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COMPANHEIRISMO

Foto: China Bouncing COMPANHEIRISMO Foto: China Bouncing  Ma’nao e sua cachorra Big Yellow ganharam popularidade na sua vila natal, Magou, na China. Ma é um engraxate de sapatos local e vive só com os seus cães há quarenta anos. Ele é viúvo e não tem filhos, mas seus leais cães vêm lhe fazendo companhia por todos esses anos. A cachorra Big Yellow, que recebeu esse nome dos moradores locais, nasceu de outro cão tutelado por Ma há dois anos atrás e está ao seu lado desde então.  Ma sofreu de Poliomielite aos seis anos de idade, e perdeu o movimento das pernas. Como não possuía muito dinheiro, ele construiu uma cadeira de rodas improvisada para si mesmo. Embora a cadeira o ajude, manejá-la sozinho é algo difícil para Ma. É aí que entra a sua incrível melhor amiga. Big Yellow aprendeu sozinha a empurrar o seu tutor até o trabalho na volta dele, e faz isso todos os dias. As informações são do One Green Planet.  A cachorra permanece ao lado de seu tutor, não importam as circunstâncias. Por suas limitações de saúde e financeiras, Ma é incapaz de se alimentar às vezes, e nesses dias a comida para Big Yellow também é difícil para ele conseguir. Enquanto Ma come um almoço magro, Big Yellow visita restaurantes locais que a conhecem, onde recebe restos de comida e outros alimentos de pessoas bondosas. No entanto, após fazer as suas rondas, ela sempre retorna para o lado de seu tutor para ajudá-lo a executar as suas tarefas e fazer-lhe companhia.  Depois que esta história se tornou viral na China, o governo chinês interveio e concedeu a Ma um subsídio que ele deveria ter recebido nos últimos vinte anos. Também foi providenciada ao homem uma cadeira de rodas de verdade. Mas, segundo a reportagem, ele considera difícil entrar e sair com a nova cadeira, e provavelmente continuará a fazer o seu trajeto para o trabalho da mesma maneira de sempre: com a cachorra ao seu lado, ajudando-o. No entanto, algo mudou – graças à renda que recebeu, Ma e Big Yellow nunca mais irão passar fome. Eles poderão compartilhar as refeições todos os dias, de agora em diante.  Big Yellow aprendeu sozinha a empurrar a cadeira de rodas do tutor para levá-lo e buscá-lo no trabalho todos os dias. Foto: China Bouncing Big Yellow aprendeu sozinha a empurrar a cadeira de rodas do tutor para levá-lo e buscá-lo no trabalho todos os dias. Foto: China Bouncing A leal cachorra vai a restaurantes locais para comer, mas sempre volta para a tenda de seu 'pai' para fazer-lhe companhia. Foto: China Bouncing A leal cachorra vai a restaurantes locais para comer, mas sempre volta para a tenda de seu ‘pai’ para fazer-lhe companhia. Foto: China Bouncing Os cães são a família de Ma há quarenta anos. Foto: China Bouncing Os cães são a família de Ma há quarenta anos. Foto: China Bouncing Ele sabe que tem sorte por ter ao seu lado um cão incrível e inteligente como Big Yellow. Foto: China Bouncing Ele sabe que tem sorte por ter ao seu lado um cão incrível e inteligente como Big Yellow. Foto: China Bouncing

Ma’nao e sua cachorra Big Yellow ganharam popularidade na sua vila natal, Magou, na China. Ma é um engraxate de sapatos local e vive só com os seus cães há quarenta anos. Ele é viúvo e não tem filhos, mas seus leais cães vêm lhe fazendo companhia por todos esses anos. A cachorra Big Yellow, que recebeu esse nome dos moradores locais, nasceu de outro cão tutelado por Ma há dois anos atrás e está ao seu lado desde então.
Ma sofreu de Poliomielite aos seis anos de idade, e perdeu o movimento das pernas. Como não possuía muito dinheiro, ele construiu uma cadeira de rodas improvisada para si mesmo. Embora a cadeira o ajude, manejá-la sozinho é algo difícil para Ma. É aí que entra a sua incrível melhor amiga. Big Yellow aprendeu sozinha a empurrar o seu tutor até o trabalho na volta dele, e faz isso todos os dias. As informações são do One Green Planet.
A cachorra permanece ao lado de seu tutor, não importam as circunstâncias. Por suas limitações de saúde e financeiras, Ma é incapaz de se alimentar às vezes, e nesses dias a comida para Big Yellow também é difícil para ele conseguir. Enquanto Ma come um almoço magro, Big Yellow visita restaurantes locais que a conhecem, onde recebe restos de comida e outros alimentos de pessoas bondosas. No entanto, após fazer as suas rondas, ela sempre retorna para o lado de seu tutor para ajudá-lo a executar as suas tarefas e fazer-lhe companhia.
Depois que esta história se tornou viral na China, o governo chinês interveio e concedeu a Ma um subsídio que ele deveria ter recebido nos últimos vinte anos. Também foi providenciada ao homem uma cadeira de rodas de verdade. Mas, segundo a reportagem, ele considera difícil entrar e sair com a nova cadeira, e provavelmente continuará a fazer o seu trajeto para o trabalho da mesma maneira de sempre: com a cachorra ao seu lado, ajudando-o. No entanto, algo mudou – graças à renda que recebeu, Ma e Big Yellow nunca mais irão passar fome. Eles poderão compartilhar as refeições todos os dias, de agora em diante.
Big Yellow aprendeu sozinha a empurrar a cadeira de rodas do tutor para levá-lo e buscá-lo no trabalho todos os dias. Foto: China Bouncing
Big Yellow aprendeu sozinha a empurrar a cadeira de rodas do tutor para levá-lo e buscá-lo no trabalho todos os dias. Foto: China Bouncing
A leal cachorra vai a restaurantes locais para comer, mas sempre volta para a tenda de seu 'pai' para fazer-lhe companhia. Foto: China Bouncing
A leal cachorra vai a restaurantes locais para comer, mas sempre volta para a tenda de seu ‘pai’ para fazer-lhe companhia. Foto: China Bouncing
Os cães são a família de Ma há quarenta anos. Foto: China Bouncing
Os cães são a família de Ma há quarenta anos. Foto: China Bouncing
Ele sabe que tem sorte por ter ao seu lado um cão incrível e inteligente como Big Yellow. Foto: China Bouncing
Ele sabe que tem sorte por ter ao seu lado um cão incrível e inteligente como Big Yellow. Foto: China Bouncing

Cadela e seu tutor vencem limitações juntos na China

"FERRAMENTA DO BEM"

Foram dias de angustia, noites em claro, afinal, um animal doméstico passa a fazer parte da família, e desde que o cachorro de Diego sumiu no ultimo dia (29), os dias não foram fáceis para seu tutor.  Foi quando ele resolveu divulgar nos blogs da cidade e nas redes sociais o desaparecimento do cão. E em menos de 24 horas a angustia se transformou em alegria e choro de felicidade com o reencontro na manhã deste domingo (04).  O cidadão conhecido como Marcos Célio, encontrou o animal na rua assustado, levou para sua casa, cuidou como se fosse o próprio tutor, aguardando que alguém o procurasse para devolver.  Marcos viu a reportagem e de logo ligou para entregar o cão saudável ao seu verdadeiro guardião. As redes sociais têm sido uma ferramenta de encontro e reencontro, e encontrado pessoas que fazem o bem como Marcos Célio.  Fonte: Guamaré em Dia
Foram dias de angustia, noites em claro, afinal, um animal doméstico passa a fazer parte da família, e desde que o cachorro de Diego sumiu no ultimo dia (29), os dias não foram fáceis para seu tutor.
Foi quando ele resolveu divulgar nos blogs da cidade e nas redes sociais o desaparecimento do cão. E em menos de 24 horas a angustia se transformou em alegria e choro de felicidade com o reencontro na manhã deste domingo (04).
O cidadão conhecido como Marcos Célio, encontrou o animal na rua assustado, levou para sua casa, cuidou como se fosse o próprio tutor, aguardando que alguém o procurasse para devolver.
Marcos viu a reportagem e de logo ligou para entregar o cão saudável ao seu verdadeiro guardião. As redes sociais têm sido uma ferramenta de encontro e reencontro, e encontrado pessoas que fazem o bem como Marcos Célio.

VIDA ATIVA

Foto: The Raw Food World Foto: The Raw Food World  Com a idade vem a sabedoria, e no meio de sua vida o Dr. Ellsworth Wareham, ex-cardiologista de 100 anos de idade, adotou uma dieta à base de vegetais após ter aprendido a respeito em um estudo da Cleveland Clinic, que provava que uma dieta vegana poderia prevenir doenças do coração. As descobertas desse estudo estão presentes no documentário “Forks Over Knives”. As informações são do Ecorazzi.  Tendo sido um dos primeiros cirurgiões cardíacos nos Estados Unidos, Wareham notou uma diferença entre seus pacientes que comiam carne e os que eram vegetarianos. Ele observou que os vegetarianos tendiam a ter artérias muito mais suaves e limpas, enquanto as dos que comiam carne eram frequentemente obstruídas com cálcio e placa.  Claramente, Wareham está prosperando com a dieta vegana. Aos 100 anos de idade, ele ainda sobe escadas e cuida do seu próprio jardim. Wareham costuma dormir de 8 a 9 horas toda noite e começa os seus dias com um café da manhã à base de cereais integrais e leite de amêndoas.
                                                          Foto: The Raw Food World
Com a idade vem a sabedoria, e no meio de sua vida o Dr. Ellsworth Wareham, ex-cardiologista de 100 anos de idade, adotou uma dieta à base de vegetais após ter aprendido a respeito em um estudo da Cleveland Clinic, que provava que uma dieta vegana poderia prevenir doenças do coração. As descobertas desse estudo estão presentes no documentário “Forks Over Knives”. As informações são do Ecorazzi.
Tendo sido um dos primeiros cirurgiões cardíacos nos Estados Unidos, Wareham notou uma diferença entre seus pacientes que comiam carne e os que eram vegetarianos. Ele observou que os vegetarianos tendiam a ter artérias muito mais suaves e limpas, enquanto as dos que comiam carne eram frequentemente obstruídas com cálcio e placa.
Claramente, Wareham está prosperando com a dieta vegana. Aos 100 anos de idade, ele ainda sobe escadas e cuida do seu próprio jardim. Wareham costuma dormir de 8 a 9 horas toda noite e começa os seus dias com um café da manhã à base de cereais integrais e leite de amêndoas.

COMPORTAMENTO

Ver um cachorro correr atrás de uma bolinha ou de um frisbee está no imaginário da maioria das pessoas. Ensinar um cão a brincar, contudo, não serve apenas para distrair o animal. De acordo com Lucas von Glehn Duty, adestrador e especialista em comportamento, as brincadeiras têm como objetivo principal gastar a energia do animal. Em segundo lugar, vem a correção de comportamentos inadequados, como a destruição dos móveis. “Acredito que 90% dos problemas comportamentais dos cachorros são decorrentes do ócio”, justifica. Um cão sem ter o que fazer acaba se distanciando do “cão original”: aquele que vive na natureza e tem atividades ininterruptas, como caçar, procurar abrigo e se esconder da chuva.  Mas por onde começar? Lucas Duty explica que a primeira providência é encarnar o espírito vendedor: o tutor precisa despertar a atenção e, principalmente, fazer com que o cachorro queira aquele objeto. “O tutor pode fazer com que o animal interaja com o brinquedo e depois reter o objeto, para criar o interesse”, ensina. “É preciso criar um valor agregado ao que vai ser passado para o animal.” Desde que não represente risco para o animal, o tipo de brinquedo não importa muito. Um simples pedaço de pano, por exemplo, pode parecer muito mais atrativo do que um ursinho de pelúcia canino.  Outra coisa que os tutores devem ter em mente é que ensinar um cachorro a brincar não significa ter um cão “fazedor de gracinhas”. Os truques ensinados durante o adestramento, segundo Lucas Duty, é um aspecto secundário das brincadeiras. O importante mesmo é tirar o cão do ócio, tanto mental quanto físico. “Incentivar um animal a pegar uma bolinha, para a gente, é uma brincadeira. Para ele é um trabalho, uma tarefa.” Em resumo: assim como para os humanos, ter o que fazer e no que pensar faz com que o cachorro se desenvolva cada vez mais — e, consequentemente, fique mais feliz.  Analisar o comportamento de cada cão é outro ponto importantíssimo antes de começar a brincadeira. Alguns cachorros gostam de bolinha, outros preferem correr atrás de gravetos e há ainda os que não gostam de brincar. “Cada cachorro tem um perfil e tem que ser respeitado. Não há como pedir de um pinscher o comportamento de um dobermann”, compara Duty. Uma brincadeira ensinada da forma errada, segundo o especialista, pode gerar desvios comportamentais. A atividade deve ser sempre prazerosa para o cão. A imposição forçada, sem buscar lapidar o comportamento do animal, é um dos principais problemas na educação do bicho. “As pessoas têm um imediatismo que acabam passando para o animal”, complementa. “O cachorro precisa de um certo tempo para aprender.”  A adestradora Andrea Melo explica ainda que qualquer brincadeira que estimule o cão a não morder as coisas erradas é uma boa escolha. A dica é deixar claro o que você quer que seu cachorro execute. “Se ele começa a morder a mão do tutor, ele deve parar a brincadeira, tirar a mão e mostrar o brinquedo. O cão só ganha atenção quando estiver com o brinquedo na boca”, ensina. Isso evita que o animal se transforme em um mordedor, por exemplo. Se o cachorro pula sem parar, uma ideia é dar carinho, petiscos e atenção quando ele estiver com as quatro patas no chão. Pulou, é ignorado. Assim, o tutor evita que o animal pule em cada pessoa que se aproximar dele.  Aprender a brincar é positivo especialmente para cachorros que passam muito tempo sozinhos. Quando o tutor  não estiver por perto, o ideal é investir em estímulos mentais que mantenham o animal ocupado pela maior parte do tempo possível. “Brinquedos recheados de petiscos são ótimos para distrair os animais”, exemplifica Andrea Melo. Outra dica é esconder petiscos pela casa, dentro de brinquedos ou mesmo de garrafas pet, para que o cachorro os encontre. Além de gastar energia e se manter ocupado mentalmente, ele aprende que ficar sozinho não é o fim do mundo. “Isso evita que o animal desenvolva ansiedade de separação.”  A florista Mariana Brito de Oliveira, 25 anos, procurou a ajuda de um especialista em comportamento animal para resolver o problema dos móveis destruídos em casa. A responsável pelo desastre é Maria Lúcia, uma jack russell terrier de 11 meses. A cadela é brincalhona e agitada — e haja brincadeira para gastar tanta energia. “Ela já comeu as cadeiras, o sofá, morde as pessoas e preciso descer três vezes por dia com ela”, descreve a tutora, que mora em apartamento. Mariana até tentou ensinar alguns truques por conta própria, que aprendeu com vídeos na internet, mas não conseguiu passar mais que dois comandos: “fica” e “senta”. “Minha expectativa com as brincadeiras é que ela pare de morder as coisas e se torne mais sociável com as pessoas.”  Regras do jogo  * Antes de tudo, é preciso encontrar um brinquedo que desperte a atenção do cachorro. Bolinha para os que são de bolinha, graveto para os que são de graveto.  * Uma maneira de ensinar o cão a pegar e trazer a bolinha de volta é ter duas idênticas: quando o cão pegar a primeira, comece a brincar com a segunda, para despertar o interesse dele. No momento em que ele pegar a segunda, repita o procedimento com a outra bolinha, até que o animal entenda o que precisa ser feito.  * O tempo que se deve esperar para ensinar um comando novo vai depender da resposta do animal. Alguns conseguem aprender dois comandos simultaneamente, mas outros podem ficar perdidos.  * Não há hora certa para começar a ensinar o cão a brincar. Na verdade, quanto antes, melhor. Um filhote educado será um cão adulto educado.  * Não são só brinquedos que estimulam a mente do cachorro: ossos em couro também são ótimas formas de gastar energia física e mental, além de trabalhar a musculatura mandibular do animal.  * Preste atenção no humor do animal e pare ou troque a brincadeira caso ele pareça entediado. O melhor é parar, caso ele fique estressado, para que o bicho não associe o momento da brincadeira com algo chato.  Fonte: Diário de Pernambuco

Maria Lúcia precisou de ajuda profissional para parar de destruir os móveis da casa e ser mais sociável. Foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press

Ver um cachorro correr atrás de uma bolinha ou de um frisbee está no imaginário da maioria das pessoas. Ensinar um cão a brincar, contudo, não serve apenas para distrair o animal. De acordo com Lucas von Glehn Duty, adestrador e especialista em comportamento, as brincadeiras têm como objetivo principal gastar a energia do animal. Em segundo lugar, vem a correção de comportamentos inadequados, como a destruição dos móveis. “Acredito que 90% dos problemas comportamentais dos cachorros são decorrentes do ócio”, justifica. Um cão sem ter o que fazer acaba se distanciando do “cão original”: aquele que vive na natureza e tem atividades ininterruptas, como caçar, procurar abrigo e se esconder da chuva.
Mas por onde começar? Lucas Duty explica que a primeira providência é encarnar o espírito vendedor: o tutor precisa despertar a atenção e, principalmente, fazer com que o cachorro queira aquele objeto. “O tutor pode fazer com que o animal interaja com o brinquedo e depois reter o objeto, para criar o interesse”, ensina. “É preciso criar um valor agregado ao que vai ser passado para o animal.” Desde que não represente risco para o animal, o tipo de brinquedo não importa muito. Um simples pedaço de pano, por exemplo, pode parecer muito mais atrativo do que um ursinho de pelúcia canino.
Outra coisa que os tutores devem ter em mente é que ensinar um cachorro a brincar não significa ter um cão “fazedor de gracinhas”. Os truques ensinados durante o adestramento, segundo Lucas Duty, é um aspecto secundário das brincadeiras. O importante mesmo é tirar o cão do ócio, tanto mental quanto físico. “Incentivar um animal a pegar uma bolinha, para a gente, é uma brincadeira. Para ele é um trabalho, uma tarefa.” Em resumo: assim como para os humanos, ter o que fazer e no que pensar faz com que o cachorro se desenvolva cada vez mais — e, consequentemente, fique mais feliz.
Analisar o comportamento de cada cão é outro ponto importantíssimo antes de começar a brincadeira. Alguns cachorros gostam de bolinha, outros preferem correr atrás de gravetos e há ainda os que não gostam de brincar. “Cada cachorro tem um perfil e tem que ser respeitado. Não há como pedir de um pinscher o comportamento de um dobermann”, compara Duty. Uma brincadeira ensinada da forma errada, segundo o especialista, pode gerar desvios comportamentais. A atividade deve ser sempre prazerosa para o cão. A imposição forçada, sem buscar lapidar o comportamento do animal, é um dos principais problemas na educação do bicho. “As pessoas têm um imediatismo que acabam passando para o animal”, complementa. “O cachorro precisa de um certo tempo para aprender.”
A adestradora Andrea Melo explica ainda que qualquer brincadeira que estimule o cão a não morder as coisas erradas é uma boa escolha. A dica é deixar claro o que você quer que seu cachorro execute. “Se ele começa a morder a mão do tutor, ele deve parar a brincadeira, tirar a mão e mostrar o brinquedo. O cão só ganha atenção quando estiver com o brinquedo na boca”, ensina. Isso evita que o animal se transforme em um mordedor, por exemplo. Se o cachorro pula sem parar, uma ideia é dar carinho, petiscos e atenção quando ele estiver com as quatro patas no chão. Pulou, é ignorado. Assim, o tutor evita que o animal pule em cada pessoa que se aproximar dele.
Aprender a brincar é positivo especialmente para cachorros que passam muito tempo sozinhos. Quando o tutor  não estiver por perto, o ideal é investir em estímulos mentais que mantenham o animal ocupado pela maior parte do tempo possível. “Brinquedos recheados de petiscos são ótimos para distrair os animais”, exemplifica Andrea Melo. Outra dica é esconder petiscos pela casa, dentro de brinquedos ou mesmo de garrafas pet, para que o cachorro os encontre. Além de gastar energia e se manter ocupado mentalmente, ele aprende que ficar sozinho não é o fim do mundo. “Isso evita que o animal desenvolva ansiedade de separação.”
A florista Mariana Brito de Oliveira, 25 anos, procurou a ajuda de um especialista em comportamento animal para resolver o problema dos móveis destruídos em casa. A responsável pelo desastre é Maria Lúcia, uma jack russell terrier de 11 meses. A cadela é brincalhona e agitada — e haja brincadeira para gastar tanta energia. “Ela já comeu as cadeiras, o sofá, morde as pessoas e preciso descer três vezes por dia com ela”, descreve a tutora, que mora em apartamento. Mariana até tentou ensinar alguns truques por conta própria, que aprendeu com vídeos na internet, mas não conseguiu passar mais que dois comandos: “fica” e “senta”. “Minha expectativa com as brincadeiras é que ela pare de morder as coisas e se torne mais sociável com as pessoas.”
Regras do jogo
* Antes de tudo, é preciso encontrar um brinquedo que desperte a atenção do cachorro. Bolinha para os que são de bolinha, graveto para os que são de graveto.
* Uma maneira de ensinar o cão a pegar e trazer a bolinha de volta é ter duas idênticas: quando o cão pegar a primeira, comece a brincar com a segunda, para despertar o interesse dele. No momento em que ele pegar a segunda, repita o procedimento com a outra bolinha, até que o animal entenda o que precisa ser feito.
* O tempo que se deve esperar para ensinar um comando novo vai depender da resposta do animal. Alguns conseguem aprender dois comandos simultaneamente, mas outros podem ficar perdidos.
* Não há hora certa para começar a ensinar o cão a brincar. Na verdade, quanto antes, melhor. Um filhote educado será um cão adulto educado.
* Não são só brinquedos que estimulam a mente do cachorro: ossos em couro também são ótimas formas de gastar energia física e mental, além de trabalhar a musculatura mandibular do animal.
* Preste atenção no humor do animal e pare ou troque a brincadeira caso ele pareça entediado. O melhor é parar, caso ele fique estressado, para que o bicho não associe o momento da brincadeira com algo chato.
DICA DO DIA
DICA DO DIA  As pulgas e outros parasitas tendem a atacar animais com a imunidade baixa, portanto o primeiro passo é controlar a saúde do animal. Estes insectos provocam uma comichão constante nos nossos cães, sugam-lhes o sangue provocam doenças como a dermatites alérgicas e transmitem viroses, vermes e doenças causadas por bactérias.  Repelentes de pulgas ecologicos para os cães   Com componentes acessíveis, baratos e sem contra indicações é possível combater estes parasitas e mantém-los afastados. Acrescentar uma colher de vinagre de cidra na água do bebedouro do cão, à razão de uma colher de sopa para 4 litros de água, ajuda a manter as pulgas e carrapatos afastados.  Repelente de pulgas com erva cidreira  Deve-se pulverizar os animais 2 vezes por semana e ter atenção aos olhos, nariz e ouvidos.   100 ml de álcool 1000 ml de água Erva cidreira Meia colher de sal grosso  Preparação: Verta o álcool num frasco, acrescente a erva cidreira picada de modo a ocupar metade do volume do álcool. Fechar o frasco e deixar a macerar 24 horas. A ideia é o álcool extrair os princípios activos da erva cidreira. Findo este prazo, deve-se coar a mistura, acrescentar a água e o sal.  Repelente de vinagre  Esta mistura é indicada para passar no corpo do cão, após o banho e secagem. Também é muito util para usar no balde da esfregona e passar na casa.    2 colheres de sopa de vinagre branco 1 colher de sopa de álcool 1 litro de água  Preparação: Misturar todos os ingredientes e usar num borrifador.  Repelente de alho  O alho é um óptimo repelente natural contra estes parasitas. Incluir alho cru na alimentação do cão também é muito benéfico, liberta um cheiro forte através da pele que as pulgas não toleram.   Alho Óleo de cozinha Preparação: Esmagar alguns dentes de alho e acrescentar óleo de cozinha. Passar no corpo do animal. Deixar actuar alguns minutos e passar por água.  Repelente de pulgas de cravos da índia  Este repelente também é útil contra caraças. Deve-se ser usada em animais limpos e secos. Ter atenção em não atingir os olhos, nariz e os olhos. Também pode ser usado nos locais atacados. Não se deve abusar deste repelente nem aumentar a dose de cânfora, porque esta também têm os seus efeitos negativos.   1 litro de álcool 30 pedras de cânfora 10 gr de cravo da índia 1 copo de vinagre branco  Misturar todos os ingredientes num frasco ou garrafa. Deixar em infusão 24 horas. Findo o tempo coar o preparado e usá-lo num borrifador.
As pulgas e outros parasitas tendem a atacar animais com a imunidade baixa, portanto o primeiro passo é controlar a saúde do animal.
Estes insectos provocam uma comichão constante nos nossos cães, sugam-lhes o sangue provocam doenças como a dermatites alérgicas e transmitem viroses, vermes e doenças causadas por bactérias.

Repelentes de pulgas ecologicos para os cães


Com componentes acessíveis, baratos e sem contra indicações é possível combater estes parasitas e mantém-los afastados.
Acrescentar uma colher de vinagre de cidra na água do bebedouro do cão, à razão de uma colher de sopa para 4 litros de água, ajuda a manter as pulgas e carrapatos afastados.

Repelente de pulgas com erva cidreira


Deve-se pulverizar os animais 2 vezes por semana e ter atenção aos olhos, nariz e ouvidos.


100 ml de álcool
1000 ml de água
Erva cidreira
Meia colher de sal grosso

Preparação:
Verta o álcool num frasco, acrescente a erva cidreira picada de modo a ocupar metade do volume do álcool. Fechar o frasco e deixar a macerar 24 horas. A ideia é o álcool extrair os princípios activos da erva cidreira.
Findo este prazo, deve-se coar a mistura, acrescentar a água e o sal.

Repelente de vinagre


Esta mistura é indicada para passar no corpo do cão, após o banho e secagem.
Também é muito util para usar no balde da esfregona e passar na casa.


2 colheres de sopa de vinagre branco
1 colher de sopa de álcool
1 litro de água

Preparação:
Misturar todos os ingredientes e usar num borrifador.


Repelente de alho


O alho é um óptimo repelente natural contra estes parasitas. Incluir alho cru na alimentação do cão também é muito benéfico, liberta um cheiro forte através da pele que as pulgas não toleram.

Alho
Óleo de cozinha
    Preparação:
    Esmagar alguns dentes de alho e acrescentar óleo de cozinha. Passar no corpo do animal. Deixar actuar alguns minutos e passar por água.

    Repelente de pulgas de cravos da índia


    Este repelente também é útil contra caraças. Deve-se ser usada em animais limpos e secos. Ter atenção em não atingir os olhos, nariz e os olhos.
    Também pode ser usado nos locais atacados. Não se deve abusar deste repelente nem aumentar a dose de cânfora, porque esta também têm os seus efeitos negativos.

    1 litro de álcool
    30 pedras de cânfora
    10 gr de cravo da índia
    1 copo de vinagre branco

    Misturar todos os ingredientes num frasco ou garrafa. Deixar em infusão 24 horas. Findo o tempo coar o preparado e usá-lo num borrifador.

    Repelentes de pulgas caseiros

    MÃES PROTETORAS

    As vacas são mães incrivelmente carinhosas e protetoras com os seus filhotes. Elas formam um elo com os bezerros em questão de segundos após o nascimento. Mas, infelizmente, as vacas na indústria de laticínios raramente conseguem manter os seus filhotes junto a elas. Assim que o bezerro nasce, a mãe é ligada a uma máquina de ordenha e o seu filhote é levado embora – frequentemente enviado para a indústria de vitela. As mães vacas, então, irão entrar em luto por seus bebês e mugir incessantemente nos dias que se seguem à sua separação. Enquanto se pensava que esse brado fosse apenas uma expressão de dor das vacas, novas pesquisas mostram que os mugidos das mesmas têm significados muito específicos. As informações são do One Green Planet.  Uma equipe de pesquisadores das universidades de Nottingham e Queen Mary University London passou dez meses estudando bezerros e suas mães para verificar como eles se comunicavam. O que eles descobriram é que as vacas têm indicadores acústicos distintos que transmitem informações de idade e identidade. Quando as mães vacas estavam perto de seus filhotes, ambos se comunicavam usando chamados de baixa frequência. Quando os bezerros estavam fora de vista, por sua vez, eles chamavam uns aos outros com alta frequência. E quando o bezerro estava pronto para mamar, outro tipo de chamada era utilizado.  O mais incrível é que cada par individual de mãe e bezerro tinham uma chamada especial nestas frequências, de modo que é possível que, em um rebanho, cada mãe distinguisse entre as chamadas de seus próprios bezerros. Isso faz pensar que o fato das vacas exploradas pela indústria leiteira estarem realmente chamando por seus bezerros parece altamente plausível.  De acordo com a Dra. Mónica Padilla de la Torre, da Escola de Ciências da Universidade de Nottingham, “A pesquisa demonstrou pela primeira vez que a comunicação entre mães e suas crias são individualizadas – cada vaca e seu bezerro utilizam um som característico e exclusivo para chamar uns aos outros. Análises acústicas também revelam que certas informações são transmitidas nas chamadas dos bezerros, por exemplo, a idade”.  Isso não deveria parecer algo extraordinário, pois as vacas são animais extremamente inteligentes e emotivos, e não é de se surpreender que os seus modos de comunicação sejam tão especializados e desenvolvidos. Tais fatos devem nos fazer realmente pensar na maneira pela qual olhamos os bovinos e, sabendo o que causamos a eles, é tempo de permitirmos que eles tenham a vida e o respeito que merecem.

    As vacas são mães incrivelmente carinhosas e protetoras com os seus filhotes. Elas formam um elo com os bezerros em questão de segundos após o nascimento. Mas, infelizmente, as vacas na indústria de laticínios raramente conseguem manter os seus filhotes junto a elas. Assim que o bezerro nasce, a mãe é ligada a uma máquina de ordenha e o seu filhote é levado embora – frequentemente enviado para a indústria de vitela. As mães vacas, então, irão entrar em luto por seus bebês e mugir incessantemente nos dias que se seguem à sua separação. Enquanto se pensava que esse brado fosse apenas uma expressão de dor das vacas, novas pesquisas mostram que os mugidos das mesmas têm significados muito específicos. As informações são do One Green Planet.
    Uma equipe de pesquisadores das universidades de Nottingham e Queen Mary University London passou dez meses estudando bezerros e suas mães para verificar como eles se comunicavam. O que eles descobriram é que as vacas têm indicadores acústicos distintos que transmitem informações de idade e identidade. Quando as mães vacas estavam perto de seus filhotes, ambos se comunicavam usando chamados de baixa frequência. Quando os bezerros estavam fora de vista, por sua vez, eles chamavam uns aos outros com alta frequência. E quando o bezerro estava pronto para mamar, outro tipo de chamada era utilizado.
    O mais incrível é que cada par individual de mãe e bezerro tinham uma chamada especial nestas frequências, de modo que é possível que, em um rebanho, cada mãe distinguisse entre as chamadas de seus próprios bezerros. Isso faz pensar que o fato das vacas exploradas pela indústria leiteira estarem realmente chamando por seus bezerros parece altamente plausível.
    De acordo com a Dra. Mónica Padilla de la Torre, da Escola de Ciências da Universidade de Nottingham, “A pesquisa demonstrou pela primeira vez que a comunicação entre mães e suas crias são individualizadas – cada vaca e seu bezerro utilizam um som característico e exclusivo para chamar uns aos outros. Análises acústicas também revelam que certas informações são transmitidas nas chamadas dos bezerros, por exemplo, a idade”.
    Isso não deveria parecer algo extraordinário, pois as vacas são animais extremamente inteligentes e emotivos, e não é de se surpreender que os seus modos de comunicação sejam tão especializados e desenvolvidos. Tais fatos devem nos fazer realmente pensar na maneira pela qual olhamos os bovinos e, sabendo o que causamos a eles, é tempo de permitirmos que eles tenham a vida e o respeito que merecem.
    ALEGRIA DO VOVÔ
    Às vezes é tão simples realizar o sonho de alguém, mas por falta de tempo, dinheiro ou preconceito, a gente deixa pra lá.  Mas uma idosa decidiu fazer o desejo de seu marido. Ele sempre sonhou em ter um cachorro da raça Bulldog Inglês. Vovó Santana nunca deixou por causa dos cuidados e atenção que cão exige. Isso iria alterar a vida deles.  Mas com chegada de netos e o bisneto ela foi pressionado e cedeu. No vídeo abaixo a mulher dá o filhotinho ao seu marido.  Foi o melhor presente que ele poderia receber. Veja que linda a reação do vovô.   Vai abrir um sorriso no seu rosto também. O vídeo foi postado em 2010, mas cenas bonitas são pra sempre!

    Às vezes é tão simples realizar o sonho de alguém, mas por falta de tempo, dinheiro ou preconceito, a gente deixa pra lá.

    Mas uma idosa decidiu fazer o desejo de seu marido.
    Ele sempre sonhou em ter um cachorro da raça Bulldog Inglês.
    Vovó Santana nunca deixou por causa dos cuidados e atenção que cão exige. Isso iria alterar a vida deles.

    Mas com chegada de netos e o bisneto ela foi pressionado e cedeu.
    No vídeo abaixo a mulher dá o filhotinho ao seu marido.

    Foi o melhor presente que ele poderia receber.
    Veja que linda a reação do vovô. 

    Vai abrir um sorriso no seu rosto também.
    O vídeo foi postado em 2010, mas cenas bonitas são pra sempre!
    Uma mulher registrou boletim de ocorrência na última sexta-feira (2), em Florianópolis (SC ), depois ser espancada e ter o carro danificado após ameaçar denunciar à polícia um grupo de pelo menos 30 homens, que participariam de uma farra do boi – evento que é proibido por lei, por maltratar animais.
    Segundo o BO, Fernanda Assunção dirigia pela rodovia João Gualberto Soares, a principal do bairro Rio Vermelho, quando viu um boi magro e sangrando correr na sua direção. Os homens, segundo o registro, vinham atrás, armados de paus e pedras. Fernanda então desceu no carro e teria tentado proteger o boi quando um homem a derrubou no chão, de acordo com o BO. A mulher ferida foi pedir socorro na farmácia. Ela teve ferimentos nas mãos, braços e pernas, mas passa bem.   Fernanda, que deixou Curitiba para morar em Florianópolis há quatro meses, não conhecia a farra do boi, segundo informações do boletim de ocorrência registrado no 8º DP. A polícia ainda não instaurou inquérito. Ninguém foi preso. O boi foi levado para um frigorífico, onde será morto. Segundo a PM (Polícia Militar), no ano passado, um adolescente de 15 anos teria sido morto por farristas e outras cinco pessoas foram agredidas.   Tradição e maus-tratos   Trazida pelos açorianos que povoaram o litoral catarinense a partir do século 17, a farra do boi virou tradição nas praias de Santa Catarina, principalmente, durante a Quaresma.Na cultura dos nativos, o boi é alegoria de Judas.   O animal é solto nas ruas, perseguido e torturado até a morte. Pela crueldade cometida contra o boi, a farra virou crime ambiental, em 1997, conforme decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).Apesar da ilegalidade, a polícia não consegue evitar os eventos.   Quando presos, os farristas podem pagar até R$ 3.000 de multa. Não há casos de penas mais duras em Florianópolis, apesar da legislação prever até três anos de prisão.
    Segundo o BO, Fernanda Assunção dirigia pela rodovia João Gualberto Soares, a principal do bairro Rio Vermelho, quando viu um boi magro e sangrando correr na sua direção. Os homens, segundo o registro, vinham atrás, armados de paus e pedras. Fernanda então desceu no carro e teria tentado proteger o boi quando um homem a derrubou no chão, de acordo com o BO. A mulher ferida foi pedir socorro na farmácia. Ela teve ferimentos nas mãos, braços e pernas, mas passa bem.

    Fernanda, que deixou Curitiba para morar em Florianópolis há quatro meses, não conhecia a farra do boi, segundo informações do boletim de ocorrência registrado no 8º DP. A polícia ainda não instaurou inquérito. Ninguém foi preso. O boi foi levado para um frigorífico, onde será morto. Segundo a PM (Polícia Militar), no ano passado, um adolescente de 15 anos teria sido morto por farristas e outras cinco pessoas foram agredidas.

    Tradição e maus-tratos

    Trazida pelos açorianos que povoaram o litoral catarinense a partir do século 17, a farra do boi virou tradição nas praias de Santa Catarina, principalmente, durante a Quaresma.Na cultura dos nativos, o boi é alegoria de Judas.

    O animal é solto nas ruas, perseguido e torturado até a morte. Pela crueldade cometida contra o boi, a farra virou crime ambiental, em 1997, conforme decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).Apesar da ilegalidade, a polícia não consegue evitar os eventos.

    Quando presos, os farristas podem pagar até R$ 3.000 de multa. Não há casos de penas mais duras em Florianópolis, apesar da legislação prever até três anos de prisão.

    ALERTA

    Um perigo pouco conhecido por tutores de animais e escondido, principalmente, nas regiões litorâneas. Assim é a dirofilariose, doença silenciosa causada por um verme que atinge o coração dos animais e que pode até levá-los à morte.  Chamada popularmente de “verme do coração”, a dirofilariose é transmitida por meio da picada de um mosquito infectado, que libera os parasitas na corrente sanguínea. Diagnosticada com antecedência, no entanto, ela pode ser tratada, mas o ideal, conforme orientação veterinária, é que o tutor do animal se atente à prevenção antes de iniciar a temporada de viagens com seu animal.  Prevenção  No caso da dirofilariose, a médica veterinária Simone Cristina Poli explica que os medicamentos que ajudam na prevenção da doença em caninos e felinos, compostos como o Selamectina e Imidacloprida/Moxidectina, devem ser administrados com no mínimo três dias de antecedência, contados da data da viagem.  A aplicação deve ser reforçada no animal durante o período em que ele estiver na praia, já que o produto aplicado é válido por 30 dias.  “A aplicação deve ser feita na pele da nuca do animal. Essa prevenção é muito importante, porque a dirofilariose é uma doença silenciosa e os vermes ficam alojados no coração”, ressalta Simone.  Além de proteger contra esse tipo de verme, essas substâncias também são indicadas para a proteção dos animais contra sarnas e vermes intestinais, além de ajudar na eliminação de pulgas e piolhos.  Causada pela Dirofilaria imitis, esta é uma doença parasitária dos cães, mas que age em menor escala em outros mamíferos, inclusive no homem.  Seus principais vetores são mosquitos dos gêneros Culex, Aedes e Anopheles.  O problema é mais frequente em cidades litorâneas e de clima quente e úmido e que possuem grande quantidade de água parada. Apesar disso, há casos diagnosticados em regiões interioranas e longe da Costa.  Incidência  Entre as áreas de incidência estão o litoral de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina e Mato Grosso. Depositados pelos mosquitos, os parasitas migram através da pele e da musculatura do animal, penetrando nos vasos sanguíneos e seguindo para os ventrículos, artérias e veia cava.  Dependendo do grau de infestação, o animal pode apresentar disfunção cardíaca, ficando intolerante a exercícios, apresentando cansaço, tosse crônica, apatia, respiração ofegante e perda de peso.  Há estudos, no entanto, que afirmam que até 85% dos cães contaminados não apresentam sintomas até um estágio avançado da doença.  O cão pode conviver com o verme durante anos sem apresentar qualquer sinal. Mas quando os sintomas aparecem, a doença pode estar num estado avançado e a saúde do animal fatalmente comprometida.  A medicação preventiva evita que os vermes evoluam para parasitas adultos. “Pessoas que têm casa no litoral já estão acostumadas. Mas quem tem o costume de viajar para a praia apenas nessa época do ano e nunca ouviu falar da doença, precisa se atentarpara não colocar o animal em risco e transformar o descanso em pesadelo”, finaliza Simone.  Verão requer cuidados específicos com animais  A chegada do verão é convidativa para passeios ao ar livre, viagens e diversão em família. Porém, as altas temperaturas causam sofrimento aos animais domésticos.  Segundo a veterinária Simone Cristina Poli, assim como os humanos, o animal também sofre muito no verão, por isso é importante escolher os horários mais frescos do dia para passear com o animal.  “Para baixar sua temperatura corpórea, o cão aumenta a frequência respiratória, por isso a hidratação é muito importante. Evitar passeios no horário mais quente também previne queimaduras nas patinhas”, comenta Simone.  Outra dica é o uso de protetor solar sobre as áreas sem pelo, como barriga e focinho do animal. “Existem protetores específicos para cães, mas na falta, o humano também resolve”, acrescenta a veterinária. “Mas vale lembrar que a areia da praia deve ser evitada, pela quantidade de doenças que pode transmitir aos cães”, pontua.  Entre os acessórios que não podem faltar para quem pretende viajar com o animal está a coleira de identificação contendo o nome, endereço e telefone do proprietário do animal, incluindo o DDD.  Manter a vacinação em dia e o animal vermifugado também evita transtornos durante a viagem.  Fonte: Jc Net

    Um perigo pouco conhecido por tutores de animais e escondido, principalmente, nas regiões litorâneas. Assim é a dirofilariose, doença silenciosa causada por um verme que atinge o coração dos animais e que pode até levá-los à morte.
    Chamada popularmente de “verme do coração”, a dirofilariose é transmitida por meio da picada de um mosquito infectado, que libera os parasitas na corrente sanguínea. Diagnosticada com antecedência, no entanto, ela pode ser tratada, mas o ideal, conforme orientação veterinária, é que o tutor do animal se atente à prevenção antes de iniciar a temporada de viagens com seu animal.
    Prevenção
    No caso da dirofilariose, a médica veterinária Simone Cristina Poli explica que os medicamentos que ajudam na prevenção da doença em caninos e felinos, compostos como o Selamectina e Imidacloprida/Moxidectina, devem ser administrados com no mínimo três dias de antecedência, contados da data da viagem.
    A aplicação deve ser reforçada no animal durante o período em que ele estiver na praia, já que o produto aplicado é válido por 30 dias.
    “A aplicação deve ser feita na pele da nuca do animal. Essa prevenção é muito importante, porque a dirofilariose é uma doença silenciosa e os vermes ficam alojados no coração”, ressalta Simone.
    Além de proteger contra esse tipo de verme, essas substâncias também são indicadas para a proteção dos animais contra sarnas e vermes intestinais, além de ajudar na eliminação de pulgas e piolhos.
    Causada pela Dirofilaria imitis, esta é uma doença parasitária dos cães, mas que age em menor escala em outros mamíferos, inclusive no homem.
    Seus principais vetores são mosquitos dos gêneros Culex, Aedes e Anopheles.
    O problema é mais frequente em cidades litorâneas e de clima quente e úmido e que possuem grande quantidade de água parada. Apesar disso, há casos diagnosticados em regiões interioranas e longe da Costa.
    Incidência
    Entre as áreas de incidência estão o litoral de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina e Mato Grosso. Depositados pelos mosquitos, os parasitas migram através da pele e da musculatura do animal, penetrando nos vasos sanguíneos e seguindo para os ventrículos, artérias e veia cava.
    Dependendo do grau de infestação, o animal pode apresentar disfunção cardíaca, ficando intolerante a exercícios, apresentando cansaço, tosse crônica, apatia, respiração ofegante e perda de peso.
    Há estudos, no entanto, que afirmam que até 85% dos cães contaminados não apresentam sintomas até um estágio avançado da doença.
    O cão pode conviver com o verme durante anos sem apresentar qualquer sinal. Mas quando os sintomas aparecem, a doença pode estar num estado avançado e a saúde do animal fatalmente comprometida.
    A medicação preventiva evita que os vermes evoluam para parasitas adultos. “Pessoas que têm casa no litoral já estão acostumadas. Mas quem tem o costume de viajar para a praia apenas nessa época do ano e nunca ouviu falar da doença, precisa se atentarpara não colocar o animal em risco e transformar o descanso em pesadelo”, finaliza Simone.
    Verão requer cuidados específicos com animais
    A chegada do verão é convidativa para passeios ao ar livre, viagens e diversão em família. Porém, as altas temperaturas causam sofrimento aos animais domésticos.
    Segundo a veterinária Simone Cristina Poli, assim como os humanos, o animal também sofre muito no verão, por isso é importante escolher os horários mais frescos do dia para passear com o animal.
    “Para baixar sua temperatura corpórea, o cão aumenta a frequência respiratória, por isso a hidratação é muito importante. Evitar passeios no horário mais quente também previne queimaduras nas patinhas”, comenta Simone.
    Outra dica é o uso de protetor solar sobre as áreas sem pelo, como barriga e focinho do animal. “Existem protetores específicos para cães, mas na falta, o humano também resolve”, acrescenta a veterinária. “Mas vale lembrar que a areia da praia deve ser evitada, pela quantidade de doenças que pode transmitir aos cães”, pontua.
    Entre os acessórios que não podem faltar para quem pretende viajar com o animal está a coleira de identificação contendo o nome, endereço e telefone do proprietário do animal, incluindo o DDD.
    Manter a vacinação em dia e o animal vermifugado também evita transtornos durante a viagem.
    Fonte: Jc Net

    CHINA

    CHINA   Na China, mais uma história prova porque o cachorro é considerado o melhor amigo do homem. Um cão se recusou a sair do lado de seu tutor, que desmaiou no meio de uma rua movimentada na cidade de Guizhou. Apesar de ser pequeno e parecer indefeso, o cachorro realmente protegeu seu tutor e não deixava ninguém se aproximar. Até mesmo a polícia e a equipe de resgate tiveram dificuldades para socorrer o homem, que estava inconsciente. E quando colocaram o homem na ambulância, o cachorro ficou desesperado andando em círculos até que permitiram que ele também entrasse no veículo e acompanhasse seu tutor até o hospital. Assista o vídeo:   Fonte: Portal do Dog

    Na China, mais uma história prova porque o cachorro é considerado o melhor amigo do homem. Um cão se recusou a sair do lado de seu tutor, que desmaiou no meio de uma rua movimentada na cidade de Guizhou.
    Apesar de ser pequeno e parecer indefeso, o cachorro realmente protegeu seu tutor e não deixava ninguém se aproximar. Até mesmo a polícia e a equipe de resgate tiveram dificuldades para socorrer o homem, que estava inconsciente.
    E quando colocaram o homem na ambulância, o cachorro ficou desesperado andando em círculos até que permitiram que ele também entrasse no veículo e acompanhasse seu tutor até o hospital.
    Assista o vídeo:


    Fonte: Portal do Dog

    LIVRES DO SOFRIMENTO

    Foto: Care2
    A indústria da experimentação animal é envolta em sigilos, e geralmente as vítimas não sobrevivem. Mas, no final do mês passado, oito coelhos encontraram refúgio quando foram resgatados apenas alguns dias antes da data planejada para que eles fossem mortos. As informações são da Care2.
    Nascidos e criados em uma fazenda de reprodução, esses inocentes coelhos foram confinados em jaulas frias e minúsculas por toda a vida. Incapazes de se moverem livremente ou expressar seus desejos naturais, esse tipo de sofrimento inimaginável não é algo a que qualquer ser vivo deveria estar sujeito.
    Fotos: Care2
    Foto: Care2
    Os coelhos, que agora estão salvos no Mino Valley Farm Sanctuary (Espanha), irão precisar de tempo para se recuperar plenamente das experiências terríveis a que foram submetidos. Enquanto não se sabe exatamente em que tipos de experiências eles foram usados, cada um destes animais está marcado com os cortes sinistros e cicatrizes de uma indústria enraizada na crueldade.
    Suaves, mansos e carinhosos, os coelhos, como todos os animais, só querem viver uma vida livre de dor e sofrimento – para poder comer ervas frescas, sentir a terra sob suas patas, e o sol em suas pequenas costas brancas e macias.
    Assista ao vídeo para ver os coelhos experimentando seu primeiro gosto da liberdade no santuário.
    Na União Europeia, mais de 330 milhões de coelhos são comercialmente reproduzidos a cada ano, confinados a pequenas gaiolas em condições desumanas, aguardando o seu destino. A grande maioria deles são mortos para consumo de suas carnes ou de suas peles, enquanto outros são enviados para instituições de pesquisas médicas e universidades.
    A eles é oferecida pouca ou nenhuma proteção legal, e nem sequer lhes são dados os direitos legais básicos de outros animais criados para consumo, levando a condições impensáveis, com práticas de manejo e procedimentos forçados e violentos impostos a eles.
    Esses pobres animais são mantidos em gaiolas de arame minúsculas, com piso de malha, sem espaço para se movimentar, e nenhuma interação social. As condições relatadas pelo Coalition for Abolish of Fur Trade (CAFT) durante uma investigação recente destacou o fato de que essas condições terríveis levam não só a deficiências físicas e doenças, mas também a sofrimento mental extremo, ansiedade e depressão.
    Não importa para qual indústria os coelhos são criados, pois o seu destino é sempre no matadouro, que é para onde esses oito coelhos resgatados teriam ido se a ONG não tivesse agido. Uma vez que a universidade terminou de usá-los para o seu teste prático, os coelhos foram encaminhados para a morte.
    Foto: Care2
    Foto: Care2
    Os primeiros passos da liberdade
    Por terem passado toda a sua vida dentro de gaiolas e laboratórios de testes, os coelhos nunca tinham tido a oportunidade de experimentar qualquer um dos seus instintos naturais. O vídeo mostra os primeiros passos de liberdade – nervosos, apreensivos e muito tímidos. Dentro de poucos minutos, eles estavam saltando na grama, com uma ligeira oscilação quando eles começaram a usar as  suas pernas propriamente pela primeira vez em suas histórias de vida.
    Uma funcionária do abrigo relatou que foi um momento de imensa alegria e felicidade, mas a visão de suas pernas rígidas, de seus corpos marcados e olhos nervosos também trouxe um senso de tristeza aos corações dos que assistiam, pois eles se lembravam dos milhões de outros coelhos que são criados para uso humano e consumo a cada ano, e que nunca irão chegar a experimentar essas liberdades fundamentais da vida.
    Quem não quer apoiar a cruel indústria de testes que inflige dor e sofrimento a milhões de animais em todo o mundo, deve tomar decisões conscientes e utilizar somente produtos livres de crueldade.

    RÚSSIA

    Cão leva horas para cortar pelo após ser trancado em apartamento por um ano Um cachorro permaneceu trancado por um ano em um apartamento na Rússia, apenas com comida e água. Quando foi encontrado por uma equipe de tratadores de animais, o pelo dele estava tão ensopado por xixi e fezes que ele mal conseguia se mexer. Foram necessários seis funcionários e três horas de trabalho para tosá-lo, segundo reportagem do tabloide “Daily Mail”.  O pastor inglês havia ficado na casa após a morte do tutor, um senhor de 79 anos. Gore Zhdanov deixou seus bens em Novosibirsk, na Rússia, para a família, assim como o animal.  Mas os parentes começaram a brigar durante a divisão da herança, então o animal ficou encarregado de guardar a casa de ladrões e vândalos. Ele tinha o necessário apenas para sobreviver, com o acesso a uma pequena varanda, mas todos se recusaram a cuidar dele.  Quando finalmente resolveram vender a casa e o cachorro, ele estava em um estado deplorável após tanto tempo de maus-tratos. Tinha feridas e pus por todo o corpo, que levaram horas para serem tratados. Vitaly Kornilova, que ajudou no resgate, disse que o cão “mal podia andar”. “Os parentes nos chamaram para levá-lo embora porque tinham decidido vender tudo depois que o inventário ficou pronto.”  Os familiares nem se preocuparam em saber qual era o nome do bicho, então agora lhe deram o nome de Cocos. Segundo ela, cem sacolas de lixo ficaram cheias com o pelo maltratado do pastor inglês. “Depois também fizemos uma limpeza geral em seus dentes.”  Ele vai se recuperar na casa de uma tratadora chamada Elena Rivvo, especializada nessa raça de animal, onde recebe uma dieta especial de vitaminas.  Fonte: Notícias UOL
    Um cachorro permaneceu trancado por um ano em um apartamento na Rússia, apenas com comida e água. Quando foi encontrado por uma equipe de tratadores de animais, o pelo dele estava tão ensopado por xixi e fezes que ele mal conseguia se mexer. Foram necessários seis funcionários e três horas de trabalho para tosá-lo, segundo reportagem do tabloide “Daily Mail”.
    O pastor inglês havia ficado na casa após a morte do tutor, um senhor de 79 anos. Gore Zhdanov deixou seus bens em Novosibirsk, na Rússia, para a família, assim como o animal.
    Mas os parentes começaram a brigar durante a divisão da herança, então o animal ficou encarregado de guardar a casa de ladrões e vândalos. Ele tinha o necessário apenas para sobreviver, com o acesso a uma pequena varanda, mas todos se recusaram a cuidar dele.
    Quando finalmente resolveram vender a casa e o cachorro, ele estava em um estado deplorável após tanto tempo de maus-tratos. Tinha feridas e pus por todo o corpo, que levaram horas para serem tratados. Vitaly Kornilova, que ajudou no resgate, disse que o cão “mal podia andar”. “Os parentes nos chamaram para levá-lo embora porque tinham decidido vender tudo depois que o inventário ficou pronto.”
    Os familiares nem se preocuparam em saber qual era o nome do bicho, então agora lhe deram o nome de Cocos. Segundo ela, cem sacolas de lixo ficaram cheias com o pelo maltratado do pastor inglês. “Depois também fizemos uma limpeza geral em seus dentes.”
    Ele vai se recuperar na casa de uma tratadora chamada Elena Rivvo, especializada nessa raça de animal, onde recebe uma dieta especial de vitaminas.
    Fonte: Notícias UOL

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