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DECLÍNIO

Foto: Reprodução Internet O foie gras, considerado até hoje uma iguaria culinária, tem perdido rapidamente seu espaço de legitimidade política e amargado várias derrotas. Mesmo na França, sua fortaleza, a tendência é o declínio do consumo do produto.  “Foie gras” significa fígado gordo, em francês. O patê é produzido através da superalimentação forçada de patos e gansos, que desenvolvem fígados enormes e gordurosos.  De acordo com uma pesquisa da OpinionWay encomendada pelo grupo francês de defesa animal L214, 47% dos entrevistados se declarara a favor da proibição da alimentação forçada na produção do foie gras, chegando a 56% entre as mulheres e 51% entre os jovens. A pesquisa foi realizada em dezembro de 2014 e constatou um aumento de 3% na visão negativa da prática em relação à pesquisa anterior, realizada em 2013.  Mais animador são os 29% dos entrevistados que declararam que se recusam a comprar foie gras por motivos éticos ligados aos animais, um aumento de 10% em relação a 2009, mas estável em relação à pesquisa de 2013.  Em 2013, o consumo total de foie gras na França diminuiu 3% e o volume de compra por residência diminuiu 5,6%, constituindo o terceiro ano consecutivo de baixa.  A porta-voz da L214, Brigitte Gothière, afirma que “depois de 3 anos, apesar das fortes campanhas publicitárias, o consumo francês de foie gras caiu. A pesquisa mostra que quase uma pessoa a cada três se recusa a comprar foie gras por questões éticas. Mesmo na França, o número de pessoas favoráveis à proibição da alimentação forçada aumenta; será inevitável com o tempo.”  “Eu acredito que a alimentação forçada de patos e gansos, tal como se pratica para a produção do foie gras, constitui abuso aos animais”, afirmou Dan Jørgensen, ministro da agricultura da Dinamarca.  Em dezembro, vários eurodeputados reagiram à presença do patê no menu de um jantar oferecido aos eleitos do Parlamento Europeu em Bruxelas. Representantes holandeses, dinamarqueses, eslovenos e ingleses escreveram ao presidente da casa, Martin Schultz, para solicitar que o prato não fosse mais oferecido.
Foto: Reprodução Internet
O foie gras, considerado até hoje uma iguaria culinária, tem perdido rapidamente seu espaço de legitimidade política e amargado várias derrotas. Mesmo na França, sua fortaleza, a tendência é o declínio do consumo do produto.
“Foie gras” significa fígado gordo, em francês. O patê é produzido através da superalimentação forçada de patos e gansos, que desenvolvem fígados enormes e gordurosos.
De acordo com uma pesquisa da OpinionWay encomendada pelo grupo francês de defesa animal L214, 47% dos entrevistados se declarara a favor da proibição da alimentação forçada na produção do foie gras, chegando a 56% entre as mulheres e 51% entre os jovens. A pesquisa foi realizada em dezembro de 2014 e constatou um aumento de 3% na visão negativa da prática em relação à pesquisa anterior, realizada em 2013.
Mais animador são os 29% dos entrevistados que declararam que se recusam a comprar foie gras por motivos éticos ligados aos animais, um aumento de 10% em relação a 2009, mas estável em relação à pesquisa de 2013.
Em 2013, o consumo total de foie gras na França diminuiu 3% e o volume de compra por residência diminuiu 5,6%, constituindo o terceiro ano consecutivo de baixa.
A porta-voz da L214, Brigitte Gothière, afirma que “depois de 3 anos, apesar das fortes campanhas publicitárias, o consumo francês de foie gras caiu. A pesquisa mostra que quase uma pessoa a cada três se recusa a comprar foie gras por questões éticas. Mesmo na França, o número de pessoas favoráveis à proibição da alimentação forçada aumenta; será inevitável com o tempo.”
“Eu acredito que a alimentação forçada de patos e gansos, tal como se pratica para a produção do foie gras, constitui abuso aos animais”, afirmou Dan Jørgensen, ministro da agricultura da Dinamarca.
Em dezembro, vários eurodeputados reagiram à presença do patê no menu de um jantar oferecido aos eleitos do Parlamento Europeu em Bruxelas. Representantes holandeses, dinamarqueses, eslovenos e ingleses escreveram ao presidente da casa, Martin Schultz, para solicitar que o prato não fosse mais oferecido.

O consumo de foie gras está em baixa na França e na Europa

"ATO DE INDISCIPLINA"


Funcionário denunciou crueldade contra bezerros"ATO DE INDISCIPLINA"  Funcionário denunciou crueldade contra bezerros (Foto: Isaac Soares de Souza/arquivo pessoal) Funcionário denunciou crueldade contra bezerros (Foto: Isaac Soares de Souza/arquivo pessoal)  O servidor municipal que denunciou o assassinato cruel de animais no Parque Ecológico de São Carlos (SP), em 2013, foi demitido por justa causa. A decisão publicada no Diário Oficial do Município no sábado (21) informa que o desligamento ocorreu após atos de indisciplina. O advogado do ex-funcionário informou nesta terça-feira (24) que entrará com um processo trabalhista contra a Prefeitura. Já a assessoria de imprensa da administração municipal informou que a decisão foi tomada dentro da lei.  O texto publicado no Diário Oficial diz que o servidor Isaac Soares de Souza, de 54 anos, foi desligado na sexta-feira (20) após infringir a Consolidação das Leis de Trabalho e o Código de Ética do Servidor Público Municipal. A explicação para a exoneração foi de que o servidor cometeu ato de indisciplina ou de insubordinação e lesivo a honra contra o empregador. Em 2013, ele enviou um vídeo que mostrava um bezerro sendo morto com uma marretada na cabeça e uma facada no coração. Depois de mortos, os animais eram pendurados no Parque Ecológico para fazer a sangria.  Para o advogado Flávio Lazarotto, Soares foi demitido porque a administração municipal considerou que a denúncia era falsa e que teria prejudicado a imagem do Parque Ecológico.  “Isso não corresponde aos fatos. Ele fez uma denuncia que é tão verdadeira que o Ministério Público abriu um inquérito”, disse.  Foto: Reprodução Foto: Reprodução  Processos  O advogado ressaltou ainda Soares sofreu um processo administrativo, mas nenhuma testemunha foi ouvida. “Ele já havia passado por outro processo pelo mesmo motivo, o que não pode haver”, explicou.  Lazarotto disse que será aberto um processo trabalhista contra a administração municipal. Ele afirmou que seu cliente sofreu perseguição após as denuncias e que a intenção sempre foi demiti-lo.  “No primeiro processo, ele foi suspenso por 10 dias e a intenção era prejudicar o estágio probatório dele e assim demiti-lo. Na avaliação em 2012 o resultado ficou acima da média e quando foi fazer outra em 2014 eles tinham reavaliado a primeira avaliação e modificado o resultado para uma pontuação abaixo. Como é feita a média de todos os resultados, queriam que ele não atingisse a média para poder ser demitido”, contou. A Prefeitura não comentou o caso.  Caso  Isaac Soares denunciou em maio de 2013 a matança recorrente de gado de forma cruel no Parque Ecológico, com o objetivo de alimentar outros animais. Na época, a Prefeitura admitiu que a matança ocorria, mas disse que já havia determinado a suspensão da atividade no local.  Segundo o ex-servidor, a matança ocorria com frequência e que a morte dos bezerros era necessária para subsistência de outras espécies, como onças e outros animais, já que a carne servia de alimento. Ele afirmou, entretanto, que método usado era criminoso e que o correto seria comprar a carne preparada.  Em junho, o promotor de São Carlos Sérgio Domingos de Oliveira abriu inquérito para apurar as denúncias. Segundo ele, o vídeo e outras denúncias sobre a matança no local foram protocolados no MP.  Um inquérito policial e abertura de uma sindicância administrativa na Prefeitura também foram requisitados pelo promotor na época.  Suspensão  Souza foi afastado do trabalho por 30 dias pela Prefeitura em julho de 2013. A corregedoria da da administração municipal informou que tomou a medida preventivamente sem prejuízo de remuneração, para preservar a integridade do funcionário devido a problemas de relacionamento.  Na ocisão, Souza afirmou que o afastamento ocorreu após ele ter prestado uma queixa por intimidação no local de trabalho. “Quase fui agredido por um funcionário do parque que não gostou da denúncia e para evitar que isso acontecesse novamente prestei queixa na ouvidoria da Prefeitura”, disse o tratador.  Fonte: G1
Funcionário denunciou crueldade contra bezerros
(Foto: Isaac Soares de Souza/arquivo pessoal)
O servidor municipal que denunciou o assassinato cruel de animais no Parque Ecológico de São Carlos (SP), em 2013, foi demitido por justa causa. A decisão publicada no Diário Oficial do Município no sábado (21) informa que o desligamento ocorreu após atos de indisciplina. O advogado do ex-funcionário informou nesta terça-feira (24) que entrará com um processo trabalhista contra a Prefeitura. Já a assessoria de imprensa da administração municipal informou que a decisão foi tomada dentro da lei.
O texto publicado no Diário Oficial diz que o servidor Isaac Soares de Souza, de 54 anos, foi desligado na sexta-feira (20) após infringir a Consolidação das Leis de Trabalho e o Código de Ética do Servidor Público Municipal. A explicação para a exoneração foi de que o servidor cometeu ato de indisciplina ou de insubordinação e lesivo a honra contra o empregador. Em 2013, ele enviou um vídeo que mostrava um bezerro sendo morto com uma marretada na cabeça e uma facada no coração. Depois de mortos, os animais eram pendurados no Parque Ecológico para fazer a sangria.
Para o advogado Flávio Lazarotto, Soares foi demitido porque a administração municipal considerou que a denúncia era falsa e que teria prejudicado a imagem do Parque Ecológico.
“Isso não corresponde aos fatos. Ele fez uma denuncia que é tão verdadeira que o Ministério Público abriu um inquérito”, disse.
"ATO DE INDISCIPLINA"  Funcionário denunciou crueldade contra bezerros (Foto: Isaac Soares de Souza/arquivo pessoal) Funcionário denunciou crueldade contra bezerros (Foto: Isaac Soares de Souza/arquivo pessoal)  O servidor municipal que denunciou o assassinato cruel de animais no Parque Ecológico de São Carlos (SP), em 2013, foi demitido por justa causa. A decisão publicada no Diário Oficial do Município no sábado (21) informa que o desligamento ocorreu após atos de indisciplina. O advogado do ex-funcionário informou nesta terça-feira (24) que entrará com um processo trabalhista contra a Prefeitura. Já a assessoria de imprensa da administração municipal informou que a decisão foi tomada dentro da lei.  O texto publicado no Diário Oficial diz que o servidor Isaac Soares de Souza, de 54 anos, foi desligado na sexta-feira (20) após infringir a Consolidação das Leis de Trabalho e o Código de Ética do Servidor Público Municipal. A explicação para a exoneração foi de que o servidor cometeu ato de indisciplina ou de insubordinação e lesivo a honra contra o empregador. Em 2013, ele enviou um vídeo que mostrava um bezerro sendo morto com uma marretada na cabeça e uma facada no coração. Depois de mortos, os animais eram pendurados no Parque Ecológico para fazer a sangria.  Para o advogado Flávio Lazarotto, Soares foi demitido porque a administração municipal considerou que a denúncia era falsa e que teria prejudicado a imagem do Parque Ecológico.  “Isso não corresponde aos fatos. Ele fez uma denuncia que é tão verdadeira que o Ministério Público abriu um inquérito”, disse.  Foto: Reprodução Foto: Reprodução  Processos  O advogado ressaltou ainda Soares sofreu um processo administrativo, mas nenhuma testemunha foi ouvida. “Ele já havia passado por outro processo pelo mesmo motivo, o que não pode haver”, explicou.  Lazarotto disse que será aberto um processo trabalhista contra a administração municipal. Ele afirmou que seu cliente sofreu perseguição após as denuncias e que a intenção sempre foi demiti-lo.  “No primeiro processo, ele foi suspenso por 10 dias e a intenção era prejudicar o estágio probatório dele e assim demiti-lo. Na avaliação em 2012 o resultado ficou acima da média e quando foi fazer outra em 2014 eles tinham reavaliado a primeira avaliação e modificado o resultado para uma pontuação abaixo. Como é feita a média de todos os resultados, queriam que ele não atingisse a média para poder ser demitido”, contou. A Prefeitura não comentou o caso.  Caso  Isaac Soares denunciou em maio de 2013 a matança recorrente de gado de forma cruel no Parque Ecológico, com o objetivo de alimentar outros animais. Na época, a Prefeitura admitiu que a matança ocorria, mas disse que já havia determinado a suspensão da atividade no local.  Segundo o ex-servidor, a matança ocorria com frequência e que a morte dos bezerros era necessária para subsistência de outras espécies, como onças e outros animais, já que a carne servia de alimento. Ele afirmou, entretanto, que método usado era criminoso e que o correto seria comprar a carne preparada.  Em junho, o promotor de São Carlos Sérgio Domingos de Oliveira abriu inquérito para apurar as denúncias. Segundo ele, o vídeo e outras denúncias sobre a matança no local foram protocolados no MP.  Um inquérito policial e abertura de uma sindicância administrativa na Prefeitura também foram requisitados pelo promotor na época.  Suspensão  Souza foi afastado do trabalho por 30 dias pela Prefeitura em julho de 2013. A corregedoria da da administração municipal informou que tomou a medida preventivamente sem prejuízo de remuneração, para preservar a integridade do funcionário devido a problemas de relacionamento.  Na ocisão, Souza afirmou que o afastamento ocorreu após ele ter prestado uma queixa por intimidação no local de trabalho. “Quase fui agredido por um funcionário do parque que não gostou da denúncia e para evitar que isso acontecesse novamente prestei queixa na ouvidoria da Prefeitura”, disse o tratador.  Fonte: G1
Foto: Reprodução
Processos
O advogado ressaltou ainda Soares sofreu um processo administrativo, mas nenhuma testemunha foi ouvida. “Ele já havia passado por outro processo pelo mesmo motivo, o que não pode haver”, explicou.
Lazarotto disse que será aberto um processo trabalhista contra a administração municipal. Ele afirmou que seu cliente sofreu perseguição após as denuncias e que a intenção sempre foi demiti-lo.
“No primeiro processo, ele foi suspenso por 10 dias e a intenção era prejudicar o estágio probatório dele e assim demiti-lo. Na avaliação em 2012 o resultado ficou acima da média e quando foi fazer outra em 2014 eles tinham reavaliado a primeira avaliação e modificado o resultado para uma pontuação abaixo. Como é feita a média de todos os resultados, queriam que ele não atingisse a média para poder ser demitido”, contou. A Prefeitura não comentou o caso.
Caso
Isaac Soares denunciou em maio de 2013 a matança recorrente de gado de forma cruel no Parque Ecológico, com o objetivo de alimentar outros animais. Na época, a Prefeitura admitiu que a matança ocorria, mas disse que já havia determinado a suspensão da atividade no local.
Segundo o ex-servidor, a matança ocorria com frequência e que a morte dos bezerros era necessária para subsistência de outras espécies, como onças e outros animais, já que a carne servia de alimento. Ele afirmou, entretanto, que método usado era criminoso e que o correto seria comprar a carne preparada.
Em junho, o promotor de São Carlos Sérgio Domingos de Oliveira abriu inquérito para apurar as denúncias. Segundo ele, o vídeo e outras denúncias sobre a matança no local foram protocolados no MP.
Um inquérito policial e abertura de uma sindicância administrativa na Prefeitura também foram requisitados pelo promotor na época.
Suspensão
Souza foi afastado do trabalho por 30 dias pela Prefeitura em julho de 2013. A corregedoria da da administração municipal informou que tomou a medida preventivamente sem prejuízo de remuneração, para preservar a integridade do funcionário devido a problemas de relacionamento.
Na ocisão, Souza afirmou que o afastamento ocorreu após ele ter prestado uma queixa por intimidação no local de trabalho. “Quase fui agredido por um funcionário do parque que não gostou da denúncia e para evitar que isso acontecesse novamente prestei queixa na ouvidoria da Prefeitura”, disse o tratador.
Fonte: G1

RECIFE (PE)

Nesta quinta-feira, representantes de diversas entidades da sociedade civil de luta pela defesa dos animais deverão ser recebidos pela Secretaria de Governo da Prefeitura do Recife. A reunião foi agendada para as 14h30, na sede da administração municipal.  Os militantes vão se reunir na rampa de acesso do prédio e cobram da administração municipal ações da Secretaria Executiva de Direitos dos Animais (SEDA). De acordo com Goretti Queiroz, da Fundação Dentinho, desde novembro de 2013, as organizações entregaram ao prefeito Geraldo Julio uma pauta sugerindo e cobrando ações da prefeitura em relação aos animais. Em maio de 2014, a mesma pauta foi entregue ao secretário de Governo, Sileno Guedes, mas, segundo ela, nada foi feito até agora.  “Estamos querendo uma posição do prefeito em relação à Secretaria Executiva de Direitos dos Animais, que ainda não mostrou a que veio. Não temos visto agilidade em relação à nossa pauta nem a outras demandas dos animais”, disse Goretti. Entre as demandas, ela cita a castração dos aniamsi para o controle populacional dos cães e gatos; e as ações relativas aos cavalos abandonados nas ruas do Recife. “Quando um cavalo agoniza ou morre, não há um carro no município para pegar o animal”, exemplifica. Entre as entidades que integram o movimento estão o Projeto Adote um Vira Lata, Ong Savama, Movimento de Defesa do Animal de Pernambuco, Projeto Patinhas, Associação de Proteção Animal (APA), Brala (Brazucas pela Liberdade do Animal), Fundação Dentinho e Grupo Libertas.  Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Canal dos Bichos
Nesta quinta-feira, representantes de diversas entidades da sociedade civil de luta pela defesa dos animais deverão ser recebidos pela Secretaria de Governo da Prefeitura do Recife. A reunião foi agendada para as 14h30, na sede da administração municipal.
Os militantes vão se reunir na rampa de acesso do prédio e cobram da administração municipal ações da Secretaria Executiva de Direitos dos Animais (SEDA). De acordo com Goretti Queiroz, da Fundação Dentinho, desde novembro de 2013, as organizações entregaram ao prefeito Geraldo Julio uma pauta sugerindo e cobrando ações da prefeitura em relação aos animais. Em maio de 2014, a mesma pauta foi entregue ao secretário de Governo, Sileno Guedes, mas, segundo ela, nada foi feito até agora.
“Estamos querendo uma posição do prefeito em relação à Secretaria Executiva de Direitos dos Animais, que ainda não mostrou a que veio. Não temos visto agilidade em relação à nossa pauta nem a outras demandas dos animais”, disse Goretti. Entre as demandas, ela cita a castração dos aniamsi para o controle populacional dos cães e gatos; e as ações relativas aos cavalos abandonados nas ruas do Recife. “Quando um cavalo agoniza ou morre, não há um carro no município para pegar o animal”, exemplifica. Entre as entidades que integram o movimento estão o Projeto Adote um Vira Lata, Ong Savama, Movimento de Defesa do Animal de Pernambuco, Projeto Patinhas, Associação de Proteção Animal (APA), Brala (Brazucas pela Liberdade do Animal), Fundação Dentinho e Grupo Libertas.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, um cachorro mostrou que não é apenas o melhor amigo do homem e também é leal à sua companheira canina.
O pequeno dachshund Razor fez tudo que podia para alertar que sua enorme amiga Jazzy, da raça São Bernardo, estava presa numa vala cheia de lama.
O tutor dos cães, Tim Chavez, acredita que a cachorra ficou 18 horas presa na vala de irrigação após ter fugido de casa.
Um dia depois do sumiço da cadela, Razor ficou latindo sem parar tentando avisar seu tutor.
Como ele não entendeu o recado, o cão continuou latindo perto da vala até que uma pessoa que passava pelo local viu a cachorra e chamou ajuda.
O cão Razor acompanhou o resgate de sua amiga Jazzy. (Foto: Reprodução / Facebook / Corpo de Bombeiros – Belen)
O cão Razor acompanhou o resgate de sua amiga Jazzy. (Foto: Reprodução / Facebook / Corpo de Bombeiros – Belen)
Oito bombeiros fizeram o resgate de Jazzy, que estava com as patas traseiras presas na lama e isso impedia que ela conseguisse se mexer.
O cachorro Razor está sendo chamado de herói na cidade de Belen, no estado do Novo México.
Os bombeiros utilizaram os mesmos equipamentos que são usados para fazer resgate de pessoas. (Foto: Reprodução / Facebook / Corpo de Bombeiros – Belen)
Os bombeiros utilizaram os mesmos equipamentos que são usados para fazer resgate de pessoas. (Foto: Reprodução / Facebook / Corpo de Bombeiros – Belen)
 Fonte: Portal do Dog

ESTADOS UNIDOS

Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet
A Nestlé Purina está sendo processada sob acusação de que a ração Beneful levou mais de cem cães à morte ou ao desenvolvimento de doenças, segundo informações da Exame.
Oito tipos de ração Beneful causaram sangramentos internos, danos no fígado, vômitos, diarreia, perda de peso e convulsões, segundo um processo divulgado pelo site Top Class Actions.
Mais de 3.000 pessoas reclamaram sobre o produto na internet nos últimos quatro anos. As críticas incluem relatos de animais que ficaram gravemente doentes ou morreram, supostamente por conta da ração, nos Estados Unidos.
Em comunicado, o diretor de comunicação da Nestlé Purina PetCare, Bill Salzman, negou as acusações do processo. “Acreditamos que o processo não tem base, e temos a intenção de defender a marca e a nós mesmos vigorosamente.”
Segundo ele, a marca Beneful já sofreu outros dois processos recentemente, com as mesmas alegações. Mas os dois casos foram julgados improcedentes pelos tribunais.
O processo foi formalizado contra a marca de rações da Nestlé no início de fevereiro por Frank Lucido, na corte distrital do norte da Califórnia e pede US$ 5 milhões por danos.
Níveis perigosos
A ação cita a Associação para Verdade em Comida Canina, que testou a ração Beneful Original e encontrou níveis perigosos de mycotoxins, que são toxinas liberadas por fungos que aparecem em grãos. O relatório também afirma que a ração possui propilenoglicol, que poderia ser prejudicial. A Purina argumenta que o composto é seguro e aprovado pela agência americana de alimentos, FDA.
O autor do processo, Frank Lucido, disse que dois de seus cachorros morreram no quintal, sem outras razões aparentes, depois que ele comprou a ração Beneful em janeiro.
O diretor defendeu a marca, dizendo que outras rações também são alvo recorrente de críticas e falta de informação.
“As postagens online contém alegações falsas, sem suporte e enganosas, que causam preocupações e confusão aos nossos consumidores”, afirmou ele à CNN.
A Nestlé afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a ração Beneful da Purina não é mais vendida no Brasil desde 2011. Então, os consumidores brasileiros não têm contato com esta marca de ração.
Outros Casos
Não é a primeira vez que a Nestlé está envolvida em casos que comprometem a vida e a saúde de animais. Em 2012, a ANDA informou que cerca de 1.000 animais adoeceram nos Estados Unidos após a ingestão de petiscos fabricados na China.
A Purina e a Del Monte Corp – outra grande fabricante de alimentos para cães - negaram qualquer irregularidade na época das acusações. Entretanto as empresas criaram um site propondo um acordo de indenização aos que apresentassem o pedido em seu formulário.
A FDA (Federal Drug Administration), recebeu mais de 4.800 queixas de animais que adoeceram (ou morreram), depois que eles comeram petiscos produzidos na China.
Nota da Redação: Não é o primeiro escândalo no qual grandes marcas estão envolvidas. A ganância de algumas empresas faz com que animais tenham sua saúde e vida comprometidas devido à negligência na fabricação de seus produtos que contêm componentes tóxicos e prejudiciais. Infelizmente, depois das acusações, ao invés das rações passarem por fiscalizações mais rígidas, as marcas negam irregularidades e, através do pagamento de indenizações, fazem com que as mortes dos animais caiam no esquecimento.
Fonte: ANDA

DIREITO ANIMAL

Leões resgatados de diversos circos instalados pelo Peru passaram por um tratamento dentário fornecido por médicos veterinários de uma organização internacional defensora dos animais.
Na última sexta-feira (20), uma equipe de nove profissionais foi envolvida para atender o leão King, que estava em Lima, capital peruana. O felino foi sedado para que os veterinários pudessem extrair um dente em mal estado de conservação.
O leão King sedado antes da realização de procedimento dentário em Lima, no Peru (Foto: Martin Mejia/AP)
O leão King sedado antes da realização de procedimento dentário em Lima, no Peru (Foto: Martin Mejia/AP)
Ao menos nove veterinários foram chamados para o tratamento dentário (Foto: Martin Mejia/AP)
Ao menos nove veterinários foram chamados para o tratamento dentário (Foto: Martin Mejia/AP)
King foi resgatado por uma organização internacional de direitos dos animais de um circo peruano (Foto: Martin Mejia/AP)
King foi resgatado por uma organização internacional de direitos dos animais de um circo peruano (Foto: Martin Mejia/AP)
Fonte: G1

Leão resgatado de circo passa por tratamento dentário no Peru

INSEPARÁVEIS

Cão fez amizade inusitada com coruja na Alemanha (Foto: Reprodução/Facebook/Tanja Brandt)
Cão fez amizade inusitada com coruja na Alemanha (Foto: Reprodução/Facebook/Tanja Brandt)
Segundo Tanja, a coruja chamada Napoleão e o cão Ingo se tornaram amigos inseparáveis, e a ave chega a passear nas costas do amigo canino na Alemanha.
Tanja costuma fotografar seus dois animais juntos. Em sua página no Facebook, é possível acompanhar relação de amizade entre Ingo e Napoleão.
“Quando Ingo está perto de aves, especialmente de Napoleão, ele é muito afável e dócil”, disse Tanja.
Fonte: G1

EXEMPLO

Crianças brincam na escola Peck Slip Recentemente, a escola Peck Slip, da cidade de Nova York, anunciou que retirou todo os produtos de carne de seu cardápio, tornando-se a segunda escola pública da cidade a adotar a iniciativa. As informações são da Voices of Compassion.  Em 2013, a escola 244, no bairro do Queens, foi a primeira a tentar a prática, tornando seu menu livre de carnes. Mais tarde, a medida foi considerada um sucesso, com aumento de energia e das notas dos alunos.  Peck Slip (M343) só agora decidiu dar publicidade à sua decisão, mas afirma que já trabalha com o menu ovolactovegetariano desde o final de 2013.  “Nós decidimos implementar um cardápio vegetariano por causa dos benefícios de uma dieta que inclui mais legumes, verduras e cereais integrais e por causa da nossa preocupação com o impacto ambiental da produção da carne”, afirmou a diretora do colégio, Maggie Sienna. “Acaba que os pratos vegetarianos são bem gostosos também. Estamos vendo mais crianças provando grão-de-bico, arroz integral e macarrão de trigo integral. A salada de couve foi um grande sucesso”.  Localizada na parte baixa da ilha de Manhattan, Peck Slip tem 163 estudantes inscritos.
Crianças brincam na escola Peck Slip (Carl Glassman/Tribeca Trib)
Recentemente, a escola Peck Slip, da cidade de Nova York, anunciou que retirou todo os produtos de carne de seu cardápio, tornando-se a segunda escola pública da cidade a adotar a iniciativa. As informações são da Voices of Compassion.
Em 2013, a escola 244, no bairro do Queens, foi a primeira a tentar a prática, tornando seu menu livre de carnes. Mais tarde, a medida foi considerada um sucesso, com aumento de energia e das notas dos alunos.
Peck Slip (M343) só agora decidiu dar publicidade à sua decisão, mas afirma que já trabalha com o menu ovolactovegetariano desde o final de 2013.
“Nós decidimos implementar um cardápio vegetariano por causa dos benefícios de uma dieta que inclui mais legumes, verduras e cereais integrais e por causa da nossa preocupação com o impacto ambiental da produção da carne”, afirmou a diretora do colégio, Maggie Sienna. “Acaba que os pratos vegetarianos são bem gostosos também. Estamos vendo mais crianças provando grão-de-bico, arroz integral e macarrão de trigo integral. A salada de couve foi um grande sucesso”.
Localizada na parte baixa da ilha de Manhattan, Peck Slip tem 163 estudantes inscritos.

MÉXICO

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Investigações resultam em apreensão de 101 animais de zoológico particular no México – Foto: Igualdad Animal
Uma investigação promovida pelo grupo de libertação animal Igualdad Animal no México chocou a todos por revelar as precárias situações em que viviam dezenas de animais em um zoológico particular denominado “Club de los Animalitos”, propriedade privada do parlamentar mexicano Sergio Emilio Gómez Olivier(PAN). De dentro do zoológico particular do parlamentar, localizado na cidade de Tehuacan, em Puebla, os ativistas conseguiram capturar imagens da terrível situação vivida pelos prisioneiros.
A denúncia foi realizada frente à Procuradoria Federal de Proteção ao Ambiente (Profepa). A equipe da procuradoria do meio ambiente esteve no local para checar as instalações, a fim de verificar a integridade dos animais abrigados no zoológico, as condições de confinamento e a origem legal das espécies. O resultado foi a retirada de 101 animais do local para unidades de manejo para conservação de Vida Silvestre (UMA) e o zoológico acusado por superlotação e falta de tratamento digno aos animais.
Essa vitória é fruto de um trabalho investigativo do grupo mexicano da ONG Igualdad Animal, que fotografou e tornou pública a situação de 400 animais que habitavam o “Club de los Animalitos”. Nesta ocasião, o veterinário responsável do local, Eguibar Carlos Zenteno, disse que o zoológico se ausenta de qualquer comentário, pois segundo a administração do estabelecimento esta é uma questão “política”.
Na tentativa de contestar as imagens capturadas dos animais, a administração do local se manifestou dizendo: “Nós temos 30 anos de experiência de trabalho em jardins zoológicos, não há nenhum caso de abuso de animais aqui, a acusação é totalmente errada. Como é ano eleitoral, é um ataque político, portanto, nós e os animais não temos nada a fazer”.
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Organização Internacional pelos Direitos Animais revela as terríveis condições vividas por cerca de 400 animais em zoológico particular no México – Foto: Igualdad Anial
As imagens mostram os animais com distúrbios psicológicos vivendo em locais sujos e superlotados. “Se existe alguma coisa que domina naquele local é a tristeza. Você pode sentir isso quando vê os olhos vazios de todos os animais que estão lá fechados”, afirmou um dos ativistas da Igualdade Animal.
Dias antes, no mesmo país, uma leoa morreu após ter seus dentes arrancados na tentativa de torná-la um animal doméstico em uma oficina mecânica em Tlaquepaque.
A Igualdad Animal /Animal Equality é uma das maiores organizações de defesa dos direitos animais no mundo, atualmente presente na Alemanha, Espanha, India, Italia, México, Inglaterra e Venezuela. Suas investigações são respeitadas em todo o mundo e seu objetivo é sensibilizar a sociedade e conscientizá-la através de ações que promovem mudanças e incentivam a criação de leis favoráveis aos animais.
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Urso vive preso completamente fora de seu habitat – Foto: Igualdad Animal
Ajude a Igualdad Animal a continuar realizando investigações que libertam os animais. Faça uma doação e colabore com as campanhas neste link.
Assista abaixo imagens gravadas do zoológico pelos ativistas Mexicanos:


ESTÍMULO À VIOLÊNCIA

O evento é inconstitucional pelas leis brasileiras, além de explorar os animais para entretenimento humano - Foto: Divulgação ESTÍMULO À VIOLÊNCIA O evento é inconstitucional pelas leis brasileiras, além de explorar os animais para entretenimento humano - Foto: Divulgação O evento é inconstitucional pelas leis brasileiras, além de explorar os animais para entretenimento humano – Foto: Divulgação O município de Bagé no interior do Rio Grande do Sul anunciou o patrocínio, junto com a empresa de rações Royal Canin, a uma corrida de cães no município. A notícia indignou muitas pessoas e especialmente ativistas em defesa dos direitos animais.  Além da crueldade intrínseca a esse tipo de evento, a atividade envolvendo apostas é considerada ilegal conforme o Decreto-Lei 3688/41.  Não é a primeira vez que a Royal Canin se envolve em eventos incitando a violência contra animais, em 2013, a ANDA noticiou o envolvimento da marca no patrocínio de rinhas de ursos na Ucrânia. O caso denunciado pela ONG internacional FOUR PAWS ganhou repercussão no Brasil após matéria da ANDA. Na época, a organização divulgou vídeos do evento comprovando que a marca patrocinava as lutas.  Ativistas pelos direitos animais do Rio Grande do Sul acusam a administração de contravenção penal – uma infração considerada de menor potencial ofensivo mas que transgride os dispositivos estabelecidos em regulamentos, contratos ou lei e punida com pena de prisão simples, multa ou ambas.  Segundo denúncias, até um “canódromo” – local onde são realizadas as corridas de cães – foi construído com apoio do poder público em 2012.  Organizações não governamentais e protetores dos animais independentes estudam formalizar uma denúncia junto ao Ministério Público do Estado e a empresa Royal Canin dá outra vez um péssimo exemplo ao patrocinar atividades exploradoras e ilegais envolvendo animais.  Nota da Redação: A Royal Canin mostra através de suas próprias atitudes mais uma vez desrespeitar a vida animal. Mais do que aceitar ter sua marca relacionada com atividades ilegais envolvendo cães, ela investe em tais eventos. Não é a primeira vez e infelizmente pode não ser a última. Este é mais um sinal de que a empresa não está interessada em promover o bem estar dos animais, pelo contrário, é uma prova que não há conexão nenhuma da empresa com valores essenciais para o mundo de hoje: Respeito, amor e consideração dos direitos animais Este evento deve ser imediatamente cancelado pois além de ser inconstitucional é imoral em não levar em conta os cães, que não merecem viver a vida que vivem para satisfazer a falta de consciência e vício de alguns humanos.
O evento é inconstitucional pelas leis brasileiras, além de explorar os animais para entretenimento humano – Foto: Divulgação
O município de Bagé no interior do Rio Grande do Sul anunciou o patrocínio, junto com a empresa de rações Royal Canin, a uma corrida de cães no município. A notícia indignou muitas pessoas e especialmente ativistas em defesa dos direitos animais.
Além da crueldade intrínseca a esse tipo de evento, a atividade envolvendo apostas é considerada ilegal conforme o Decreto-Lei 3688/41.
Não é a primeira vez que a Royal Canin se envolve em eventos incitando a violência contra animais, em 2013, a ANDA noticiou o envolvimento da marca no patrocínio de rinhas de ursos na Ucrânia. O caso denunciado pela ONG internacional FOUR PAWS ganhou repercussão no Brasil após matéria da ANDA. Na época, a organização divulgou vídeos do evento comprovando que a marca patrocinava as lutas.
Ativistas pelos direitos animais do Rio Grande do Sul acusam a administração de contravenção penal – uma infração considerada de menor potencial ofensivo mas que transgride os dispositivos estabelecidos em regulamentos, contratos ou lei e punida com pena de prisão simples, multa ou ambas.
Segundo denúncias, até um “canódromo” – local onde são realizadas as corridas de cães – foi construído com apoio do poder público em 2012.
Organizações não governamentais e protetores dos animais independentes estudam formalizar uma denúncia junto ao Ministério Público do Estado e a empresa Royal Canin dá outra vez um péssimo exemplo ao patrocinar atividades exploradoras e ilegais envolvendo animais.
Nota da Redação: A Royal Canin mostra através de suas próprias atitudes mais uma vez desrespeitar a vida animal. Mais do que aceitar ter sua marca relacionada com atividades ilegais envolvendo cães, ela investe em tais eventos. Não é a primeira vez e infelizmente pode não ser a última. Este é mais um sinal de que a empresa não está interessada em promover o bem estar dos animais, pelo contrário, é uma prova que não há conexão nenhuma da empresa com valores essenciais para o mundo de hoje: Respeito, amor e consideração dos direitos animais Este evento deve ser imediatamente cancelado pois além de ser inconstitucional é imoral em não levar em conta os cães, que não merecem viver a vida que vivem para satisfazer a falta de consciência e vício de alguns humanos.

DENÚNCIAS

Este ano, até agora, 50 atendimentos foram realizados em Curitiba. Foto: SMCS. Dois anos após ser implantada em Curitiba, a Guarda Municipal de Proteção Animal contabiliza 2,3 mil atendimentos, a maioria relacionada a maus-tratos. A patrulha, criada em fevereiro de 2013, é uma parceria das secretarias municipais do Meio Ambiente e da Defesa Social, através da Guarda Municipal.  Este ano, até agora, 50 atendimentos foram realizados. Após receber denúncias, a equipe vai até o local verificar e, se for constatado mau-trato, o tutor pode receber autuação ou multa. Em casos mais graves, a Guarda tem atuado em conjunto com a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente para realizar apreensão do animal.  Segundo o diretor da Guarda Municipal de Curitiba, Cláudio Frederico de Carvalho, o trabalho de fiscalização funciona também como um sinalizador. “Estatísticas comprovam que as pessoas que têm tendência a agredir animais podem agredir os seus semelhantes da mesma forma. Portanto, cuidar dos animais é cuidar da sociedade”, disse.  Desde 2013, guardas municipais realizam treinamentos frequentes com equipes da Rede de Proteção Animal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Segundo Colnaghi, a maioria das ações de fiscalização, autuação e apreensão não seria possível sem a parceria e o respaldo da Guarda Municipal.  Denúncias  Colnaghi informou que, diariamente, a Rede recebe cerca de 20 denúncias pelo telefone 156, o que mostra a importância da participação da população na fiscalização. “Mas é necessário ter responsabilidade e bom senso no momento de fazer uma denúncia”, diz. Segundo ele, alguns registros recebidos são denúncias vazias que tomam tempo das equipes e nada resolvem.  Além de atendimentos a casos de maus-tratos e comércio e criação, a Guarda Municipal possui o Serviço de Apreensão de Cães Ferozes (Sacaf), que realizou mais de 1,4 mil atendimentos entre 2013 e 2014, o que resultou na apreensão de 283 animais. O serviço age em casos, por exemplo, de cães que atacam pessoas nas ruas, não sendo possível identificar seus tutores.  Fonte: Paraná Online
Este ano, até agora, 50 atendimentos foram realizados em Curitiba. Foto: SMCS.
Dois anos após ser implantada em Curitiba, a Guarda Municipal de Proteção Animal contabiliza 2,3 mil atendimentos, a maioria relacionada a maus-tratos. A patrulha, criada em fevereiro de 2013, é uma parceria das secretarias municipais do Meio Ambiente e da Defesa Social, através da Guarda Municipal.
Este ano, até agora, 50 atendimentos foram realizados. Após receber denúncias, a equipe vai até o local verificar e, se for constatado mau-trato, o tutor pode receber autuação ou multa. Em casos mais graves, a Guarda tem atuado em conjunto com a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente para realizar apreensão do animal.
Segundo o diretor da Guarda Municipal de Curitiba, Cláudio Frederico de Carvalho, o trabalho de fiscalização funciona também como um sinalizador. “Estatísticas comprovam que as pessoas que têm tendência a agredir animais podem agredir os seus semelhantes da mesma forma. Portanto, cuidar dos animais é cuidar da sociedade”, disse.
Desde 2013, guardas municipais realizam treinamentos frequentes com equipes da Rede de Proteção Animal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Segundo Colnaghi, a maioria das ações de fiscalização, autuação e apreensão não seria possível sem a parceria e o respaldo da Guarda Municipal.
Denúncias
Colnaghi informou que, diariamente, a Rede recebe cerca de 20 denúncias pelo telefone 156, o que mostra a importância da participação da população na fiscalização. “Mas é necessário ter responsabilidade e bom senso no momento de fazer uma denúncia”, diz. Segundo ele, alguns registros recebidos são denúncias vazias que tomam tempo das equipes e nada resolvem.
Além de atendimentos a casos de maus-tratos e comércio e criação, a Guarda Municipal possui o Serviço de Apreensão de Cães Ferozes (Sacaf), que realizou mais de 1,4 mil atendimentos entre 2013 e 2014, o que resultou na apreensão de 283 animais. O serviço age em casos, por exemplo, de cães que atacam pessoas nas ruas, não sendo possível identificar seus tutores.

Guarda de Proteção Animal já fez 2,3 mil atendimentos em Curitiba (PR)

GASTRONOMIA

Veg Burguer é uma das opções de junk food do restaurante (Foto: Divulgação/Vegin food)
Veg Burguer é uma das opções de junk food do restaurante (Foto: Divulgação/Vegin food)
Com poucas opções de locais especializados, uma jovem de Santos, no litoral de São Paulo, resolveu investir e montar o primeiro restaurante vegano da cidade. A ideia inicial era promover um serviço de qualidade para pessoas que, assim como ela, não consomem nenhum produto de origem animal. Os pratos são parecidos com aqueles encontrados em qualquer restaurante e tem agradado quem não está acostumado com esse tipo de comida.
Evelyn Coccia, de 23 anos, é vegetariana há quatro anos. Depois que mudou seus hábitos alimentares, começou a preparar a própria comida. “Eu sou formada em gastronomia. Como eu já tinha uma loja de cupcake, sempre trabalhei com a linha vegana, doces e salgados para festas”, disse ela. Evelyn percebia que os veganos tinham dificuldade, assim como ela, em encontrar esse tipo de comida em Santos e precisavam subir a serra para ir aos restaurantes especializados em São Paulo.
Primeiro restaurante vegano de Santos (Foto: Mariane Rossi/G1)
Primeiro restaurante vegano de Santos
(Foto: Mariane Rossi/G1)
Por isso, a jovem resolveu montar o restaurante Veginfood, que foi aberto no mesmo local da loja de cupcakes. “Uma cozinha é separada para o restaurante. Têm alguns alimentos que compramos prontos e o resto tudo a gente produz no restaurante”, explica Evelyn. O cardápio foi criado pela jovem, com várias comidas que ela fazia em casa. A ideia de Evelyn era desmistificar o conceito que veganos comem apenas legumes e saladas e preparar pratos junk e tradicionais bem saborosos.
Macarrão a bolonhesa vegano (Foto: Divulgação/Vegin food)
Macarrão a bolonhesa vegano
(Foto: Divulgação/Vegin food)
Na linha refeições, há macarrão espaguetti com bolonhesa de soja à la mama e nuggets de milho. O strogonofe de soja é acompanhado de batata palha e arroz branco. Já o bife a parmegiana também é de soja e vem com arroz e feijão. Todos por R$ 19.
Porção de salgadinhos diversos (Foto: Divulgação/Vegin food)
Porção de salgadinhos diversos
(Foto: Divulgação/Vegin food)
Os apreciadores de comida mexicana irão gostar do Taco de Chilli Beans (R$ 17) ou do Nachos com Chilli (R$ 25). Ainda há as opções junk food (R$ 22 a R$ 25), como a linha de hamburgueres que acompanham bebida de lata ou chá batido e batata frita, onions ring ou coxinhas de soja. As porções são ideais para grupos e são bem atraentes, como o pastel de tofupiry, com cebola ao shoyo (R$ 9), ou os salgadinhos sortidos (R$ 5,50), como coxinha, risoles de shimeji e risoles de palmito.
Para a sobremesa, também há várias opções. Entre elas, o brigadeiro de churros (R$ 12), o grand gateau (R$ 28), o cheescake (R$ 18) e o fugde cookie (R$ 15), um bolinho com sorvete caseiro.
Todos os pratos são direcionados aos veganos, mas conquistam até mesmo quem não está acostumado com esse tipo de comida. Para essas pessoas, a proprietária costuma indicar o hambúrguer de cenoura ou o nhoque fit, feito de batata doce com espinafre e ao molho de tomates frescos. Outra opção é o prato light que leva arroz integral, feijão, hambúrguer de abobrinha e couve alho e óleo. “Tem bastante gente que vem aqui e não é vegano e vegetariano. É curioso”, fala a proprietária.
O Vegan Food fica na rua Machado de Assis, 465, no bairro do Boqueirão. O restaurante serve almoço e jantar. O horário de atendimento é das 11h30 às 15h e das 19h às 23h, de terça a quinta; as sextas e sábados vai até às 0h. O restaurante não abre as segundas-feiras e aos domingos.
Sobremesa vegana (Foto: Divulgação/Vegin food)
Sobremesa vegana (Foto: Divulgação/Vegin food)

Fonte: G1

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