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Baleias orca são obrigadas a realizar performance em parques como o SeaWorld, na Flórida.
O tratamento de baleias orca que fazem performances para turistas em parques temáticos tem sido questionado por uma nova pesquisa que aponta os traumas causados aos animais que passam anos em cativeiro. As informações são do Daily Mail.
De acordo com a reportagem, o estudo ressalta que a agressividade dessas baleias vem do fato de serem obrigadas a realizar algo contra a sua natureza, e das condições sob as quais elas são mantidas.
Pesquisadores dizem que o stress do confinamento em uma piscina pequena, ao invés da liberdade dos oceanos, causa frustração nesses animais que, acuados, lançam-na sobre os seus treinadores.
Em 2010, isso ficou evidente no caso da baleia orca Tilikum que matou sua treinadora Dawn Brancheau na frente de turistas no SeaWorld em Orlando, na Flórida, fato que foi publicado pela Anda.
Posteriormente veio à tona a informação de que Tilikum já havia matado outra treinadora em 1991 e, oito anos mais tarde, em 1999, tinha afogado um homem que entrara em seu recinto.
A horrível morte de Dan Brancheau levou a um questionamento do negócio lucrativo baseado no uso de baleias para entretenimento humano nos Estados Unidos, mas os parques continuam prosperando com a prática. Dezenas de milhares de turistas visitam o SeaWorld todo ano.
Os perigos de se manter baleias orca em cativeiro são mostrados em um documentário chamado Blackfish, que foi exibido no Festival de Cinema de Sheffield.
A diretora Gabriela Cowperthwaite disse que as baleias orca não deveriam ser utilizadas para entretenimento de turistas. “Elas são animais imensamente inteligentes. Não devem ficar em cativeiro”, afirma a diretora.
Durante as gravações do filme, ela disse que se deparou com dezenas de “quase-acidentes” onde os treinadores foram ameaçados ou feridos pelas baleias.
“Passei dois anos rastreando todos estes incidentes. Houve quatro mortes e muitos quase-acidentes e lesões. Suspeito que tenham sido possivelmente centenas, mas ninguém gosta de denunciá-los “, disse ela.
Acidente semelhante aos relatados aconteceu na Europa quando um treinador foi morto pela baleia Keto, no Loro Park em Tenerife, um dos dois parques aquáticos europeus.
O outro parque é o de Marineland, em Antibes, na França, onde já houve incidentes perigosos, mas nenhuma morte foi registrada até então.
Baleias têm sido exploradas para entretenimento humano em parques temáticos desde os anos 60, incluindo o Flamingo Land em North Yorkshire, onde uma baleia chamada Cuddles era a “atração”.
Um estudo da Cowperthwaite and Whale and Dolphin Conservation revelou que Cuddles tornou-se tão agressivo que seus treinadores tinham que limpar a piscina de dentro de uma gaiola de tubarão.
Segundo a reportagem, a Grã-Bretanha proibiu a manutenção de baleias e golfinhos em zoológicos, mas ainda há 44 desses animais em cativeiro no mundo.
O especialista David Kirby disse que o comportamento de Tilikum não é diferente do de outras baleias orca cativas.
“Tilikum é um animal muito perturbado e perigoso, mas eu conheci no mínimo vinte outros animais cativos que mostraram o mesmo comportamento”, declarou Kirby que escreveu o livro “Death at SeaWorld” (“Morte no SeaWorld”), onde comenta a morte da treinadora Dan Brancheau.
“Eles perseguem e mordem pessoas, saltam para fora da água sobre elas e as encurralam. São animais muito agressivos. Eles não deveriam ficar em cativeiro e os humanos não podem trabalhar com eles”, acrescentou Kirby.
Aplaudível foi a decisão tomada pelo Congresso da República Colombiano de aprovar uma lei que proíbe os circos fixos e itinerantes que realizem espetáculos no país de apresentar animais selvagens, exóticos ou silvestres dentro de suas atrações ou números circenses. Assim começa um editorial publicado recentemente do El Heraldo, jornal colombiano que comemorou o grande avanço legislativo. Você lê a seguir a tradução completa deste texto emocionante sobre um momento histórico do país.
Foi concedido o prazo de dois anos aos circos para que retirem de seus espetáculos elefantes, leões, macacos e aves, permitindo-lhes somente o uso de animais domésticos como cachorros, cavalos e pôneis. Terminado esse prazo nenhuma autoridade poderá emitir “licença” aos espetáculos circenses, inclusive os internacionais, que utilizem as espécies proibidas.
Essa medida tem muitos aspectos positivos que ressaltar, pois ao mesmo tempo que estimula valores éticos em defesa da integridade dos animais, obriga àqueles que formam parte desses negócios a adequar seus espetáculos sem animais e a simultaneamente se renovar e se converter em circos modernos que só exaltam o talento e as destrezas humanas, tal qual fazem os conhecidos Cirque du Soleil, El Circo de Oz ou o Circo Imperial Chinês.
Embora os animais domésticos tenham sido excluídos desta proibição, é estimado que a lei é um golpe certeiro contra circos multinacionais que baseiam seus espetáculos na exploração de feras e animais silvestres e exóticos já que de igual modo deverão entregar os animais que tenham às autoridades ambientais do lugar onde se encontrem ou adiantar autorizações para tirá-los do país.
O sucesso desta medida desde que começou a ser analisada no Congresso em 2011, se deve ao esforço de organizações de defesa dos animais como “Yo quiero um circo sin animales”, “Animal Defenders” e “Anima Naturalis” que igualmente tem promovido iniciativas semelhantes em vários países da Europa e América.
Para os ativistas do meio ambiente, essa conquista sem dúvida incidirá na existência de um mundo não violento na medida em que liberta da escravidão e dos maus-tratos centenas de animais nos 20 a 25 circos que funcionam no país. Eles consideram essa atividade como uma das formas mais cruéis de tortura sendo doloroso ver tigres e leões enjaulados, vivendo a base de castigos, como se estivessem pagando alguma pena.
Para muitos os circos com animais são “espetáculos de entretenimento” que não são divertidos para os animais que passam acorrentados ou aprisionados em diminutas jaulas, das quais são libertos apenas durante os treinos ou nos escassos minutos que duram sua “apresentação”. Além disso, esses animais devem suportar longas horas de viagem em terríveis condições de confinamento, sentindo frio, calor, sem luz nem ventilação, violando os direitos aprovados pela ONU na UNESCO separados de seus pares, enjaulados e amarrados submetidos a privações e frustrações em seus instintos; tudo isso pode desencadear condutas inesperadamente agressivas, transformando-os em um perigo potencial para o público, treinadores e trabalhadores do circo.
Além disso, se critica que alguns adestramentos se baseiam em castigos com chicotes, coleiras apertadas, mordaças, vara elétrica ou ganchos pontudos, obrigando-os a realizar repetidamente atos fisicamente incômodos ou condutas antinaturais. Da mesma forma tem sido questionado o caráter pedagógico de seus números pois suas “atuações” superficiais, dolorosas e indignantes não ensinam nada ao público sobre seu comportamento na natureza, ao passo que essas apresentações os ridicularizam e os humilham transmitindo especialmente às crianças que esses animais são inferiores, estúpidos e meros objetos de diversão humana.
Tomara que o fato desta lei ter sido aprovada, leve o Congresso colombiano a tomar outras iniciativas parecidas, como o projeto de lei que protege os animais domésticos de maus-tratos e a rediscussão sobre as touradas.
Imaginem uma ilha muito distante, muito pobre e com dezenas de cães esfomeados, já em estado de pele e osso, morrendo aos poucos. Agora imaginem uma equipe de protetores de São Paulo unindo-se a outros de Belém do Pará e salvando 82 animais em situação deplorável. Tem mais: eles conseguiram acomodar todos os cães, de uma só vez, no recinto de um barco. Destino: uma chácara para serem vacinados e tratados. Eo melhor de tudo: não é ficção. Esse resgate aconteceu mesmo entre os dias 11 e 16 de Junho, na ilha do Francês, em Santa Cruz do Arari (PA), onde cerca de 300 cães foram mortos por afogamento ou abandono!!!
A notícia da caça e extermínio dos cães foi amplamente noticiada e chocou o país. Como havia pagamento pela captura dos animais, não só cães de rua, mas também os que tinham lares foram roubados de suas casas para um dos mais cruéis destinos. A ação está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual e o prefeito do município de Santa Cruz do Arari, Marcelo Pamplona (PT), pode responder pelo crime de improbidade administrativa, além de maus-tratos, por ter incitado servidores e moradores da cidade à caça aos cães em troca de dinheiro. Por motivos de segurança, o local para onde os cães sobreviventes foram levados permanece em segredo.
Mas o trabalho ainda não acabou. Segundo o organizador da operação Correa do Mel, fundador do grupo “Resgate sem Fronteiras”, ainda restam cerca de 40 animais na ilha e a equipe permanecerá em Santa Cruz do Arari até resgatar todos. “Foi um trabalho duro e comovente. O que mais vimos foi fome por toda parte. A população local é também carente e, embora tenha ajudado um ou outro animal, não pôde salvar todos. Os ribeirinhos contam que viram dezenas de cães boiando no rio e logo depois começaram a ver outros animais andando pela ilha”, conta Correa que saiu de São Paulo na companhia de outros dois protetores de animais, Juka Sobreiro e Bruno Menegassi.
A operação consistiu em atravessar um rio por quase três horas de lancha e depois mais um trecho de água até a Ilha do Francês num barco menor. Feito isso, os cães andaram de barco em duas etapas no caminho de volta e então foram transferidos para um caminhão com destino ao abrigo. Uma operação cansativa e de risco: “Tínhamos receio de ser abordados no meio do rio por pessoas contrárias a nossa ação. Já com os 82 cães no barco maior, tivemos receio dele virar num trecho em que, devido à correnteza, a embarcação começou a balançar muito. Foi um sufoco de mais de uma hora. Poucos animais resistiram a nossa intervenção porque a maioria, em virtude da fraqueza, não conseguia nem ficar em pé. Posso dizer que foi uma viagem do Inferno ao Céu”, conta Correa.
Entre os cães resgatados havia uma cachorrinha que tinha dado à luz na mata e outra grávida. No barco, como era de se esperar, houve alguma confusão, mas que pôde ser rapidamente contornada: “Tivemos o cuidado de pedir aos ribeirinhos para, antes da nossa chegada, alimentar os cães com a ração doada. Assim, a maioria deles já tinha comido alguma coisa depois de vários dias passando fome. Também amarramos cada um deles dentro do barco para evitar que tentassem pular. Um ou outro ficou bravo, mas foram incidentes curtos e sem gravidade”.
Ajude a continuar esse trabalho
O mesmo processo deve continuar nos próximos dias para salvar os 40 cães que permanecem na ilha e o grupo pretende ainda fazer uma manifestação pelos animais nas ruas de Belém do Pará antes de voltar a São Paulo. Mas todas essas manobras para resgatar os sobreviventes de Arari envolvem muitos gastos com ração, medicamentos, gasolina e transporte de barco. Os voluntários pedem ajuda para continuar o trabalho. Todos deixaram seus afazeres em São Paulo para essa missão que exige muita coragem e determinação. As contribuições em dinheiro podem ser feitas nas contas abaixo:
Banco do Brasil
Agência: 6970 – 1
Cc: 17536 – 6
Benedito Rodrigues Correa (CPF: 067.999.688-50)
Agência: 6970 – 1
Cc: 17536 – 6
Benedito Rodrigues Correa (CPF: 067.999.688-50)
Bradesco
Agência: 593
Cc: 243547 – 0
Bruno B. Menegassi (CPF: 401.122.128-75)
Agência: 593
Cc: 243547 – 0
Bruno B. Menegassi (CPF: 401.122.128-75)
Um filhote de onça-parda foi atingida por uma colheitadeira na Usina Cerradinho, na cidade de Chapadão do Céu, Estado de Goiás. Após ser resgatada, a oncinha foi encaminhada ao Centro de Recepção de Animais Selvagens (Cras) do Estado do Mato Grosso do Sul, onde recebeu tratamentos veterinários. No início de junho, ela foi transferida para o Zoológico de Curitiba.
O filhote, uma fêmea, permanece em um setor reservado no zoo, onde tem sido amamentada pela equipe do parque. Como dificilmente ela poderá retornar à natureza, a oncinha deverá permanecer no zoológico.
A equipe do zoológico iniciou hoje (19/06) uma campanha em sua página no Facebook (www.facebook.com/PrefeituraMunicipaldeCuritiba) para batizar o filhote. Os nomes propostos são Juma, Zaila e Nina.
Além da oncinha, o zoológico também recebeu do Cras quatro papagaios-galegos. A equipe do zoo também enviou para o Mato Grosso do Sul um jacaré que foi resgatado no Parque Birigui e que agora foi solto no Pantanal
Gilberto Cardoso (PSDB) agora quer elaborar projeto de festa country
"alternativa"
Vermelho discursa na tribuna diante de plateia: ativistas aceitam rever o projeto, porém, sem data - Foto: Carlos Sousa
Ramos
Segundo o vereador, a ideia agora é que seja elaborado um novo projeto em que estejam elencadas todas as provas que possam ser realizadas em uma festa. A nomenclatura “rodeio” também deverá ser retirada do projeto de lei. Está descartada a competição tradicional em que o peão tem de permanecer por oito segundos em cima de um boi dentro da arena. Essa prova é a mais criticada por ativistas. “Teremos apenas provas que não representem maus-tratos aos animais”, disse o vereador.
Entre as atividades que poderão ser liberadas nas festas de peão estão competições de hipismo e a dos tambores (quando o cavaleiro contorna tambores sobre o cavalo dentro de um tempo determinado).
O presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Animais de Campinas, Flavio Lamas, disse que o projeto não será revisto “tão já” pelos ativistas. “Nós estamos sempre aberto ao diálogo, mas não tão já. Não pretendo amanhã ou depois falar sobre isso. Ele (vereador) não sentou com a gente antes de apresentar a proposta”, disse. Para Lamas, Vermelho desistiu do projeto somente depois que percebeu que ele não seria aprovado.
Quando protocolou a proposta, na última sexta, Vermelho estava confiante de que conseguiria assinatura de 11 dos 33 vereadores para que seu projeto fosse votado com urgência na Câmara. No entanto, antes mesmo de o documento ir à votação, a proposta causou polêmica e parte dos vereadores subiu na tribuna para se manifestar contrários à volta dos rodeios em Campinas. Nas redes sociais, os parlamentares também criticaram a iniciativa. O vereador defendeu que a realização dessa festa é uma reivindicação da população do Campo Grande, seu reduto eleitoral.
O deputado estadual Feliciano Filho (PV), que tem como bandeira a defesa dos animais, disse que a nova proposta do vereador vai possibilitar um consenso entre os contras e favoráveis a esse tipo de festa. “A volta dos rodeios vai na contramão da história. Vamos esquecer tudo isso. Essa nova proposta chama-se ‘rodeio alternativo’. Nada que judie dos animais, mas que seja ligada à cultura country”, disse.
Para o presidente do Clube de Cavaleiros de Campinas, Joaquim Tadeu Miranda, o consenso com os ativistas é a saída para evitar o embate. Porém, ele admitiu que a restrição à tradicional prova com o boi vai diminuir o interesse das companhias de rodeio em virem a Campinas. “Estamos partindo desse princípio de não haver o confronto. Vamos entrar num consenso. Existe uma série de provas e competições e não somente a do boi.”
A realização do rodeio foi proibida durante a gestão da prefeita Izalene Tiene (PT). No governo do prefeito cassado Hélio de Oliveira Santos (PDT) houve uma tentativa da Câmara de permitir o evento na cidade. Embora tivesse sido aprovado pelos vereadores, o projeto não passou por aval do pedetista na época e causou polêmica. Em Campinas é proibido qualquer tipo de evento com animais — inclusive em circos. Essas práticas foram proibidas para evitar maus-tratos.
A Universidade Federal do Paraná (UFPR), através do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (UFPR/ITTI), apresentou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) uma maquete da Proposta de Dispositivos de Proteção à Fauna para ser aplicada para reduzir os atropelamentos de animais na BR-262/MS, entre Anastácio e Corumbá.
A proposta é resultado do Programa de Monitoramento de Atropelamentos de Fauna, realizado no trecho, e integra o projeto de Gestão Ambiental na rodovia. A maquete foi apresentada durante o evento do Dia do Meio Ambiente em Brasília, no dia 5 de junho, organizado pelo DNIT.
O programa propõe a implantação de radares nos trechos com maior número de registros de atropelamento, instalação de telas e sinalização diferenciada, e o corte de vegetação mais densa que prejudica a visibilidade do motorista. Entre junho de 2011 e maio de 2012, o Programa de Monitoramento de Atropelamentos de Fauna registrou 610 animais mortos no trecho entre Anastácio e Miranda na BR-262/MS.
A partir dos dados de identificação de pontos críticos de atropelamentos levantados pelo programa e repassados para a Superintendência Regional do DNIT em Campo Grande, quatro radares já foram instalados no trecho de Anastácio a Corumbá, nos quilômetros 575, 590, 636 e 696.
O Bosque dos Jequitibás em Campinas, São Paulo, oferece vagas para monitores que desejam atuar no programa “Ecoférias Animal”, que será realizado no mês de julho. Os interessados deverão se inscrever até o dia 30 de junho pelo telefone (19) 7806-5157. O número de vagas é limitado.
O papel do monitor será o de auxiliar as crianças com informações sobre a fauna e a flora, despertar a curiosidade dos alunos para as relações ecológicas entre as espécies e interagir com os animais do Bosque. Além disso, serão realizadas atividades como gincanas, teatro, palestras e oficinas de brinquedos com materiais recicláveis.
O participante precisa estar matriculado em curso de biologia, engenharia ambiental, geografia ou outra matéria relacionada. Antes da “Ecoférias”, o monitor passará por treinamento dado pela coordenadora do parque, a zoóloga Eliana Ferraz.
Desde a inauguração do Departamento de Vigilância em Saúde, no final de 2012, cães e gatos de Vinhedo estão recebendo um atendimento especial. Serviços que eram disponibilizados em Vinhedo, através de campanhas anuais, passaram este ano a ser permanentes para abranger o maior número de animais possível e beneficiar os proprietários de cães e gatos com serviços gratuitos.
A vacinação contra raiva animal é um dos serviços disponibilizados durante o ano. Cães e gatos com idade acima de quatro meses podem ser imunizados de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h. Basta o proprietário do animal comparecer ao Departamento de Vigilância em Saúde, com a carteirinha de vacinação do animal. Não são fornecidas doses para serem levadas para casa, ou seja, obrigatoriamente o animal deve ser levado ao local.
A Prefeitura também garante a vacinação durante as campanhas. Este ano elas ocorreram no mês passado. Técnicos da Prefeitura também percorreram as propriedades rurais do município para garantir a aplicação da vacina.
Outro serviço oferecido é a castração permanente de animais de pequeno porte (cães e gatos), independente da idade, raça e sexo do animal e das condições socioeconômicas do proprietário, que deve residir em Vinhedo.
A castração consiste em uma cirurgia feita em cães e gatos, fêmeas e machos com o objetivo de realizar o seu controle populacional e evitar o aumento de animais errantes que podem potencializar a transmissão de doenças, como a raiva.
A cirurgia é feita com anestesia geral, é simples, e executada apenas por veterinários da Prefeitura. Em uma semana aproximadamente, após o procedimento, o animal está recuperado. Em 10 dias é feito o agendamento para retirada dos pontos cirúrgicos. Os veterinários da Prefeitura também prescrevem medicações e dão orientações dos cuidados necessários pós-cirurgia.
A castração pode ser feita a partir dos cinco meses de idade em ambos os sexos. São agendadas pelo menos duas castrações diárias. Dependendo do tipo e do sexo do animal, pode chegar a seis procedimentos diários.
Vale ressaltar que é de responsabilidade do proprietário levar e buscar o animal no Departamento de Vigilância em Saúde para o procedimento.
Os moradores de Vinhedo interessados em castrar seus animais de forma gratuita podem procurar o Departamento de Vigilância em Saúde para realizar a inscrição do animal. Cópias do RG do proprietário do animal, comprovante de endereço e a carteirinha de vacinação do cão ou do gato devem ser apresentados no ato da inscrição, na Avenida João Paffaro nº 556, esquina com Rua das Margaridas, bairro Pinheirinho.
Estrutura física - A estrutura física do Setor de Controle de Zoonoses, área do Departamento de Vigilância em Saúde, destinada às atividades que envolvem animais. É formada por sala de vacina, sala de coleta, centro cirúrgico, área pós-cirurgia, laboratório de coleta de sangue para análise, canil e gatil com 12 baias isoladas para permanência dos animais em período determinado de observação. Há, ainda, um laboratório para identificação de larvas e carrapatos, sala de treinamento de funcionários e área para realização de palestras e orientação sobre posse responsável.
O Departamento de Vigilância em Saúde abriga, ainda, outros dois setores da Secretaria de Saúde, a Vigilância Sanitária e a Vigilância Epidemiológica.
“Este prédio abriga os setores que são a base da saúde, por trabalharem com a prevenção de doenças e serviços complementares”, explicou a secretária de Saúde, Nadia Capovilla.
Segundo o prefeito Milton Serafim, com o funcionamento do Departamento de Vigilância em Saúde, em dezembro de 2012, passamos a ter um local apropriado para abrigar estes três setores tão importantes para prevenção de doenças. “Este prédio tem uma importância muito grande porque aumentou a oferta de serviços de saúde oferecidos à população”, comentou o prefeito Milton Serafim.


Sonia Vieira de Mello
NOTÍCIAS DE BELÉM - PA
Paula Canazza
Acabo de falar com o Juka Sobreiro e com Correa Do Mel II II, eles tiveram uma reunião com os vereadores de lá de Belém e contam com o apoio deles. Já está tudo acertado com a Policia Ambiental que vai dar todo o suporte para eles em Santa Cruz do Arari, os cães já tem local para ficarem, porém agora esta sendo estudado a forma como trazer esses animais de lá, pois são 12 horas de viagem de barco e os animais não podem vir amarrados, pois vai ser muito estress a eles, estão vendo toda uma logística pra isso. Vão embarcar para Santa Cruz do Arari daqui a 1 hora, devem chegar lá por volta das 3:00 da manhã e vai ter gente esperando por eles....A historia de que pegaram as doações de ração não é verdadeira, as rações estão bem guardadas..... ELES ESTÃO FAZENDO A PARTE DELES LÁ, MAS NÓS PRECISAMOS AJUDAR DAQUI TBM, ELES QUEREM COMPRAR MEDICAÇÃO, MAIS RAÇÃO E TUDO O QUE FOR PRECISO PARA TIRAR OS CÃES DAQUELE LUGAR E POR ISSO PRECISAM DE DINHEIRO QUEM PUDER AJUDAR SEGUE A CONTA DO CORREA:
Banco do Brasil - ag. 6970-1 - C/C- 17536-6 em nome de Benedito Rodrigues Correa.
VAMOS LÁ POVO, VAMOS MOSTRAR QUE A CAUSA
NOTÍCIAS DE BELÉM - PA
Paula Canazza
Acabo de falar com o Juka Sobreiro e com Correa Do Mel II II, eles tiveram uma reunião com os vereadores de lá de Belém e contam com o apoio deles. Já está tudo acertado com a Policia Ambiental que vai dar todo o suporte para eles em Santa Cruz do Arari, os cães já tem local para ficarem, porém agora esta sendo estudado a forma como trazer esses animais de lá, pois são 12 horas de viagem de barco e os animais não podem vir amarrados, pois vai ser muito estress a eles, estão vendo toda uma logística pra isso. Vão embarcar para Santa Cruz do Arari daqui a 1 hora, devem chegar lá por volta das 3:00 da manhã e vai ter gente esperando por eles....A historia de que pegaram as doações de ração não é verdadeira, as rações estão bem guardadas..... ELES ESTÃO FAZENDO A PARTE DELES LÁ, MAS NÓS PRECISAMOS AJUDAR DAQUI TBM, ELES QUEREM COMPRAR MEDICAÇÃO, MAIS RAÇÃO E TUDO O QUE FOR PRECISO PARA TIRAR OS CÃES DAQUELE LUGAR E POR ISSO PRECISAM DE DINHEIRO QUEM PUDER AJUDAR SEGUE A CONTA DO CORREA:
Banco do Brasil - ag. 6970-1 - C/C- 17536-6 em nome de Benedito Rodrigues Correa.
VAMOS LÁ POVO, VAMOS MOSTRAR QUE A CAUSA

ANIMAL ATINGE TODOS OS CANTOS E QUE SOMOS UNIDOS E FORTES E QUE JUNTOS FAZEMOS A DIFERENÇA!!!!
Os proprietários do zoológico do Cattoni-tur Park Hotel, em Salete, no estado de Santa Catarina, foram condenados pela Justiça Federal a pagar R$ 60 mil por danos ao meio ambiente. A ação civil pública contra os empresários foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que, no ano passado, retirou os animais do local após o mesmo ter sido lacrado.
A Vara Federal de Rio do Sul entendeu que houve dano ao meio ambiente no funcionamento do zoológico e o valor da multa será destinado a um projeto ambiental dirigido ao aprimoramento do manejo e da fiscalização da fauna a ser definido pela Divisão de Fauna da Superintendência do Ibama.
O Ibama constatou irregularidades como a falta de documentos do plantel, recintos inadequados, condições precárias de higiene, falta de alimentação adequada, registros de fugas, falta de segurança, tanto aos animais como para os visitantes, e reformas não autorizadas e que causaram prejuízos à saúde dos animais.
Destino dos animais – O Rancho dos Gnomos resgatou do zoológico um leão, um tigre-de-bengala, uma onça-pintada e uma onça-parda . O Zoológico de São Paulo ficou com 13 animais (um leão, dois tigres-de-bengala, um urso-pardo, um aoudad, quatro catetos e quatro emas). Os demais animais do zoo interditado foram encaminhados para centros de triagem, criadouros autorizados e santuários.
A Vara Federal de Rio do Sul entendeu que houve dano ao meio ambiente no funcionamento do zoológico e o valor da multa será destinado a um projeto ambiental dirigido ao aprimoramento do manejo e da fiscalização da fauna a ser definido pela Divisão de Fauna da Superintendência do Ibama.
O Ibama constatou irregularidades como a falta de documentos do plantel, recintos inadequados, condições precárias de higiene, falta de alimentação adequada, registros de fugas, falta de segurança, tanto aos animais como para os visitantes, e reformas não autorizadas e que causaram prejuízos à saúde dos animais.
Destino dos animais – O Rancho dos Gnomos resgatou do zoológico um leão, um tigre-de-bengala, uma onça-pintada e uma onça-parda . O Zoológico de São Paulo ficou com 13 animais (um leão, dois tigres-de-bengala, um urso-pardo, um aoudad, quatro catetos e quatro emas). Os demais animais do zoo interditado foram encaminhados para centros de triagem, criadouros autorizados e santuários.

