testes que inflige dor e sofrimento a milhões de animais em todo o mundo, deve tomar decisões conscientes e utilizar somente produtos livres de crueldade.
RÚSSIA
Um cachorro permaneceu trancado por um ano em um apartamento na Rússia, apenas com comida e água. Quando foi encontrado por uma equipe de tratadores de animais, o pelo dele estava tão ensopado por xixi e fezes que ele mal conseguia se mexer. Foram necessários seis funcionários e três horas de trabalho para tosá-lo, segundo reportagem do tabloide “Daily Mail”.
O pastor inglês havia ficado na casa após a morte do tutor, um senhor de 79 anos. Gore Zhdanov deixou seus bens em Novosibirsk, na Rússia, para a família, assim como o animal.
Mas os parentes começaram a brigar durante a divisão da herança, então o animal ficou encarregado de guardar a casa de ladrões e vândalos. Ele tinha o necessário apenas para sobreviver, com o acesso a uma pequena varanda, mas todos se recusaram a cuidar dele.
Quando finalmente resolveram vender a casa e o cachorro, ele estava em um estado deplorável após tanto tempo de maus-tratos. Tinha feridas e pus por todo o corpo, que levaram horas para serem tratados. Vitaly Kornilova, que ajudou no resgate, disse que o cão “mal podia andar”. “Os parentes nos chamaram para levá-lo embora porque tinham decidido vender tudo depois que o inventário ficou pronto.”
Os familiares nem se preocuparam em saber qual era o nome do bicho, então agora lhe deram o nome de Cocos. Segundo ela, cem sacolas de lixo ficaram cheias com o pelo maltratado do pastor inglês. “Depois também fizemos uma limpeza geral em seus dentes.”
Ele vai se recuperar na casa de uma tratadora chamada Elena Rivvo, especializada nessa raça de animal, onde recebe uma dieta especial de vitaminas.
Fonte: Notícias UOL
FICA A DICA
Ter um animal de estimação ajuda as crianças autistas a se tornarem mais sociáveis e a melhorar suas relações sociais.
Foi o que concluiu um estudo feito por Gretchen Carlisle, cientista do Centro de Pesquisa para a Interação Humana-Animal da Faculdade de Medicina Universidade de Missouri, nos EUA.
A pesquisa analisou 70 famílias com crianças ou jovens autistas com idades entre os 8 e os 18 anos.
De acordo com a pesquisadora, cerca de 70% das famílias que participaram no estudo tinham cães e perto de metade vivia com gatos. Outros tinham peixes, roedores, coelhos, répteis, pássaros e até aranhas.
"Quando comparei as relações sociais das crianças autistas que viviam com cães, com as que não tinham um amigo de quatro patas, as do primeiro grupo apresentaram um melhor desempenho", afirma Carlisle.
Segundo ela "as crianças que tinham em casa qualquer tipo de animal disseram ter mais facilidade em apresentar-se aos outros, pedir informações ou responder perguntas".
O estudo foi publicado recentemente na revista científica Journal of Autism and Developmental Disorders.
Segundo ela "as crianças que tinham em casa qualquer tipo de animal disseram ter mais facilidade em apresentar-se aos outros, pedir informações ou responder perguntas".
O estudo foi publicado recentemente na revista científica Journal of Autism and Developmental Disorders.
Os animais
Segundo Carlisle, os animais servem como "lubrificantes sociais", isto é, quando estão presentes numa sala de aula, ajudam as crianças a se comunicar mais entre si, um efeito que se estende aos autistas e que pode explicar o aumento da assertividade das que vivem com um animal.
"Quando uma criança com deficiência sai à rua acompanhada de um cão-guia, outras crianças param para falar com ela. As crianças com autismo têm dificuldades em interagir com os outros, mas se houver um animal em casa com o qual têm uma ligação e um visitante lhes fizer perguntas, têm maior probabilidade de responder", esclarece.
O estudo concluiu, também, que as competências sociais das crianças aumentavam progressivamente com o aumento do período de tempo de convivência com o animal.
Além disso, os jovens disseram ter relações mais próximas com os cães de pequeno porte.
Além disso, os jovens disseram ter relações mais próximas com os cães de pequeno porte.
"Descobrir que as crianças com autismo estabelecem uma ligação mais forte com cães menores e que os pais relatam boas relações entre as crianças e outros animais, como os gatos ou os coelhos, é uma evidência de que outro tipo de animal pode, além do cão, ser benéfico para estas crianças", realça Carlisle.
Isto significa que "os cães são bons companheiros para certas crianças autistas, mas podem não ser a melhor opção para todas elas".
"As crianças com autismo têm uma personalidade única e outros animais podem ser tão, ou mais benéficos que os cães", finaliza a pesquisadora.
"As crianças com autismo têm uma personalidade única e outros animais podem ser tão, ou mais benéficos que os cães", finaliza a pesquisadora.
ALTRUÍSMO
Ele também é dono de um outro cão que perdeu um olho. "O meu objetivo na vida é adotar vários cães abandonados", revelou.
Com informações da CBSNews
Foto: reprodução/CBS
Um jovem ganhou 500 dólares, cerca de 1.300 reais em uma raspadinha e usou todo o dinheiro do prêmio para ajudar o abrigo de animais da cidade onde vive.
Foi uma forma de agradecer ao abrigo, onde ele resgatou um dos seus cães há três anos.
Foi uma forma de agradecer ao abrigo, onde ele resgatou um dos seus cães há três anos.
O norte-americano Bryce Vucekovich, de 27 anos, surpreendeu, os trabalhadores dos Dallas Animal Services, no estado do Texas, EUA, quando chegou com um camião cheio de alimentos, areia e outros produtos necessários cuidar dos cães e gatos que vivem lá.
"Sempre disse a mim mesmo que, se alguma vez ganhasse uma quantia inesperada de dinheiro, o doaria [aos animais]", contou o jovem em entrevista à CBS News.
Ele confessou que a inspiração para este gesto altruísta surgiu depois de ter ido àquele mesmo abrigo buscar o seu cão Fred, de apenas três patas.
Ele confessou que a inspiração para este gesto altruísta surgiu depois de ter ido àquele mesmo abrigo buscar o seu cão Fred, de apenas três patas.
"Acho que ninguém quer adotar um cão com três patas, mas eu o escolhi imediatamente", recordou Vucekovich.
Adoção
Adoção
Ele também é dono de um outro cão que perdeu um olho. "O meu objetivo na vida é adotar vários cães abandonados", revelou.
Segundo o rapaz, o abrigo acolhe "um grande número de animais", uma realidade "que não pode ser fácil de gerir".
A doação foi recebida no mês passado com grande alegria pelos responsáveis, que cuidam de mais de 600 animais à espera de uma família.
Teresa Cleek, gestora do centro, disse à CBS que o altruísmo de Vucekovich "aqueceu o coração" de todos.
Teresa Cleek, gestora do centro, disse à CBS que o altruísmo de Vucekovich "aqueceu o coração" de todos.
Com informações da CBSNews
CAMPANHA
O Instituto NEX, organização não
governamental com sede na cidade de Corumbá de Goiás, Estado de Goiás, que luta
pela preservação dos felinos brasileiros ameaçados de extinção, lançou uma
campanha de financiamento coletivo para adquirir equipamento para monitorar
Xangô, uma onça-pintada (Panthera onça) melânica de vida livre, que costuma visitar os
animais da sede da entidade.
O objetivo da campanha, realizada em conjunto com a ONG Associação Guardiões do Cerrado (AGC), é adquirir R$ 4.000,00 (quatro mil Reais), que serão utilizados para a compra da Antena VHF com receptor, possibilitando assim a coleta de dados da coleira de monitoramento (já comprada e colocada no animal). Para doar, basta acessar o site: www.catarse.me/pt/xango, e escolher uma opção (de R$ 15,00 a R$ 1.000,00). Os participantes ganham brindes, como camisetas e visitas ao Instituto.
Xangô – Os felinos que vivem no NEX são vítimas da ação do homem e com um triste histórico de violência e abusos. São onças que ficaram órfãs após terem seus pais assassinados por caçadores, felinos silvestres criados irresponsavelmente como animais de estimação e animais vítimas de traficantes e fazendeiros e, por isso, não poderão retornar à natureza. O protagonista desta história, no entanto, tem uma história diferente. Xangô é um macho adulto, de vida livre, que surpreendeu a todos ao visitar os animais do instituto.
A primeira pista de sua existência foi a marca de suas patas no concreto fresco após uma reforma próxima a um recinto. Depois foram instaladas câmeras que flagraram algumas visitas. Xangô foi então atraído à uma armadilha, onde foi sedado para passar por exames e receber uma coleira com GPS que transmite a localização do animal, evitando assim possíveis conflitos e riscos ao animal e moradores da região.
O objetivo da campanha, realizada em conjunto com a ONG Associação Guardiões do Cerrado (AGC), é adquirir R$ 4.000,00 (quatro mil Reais), que serão utilizados para a compra da Antena VHF com receptor, possibilitando assim a coleta de dados da coleira de monitoramento (já comprada e colocada no animal). Para doar, basta acessar o site: www.catarse.me/pt/xango, e escolher uma opção (de R$ 15,00 a R$ 1.000,00). Os participantes ganham brindes, como camisetas e visitas ao Instituto.
Xangô – Os felinos que vivem no NEX são vítimas da ação do homem e com um triste histórico de violência e abusos. São onças que ficaram órfãs após terem seus pais assassinados por caçadores, felinos silvestres criados irresponsavelmente como animais de estimação e animais vítimas de traficantes e fazendeiros e, por isso, não poderão retornar à natureza. O protagonista desta história, no entanto, tem uma história diferente. Xangô é um macho adulto, de vida livre, que surpreendeu a todos ao visitar os animais do instituto.
A primeira pista de sua existência foi a marca de suas patas no concreto fresco após uma reforma próxima a um recinto. Depois foram instaladas câmeras que flagraram algumas visitas. Xangô foi então atraído à uma armadilha, onde foi sedado para passar por exames e receber uma coleira com GPS que transmite a localização do animal, evitando assim possíveis conflitos e riscos ao animal e moradores da região.
A FEIPET, Feira de Negócios para Animais de Estimação, realiza sua terceira edição em abril de 2015, e a principal novidade será o primeiro simpósio sul-brasileiro de medicina veterinária pet. A programação, voltada para médicos veterinários, ocorrerá paralelamente à feira e contará com três minicursos e nove palestras. O evento, que ocorre nos dias 25, 26 e 27, tem início às 13h e término às 20h, no Centro de Eventos e Negócios Fenac, na cidade de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul.
Os veterinários palestrantes já confirmados são M. V. Vera Lúcia Machado da Silva, sobre processos éticos em clínicas veterinárias, Prof. Dr. Álan Gomes Pöppl, geriatria, M. V. Ceres Berger Faraco, comportamento animal, M.V. Eduardo Maschka Lucas, tendências e oportunidades do mercado, M.V. Gleide Marsicano, primeiros socorros em silvestres. Entre os minicursos, a Dra. Vivian Pignone e Prof. Dr.Rafael Ferreira, irão abordar os temas odontologia e dermatologia, respectivamente. Mais palestrantes serão divulgados em breve.
A entrada para visitação da feira é gratuita e exclusivamente para profissionais da área pet. Não é permitida a entrada de menores de 14 anos e de animais que não sejam cadastrados por expositores, groomers ou palestrantes do evento.
A realização do evento é da MV Trevisan, promotora da FEIPET, em parceria com o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) e com o Laboratório Virbac.
Para participação no simpósio é necessário inscrição antecipada. Mais informações serão divulgadas no site da FEIPET (www.feipet.com.br).
Os veterinários palestrantes já confirmados são M. V. Vera Lúcia Machado da Silva, sobre processos éticos em clínicas veterinárias, Prof. Dr. Álan Gomes Pöppl, geriatria, M. V. Ceres Berger Faraco, comportamento animal, M.V. Eduardo Maschka Lucas, tendências e oportunidades do mercado, M.V. Gleide Marsicano, primeiros socorros em silvestres. Entre os minicursos, a Dra. Vivian Pignone e Prof. Dr.Rafael Ferreira, irão abordar os temas odontologia e dermatologia, respectivamente. Mais palestrantes serão divulgados em breve.
A entrada para visitação da feira é gratuita e exclusivamente para profissionais da área pet. Não é permitida a entrada de menores de 14 anos e de animais que não sejam cadastrados por expositores, groomers ou palestrantes do evento.
A realização do evento é da MV Trevisan, promotora da FEIPET, em parceria com o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) e com o Laboratório Virbac.
Para participação no simpósio é necessário inscrição antecipada. Mais informações serão divulgadas no site da FEIPET (www.feipet.com.br).
Garoto de 9 anos conseguiu doações pela internet e hoje acolhe e cuida de cachorros de rua nas Filipinas. O pequeno Ken, com apenas 9 anos de idade, notando o sofrimento dos cães de rua Blackie, Brownie e White Puppy, na região sul das Filipinas, resolveu abrigá-los na garagem da própria casa. O desejo de ajudar animais abandonados era antigo. Ele sempre dizia ao pai, Kay, que sonhava em construir um abrigo para cuidar dos bichos. A resposta era: "vai levar uns 20 anos para você levantar essa verba, filho”.
No entanto, graças aos
benefícios e popularidade das redes sociais, fotos do abrigo foram postadas e,
em pouco tempo, se tornaram virais – o que resultou em um grande número de
doações em prol da saúde dos cães e da construção do canil.
No período de um ano, o
menino criou o "The Happy Animals Club” (Clube dos Animais Felizes, em
português). Ao levar os três pets para a casa, Ken recebeu a ajuda de seu pai e
dos internautas comprando ração e tratando problemas de sarna e peso nos bichos
em apenas dois meses. Com a quantia arrecadada, Ken alugou um terreno para
construir o abrigo de 1.000 metros quadrados, utilizando US$1.500 – cerca de
R$3.300 que recebeu das doações.
Infelizmente, ainda não é
possível cuidar de mais cães, pois não há renda suficiente para a alimentação e
assistência veterinária. Porém, o otimismo de Ken acredita que logo mais
doadores irão ajudar e que será possível proteger outros animais. A principal
meta é receber os cães de rua, cuidar deles e doá-los para
famílias da região.
O amor pelos bichos e a
generosidade do menino podem e devem servir como inspiração para iniciativas
que irão transformar a vida de milhares de cães abandonados no mundo todo, além
de fortalecer o incentivo da adoção de cães. Esse tipo de exemplo mostra como a
internet pode ser uma ferramenta social importantíssima desde que utilizada de
maneira correta.
CRUELDADE ABSURDA!
Animal ficava acorrentado 24 horas e comia plástico para encher o estômago. A história parece inacreditável tamanha a crueldade envolvida. Um elefante indiano foi resgatado por uma organização de defesa dos animais após 50 anos sofrendo maus tratos. A entidade não aceitava aquela situação e montou uma operação arriscada para libertá-lo. Conheça a história de Raju.
Animal ficava acorrentado 24 horas e comia plástico para encher o estômago. A história parece inacreditável tamanha a crueldade envolvida. Um elefante indiano foi resgatado por uma organização de defesa dos animais após 50 anos sofrendo maus tratos. A entidade não aceitava aquela situação e montou uma operação arriscada para libertá-lo. Conheça a história de Raju.
Raju foi rejeitado pela mãe ainda
filhote. Desde então, ele foi jogado de um proprietário a outro, até terminar
em situação lastimável maus tratos O elefante era usado para conseguir
dinheiro de turistas na Índia e passava 24 horas acorrentado. As correntes
estavam perfurando a pele do animal gigante.
Membros da organização SOS-UK foram no
meio da noite liberar o animal a qualquer custo. O dono do elefante tentou
impedir a operação e chegou a dar comandos de ataque. Mas voluntários se
mantiveram firmes no propósito. Raju estava fraco demais. Ele chegou a comer
plástico e outros objetos para encher seu estômago
Ao perceber que estava sendo libertado,
membros da equipe de resgate contaram que o animal começou a chorar. "As
lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju. Algumas, sem dúvida, foram
devido à dor, mas ele também parecia sentir que a mudança estava por vir. Ele
sentiu esperança pela primeira vez ", disse um deles em entrevistas à
agência Presspeople
Após o resgate, o animal foi
levado para um santuário na cidade indiana de Mathura, onde vai viver em
liberdade. Quando chegou ao local, o animal estava tão exausto que quase não
conseguia se mover. Mas, com o tempo, ele foi se recuperando. Olha como a
expressão do elefante melhorou.
Fonte: R7
DICAS DO DIA...
Com a chegada do período de férias, muitos tutores vêem uma boa oportunidade de acabar com o sedentarismo, praticando corridas e caminhadas, ao lado de seus cães. Mas assim como os seres humanos, estes animais também precisam de cuidados especiais na hora de praticar exercícios mais intensos, quando não estão habituados ou possuem alguma limitação física.
“Cães sedentários, obesos ou idosos, por exemplo, também ficam muito animados quando são levados para passear. Contudo, animais com este perfil não têm o hábito de praticar atividades físicas de maneira mais frequente e intensa.
Por isso, os tutores precisam tomar cuidado, já que existe o risco de que eles desenvolvam lesões, problemas de coluna e até alterações cardíacas ou respiratórias, caso excedam os seus próprios limites, durante corridas ou caminhadas”, explica a veterinária, Andréia Lordelo Uesugui.
Para que a prática de exercícios seja segura para os cães, a veterinária explica que é importante ir aos poucos e tomar alguns cuidados importantes com os animais. “Para correr ou apenas caminhar com os cães, o melhor é sempre escolher horários menos ensolarados do dia.
Diferentemente de nós, eles não possuem glândulas sudoríparas e não suam. Por isso, cães de todos os tipos sempre ficam exaustos e ofegantes, depois de ficar muito tempo embaixo do sol”, explica a veterinária. “Além disso, os animais podem ter queimaduras nas patas por causa do asfalto quente.”
Idosos
Cães com idade a partir dos sete anos precisam mais ainda de cuidados. Idosos, muitos deles costumam apresentar alterações cardíacas e graus elevados de problemas de coluna e articulares como displasia coxo-femoral. “Os exercícios físicos são importantes para a saúde de cães de todas as idades”, explica Andréia. “Porém, quando ficam idosos, o recomendado é que os seus tutores diminuam o ritmo de corridas ou caminhadas e encurtem a distância dos trajetos a serem percorridos, à medida que os animais forem se cansando.”
Obesos e sedentários
Animais obesos e sedentários, também precisam fazer exercícios em um ritmo mais lento. Embora necessitem de atividades físicas para perder peso e entrar em forma, muitos correm o mesmo risco de sofrer com problemas cardiovasculares que os idosos, além de também apresentarem maior propensão a sofrer distensões musculares e ruptura de ligamentos das pernas.
“Ao menos no início, a rotina de exercícios dos cães com esse perfil precisa seguir em um ritmo mais lento. Conforme entrarem em forma, os tutores podem intensificar a prática de atividades físicas com eles”, acrescenta a veterinária da Pet Center Marginal.
Confira algumas dicas para fazer um passeio seguro com o seu cão:
- Antes de sair com o animal, é importante que você e o cão bebam bastante água. Contudo, é recomendável que os animais ingiram o líquido em pequenas quantidades. Beber muita água, de uma vez só, pode desencadear torções gástricas nos animais, principalmente nos de grande porte.
- Para ditar o ritmo da caminhada ou da corrida, o tutor deve conduzir o cão corretamente. Para isso, é preciso levá-lo sempre do lado esquerdo sem deixar que ele te arraste. Isso evita má postura na coluna, quando estiver conduzindo o animal.
- Outra opção é levar o cão com guias extensoras. Elas permitem mais mobilidade. No entanto, são recomendadas apenas quando o animal já está acostumado a acompanhar o tutor.
- Também é preciso respeitar o tempo do cão nos passeios. Não adianta ficar dando tranco na coleira, quando ele parar e cheirar alguma coisa. É o mesmo que alguém nos puxar, enquanto paramos para ver uma vitrine, por exemplo. Para os cães, o passeio tem que ser um momento de lazer e não de estresse.
- Sempre que o cão demonstrar cansaço e quiser parar, respeite. Deixe-o descansar e ofereça água. Procure um veterinário, caso ele se canse muito depressa.
- Ao final de cada passeio, recompense o cão, dando a ele um biscoito canino ou um brinquedo. Isso fará com que ele seja mais obediente, já que aprenderá a esperar por um “prêmio” ao final de cada passeio.
Fonte: Bonde
ADOÇÃO
Na Inglaterra, um cachorro não consegue um novo lar porque não abana o rabo para as pessoas que visitam o abrigo. O motivo? A equipe do Battersea Dogs & Cats Home acredita que seja por medo e timidez.
O cão Gizmo não abana o rabo para os visitantes porque é muito tímido. (Foto: Reprodução / Metro UK)
Gizmo, que é da raça Staffordshire Bull Terrier e tem 6 anos, mora no abrigo há 5 meses. Ele tem muito medo de trânsito, do escuro e da chuva.
Por não abanar o rabo e nem demonstrar empolgação com os visitantes, Gizmo nunca é escolhido para ser adotado, porque os outros cachorros costumam pular de felicidade quando vêem as pessoas.
O cachorro é amoroso.
Sarah Parkinson, assistente de adoção, se apaixonou por Gizmo e leva o cão para dormir em sua casa todas as noites. Mas assim que volta ao abrigo e vê o canil, ele começa a chorar. Ela afirma que o cão é carinhoso, mas o problema é que ele é muito assustado.
Ele foi resgatado das ruas de Londres em julho e ninguém sabe ao certo o que ele enfrentou para ter tanto receio de certas coisas e pessoas.
A esperança é que com a história de Gizmo sendo divulgada na Internet, as pessoas percebam que ele tem medo, mas ganhando sua confiança ele vai demonstrar todo seu amor.
O medo faz com que ele não consiga ser adotado.
Fonte: Portal do Dog
