Postagens Popular

Instagram

Instagram

Denuncie

Denuncie
Tecnologia do Blogger.

Assine Nosso Feed

Digite aqui seu e-mail:

FeedBurner

Visualizações !!


Post Recentes

REINO UNIDO

Paciente realiza último desejo antes de morrer (Foto: twitter) Uma britânica amante de animais conseguiu realizar seu último antes de falecer em decorrência de um câncer: reencontrar o cavalo que foi seu companheiro por boa parte da vida.  Sheila Marsh, 77, foi levada para fora do prédio onde estava internada em uma maca por funcionários do Wigan Royal Infirmary, no Reino Unido. Assim que se encontraram, o animal acariciou o rosto da paciente com o focinho, conforme ficou registrado em uma foto feita por um funcionário do hospital, Andrew Foster.  O homem se disse orgulhoso por a equipe ter feito o máximo para que Mash se sentisse confortável. A imagem causou comoção na internet que se diziam emocionados com a história  “Eu estava chorando e as enfermeiras também. [Minha mãe] amava os cavalos e adorava seus animais”, afirmou Tina Marsh, filha da paciente. Segundo ela, o fato de a doença ter avançado facilitou a permissão do hospital em retirar a mulher do quarto para realizar seu último desejo.  Fonte: Revista Marie Claire
Paciente realiza último desejo antes de morrer (Foto: twitter)
Uma britânica amante de animais conseguiu realizar seu último antes de falecer em decorrência de um câncer: reencontrar o cavalo que foi seu companheiro por boa parte da vida.
Sheila Marsh, 77, foi levada para fora do prédio onde estava internada em uma maca por funcionários do Wigan Royal Infirmary, no Reino Unido. Assim que se encontraram, o animal acariciou o rosto da paciente com o focinho, conforme ficou registrado em uma foto feita por um funcionário do hospital, Andrew Foster.
O homem se disse orgulhoso por a equipe ter feito o máximo para que Mash se sentisse confortável. A imagem causou comoção na internet que se diziam emocionados com a história
“Eu estava chorando e as enfermeiras também. [Minha mãe] amava os cavalos e adorava seus animais”, afirmou Tina Marsh, filha da paciente. Segundo ela, o fato de a doença ter avançado facilitou a permissão do hospital em retirar a mulher do quarto para realizar seu último desejo.

EXPLORADOS COMO COBAIAS

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS EXPLORADOS COMO COBAIAS Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS                                                  Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS  Uma ação que investigou maus-tratos a animais terminou em acordo em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A decisão é da 3ª Vara Federal do município. Em 2012, um projeto de doutorado em medicina veterinária causou polêmica. Durante a pesquisa, foram fixadas placas de titânio para uso humano na mandíbula e nos maxilares de cães. O réu era estudante na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).  O acordo prevê que o veterinário deposite judicialmente o valor de R$ 8 mil, que será revertido a uma instituição de proteção ou acolhimento de animais abandonados ou apreendidos do município, ainda a ser definida pela Justiça. Após o cumprimento da obrigação, o processo deverá ser extinto.  Na época, o doutorando realizou experimentos em 12 animais que serviram como cobaias. Os cães passaram por uma cirurgia na qual parte da mandíbula foi trocada por uma peça de titânio.  O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com o processo contra o estudante alegando que, após o procedimento, as cobaias teriam permanecido trancadas em gaiolas sem receber a devida higienização, o acompanhamento clínico necessário e a alimentação adequada.  Ainda segundo o MPF, o doutorando teria viajado para outra cidade, deixando os cães aos cuidados de estagiários, que não receberam orientação apropriada para a tarefa. Também segundo a investigação, a conduta do veterinário teria ocasionado lesões em sete animais. Outros cinco tiveram de ter sua morte induzida.  No entanto, o réu contestou a ação, afirmando que a pesquisa científica durou quatro anos e teve acompanhamento de um orientador e de todas as instâncias acadêmicas. Conforme o estudante, a implantação da prótese teria envolvido uma técnica inovadora, aprovada pela banca examinadora do doutorado.  Ao longo da tramitação do processo, o MPF propôs a realização de transação penal, pois considerou que os fatos se constituiriam em delito de menor potencial ofensivo, segundo a legislação. O acusado aceitou a proposta, e o juiz federal Loraci Flores de Lima homologou o acordo.  Fonte: G1
                                                 Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS
Uma ação que investigou maus-tratos a animais terminou em acordo em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul. A decisão é da 3ª Vara Federal do município. Em 2012, um projeto de doutorado em medicina veterinária causou polêmica. Durante a pesquisa, foram fixadas placas de titânio para uso humano na mandíbula e nos maxilares de cães. O réu era estudante na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
O acordo prevê que o veterinário deposite judicialmente o valor de R$ 8 mil, que será revertido a uma instituição de proteção ou acolhimento de animais abandonados ou apreendidos do município, ainda a ser definida pela Justiça. Após o cumprimento da obrigação, o processo deverá ser extinto.
Na época, o doutorando realizou experimentos em 12 animais que serviram como cobaias. Os cães passaram por uma cirurgia na qual parte da mandíbula foi trocada por uma peça de titânio.
O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com o processo contra o estudante alegando que, após o procedimento, as cobaias teriam permanecido trancadas em gaiolas sem receber a devida higienização, o acompanhamento clínico necessário e a alimentação adequada.
Ainda segundo o MPF, o doutorando teria viajado para outra cidade, deixando os cães aos cuidados de estagiários, que não receberam orientação apropriada para a tarefa. Também segundo a investigação, a conduta do veterinário teria ocasionado lesões em sete animais. Outros cinco tiveram de ter sua morte induzida.
No entanto, o réu contestou a ação, afirmando que a pesquisa científica durou quatro anos e teve acompanhamento de um orientador e de todas as instâncias acadêmicas. Conforme o estudante, a implantação da prótese teria envolvido uma técnica inovadora, aprovada pela banca examinadora do doutorado.
Ao longo da tramitação do processo, o MPF propôs a realização de transação penal, pois considerou que os fatos se constituiriam em delito de menor potencial ofensivo, segundo a legislação. O acusado aceitou a proposta, e o juiz federal Loraci Flores de Lima homologou o acordo.
Fonte: G1

ATÉ 13 DE DEZEMBRO

A Secretaria de Saúde dará prosseguimento neste sábado (8) à campanha de vacinação contra a raiva animal. A imunização de cães e gatos acontecerá até 13 de dezembro, aos sábados, das 9h às 16h, em clubes e escolas municipais e estaduais nos bairros, e também durante a semana na sede da Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses (Sevicoz), no Marapé.
A meta é vacinar 24.719 cães e 5.945 gatos, ou 80% das populações desses animais do município. Na primeira semana de vacinação foram imunizados 3.818 (2.983 cães e 835 gatos).
Os tutores de animais que moram no Paquetá, Vila Nova e Centro, e que perderam a vacinação feita no dia 3, poderão imunizar os bichos no posto da escola Barnabé.
A vacinação contra raiva animal continua neste sábado ATÉ 13 DE DEZEMBRO A Secretaria de Saúde dará prosseguimento neste sábado (8) à campanha de vacinação contra a raiva animal. A imunização de cães e gatos acontecerá até 13 de dezembro, aos sábados, das 9h às 16h, em clubes e escolas municipais e estaduais nos bairros, e também durante a semana na sede da Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses (Sevicoz), no Marapé.  A meta é vacinar 24.719 cães e 5.945 gatos, ou 80% das populações desses animais do município. Na primeira semana de vacinação foram imunizados 3.818 (2.983 cães e 835 gatos).  Os tutores de animais que moram no Paquetá, Vila Nova e Centro, e que perderam a vacinação feita no dia 3, poderão imunizar os bichos no posto da escola Barnabé.  A vacinação contra raiva animal continua neste sábado (Foto: Divulgação/PMS) A vacinação contra raiva animal continua neste sábado (Foto: Divulgação/PMS)   Posto fixo  Na sede da Sevicoz (Avenida Pinheiro Machado, 580, no Marapé) a vacinação acontece ao longo da semana. Segundas, quartas e sextas, é feita das 8h às 12h. Já nas terças e quintas, das 13h às 17h.  Postos de sábado  Boqueirão – Rua Oswaldo Cruz, em frente à Unisanta Campo Grande – escola Ayrton Senna (Av. Pinheiro Machado, 617) Pompeia – em frente À igreja (Praça Benedito Calixto, 1) Encruzilhada – Gota de Leite (Av. Conselheiro Nébias, 388) Vila Progresso – escola Emílio Justo (Rua Três, 2.402) Morro da Penha – escola Martins Fontes (Estrada João Batista s/nº) Areia Branca – Sociedade Melhoramentos (Rua Tomoishi Kobushi, 10) Centro – escola Barnabé (Praça Correia de Melo s/nº) Monte Serrat – vacinação casa a casa  Fonte: Diário do Litoral
A vacinação contra raiva animal continua neste sábado (Foto: Divulgação/PMS)

Posto fixo
Na sede da Sevicoz (Avenida Pinheiro Machado, 580, no Marapé) a vacinação acontece ao longo da semana. Segundas, quartas e sextas, é feita das 8h às 12h. Já nas terças e quintas, das 13h às 17h.
Postos de sábado
Boqueirão – Rua Oswaldo Cruz, em frente à Unisanta
Campo Grande – escola Ayrton Senna (Av. Pinheiro Machado, 617)
Pompeia – em frente À igreja (Praça Benedito Calixto, 1)
Encruzilhada – Gota de Leite (Av. Conselheiro Nébias, 388)
Vila Progresso – escola Emílio Justo (Rua Três, 2.402)
Morro da Penha – escola Martins Fontes (Estrada João Batista s/nº)
Areia Branca – Sociedade Melhoramentos (Rua Tomoishi Kobushi, 10)
Centro – escola Barnabé (Praça Correia de Melo s/nº)
Monte Serrat – vacinação casa a casa

DOENTES E ÓRFÃOS

Foto: Jurgen Freund

Se você acha que morcegos são criaturas aterrorizantes, “vampiros”, criaturas da noite, você está imaginando tudo errado, eles são apenas animais da natureza como quaisquer outros, e os filhotes de morcego abandonados que são tratados no Tolga Bat Hospital, ou Hospital Tolga de Morcegos, em Atherton, Austrália são a prova de que morcegos são adoráveis.
Foto: Jurgen Freund

Foto: Jurgen Freund

Os filhotes de morcego do hospital são trazidos quando atingidos por paralisia do carrapato ou quando suas mães morreram ou ainda quando suas mães se tornam muito doentes para alimentá-los (muitas vezes também devido à doença do carrapato).
Os voluntários do hospital amamentam os filhotes de morcego até voltarem a ter saúde e então são liberados para a vida selvagem novamente.

ASSINE A PETIÇÃO

Foto: Care2 Quebras de promessas nunca produzem boas notícias, e isso é especialmente verdadeiro quando essa quebra trata de algo que irá permitir a crueldade animal. Infelizmente, é exatamente o que está acontecendo no Reino Unido. Embora o governo tivesse se comprometido a aprovar uma legislação que iria proibir circos de retirar animais da natureza para adicionar aos seus shows, ele subitamente voltou atrás em seu juramento. As informações são da Care2.  Segundo a reportagem, a comunidade iniciou uma petição para demandar que o parlamento britânico cumpra a sua promessa original.  Por dois anos, o governo do Reino Unido afirmou que iria proteger a vida selvagem animal da potencial crueldade. Quando a lei foi finalmente levada à Câmara, no entanto, o parlamentar Andrew Rosindell bloqueou a aprovação da legislação.  As razões para esta surpreendente obstrução não ficaram imediatamente claras. Após ter recebido muitas cartas e e-mails zangados de defensores de animais questionando a atitude, Rosindell justificou que outras autoridades do governo pediram que ele impedisse a aprovação em seu nome.  Mesmo se isso for verdadeiro, conforme a reportagem, o que traz suspeitas é o fato do parlamentar ter um histórico de ligações pessoais com circos. Além de ter tido uma filiação com o agora extinto Great British Circus, Rosindell já havia se manifestado por escrito que manter animais em um circo é a “coisa mais bondosa” que alguém pode fazer por eles.  Quanto à legislação em mãos, Rosindell descartou a utilidade da lei. “Não significa nada. Há um número muito pequeno de animais restantes em circos do Reino Unido e não há crueldade”, disse ele. “A crueldade existia há anos atrás, agora não há mais”. E como se essas afirmações não bastassem, Rosindell também utilizou uma desculpa descabida, declarando que esta lei poderia levar a uma legislação subsequente que iria proibir as pessoas de até mesmo tutelar cães.  Apesar do declínio da popularidade dos circos ser uma realidade no Reino Unido, isso não fez cessar a importação de animais para esta indústria no país. O que agrava a situação é que os circos recebem atualmente exigências legais mais brandas como padrão de cuidados dos animais que os zoológicos. Tal diferença é especialmente absurda se for levado em consideração que esses animais explorados em circos pertencem às mesmas espécies que os mantidos confinados em zoológicos.  “Havia um claro comprometimento por parte do governo em trazer a proibição, mas por diversas vezes temos testemunhado tentativas do mesmo em evitar tomar medidas sobre o assunto”, disse David Bowles, da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA). Ele listou as jaulas minúsculas, viagens excessivas e performances forçadas como algumas das razões pelas quais os circos necessitam de regulamentação mais rígida.  Foi realizada uma pesquisa que revelou o apoio esmagador de 94% do público a favor desta legislação. Assine a petição  que será encaminhada à Câmara britânica para cobrar que o governo do Reino Unido cumpra a sua promessa inicial.
Quebras de promessas nunca produzem boas notícias, e isso é especialmente verdadeiro quando essa quebra trata de algo que irá permitir a crueldade animal. Infelizmente, é exatamente o que está acontecendo no Reino Unido. Embora o governo tivesse se comprometido a aprovar uma legislação que iria proibir circos de retirar animais da natureza para adicionar aos seus shows, ele subitamente voltou atrás em seu juramento. As informações são da Care2.
Segundo a reportagem, a comunidade iniciou uma petição para demandar que o parlamento britânico cumpra a sua promessa original.
Por dois anos, o governo do Reino Unido afirmou que iria proteger a vida selvagem animal da potencial crueldade. Quando a lei foi finalmente levada à Câmara, no entanto, o parlamentar Andrew Rosindell bloqueou a aprovação da legislação.
As razões para esta surpreendente obstrução não ficaram imediatamente claras. Após ter recebido muitas cartas e e-mails zangados de defensores de animais questionando a atitude, Rosindell justificou que outras autoridades do governo pediram que ele impedisse a aprovação em seu nome.
Mesmo se isso for verdadeiro, conforme a reportagem, o que traz suspeitas é o fato do parlamentar ter um histórico de ligações pessoais com circos. Além de ter tido uma filiação com o agora extinto Great British Circus, Rosindell já havia se manifestado por escrito que manter animais em um circo é a “coisa mais bondosa” que alguém pode fazer por eles.
Quanto à legislação em mãos, Rosindell descartou a utilidade da lei. “Não significa nada. Há um número muito pequeno de animais restantes em circos do Reino Unido e não há crueldade”, disse ele. “A crueldade existia há anos atrás, agora não há mais”. E como se essas afirmações não bastassem, Rosindell também utilizou uma desculpa descabida, declarando que esta lei poderia levar a uma legislação subsequente que iria proibir as pessoas de até mesmo tutelar cães.
Apesar do declínio da popularidade dos circos ser uma realidade no Reino Unido, isso não fez cessar a importação de animais para esta indústria no país. O que agrava a situação é que os circos recebem atualmente exigências legais mais brandas como padrão de cuidados dos animais que os zoológicos. Tal diferença é especialmente absurda se for levado em consideração que esses animais explorados em circos pertencem às mesmas espécies que os mantidos confinados em zoológicos.
“Havia um claro comprometimento por parte do governo em trazer a proibição, mas por diversas vezes temos testemunhado tentativas do mesmo em evitar tomar medidas sobre o assunto”, disse David Bowles, da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA). Ele listou as jaulas minúsculas, viagens excessivas e performances forçadas como algumas das razões pelas quais os circos necessitam de regulamentação mais rígida.
Foi realizada uma pesquisa que revelou o apoio esmagador de 94% do público a favor desta legislação. Assine a petição  que será encaminhada à Câmara britânica para cobrar que o governo do Reino Unido cumpra a sua promessa inicial.

APRISIONADA POR 9 ANOS

dalila APRISIONADA POR 9 ANOS dalila  As fábricas de filhotes, chamadas “puppy mills” ou criadouros, são operações de grande escala para a procriação de cães que visam apenas o lucro, sem considerar o bem-estar dos animais. Cães explorados nesses centros de reprodução experimentam muito sofrimento, e pouco ou nenhum cuidado. Segundo o site One Green Planet, felizmente para Dalila, seu tempo em um desses locais terminou no início de outubro, graças à ONG National Mill Dog Rescue. Depois de viver em uma gaiola de arame por nove anos, ela certamente ficou animada ao ver a sua primeira cama de verdade. A suavidade do estofamento e do calor do tecido, definitivamente, tiveram a sua aprovação, esta cachorra de sorte que não dormirá mais em gaiolas de arame de agora em diante. Veja o vídeo que mostra a felicidade de Dalila:                          As fábricas de filhotes, que são um verdadeiro centro de tortura para os cães, são em sua grande maioria legalizadas nos Estados Unidos (também no Brasil e outros países), hoje com um número em torno de 10 mil unidades operando na nação norte americana, além de 2.000 a 3.000 criadores licenciados.  Para mais informações, visite o site do National Mill Dog Rescue.

As fábricas de filhotes, chamadas “puppy mills” ou criadouros, são operações de grande escala para a procriação de cães que visam apenas o lucro, sem considerar o bem-estar dos animais. Cães explorados nesses centros de reprodução experimentam muito sofrimento, e pouco ou nenhum cuidado.
Segundo o site One Green Planet, felizmente para Dalila, seu tempo em um desses locais terminou no início de outubro, graças à ONG National Mill Dog Rescue. Depois de viver em uma gaiola de arame por nove anos, ela certamente ficou animada ao ver a sua primeira cama de verdade. A suavidade do estofamento e do calor do tecido, definitivamente, tiveram a sua aprovação, esta cachorra de sorte que não dormirá mais em gaiolas de arame de agora em diante.
Veja o vídeo que mostra a felicidade de Dalila:
                       

As fábricas de filhotes, que são um verdadeiro centro de tortura para os cães, são em sua grande maioria legalizadas nos Estados Unidos (também no Brasil e outros países), hoje com um número em torno de 10 mil unidades operando na nação norte americana, além de 2.000 a 3.000 criadores licenciados.
Para mais informações, visite o site do National Mill Dog Rescue.

DENÚNCIA

Cães permaneceram mais de cinco meses presos, sem comida. Quem os alimentavam eram os vizinhos (Foto: Divulgação) DENÚNCIA Cães permaneceram mais de cinco meses presos, sem comida. Quem os alimentavam eram os vizinhos (Foto: Divulgação) Cães permaneceram mais de cinco meses presos, sem comida. Quem os alimentavam eram os vizinhos (Foto: Divulgação)  O município de Palhoça, Grande Florianópolis, lidera o ranking das cidades que não tem nenhuma estrutura e nem políticas públicas para atender e conscientizar a população de que maus-tratos a animais é crime. Desde maio deste ano, protetores independentes vêm se manifestando e pedindo medidas eficazes para realização de mutirões de castração social, resgate de animais em situação de risco e nada foi feito até o momento.  Desde abril deste ano, protetores e simpatizantes da causa animal da região vinham publicando um caso sério na Passagem de Maciambu, no qual cerca de 28 cães e 8 gatos viviam presos numa casa, sem água, comida, em meio a fezes e nada foi feito. Foi preciso algumas protetoras irem até o local no mês passado para libertar os animais e cada um se comprometer em ficar com os cães.  Cão vítima de envenenamento (Foto: Divulgação) Cão vítima de envenenamento (Foto: Divulgação) Diversas denúncias foram feitas, a Vigilância Sanitária esteve no local, mas o caso permaneceu como estava. E após incessantes matérias feitas pelos veículos de comunicação da região, na época, sobre o descaso do poder público daquele município nas questões do bem estar animal, o secretário de saúde se manifestou, dizendo que em breve iriam desenvolver programas que contemplassem a causa animal.  A presidente da ONG Aprap (Associação dos Protetores dos Animais de Palhoça), Shalma Teixeira, chegou a levar o edital do município de São José para o secretário de saúde Rosiney Horacio para enfatizar a importância de se desenvolver mutirões e ações de castração em Palhoça. “Na ocasião, o secretário se comprometeu em fazer o mesmo no município, mas permanece sem respostas”, relata Shalma que atua na causa há mais de oito anos.  A protetora Paula Jabur que mantém 63 animais vítimas de maus-tratos, resgatados em situação de risco, cita que o secretário, em entrevista ao vivo em um programa local de televisão, prometeu também investir em educação e conscientização nas escolas, através de cartilhas. ”Eles só prometem e dizem que irão fazer algo para não terem a imagem abalada junto à população, mídia e nas redes sociais, mas não fazem nada” desabafa Paula. “E na contramão a Câmara de Vereadores daquele município investe em outdoors, links e posts patrocinados nas redes sociais enaltecendo o trabalho que vêm realizando e que ninguém vê”, enfatiza também o protetor independente Pedro Hillesheim. Pedro inclusive denunciou a matança de animais que ocorreu recentemente em Palhoça por moradores do bairro Bela Vista através de envenamento. “Que adianta denunciar nos órgãos competentes do município se não vai acontecer nada? Já no município vizinho, Biguaçu, ocorreu o mesmo e o delegado de polícia está investigando o caso”, desabafa.  Por outro lado, Shalma Teixeira, comenta que esteve com o prefeito de Palhoça, Camilo Martins, em outubro deste ano e que na ocasião o prefeito designou o secretário Rosiney Horacio a concluir o processo do Fundo Municipal de BEA em 15 dias e até o momento nada aconteceu. Shalma enfatiza que tem investidores interessados em apoiar ações em prol dos animais e sem o Fundo Municipal Funcionando não é possível dar seguimento ao projeto.  “Não sabemos mais o que fazer e a quem recorrer tamanho é o número de cães que vivem nas ruas do município e em condições deploráveis. São tantos cães, mexendo em lixos, atropelados, envenenados,esfaqueados nas ruas da cidade que a gente não sabe mais o que fazer. E enquanto isto, os vereadores, investem em campanhas promocionais nas redes sociais”,
Cães permaneceram mais de cinco meses presos, sem comida. Quem os alimentavam eram os vizinhos (Foto: Divulgação)
O município de Palhoça, Grande Florianópolis, lidera o ranking das cidades que não tem nenhuma estrutura e nem políticas públicas para atender e conscientizar a população de que maus-tratos a animais é crime. Desde maio deste ano, protetores independentes vêm se manifestando e pedindo medidas eficazes para realização de mutirões de castração social, resgate de animais em situação de risco e nada foi feito até o momento.
Desde abril deste ano, protetores e simpatizantes da causa animal da região vinham publicando um caso sério na Passagem de Maciambu, no qual cerca de 28 cães e 8 gatos viviam presos numa casa, sem água, comida, em meio a fezes e nada foi feito. Foi preciso algumas protetoras irem até o local no mês passado para libertar os animais e cada um se comprometer em ficar com os cães.
DENÚNCIA Cães permaneceram mais de cinco meses presos, sem comida. Quem os alimentavam eram os vizinhos (Foto: Divulgação) Cães permaneceram mais de cinco meses presos, sem comida. Quem os alimentavam eram os vizinhos (Foto: Divulgação)  O município de Palhoça, Grande Florianópolis, lidera o ranking das cidades que não tem nenhuma estrutura e nem políticas públicas para atender e conscientizar a população de que maus-tratos a animais é crime. Desde maio deste ano, protetores independentes vêm se manifestando e pedindo medidas eficazes para realização de mutirões de castração social, resgate de animais em situação de risco e nada foi feito até o momento.  Desde abril deste ano, protetores e simpatizantes da causa animal da região vinham publicando um caso sério na Passagem de Maciambu, no qual cerca de 28 cães e 8 gatos viviam presos numa casa, sem água, comida, em meio a fezes e nada foi feito. Foi preciso algumas protetoras irem até o local no mês passado para libertar os animais e cada um se comprometer em ficar com os cães.  Cão vítima de envenenamento (Foto: Divulgação) Cão vítima de envenenamento (Foto: Divulgação) Diversas denúncias foram feitas, a Vigilância Sanitária esteve no local, mas o caso permaneceu como estava. E após incessantes matérias feitas pelos veículos de comunicação da região, na época, sobre o descaso do poder público daquele município nas questões do bem estar animal, o secretário de saúde se manifestou, dizendo que em breve iriam desenvolver programas que contemplassem a causa animal.  A presidente da ONG Aprap (Associação dos Protetores dos Animais de Palhoça), Shalma Teixeira, chegou a levar o edital do município de São José para o secretário de saúde Rosiney Horacio para enfatizar a importância de se desenvolver mutirões e ações de castração em Palhoça. “Na ocasião, o secretário se comprometeu em fazer o mesmo no município, mas permanece sem respostas”, relata Shalma que atua na causa há mais de oito anos.  A protetora Paula Jabur que mantém 63 animais vítimas de maus-tratos, resgatados em situação de risco, cita que o secretário, em entrevista ao vivo em um programa local de televisão, prometeu também investir em educação e conscientização nas escolas, através de cartilhas. ”Eles só prometem e dizem que irão fazer algo para não terem a imagem abalada junto à população, mídia e nas redes sociais, mas não fazem nada” desabafa Paula. “E na contramão a Câmara de Vereadores daquele município investe em outdoors, links e posts patrocinados nas redes sociais enaltecendo o trabalho que vêm realizando e que ninguém vê”, enfatiza também o protetor independente Pedro Hillesheim. Pedro inclusive denunciou a matança de animais que ocorreu recentemente em Palhoça por moradores do bairro Bela Vista através de envenamento. “Que adianta denunciar nos órgãos competentes do município se não vai acontecer nada? Já no município vizinho, Biguaçu, ocorreu o mesmo e o delegado de polícia está investigando o caso”, desabafa.  Por outro lado, Shalma Teixeira, comenta que esteve com o prefeito de Palhoça, Camilo Martins, em outubro deste ano e que na ocasião o prefeito designou o secretário Rosiney Horacio a concluir o processo do Fundo Municipal de BEA em 15 dias e até o momento nada aconteceu. Shalma enfatiza que tem investidores interessados em apoiar ações em prol dos animais e sem o Fundo Municipal Funcionando não é possível dar seguimento ao projeto.  “Não sabemos mais o que fazer e a quem recorrer tamanho é o número de cães que vivem nas ruas do município e em condições deploráveis. São tantos cães, mexendo em lixos, atropelados, envenenados,esfaqueados nas ruas da cidade que a gente não sabe mais o que fazer. E enquanto isto, os vereadores, investem em campanhas promocionais nas redes sociais”,
Cão vítima de envenenamento (Foto: Divulgação)
Diversas denúncias foram feitas, a Vigilância Sanitária esteve no local, mas o caso permaneceu como estava. E após incessantes matérias feitas pelos veículos de comunicação da região, na época, sobre o descaso do poder público daquele município nas questões do bem estar animal, o secretário de saúde se manifestou, dizendo que em breve iriam desenvolver programas que contemplassem a causa animal.
A presidente da ONG Aprap (Associação dos Protetores dos Animais de Palhoça), Shalma Teixeira, chegou a levar o edital do município de São José para o secretário de saúde Rosiney Horacio para enfatizar a importância de se desenvolver mutirões e ações de castração em Palhoça. “Na ocasião, o secretário se comprometeu em fazer o mesmo no município, mas permanece sem respostas”, relata Shalma que atua na causa há mais de oito anos.
A protetora Paula Jabur que mantém 63 animais vítimas de maus-tratos, resgatados em situação de risco, cita que o secretário, em entrevista ao vivo em um programa local de televisão, prometeu também investir em educação e conscientização nas escolas, através de cartilhas. ”Eles só prometem e dizem que irão fazer algo para não terem a imagem abalada junto à população, mídia e nas redes sociais, mas não fazem nada” desabafa Paula. “E na contramão a Câmara de Vereadores daquele município investe em outdoors, links e posts patrocinados nas redes sociais enaltecendo o trabalho que vêm realizando e que ninguém vê”, enfatiza também o protetor independente Pedro Hillesheim. Pedro inclusive denunciou a matança de animais que ocorreu recentemente em Palhoça por moradores do bairro Bela Vista através de envenamento. “Que adianta denunciar nos órgãos competentes do município se não vai acontecer nada? Já no município vizinho, Biguaçu, ocorreu o mesmo e o delegado de polícia está investigando o caso”, desabafa.
Por outro lado, Shalma Teixeira, comenta que esteve com o prefeito de Palhoça, Camilo Martins, em outubro deste ano e que na ocasião o prefeito designou o secretário Rosiney Horacio a concluir o processo do Fundo Municipal de BEA em 15 dias e até o momento nada aconteceu. Shalma enfatiza que tem investidores interessados em apoiar ações em prol dos animais e sem o Fundo Municipal Funcionando não é possível dar seguimento ao projeto.
“Não sabemos mais o que fazer e a quem recorrer tamanho é o número de cães que vivem nas ruas do município e em condições deploráveis. São tantos cães, mexendo em lixos, atropelados, envenenados,esfaqueados nas ruas da cidade que a gente não sabe mais o que fazer. E enquanto isto, os vereadores, investem em campanhas promocionais nas redes sociais”, 
gatoca Uma ativista de São Bernardo mobilizou internautas para arrecadar fundos e conseguir castrar 50 cães e gatos na comunidade do DER. A ideia de levantar ajuda pela rede é da jornalista Beatriz Levischi, 34, que mora próximo à comunidade e mantém há sete anos o Gatoca, projeto independente de texto e imagem que ensina, diverte e inspira mudanças em prol dos direitos e bem-estar dos animais.  Além dos textos, que contam principalmente as peripécias dos dez peludos de Beatriz, o Gatoca já socorreu voluntariamente 87 bichos, entre cães, gatos e aves, e encaminhou a maioria para novos lares. A ideia agora é esterilizar os animais de uma das áreas mais carentes da cidade e evitar, nos próximos cinco anos, o nascimento de cerca de 13 mil filhotes (considerando a média de duas crias por ano), que provavelmente passariam fome e frio nas vielas da antiga favela.  “A cirurgia não serve apenas para impedir crias indesejadas. Ela deixa o bicho mais caseiro e carinhoso, acaba com a marcação de território e reduz absurdamente a chance de desenvolver câncer de mama, útero e próstata”, explica Beatriz.  As castrações serão feitas em fevereiro de 2015, por veterinários especializados em mutirões. Voluntários baterão de porta em porta na comunidade para explicar os benefícios e cadastrar os animais. Idosos e portadores de doenças pré-existentes receberão cuidados especiais. Haverá até aparelho de ressuscitação para emergência.  Bigodes e focinhos voltarão para a casa com a dose do dia de antibiótico e anti inflamatório e seus tutores receberão os contatos da equipe para tirar dúvidas.  A campanha foi lançada em agosto e ficou no ar até o início de outubro, em um site de financiamento coletivo, com o intuito também de angariar fundos para reforçar o trabalho educativo do blog. “Não há mudança no mundo sem investimento em educação e eu cansei de só enxugar gelo”, diz Beatriz. Os 240 apoiadores do projeto concordam com ela: as doações ultrapassaram os R$ 19,5 mil necessários à empreitada.

Uma ativista de São Bernardo mobilizou internautas para arrecadar fundos e conseguir castrar 50 cães e gatos na comunidade do DER. A ideia de levantar ajuda pela rede é da jornalista Beatriz Levischi, 34, que mora próximo à comunidade e mantém há sete anos o Gatoca, projeto independente de texto e imagem que ensina, diverte e inspira mudanças em prol dos direitos e bem-estar dos animais.
Além dos textos, que contam principalmente as peripécias dos dez peludos de Beatriz, o Gatoca já socorreu voluntariamente 87 bichos, entre cães, gatos e aves, e encaminhou a maioria para novos lares. A ideia agora é esterilizar os animais de uma das áreas mais carentes da cidade e evitar, nos próximos cinco anos, o nascimento de cerca de 13 mil filhotes (considerando a média de duas crias por ano), que provavelmente passariam fome e frio nas vielas da antiga favela.
“A cirurgia não serve apenas para impedir crias indesejadas. Ela deixa o bicho mais caseiro e carinhoso, acaba com a marcação de território e reduz absurdamente a chance de desenvolver câncer de mama, útero e próstata”, explica Beatriz.
As castrações serão feitas em fevereiro de 2015, por veterinários especializados em mutirões. Voluntários baterão de porta em porta na comunidade para explicar os benefícios e cadastrar os animais. Idosos e portadores de doenças pré-existentes receberão cuidados especiais. Haverá até aparelho de ressuscitação para emergência.
Bigodes e focinhos voltarão para a casa com a dose do dia de antibiótico e anti inflamatório e seus tutores receberão os contatos da equipe para tirar dúvidas.
A campanha foi lançada em agosto e ficou no ar até o início de outubro, em um site de financiamento coletivo, com o intuito também de angariar fundos para reforçar o trabalho educativo do blog. “Não há mudança no mundo sem investimento em educação e eu cansei de só enxugar gelo”, diz Beatriz. Os 240 apoiadores do projeto concordam com ela: as doações ultrapassaram os R$ 19,5 mil necessários à empreitada.

Prefeitura afirma que transferência do abrigo para nova área já foi aprovada.
Internautas foram até o local depois de serem avisados por redes sociais.


Cão encontrado morto após enchente em MatãoPrefeitura afirma que transferência do abrigo para nova área já foi aprovada. Internautas foram até o local depois de serem avisados por redes sociais.  Cão encontrado morto após enchente em Matão (Foto: Reprodução/Facebook)  A chuva forte que atingiu Matão (SP) na terça-feira (4) causou uma enchente que matou pelo menos 17 animais no Canil Municipal, de acordo com a Secretaria do Meio Ambiente. Segundo alguns voluntários, a única ponte de acesso para o canil foi destruída pela chuva e a estrutura do local é precária. Ainda segundo eles, a situação do canil durante a chuva foi informada em um pedido de socorro publicado na página do canil, no Facebook. A Prefeitura informou que o abrigo de animais não está preparado para chuvas desse porte e que deve ser transferido para outra área. Não há prazo para a mudança.  A Prefeitura confirmou a morte de 10 filhotes de cachorro, seis filhotes de gato e um cão adulto. A primeira postagem de alerta a respeito do que se passava no canil foi feita às 19h do dia 4. Nela, uma internauta afirmava que animais estavam se afogando. Abilene Shimada foi uma das internautas que, após ficar sabendo da situação, se dirigiu ao local com seu marido. “Com a chuva, não tinha como chegar até, pois há uma ponte no caminho que caiu por conta do alagamento. Tivemos que fazer uma rota alternativa que leva muito mais tempo, e ainda tivemos que parar no meio do caminho, onde apenas jipes e caminhonetes conseguiam passar. Havia muita lama e buracos”, explicou.  De acordo com Abilene, muitos dos moradores estão, assim como ela, recolhendo doações de materiais que possam ajudar o abrigo de animais, como toalhas, shampoo, ração, cobertores e secadores. “Qualquer tipo de doação é bem vinda, até mesmo em dinheiro. Precisamos salvar esses animais”, pediu. Canil ficou alagado por conta das chuvas (Foto: Andre Shimada / Arquivo Pessoal)  Jaqueline Rosa é voluntária no canil e ajuda no cuidado dos animais. A mulher afirma estar revoltada e diz que a instituição não possui a estrutura necessária para garantir o funcionamento. “Vi a postagem no Facebook e corri para o canil com minha mãe e um amigo. Foi muito triste quando chegamos lá. Apesar de muita gente (inclusive ligados à administração municipal) dizer que estava tudo bem, a situação era horrível”.  Ainda existem cerca de 200 animais, entre cães e gatos, no Canil Municipal, que foram resgatados e tratados. Nenhum deles corre risco de vida. Prefeitura De acordo com a Prefeitura de Matão, o canil deve ser transferido para outro lugar. O órgão afirma que devido ao atual local ser propício a alagamentos, o prefeito José Francisco Dumont (PT) autorizou a procura de uma nova área para a construção de um novo espaço. No entanto, ainda não há previsão para a mudança. Em nota, a assessoria de imprensa da Prefeitura explicou que havia divulgado erroneamente o número de animais mortos por conta do barro, que cobriu os corpos dos filhotes. "O que aconteceu é que a primeira informação que tínhamos de manhã, por volta de 7h30, era mesmo da morte de um cão adulto que estava com a saúde debilitado e não resistiu.  À medida que foram realocados os animais e iniciada limpeza do canil que foi invadido por água e barro, foram encontrados os filhotinhos. Eles foram recolhidos pelo Núcleo de Gerenciamento Ambiental para desinfecção e incineração", explicou. O comunicado também afirma que o abrigo está preparado para lidar com chuvas rotineiras. "No caso de ontem foi uma situação totalmente adversa que nunca ocorreu antes em Matão nos últimos 40 anos, de acordo com registros da Casa da Agricultura e da Defesa Civil. Outro detalhe importante é ressaltar que em dez anos de existência do canil esta foi apenas a segunda vez que fato parecido ocorreu, sendo que na primeira foi devido ao estouro de uma represa do local onde está instalado o canil, algo impossível de se prever", afirmou a nota. Além disso, a Prefeitura reafirmou seu compromisso com os animais. "Por precaução, os animais menores e filhotes foram encaminhados momentaneamente para lares e abrigos temporários de voluntários. Para abrigar os maiores, foram instalados pallets de madeira para que eles se acomodem em pontos mais elevados. A Prefeitura em momento algum deixou de prestar assistência aos animais e já está executando a limpeza e os reparos necessários. Além dos funcionários da Prefeitura, um grande número de voluntários (integrantes da ONG, profissionais da área veterinária, entre outros) trabalham para dar apoio aos animais. Filhotes de cães e gatos morreram afogados no canil (Foto: Andre Shimada / Arquivo Pessoal) Mau tempo A chuva que atingiu Matão também provocou alagamentos e interditou um trecho da Rodovia Washington Luís (SP-310) na pista sentido interior, próximo a uma das entradas na cidade, segundo a Polícia Rodoviária. A via foi liberada às 7h desta quarta-feira (5). Segundo o coordenador da Defesa Civil, José Nildo Dantas, em quase quatro horas foram 235 milímetros de chuva, o maior volume nos últimos 30 anos durante um curto intervalo de tempo. A Defesa Civil registrou ao menos seis pontos de algamentos no município. No bairro Bom Jesus o asfalto cedeu e abriu um buraco de 3 metros de profundidado porque a adutora não aguentou e se rompeu. Durante o temporal, um carro com uma mulher e uma criança caiu na cratera. Nenhum dos dois ficou ferido. Asfalto cedeu em bairro por conta da força da água da chuva em Matão (Foto: Ely Venâncio/EPTV)   Fonte G1

A chuva forte que atingiu Matão (SP) na terça-feira (4) causou uma enchente que matou pelo menos 17 animais no Canil Municipal, de acordo com a Secretaria do Meio Ambiente. Segundo alguns voluntários, a única ponte de acesso para o canil foi destruída pela chuva e a estrutura do local é precária. Ainda segundo eles, a situação do canil durante a chuva foi informada em um pedido de socorro publicado na página do canil, no Facebook. A Prefeitura informou que o abrigo de animais não está preparado para chuvas desse porte e que deve ser transferido para outra área. Não há prazo para a mudança.

A Prefeitura confirmou a morte de 10 filhotes de cachorro, seis filhotes de gato e um cão adulto. A primeira postagem de alerta a respeito do que se passava no canil foi feita às 19h do dia 4. Nela, uma internauta afirmava que animais estavam se afogando. Abilene Shimada foi uma das internautas que, após ficar sabendo da situação, se dirigiu ao local com seu marido. “Com a chuva, não tinha como chegar até, pois há uma ponte no caminho que caiu por conta do alagamento. Tivemos que fazer uma rota alternativa que leva muito mais tempo, e ainda tivemos que parar no meio do caminho, onde apenas jipes e caminhonetes conseguiam passar. Havia muita lama e buracos”, explicou.

De acordo com Abilene, muitos dos moradores estão, assim como ela, recolhendo doações de materiais que possam ajudar o abrigo de animais, como toalhas, shampoo, ração, cobertores e secadores. “Qualquer tipo de doação é bem vinda, até mesmo em dinheiro. Precisamos salvar esses animais”, pediu.
Canil ficou alagado por conta das chuvas (Foto: Andre Shimada / Arquivo Pessoal)

Jaqueline Rosa é voluntária no canil e ajuda no cuidado dos animais. A mulher afirma estar revoltada e diz que a instituição não possui a estrutura necessária para garantir o funcionamento. “Vi a postagem no Facebook e corri para o canil com minha mãe e um amigo. Foi muito triste quando chegamos lá. Apesar de muita gente (inclusive ligados à administração municipal) dizer que estava tudo bem, a situação era horrível”.

Ainda existem cerca de 200 animais, entre cães e gatos, no Canil Municipal, que foram resgatados e tratados. Nenhum deles corre risco de vida.
Prefeitura
De acordo com a Prefeitura de Matão, o canil deve ser transferido para outro lugar. O órgão afirma que devido ao atual local ser propício a alagamentos, o prefeito José Francisco Dumont (PT) autorizou a procura de uma nova área para a construção de um novo espaço. No entanto, ainda não há previsão para a mudança.
Em nota, a assessoria de imprensa da Prefeitura explicou que havia divulgado erroneamente o número de animais mortos por conta do barro, que cobriu os corpos dos filhotes. "O que aconteceu é que a primeira informação que tínhamos de manhã, por volta de 7h30, era mesmo da morte de um cão adulto que estava com a saúde debilitado e não resistiu.  À medida que foram realocados os animais e iniciada limpeza do canil que foi invadido por água e barro, foram encontrados os filhotinhos. Eles foram recolhidos pelo Núcleo de Gerenciamento Ambiental para desinfecção e incineração", explicou.
O comunicado também afirma que o abrigo está preparado para lidar com chuvas rotineiras. "No caso de ontem foi uma situação totalmente adversa que nunca ocorreu antes em Matão nos últimos 40 anos, de acordo com registros da Casa da Agricultura e da Defesa Civil. Outro detalhe importante é ressaltar que em dez anos de existência do canil esta foi apenas a segunda vez que fato parecido ocorreu, sendo que na primeira foi devido ao estouro de uma represa do local onde está instalado o canil, algo impossível de se prever", afirmou a nota.
Além disso, a Prefeitura reafirmou seu compromisso com os animais. "Por precaução, os animais menores e filhotes foram encaminhados momentaneamente para lares e abrigos temporários de voluntários. Para abrigar os maiores, foram instalados pallets de madeira para que eles se acomodem em pontos mais elevados. A Prefeitura em momento algum deixou de prestar assistência aos animais e já está executando a limpeza e os reparos necessários. Além dos funcionários da Prefeitura, um grande número de voluntários (integrantes da ONG, profissionais da área veterinária, entre outros) trabalham para dar apoio aos animais.
Filhotes de cães e gatos morreram afogados no canil (Foto: Andre Shimada / Arquivo Pessoal)
Mau tempo
A chuva que atingiu Matão também provocou alagamentos e interditou um trecho da Rodovia Washington Luís (SP-310) na pista sentido interior, próximo a uma das entradas na cidade, segundo a Polícia Rodoviária. A via foi liberada às 7h desta quarta-feira (5). Segundo o coordenador da Defesa Civil, José Nildo Dantas, em quase quatro horas foram 235 milímetros de chuva, o maior volume nos últimos 30 anos durante um curto intervalo de tempo.
A Defesa Civil registrou ao menos seis pontos de algamentos no município. No bairro Bom Jesus o asfalto cedeu e abriu um buraco de 3 metros de profundidado porque a adutora não aguentou e se rompeu. Durante o temporal, um carro com uma mulher e uma criança caiu na cratera. Nenhum dos dois ficou ferido.
Asfalto cedeu em bairro por conta da força da água da chuva em Matão (Foto: Ely Venâncio/EPTV)


Fonte G1

Enchente mata 17 animais em canil de Matão, SP, denunciam voluntários

IMUNIZAÇÃO

Vacinação acontece no dia 29 de novembro A Campanha de Vacinação contra Raiva animal acontecerá no próximo dia 29 em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), montou uma programação com dezenas de postos espalhados pelo município em áreas estratégicas. A expectativa é imunizar cerca de 80 mil animais, entre cães e gatos.  De acordo com o diretor do CCZ, Cesar Salles, todos os cães e gatos acima de um mês de vida devem ser vacinados, desde que estejam saudáveis. “Quem for levar o animal para vacinar deve tomar alguns cuidados. Os gatos devem ser levados em caixas de transportes ou sacolas de tecido. Já os cachorros, com coleira. Cães bravos devem estar usando focinheiras”, disse Salles.  A raiva é transmitida do animal para o ser humano e não tem cura. Ao identificar que cães e gatos estão com suspeita da doença, os tutores devem isolar os animais e entrar em contato pelo telefone 0800-2828822.  Os animais de pequeno porte da cidade de Campos estão livres da raiva há mais de 10 anos, de acordo com o diretor do órgão, Cesar Salles. O município também não registra nenhum caso de raiva em humanos há mais de 5 anos.  Fonte: G1
Vacinação acontece no dia 29 de novembro

A Campanha de Vacinação contra Raiva animal acontecerá no próximo dia 29 em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), montou uma programação com dezenas de postos espalhados pelo município em áreas estratégicas. A expectativa é imunizar cerca de 80 mil animais, entre cães e gatos.
De acordo com o diretor do CCZ, Cesar Salles, todos os cães e gatos acima de um mês de vida devem ser vacinados, desde que estejam saudáveis. “Quem for levar o animal para vacinar deve tomar alguns cuidados. Os gatos devem ser levados em caixas de transportes ou sacolas de tecido. Já os cachorros, com coleira. Cães bravos devem estar usando focinheiras”, disse Salles.
A raiva é transmitida do animal para o ser humano e não tem cura. Ao identificar que cães e gatos estão com suspeita da doença, os tutores devem isolar os animais e entrar em contato pelo telefone 0800-2828822.
Os animais de pequeno porte da cidade de Campos estão livres da raiva há mais de 10 anos, de acordo com o diretor do órgão, Cesar Salles. O município também não registra nenhum caso de raiva em humanos há mais de 5 anos.
Fonte: G1

DIAS 15 E 16 DE NOVEMBRO

A cidade de Camaçari (BA), localizada a 15 minutos do aeroporto de Salvador, receberá nos dias 15 e 16 de novembro de 2014, a 1ª edição do Curso de Educação Humanitária, realizado através do projeto Educador Humanitário.  Cabendo ao participante escolher um entre os dois dias, o objetivo do curso é despertar nos participantes o respeito, a ética e a compaixão de forma ampla, para com os humanos, animais e a natureza, trazendo um aprofundamento sobre a não ­violência de forma prática, em busca de um ser humano mais justo, ético e pacífico. O foco maior do curso é no participante, nas mudanças que ele pode aplicar na sua vida pessoal.  A atividade ocorrerá no Sítio Mundo Verde, espaço repleto de beleza e tranquilidade, com aproximadamente 200 mil metros quadrados de área verde.  Alguns dos temas abordados no curso:  *Educação Humanitária para crianças, jovens e adultos  *Direitos Humanos  *Respeito à Natureza  *Direitos Animais e Veganismo  *Saúde e Vegetarianismo  *Noções Gerais de Permacultura Biocêntrica  Nesta vivência também serão realizadas algumas oficinas e atividades práticas, como:  Horta orgânica vertical e horizontal;  Oficina de Compostagem;  Oficina de reaproveitamento de material reciclável;  Oficina de alimentação vegetariana: Proteínas vegetais (soja, grão de bico, lentilha) e leites vegetais (amendoim, soja, gergelim, semente de abóbora e aveia) e suco verde;  Caminhada ecológica e agrofloresta, entre outras.  Inscrições abertas no blog  Contatos  Telefone: (71) 8823­3050 e (71) 9332­4640  Email: educacao.humanitaria@yahoo.com.br
A cidade de Camaçari (BA), localizada a 15 minutos do aeroporto de Salvador, receberá nos dias 15 e 16 de novembro de 2014, a 1ª edição do Curso de Educação Humanitária, realizado através do projeto Educador Humanitário.
Cabendo ao participante escolher um entre os dois dias, o objetivo do curso é despertar nos participantes o respeito, a ética e a compaixão de forma ampla, para com os humanos, animais e a natureza, trazendo um aprofundamento sobre a não ­violência de forma prática, em busca de um ser humano mais justo, ético e pacífico. O foco maior do curso é no participante, nas mudanças que ele pode aplicar na sua vida pessoal.
A atividade ocorrerá no Sítio Mundo Verde, espaço repleto de beleza e tranquilidade, com aproximadamente 200 mil metros quadrados de área verde.
Alguns dos temas abordados no curso:
*Educação Humanitária para crianças, jovens e adultos
*Direitos Humanos
*Respeito à Natureza
*Direitos Animais e Veganismo
*Saúde e Vegetarianismo
*Noções Gerais de Permacultura Biocêntrica
Nesta vivência também serão realizadas algumas oficinas e atividades práticas, como:
Horta orgânica vertical e horizontal;
Oficina de Compostagem;
Oficina de reaproveitamento de material reciclável;
Oficina de alimentação vegetariana: Proteínas vegetais (soja, grão de bico, lentilha) e leites vegetais (amendoim, soja, gergelim, semente de abóbora e aveia) e suco verde;
Caminhada ecológica e agrofloresta, entre outras.
Inscrições abertas no blog
Contatos
Telefone: (71) 8823­3050 e (71) 9332­4640
Email: educacao.humanitaria@yahoo.com.br

SANTO ANDRÉ (SP)

Moradores da comunidade Maurício de Medeiros, do Jardim Irene, em Santo André, estão participando de um projeto-piloto do Semasa e da Prefeitura que vai proporcionar mais segurança a seus animais. Batizado de Nupdec Animal, o projeto cadastra, vacina, castra e oferece o RGA (Registro Geral Animal) a animais dos moradores da área de risco.  O objetivo é preventivo – caso ocorra algum evento extremo que obrigue a saída dos moradores do local, como um alagamento, seus animais terão garantia de abrigo. Como estarão vacinados, não haverá risco à saúde das pessoas por conta do convívio com os animais em abrigo. Além disso, como ganham o RGA, caso se percam, também será mais fácil localizar seus tutores.  Cerca de 100 animais já foram cadastrados e a vacinação está marcada para o próximo dia 4, terça-feira, na Unidade de Saúde do Jardim Irene. Após a vacinação, os bichos serão encaminhados para castração em clínicas particulares.  O projeto é uma parceria da Defesa Civil (vinculada ao Semasa), da Zoonoses (Secretaria Municipal de Saúde) e da ONG WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal).  NUPDEC – Nupdec é a sigla para Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil. Ele é formado por moradores de comunidades sujeitas a riscos. O objetivo da formação dos núcleos é apoiar as ações da Defesa Civil na prevenção de riscos e para agir em situações de eventos climáticos, se necessário. Em Santo André são 11 regiões que formam os Nupdecs e 50 moradores de áreas de risco sentiram a necessidade de discutir políticas públicas para os animais em situação de risco e desastres, criando o Nupdec Animal.  Para mais informações sobre famílias que cadastraram seus animais, entrar em contato com a assessoria de imprensa do Semasa.  Fonte: Repórter Diário
Moradores da comunidade Maurício de Medeiros, do Jardim Irene, em Santo André, estão participando de um projeto-piloto do Semasa e da Prefeitura que vai proporcionar mais segurança a seus animais. Batizado de Nupdec Animal, o projeto cadastra, vacina, castra e oferece o RGA (Registro Geral Animal) a animais dos moradores da área de risco.
O objetivo é preventivo – caso ocorra algum evento extremo que obrigue a saída dos moradores do local, como um alagamento, seus animais terão garantia de abrigo. Como estarão vacinados, não haverá risco à saúde das pessoas por conta do convívio com os animais em abrigo. Além disso, como ganham o RGA, caso se percam, também será mais fácil localizar seus tutores.
Cerca de 100 animais já foram cadastrados e a vacinação está marcada para o próximo dia 4, terça-feira, na Unidade de Saúde do Jardim Irene. Após a vacinação, os bichos serão encaminhados para castração em clínicas particulares.
O projeto é uma parceria da Defesa Civil (vinculada ao Semasa), da Zoonoses (Secretaria Municipal de Saúde) e da ONG WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal).
NUPDEC – Nupdec é a sigla para Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil. Ele é formado por moradores de comunidades sujeitas a riscos. O objetivo da formação dos núcleos é apoiar as ações da Defesa Civil na prevenção de riscos e para agir em situações de eventos climáticos, se necessário. Em Santo André são 11 regiões que formam os Nupdecs e 50 moradores de áreas de risco sentiram a necessidade de discutir políticas públicas para os animais em situação de risco e desastres, criando o Nupdec Animal.
Para mais informações sobre famílias que cadastraram seus animais, entrar em contato com a assessoria de imprensa do Semasa.

- Traduzido Por: Template Para BLogspot - Mais Modelos Templates Blogger - Designed by Johanes Djogan -