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A Semana do Meio Ambiente iniciou-se com mais 112 aves voando livremente em Mato Grosso. Um lote de 60 papagaios vindos do Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) do Parque Estadual do Tietê/SP e outro lote de 52 papagaios que estavam no Cetas (Centro de Triagem de Animais Silvestres) do Ibama do Rio Grande do Norte foram devolvidos à natureza, em áreas localizadas nos municípios mato-grossenses de Poconé, Reserva do Cabaçal e Tangará da Serra.
Todos os papagaios foram submetidos a exames clínicos para comprovar a sanidade e identificação de sexo. Cada ave recebeu uma anilha como marcação individual e uma pintura vermelha temporária para diferenciar o macho da fêmea durante o período de monitoramento.
As aves que vieram de Natal (RN) foram apreendidas nos últimos anos em ações do Ibama, da Polícia Militar Ambiental e da Polícia Rodoviária Federal. O lote era composto por dois papagaios-campeiros (Amazona ochrocephala) e por 50 papagaios-verdadeiros (Amazona aestiva). Destes últimos, foram levados 34 para a soltura em Tangará da Serra, na Fazenda São Marcelo, onde se localiza a Reserva Particular do Patrimônio Natural Vale do Sepotuba, RPPN mais antiga de Mato Grosso.
O lote de papagaios que vieram do Cras/Parque Estadual do Tietê/SP, composto de 56 papagaios-verdadeiros (Amazona aestiva) e quatro papagaios-do-mangue (Amazona amazonica), compõe um grupo de mais de 300 filhotes apreendidos na divisa de São Paulo e Mato Grosso do Sul há cerca de dois anos. Eles foram entregues ao Cras/Pet para reabilitação e, dos 290 sobreviventes, 140 foram destinados a soltura em Mato Grosso. A metade desta última remessa foi levada para uma área de soltura na fazenda Saber, no município de Reserva do Cabaçal, que possui uma grande área de cerrado intocado às margens do rio Jubinha. A outra metade, juntamente com os 16 que vieram do Rio Grande do Norte e mais dois papagaios-galegos (Alipiopsitta xanthops) que eram mantidos em recinto de reabilitação na Supes/Ibama/MT (Cuiabá), foi levada para uma área de soltura na Pousada Araras, localizada próximo da Transpantaneira, no município de Poconé.
Após um descanso em recintos pré-soltura, todas as aves estavam em boas condições físicas, segundo o analista ambiental e médico veterinário César Soares, responsável pelo Núcleo de Fauna do Ibama/MT, que monitorou a soltura dos psitacídeos.
Projeto ASAS - O Ibama/MT já tem seis áreas de soltura cadastradas no Projeto ASAS (Áreas de Soltura de Animais Silvestres) e outras seis áreas estão com processo tramitando. Como Mato Grosso está numa região de três biomas distintos, Amazônia, Cerrado e Pantanal, e muitas espécies de animais e aves têm ocorrência limitada a uma região, ainda se necessita de áreas de soltura no vale do rio Araguaia e no noroeste do estado. As áreas devem ser afastadas das sedes dos municípios e ter boa cobertura vegetal para que as aves se readaptem tranquilamente à vida livre, reproduzindo e cumprindo seu papel ecológico, como a disseminação de sementes.
Proprietários de áreas nessas condições podem entrar em contato com o Ibama através do e-mail ascom.mt@ibama.gov.br. Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
O superintendente do Ibama/MT, Marcus Keynes, afirma que "a devolução de mais de uma centena de papagaios para a vida livre é motivo para grande comemoração". Segundo Keynes, "se tivessem permanecido nas mãos de traficantes, nem dez por cento dessas aves estariam vivas".
ONGs crescem no país com o objetivo de estimular a adoção de cães
Era uma quinta-feira de novembro de 2005 quando Rosa Maria Sales saia de casa para trabalhar. Após deixar sua garagem, ouviu um choro contido vindo de uma caixa de papelão. Ao abri-la, lá estavam quatro filhotes de cães. Imediatamente, a empresária do ramo da moda levou os pequenos a uma clínica veterinária. Com poucas horas de vida, foram abandonados sabe-se lá por quem. Após exames e orientações dadas por veterinários, Rosa levou aquelas “pequenas fofuras” como gosta de chamar, para o seu lar. “A partir daí decidi abrir uma ONG que estimulasse a adoção de cães e outros animais abandonados”, destaca a empresária.
Para dar início ao seu projeto, Rosa transformou o seu sítio, localizado na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, na sede para receber os animais. “Já na primeira semana, recebi mais de 60 cães, 25 gatos e, até, uma cabra que estava à beira da estrada”, relata.
Com o apoio de uma clínica veterinária, todos os animais passaram a receber vacinas e alimentação específica, o que lhes garantiu fortalecimento total. Passou, então, a se procurar pessoas que quisessem adotar esses animais. De porta em porta, a empresária conseguiu arrumar um lar para cada um desses bichos. “Até a cabra ganhou um rancho na cidade de Itu, interior da capital paulista”, relata alegre.
Após seis anos, Rosa Maria continua com seu Clube da Adoção. “É apaixonante cuidar dos animais e vê-los adotados por pessoas comprometidas com o bem estar deles”.
Qualquer pessoa pode abrir uma ONG para acolher cães abandonados. Mas é necessário seguir a legislação do Centro de Zoonoses. Esse órgão orienta o passo a passo de como estruturar o espaço, medidas de segurança para o controle de pragas e doenças e o tramite legal junto a prefeitura de cada cidade. “Após uma viagem feita à França, minha esposa e eu estávamos em Paris e percebemos quantos cães são abandonados por seus donos, principalmente no verão. Ao retornarmos aos Brasil, decidimos abrir uma associação para cuidar dos cães abandonados”, diz o empresário Hasan Massuaraf, dono de uma associação localizada na zona oeste de São Paulo.
Massuaraf procurou o Centro de Zoonoses e, com todas as orientações, montou o que ele chama de “estância dos cães, já que eles ficam por aqui somente até encontrarem um dono”, avalia.
O trabalho realizado por ONGs é voluntário. E com o objetivo de preservar a vida de cães e outros animais abandonados surgiu a Anjos dos Bichos. “É um grupo que recolhe, abriga e alimenta animais abandonados, maltratados ou desprotegidos. Após a reabilitação desses animais, realizamos feiras de adoção para que cada animal encontre um novo lar”, diz Renata Buono, representante e voluntária.
Ações sociais para cães
O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ/SP) realiza eventos temáticos com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de se adotar um cão e, também, apresentar os animais a sociedade. Em cada evento, certa de 200 cães são expostos e, apenas, 20% volta para o canil. “Esse evento cresce a cada edição. Hoje, as pessoas já se programam e esperam a festa para adotar um cão”, destaca a autoridade sanitária Ademir da Costa Lana.
Além da prefeitura, empresas fabricantes de comidas para animais e pets shops vestiram a camisa da adoção e lançaram campanhas paralelas. Com o slogan “Adotar é tudo de bom”, a empresa Pedigree lançou uma campanha nacional para estimular a adoção de cães no país, tendo como madrinha a apresentadora Xuxa. “Sou defensora dos animais, sim! Tenho orgulho de participar de uma campanha como essa e levar para todo o Brasil a conscientização de adotar animais abandonados e que precisam de ajuda”, estimula a eterna rainha dos baixinhos. Além disso, cada produto da marca que é comercializado, a empresa faz doações que ajudam a manter ONGs espalhadas por todo o Brasil.
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Vagalume, um macho de onça-pintada que vive no Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba, interior de São Paulo, passou hoje (07/06) por um tratamento dentário. O procedimento foi realizado no próprio zoo, no Setor de Veterinária.
De acordo com o médico veterinário Rodrigo Teixeira, há alguns anos o animal apresentou problema nos dentes caninos, quando então passou por tratamento de canal realizado pela equipe do Laboratório de Odontologia Comparada da USP (LOC/USP) e os médicos veterinários do Zoo.
A onça foi avaliada e seus dentes serão preparados para receber coroas metálicas. Durante o procedimento, foi feito o preparo dos dentes e moldagem de toda a sua boca.
A moldagem gerou um modelo em gesso, sobre o qual o protético irá confeccionar as próteses metálicas, que serão cimentadas nos dentes em um procedimento posterior. "Com isso a ideia é devolver a função desses dentes que foi perdida com os problemas dentários e, assim, promover uma maior facilidade de alimentação, resultando em um excelente bem-estar ao animal", explica Teixeira.
De acordo com o médico veterinário Rodrigo Teixeira, há alguns anos o animal apresentou problema nos dentes caninos, quando então passou por tratamento de canal realizado pela equipe do Laboratório de Odontologia Comparada da USP (LOC/USP) e os médicos veterinários do Zoo.
A onça foi avaliada e seus dentes serão preparados para receber coroas metálicas. Durante o procedimento, foi feito o preparo dos dentes e moldagem de toda a sua boca.
A moldagem gerou um modelo em gesso, sobre o qual o protético irá confeccionar as próteses metálicas, que serão cimentadas nos dentes em um procedimento posterior. "Com isso a ideia é devolver a função desses dentes que foi perdida com os problemas dentários e, assim, promover uma maior facilidade de alimentação, resultando em um excelente bem-estar ao animal", explica Teixeira.
Uma boa notícia para todos os que torcem pela volta da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) à natureza: experimentos com inseminação artificial, realizados por pesquisadores em ararinhas mantidas em cativeiro, resultaram no nascimento de filhote.
A Al Wabra Wildlife Preservation (AWWP) é uma entidade parceira do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na implementação do Plano de Ação Nacional para Conservação da Ararinha-azul, que visa a reintrodução da espécie na natureza. A cada ano, a temporada reprodutiva é um dos momentos mais importantes, pois os problemas genéticos da espécie dificultam o desenvolvimento do programa reprodutivo em todo o mundo, diminuindo o sucesso do aumento de população da ave.
Com isso, pesquisadores da AWWP, do Qatar, e da Parrot Reproduction Consulting, da Alemanha, decidiram ajudar a ararinha-azul no processo de reprodução através de inseminação artificial. Logo que uma fêmea fazia a postura do seu primeiro ovo, os pesquisadores coletavam espermatozoides de machos selecionados e imediatamente depositavam o material no oviduto das fêmeas de ararinhas-azuis, esperando que o próximo ovo fosse fertilizado, antes que a casca se formasse. O processo foi repetido após a segunda e terceira postura, pois é esperada uma postura de quatro ovos para ararinhas-azuis.
Após espera de sete dias, os ovos foram examinados para a verificação da fertilidade. Dois de sete ovos que foram inseminados artificialmente estavam férteis e se desenvolvendo bem na incubadora. Os ovos foram monitorados diariamente até o nascimento do filhote, no vigésimo sexto dia de incubação.
Grande passo - Para o coordenador de espécies ameaçadas do ICMBio, Ugo Vercillo, a inseminação artificial da ararinha-azul é um grande passo no processo de reintrodução da espécie na natureza. “Há 5 anos a inseminação artificial para a ararinha-azul era algo impossível. Graças aos esforços da Al Wabra Wildlife Preservation e da Parrot Reproduction Consulting, esse feito se tornou realidade e nos deixa mais perto de reintroduzir a ararinha-azul na natureza”, destacou.
O primeiro filhote recebeu o nome de Neumann, uma homenagem ao executor da primeira inseminação artificial de sucesso em ararinhas-azuis. Sobre a experiência, o médico-veterinário, Daniel Neumann, da Parrot Reproduction Consulting e especialista em reprodução do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-azul, coordenado pelo ICMBio disse: “Já realizei muitas inseminações artificiais em psitacídeos nos últimos anos, mas nenhuma foi tão especial quanto esta com as ararinhas-azuis. Ainda garoto, acompanhei o desaparecimento da última ararinha-azul na natureza e era meu sonho estar envolvido com a conservação desta espécie. Agora fui a pessoa que realizou a primeira inseminação artificial com sucesso. Ainda é difícil entender, mas isto me faz bem”.
Tim Bouts, da AWWP considera importante a reprodução da ararinha-azul no Brasil. “Em parceria com a NEST, a AWWP maneja dez das onze ararinhas-azuis que estão no Brasil, juntamente com o governo brasileiro. Precisamos começar a reproduzir estas aves no Brasil e iniciar a prática de inseminação artificial o quanto antes”, destacou.
Sobre a AWWP - A Al Wabra Wildlife Preservation (AWWP), fundada pelo V. E. Sheikh Saoud Bin Mohamed Bin Ali Al-Thani, na pequena península do Qatar, está ativamente envolvida na conservação da espécie em seu ambiente natural no Brasil. No centro reprodutivo no Qatar, a AWWP possui 64 ararinhas-azuis (77% da população mundial da espécie), das 83 ararinhas registradas no studbook da espécie. Juntamente com a NEST, a Al Wabra possui uma parceria para manejar dez ou onze ararinhas-azuis no Brasil. A AWWP também possui uma área de 2.380 hectares em um dos principais hábitats das ararinhas-azuis, próximo a cidade de Curaçá (BA), na Caatinga, visando a restauração desse hábitat, preparando a área parar a reintrodução das ararinhas-azuis. O Consultor de Manejo do Programa de Cativeiro da Ararinha-azul é membro da equipe da AWWP.
Plano de Ação Nacional para Conservação da Ararinha-Azul - O Plano de Ação congrega os atores relevantes para a conservação da espécie e organiza todas as ações que precisam ser conduzidas para promover a reintrodução da espécie na natureza. Entre estas ações está o aumento pupulacional da espécie em cativeiro e a preparação do seu habitat natural para receber a espécie nos próximos anos. São parceiros do PAN da Ararinha-azul, as seguintes instituições: AWWP, ACTP, Fundação Lymington, Nest, Parrots International, Parque das Aves, Universidade de São Paulo, SAVE Brasil, Funbio e Vale.
A Al Wabra Wildlife Preservation (AWWP) é uma entidade parceira do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na implementação do Plano de Ação Nacional para Conservação da Ararinha-azul, que visa a reintrodução da espécie na natureza. A cada ano, a temporada reprodutiva é um dos momentos mais importantes, pois os problemas genéticos da espécie dificultam o desenvolvimento do programa reprodutivo em todo o mundo, diminuindo o sucesso do aumento de população da ave.
Com isso, pesquisadores da AWWP, do Qatar, e da Parrot Reproduction Consulting, da Alemanha, decidiram ajudar a ararinha-azul no processo de reprodução através de inseminação artificial. Logo que uma fêmea fazia a postura do seu primeiro ovo, os pesquisadores coletavam espermatozoides de machos selecionados e imediatamente depositavam o material no oviduto das fêmeas de ararinhas-azuis, esperando que o próximo ovo fosse fertilizado, antes que a casca se formasse. O processo foi repetido após a segunda e terceira postura, pois é esperada uma postura de quatro ovos para ararinhas-azuis.
Após espera de sete dias, os ovos foram examinados para a verificação da fertilidade. Dois de sete ovos que foram inseminados artificialmente estavam férteis e se desenvolvendo bem na incubadora. Os ovos foram monitorados diariamente até o nascimento do filhote, no vigésimo sexto dia de incubação.
Grande passo - Para o coordenador de espécies ameaçadas do ICMBio, Ugo Vercillo, a inseminação artificial da ararinha-azul é um grande passo no processo de reintrodução da espécie na natureza. “Há 5 anos a inseminação artificial para a ararinha-azul era algo impossível. Graças aos esforços da Al Wabra Wildlife Preservation e da Parrot Reproduction Consulting, esse feito se tornou realidade e nos deixa mais perto de reintroduzir a ararinha-azul na natureza”, destacou.
O primeiro filhote recebeu o nome de Neumann, uma homenagem ao executor da primeira inseminação artificial de sucesso em ararinhas-azuis. Sobre a experiência, o médico-veterinário, Daniel Neumann, da Parrot Reproduction Consulting e especialista em reprodução do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-azul, coordenado pelo ICMBio disse: “Já realizei muitas inseminações artificiais em psitacídeos nos últimos anos, mas nenhuma foi tão especial quanto esta com as ararinhas-azuis. Ainda garoto, acompanhei o desaparecimento da última ararinha-azul na natureza e era meu sonho estar envolvido com a conservação desta espécie. Agora fui a pessoa que realizou a primeira inseminação artificial com sucesso. Ainda é difícil entender, mas isto me faz bem”.
Tim Bouts, da AWWP considera importante a reprodução da ararinha-azul no Brasil. “Em parceria com a NEST, a AWWP maneja dez das onze ararinhas-azuis que estão no Brasil, juntamente com o governo brasileiro. Precisamos começar a reproduzir estas aves no Brasil e iniciar a prática de inseminação artificial o quanto antes”, destacou.
Sobre a AWWP - A Al Wabra Wildlife Preservation (AWWP), fundada pelo V. E. Sheikh Saoud Bin Mohamed Bin Ali Al-Thani, na pequena península do Qatar, está ativamente envolvida na conservação da espécie em seu ambiente natural no Brasil. No centro reprodutivo no Qatar, a AWWP possui 64 ararinhas-azuis (77% da população mundial da espécie), das 83 ararinhas registradas no studbook da espécie. Juntamente com a NEST, a Al Wabra possui uma parceria para manejar dez ou onze ararinhas-azuis no Brasil. A AWWP também possui uma área de 2.380 hectares em um dos principais hábitats das ararinhas-azuis, próximo a cidade de Curaçá (BA), na Caatinga, visando a restauração desse hábitat, preparando a área parar a reintrodução das ararinhas-azuis. O Consultor de Manejo do Programa de Cativeiro da Ararinha-azul é membro da equipe da AWWP.
Plano de Ação Nacional para Conservação da Ararinha-Azul - O Plano de Ação congrega os atores relevantes para a conservação da espécie e organiza todas as ações que precisam ser conduzidas para promover a reintrodução da espécie na natureza. Entre estas ações está o aumento pupulacional da espécie em cativeiro e a preparação do seu habitat natural para receber a espécie nos próximos anos. São parceiros do PAN da Ararinha-azul, as seguintes instituições: AWWP, ACTP, Fundação Lymington, Nest, Parrots International, Parque das Aves, Universidade de São Paulo, SAVE Brasil, Funbio e Vale.
O prefeito de Santa Cruz do Arari, no Pará, Marcelo Pamplona (PT), ordenou uma verdadeira caça aos cães do município. Segundo denúncias, o chefe do executivo pagava os cidadãos R$ 5,00 para cada cão capturado e R$ 10,00 para cada cadela. Além disso, servidores municipais também auxiliaram na ação.
Os cães foram laçados nas ruas e até mesmo animais tutelados foram pegos. Um morador conseguiu capturar a ação em vídeo. Nas imagens, é possível testemunhar o uso abusivo de força bruta e agressões aos animais. Os bichos foram levados para a zona rural do município. O prefeito justifica a ação pelo excesso de animais nas ruas e reclamações de ataques e transmissão de doenças.
No vídeo, vários cães são amarrados e colocados no porão de um pequeno barco. Alguns animais não sobreviveram ao abuso e foram mortos e jogados em um rio. O responsável pelas imagens teve cinco de seus cães capturados, mas conseguiu resgatá-los. No entanto, foi cercado e espancado pelas pessoas que estavam sequestrando os animais.
O cinegrafista contou que não conseguiu registrar Boletim de Ocorrência no município, tendo que se deslocar até a cidade vizinha de Cachoeira do Arari, onde registrou a ocorrência e passou por uma perícia que constatou a agressão.
A Delegacia de Meio Ambiente afirmou que irá apurar a situação e as imagens gravadas. Um inquérito foi instaurado ontem (04/06). Caso o prefeito seja considerado culpado, um Termo Circunstancial de Ocorrência será lavrado e o processo transferido para o Tribunal de Justiça do Pará.
Há exatamente uma semana, a Polícia Rodoviária encontrou um gavião-pega-macaco (Spizaetus tyrannus) caído próximo a uma rodovia no município de São Roque, interior de São Paulo. Ao perceberem que o animal estava ferido, os policiais o levaram ao Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, na cidade de Sorocaba.
Após exames, foi constatado um grave ferimento na asa esquerda da ave, provavelmente causado por uma arma de fogo. O gavião passou por uma cirurgia, onde foi implantado um pino para recuperar a fratura.
O animal está hoje em uma área reservada no zoo e tem apresentado melhoras. “Ele até já se empoleira sozinho”, informou a veterinária do parque, Alexandra Tiso Comerlato.
O bicho permanece em observação, uma vez que o ferimento foi grave e havia risco de amputação da asa. Como ele provavelmente não conseguirá voltar a voar, as chances de retornar à natureza são mínimas.
O gavião-pega-macaco é uma espécie rara que habita a Mata Atlântica. Clique aqui e saiba mais sobre esta ave na coluna Bicho do Dia do Notícia Animal.
Cientistas chineses descobriram que a pelagem branca em tigres-de-Bengala (Panthera tigris tigris) é causada por alteração em um único gene. Chamado de SLC45A2, este gene é associado à coloração mais clara, inclusive em humanos e outros animais.
O estudo foi realizado em um grupo de 16 tigres, brancos e laranjas, que vivem em cativeiro no sul da China. Liderado por Shu-Jin Luo, o grupo de pesquisadores da universidade de Peking mapeou o genoma dos felinos e identificou uma pequena alteração no gene SLC45A2. Esta alteração inibe as pigmentações amarela e vermelha, mas não altera as cores mais escuras. Isto comprova o porquê mesmo os tigres brancos apresentam listras escuras.
Todos os tigres brancos vivem em cativeiro, uma vez que o último registro do animal na natureza foi em 1958, na Índia. Como é um animal raro e que chama muita atenção por sua beleza, muitos criadores realizam reprodução consanguínea para aumentar as chances de nascimentos de filhotes brancos. Isto é um problema grave, uma vez que muitos apresentam doenças e deficiências, como estrabismo, tendões encurtados nas patas dianteiras, pés tortos e problemas nos rins, pescoço e coluna.
Esta descoberta, porém, pode solucionar este problema, uma vez que o gene foi encontrado tanto em espécimes brancos como laranjas. Dessa maneira, é possível conseguir filhotes brancos sem o cruzamento entre parentes. Shu-Jin Luo acredita, inclusive, que isso possibilitará a reintrodução de espécimes brancos na natureza. “O tigre branco representa parte da diversidade genética natural do tigre que vale a pena preservar”, informou.
Se, durante piquenique com a família num dos parques da cidade, ou, no churrasco com amigos numa chácara, você encontrar um bicho “estranho” pelo caminho, ligue para a Prefeitura. No telefone 3845-1149, do Parque Socioambiental Irmã Dorothy Stang, a Administração aguarda a sua chamada, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. É o serviço “Disque Bicho”, que começou a funcionar nesta segunda-feira (27/05).
A Secretaria de Meio Ambiente de Hortolândia quer saber por onde andam os animais silvestres da cidade. Esta é uma forma de busca passiva de informações sobre a existência de fauna silvestre no território do município e arredores.
O objetivo é montar um banco de informações sobre ocorrências, encontros e observações de animais silvestres. O material vai direcionar as ações de levantamento da fauna existente no município que a Secretaria pretende desenvolver posteriormente.
Neste número, a população pode ligar para relatar tanto o encontro ou a visualização eventual do animal silvestre quanto para informar uma situação de convivência periódica ou habitual com qualquer espécie de animal silvestre ou exótico, tais como gambá, tatu, mão-pelada, lobo guará, tamanduá, jaguatirica, jiboia, coruja, tucano, dentre outros. A cada ligação será feito o cadastramento, a partir da descrição do bicho, do local onde foi encontrado, bem como os dados da pessoa que está informando. Outro canal aberto com o serviço é o “email” parqueambiental@hortololandia.sp.gov.br.
Após receber as informações e catalogá-las, a Equipes de Fauna, da Secretaria de Meio Ambiente, visita o local. Os casos que envolvam animais acidentados e outras ocorrências urgentes continuarão sendo atendidas pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), da Secretaria de Saúde – Atenção Básica e Especializada.
“A informação espontânea é de grande importância”, afirma o veterinário Paulo Mancuso, responsável pelo projeto. “Queremos conhecer melhor onde está a nossa fauna, fazendo este levantamento, que está previsto no Código de Proteção Animal do Estado de São Paulo”, explica.
A Secretaria de Meio Ambiente de Hortolândia quer saber por onde andam os animais silvestres da cidade. Esta é uma forma de busca passiva de informações sobre a existência de fauna silvestre no território do município e arredores.
O objetivo é montar um banco de informações sobre ocorrências, encontros e observações de animais silvestres. O material vai direcionar as ações de levantamento da fauna existente no município que a Secretaria pretende desenvolver posteriormente.
Neste número, a população pode ligar para relatar tanto o encontro ou a visualização eventual do animal silvestre quanto para informar uma situação de convivência periódica ou habitual com qualquer espécie de animal silvestre ou exótico, tais como gambá, tatu, mão-pelada, lobo guará, tamanduá, jaguatirica, jiboia, coruja, tucano, dentre outros. A cada ligação será feito o cadastramento, a partir da descrição do bicho, do local onde foi encontrado, bem como os dados da pessoa que está informando. Outro canal aberto com o serviço é o “email” parqueambiental@hortololandia.sp.gov.br.
Após receber as informações e catalogá-las, a Equipes de Fauna, da Secretaria de Meio Ambiente, visita o local. Os casos que envolvam animais acidentados e outras ocorrências urgentes continuarão sendo atendidas pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), da Secretaria de Saúde – Atenção Básica e Especializada.
“A informação espontânea é de grande importância”, afirma o veterinário Paulo Mancuso, responsável pelo projeto. “Queremos conhecer melhor onde está a nossa fauna, fazendo este levantamento, que está previsto no Código de Proteção Animal do Estado de São Paulo”, explica.
O município de Blumenau, no Estado de Santa Catarina, recebeu um lote de 1.340 doses de vacina contra a raiva. No domingo, 26/05, 400 animais da cidade foram imunizados em uma ação promovida pela Diretoria de Bem Estar Animal, entidade vinculada à Prefeitura Municipal.
Neste primeiro momento foram contemplados os cães e gatos do setor 1 do Parque Vila Germânica. Os próximos locais de ação ainda estão fase de estudos. De acordo com o diretor da entidade, Eliomar Russi, as doses restantes serão aplicadas esta semana.
“Estamos mapeando a cidade, prioritariamente nos locais que servem de moradia temporária para os animais de rua para aplicar o restante das vacinas”, informou o diretor.
Texto: Notícia Animal com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Blumenau
Fotografia: Eraldo Schnaider / Prefeitura Municipal de Blumenau
A Secretaria Municipal de Saúde da cidade de Monte Mor, interior de São Paulo, por meio do Departamento de Controle de Zoonoses, registrou a doação de nove animais no primeiro mês da campanha de posse responsável “Me Leva para Casa”, desenvolvida pela Prefeitura de Monte Mor.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Simoni Pacheco, por ser o primeiro mês, a campanha alcançou resultados expressivos, uma vez que nove animais, sendo sete cães e dois gatos, foram escolhidos pelas famílias, deixando para trás a vida de abandono e sofrimento. “O grande propósito da campanha, além de garantir um lar para esses animais que acabaram sendo recolhidos pela Zoonose, é difundir a posse responsável. Quem adota tem o propósito de cuidar e, com certeza, esse trabalho só está no início e muitos frutos serão colhidos ao longo dessa jornada”, declarou Simoni.
Todos os animais colocados para adoção foram recolhidos pelo serviço de Zoonoses Municipal e, após tratamento, se encontram sadios e devidamente castrados. “Todos os animais que acabam sendo recolhidos, por apresentar riscos à saúde pública, recebem tratamento e muitos acabam se recuperando, ficando aptos a serem adotados. Destaco novamente que a campanha foca a posse responsável e o ato da adoção, que acaba proporcionando aos animais uma vida digna”, declarou Simoni.
Atualmente, o Departamento de Controle de Zoonoses de Monte Mor conta com serviço de canil e gatil terceirizado, o que garante condições dignas aos animais recolhidos. “A meta da Secretaria de Saúde, juntamente com o governo do prefeito Thiago Assis (PMDB), é construir o Centro de Controle de Zoonoses Municipal e a realização de campanhas de castração animal, inclusive faremos no mês de junho no Complexo Esportivo Baía Assis, no Jardim Paulista. Estamos trabalhando e a expectativa é que isso se torne realidade ao longo desta gestão”, declarou Simoni.
Os interessados em adotar um cão ou um gato devem ligar para o Departamento de Zoonoses (19) 3879-7125 e procurar o médico veterinário Eduardo Zart, para que sejam apresentados os animais disponíveis. Após o processo de adoção, o mais novo proprietário de um animal doméstico receberá o “Guia do Proprietário Responsável”, onde terá acesso a todos os cuidados básicos que se deve ter com o novo animal de estimação.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Simoni Pacheco, por ser o primeiro mês, a campanha alcançou resultados expressivos, uma vez que nove animais, sendo sete cães e dois gatos, foram escolhidos pelas famílias, deixando para trás a vida de abandono e sofrimento. “O grande propósito da campanha, além de garantir um lar para esses animais que acabaram sendo recolhidos pela Zoonose, é difundir a posse responsável. Quem adota tem o propósito de cuidar e, com certeza, esse trabalho só está no início e muitos frutos serão colhidos ao longo dessa jornada”, declarou Simoni.
Todos os animais colocados para adoção foram recolhidos pelo serviço de Zoonoses Municipal e, após tratamento, se encontram sadios e devidamente castrados. “Todos os animais que acabam sendo recolhidos, por apresentar riscos à saúde pública, recebem tratamento e muitos acabam se recuperando, ficando aptos a serem adotados. Destaco novamente que a campanha foca a posse responsável e o ato da adoção, que acaba proporcionando aos animais uma vida digna”, declarou Simoni.
Atualmente, o Departamento de Controle de Zoonoses de Monte Mor conta com serviço de canil e gatil terceirizado, o que garante condições dignas aos animais recolhidos. “A meta da Secretaria de Saúde, juntamente com o governo do prefeito Thiago Assis (PMDB), é construir o Centro de Controle de Zoonoses Municipal e a realização de campanhas de castração animal, inclusive faremos no mês de junho no Complexo Esportivo Baía Assis, no Jardim Paulista. Estamos trabalhando e a expectativa é que isso se torne realidade ao longo desta gestão”, declarou Simoni.
Os interessados em adotar um cão ou um gato devem ligar para o Departamento de Zoonoses (19) 3879-7125 e procurar o médico veterinário Eduardo Zart, para que sejam apresentados os animais disponíveis. Após o processo de adoção, o mais novo proprietário de um animal doméstico receberá o “Guia do Proprietário Responsável”, onde terá acesso a todos os cuidados básicos que se deve ter com o novo animal de estimação.
27 de Maio de 2013
A Prefeitura de Hortolândia, interior de São Paulo, concluiu os trabalhos de reforma e ampliação das áreas externa e interna do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). A ação trará melhores condições de trabalho aos servidores da unidade e abrigo mais adequado aos animais tratados no local. Para a obra, a Administração Municipal investiu R$ 665 mil. Nesta quinta-feira (23), o prefeito Antonio Meira realizou a entrega da obra e visitou a nova estrutura do CCZ.
“Nossos animais têm sido muito bem tratados aqui neste espaço. Por isso, parabenizo os servidores que cuidam bem deste local. Os canis são lavados duas, três vezes por dia. Este é o CCZ mais bem cuidado da região”, afirmou Meira.
O secretário de Saúde – Atenção Básica e Especializada, Lourenço Daniel Zanardi, comentou que com a ampliação do CCZ e construção de um centro cirúrgico na unidade será possível realizar a castração cirúrgica de cerca de 1,5 mil cães por ano. “A partir daí, nosso próximo passo será chipar os cães”, destacou Zanardi.
A reforma realizada no local foi aprovada por grupos protetores dos animais, que constataram que o local é adequado para o tratamento e abrigo de cães, gatos e outras espécies. Entre as ações envolvidas na reforma está a recuperação das áreas do canil, gatil, curral, garagens, auditório para reuniões, banheiros e cozinha. Também foram instaladas grades em todas as portas e janelas, além de forro na área externa, o que evita a invasão de pombos. Outra ação realizada foi a substituição do transformador de energia elétrica por um de maior potência, prevenindo as quedas de energia.
A unidade ganhou, ainda, um almoxarifado e uma sala exclusiva para banho e tosa. Atualmente, o CCZ abriga cerca de 20 gatos e 70 cães, além de cavalos e papagaios.
Texto e Fotografia: Prefeitura Municipal de Hortolândia
“Nossos animais têm sido muito bem tratados aqui neste espaço. Por isso, parabenizo os servidores que cuidam bem deste local. Os canis são lavados duas, três vezes por dia. Este é o CCZ mais bem cuidado da região”, afirmou Meira.
O secretário de Saúde – Atenção Básica e Especializada, Lourenço Daniel Zanardi, comentou que com a ampliação do CCZ e construção de um centro cirúrgico na unidade será possível realizar a castração cirúrgica de cerca de 1,5 mil cães por ano. “A partir daí, nosso próximo passo será chipar os cães”, destacou Zanardi.
A reforma realizada no local foi aprovada por grupos protetores dos animais, que constataram que o local é adequado para o tratamento e abrigo de cães, gatos e outras espécies. Entre as ações envolvidas na reforma está a recuperação das áreas do canil, gatil, curral, garagens, auditório para reuniões, banheiros e cozinha. Também foram instaladas grades em todas as portas e janelas, além de forro na área externa, o que evita a invasão de pombos. Outra ação realizada foi a substituição do transformador de energia elétrica por um de maior potência, prevenindo as quedas de energia.
A unidade ganhou, ainda, um almoxarifado e uma sala exclusiva para banho e tosa. Atualmente, o CCZ abriga cerca de 20 gatos e 70 cães, além de cavalos e papagaios.
Texto e Fotografia: Prefeitura Municipal de Hortolândia
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O Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas (Ateac) organiza, em parceria com o Espaço Vida Saudável Herbalife, a primeira Cãominahda Doglife no próximo domingo (26/05). O passeio terá início às 9h, com a saída na Praça do Coco, em Barão Geraldo, distrito de Campinas (SP).
Os interessados devem se inscrever pelo site da entidade (www.ateac.org.br). É cobrada uma taxa de R$ 15,00, que será totalmente revertida para a Ateac. Os participantes ganharão uma camiseta e um kit especial. No final da Cãominhada haverá ainda sorteio de brindes.
Caso haja interesse em levar seu cão no passeio, é preciso estar atento para algumas regras: os animais devem utilizar coleira e guia (cães agressivos têm que utilizar focinheira), é proibida a presença de fêmeas no cio, sugere-se identificação (nome do tutor e telefone) nas coleiras e, como deve ser feito em todos os passeios, os responsáveis devem recolher as fezes de seus cachorros.
