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DOGTV

Com uma audiência em potencial de 80 milhões de cachorros, foi criado nos Estados Unidos o “DogTV”, primeiro canal de televisão com programação dedicada única e exclusivamente aos animais, que passam cada vez mais tempo sozinhos em casa enquanto seus tutores trabalham.  O “DogTV”, a primeira iniciativa que oferece uma programação exclusivamente para cachorros, surge em contrapartida ao sucesso televisivo do programa “O Encantador de Cães”, de César Millán, e leva ao extremo os cinco mil vídeos disponíveis no YouTube que mostram cachorros olhando fixamente para a tela.  O canal, vinculado à plataforma de televisão por assinatura DirecTV e disponível também na internet, oferece uma promoção gratuita durante as duas primeiras semanas de agosto com o objetivo de chegar a 46 milhões de famílias americanas que tenham cachorro e conscientizar os tutores, de maneira progressiva, em relação ao bem-estar mental de seus animais.  “O que mais queremos é que os cachorros tenham bons momentos com seus pais, mas infelizmente eles passam muito tempo sozinhos em casa porque temos que trabalhar. Esta televisão é uma maneira de ajudá-los”, disse o executivo-chefe do “DogTV”, Gilad Neumann, ao canal “CNBC”.  A proposta da emissora para cachorros é mais elaborada do que parece e utiliza dados de um estudo científico prévio: na gama de cores utilizada predominam o vermelho e o verde, já que os cachorros não distinguem o amarelo e o azul; a música, os sons e as frequências se adaptam àqueles que são agradáveis para o ouvido canino; e o conteúdo procura “estimular psicologicamente” estes animais.  Além disso, as televisões de LCD, que emitem as imagens a 100 hertz, anularam a diferença que se produzia entre a visão humana – que conecta imagens em movimento a partir de 50 e 60 hertz – e a canina – entre 70 e 80 hertz.  Antes, com o antigo sistema de televisão, um cachorro percebia o salto de imagem e via a programação como “frames” descontínuos.  A programação do “DogTV” é exibida 24 horas por dia durante toda a semana e se divide em três grandes blocos. “Os cachorros, como os humanos,também ficam entediados quando assistem sempre a mesma coisa”, garantiu o executivo-chefe da emissora.  O primeiro bloco é de programas relaxantes que mostram paisagens espetaculares e outros cachorros “relaxando”, sem nada que agite os espectadores.  O segundo é dedicado a programas estimulantes, com mais movimento, mais interação entre vários cachorros e sons mais “brincalhões”. O canal educativo “usa os avanços da ciência veterinária, ajuda os cachorros a reagirem melhor diante dos diferentes estímulos de seu dia a dia”, segundo detalha o “DogTV”.  Por enquanto, não há publicidade e o preço deste canal oscila entre US$ 5 e US$ 10 mensais, de acordo com o pacote de ofertas de canais, mas, de qualquer forma, é muito mais barato que as creches de cachorros que estão na moda e já cobram mais de US$ 100 por mês.  “Os estudos indicam que os cachorros se sentem melhor com a companhia da televisão, e especialmente com o conteúdo adequado”, afirma o “DogTV”, que garante que sua programação é para cachorros de todas as idades.  O canal não exclui outros animais, mas escolheu se dedicar aos cães por serem “os melhores amigos do homem”.  Fonte: Uol/EFE
Com uma audiência em potencial de 80 milhões de cachorros, foi criado nos Estados Unidos o “DogTV”, primeiro canal de televisão com programação dedicada única e exclusivamente aos animais, que passam cada vez mais tempo sozinhos em casa enquanto seus tutores trabalham.
O “DogTV”, a primeira iniciativa que oferece uma programação exclusivamente para cachorros, surge em contrapartida ao sucesso televisivo do programa “O Encantador de Cães”, de César Millán, e leva ao extremo os cinco mil vídeos disponíveis no YouTube que mostram cachorros olhando fixamente para a tela.
O canal, vinculado à plataforma de televisão por assinatura DirecTV e disponível também na internet, oferece uma promoção gratuita durante as duas primeiras semanas de agosto com o objetivo de chegar a 46 milhões de famílias americanas que tenham cachorro e conscientizar os tutores, de maneira progressiva, em relação ao bem-estar mental de seus animais.
“O que mais queremos é que os cachorros tenham bons momentos com seus pais, mas infelizmente eles passam muito tempo sozinhos em casa porque temos que trabalhar. Esta televisão é uma maneira de ajudá-los”, disse o executivo-chefe do “DogTV”, Gilad Neumann, ao canal “CNBC”.
A proposta da emissora para cachorros é mais elaborada do que parece e utiliza dados de um estudo científico prévio: na gama de cores utilizada predominam o vermelho e o verde, já que os cachorros não distinguem o amarelo e o azul; a música, os sons e as frequências se adaptam àqueles que são agradáveis para o ouvido canino; e o conteúdo procura “estimular psicologicamente” estes animais.
Além disso, as televisões de LCD, que emitem as imagens a 100 hertz, anularam a diferença que se produzia entre a visão humana – que conecta imagens em movimento a partir de 50 e 60 hertz – e a canina – entre 70 e 80 hertz.
Antes, com o antigo sistema de televisão, um cachorro percebia o salto de imagem e via a programação como “frames” descontínuos.
A programação do “DogTV” é exibida 24 horas por dia durante toda a semana e se divide em três grandes blocos. “Os cachorros, como os humanos,também ficam entediados quando assistem sempre a mesma coisa”, garantiu o executivo-chefe da emissora.
O primeiro bloco é de programas relaxantes que mostram paisagens espetaculares e outros cachorros “relaxando”, sem nada que agite os espectadores.
O segundo é dedicado a programas estimulantes, com mais movimento, mais interação entre vários cachorros e sons mais “brincalhões”. O canal educativo “usa os avanços da ciência veterinária, ajuda os cachorros a reagirem melhor diante dos diferentes estímulos de seu dia a dia”, segundo detalha o “DogTV”.
Por enquanto, não há publicidade e o preço deste canal oscila entre US$ 5 e US$ 10 mensais, de acordo com o pacote de ofertas de canais, mas, de qualquer forma, é muito mais barato que as creches de cachorros que estão na moda e já cobram mais de US$ 100 por mês.
“Os estudos indicam que os cachorros se sentem melhor com a companhia da televisão, e especialmente com o conteúdo adequado”, afirma o “DogTV”, que garante que sua programação é para cachorros de todas as idades.
O canal não exclui outros animais, mas escolheu se dedicar aos cães por serem “os melhores amigos do homem”.
Com uma audiência em potencial de 80 milhões de cachorros, foi criado nos Estados Unidos o “DogTV”, primeiro canal de televisão com programação dedicada única e exclusivamente aos animais, que passam cada vez mais tempo sozinhos em casa enquanto seus tutores trabalham.  O “DogTV”, a primeira iniciativa que oferece uma programação exclusivamente para cachorros, surge em contrapartida ao sucesso televisivo do programa “O Encantador de Cães”, de César Millán, e leva ao extremo os cinco mil vídeos disponíveis no YouTube que mostram cachorros olhando fixamente para a tela.  O canal, vinculado à plataforma de televisão por assinatura DirecTV e disponível também na internet, oferece uma promoção gratuita durante as duas primeiras semanas de agosto com o objetivo de chegar a 46 milhões de famílias americanas que tenham cachorro e conscientizar os tutores, de maneira progressiva, em relação ao bem-estar mental de seus animais.  “O que mais queremos é que os cachorros tenham bons momentos com seus pais, mas infelizmente eles passam muito tempo sozinhos em casa porque temos que trabalhar. Esta televisão é uma maneira de ajudá-los”, disse o executivo-chefe do “DogTV”, Gilad Neumann, ao canal “CNBC”.  A proposta da emissora para cachorros é mais elaborada do que parece e utiliza dados de um estudo científico prévio: na gama de cores utilizada predominam o vermelho e o verde, já que os cachorros não distinguem o amarelo e o azul; a música, os sons e as frequências se adaptam àqueles que são agradáveis para o ouvido canino; e o conteúdo procura “estimular psicologicamente” estes animais.  Além disso, as televisões de LCD, que emitem as imagens a 100 hertz, anularam a diferença que se produzia entre a visão humana – que conecta imagens em movimento a partir de 50 e 60 hertz – e a canina – entre 70 e 80 hertz.  Antes, com o antigo sistema de televisão, um cachorro percebia o salto de imagem e via a programação como “frames” descontínuos.  A programação do “DogTV” é exibida 24 horas por dia durante toda a semana e se divide em três grandes blocos. “Os cachorros, como os humanos,também ficam entediados quando assistem sempre a mesma coisa”, garantiu o executivo-chefe da emissora.  O primeiro bloco é de programas relaxantes que mostram paisagens espetaculares e outros cachorros “relaxando”, sem nada que agite os espectadores.  O segundo é dedicado a programas estimulantes, com mais movimento, mais interação entre vários cachorros e sons mais “brincalhões”. O canal educativo “usa os avanços da ciência veterinária, ajuda os cachorros a reagirem melhor diante dos diferentes estímulos de seu dia a dia”, segundo detalha o “DogTV”.  Por enquanto, não há publicidade e o preço deste canal oscila entre US$ 5 e US$ 10 mensais, de acordo com o pacote de ofertas de canais, mas, de qualquer forma, é muito mais barato que as creches de cachorros que estão na moda e já cobram mais de US$ 100 por mês.  “Os estudos indicam que os cachorros se sentem melhor com a companhia da televisão, e especialmente com o conteúdo adequado”, afirma o “DogTV”, que garante que sua programação é para cachorros de todas as idades.  O canal não exclui outros animais, mas escolheu se dedicar aos cães por serem “os melhores amigos do homem”.  Fonte: Uol/EFE

Fonte: Uol/EFE

Canal de televisão exclusivo para cachorros é lançado nos EUA


Se Maya pudesse falar, contaria uma história e tanto. A personagem, desta vez, é uma cadela de apenas 5 anos que, depois de escapar da casa de seus tutores foi parar em um canal, socorrida por desconhecidos e doada para uma outra família. Tudo em uma semana: longos dias de saudade, brigas e até o início de uma conturbada disputa judicial.  “Finalmente consegui a Maya de volta. Podemos voltar à nossa rotina, trabalhar e até comer”, comemorou a tutora do animal, Annaelisa Cardoso, de 33 anos. Depois de dias de procura, ela encontrou a cadela em uma casa na Rua Espírito Santo, no Campo Grande, em Santos. Assegurada por soldados da Polícia Militar, que estavam cientes da situação, tomou o animal dos braços da ‘família adotiva’.  A história começou no último domingo, quando a cadela, da raça pinscher, escapou do seu lar na Vila São Jorge, na Zona Noroeste. Maya saiu pela primeira vez pelo portão durante a manhã, enquanto ocorria uma festa no imóvel. Ciente do desaparecimento, a família de Annaelisa – seu marido e dois filhos (de 10 e 5 anos) – iniciou as buscas pela cadela nos arredores do bairro.  Naquela mesma noite, eles postaram em uma rede social na internet um aviso sobre o desaparecimento de Maya. “E achamos a postagem de uma mulher, que mora a duas quadras de casa, e estava procurando por nós, já que ela diz ter encontrado-a no canal”, diz Annaelisa. No entanto, o aguardado reencontro dela e de sua cadela foi adiado.  A mulher que encontrou Maya explicou ter entregue o animal para a ex-cunhada e deu um suposto endereço da casa da parente, na cidade de Ribeirão Preto. No início desta semana, Annaelisa foi até o interior paulista, mas, ao chegar no município, descobriu que a mulher em questão, na realidade, mora em Santos.  De volta à cidade, ela, então, entrou em contato com a atual tutora da cadela, que afirmou não querer devolver o animal. Desde então, estudou, junto com uma advogada, uma maneira para reaver o animal. Após realizar um boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial de Santos, abriu processo de “reintegração de posse”. “Mas isso levaria ao menos duas semanas”, Ana.  Localização Enquanto isso, Annaelisa descobriu o endereço da casa da mãe da mulher para quem a cadela tinha sido entregue. No início da tarde desta sexta-feira, o marido de Annaelisa foi até o local, um imóvel próximo à Avenida Ana Costa, e, para sua surpresa, encontrou o cão. “Ela começou a latir e ele identificou a Maya. Imediatamente, fui pra lá com a polícia”, contou a tutora.  Após discussão, a cadela de 5 anos foi entregue para a família que a perdeu, no último domingo. “Eles não queriam nos devolver, pois achavam que nós a tínhamos maltratado – o que é mentira”, explicou a verdadeira tutora de Maya. “Mas agora ela está de volta e poderemos continuar a nossa vida. Vou retirar a ação e o Boletim de Ocorrência”.  Outro lado “Nós podemos estar errados, mas fizemos pelo bem da cachorra”, disse a mãe da mulher que ficou com Maya após o desaparecimento. Segundo ela, que prefere não se identificar, a família foi orientada por uma instituição que protege animais para escondê-la, já que ela “apresentava sinais de maus-tratos”. Ela contou que sua família tentou despistar os tutores da cadela, ao dizer que a parente para quem o animal foi doado morava no interior de São Paulo.  “Minha filha mora aqui perto. Mas eles deixaram a cachorra cair no canal e só foram procurar por ela um dia depois”, conta.  Ainda de acordo com a família adotiva do animal, a intenção não era arranjar confusão. “Queríamos o bem. Por isso, para evitar qualquer outra coisa, entregamos a Maya para a Annaelisa hoje à tarde (nesta sexta-feira). Esperamos que ela fique bem”, disse.  Fonte: A Tribuna
Se Maya pudesse falar, contaria uma história e tanto. A personagem, desta vez, é uma cadela de apenas 5 anos que, depois de escapar da casa de seus tutores foi parar em um canal, socorrida por desconhecidos e doada para uma outra família. Tudo em uma semana: longos dias de saudade, brigas e até o início de uma conturbada disputa judicial.
“Finalmente consegui a Maya de volta. Podemos voltar à nossa rotina, trabalhar e até comer”, comemorou a tutora do animal, Annaelisa Cardoso, de 33 anos. Depois de dias de procura, ela encontrou a cadela em uma casa na Rua Espírito Santo, no Campo Grande, em Santos. Assegurada por soldados da Polícia Militar, que estavam cientes da situação, tomou o animal dos braços da ‘família adotiva’.
A história começou no último domingo, quando a cadela, da raça pinscher, escapou do seu lar na Vila São Jorge, na Zona Noroeste. Maya saiu pela primeira vez pelo portão durante a manhã, enquanto ocorria uma festa no imóvel. Ciente do desaparecimento, a família de Annaelisa – seu marido e dois filhos (de 10 e 5 anos) – iniciou as buscas pela cadela nos arredores do bairro.
Naquela mesma noite, eles postaram em uma rede social na internet um aviso sobre o desaparecimento de Maya. “E achamos a postagem de uma mulher, que mora a duas quadras de casa, e estava procurando por nós, já que ela diz ter encontrado-a no canal”, diz Annaelisa. No entanto, o aguardado reencontro dela e de sua cadela foi adiado.
A mulher que encontrou Maya explicou ter entregue o animal para a ex-cunhada e deu um suposto endereço da casa da parente, na cidade de Ribeirão Preto. No início desta semana, Annaelisa foi até o interior paulista, mas, ao chegar no município, descobriu que a mulher em questão, na realidade, mora em Santos.
De volta à cidade, ela, então, entrou em contato com a atual tutora da cadela, que afirmou não querer devolver o animal. Desde então, estudou, junto com uma advogada, uma maneira para reaver o animal. Após realizar um boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial de Santos, abriu processo de “reintegração de posse”. “Mas isso levaria ao menos duas semanas”, Ana.
Localização
Enquanto isso, Annaelisa descobriu o endereço da casa da mãe da mulher para quem a cadela tinha sido entregue. No início da tarde desta sexta-feira, o marido de Annaelisa foi até o local, um imóvel próximo à Avenida Ana Costa, e, para sua surpresa, encontrou o cão. “Ela começou a latir e ele identificou a Maya. Imediatamente, fui pra lá com a polícia”, contou a tutora.
Após discussão, a cadela de 5 anos foi entregue para a família que a perdeu, no último domingo. “Eles não queriam nos devolver, pois achavam que nós a tínhamos maltratado – o que é mentira”, explicou a verdadeira tutora de Maya. “Mas agora ela está de volta e poderemos continuar a nossa vida. Vou retirar a ação e o Boletim de Ocorrência”.
Outro lado
“Nós podemos estar errados, mas fizemos pelo bem da cachorra”, disse a mãe da mulher que ficou com Maya após o desaparecimento. Segundo ela, que prefere não se identificar, a família foi orientada por uma instituição que protege animais para escondê-la, já que ela “apresentava sinais de maus-tratos”. Ela contou que sua família tentou despistar os tutores da cadela, ao dizer que a parente para quem o animal foi doado morava no interior de São Paulo.
“Minha filha mora aqui perto. Mas eles deixaram a cachorra cair no canal e só foram procurar por ela um dia depois”, conta.
Ainda de acordo com a família adotiva do animal, a intenção não era arranjar confusão. “Queríamos o bem. Por isso, para evitar qualquer outra coisa, entregamos a Maya para a Annaelisa hoje à tarde (nesta sexta-feira). Esperamos que ela fique bem”, disse.

As ações do projeto Quelônio, no Parque Estadual do Cantão, começam a ser intensificadas neste segundo semestre. De agosto a dezembro, período de reprodução das tartarugas, os trabalhos na área de preservação ambiental estão voltados ao monitoramento de desovas nas praias, manejo dos filhotes, proteção, controle e fiscalização. Desenvolvido pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), o projeto já inseriu na natureza mais de um milhão de espécies de tartarugas e tracajás.  O objetivo é desenvolver ações voltadas à conservação e restabelecimento das populações de tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa). As ações de proteção das matrizes na época de reprodução, aliadas à proteção dos ovos e filhotes, possibilitam o aumento da população dos quelônios, auxiliando na preservação das espécies.  No Parque há uma base de apoio ao projeto que fica ao sul da Unidade de Conservação (UC). Próximas à base estão as principais praias de desova das tartarugas-da-amazônia, onde o trabalho de campo é realizado por uma equipe de colaboradores permanentes e eventuais, que são contratados pelo Instituto Araguaia de Proteção Ambiental.  De acordo com o gerente do Parque Estadual do Cantão, Deny Monteiro, o projeto é desenvolvido ainda em parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT), que disponibiliza professores, pesquisadores e alunos. “Vamos neste retorno das aulas da UFT fazer uma divulgação massiva em prol de conseguirmos novos voluntários para as atividades do segundo semestre desse ano”, afirma.  Para se tornar voluntário do projeto, o interessado deve procurar a Coordenadoria de Unidades de Conservação por meio do telefone (63) 3218-2660 ou pelo e-mail cuc@naturatins.to.gov.br e preencher uma ficha de inscrição.  Fonte: Surgiu
As ações do projeto Quelônio, no Parque Estadual do Cantão, começam a ser intensificadas neste segundo semestre. De agosto a dezembro, período de reprodução das tartarugas, os trabalhos na área de preservação ambiental estão voltados ao monitoramento de desovas nas praias, manejo dos filhotes, proteção, controle e fiscalização. Desenvolvido pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), o projeto já inseriu na natureza mais de um milhão de espécies de tartarugas e tracajás.
O objetivo é desenvolver ações voltadas à conservação e restabelecimento das populações de tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa). As ações de proteção das matrizes na época de reprodução, aliadas à proteção dos ovos e filhotes, possibilitam o aumento da população dos quelônios, auxiliando na preservação das espécies.
No Parque há uma base de apoio ao projeto que fica ao sul da Unidade de Conservação (UC). Próximas à base estão as principais praias de desova das tartarugas-da-amazônia, onde o trabalho de campo é realizado por uma equipe de colaboradores permanentes e eventuais, que são contratados pelo Instituto Araguaia de Proteção Ambiental.
De acordo com o gerente do Parque Estadual do Cantão, Deny Monteiro, o projeto é desenvolvido ainda em parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT), que disponibiliza professores, pesquisadores e alunos. “Vamos neste retorno das aulas da UFT fazer uma divulgação massiva em prol de conseguirmos novos voluntários para as atividades do segundo semestre desse ano”, afirma.
Para se tornar voluntário do projeto, o interessado deve procurar a Coordenadoria de Unidades de Conservação por meio do telefone (63) 3218-2660 ou pelo e-mail cuc@naturatins.to.gov.br e preencher uma ficha de inscrição.
Fonte: Surgiu

NÃO AO FAST FOOD

Sessenta por cento dos bolivianos são indígenas que preferem não trocar um alimento saudável, a gastar dinheiro em um lugar como o McDonald’s. Apesar de preços convidativos oferecidos pela rede, o McDonald’s não conseguiu convencer os bolivianos a comerem seus BigMacs, McNuggets ou McRibs.  A boliviana, Esther Choque disse, enquanto esperava um ônibus em frente a uma das franqueadas já fechada do McDonald´s: “O mais perto que eu já cheguei desse restaurante foi em um dia que estava chovendo e subi os degraus para me manter seca. Mas os funcionários me enxotaram, dizendo que eu estava sujando o restaurante. Por mim podem ir embora da Bolívia mesmo.”  Rede de ‘fast food’ permaneceu na Bolívia por uma década, apenas com perdas anuais  Oito restaurantes da rede de ‘fast food’, localizados nas cidades de La Paz, Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra, supostamente operaram com perdas anuais. Após 14 anos de presença no país, loja após loja foi fechando as portas.  Uma profunda rejeição cultural  A partida do McDonald’s da Bolívia foi algo tão importante que um documentário começou a ser filmado, chamado “Porque o McDonald’s quebrou na Bolívia”, apresentando cozinheiros, nutricionistas, historiadores e educadores rompendo a realidade repugnante do alimento oferecido pelo McDonald’s.  A rejeição não é necessariamente com base no sabor ou no tipo de alimento, mas sim uma rejeição ao sistema ‘fast food’. De forma que os bolivianos valorizam a qualidade do alimento que ingerem. O tempo de preparo das refeições de ‘fast food’ serve como um tipo de alerta para eles. Os bolivianos buscam refeições locais e querem saber que foram preparadas da maneira correta.  Este pensamento boliviano evita o processamento da carne utilizado por várias redes de ‘fast food’, como o McDonald’s.  Você sabia que o McRib é processado com 70 ingredientes diferentes, que incluem azodicarbonamida, a farinha de branqueamento usada na produção de espuma e plástico? McRib se constitui por misturas de tripas, coração e estômago. As proteínas são extraídas da mistura muscular que se liga a carne de porco, de forma que possa ser moldada nas fábricas. Embora seja vendido como costela, não existe nada de costela.  A rejeição boliviana contra o McDonald’s criou um bom exemplo para o resto do mundo seguir.
Sessenta por cento dos bolivianos são indígenas que preferem não trocar um alimento saudável, a gastar dinheiro em um lugar como o McDonald’s. Apesar de preços convidativos oferecidos pela rede, o McDonald’s não conseguiu convencer os bolivianos a comerem seus BigMacs, McNuggets ou McRibs.
A boliviana, Esther Choque disse, enquanto esperava um ônibus em frente a uma das franqueadas já fechada do McDonald´s: “O mais perto que eu já cheguei desse restaurante foi em um dia que estava chovendo e subi os degraus para me manter seca. Mas os funcionários me enxotaram, dizendo que eu estava sujando o restaurante. Por mim podem ir embora da Bolívia mesmo.”
Rede de ‘fast food’ permaneceu na Bolívia por uma década, apenas com perdas anuais
Oito restaurantes da rede de ‘fast food’, localizados nas cidades de La Paz, Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra, supostamente operaram com perdas anuais. Após 14 anos de presença no país, loja após loja foi fechando as portas.
Uma profunda rejeição cultural
A partida do McDonald’s da Bolívia foi algo tão importante que um documentário começou a ser filmado, chamado “Porque o McDonald’s quebrou na Bolívia”, apresentando cozinheiros, nutricionistas, historiadores e educadores rompendo a realidade repugnante do alimento oferecido pelo McDonald’s.
A rejeição não é necessariamente com base no sabor ou no tipo de alimento, mas sim uma rejeição ao sistema ‘fast food’. De forma que os bolivianos valorizam a qualidade do alimento que ingerem. O tempo de preparo das refeições de ‘fast food’ serve como um tipo de alerta para eles. Os bolivianos buscam refeições locais e querem saber que foram preparadas da maneira correta.
Este pensamento boliviano evita o processamento da carne utilizado por várias redes de ‘fast food’, como o McDonald’s.
Você sabia que o McRib é processado com 70 ingredientes diferentes, que incluem azodicarbonamida, a farinha de branqueamento usada na produção de espuma e plástico? McRib se constitui por misturas de tripas, coração e estômago. As proteínas são extraídas da mistura muscular que se liga a carne de porco, de forma que possa ser moldada nas fábricas. Embora seja vendido como costela, não existe nada de costela.
A rejeição boliviana contra o McDonald’s criou um bom exemplo para o resto do mundo seguir.
fonte: Anda

No Panamá, pode-se manter no máximo 4 animais em uma casa, e somente de duas espécies diferentes. Não mencionam tartarugas, cobras, nem peixes, pois são considerados animais de companhia ou comida. (Foto: Inimage)  Desde o ano 2000, o MINSA (Ministério da Saúde da República do Panamá) regula quantos animais domésticos podem haver nas áreas urbanas do Panamá.  Esta medida é eficaz?  Quantos animais de companhia há em sua casa? Se a resposta for três da mesma espécie ou de três espécies diferentes, significa que você está violando a lei.  Você tem galinhas, iguanas ou coelhos em casa? Se a resposta é sim novamente, você também está violando a lei.  E por quê? Segundo a resolução nº22 de 2000 do Ministério da Saúde (MINSA), está proibida a guarda de qualquer tipo de “animal comestível” (aves como galinhas, patos, gansos e pombas; répteis como iguanas; mamíferos como coelhos, cabras ou bezerros; só para mencionar alguns) em áreas urbanas. Também é proibido manter mais de 4 animais em uma mesma residência; assim como ter mais de duas espécies distintas de animais em uma mesma casa. ‘Proteger a saúde da população e o ambiente’ é a finalidade da medida. As informações são do jornal La Estrella.  O que fazer então? Em seu quinto parágrafo, a resolução diz que o tutor destes animais não permitidos tem 3 dias para ‘eliminá-los ou levá-los a um lugar onde seja permitido tê-los’.  Contudo, ainda que seja suposto que na cidade não se possa ter coelhos, nem iguanas, ao entrar em alguma loja que venda animais de companhia, poderemos encontrar estes animais entre as opções de compra.  O quê significa ‘eliminá-los’?  A Dra. Ivonne Gamarra, médica veterinária da clínica Patas e Pegadas (Patas y Huellas), comenta que para ela o conceito ‘eliminá-los’ é muito ambíguo e pode representar muitas coisas, entre elas ‘sacrificar o animal’.  A médica acrescenta que esta resolução tem muitas lacunas e deficiências, e que é ‘difícil entender como a esta altura ainda não tenha sido revogada. Quem fez esta resolução não foi bem assessorado’.  Andrea Guevara, da Associação Amigos dos Animais e da Natureza (Asociación Amigos de los Animales y la Naturaleza) – AAAN, concorda com a Dra. Gamarra de que a quantidade de animais de companhia não é um indicativo de qualidade de vida e higiene. Andrea Guevara indica (na associação): ‘ Temos tido casos onde há um único cachorro e as condições de salubridade são deploráveis, sem contar a parte dos maus-tratos contra o animal; assim como também temos visto famílias com 3 ou 4 animais de companhia em ótimas condições‘.  A diretora executiva da associação também comenta que a resolução não é cumprida, pois ‘é impossível de cumprir’, já que a MINSA, responsável por fazê-la funcionar, deve ter um abrigo ou um refúgio para colocar o animal. No Panamá não há abrigos e tê-los não é a solução, pois se a questão é a salubridade, os custos para mantê-los em condições aptas são altíssimos.  O documento não fala sobre os animais em condição de rua, os quais, ao não ter um lar, se alimentam do que encontram, bebem água ainda que ela não esteja limpa, fazem as suas necessidades onde estão ou dormem onde podem.

RESOLUÇÃO POLÊMICA

No Panamá, pode-se manter no máximo 4 animais em uma casa, e somente de duas espécies diferentes. Não mencionam tartarugas, cobras, nem peixes, pois são considerados animais de companhia ou comida. (Foto: Inimage)
Desde o ano 2000, o MINSA (Ministério da Saúde da República do Panamá) regula quantos animais domésticos podem haver nas áreas urbanas do Panamá.
Esta medida é eficaz?
Quantos animais de companhia há em sua casa? Se a resposta for três da mesma espécie ou de três espécies diferentes, significa que você está violando a lei.
Você tem galinhas, iguanas ou coelhos em casa? Se a resposta é sim novamente, você também está violando a lei.
E por quê? Segundo a resolução nº22 de 2000 do Ministério da Saúde (MINSA), está proibida a guarda de qualquer tipo de “animal comestível” (aves como galinhas, patos, gansos e pombas; répteis como iguanas; mamíferos como coelhos, cabras ou bezerros; só para mencionar alguns) em áreas urbanas. Também é proibido manter mais de 4 animais em uma mesma residência; assim como ter mais de duas espécies distintas de animais em uma mesma casa. ‘Proteger a saúde da população e o ambiente’ é a finalidade da medida. As informações são do jornal La Estrella.
O que fazer então? Em seu quinto parágrafo, a resolução diz que o tutor destes animais não permitidos tem 3 dias para ‘eliminá-los ou levá-los a um lugar onde seja permitido tê-los’.
Contudo, ainda que seja suposto que na cidade não se possa ter coelhos, nem iguanas, ao entrar em alguma loja que venda animais de companhia, poderemos encontrar estes animais entre as opções de compra.
O quê significa ‘eliminá-los’?
A Dra. Ivonne Gamarra, médica veterinária da clínica Patas e Pegadas (Patas y Huellas), comenta que para ela o conceito ‘eliminá-los’ é muito ambíguo e pode representar muitas coisas, entre elas ‘sacrificar o animal’.
A médica acrescenta que esta resolução tem muitas lacunas e deficiências, e que é ‘difícil entender como a esta altura ainda não tenha sido revogada. Quem fez esta resolução não foi bem assessorado’.
Andrea Guevara, da Associação Amigos dos Animais e da Natureza (Asociación Amigos de los Animales y la Naturaleza) – AAAN, concorda com a Dra. Gamarra de que a quantidade de animais de companhia não é um indicativo de qualidade de vida e higiene. Andrea Guevara indica (na associação): ‘ Temos tido casos onde há um único cachorro e as condições de salubridade são deploráveis, sem contar a parte dos maus-tratos contra o animal; assim como também temos visto famílias com 3 ou 4 animais de companhia em ótimas condições‘.
A diretora executiva da associação também comenta que a resolução não é cumprida, pois ‘é impossível de cumprir’, já que a MINSA, responsável por fazê-la funcionar, deve ter um abrigo ou um refúgio para colocar o animal. No Panamá não há abrigos e tê-los não é a solução, pois se a questão é a salubridade, os custos para mantê-los em condições aptas são altíssimos.
O documento não fala sobre os animais em condição de rua, os quais, ao não ter um lar, se alimentam do que encontram, bebem água ainda que ela não esteja limpa, fazem as suas necessidades onde estão ou dormem onde podem.
fonte:Anda

RIO DE JANEIRO

Voluntários da Suipa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais) conseguiram resgatar nesta ultima terça-feira (30) cinco cães que estavam na área afetada pelo rompimento de uma adutora da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) na estrada do Mendanha, em Campo Grande (RJ). O acidente provocou a morte de um cão, segundo informações dos voluntários.
A Suipa deslocou para a região um veterinário e dois enfermeiros a fim de garantir que os cães fossem acolhidos depois da enxurrada que alagou casas, arrancou telhados e arrastou carros. Uma criança de três anos morreu.
RIO DE JANEIRO Voluntários da Suipa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais) conseguiram resgatar nesta terça-feira (30) cinco cães que estavam na área afetada pelo rompimento de uma adutora da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) na estrada do Mendanha, em Campo Grande (RJ). O acidente provocou a morte de um cão, segundo informações dos voluntários.  A Suipa deslocou para a região um veterinário e dois enfermeiros a fim de garantir que os cães fossem acolhidos depois da enxurrada que alagou casas, arrancou telhados e arrastou carros. Uma criança de três anos morreu. Segundo a direção da Suipa, a equipe ficará até o fim do dia em Campo Grande com o intuito de resgatar mais animais. Cães que estão presos em casas ilhadas, nas quais os voluntários não podem entrar, estão sendo alimentados à distância. A comida é jogada por cima de muros e portas.  Água jorrando por uma hora e meia O rompimento da adutora, cujas circunstâncias ainda estão sendo investigadas, fez com que a água ficasse jorrando por aproximadamente uma hora e meia –o vazamento teve início durante a madrugada e só cessou por volta das 7h30.  Bombeiros designados para o trabalho de resgate informaram que a água chegou a dois metros de altura dentro das casas. Quatro carros da corporação e duas ambulâncias foram encaminhados ao local –houve relatos de moradores ilhados nas casas. Por volta das 5h40, um morador detectou um vazamento e fez o comunicado à Cedae, de acordo com o gerente regional do órgão, Almir Silva. O acidente ocorreu por volta das 6h.  Silva afirmou que não seria prudente fechar toda a estrutura de distribuição de água de uma só vez, pois havia risco de que a pressão da água provoque danos à rede de encanamento. Das 6h25 às 7h, a Cedae paralisou o serviço de forma gradativa a fim de evitar mais estragos, informou o gerente.  Ainda segundo o representante do órgão, outras três adutoras passam pela região da estrada do Mendanha. O rompimento ocorreu na altura do número 4.500 da rodovia, e a estrada do Mendanha, que liga o bairro à avenida Brasil, foi interditada no trecho.  De acordo com a Cedae, não haverá desabastecimento de água no local. O fornecimento de energia elétrica foi cortado para evitar acidentes. Na versão do diretor da Cedae, Jorge Briard, a previsão é que a adutora volte a funcionar durante a noite.  “Essa tubulação não tem nenhum histórico de vazamento. Esse foi um acidente pontual e não tem nenhuma relação com a manutenção”, afirmou Briard. “Técnicos estão investigando o que aconteceu. O governo do Estado vai ressarcir integralmente os danos dos moradores, mantê-los abrigados em hotéis e, se for necessário, dar medicação e alimento.”  O especialista em gerenciamento de risco Moacyr Duarte disse que “é preciso se atentar para o deslocamento de terra que é causado pelo alagamento. Evitar consequências mais graves é a maior preocupação do Corpo de Bombeiros no momento, dado o número de moradores ainda ilhados nas casas”.  Fonte: Uol
Segundo a direção da Suipa, a equipe ficará até o fim do dia em Campo Grande com o intuito de resgatar mais animais. Cães que estão presos em casas ilhadas, nas quais os voluntários não podem entrar, estão sendo alimentados à distância. A comida é jogada por cima de muros e portas.
Água jorrando por uma hora e meiaO rompimento da adutora, cujas circunstâncias ainda estão sendo investigadas, fez com que a água ficasse jorrando por aproximadamente uma hora e meia –o vazamento teve início durante a madrugada e só cessou por volta das 7h30.
Bombeiros designados para o trabalho de resgate informaram que a água chegou a dois metros de altura dentro das casas. Quatro carros da corporação e duas ambulâncias foram encaminhados ao local –houve relatos de moradores ilhados nas casas.
Por volta das 5h40, um morador detectou um vazamento e fez o comunicado à Cedae, de acordo com o gerente regional do órgão, Almir Silva. O acidente ocorreu por volta das 6h.
Silva afirmou que não seria prudente fechar toda a estrutura de distribuição de água de uma só vez, pois havia risco de que a pressão da água provoque danos à rede de encanamento. Das 6h25 às 7h, a Cedae paralisou o serviço de forma gradativa a fim de evitar mais estragos, informou o gerente.
Ainda segundo o representante do órgão, outras três adutoras passam pela região da estrada do Mendanha. O rompimento ocorreu na altura do número 4.500 da rodovia, e a estrada do Mendanha, que liga o bairro à avenida Brasil, foi interditada no trecho.
De acordo com a Cedae, não haverá desabastecimento de água no local. O fornecimento de energia elétrica foi cortado para evitar acidentes. Na versão do diretor da Cedae, Jorge Briard, a previsão é que a adutora volte a funcionar durante a noite.
“Essa tubulação não tem nenhum histórico de vazamento. Esse foi um acidente pontual e não tem nenhuma relação com a manutenção”, afirmou Briard. “Técnicos estão investigando o que aconteceu. O governo do Estado vai ressarcir integralmente os danos dos moradores, mantê-los abrigados em hotéis e, se for necessário, dar medicação e alimento.”
O especialista em gerenciamento de risco Moacyr Duarte disse que “é preciso se atentar para o deslocamento de terra que é causado pelo alagamento. Evitar consequências mais graves é a maior preocupação do Corpo de Bombeiros no momento, dado o número de moradores ainda ilhados nas casas”.
Fonte: Uol

Cinco cães são resgatados em área alagada por rompimento de adutora


DOAÇÕES E VOLUNTÁRIOS

Aprocan precisa d cerca de 35kg de ração por dia para alimentar os animais. Há 15 anos cuidando de dezenas de bichinhos, a Associação de Proteção aos Animais de Canoas (Aprocan) pede ajuda. De acordo com a presidente Eliane Tavares, a entidade não tem fins lucrativos e se mantém com doações e a ajuda de voluntários e da população. “Cada colaborador contribui com o que pode. Também recebemos alguns donativos”, revela. Atualmente, estão abrigados na sede da Aprocan, no bairro Mato Grande, 98 cães e um cavalo.  Segundo ela, todos os animais são castrados é necessário cerca de 35kg de ração para alimentá-los. “Recebemos diversas ligações diariamente para buscarmos animais abandonados. Cuidamos deles como se fossem da família. Para sustentá-los, comprarmos medicamentos, arrecadamos fundos através de campanhas em rede sociais, da venda das roupas de nosso brechó, além de colocarmos dinheiro do próprio bolso ”, revelou.  Quem desejar ajudar pode depositar qualquer valor para Aprocan no Banrisul, agência 0165 – conta nº 06.063.956.06. O telefone de contato é (51) 8422-3899, com Eliane Tavares.  Fonte: Diário de Canoas
Aprocan precisa d cerca de 35kg de ração por dia para alimentar os animais.
 (Foto: Vinicius Carvalho/GES)
Há 15 anos cuidando de dezenas de bichinhos, a Associação de Proteção aos Animais de Canoas (Aprocan) pede ajuda. De acordo com a presidente Eliane Tavares, a entidade não tem fins lucrativos e se mantém com doações e a ajuda de voluntários e da população. “Cada colaborador contribui com o que pode. Também recebemos alguns donativos”, revela. Atualmente, estão abrigados na sede da Aprocan, no bairro Mato Grande, 98 cães e um cavalo.
Segundo ela, todos os animais são castrados é necessário cerca de 35kg de ração para alimentá-los. “Recebemos diversas ligações diariamente para buscarmos animais abandonados. Cuidamos deles como se fossem da família. Para sustentá-los, comprarmos medicamentos, arrecadamos fundos através de campanhas em rede sociais, da venda das roupas de nosso brechó, além de colocarmos dinheiro do próprio bolso ”, revelou.
Quem desejar ajudar pode depositar qualquer valor para Aprocan no Banrisul, agência 0165 – conta nº 06.063.956.06. O telefone de contato é (51) 8422-3899, com Eliane Tavares.

    PELA SEGUNDA VEZ!!!!!

    O julgamento da enfermeira acusada por maus-tratos, por ter sido filmada espancando um cachorro da raça yorkshire, foi adiado pela segunda vez. O crime aconteceu em Formosa, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal, em novembro de 2011. Nas cenas, a mulher agride o animal na frente da filha, que na época tinha apenas dois anos.
    A audiência estava marcada para quarta-feira (31) e como o processo corre em segredo de Justiça, não se sabe exatamente qual foi motivo da prorrogação. O advogado da enfermeira, que tinha ido ao Fórum de Formosa, disse que também foi pego de surpresa, pois não tinha sido avisado sobre a mudança.
    Em março deste ano, o julgamento acabou suspenso devido a falta de uma testemunha de acusação. No mês de junho, o juiz da 2ª Vara Criminal de Formosa, Fernando Oliveira Samuel, chegou a ouvir algumas testemunhas do caso. No entanto, como várias outras não compareceram, uma nova audiência havia sido marcada para o dia 31 de julho.
    Vídeo
    Mulher fo iflagrada espancando cão na frente da filha O julgamento da enfermeira acusada por maus-tratos, por ter sido filmada espancando um cachorro da raça yorkshire, foi adiado pela segunda vez. O crime aconteceu em Formosa, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal, em novembro de 2011. Nas cenas, a mulher agride o animal na frente da filha, que na época tinha apenas dois anos.  A audiência estava marcada para quarta-feira (31) e como o processo corre em segredo de Justiça, não se sabe exatamente qual foi motivo da prorrogação. O advogado da enfermeira, que tinha ido ao Fórum de Formosa, disse que também foi pego de surpresa, pois não tinha sido avisado sobre a mudança.  Em março deste ano, o julgamento acabou suspenso devido a falta de uma testemunha de acusação. No mês de junho, o juiz da 2ª Vara Criminal de Formosa, Fernando Oliveira Samuel, chegou a ouvir algumas testemunhas do caso. No entanto, como várias outras não compareceram, uma nova audiência havia sido marcada para o dia 31 de julho.  Vídeo  Mulher fo iflagrada espancando cão na frente da filha (Foto: Reprodução) Mulher foi flagrada espancando cão na frente da filha (Foto: Reprodução)  Camila Correia aparece em um vídeo feito por vizinhos, em novembro de 2011, espancando um cachorro da raça yorkshire, no apartamento da família, em Formosa. As imagens mostram quando ela arremessa o animal contra parede, o joga várias vezes no chão e bate na cabeça dele com um balde.  As agressões aconteceram na frente da filha da enfermeira, que na época tinha 2 anos. O cão foi levado para uma clínica veterinária, mas não resistiu aos ferimentos. Ele morreu dois dias depois das agressões.  Vizinhos filmaram o espancamento e denunciaram o caso no 2ª Distrito Policial de Formosa. Chamada para prestar esclarecimentos, a enfermeira relatou que bateu no cachorro para corrigi-lo. Segundo o delegado responsável pela investigação na época, ela disse que tinha saído para almoçar e estava tranquila, mas se irritou porque o cachorro fez cocô na casa toda.  Publicado na internet, o vídeo que mostra as agressões causou enorme comoção social. Houve protestos na porta do prédio onde a acusada vivia, no Setor Formosinha, e a família chegou a receber ameaças. A enfermeira e o marido mudaram de cidade. O advogado preferiu não divulgar o local da nova residência do casal por motivos de segurança.  Multas  Após a conclusão do inquérito, o Ministério Público de Goiás propôs ação civil pública contra a enfermeira por maus-tratos ao animal e por constrangimento de criança sob sua responsabilidade, delito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).  O MP também pede que ela seja “condenada a indenizar os interesses difusos e coletivos lesados, decorrentes do abalo à moral coletiva”. O valor da multa, de R$ 20 mil, seria revertido ao Fundo Municipal do Meio Ambiente.  Maltratar animais é crime previsto no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605/98, com detenção de três meses a um ano e multa. A pena é aumentada em um terço em caso de morte do animal. Ao receber o inquérito, em dezembro do ano passado, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou Camila em R$ 3 mil.  Fonte: G1
    Mulher foi flagrada espancando cão na frente da
    filha 
    Camila Correia aparece em um vídeo feito por vizinhos, em novembro de 2011, espancando um cachorro da raça yorkshire, no apartamento da família, em Formosa. As imagens mostram quando ela arremessa o animal contra parede, o joga várias vezes no chão e bate na cabeça dele com um balde.
    As agressões aconteceram na frente da filha da enfermeira, que na época tinha 2 anos. O cão foi levado para uma clínica veterinária, mas não resistiu aos ferimentos. Ele morreu dois dias depois das agressões.
    Vizinhos filmaram o espancamento e denunciaram o caso no 2ª Distrito Policial de Formosa. Chamada para prestar esclarecimentos, a enfermeira relatou que bateu no cachorro para corrigi-lo. Segundo o delegado responsável pela investigação na época, ela disse que tinha saído para almoçar e estava tranquila, mas se irritou porque o cachorro fez cocô na casa toda.
    Publicado na internet, o vídeo que mostra as agressões causou enorme comoção social. Houve protestos na porta do prédio onde a acusada vivia, no Setor Formosinha, e a família chegou a receber ameaças. A enfermeira e o marido mudaram de cidade. O advogado preferiu não divulgar o local da nova residência do casal por motivos de segurança.
    Multas
    Após a conclusão do inquérito, o Ministério Público de Goiás propôs ação civil pública contra a enfermeira por maus-tratos ao animal e por constrangimento de criança sob sua responsabilidade, delito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
    O MP também pede que ela seja “condenada a indenizar os interesses difusos e coletivos lesados, decorrentes do abalo à moral coletiva”. O valor da multa, de R$ 20 mil, seria revertido ao Fundo Municipal do Meio Ambiente.
    Maltratar animais é crime previsto no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605/98, com detenção de três meses a um ano e multa. A pena é aumentada em um terço em caso de morte do animal. Ao receber o inquérito, em dezembro do ano passado, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou Camila em R$ 3 mil.
    Fonte: G1

    GROENLÂNDIA

    Tem sido muito documentado que a sobrevivência dos ursos polares está ameaçada devido ao degelo das calotas polares, que são seu habitat. O desaparecimento do gelo já está sendo relacionado ao possível declínio no número de nascimento de ursos polares. O aumento de companhias derramando óleo no Ártico também é outro problema a afetar as populações desses animais.  Mas outra ameaça que eles enfrentam vem de elementos químicos industriais. Um recente estudo revelou que estes elementos estão presentes no tecido cerebral de ursos polares da Groenlândia. As informações são da Care2.  Os produtos químicos como o ácido perfluoroctanóico (PerFluoroAlkyl – PFASs) e seus componentes precursores são resistentes à degradação térmica, biológica e química. Nas últimas seis décadas, eles têm sido amplamente usados em diversos produtos comerciais e industriais como revestimento para texturas, produtos de papel, carpetes, estofado, embalagens impermeáveis e “teflon”. Eles também são encontrados em produtos farmacêuticos, de limpeza e espumas de combate a incêndios.  De acordo com cientistas da Universidade de Carleton no Canadá e Aarhus na Dinamarca, esses compostos podem ser cancerígenos e neurotóxicos à vida selvagem e aos humanos. Isto é, enquanto os PFASs e substâncias relacionadas não causam diretamente a morte dos ursos polares, o acúmulo delas em seus corpos é perigoso especialmente pelo fato deles danificarem seus ossos, órgãos e sistemas reprodutores. O novo estudo diz que os PFASs também atingem os cérebros dos ursos, na medida em que essas substâncias podem atravessar a barreira do sangue e atingir o cérebro.  De fato, um tipo particular de PFAS, o sulfonato de perfluoroctano (PFOS) foi encontrado no fígado de ursos polares em concentração 100 vezes maior que as encontradas em animais que lhes servem de alimento.  O uso de PFASs e seus componentes tem aumentado drasticamente nas últimas quatro décadas. Devido a preocupações com segurança, os PFOS não estão sendo produzidos no Ocidente desde 2002, pois são considerados excepcionalmente “persistentes” (isso significa que têm efeito de longo prazo e podem “bioacumular” nos organismos dos animais). Atualmente, a única fonte conhecida de produção dessas substâncias é a China. Mesmo que haja substâncias que podem substituir os PFOS, sua produção “aumentou em 10 vezes, mesmo após ter sido descontinuada nos Estados Unidos”, observaram os cientistas.  Produtos químicos estão entrando no Ártico pelo ar e por correntes marítimas, e sua presença tende a aumentar. O derretimento do gelo do mar torna o Ártico muito mais acessível a humanos, via turismo ou indústria. Segundo a reportagem, algumas companhias já estão planejando usar as águas do Ártico como rota regular de navegação. O resultado pode ser um aumento ainda maior na contaminação do ecossistema na região.  O uso dos PFASs em produtos de uso diário, conforme os cientistas ressaltam, é “generalizado”. Como a presença dessas substâncias raramente é declarada em muitos produtos, eles afirmam que o mínimo que os consumidores podem fazer é procurar utilizar produtos com etiquetas anunciem responsabilidade ambiental. A reportagem conclui dizendo que, além de não estarmos conseguindo retardar o aumento das temperaturas ao redor do mundo que causam o derretimento das geleiras, os ursos polares também estão sendo ameaçados por nossas atividades.  Esse parece ser um exemplo típico do efeito em cadeia nos ecossistemas mundiais: o produto que se consome nos trópicos, por exemplo, afeta a vida dos ursos polares que estão do outro lado do mundo.  Como diz a Teoria do Caos, que aborda os sistemas complexos e dinâmicos, “o bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque”. Obviamente essa asserção é metafórica, porém no caso da ação dos humanos, certamente a responsabilidade da ação dos mesmos é muito grande e se faz notar de forma visível na degradação do meio ambiente e nos danos a muitas espécies de animais não-humanos.
    Tem sido muito documentado que a sobrevivência dos ursos polares está ameaçada devido ao degelo das calotas polares, que são seu habitat. O desaparecimento do gelo já está sendo relacionado ao possível declínio no número de nascimento de ursos polares. O aumento de companhias derramando óleo no Ártico também é outro problema a afetar as populações desses animais.
    Mas outra ameaça que eles enfrentam vem de elementos químicos industriais. Um recente estudo revelou que estes elementos estão presentes no tecido cerebral de ursos polares da Groenlândia. As informações são da Care2.
    Os produtos químicos como o ácido perfluoroctanóico (PerFluoroAlkyl – PFASs) e seus componentes precursores são resistentes à degradação térmica, biológica e química. Nas últimas seis décadas, eles têm sido amplamente usados em diversos produtos comerciais e industriais como revestimento para texturas, produtos de papel, carpetes, estofado, embalagens impermeáveis e “teflon”. Eles também são encontrados em produtos farmacêuticos, de limpeza e espumas de combate a incêndios.
    De acordo com cientistas da Universidade de Carleton no Canadá e Aarhus na Dinamarca, esses compostos podem ser cancerígenos e neurotóxicos à vida selvagem e aos humanos. Isto é, enquanto os PFASs e substâncias relacionadas não causam diretamente a morte dos ursos polares, o acúmulo delas em seus corpos é perigoso especialmente pelo fato deles danificarem seus ossos, órgãos e sistemas reprodutores. O novo estudo diz que os PFASs também atingem os cérebros dos ursos, na medida em que essas substâncias podem atravessar a barreira do sangue e atingir o cérebro.
    De fato, um tipo particular de PFAS, o sulfonato de perfluoroctano (PFOS) foi encontrado no fígado de ursos polares em concentração 100 vezes maior que as encontradas em animais que lhes servem de alimento.
    O uso de PFASs e seus componentes tem aumentado drasticamente nas últimas quatro décadas. Devido a preocupações com segurança, os PFOS não estão sendo produzidos no Ocidente desde 2002, pois são considerados excepcionalmente “persistentes” (isso significa que têm efeito de longo prazo e podem “bioacumular” nos organismos dos animais). Atualmente, a única fonte conhecida de produção dessas substâncias é a China. Mesmo que haja substâncias que podem substituir os PFOS, sua produção “aumentou em 10 vezes, mesmo após ter sido descontinuada nos Estados Unidos”, observaram os cientistas.
    Produtos químicos estão entrando no Ártico pelo ar e por correntes marítimas, e sua presença tende a aumentar. O derretimento do gelo do mar torna o Ártico muito mais acessível a humanos, via turismo ou indústria. Segundo a reportagem, algumas companhias já estão planejando usar as águas do Ártico como rota regular de navegação. O resultado pode ser um aumento ainda maior na contaminação do ecossistema na região.
    O uso dos PFASs em produtos de uso diário, conforme os cientistas ressaltam, é “generalizado”. Como a presença dessas substâncias raramente é declarada em muitos produtos, eles afirmam que o mínimo que os consumidores podem fazer é procurar utilizar produtos com etiquetas anunciem responsabilidade ambiental. A reportagem conclui dizendo que, além de não estarmos conseguindo retardar o aumento das temperaturas ao redor do mundo que causam o derretimento das geleiras, os ursos polares também estão sendo ameaçados por nossas atividades.
    Esse parece ser um exemplo típico do efeito em cadeia nos ecossistemas mundiais: o produto que se consome nos trópicos, por exemplo, afeta a vida dos ursos polares que estão do outro lado do mundo.
    Como diz a Teoria do Caos, que aborda os sistemas complexos e dinâmicos, “o bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque”. Obviamente essa asserção é metafórica, porém no caso da ação dos humanos, certamente a responsabilidade da ação dos mesmos é muito grande e se faz notar de forma visível na degradação do meio ambiente e nos danos a muitas espécies de animais não-humanos.

    Resgatada pela Polícia Ambiental, em parceria com a Polícia Militar, em 04/04, no município de Caroebe, no interior do Estado de Roraima, a filhote de onça-pintada "Juma", foi transferida para o Estado de São Paulo no início do mês de junho e ambienta-se na Associação Mata Ciliar, um santuário ecológico sediado em Jundiaí. Um mês após a chegada na nova estadia, o filhote de onça passa pelo período de desmame e começa a alimentar-se de carne. Conforme nota divulgada pela entidade, "Juma tem agora aproximadamente quatro meses e ambientou-se rapidamente em seu novo recinto. Se alimenta bem, apresenta excelente saúde e está crescendo muito rápido!".   A jornada de Juma - A chegada da oncinha ao santuário ecológico aconteceu graças ao empenho de ativistas ligadas a proteção de animais atuantes em redes sociais da web. "A transferência de Juma contou com a ajuda e parceria das administradoras da página "Leão Simba Também Precisa de Você", que trabalharam na campanha para arrecadar fundos para pagar a transferência via áerea do animal. Este é o mesmo grupo de pessoas que trabalhou na campanha para trazer o Leão Juba no ano passado. Uma parceria de sucesso em prol da conservação de espécies", explica a Associação Mata Ciliar na nota divulgada pelo departamento de comunicação da entidade.   Após o resgate, ocorrido no mês de abril, Juma foi levada ao CETAS/Roraima, área do IBAMA responsável por destinar o animal para alguma instituição e sua transferência foi autorizada. A Associação Mata Ciliar, em parceria com os Cetas de várias regiões do Brasil, se dispôs a receber Juma, já que possuía um recinto disponível, feito especificamente para onças-pintadas.   Mais um animal em risco de extinção impossibilitado de retornar à natureza - A Associação Mata Ciliar, embora tenha condições de oferecer uma vida digna à Juma em cativeiro, lamenta não poder fazer a soltura da filhote na natureza, uma vez que ela não foi adaptada para a sobrevivência em vida livre.    "O caso de Juma é mais um em que um animal silvestre não poderá retornar à natureza, já que não teve a oportunidade de aprender a sobreviver nos preciosos anos de convívio que deveria ter passado com sua mãe. A provável causa dessa situação é a implacável forma com que seu habitat tem sido devastado em todas as áreas naturais do país", lamentam os ativistas da entidade.
    Resgatada pela Polícia Ambiental, em parceria com a Polícia Militar, em 04/04, no município de Caroebe, no interior do Estado de Roraima, a filhote de onça-pintada "Juma", foi transferida para o Estado de São Paulo no início do mês de junho e ambienta-se na Associação Mata Ciliar, um santuário ecológico sediado em Jundiaí.
    Um mês após a chegada na nova estadia, o filhote de onça passa pelo período de desmame e começa a alimentar-se de carne. Conforme nota divulgada pela entidade, "Juma tem agora aproximadamente quatro meses e ambientou-se rapidamente em seu novo recinto. Se alimenta bem, apresenta excelente saúde e está crescendo muito rápido!".
    A jornada de Juma - A chegada da oncinha ao santuário ecológico aconteceu graças ao empenho de ativistas ligadas a proteção de animais atuantes em redes sociais da web. "A transferência de Juma contou com a ajuda e parceria das administradoras da página "Leão Simba Também Precisa de Você", que trabalharam na campanha para arrecadar fundos para pagar a transferência via áerea do animal. Este é o mesmo grupo de pessoas que trabalhou na campanha para trazer o Leão Juba no ano passado. Uma parceria de sucesso em prol da conservação de espécies", explica a Associação Mata Ciliar na nota divulgada pelo departamento de comunicação da entidade.
    Após o resgate, ocorrido no mês de abril, Juma foi levada ao CETAS/Roraima, área do IBAMA responsável por destinar o animal para alguma instituição e sua transferência foi autorizada. A Associação Mata Ciliar, em parceria com os Cetas de várias regiões do Brasil, se dispôs a receber Juma, já que possuía um recinto disponível, feito especificamente para onças-pintadas.
    Mais um animal em risco de extinção impossibilitado de retornar à natureza - A Associação Mata Ciliar, embora tenha condições de oferecer uma vida digna à Juma em cativeiro, lamenta não poder fazer a soltura da filhote na natureza, uma vez que ela não foi adaptada para a sobrevivência em vida livre. 
    "O caso de Juma é mais um em que um animal silvestre não poderá retornar à natureza, já que não teve a oportunidade de aprender a sobreviver nos preciosos anos de convívio que deveria ter passado com sua mãe. A provável causa dessa situação é a implacável forma com que seu habitat tem sido devastado em todas as áreas naturais do país", lamentam os ativistas da entidade.

    Filhote de onça-pintada Juma ambienta-se na Associação Mata Ciliar


    DE 5 A 11 DE AGOSTO

    Apresentação  Em toda parte do mundo e a cada dia, milhões de animais não humanos de todas as espécies sofrem e morrem para satisfazer as necessidades da humanidade. Isso é o que chamamos de exploração animal.  O capitalismo moderno já está bem compreendido – ele que foca nessa exploração – assim como os sofrimentos que ele engendra a um nível jamais alcançado, através da produção de carne, leite, ovos, couro e mel, experimentação em animais de laboratório, ou o aniquilamento puro e simples de ecossistemas e de seres que aí vivem. Todas essas práticas têm por meta aumentar os lucros das classes dirigentes, permitindo manter em atividade o modo de vida de uma grande parte da população mundial, particularmente nos países ricos, que dependem dos produtos animais.  E é raramente, mesmo no cerne dos movimentos anarquistas e anticapitalistas, que a questão da opressão sobre os animais é abordada. Nós, grupo de indivíduos anticapitalistas e antiautoritários, estamos convencidos de que a emancipação dos humanos não faz sentido se não acompanhar a emancipação de todos os seres vivos. Nós não pensamos que os animais não humanos nos são inferiores, nem que é legitimo os fazer sofrer, por qualquer razão que for. Da mesma maneira que nós lutamos no cotidiano tentando acabar com o sistema de dominação capitalista, sexista, racista e outros, nós queremos lutar para dar uma chance aos animais de viver sem confinamento, doença ou sob tortura.  Não pensamos que a solução seja a reforma do sistema de exploração animal para torná-lo suportável. Não reclamamos jaulas maiores para as galinhas, mas a supressão das jaulas e das indústrias que as usam. A libertação animal é, aos nossos olhos, uma necessidade ética que nenhum interesse pecuário colocará em prática. De qualquer maneira, não temos as soluções prontas: o veganismo a nível individual, o fato de não consumir nenhum produto de exploração animal, não é claramente em si uma solução para o problema global.  Muitos de nós vivemos e lutamos na ZAD [Zona de Desenvolvimento Reduzido, dito doutro modo Zona a eliminar], lugar de luta contra um aeroporto, mas também contra o mundo capitalista que ele engendra. Aqui, milhões de animais são ameaçados pela concretagem, mas nesse momento já existem milhões de cabeças de gado que vivem aqui doentes, condenados à morte quando estiverem próximos da maturidade. Muitas pessoas que participam dessa exploração são, portanto, habitantes que lutam aqui mesmo contra o mesmo inimigo que nós, alguns há muito mais tempo. Tudo que renda luta contra a exploração animal é ainda mais atual aqui do que em outras partes, mas igualmente difícil de manejar no meio de um movimento que recusa essa ser uma dominação a destruir. Pensamos por isso que aqui há muito por construir nesse aspecto, na luta que parece ter aberto uma brecha na França sobre a questão animal e da natureza.  Por isso, convidamos à ZAD, de 5 a 11 de agosto, todas as pessoas interessadas na questão animal e que se reconheçam nos princípios antiautoritários. Amaremos fazer dessa semana um espaço de encontro de pessoas envolvidas ou desejosas de se envolver com as bases radicais de luta pelos animais, mesmo que num espaço de debates sobre a exploração animal em geral e no seio das lutas sociais, na ZAD e em outros lugares.  Mais informações e a programação:  http://antispezad.noblogs.org/  Fonte: Agência de Notícias Anarquistas
    Apresentação
    Em toda parte do mundo e a cada dia, milhões de animais não humanos de todas as espécies sofrem e morrem para satisfazer as necessidades da humanidade. Isso é o que chamamos de exploração animal.
    O capitalismo moderno já está bem compreendido – ele que foca nessa exploração – assim como os sofrimentos que ele engendra a um nível jamais alcançado, através da produção de carne, leite, ovos, couro e mel, experimentação em animais de laboratório, ou o aniquilamento puro e simples de ecossistemas e de seres que aí vivem. Todas essas práticas têm por meta aumentar os lucros das classes dirigentes, permitindo manter em atividade o modo de vida de uma grande parte da população mundial, particularmente nos países ricos, que dependem dos produtos animais.
    E é raramente, mesmo no cerne dos movimentos anarquistas e anticapitalistas, que a questão da opressão sobre os animais é abordada. Nós, grupo de indivíduos anticapitalistas e antiautoritários, estamos convencidos de que a emancipação dos humanos não faz sentido se não acompanhar a emancipação de todos os seres vivos. Nós não pensamos que os animais não humanos nos são inferiores, nem que é legitimo os fazer sofrer, por qualquer razão que for. Da mesma maneira que nós lutamos no cotidiano tentando acabar com o sistema de dominação capitalista, sexista, racista e outros, nós queremos lutar para dar uma chance aos animais de viver sem confinamento, doença ou sob tortura.
    Não pensamos que a solução seja a reforma do sistema de exploração animal para torná-lo suportável. Não reclamamos jaulas maiores para as galinhas, mas a supressão das jaulas e das indústrias que as usam. A libertação animal é, aos nossos olhos, uma necessidade ética que nenhum interesse pecuário colocará em prática. De qualquer maneira, não temos as soluções prontas: o veganismo a nível individual, o fato de não consumir nenhum produto de exploração animal, não é claramente em si uma solução para o problema global.
    Muitos de nós vivemos e lutamos na ZAD [Zona de Desenvolvimento Reduzido, dito doutro modo Zona a eliminar], lugar de luta contra um aeroporto, mas também contra o mundo capitalista que ele engendra. Aqui, milhões de animais são ameaçados pela concretagem, mas nesse momento já existem milhões de cabeças de gado que vivem aqui doentes, condenados à morte quando estiverem próximos da maturidade. Muitas pessoas que participam dessa exploração são, portanto, habitantes que lutam aqui mesmo contra o mesmo inimigo que nós, alguns há muito mais tempo. Tudo que renda luta contra a exploração animal é ainda mais atual aqui do que em outras partes, mas igualmente difícil de manejar no meio de um movimento que recusa essa ser uma dominação a destruir. Pensamos por isso que aqui há muito por construir nesse aspecto, na luta que parece ter aberto uma brecha na França sobre a questão animal e da natureza.
    Por isso, convidamos à ZAD, de 5 a 11 de agosto, todas as pessoas interessadas na questão animal e que se reconheçam nos princípios antiautoritários. Amaremos fazer dessa semana um espaço de encontro de pessoas envolvidas ou desejosas de se envolver com as bases radicais de luta pelos animais, mesmo que num espaço de debates sobre a exploração animal em geral e no seio das lutas sociais, na ZAD e em outros lugares.
    Mais informações e a programação:
    semana-libertação-animal

    LEI APROVADA

    A Secretaria da Fazenda do Estado de SP acaba de regulamentar a inclusão de entidades de proteção animal no rol de entidades habilitadas a receberem créditos da Nota Fiscal Paulista. A partir de agora, essas entidades poderão receber créditos e bilhetes para concorrer aos sorteios tanto a partir de compras realizadas pela própria entidade, como da doação de notas sem identificação de CPF ou mesmo de notas já identificadas, por meio do site da Nota Fiscal Paulista.  Essa regulamentação decorre de decreto do governo do Estado, atendendo à Lei da Nota Fiscal Animal (14.728 de 2012), de autoria do Deputado Estadual Feliciano Filho (PEN51-SP).  “É um momento muito aguardado pela proteção animal,” declarou o deputado Feliciano. “Depois da Lei Feliciano, que proíbe a matança de cães e gatos sadios nos CCZs, canis públicos e congêneres, é o melhor projeto da causa animal, pois poderá gerar recursos para as entidades de proteção e defesa realizarem um trabalho que a maioria dos municípios não faz, que é a instituição de políticas públicas, tais como: resgates, tratamento, castração, identificação e manutenção dos animais até sua doação. Além de poderem trabalhar ainda mais intensamente na conscientização da população em relação à guarda responsável.”  “A grande vantagem,” continua o deputado, “é o fato de que qualquer pessoa poderá doar recursos para as entidades, sem botar a mão no bolso e, desta forma, ajudar a salvar muito mais os nossos amigos que não podem se defender, que não tem voz e nem a quem recorrer.”  Veja como sua entidade pode participar: http://www.felicianofilho.com.br/?p=3455
    A Secretaria da Fazenda do Estado de SP acaba de regulamentar a inclusão de entidades de proteção animal no rol de entidades habilitadas a receberem créditos da Nota Fiscal Paulista. A partir de agora, essas entidades poderão receber créditos e bilhetes para concorrer aos sorteios tanto a partir de compras realizadas pela própria entidade, como da doação de notas sem identificação de CPF ou mesmo de notas já identificadas, por meio do site da Nota Fiscal Paulista.
    Essa regulamentação decorre de decreto do governo do Estado, atendendo à Lei da Nota Fiscal Animal (14.728 de 2012), de autoria do Deputado Estadual Feliciano Filho (PEN51-SP).
    “É um momento muito aguardado pela proteção animal,” declarou o deputado Feliciano. “Depois da Lei Feliciano, que proíbe a matança de cães e gatos sadios nos CCZs, canis públicos e congêneres, é o melhor projeto da causa animal, pois poderá gerar recursos para as entidades de proteção e defesa realizarem um trabalho que a maioria dos municípios não faz, que é a instituição de políticas públicas, tais como: resgates, tratamento, castração, identificação e manutenção dos animais até sua doação. Além de poderem trabalhar ainda mais intensamente na conscientização da população em relação à guarda responsável.”
    “A grande vantagem,” continua o deputado, “é o fato de que qualquer pessoa poderá doar recursos para as entidades, sem botar a mão no bolso e, desta forma, ajudar a salvar muito mais os nossos amigos que não podem se defender, que não tem voz e nem a quem recorrer.”
    Veja como sua entidade pode participar: http://www.felicianofilho.com.br/?p=3455

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