Post Recentes
INICIATIVA EXEMPLAR
Um dos grandes riscos enfrentados pelos animais nos países subdesenvolvidos é a falta de acesso ao atendimento básico de saúde. Esta disparidade tem como consequências um grande número de mortes induzidas, surtos de raiva e abandono. Em Kampala (Uganda), no entanto, com a ajuda de doadores particulares e campanhas públicas, começa a haver um progresso em relação a essa questão. As informações são da Care2.
A terceira clínica veterinária comunitária anual, projeto criado pela Uganda Society for the Protection of Animals (USPCA) e pela Zina Foundation, atingiu um novo recorde de atendimento a animais nas comunidades mais vulneráveis. Munidos de seringas doadas, curativos, vacinas, coleiras e guias, veterinários e voluntários encaminharam-se para a comunidade de Katanga, na capital do país, no início da semana passada.
O Hotel Protea doou barracas e transporte. Com mesas e cobertores, um acampamento improvisado foi erguido no centro da comunidade. Veterinários voluntários e estudantes de veterinária das proximidades dirigiram-se ao local para uma operação em massa, com o objetivo de castrar e vacinar o maior número de cães possível até o pôr-do-sol, em um local que não tem nenhum acesso à eletricidade nem água corrente.
Barracas tornaram-se salas de cirurgia improvisadas
Passando por córregos de água suja e casas extremamente precárias para chegar à clínica, os habitantes chegaram de todos os lados com os seus animais. Em uma tentativa de serem úteis e ganhar alguns adesivos da USPCA, crianças cercaram cachorros em situação de rua da região e os levaram, enquanto cuidadores perseguiram alguns animais que residem na comunidade mas também não têm lares ou tutores. Segundo a reportagem, os animais mais comuns no local são cães que estavam em situação de rua e que foram adotados pelas famílias para proteção contra ladrões ou para companhia.
O caos da manhã incluiu uma série de desafios, tais como o transporte de água doce em galões e latas e uma multidão crescente. Um cão em particular passou por três tentativas de sedação, para que se acalmasse. Os tutores, incomodados ao perceber que a operação seria realizada ao ar livre, de modo aberto e à vista do público, resistiram em deixar que o animal fosse castrado. Mas, acalmados pelo chefe da equipe de veterinários, eles finalmente permitiram.
Foi este ambiente ao ar livre que causou medo e ansiedade em muitos na comunidade. Embora cirurgias de castração sejam incrivelmente comuns e seguras, muitos tutores hesitariam se tivessem que assistir ao procedimento completo, afinal uma cirurgia desse tipo nunca é algo agradável de se ver, apesar do seu resultado ser extremamente importante. Em um dia, que durou das oito horas da manhã às seis da tarde, cerca de 50 cães foram castrados e 104 animais foram vermifugados e receberam vacinas contra a raiva e outras doenças letais.
No meio da operação, um tutor chegou com um cão cuja lesão em sua perna estava tão grave que o veterinário recomendou a amputação ali mesmo. A perna do cão, que havia sofrido um corte, tornou-se incrivelmente dolorosa e inutilizável devido a uma infecção grave. A perna foi removida e o cão foi colocado na tenda de recuperação. Funcionários da USPCA foram checá-lo dois dias depois e o animal estava feliz e saudável, cumprimentando-os saltitando em suas três pernas.
Crianças recolhiam cães para vacinação
Muitos moradores interessaram-se pelos serviços da USPCA porém seus animais eram ainda muito jovens para serem castrados ou para receber uma rodada completa de vacinas. Estes forneceram informações de contato à ONG, para que seja agendada a ida de voluntários para retirar os animais, levá-los para cirurgia ou vacinação e devolvê-los no final do dia, garantindo às pessoas que, independentemente das suas condições, seus animais serão cuidados.
Programas como esses são absolutamente necessários para evitar mortes de animais, doenças, e para educar o público sobre a saúde e a segurança dos bichos. Com o financiamento adequado, clínicas veterinárias como a da USPCA teriam os meios para executar clínicas comunitárias como essa em toda a Kampala e Uganda, com regularidade. No entanto, com financiamento e doadores escassos, esse evento ocorre apenas uma vez por ano.
No intervalo entre um evento e outro, a ONG funciona como abrigo para animais de todas as idades, e como clínica veterinária e serviço de resgate para animais que se encontram por toda a cidade.
A repórter da Care2 Lizabeth Paulat conta que, em um certo momento no final do dia, um homem trouxe uma ninhada de filhotes de cachorro à clínica, e colocou um em seu colo e disse: “Este é seu agora”. “O filhote balançava a cauda para mim, e subia em meu ombro”, contou a repórter. “Um organizador me disse que eles levariam o filhote ao abrigo e tentariam uma adoção, mas ele já havia me conquistado. Esse filhote, agora chamado Rafi, está mordendo o meu dedo nesse momento”.
BELLYDANCE SOLIDÁRIO
O Bellydance Solidário (BDS) é um grupo formado, em sua maioria, por bailarinas de danças árabes, e foi fundado em 2012 por Nitya Montenegro.
O objetivo do projeto é realizar ações culturais e educacionais, visando estimular as diversas manifestações artísticas e conscientizar as pessoas no respeito aos animais e ao meio ambiente.
Um de seus subprojetos é a realização de eventos cuja renda é totalmente revertida para abrigos e ONGs do Rio de Janeiro que lutam pela causa animal.
O grupo já realizou 3 eventos com sucesso de organização e de público (dois DesapegArte e um DesapegArte + A Dança é o Bicho).
A organizadora Tatiane Nunes, sempre pensando nos animais complementou ainda mais o trabalho juntando em 2013 o projeto dela “Dança do Bicho” – evento que ela organiza desde 2004 para ajudar abrigos de animais e a conscientizar adultos e crianças – com o Bellydande Solidário.
Esse ano, 2014 o nome do evento será a Arte é o Bicho, pois vai juntar muitas artes em um só evento (teatro, danças, palestras, circo) , tudo voltado para conscientização e ajuda aos animais.
O evento está marcado para o dia 27 de setembro no Teatro Marista que fica na Tijuca.
Agregue essa ideia
CONTATO
contato@bellydancesolidario.com.br
Facebook: /BellydanceSolidario
Facebook: /BellydanceSolidario
Responsáveis:
Nitya Montenegro e Tati Nunes
Viste o site: Bellydance Solidário
Viste o site: Bellydance Solidário
NOVA VIDA
Tutuca e Batata foram tirados do Instituto Royal em outubro do ano passado
À primeira vista, Tutuca parece uma cachorrinha qualquer. Carinhosa, adora um cafuné, brinca, corre, late. Mas não foi sempre assim: seis meses atrás, ela era um dos 178 beagles que foram resgatados durante uma invasão de ativistas ao Instituto Royal, laboratório localizado em São Roque (SP), a 59 km de São Paulo, que era acusado de maus-tratos a cães durante experimentos de produtos farmacêuticos.
As pessoas que ficaram com os animais, e que preferem não se identificar porque podem responder na Justiça por invasão e furto, entre outros crimes, contam que esses beagles tiveram de passar por um longo processo de adaptação até se tornar cães “de verdade”.
“Ela chegou bem judiada, sem alguns dentes, unhas sangrando, não comia e água só tomava na seringa. E ela ainda não latia, a gente até achou no começo que ela não tinha as cordas vocais. Ela estava muito traumatizada, só ficava escondida em um canto. Hoje ela é um cão. Antes ela era só um experimento, agora come, bebe, brinca e late”, conta a tutora de Tutuca.
Na tentativa de driblar a falta de apetite da beagle, ela precisou usar a criatividade. “Eu batia a ração no liquidificador, misturava com água morna e dava na mão”, explicou a tutora. Segundo ela, Tutuca tremia sempre que via um homem – ainda hoje, fica agitado e reage com muitos latidos para qualquer um.
Outro cão que foi retirado do Instituto Royal é o Batatinha. De acordo com a sua nova tutora, que também não quer se identificar, por ser um filhote, o cão provavelmente não havia ainda sido submetido a testes. “Assim que eu o peguei, o levei para o veterinário, ele passou por uma série de testes, retiramos o chip do laboratório e, graças a Deus, nada foi diagnósticado. Eu costume dizer sempre para ele que a ‘mamãe’ salvou a sua vida”, conta.
Fonte: G1
DIREITOS E DEVERES
É muito bom ter amigos, ainda mais quando esse amigo abana o rabo ou faz festa quando você chega, e o mais importante, com sinceridade.
É importante que as pessoas entendam que os animais não são brinquedos, ou seja, sentem fome e frio, precisam de carinho e atenção, vão ao médico, tomam remédio quando necessário, sentem-se tristes, sofrem de problemas emocionais, precisam de um lugar limpo para morar, tomam banho, além outras coisas que um ser vivo pode sentir e precisar.
Antes de optar pela companhia de um cão ou gato ou qualquer outro animal doméstico, é necessário estar atento às seguintes informações:
•Antes de adotar um cão ou gato, considere que seu animal pode viver mais de 15 anos e precisará de toda atenção e carinho durante muitos anos;
•Leve em consideração o tamanho que o animal vai adquirir depois de adulto, além de observar as características comportamentais (calmo, carente, ativo, brincalhão). Estas informações são importantes para adequar o comportamento do animal à rotina da família;
•Pergunte à família se todos estão de acordo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados;
•Verifique disponibilidade financeira para vacinas e tratamento de saúde em casos de enfermidades, além de custos mensais com alimentação de boa qualidade, banhos, produtos de higiene e medicamentos (em caso de necessidade de medicamento de uso contínuo);
•Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, temperamento da raça;
•Veja se sua casa ou apartamento tem espaço suficiente para a raça/tamanho do cachorro que você deseja ter;
•Verifique se seu estilo de vida é compatível com as necessidades da raça de cão que você quer tutelar;
Por isso a partir do momento em que é tomada a decisão de introduzir um novo membro à família, algumas regras importantes de guarda responsável devem ser observadas:
•Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua.
•Cuide da saúde emocional do seu animal. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo;
•Animais com muita energia precisam fazer caminhadas, pois somente o passeio não é suficiente para diminuir o estresse causado pelo excesso de energia;
•Dê atenção e carinho, pois nenhum animal vive isolado. Tenha tempo disponível para interagir com seu animal;
•Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo de frio, chuvas, correntes de vento, sol intenso e longe do local onde ele faz as necessidades fisiológicas; deixe à disposição alimento adequado e de boa qualidade; água limpa, fresca e à vontade;
•Leve seu animal regularmente ao veterinário para vacinações periódicas, controle de vermes intestinais e outros parasitas como pulgas e carrapatos;
•Dê banho regularmente, além de tosa, se for necessário. Escove a pelagem regularmente, principalmente em cães de pelos longos, para manter os pelos e pele saudáveis e livres de nós.
•Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento sem sofrimento, respeitando as características e o tempo de aprendizado de cada animal;
•Se o animal apresentar algum problema de saúde leve-o ao médico veterinário para uma consulta e tratamento adequados, evitando assim maiores sofrimentos ao animal;
•Nunca deixe produtos de limpeza, medicamentos e outros produtos tóxicos ao alcance dos animais, evitando assim acidentes e intoxicações;
•Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado, principalmente durante os passeios, evitando que outras pessoas ou animais pisem nos dejetos do seu animal;
•Identifique o animal com plaqueta na coleira ou com microchip;
•Evite as crias indesejáveis de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação.
•Nunca medique seu animal por conta própria!
•Nunca abandone seu animal! Se em algum momento for necessário se separar de seu amigo, escolha uma pessoa/família que vá acolhê-lo com amor, carinho e dignidade. O abandono é crime previsto pela Lei Federal nº 9605/98.
•Maltratar animais também é crime! Lei Federal nº 9605/98. Artigo 32. Se você presenciar ou souber de algum caso de maus-tratos aos animais vá até a delegacia e faça um boletim de ocorrência. Não se omita nem seja cúmplice de um ato de crueldade!
“Não se esqueça: Todo animal deve ser tratado com amor, carinho e respeito!”
Fonte: Diário de Caratinga
JOVEM ATIVISTA
Para criar a campanha, Rachel inspirou-se em sua cachorra Daisy, comprada em um pet shop
Se uma adolescente americana alcançar o seu objetivo, a recente proibição da venda de cães, gatos e coelhos em Chicago e no Condado de Cook irá se espalhar por todo o país. Rachel Leadholm começou uma petição no Change.org para ajudar a espalhar a mensagem e com a esperança de conseguir uma mudança na lei que permite a venda de animais domésticos criados comercialmente para este fim, em pet shops de Illinois. As informações são do Chicago Now.
Rachel começou a campanha como parte de um projeto escolar que incentiva os alunos a agir, mas dá-lhes alguma margem de manobra para projetar e criar a sua própria campanha. O projeto, chamado “New Trier Junior”, tem em sua formação um caráter compassivo para com os animais, mas Rachel foi rejeitada quando tentou ser voluntária em abrigos locais por não ter idade suficiente. Então ela encontrou a inspiração para o seu projeto em sua própria casa.
“Minha família comprou uma cachorra Wheaton Terrier de uma loja de animais, e ela acabou por ter um monte de problemas de saúde”, diz Rachel. “Quando comecei a pesquisa, descobri que há fábricas de filhotes e fiquei muito irritada por isso estar acontecendo. Como eu tive o apoio da escola para este projeto, decidi concentrar minhas energias em fazer algo sobre fábricas de filhotes”.
Ela não precisou ir muito longe para obter ajuda. Janie Jenkins, membro do Conselho de Administração do The Puppy Mill Project, era uma ex-vizinha da família de Rachel. Jenkins sentou-se com Rachel para dar-lhe alguma orientação e direção. Seu objetivo era trabalhar por uma proibição em Chicago, mas o Conselho Municipal de Chicago aprovou a proibição da venda de cães, gatos e coelhos criados para fins comerciais antes de sua proposta ter sido enviada.
“Eu pensei – ‘lá se vai o meu projeto’. Felizmente, meu professor teve uma ideia diferente e fui incentivada a almejar algo maior”, disse Rachel. “Eu não queria trabalhar pela proibição no Condado de Cook apenas, e acabei trabalhando em uma petição pela proibição das vendas de animais em todo o estado de Illinois. Estou trabalhando para ver quantas assinaturas posso obter antes de enviar a minha petição e passar para a próxima etapa do trabalho no sentido de mudar a lei”.
Os colegas de classe de Rachel têm encontrado uma série de questões para seus projetos finais, de direitos animais à arte nas escolas, ou reciclagem.
Muitos adolescentes são apaixonados por diversas causas, mas grande parte deles encontra o mesmo problema que eu – organizações que não querem jovens voluntários pois gostariam que fôssemos mais velhos ou tivéssemos mais recursos. É desencorajador quando outros tão apaixonados pelas mesmas questões não te levam a sério”.
Ela disse que, uma vez que os estudantes passam a ter os seus próprios projetos individuais, eles mergulham de cabeça e se envolvem. A escola e os professores estão dando-lhes a liberdade de serem criativos e trazerem suas próprias ideias e planos que tenham um impacto na área pela qual são apaixonados.
“Eu realmente adoraria que uma lei proibindo as vendas de animais em pet shops fosse aprovada em nível estadual”, acrescenta Rachel. “Isso envolve muito mais que as fábricas de filhotes e a crueldade que ocorre nelas, pois irá fazer uma imensa diferença para os animais que estão em abrigos e em situação de rua, e que precisam de um lar”.
Para ajudar, assine a petição.
SÃO PAULO
Os amantes, simpatizantes e apreciadores do movimento em prol dos direitos dos animais terão até o dia 30 de abril para conferir a exposição “Artes pelos Direitos Animais” de terça a sábado, das 10h às 18h, no Espaço Surya, na R. Dr. Fabrício Vampré, 232 – Vl. Mariana.
Com organização de Maurício Kanno e Beatriz Rezende Ramos, além de outros 15 artistas do Brasil e do mundo, a exposição traz 25 obras, em sua maioria, reproduções de pinturas com técnica tradicional, e com técnicas digitais, fotografias e fotomanipulações digitais buscando sensibilizar os interessados para a importância do respeito aos animais como indivíduos.
Em cartaz desde janeiro em comemoração a assinatura da lei que proíbe uso de testes em animais, em todo o estado de São Paulo, na indústria de cosméticos, higiene pessoal e perfumes, a exposição reúne obras de artistas nacionais e internacionais como os brasileiros Maurício Kanno (SP – organizador),Beatriz Rezende Ramos (SP- organizadora), Bianca Augusta Zanette Santos (RS), Letícia Jorge (SC), Nádia Moya (MG), Virgínia Caldas (SP), e vindos de vários países como Rieke Blendermann (Alemanha), Kerri-Jo (Canadá), Asha Irani (EUA), Daniela A./Reliquus (Filipinas), Luana Racan (Croácia), Anette Augestad (Noruega), entre outros.
A exposição traz na visão dos artistas, a importância do respeito que, na prática, se traduz pelo veganismo – que visa a não exploração dos animais no dia a dia, motivada por convicções éticas com base nos direitos dos animais, principal bandeira da Surya Brasil.
Preocupada com questões de sustentabilidade e meio ambiente, a Surya Brasil foi pioneira na fabricação de cosméticos sem a utilização de testes em animais desde a sua inauguração em 1995. “Desde a concepção da empresa eu já sabia o que queria: ética e comprometimento com o meio ambiente. Nossos produtos são produzidos priorizando matéria-prima natural, sem a utilização de testes em animais. Sempre acreditamos que poderíamos produzir cosméticos de qualidade promovendo a beleza, saúde e qualidade de vida sem interferir ou agredir o meio ambiente. Nossa filosofia é motivada por convicções éticas com base no direito dos animais” comenta Clélia Cecília Angelon, Presidente. “Estamos presentes em 32 países sempre com a filosofia de não usar nenhum componente animal em nossas fórmulas” – complementa.
As visitações estarão abertas de terça a sábado, das 10h às 18 horas e a entrada é grátis.
Serviço:
Exposição “Artes pelos Direitos Animais”
Horário de visitações: das 10h às 18h, de terça a sábado
Local: Espaço Surya
End.: R. Dr. Fabrício Vampré, 232 – Vl. Mariana
Informações: (11) 5084 2591 ou 5084 2582
Exposição “Artes pelos Direitos Animais”
Horário de visitações: das 10h às 18h, de terça a sábado
Local: Espaço Surya
End.: R. Dr. Fabrício Vampré, 232 – Vl. Mariana
Informações: (11) 5084 2591 ou 5084 2582
Entrada Franca
Fonte: COOltura News
INICIATIVA DO GOVERNO
A equipe do projeto “O Melhor Amigo do Homem”, da Prefeitura de Mesquita, continua a percorrer o município em busca de animais abandonados. Nesta quinta-feira, dia 17 de abril, dois cachorros e um gato foram recolhidos e encaminhados ao veterinário.
Um dos cães, com pêlos brancos e cor de caramelo, e o felino, preto e branco, estavam perdidos na Rua Dois, próximo à Praça Sete Anões, no bairro Santa Terezinha. O outro cachorro, marrom, foi encontrado na Rua Azevedo Junior, na Chatuba.
Os animais foram vacinados, passaram por castração, vermifugação e receberam coleiras identificadoras. Todos serão cadastrados no site www.omelhoramigodohomem.com e colocados para adoção. Neste endereço eletrônico também podem ser encontradas outras informações sobre o projeto da prefeitura.
Fonte: Prefeitura de Mesquita
MARANHÃO
Animais são apreendidos em rodovias
(Foto: Divulgação/PRF)
(Foto: Divulgação/PRF)
A Polícia Rodoviária Federal está realizando operação para o recolhimento de animais das rodovias que cortam o Maranhão. Quatro animais já foram recolhidos desde terça-feira (15). A fiscalização já esteve na BR-135, entre Entrocamento e São Luís, e na BR-402.
“As varreduras foram motivadas pelos recentes acidentes, inclusive com mortes, que ocorreram nas BR’s. Em princípio, serão recolhidos apenas os animais que estão soltos. Aqueles que estiverem presos, amarrados, não serão recolhidos pela PRF, pelo menos por enquanto. Em um segundo momento, até os amarrados serão recolhidos”, afirmou o inspetor Antônio Noberto, assessor de comunicação da PRF.
Após a apreensão, os animais são encaminhados para os órgãos competentes das prefeituras municipais ou para a Agência de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged). “Estamos firmando parcerias com essas instituições. Nesta quinta-feira (17), a operação será realizada na BR-135″, antecipou o inspetor.
Fonte: G1
DISTRITO FEDERAL
Cães devem ficar em espaços cercados nos parques públicos
(Foto: TV Recorrd)
(Foto: TV Recorrd)
A Câmara Legislativa aprovou, nessa terça-feira (15), um Projeto de Lei que estabelece normas para a entrada de cães em parques urbanos e ecológicos do Distrito Federal. Independente do porte do animal, ele só pode permanecer na área de lazer em locais cercados. Mesmo nestes espaços, devem portar coleiras e focinheiras e estar acompanhados de pessoas maiores de 18 anos.
A proposta da ex-deputada Luzia de Paula esperou votação por dois anos, foi protocolada na Mesa-Diretora da Câmara Legislativa em junho de 2011, passou por avaliação em três comissões e foi a plenário nessa terça.
Os deputados distritais votaram o Projeto de Lei em dois turnos, sem contestação de nenhum dos parlamentares. Agora, a matéria segue para análise do governador Agnelo Queiroz, que pode sancionar ou vetar. Se alguma destas medidas não for cumprida, o tutor do animal pode ser multado em R$100, que deve ser reajustado anualmente com base IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), fórmula utilizada para calcular a inflação.
No projeto, a ex-deputada Luzia de Paula, autora da proposta, sugere que o governo e ONG’s (Organização Não Governamental) de proteção aos animais firmem parcerias para criação de espaços específicos para passeio e treinamentos dos animais no interior dos parques. Estes locais, pela proposta, deverão ser cercados com material removível e distantes das vias de caminhada, ciclovias ou áreas de convívio social.
A ex parlamentar justificou que as medidas devem ser tomadas para zelar pela segurança dos usuários de parques. — Vez ou outra nos deparamos com notícias dando conta de cães que atacaram pessoas no interior dos parques públicos, sobretudo, no Parque da Cidade. Isso ocorre porque não existe controle de acesso dos animais a esse tipo de espaço, sem contar que a vigilância existente não é suficiente para garantir segurança aos usuários.
Luzia de Paula fala ainda critica a invasão de cachorros a vias utilizadas por pessoas. — A liberdade de um cão não pode sobrepor a liberdade do cidadão de se locomover, caso contrário estaremos promovendo uma inversão de valores extremamente prejudicial à segurança e à convivência comunitárias.
A presidente da Sociedade Humanitária Brasileira, Vanusa Rocha, afirma que não viabilidade para cumprimento das normas. – É inviável. De que forma vamos controlar o cumprimento destas regras? Nós, protetores, somo contra essas medidas. Elas restringem o uso do espaço público e o hábito das pessoas de passearem, usufruir dos parques acompanhadas dos cães.
Fonte: R7
No inicio desta semana, uma equipe do Corpo de Bombeiros de Ariquemes foi acionada a comparecer no Bairro Jardim Paraná em Ariquemes, onde segundo informações do comunicante um cachorro de pequeno porte, de cor branco, raça Poodle, teria sumido há aproximadamente 15 dias estaria dentro de um poço seco.
A equipe do Corpo de Bombeiros compareceu no local e utilizou de um tripé para que o soldado descesse no poço para resgatar o cãozinho. Depois de resgatado o cão passou por uma rápida avaliação, onde foi constatado que não havia nenhum ferimento, apesar da altura que caiu, apenas está muito magro devido ao tempo em que ficou no poço sem nenhuma alimentação.
Segundo relato dos populares que acompanharam o trabalho do Corpo de Bombeiros, crianças brincavam em um terreno vazio, quando ouviram latidos do cachorro e avisaram aos pais que acionaram o socorro. O cachorrinho foi devolvido a sua tutora que ficou muito feliz por saber que o animalzinho está bem.
Após esse acontecimento a equipe do Corpo de Bombeiros deixa um alerta à população e aos órgãos de vigilância para prevenir que outros casos como esse venham a acontecer tanto com animais quanto com pessoas, pois o poço é fundo e estava seco, se uma criança caísse lá, provavelmente seria fatal.
Fonte: Ariquemes 190
