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"INTELIGÊNCIA SOCIAL"
Cães percebem que são “enganados” e tentam não seguir gestos de comandos errados anteriormente, segundo estudo
Foto: IFL Science / Reprodução
Foto: IFL Science / Reprodução
Você acha o máximo quando seu cachorro toma uma atitude inteligente – como obedecer a seus comandos? Pois, acredite, ele é muito mais esperto do que você imagina: segundo um novo estudo feito na Universidade de Kyoto, no Japão, os cães são perceptivos aos nossos comandos falsos e verdadeiros e, mais do que isso, decidem o quão confiável é alguém, ajustando seu comportamento em conformidade. As informações são do IFL Science.
Usando experiências com 34 tutores e cães – que tinham de seguir comandos verdadeiros e falsos em diferentes fases da pesquisa -, os cientistas perceberam que os animais são particularmente sensíveis às mentiras e, depois que são enganados, tentam agir de maneira diferente numa próxima vez.
Assim, o pensamento de que eles reagem aos nossos comandos e seguem facilmente nossos dedos automaticamente, que tínhamos até agora, pode cair por terra. As evidências encontradas mostram que os cães se lembram de mentiras anteriores sobre alguma coisa e, muitas vezes, lutam para não seguir esses gestos.
Além disso, a pesquisa defende que os cães são capazes de fazer inferências sobre a confiabilidade de uma pessoa com base na experiência, e pode usar isso para mudar seu comportamento e prever o que alguém vai fazer em situações futuras.
“Os cães têm inteligência social mais sofisticada do que pensávamos”, afirmou o principal autor do estudo, Akiko Takaoka. “Essa inteligência social evoluiu seletivamente em sua história longa de convivência com os seres humanos”.
O que não ficou muito claro, no entanto, é como os cães avaliam esses gestos humanos e usam essa confiabilidade percebida para ajustar seu comportamento.
Fonte: Terra Notícias
INDÍCIOS
O estresse é um sinal muito comum de que as coisas não vão bem para nós humanos, mas também para os animais. Nos gato ele poderá durar alguns minutos ou longos meses, o importante é saber identificar os sinais de estresse.
A parte complicada é quando a ansiedade e o medo associado ao estresse afeta nossos gatos, a maioria dos gatos tendem a esconder e mascarar a sua agitação interna. Pior ainda, o estresse pode ser uma indicação de seu gato tem um problema de saúde. Aqui estão alguns sinais de estresse que você deverá ficar de olho caso ocorra com seu gato, especialmente se eles ocorrem de repente:
Urinar fora da caixa de areia: cheiros novos em sua caixa, assim como a caixa suja pode fazer seu gato urinar fora da caixa, porém se seu gato estiver fazendo isso sem motivos aparentes como esses citados ele poderá estar tentado te avisar de algo que não está bem com ele, nesse caso consulte um veterinário.
Diarreia, constipação ou outros problemas digestivos: esses sintomas poderão indicar diversos problemas de saúde, e deixará seu gato bastante incomodado, qualquer sinal desses vá ao veterinário.
Lamber excessivamente: os gatos são conhecidos por se limparem bastante, porém se isso ocorrer a ponto do animal ficar com falhas nos pelos ou feridas, isso não é um bom sinal. Fique de olho.
Coçar excessivo: Como o lamber compulsivo, coçar excessivo pode ser um indicativo de várias questões de saúde e comportamentais.
Isolamento: Os gatos gostam de se esconder, porém se ele ficar o tempo todo escondido, ou fugindo de você e pessoas conhecidas, isso pode não ser um bom sinal.
Miado excessivo: Esse pode ser um sinal difícil para alguns tutores de gatos, pois existem muitos gatos “faladores” que miam bastante, porém muitos tutores sabem identificar o que seu gato “quer”, se você notar um miado diferente, ou se seu gato não é tão falante e passar a ser, leve no veterinário para um check up.
Pouco ou nenhum interesse pelo alimento: os gatos não ficam de dieta como nós fazemos, eles podem comer poucas porções ao longo do dia, porém parar de comer completamente, ou perder o interesse pelo alimento pode indicar que algo não está bem com ele.
Dormindo demais: alguns gatos podem dormir até 20 horas por dia, mas não é por esse motivo que você deverá se despreocupar. Normalmente o tutor de gatos sabe os horários que seu gato dorme mais e os horários que ele fica mais ativo, se isso mudar procure auxilio, e se perceber ele mais letárgico também.
Brigas e agressões com outros animais: uma briga ou um “chega pra lá” é natural quando se tem mais de um animal em casa, o que deve ser levado em consideração é uma mudança no comportamento, aquele gato tranquilo passar a ficar agressivo e intolerante, isso pode ser sinal de algum problema comportamental ou doença.
Agressividade com pessoas: Um gato estressado ou doente também pode apresentar agressividade para com as pessoas, mesmo com seu próprio tutor. Novamente, é melhor consultar o seu veterinário se isso começar a ocorrer “do nada”.
Sempre procure um médico veterinário para diagnosticar melhor o problema.
Fonte: My Pets Nanny
QUÊNIA
Apreensão de grande contrabando de presas de elefante em container no porto de Mombaça, Quênia. (Foto: Ivan Lieman/AFP/Getty Images)
Uma funcionária das Nações Unidas foi condenada por uma corte de Nairobi, Quênia, a pagar 1 milhão de shellings quenianos, ou cerca de 32 mil reais. Ela admitiu portar braceletes de marfim, mas alega não saber que se tratava do material. As informações são do portal Daily Nation.
Lydie Kayetsi foi presa usando o ornamento quando estava no Aeroporto Internacional de Jomo Kenyatta a caminho de Mogadíscio, Somália, onde trabalha com a Amisom, a Missão da União Africana na Somália.
Ela foi detida e teve os oito braceletes levados para o Museu Nacional do Quênia, onde testes foram feitos para verificar se as suspeitas do Serviço de Vida Selvagem estavam corretas.
“Um pesquisador do Museu Nacional do Quênia, Ben Nyakundi, confirmou que os oito braceletes eram feitos de marfim”, disse o promotor Daniel King’ori à corte.
Em sua defesa, Kayetsi afirmou que não sabia que era proibido usar marfim no Quênia.
Seu advogado afirmou ao magistrado Timothy Okello que ela comprou os objetos no comércio de rua da República Democrática do Congo e não sabia que eles eram feitos de marfim.
“Excelência, a acusada está arrependida. Ela é funcionária das Nações Unidas e trabalha com a Amisom baseada em Mogadíscio”, afirmou o advogado.
No veredito, o juiz afirmou que ignorância não é uma defesa válida.
“Considerado que a acusada não tem antecedentes criminais, eu acredito que ela deve ser beneficiada por uma pena branda. Ela está, então, sentenciada a pagar 1 milhão de shillings ou a cumprir um período de reclusão de no mínimo 5 anos”, afirmou.
A sentença está de acordo com o artigo 95 da Lei de Conservação e Manejo da Fauna Selvagem, de 2013, que diz: “Qualquer um que tenha ou seja encontrado em possessão de troféus de caça de animais selvagens ou trabalhe com esses troféus, ou que trabalhe com a manufatura de qualquer item de troféus de caça sem uma autorização emitida de acordo com esta Lei ou sob exceção prevista nesta Lei, está cometendo uma ofensa e está suscetível, se condenado, a uma multa de no mínimo um milhão de shillings ou reclusão por no mínimo cinco anos, ou ambos”.
Se você é daqueles que não consegue resistir à carinha do seu bichano pedindo comida, preste atenção nessa lista de alimentos que podem colocar em risco a saúde dos animais.
A digestão de cães e gatos é diferente da nossa e "comidas humanas" podem provocar indigestão, intoxicação e outros problemas de saúde.
A veterinária Karina Mussolino, da rede Pet Center Marginal/Petz, lista mais de 13 itens que devem ser evitados e explica porque eles podem fazer mal ao pet.
"Dependendo do alimento, o animal pode sofrer desconforto como náusea, vômito, diarreia. Há casos mais graves de intoxicação que podem acometer o sistema neurológico e cardíaco, podendo levar à morte", alerta a especialista.
1. Leite e derivados
Como não produzem altas quantidades de lactase, enzima que auxilia na digestão da lactose do leite, cães e gatos desenvolvem intolerância ao alimento. Quando ingerido, o leite pode provocar dores abdominais, náusea e diarreia.
Como não produzem altas quantidades de lactase, enzima que auxilia na digestão da lactose do leite, cães e gatos desenvolvem intolerância ao alimento. Quando ingerido, o leite pode provocar dores abdominais, náusea e diarreia.
2. Chocolate e doces
O chocolate contém teobromina, um derivado do cacau que leva à intoxicação grave e até à morte. Já os doces, ricos em açúcar, não só são calóricos: em excesso, podem tornar os pets obesos e diabéticos. Além disso também são responsáveis por formação de tártaro, cáries e até perda do dente.
O chocolate contém teobromina, um derivado do cacau que leva à intoxicação grave e até à morte. Já os doces, ricos em açúcar, não só são calóricos: em excesso, podem tornar os pets obesos e diabéticos. Além disso também são responsáveis por formação de tártaro, cáries e até perda do dente.
3. Cebola e alho
Ambos possuem uma substância chamada dissulfeto de n-propil que gera intoxicação grave pois altera a hemoglobina, provocando a destruição de glóbulos vermelhos, além de poder levar à icterícia e perda de sangue pela urina. Caso o quadro não seja tratado rápido, o animal pode falecer.
Ambos possuem uma substância chamada dissulfeto de n-propil que gera intoxicação grave pois altera a hemoglobina, provocando a destruição de glóbulos vermelhos, além de poder levar à icterícia e perda de sangue pela urina. Caso o quadro não seja tratado rápido, o animal pode falecer.
4. Uvas e passas
Não há uma explicação com comprovação científica, mas há relatos na medicina veterinária mostrando cães que morreram após ingerir esse tipo de alimento por falência renal.
Não há uma explicação com comprovação científica, mas há relatos na medicina veterinária mostrando cães que morreram após ingerir esse tipo de alimento por falência renal.
5. Café e chá preto
Contêm alcaloides neurotóxicos, como as xantinas, que podem significar alterações cardíacas e neurológicas. É importante evitar o acesso do animal às xícaras dessas bebidas que às vezes são esquecidas pela casa.
Contêm alcaloides neurotóxicos, como as xantinas, que podem significar alterações cardíacas e neurológicas. É importante evitar o acesso do animal às xícaras dessas bebidas que às vezes são esquecidas pela casa.
6. Frutas cítricas e outras
As frutas mais ácidas causam problemas digestivos, por isso devem ser evitadas. No geral, as frutas podem ser oferecidas, com cuidado especial para maçã, já que as sementes são altamente tóxicas para cães e gatos, pois carregam um composto conhecido como cianogênico-cianida - com poder de alterar o processo de respiração celular dentro do organismo do animal, causando palidez das mucosas, taquipneia, taquicardia, náuseas, vômito, convulsões e até a morte. Em excesso, as frutas podem engordar os animais por serem ricas em frutose, um tipo de açúcar.
As frutas mais ácidas causam problemas digestivos, por isso devem ser evitadas. No geral, as frutas podem ser oferecidas, com cuidado especial para maçã, já que as sementes são altamente tóxicas para cães e gatos, pois carregam um composto conhecido como cianogênico-cianida - com poder de alterar o processo de respiração celular dentro do organismo do animal, causando palidez das mucosas, taquipneia, taquicardia, náuseas, vômito, convulsões e até a morte. Em excesso, as frutas podem engordar os animais por serem ricas em frutose, um tipo de açúcar.
7. Doces dietéticos
Aqueles adoçados com xilitol podem causar danos hepáticos e até a morte em cães mais sensíveis. Isso inclui balas, biscoitos, entre outros.
Aqueles adoçados com xilitol podem causar danos hepáticos e até a morte em cães mais sensíveis. Isso inclui balas, biscoitos, entre outros.
8. Abacate
Contém o ácido persin que pode provocar vômito e diarreia no cão.
Contém o ácido persin que pode provocar vômito e diarreia no cão.
9. Tomate e batata
O tomate verde contém glicoalcalóides que são tóxicos para o cão, e a batata, principalmente a inglesa, é rica em solanina, que pode causar depressão no sistema nervoso central e distúrbios gastrointestinais.
O tomate verde contém glicoalcalóides que são tóxicos para o cão, e a batata, principalmente a inglesa, é rica em solanina, que pode causar depressão no sistema nervoso central e distúrbios gastrointestinais.
10. Noz macadâmia
Tem uma toxina desconhecida que pode afetar os músculos, o sistema digestivo e o sistema nervoso dos cães. Já foram registrados casos de paralisia
Tem uma toxina desconhecida que pode afetar os músculos, o sistema digestivo e o sistema nervoso dos cães. Já foram registrados casos de paralisia
11. Massas cruas de pão ou boloO fermento presente nessas massas resulta em gases no trato digestivo do animal, causando dor e desconforto pela distensão do estômago ou das alças intestinais.
12. Ossos de aves cozidos
O cozimento altera a estrutura do colágeno, tornando esse tipo de osso mais duro. Se o animal ingerir, corre o risco de ter uma perfuração gastointestinal, além de trazer dificuldades na digestão.
O cozimento altera a estrutura do colágeno, tornando esse tipo de osso mais duro. Se o animal ingerir, corre o risco de ter uma perfuração gastointestinal, além de trazer dificuldades na digestão.
13. Frituras e alimentos gordurosos
Pizza, queijos, batata frita e outros itens da alimentação humana não só causam um desarranjo intestinal como podem levar à pancreatite, inflamação do pâncreas que pode acabar em morte do animal.
Pizza, queijos, batata frita e outros itens da alimentação humana não só causam um desarranjo intestinal como podem levar à pancreatite, inflamação do pâncreas que pode acabar em morte do animal.
Fonte: Catraca Livre
Pressionar a cabeça contra a parede é um sinal de que algo não está bem com o cachorro. Vá ao veterinário IMEDIATAMENTE! Todos precisam saber disso, então por favor, leia o artigo e COMPARTILHE.
Quando um dono de cachorro ou gato vê esse comportamento, pode banalizar. Em um primeiro momento, sem conhecimento do significado desse comportamento, o dono pode achar que o cachorro está apenas brincando. Isso normalmente não é o caso, por isso é tão crítico reconhecer esse comportamento. Ok, mas o que esse comportamento significa? A resposta não é tão simples, mas pode indicar algumas doenças como:
– Tumores no crânio ou cérebro do animal;
– Toxinas entrando no sistema
– Doença metabólica
– Traumatismo craniano
– Enfarte
– Doença do Prosencéfalo (no cérebro)
– Andar em círculos
– Andar ansiosamente e sem rumo
– Sustos do nada
– Reflexos irregulares
– Deficiência visual
Veja um vídeo de um filhote de Pug pressionando a cabeça e andando sem rumo:
Fonte: Tudo Sobre Cachorros
Quando um dono de cachorro ou gato vê esse comportamento, pode banalizar. Em um primeiro momento, sem conhecimento do significado desse comportamento, o dono pode achar que o cachorro está apenas brincando. Isso normalmente não é o caso, por isso é tão crítico reconhecer esse comportamento. Ok, mas o que esse comportamento significa? A resposta não é tão simples, mas pode indicar algumas doenças como:
– Tumores no crânio ou cérebro do animal;
– Toxinas entrando no sistema
– Doença metabólica
– Traumatismo craniano
– Enfarte
– Doença do Prosencéfalo (no cérebro)
Todas as doenças acima são muito graves e podem ser fatais, por isso o animal precisa ser levado ao veterinário com a máxima urgência. A maioria desses problemas afetam o sistema neurológico do cachorro. Dito isso, ao mesmo tempo em que pressionar a cabeça pode parecer o sintoma mais óbvio, o proprietário deve estar atento também à outros sintomas:
– Andar em círculos
– Andar ansiosamente e sem rumo
– Sustos do nada
– Reflexos irregulares
– Deficiência visual
Por favor, mantenha em mente todos esses sintomas e nunca tente diagnosticar seu cachorro sozinho, a não ser que você seja veterinário. Procure ajuda profissional.
Veja um vídeo de um filhote de Pug pressionando a cabeça e andando sem rumo:
Fonte: Tudo Sobre Cachorros
SOROCABA (SP)
Nesta sexta-feira (27), das 8h30 às 10h30, funcionários da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) realizam a Blitz da Biodiversidade na Avenida Itavuvu, na altura do número 5.031. Já à tarde, a ação aconteceu das 13h às 15h, no Parque das Águas, próximo ao estacionamento voltado à Avenida Dom Aguirre.
A blitz tem objetivo de conscientizar os motoristas que passam pelo município sobre o problema do atropelamento de animais silvestres, que é uma séria ameaça para a fauna brasileira. A ação contou com apoio da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Urbes – Trânsito e Transportes.
Ontem, uma equipe da Prefeitura de Sorocaba realizou a Blitz na Avenida Itavuvu, em frente ao Parque Natural Municipal Corredores de Biodiversidade “Marco Flavio da Costa Chaves”, e na Avenida Ipanema.
Funcionários com máscaras de animais silvestres, como onça-pintada, lobo-guará, macaco e esquilo chamaram a atenção dos motoristas que passaram por estas vias. Ao todo, foram abordadas mais de 300 pessoas.
Durante a blitz educativa, a equipe da Sema distribuiu material informativo sobre o tema e divulgou o Sistema Urubu, um aplicativo de celular gratuito que auxilia no levantamento de animais atropelados em todo território nacional para fins de pesquisa e execução de ações preventivas em relação a este problema.
Seu uso é muito simples: encontrando um animal atropelado, você tira uma foto usando o aplicativo. O local da foto e a data são marcados automaticamente e a foto é enviada para o Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE). Os profissionais do CBEE, por sua vez, juntam todos os dados enviados para fazerem a análise dos pontos mais vulneráveis e, então, propõem mudanças para reduzir os atropelamentos.
15 animais morrem por segundo no Brasil
Segundo estimativa do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas, mais de 15 animais morrem a cada segundo nas estradas brasileiras e muitos deles são de espécies ameaçadas de extinção, totalizando cerca de 475 milhões de animais por ano.
Sorocaba também sofre com o problema de animais silvestres atropelados, principalmente em sua área rural e em áreas periféricas da cidade onde ainda se encontram fragmentos de vegetação, sendo que uma destas áreas é o entorno do Parque da Biodiversidade, um dos locais onde foi realizada a blitz.
De acordo com informações da Sema, as espécies de animais silvestres mais atropelados que também vivem em Sorocaba são: o gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris), cachorro-do-mato (Cerdocyon thous), ratão-do-banhado (Myocastor coypus), capivara (Hydrochaeris hydrochaeris) e uma espécie de lagarto chamado teiú (Tupinambis merianae).
No dia 15 de novembro do ano passado foi realizado o Dia Nacional de Urubuzar, uma das maiores campanhas de conservação da vida silvestre realizada no Brasil. A Prefeitura de Sorocaba também se engajou neste movimento e promoveu ações no Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros” para divulgar o Sistema Urubu. A iniciativa da campanha é da Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil (SZB), do Parque das Aves em Foz do Iguaçu e do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE).
De acordo com a Sema, a ação foi um grande sucesso em todo o Brasil. Porém, para minimizar o problema do atropelamento da fauna silvestre é necessário realizar ações de longo prazo para gerar resultados concretos e a Blitz da Biodiversidade é uma delas.
Fonte: Sorocaba Fácil
SITUAÇÃO DE RISCO
Animal foi resgatado pela GCM de Ferraz (Foto: Carla Fiamini/Prefeitura de Ferraz)
A Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos divulgou nesta sexta-feira (27) fotos do resgate de um saqui, feito pela Guarda Civil Municipal Ambiental (GCMA) na tarde de quinta-feira (26). A corporação chegou à ocorrência após receber o telefonema de um morador da Rua Marcos Roberto Cavazana. O morador contou que o macaco apareceu “repentinamente”.
De acordo com o encarregado da guarda, Gerson Alves da Silva, o primata estava em situação de risco. O macaco foi levado para o Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo. Segundo Silva, neste local os animais passam por um procedimento padrão para identificar espécie, sexo e procedência. “Além disso, passam por avaliação, que leva em consideração o estado físico e outras informações. Por fim, eles são registrados e recebem um microchip”, disse.
Ainda segundo Silva, após essa inspeção inicial, os animais resgatados são colocados em quarentena e, depois, avaliados, visando soltura em áreas do próprio Parque Ecológico do Tietê ou em áreas assistidas por programas ambientais e monitoradas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Para tanto, eles precisam estar em “perfeitas condições” e com plena autonomia para sobreviverem na natureza.
O macaco de pequeno porte recuperado ontem no Parque São Francisco foi um dos animais silvestres que a GCMA resgatou na cidade desde o início deste ano, incluindo em cativeiro “Entre os animais que recolhemos nos últimos dois meses estão gambá, pássaros silvestres e macaco. Muitos deles aparecem nas residências. Mas, boa parte é fruto de cativeiro, ou seja, posse não autorizada. Quando nos deparamos com esta situação, na qual o proprietário do animal o mantém sob seu poder, sem as devidas documentações, o mesmo é enquadrado na lei de crimes ambientais 9.605/98. Dependendo do tipo de ocorrência, a pena pode ser o pagamento de multas, ou a detenção de três meses a um ano”, explica.
Animal foi resgatado pela GCM de Ferraz (Foto: Veronica Ribeiro/Prefeitura de Ferraz)
Fonte: G1
VÍTIMA DA EXTRACÃO DE BILE
Ursos malaios e ursos-lua, também conhecidos como ursos-negros-asiáticos, estão sujeitos a uma prática chamada extração de bile. Feita largamente sobretudo na China e no Vietnã, onde os ursos são mantidos em gaiolas durante suas vidas inteiras, a fim de ter bile extraída de suas vesículas biliares como um ingrediente para supostos medicamentos naturais. Tal foi o caso de um urso-lua chamado Ti Map, no qual a ONG Animals Asia interveio e encerrou duas décadas de sofrimento. As informações são do One Green Planet.
Após dirigir por quase toda a extensão do Vietnã para resgatar Ti Map e levá-lo ao Vietnam Bear Sanctuary, a Animals Asia está cuidando dele desde então. Seu caminho para a recuperação, no entanto, será longo. Desacostumado a interagir com outros ursos, Ti Map passou boa parte de seus primeiros dias de liberdade em sua nova toca. Embora a porta estivesse aberta para que ele explorasse o exterior e fosse sentir a grama sob os seus pés, anos de abuso e sofrimento impedem-no de se sentir corajoso o suficiente.
Até que um dia, ele aventurou-se para ir tomar sol. Apesar desta alma gentil ainda preferir manter-se em reclusão, interagindo apenas com os ursos mais mansos de seu novo refúgio, ele agora vislumbra um futuro sem gaiolas e medo. Graças a organizações como a Animals Asia, ursos como Ti Map têm uma chance de viver uma vida mais natural.
Veja fotos de Ti Map e sua evolução no santuário.
No início, olhar para fora era a única coisa que Ti Map se sentia confortável em fazer.
Mas, um dia, ele foi corajoso.
“Ei, essa coisa verde não faz mal”.
É difícil imaginar a coragem necessária para explorar, quando a sua vida inteira foi numa gaiola.
Embora ele não tenha se aventurado para muito longe de sua toca ainda, espera-se que a cada dia Ti Map faça do santuário o seu território.
Foto: Animals Asia/Flickr
SAÚDE
Cães e gatos de pelagem clara precisam de cuidado redobrado no sol (Foto: Rafaela Martins/Agência RBS)
O sol está cada dia mais forte e, por isso, é fundamental ter um cuidado extra com a pele. Nesta época, a maioria das pessoas faz questão de usar protetor solar para prevenir o envelhecimento precoce e, principalmente, o câncer. Mas é importante lembrar que os animais domésticos também merecem esse cuidado. O câncer é muito frequente em cães e gatos, e a prevenção é necessária para garantir saúde e vida longa aos animais.
Assim como nos humanos de pele clara, geralmente, são os animais de pelagem branquinha os mais propícios a desenvolver câncer de pele. O sol é um dos principais vilões causadores dessa doença.
Os raios ultravioleta da radiação solar são altamente danosos ao DNA da camada mais superficial da pele de animais muito claros. O carcinoma espinocelular (CEC) é um câncer maligno, um dos mais frequentes nos gatos e o segundo mais comum nos cães, depois do mastocitoma (nódulo com aparência de caroço).
Confira as dicas da médica veterinária especialista em oncologia Alexandra Pinheiro Fantinatti.
Regiões afetadas
Gatos: orelhas, nariz e face
Cães: nariz e ventre
Gatos: orelhas, nariz e face
Cães: nariz e ventre
Raças vulneráveis
Gatos: os brancos ou de pele clara, independente da raça
Cães: american pitbull, dog argentino e dálmata
Gatos: os brancos ou de pele clara, independente da raça
Cães: american pitbull, dog argentino e dálmata
Sintomas da doença
As lesões iniciais, conhecidas como dermatite actínica, começam com uma vermelhidão na pele, seguida de descamação. A região fica mais sensível e exposta à ação contínua do sol. Com o tempo, evolui para lesões profundas, crostosas, ulceradas e sangrentas.
As lesões iniciais, conhecidas como dermatite actínica, começam com uma vermelhidão na pele, seguida de descamação. A região fica mais sensível e exposta à ação contínua do sol. Com o tempo, evolui para lesões profundas, crostosas, ulceradas e sangrentas.
Prevenção
Não existe um método totalmente eficaz para prevenir o carcinoma espinocelular, mas evitar a exposição solar nas horas de maior incidência de radiação ultravioleta é essencial. Além disso, é importante usar o protetor solar animal, independente da raça ou da cor de pele do seu animal.
Não existe um método totalmente eficaz para prevenir o carcinoma espinocelular, mas evitar a exposição solar nas horas de maior incidência de radiação ultravioleta é essencial. Além disso, é importante usar o protetor solar animal, independente da raça ou da cor de pele do seu animal.
Tratamento
Atualmente, na medicina veterinária, existem várias modalidades terapêuticas para os animais que apresentam o carcinoma, entre elas, a cirurgia, a criocirurgia, a quimioterapia, a eletroquimioterapia e a radioterapia. O tratamento vai depender da gravidade da doença.
Atualmente, na medicina veterinária, existem várias modalidades terapêuticas para os animais que apresentam o carcinoma, entre elas, a cirurgia, a criocirurgia, a quimioterapia, a eletroquimioterapia e a radioterapia. O tratamento vai depender da gravidade da doença.
Cuidados
* Coloque roupinha no animal quando ele for exposto ao sol forte.
* Reforce o telhado da casinha ou do canil.
* Evite que o seu bichinho fique na janela o dia todo.
* Use protetor ou bloqueador solar (PFS 30 ou maior), principalmente, quando for passear com o animal.
* Coloque roupinha no animal quando ele for exposto ao sol forte.
* Reforce o telhado da casinha ou do canil.
* Evite que o seu bichinho fique na janela o dia todo.
* Use protetor ou bloqueador solar (PFS 30 ou maior), principalmente, quando for passear com o animal.
Fonte: Bicharada
REPRESENTANTE DO VEGETARIANISMO
Morreu na sexta-feira (27), aos 83 anos, o ator americano Leonard Nimoy.
Leonard foi imortalizado através do personagem Spock nos filmes e na série de TV Star Trek, conhecida no Brasil como Jornada nas Estrelas. O artista era vegetariano e, coincidentemente, seu personagem seguia a mesma dieta. Spock era meio humano meio Vulcano, uma raça que não consumia carne.
Lançada nos anos 60, a franquia Star Trek se tornou um sucesso e alçou Nimoy, então aos 35 anos, ao estrelato. Spock arrematou uma legião de fãs ao longo de décadas.
Filosofia vegana
Como a maioria dos vulcanos, Spock é um vegetariano. Vulcanos são uma espécie não-violenta, filosofia que reflete em seus hábitos alimentares. Isso pode ser facilmente resumido com uma citação de “The Logic of Surak” (como apresentado no Mundo de Spock de Diane Duane), que afirma:…. “O ideal é não fazer mal na medida do possível, não mate. Você pode devolver a vida a quem você matou?”. Esta filosofia provavelmente implica que os vulcanos não são simplesmente vegetarianos, mas veganos – que não consome produtos de origem animal qualquer. Por exemplo, um Vulcano não veria nenhuma lógica em levantar um animal a consumir seus ovos, pois estaria levando uma vida.
Causa da morte
Fumante durante boa parte de sua vida, o ator largou o cigarro nos anos 80. O hábito, no entanto, teve impactos duradouros em sua vida e em 2014, 30 anos depois de ter parado de fumar, Leonard foi diagnosticado com uma doença obstrutiva nos pulmões em estágio avançado.
Depois de meses com internamentos constantes em razão da doença, Leonard Nimoy morreu em sua casa em Bel Air, Los Angeles, durante a manhã.
EFEITO BLACKFISH
Foto: Reprodução
E os problemas do SeaWorld persistem, como mostra seu relatório de lucros do quarto trimestre, divulgado esta quinta (26). O número de visitantes e os ganhos continuam a cair e a empresa sofreu uma perda líquida de 25,4 milhões de dólares no final de 2014. As informações são do The Dodo.
Essa tem sido uma semana complicada para a companhia de entretenimento. Uma beluga morreu em um de seus tanques em Orlando (EUA), provavelmente em razão de luta com outros animais da mesma espécie. A mesma SeaWorld Orlando foi obrigada a cancelar um projeto controverso que permitia que visitantes alimentassem os golfinhos com as próprias mãos – e sem supervisão.
Os números não dão pista de que a coisa vai melhorar. No último trimestre de 2014, a receita da empresa foi de 264,5 milhões de dólares, uma queda de 7,4 milhões, ou 3%, comparado ao mesmo período de 2013. Comparando-se a renda total de 2014 com a de 2013, a queda foi de 6%.
A frequência de público também sofreu perdas: diminuiu em 2,2% em comparação com o último trimestre de 2013.
Em 2013, o documentário Blackfish revelou um histórico preocupante da empresa em relação à segurança dos treinadores e aos cuidados com as orcas. O filme também foi o estopim para uma reação violenta contra a companhia, com direito à introdução de novas leis em Nova York, Califórnia e Washington para proibir a manutenção de orcas em cativeiro.
Em 2014, as ações da SeaWorld caíram 50%.
Com a proibição do cativeiro de orcas na Califórnia, as ações caíram 7%. Dali em diante, sua participação na bolsa foi ladeira abaixo: os preços despencaram 33% depois do anúncio dos números desanimadores do relatório de renda em Agosto e caiu abaixo dos 16 dólares pela primeira vez em Dezembro. Este último recorde negativo foi resultado de uma ação movida contra a SeaWorld por seus próprios investidores, que alegaram que a empresa não havia divulgado corretamente o impacto do documentário em seus negócios.
Além da desvalorização das ações, parceiros corporativos também estão abandonando o barco, ou o tanque. Companhias como Southwest Airlines, Virgin America, Hyundai, Taco Bell e Panama Jack cortaram seus laços com a empresa em 2014.
No meio do “efeito Blackfish“, o diretor executivo da empresa, Jim Atchison, entregou o cargo em Dezembro. Até agora, ninguém foi nomeado para seu lugar.
O diretor interino David D’Alessandro afirmou aos investidores quinta pela manhã (26) que eles estão cogitando uma campanha de marketing abordando “a verdade sobre o SeaWorld” como forma de tentar limpar as manchas feitas à reputação da empresa. Ele também afirmou que eles têm sabido lidar com publicidade negativa desde dos “tempos de Free Willy”.
Apesar de todo o impacto negativo, a companhia tem se recusado a aceitar que seus consumidores não querem mais ver orcas presas em tanques. Ela tem ignorado pedidos para acabar com seu programa de reprodução de orcas e enviar os animais para santuários marinhos. Pelo contrário: insiste em construir novos parques, desta vez no Oriente Médio, onde o drama dos cetáceos mantidos em cativeiro é menos conhecido.
No entanto, parece claro que se o SeaWorld não mudar seu rumo, escutar os consumidores e libertar as orcas, seus percalços irão continuar.

