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Sou defensor dos Animais, e você ???


A realidade por trás da produção de queijo De todos os animais criados em fazendas de agronegócio hoje, as vacas leiteiras recebem o pior tratamento. Elas repetidamente ficam grávidas para que produzam leite de forma constante. Após o parto, os bezerros recém-nascidos são retirados das mães, que devem ficar em pé em imundas instalações, onde mal podem se movimentar, para que fazendeiros possam coletar o leite. Quando a produção de leite cai (geralmente após quatro anos), a vaca é recompensada com uma viagem ao abatedouro, onde provavelmente se transformará em um hambúrguer. Quando as pessoas pensam em vacas leiteiras, elas normalmente pensam em leite. A maioria acredita que toda produção pecuária intensiva é voltada para as caixas de leite encontradas nos mercados. Mas os números do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram uma história diferente. A verdade é que a produção de queijo exige muito mais das vacas que qualquer outro produto lácteo. Desde 1970 o consumo de leite puro está em declínio. Em média, as pessoas estão bebendo 30% menos leite que há 40 anos. Mas o consumo de queijo aumentou, no mesmo período, mais de 170%. O USDA tem trabalhado nos bastidores não só inventando maneiras de adicionar mais queijo nos produtos, mas também financiando campanhas publicitárias. O pior de tudo é: enquanto a produção do leite puro é bastante simples, cada litro de leite tirado das vacas pode ser vendido como um litro de leite nos mercados, a produção de queijo requer em média dez litros de leite para cada quilo do laticínio. Isto significa que as vacas precisam trabalhar mais. Com todas as alternativas veganas disponíveis, não há absolutamente razão para submeter estes animais a viverem nesta condição miserável e desesperadora. Veja como é a vida :de uma vaca leiteira explorada para abastecer a rede de lanchonetes Burguer King (contém cenas fortes).
Foto: Mercy For Animals
De todos os animais criados em fazendas de agronegócio hoje, as vacas leiteiras recebem o pior tratamento. Elas repetidamente ficam grávidas para que produzam leite de forma constante. Após o parto, os bezerros recém-nascidos são retirados das mães, que devem ficar em pé em imundas instalações, onde mal podem se movimentar, para que fazendeiros possam coletar o leite. Quando a produção de leite cai (geralmente após quatro anos), a vaca é recompensada com uma viagem ao abatedouro, onde provavelmente se transformará em um hambúrguer.
Quando as pessoas pensam em vacas leiteiras, elas normalmente pensam em leite. A maioria acredita que toda produção pecuária intensiva é voltada para as caixas de leite encontradas nos mercados. Mas os números do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram uma história diferente. A verdade é que a produção de queijo exige muito mais das vacas que qualquer outro produto lácteo.
Desde 1970 o consumo de leite puro está em declínio. Em média, as pessoas estão bebendo 30% menos leite que há 40 anos. Mas o consumo de queijo aumentou, no mesmo período, mais de 170%. O USDA tem trabalhado nos bastidores não só inventando maneiras de adicionar mais queijo nos produtos, mas também financiando campanhas publicitárias.
O pior de tudo é: enquanto a produção do leite puro é bastante simples, cada litro de leite tirado das vacas pode ser vendido como um litro de leite nos mercados, a produção de queijo requer em média dez litros de leite para cada quilo do laticínio. Isto significa que as vacas precisam trabalhar mais.
Com todas as alternativas veganas disponíveis, não há absolutamente razão para submeter estes animais a viverem nesta condição miserável e desesperadora.
Veja como é a vida :de uma vaca leiteira explorada para abastecer a rede de lanchonetes Burguer King (contém cenas fortes).

Os pesquisadores do Projeto Tamar registraram pela primeira vez o nascimento de filhotes dessa espécie na área monitorada pela Base de Sauípe/BA, na praia de Massarandupió. Leia mais. ↓
Os pesquisadores do Projeto Tamar registraram pela primeira vez o nascimento de filhotes dessa espécie na área monitorada pela Base de Sauípe/BA, na praia de Massarandupió. Os pesquisadores do Projeto Tamar registraram pela primeira vez o nascimento de tartarugas de couro, ou gigantes, nome científico Dermochelys coriacea, na área monitorada pela Base de Sauípe, na Bahia, na praia de Massarandupió, município de Entre Rios, aproximadamente 30 quilômetros ao norte da Praia do Forte.  O ninho gerou 49 filhotes que nasceram e seguiram para o mar sem a interferência humana. Quando os pesquisadores chegaram ao local, a maioria já tinha ido para o mar, alguns filhotes ainda estavam no ninho e outros estavam sem vida. Esses filhotes retidos, mais fragilizados, foram levados pelos pesquisadores para os devidos cuidados da equipe de veterinários da base da Praia do Forte. Estes precisarão de ajuda para sobreviver e serão fundamentais para que se possam estudar sua biologia e comportamento, e ainda dar a oportunidade para que as pessoas possam conhecer essa espécie considerada rara pelos pesquisadores.  Como explica o coordenador nacional do Projeto Tamar/ICMBio, oceanógrafo Guy Marcovaldi, já houve no norte da Bahia um ninho dessa espécie, mas não foi possível acompanhar o nascimento dos filhotes. As tartarugas de couro podem desovar fora da área comum a sua espécie. Elas são as mais misteriosas, afirma Marcovaldi, pois vivem em águas oceânicas e por seu enorme tamanho, até 2,5 metros com 700 kg, são difíceis de embarcar para marcação e biometria. Poder estudá-las e acompanhar o crescimento dos filhotes será de fundamental importância para o avanço do conhecimento sobre as tartarugas marinhas e sobre as melhores práticas para sua conservação.  Essa espécie de tartaruga é a mais ameaçada de extinção no Brasil, e suas desovas se concentram principalmente em praias do norte do Espírito Santo. No Delta do Parnaíba, também têm sido registradas desovas desta espécie. Podem ocorrer desovas esparsas ao longo da costa, como já registrado isoladamente no Rio de Janeiro, no Paraná, no sul da Bahia (Prado), no sul do Espírito Santo, e no norte da Bahia.  Na temporada passada (2011-12) de reprodução das tartarugas marinhas o Tamar no Espírito Santo levou ao mar em segurança 7.744 filhotes de tartarugas de couro.
Os pesquisadores do Projeto Tamar registraram pela primeira vez o nascimento de tartarugas de couro, ou gigantes, nome científico Dermochelys coriacea, na área monitorada pela Base de Sauípe, na Bahia, na praia de Massarandupió, município de Entre Rios, aproximadamente 30 quilômetros ao norte da Praia do Forte.

O ninho gerou 49 filhotes que nasceram e seguiram para o mar sem a interferência humana. Quando os pesquisadores chegaram ao local, a maioria já tinha ido para o mar, alguns filhotes ainda estavam no ninho e outros estavam sem vida. Esses filhotes retidos, mais fragilizados, foram levados pelos pesquisadores para os devidos cuidados da equipe de veterinários da base da Praia do Forte. Estes precisarão de ajuda para sobreviver e serão fundamentais para que se possam estudar sua biologia e comportamento, e ainda dar a oportunidade para que as pessoas possam conhecer essa espécie considerada rara pelos pesquisadores.

Como explica o coordenador nacional do Projeto Tamar/ICMBio, oceanógrafo Guy Marcovaldi, já houve no norte da Bahia um ninho dessa espécie, mas não foi possível acompanhar o nascimento dos filhotes. As tartarugas de couro podem desovar fora da área comum a sua espécie. Elas são as mais misteriosas, afirma Marcovaldi, pois vivem em águas oceânicas e por seu enorme tamanho, até 2,5 metros com 700 kg, são difíceis de embarcar para marcação e biometria. Poder estudá-las e acompanhar o crescimento dos filhotes será de fundamental importância para o avanço do conhecimento sobre as tartarugas marinhas e sobre as melhores práticas para sua conservação.

Essa espécie de tartaruga é a mais ameaçada de extinção no Brasil, e suas desovas se concentram principalmente em praias do norte do Espírito Santo. No Delta do Parnaíba, também têm sido registradas desovas desta espécie. Podem ocorrer desovas esparsas ao longo da costa, como já registrado isoladamente no Rio de Janeiro, no Paraná, no sul da Bahia (Prado), no sul do Espírito Santo, e no norte da Bahia.

Na temporada passada (2011-12) de reprodução das tartarugas marinhas o Tamar no Espírito Santo levou ao mar em segurança 7.744 filhotes de tartarugas de couro.

Tartarugas de couro nascem na Bahia


 
O projeto está dentro da reserva do Luando - Angop
O projeto está dentro da reserva do Luando - Angop
Luanda -
 Alguns ambientalistas e biólogos angolanos repudiaram a intenção de uma empresa de origem “duvidosa” que elaborou um projeto denominado “Capunda”, que visa a exploração de diamantes na Reserva Integral do Luando (Malanje), habitat natural da Palanca Negra Gigante.

Uma fonte da Angop disse hoje, terça-feira, que este projeto já começou a criar uma discórdia, não só por parte dos ambientalistas e biólogos, como nos populares que vivem nas cercanias que foram anunciadas, com o receio de serem desalojados.

“ A área de concessão do projeto está toda dentro da Reserva Natural e Integral do Luando, onde estão as últimas manadas de Palancas Negras Gigantes”, disse a fonte.

Acrescentou que este projeto poderá causar um aumento da pressão sobre os animais, devido a destruição e perturbação do seu habitat, além do incentivo a caça furtiva e circulação de pessoas no local.

Segundo a fonte, o projeto não deve ser possível à luz da legislação ambiental em vigor no país, visto que não reflete o compromisso do Estado tal como descreve no ponto 2 do Artigo 39º da Lei Constitucional da República de Angola.

 A implementação de um projeto desta dimensão numa das mais importantes reservas naturais do país pode abrir um excedente extremamente negativo e com eventuais consequências para todo a rede de áreas protegidas nacionais, podendo resultar na aprovação de ações de desenvolvimento de género em outras zonas verdes.

Realçou que a Reserva Integral do Luando é a única área de conservação em Angola que está no Anexo I da União Mundial para Conservação da Natureza (UICN), da qual Angola faz parte.

“O Anexo I é o mais importante e restrito e impede o desenvolvimento de quaisquer tipos de atividades de desenvolvimento, indústrias e turísticas, sendo apenas permitido a proteção da biodiversidade e investigação científica”, lembrou.

Desta feita, para o responsável, a empresa responsável que autoriza a exploração e extração de minério deve primar pelo conjunto dos dez (10) princípios ambientais nos contratos que assina com os seus parceiros, como importante instituição nacional do país e membro signatário do Memorando de Entendimento para a preservação da Palanca Negra Gigante.

Interrogado caso o projeto avance, a fonte advertiu que efeitos negativos poderão surgir como uma agitação e movimentação de repúdios que terá reflexos não apenas a nível nacional como internacional.

A Palanca Negra Gigante, além de ser o símbolo nacional conhecido por todos os angolanos, é também um animal em ameaça de extinção.

Atualmente se estima não existirem mais do que 100 animais e com o seu núcleo principal localizado na área Centro e Norte da Reserva do Luando.

Sob coordenação do Ministério do Ambiente, têm sido, desde 2003, desenvolvido, com o apoio de diferentes parceiros, projetos para proteger a Palanca Negra Gigante nas suas áreas de origem, no contexto do Projeto de Conservação da Palanca Negra Gigante.

Entre 2009 a 2011 foram realizadas operações de capturas que decorreram nas duas áreas de conservação da Palanca Negra Gigante, nomeadamente no Parque Nacional da Cangandala e na Reserva Integral do Luando.

As referidas operações permitiram a marcação de mais de 50 animais, sem se registar morte ou lesão de qualquer.

Com esta ação foi possível criar o Santuário da Palanca Negra Gigante no Parque Nacional de Cangandala, onde estão confinados 24 animais, oito dos quais nasceram neste local.

Assim, os ambientalistas e biólogos de Angola, assim como especialistas internacionais trabalham na proteção deste animal, além do controle da sua reprodução e das investigações científicas. 

o "festival" búlgaro __ que pretende "EXORCIZAR o vírus da hidrofobia", girando cães incansavelmente no ar, amarrados por cordas e depois jogando-os dentro de uma curso d´água que corre abaixo. Isto chama-se TRICHANE, e acontece anualmente na cidade de Brodilovo . Por favor, vamos insistir e novamente assinar a petição: http://www.change.org/petitions/help-to-prevent-the-barbaric-ritual-trichane-dog-spinning-from-taking-place-again-on-march-6th-2012 The Bulgarian tradition of "dog spinning" or “trichane na kuche” is THE proof par excellence that human stupidity and cruelty has no limits!  Dog spinning is a ritual, that was performed once a year on March 6 to prevent rabies in a village and keep away the bad spirits of springtime.  During this ritual, a rope is wrapped around a dog and the animal is suspended above a body of water, such as a river. The dog is turned repeatedly until the rope is twisted as far as it will coil. Then the coil is released so the dog spins wildly as the rope unwinds and the animal falls into the water.  Nothing is supposed to happen to the dogs used in the ritual, but photos from previous dog spinning days show the faces of terrified animals as they hang helplessly above a river or stream with a crowd of people cheering from the shore. In the past dogs have drowned because they are so disoriented when they drop into the water.  The practice was stopped in 2005 when the media outside of Bulgaria found out about the ritual and reported it to the world. Animal welfare organizations were outraged by its cruelty and the pressure they put on Bulgaria put an end to the practice.  But the mayor of Brodilovo, a rural Bulgarian village, had renewed the ancient ritual in 2011. He said, “Nobody is killing or hurting the dogs. They are brought by their owners who love them in order to take part in this folklore ritual, which is meant to cleanse the local community of evil and to generate fertility. The dogs are spun for about 15-20 seconds, and then they fall in the water, which amounts to bathing them.”   See video: https://www.youtube.com/watch?v=TfJz2oouC-c  Mayor Petko Arnaudov told the Sofia News Agency that “society and the international community has misinterpreted the ritual.”  The mayor said his village restored the tradition because they were looking for hope in the “extreme” bad economy. A recent outbreak of foot and mouth disease has brought the farming town to the brink of despair.  In 2012, due to MASSIVE protests and besieged by animal rights activists, the villagers of Brodilovo had agreed to water down their controversial dog spinning. Days before the special date, the Bulgarian "Animal Rescue Sofia" NGO announced it would organize a visit to Brodilovo, to make sure the "dog spinning" does not take place on 6th of March.   But, to the surprise of everybody, the villagers could not wait until 6th of March, and on 25th of February - under the critical eyes of animal rights activists from Sofia and Burgas - the people of Brodilovo opted for a softer version of the ritual and just threw the dog into the icy water without spinning him/her on a rope :( Unfortunately, the video showing the "softened version" is no longer available on youtube.  OfA had started a petition last year that sends instant emails to the mayor, and which we have now opened again... just for the event that the villagers of Brodilovo come to the idea to revive the old version again.   You can sign that petition at: http://www.change.org/petitions/help-to-prevent-the-barbaric-ritual-trichane-dog-spinning-from-taking-place-again-on-march-6th-2012

o "festival" búlgaro __ que pretende "EXORCIZAR o vírus da hidrofobia", girando cães incansavelmente no ar, amarrados por cordas e depois jogando-os dentro de uma curso d´água que corre abaixo. Isto chama-se TRICHANE, e acontece anualmente na cidade de Brodilovo .
Por favor, vamos insistir e novamente assinar a petição:
http://www.change.org/petitions/help-to-prevent-the-barbaric-ritual-trichane-dog-spinning-from-taking-place-again-on-march-6th-2012

The Bulgarian tradition of "dog spinning" or “trichane na kuche” is THE proof par excellence that human stupidity and cruelty has no limits!

Dog spinning is a ritual, that was performed once a year on March 6 to prevent rabies in a village and keep away the bad spirits of springtime.

During this ritual, a rope is wrapped around a dog and the animal is suspended above a body of water, such as a river. The dog is turned repeatedly until the rope is twisted as far as it will coil. Then the coil is released so the dog spins wildly as the rope unwinds and the animal falls into the water.

Nothing is supposed to happen to the dogs used in the ritual, but photos from previous dog spinning days show the faces of terrified animals as they hang helplessly above a river or stream with a crowd of people cheering from the shore. In the past dogs have drowned because they are so disoriented when they drop into the water.

The practice was stopped in 2005 when the media outside of Bulgaria found out about the ritual and reported it to the world. Animal welfare organizations were outraged by its cruelty and the pressure they put on Bulgaria put an end to the practice.

But the mayor of Brodilovo, a rural Bulgarian village, had renewed the ancient ritual in 2011. He said, “Nobody is killing or hurting the dogs. They are brought by their owners who love them in order to take part in this folklore ritual, which is meant to cleanse the local community of evil and to generate fertility. The dogs are spun for about 15-20 seconds, and then they fall in the water, which amounts to bathing them.”

See video: https://www.youtube.com/watch?v=TfJz2oouC-c

Mayor Petko Arnaudov told the Sofia News Agency that “society and the international community has misinterpreted the ritual.”

The mayor said his village restored the tradition because they were looking for hope in the “extreme” bad economy. A recent outbreak of foot and mouth disease has brought the farming town to the brink of despair.

In 2012, due to MASSIVE protests and besieged by animal rights activists, the villagers of Brodilovo had agreed to water down their controversial dog spinning. Days before the special date, the Bulgarian "Animal Rescue Sofia" NGO announced it would organize a visit to Brodilovo, to make sure the "dog spinning" does not take place on 6th of March.

But, to the surprise of everybody, the villagers could not wait until 6th of March, and on 25th of February - under the critical eyes of animal rights activists from Sofia and Burgas - the people of Brodilovo opted for a softer version of the ritual and just threw the dog into the icy water without spinning him/her on a rope :( Unfortunately, the video showing the "softened version" is no longer available on youtube.

OfA had started a petition last year that sends instant emails to the mayor, and which we have now opened again... just for the event that the villagers of Brodilovo come to the idea to revive the old version again.

You can sign that petition at: http://www.change.org/petitions/help-to-prevent-the-barbaric-ritual-trichane-dog-spinning-from-taking-place-again-on-march-6th-2012

Há anos lutamos bravamente para acabar com ISSO:


Promotoria do Meio Ambiente proíbe eutanásia.
Motociclistas são as principais vítimas de acidentes de trânsito com cães.

Fontes: Francisco Rocha
Do G1 AC
Cães vivem nas ruas de Cruzeiro do Sul (Foto: Francisco Rocha/G1)Número de cães que vivem nas ruas de Cruzeiro do Sul preocupa (Foto: Francisco Rocha/G1)
Ao menos 18 mil cães vagam pelas ruas de Cruzeriro do Sul (AC), segundo levantamento feito  pelo Centro de Zoonoses do município. A falta de um local para abrigar os animais tem sido uma reclamação constante da população, principalmente dos motociclistas.
O coordenador do Centro de Zoonoses, Arison Geraldo Rosas explica que foram proibidos pelo Ministério Público do Estado de praticar a eutanásia. A determinação é que os animais sejam capturados e se, em um prazo de 72 horas, o dono não aparecer, o animal é castrado, vacinado e colocado para adoção. Não havendo interessado, o animal é solto novamente na rua.
Segundo ele, o município não tem condições de manter os animais com alimentação. Toda semana são mais de 20 capturados. Na opinião do coordenador, a solução mais viável para reduzir a quantidade de animais soltos nas ruas, seria as pessoas buscarem o Centro de Zoonoses para fazer adoção.
A Ação Civil Publica que impede que os animais sejam sacrificados foi feita pelo promotor do Meio Ambiente, Leonardo Honorato. O novo promotor, Wendy Takao Hamano que assumiu o cargo, disse que a intenção do Ministério Publico é evitar que os animais sejam abatidos, no entanto a população pode colaborar fazendo adoção.
Para ele, a castração é ainda a alternativa mais viável para evitar que o número de cães soltos continue aumentando.
José Eudes, presidente do Sindicato dos Mototaxistas de Cruzeiro do Sul, disse que já presenciou vários acidentes de trânsito envolvendo cães. “Temos vários mototaxistas que sofreram acidentes por causa dos cachorros que vivem nas ruas, alguns já foram parar no hospital com braços e pernas quebrados, sem contar o prejuízo causado nas motos”, disse.
Eudes que também já sofreu um acidente por causa de um animal solto, cobra providências . “Eu ia na moto quando de repente o cachorro pulou de dentro de uma caixa de lixo, saiu correndo e passou na frente da moto. Não tive tempo de desviar ou frear e caí. Estamos correndo risco de morrer por causa deles”, lamentou.

Curitiba passou a contar, desde o último sábado (16), com a Guarda Municipal de Proteção Animal, estrutura que passa a atuar na proteção de animais e no combate aos maus tratos. São agentes da Guarda Municipal treinados e que irão trabalhar em conjunto com fiscais da Secretaria Municipal do Meio Ambiente sempre que houver denúncias de agressão ou descaso com animais domésticos, criadouros clandestinos e ainda em ações de educação e conscientização da população sobre posse responsável.

O médico veterinário Alexander Welker Biondo, diretor do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria do Meio Ambiente, explicou que as verificações de maus tratos já aconteciam, mas o reforço da Guarda Municipal mostra que isso será fortalecido a partir de agora.

O diretor da Guarda Municipal, Claudio Frederico Carvalho, disse que nos casos de denúncia em que a pessoa se mostrar resistente, a Guarda buscará o amparo da Delegacia de Meio Ambiente, da Polícia Civil. "São casos que precisam de uma ação rápida", afirmou.


Estrutura, lançada pelo prefeito no último sábado, irá apurar denúncias de agressão Curitiba passou a contar, desde o último sábado (16), com a Guarda Municipal de Proteção Animal, estrutura que passa a atuar na proteção de animais e no combate aos maus tratos. São agentes da Guarda Municipal treinados e que irão trabalhar em conjunto com fiscais da Secretaria Municipal do Meio Ambiente sempre que houver denúncias de agressão ou descaso com animais domésticos, criadouros clandestinos e ainda em ações de educação e conscientização da população sobre posse responsável.   O médico veterinário Alexander Welker Biondo, diretor do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria do Meio Ambiente, explicou que as verificações de maus tratos já aconteciam, mas o reforço da Guarda Municipal mostra que isso será fortalecido a partir de agora.   O diretor da Guarda Municipal, Claudio Frederico Carvalho, disse que nos casos de denúncia em que a pessoa se mostrar resistente, a Guarda buscará o amparo da Delegacia de Meio Ambiente, da Polícia Civil. "São casos que precisam de uma ação rápida", afirmou. Metas - Segundo Biondo, a Secretaria de Meio Ambiente tem três metas para este ano na área de proteção animal: o combate aos maus tratos, o incentivo às castrações de animais de rua e pertencentes a famílias carentes e o investimento em projetos educacionais, por meio de parcerias com escolas. "Vamos intensificar as fiscalizações para combater o comércio irregular de animais e fazer uma força-tarefa para colocar em dia a verificação das denúncias que recebemos e que hoje chegam perto de 200 casos", comentou.   Outro projeto que deve sair do papel em breve, afirmou Biondo, é o Hospital Veterinário Público, para facilitar o acesso à assistência veterinária, tanto de pessoas que não podem pagar por serviços particulares quanto para protetores que realizam trabalhos voluntários com animais de rua. "Não é necessário construir um hospital novo e contratar pessoal. Podemos fazer contratos com hospitais veterinários e clínicas, como já ocorre hoje no sistema de saúde. O animal que estiver precisando de atendimento será encaminhado para um destes serviços credenciados", esclareceu Biondo.   Denúncias de maus tratos a animais podem ser feitas pelo telefone 156, da Prefeitura, e 153, da Guarda Municipal. Pessoas interessadas em adotar um animal podem entrar em contato com a Rede de Proteção pelo telefone (41) 3350-8933.
Estrutura, lançada pelo prefeito no último sábado, irá apurar denúncias de agressão

Metas - Segundo Biondo, a Secretaria de Meio Ambiente tem três metas para este ano na área de proteção animal: o combate aos maus tratos, o incentivo às castrações de animais de rua e pertencentes a famílias carentes e o investimento em projetos educacionais, por meio de parcerias com escolas. "Vamos intensificar as fiscalizações para combater o comércio irregular de animais e fazer uma força-tarefa para colocar em dia a verificação das denúncias que recebemos e que hoje chegam perto de 200 casos", comentou. 

Outro projeto que deve sair do papel em breve, afirmou Biondo, é o Hospital Veterinário Público, para facilitar o acesso à assistência veterinária, tanto de pessoas que não podem pagar por serviços particulares quanto para protetores que realizam trabalhos voluntários com animais de rua. "Não é necessário construir um hospital novo e contratar pessoal. Podemos fazer contratos com hospitais veterinários e clínicas, como já ocorre hoje no sistema de saúde. O animal que estiver precisando de atendimento será encaminhado para um destes serviços credenciados", esclareceu Biondo. 

Denúncias de maus tratos a animais podem ser feitas pelo telefone 156, da Prefeitura, e 153, da Guarda Municipal. Pessoas interessadas em adotar um animal podem entrar em contato com a Rede de Proteção pelo telefone (41) 3350-8933.

Curitiba ganha Guarda Municipal de Proteção Animal


A 9ª edição da campanha "Adote um Amigo e Seja Feliz", realizada pelo "Projeto Pêlo Próximo - Solidariedade em 4 patas" em parceria com a Leroy Merlin, no Estado do Rio de Janeiro (RJ), acontecerá no próximo domingo (03/03), das 10 às 16 horas, à Rua Candido Benício, 3.936, bairro Jacarepaguá. Na ocasião, a entidade - reconhecida por ações de pet terapia e cuidados com animais abandonados na capital carioca - empenhará esforços pela doação de 20 mascotes carentes, entre cães e gatos, mantidos por voluntários do Abrigo João Rosa. "Entre os animais estão filhotes e adultos, todos castrados e vacinados", garante a assessoria de comunicação da ONG. 
A campanha, que acontece desde maio de 2012 no mesmo local, já contribuiu com cerca de 100 adoções de cães abandonados, além de conscientizar a população contra os crimes de maus-tratos e abandono. Para adotar, os interessados deverão levar um comprovante de residência e documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade sobre a guarda responsável dos pets.   
 
9ª edição da campanha "Adote um Amigo e Seja Feliz" acontece no RJ A 9ª edição da campanha "Adote um Amigo e Seja Feliz", realizada pelo "Projeto Pêlo Próximo - Solidariedade em 4 patas" em parceria com a Leroy Merlin, no Estado do Rio de Janeiro (RJ), acontecerá no próximo domingo (03/03), das 10 às 16 horas, à Rua Candido Benício, 3.936, bairro Jacarepaguá. Na ocasião, a entidade - reconhecida por ações de pet terapia e cuidados com animais abandonados na capital carioca - empenhará esforços pela doação de 20 mascotes carentes, entre cães e gatos, mantidos por voluntários do Abrigo João Rosa. "Entre os animais estão filhotes e adultos, todos castrados e vacinados", garante a assessoria de comunicação da ONG.  A campanha, que acontece desde maio de 2012 no mesmo local, já contribuiu com cerca de 100 adoções de cães abandonados, além de conscientizar a população contra os crimes de maus-tratos e abandono. Para adotar, os interessados deverão levar um comprovante de residência e documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade sobre a guarda responsável dos pets.      Além de colocar os animais para adoção, o Abrigo João Rosa está aberto a receber doações de medicamentos, jornais, produtos de limpeza, ração e qualquer tipo de agasalho para proteger os pets do frio que deve chegar nas próximas estações. As doações podem ser entregues durante a feira.
Além de colocar os animais para adoção, o Abrigo João Rosa está aberto a receber doações de medicamentos, jornais, produtos de limpeza, ração e qualquer tipo de agasalho para proteger os pets do frio que deve chegar nas próximas estações. As doações podem ser entregues durante a feira.

A 9ª edição da campanha "Adote um Amigo e Seja Feliz", realizada pelo "Projeto Pêlo Próximo - Solidariedade em 4 patas" em parceria com a Leroy Merlin, no Estado do Rio de Janeiro (RJ), acontecerá no próximo domingo (03/03), das 10 às 16 horas, à Rua Candido Benício, 3.936, bairro Jacarepaguá. Na ocasião, a entidade - reconhecida por ações de pet terapia e cuidados com animais abandonados na capital carioca - empenhará esforços pela doação de 20 mascotes carentes, entre cães e gatos, mantidos por voluntários do Abrigo João Rosa. "Entre os animais estão filhotes e adultos, todos castrados e vacinados", garante a assessoria de comunicação da ONG.  A campanha, que acontece desde maio de 2012 no mesmo local, já contribuiu com cerca de 100 adoções de cães abandonados, além de conscientizar a população contra os crimes de maus-tratos e abandono. Para adotar, os interessados deverão levar um comprovante de residência e documento de identificação, além de assinar um termo de responsabilidade sobre a guarda responsável dos pets.      Além de colocar os animais para adoção, o Abrigo João Rosa está aberto a receber doações de medicamentos, jornais, produtos de limpeza, ração e qualquer tipo de agasalho para proteger os pets do frio que deve chegar nas próximas estações. As doações podem ser entregues durante a feira.

Mais informações podem ser obtidas via e-mail pelo endereço: abrigojoaorosa@yahoo.com.br.


Se tourada é cultura, canibalismo é gastronomia Vitorino d'Almeida.


" Se tourada é cultura, canibalismo é gastronomia" !!!!!!!!!!!!!!!!
Vitorino d'Almeida.

Concordo em numero, gênero e grau !!!!

O porta-voz da Chancelaria chinesa, Hong Lei, refutou nesta segunda-feira (18) acusações estrangeiras sobre as medidas de proteção ao marfim na China.  Alguns meios de comunicação e agências de proteção animal afirmaram recentemente que a demanda chinesa por marfim resultou em um aumento da caça ilegal. Ao comentar essas afirmações, Hong Lei disse que a China fez grandes esforços para acabar com o contrabando de marfim e as atividades criminosas ligadas ao setor caíram significativamente nos últimos anos.  O porta-voz chinês disse que os críticos não levaram em consideração os esforços da China para reduzir o contrabando e pediu que haja uma postura objetiva na análise da questão


O porta-voz da Chancelaria chinesa, Hong Lei, refutou nesta segunda-feira (18) acusações estrangeiras sobre as medidas de proteção ao marfim na China.

Alguns meios de comunicação e agências de proteção animal afirmaram recentemente que a demanda chinesa por marfim resultou em um aumento da caça ilegal. Ao comentar essas afirmações, Hong Lei disse que a China fez grandes esforços para acabar com o contrabando de marfim e as atividades criminosas ligadas ao setor caíram significativamente nos últimos anos.

O porta-voz chinês disse que os críticos não levaram em consideração os esforços da China para reduzir o contrabando e pediu que haja uma postura objetiva na análise da questão





O escândalo da carne de cavalo vendida como produto bovino atinge vários países da Europa. Foto de Philippe Huguen/AFP  Os Estados Unidos não importarão mais carne procedente dos países europeus afetados pelo escândalo da carne de cavalo, revelou nesta segunda-feira à AFP o departamento de Agricultura.  O escândalo da carne de cavalo vendida como produto bovino atinge vários países da Europa, incluindo Alemanha, França, Eslovênia, Itália e Espanha.  Uma fonte do departamento americano de Agricultura destacou que os países europeus que retiraram do mercado produtos contendo carne de cavalo não exportam para os Estados Unidos.  Os Estados Unidos não importam carne de cavalo e não têm matadouros de equinos no país, lembrou o funcionário, que pediu para não ser identificado.  Em mais um capítulo do escândalo, a filial americana da Ikea afirmou nesta segunda-feira que as almôndegas que vende nos Estados Unidos têm apenas carne de porco e bovina procedente da América do Norte.  Em cerca de 15 países europeus, a Ikea suspendeu a venda de alguns tipos de almôndegas devido à presença de carne de cavalo.
O escândalo da carne de cavalo vendida como produto bovino atinge vários países da Europa. Foto de Philippe Huguen/AFP
Os Estados Unidos não importarão mais carne procedente dos países europeus afetados pelo escândalo da carne de cavalo, revelou nesta segunda-feira à AFP o departamento de Agricultura.

O escândalo da carne de cavalo vendida como produto bovino atinge vários países da Europa, incluindo Alemanha, França, Eslovênia, Itália e Espanha.

Uma fonte do departamento americano de Agricultura destacou que os países europeus que retiraram do mercado produtos contendo carne de cavalo não exportam para os Estados Unidos.

Os Estados Unidos não importam carne de cavalo e não têm matadouros de equinos no país, lembrou o funcionário, que pediu para não ser identificado.

Em mais um capítulo do escândalo, a filial americana da Ikea afirmou nesta segunda-feira que as almôndegas que vende nos Estados Unidos têm apenas carne de porco e bovina procedente da América do Norte.

Em cerca de 15 países europeus, a Ikea suspendeu a venda de alguns tipos de almôndegas devido à presença de carne de cavalo. 

A cobra passou a noite no quartel e foi levada ao Quinzinho de Barros pela manhã - Por: Divulgação/Corpo de Bombeiros de Votorantim
A cobra passou a noite no quartel e foi levada ao Quinzinho de Barros pela manhã - Por: Divulgação/Corpo de Bombeiros de Votorantim

Uma jiboia de quase 3 metros de comprimento foi capturada na noite desta segunda-feira (25) numa chácara no Bairro dos Morros, em Votorantim, na noite desta segunda-feira. Ela estava descansando dentro de um galinheiro após comer uma galinha. 

O Corpo de Bombeiros de Votorantim foi acionado pelos moradores, que se assustaram com o tamanho da cobra. De acordo com o Sargento Aristides Alves Ferreira, a captura foi simples, sem complicação, feita pelo Sargento Alan. 

A cobra passou a noite no quartel, dentro de uma caixa usada para a captura de cães por causa do tamanho. Na manhã desta terça-feira, ela foi levada ao Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba. Devido ao estresse, no manejo, a jiboia acabou vomitando a galinha. "É uma maneira que as cobras encontram para se defender. Elas regurgitam o que comeram para interromper a digestão e conseguir fugir", explicou Ferreira. 

De hábitos noturnos, a jiboia é a segunda maior cobra do Brasil - perde apenas para a sucuri no comprimento. Apesar da fama de animal perigoso, a espécie não é peçonhenta e não consegue comer animais de grande porte.

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