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O homem não teria alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentado o impossível.

Max Weber
Neutro é quem já se decidiu pelo mais forte.

Max Weber

Citações !!!


Pesquisa mostra que os cachorros relacionam o nome de um objeto a seu tamanho e textura - e não ao formato, como fazem os seres humanos

cachorro Há tempos os cientistas sabem que os cachorros são capazes de associar uma palavra a um objeto. No entanto, quando um cachorro entende que o dono quer que ele pegue uma "bola" ou o um "osso", ele está longe de compreender o significado exato da palavra. Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira na revista PLOS ONE mostra que esses animais associam as palavras aos objetos de modo diferente dos humanos, e não sabem exatamente o artefato a que ela está se referindo – mas sim o seu tamanho e textura.  Estudos anteriores já haviam mostrado que os humanos com idade entre dois e três anos aprendem a associar novas palavras com o formato dos objetos. Uma criança que aprende o que é uma bola, por exemplo, vai associar à palavra uma série de objetos com o mesmo formato. Com os cachorros não é isso que acontece.   No novo estudo, os pesquisadores treinaram Gable, uma Border Collie de cinco anos. Antes do experimento, seu "vocabulário" continha 54 expressões, referentes a objetos diferentes.  No estudo, eles ensinaram Gable o significado de uma nova palavra: Dax. Ela se referia a um brinquedo pequeno e felpudo em forma de U. Dez minutos depois, eles apresentarem à cadela uma série objetos que não eram o Dax, mas tinham ou o mesmo formato em diferentes tamanhos ou o mesmo tamanho em diferentes formatos. Todas as vezes em que Gable foi ordenada a buscar o objeto Dax, ela levou aos pesquisadores artefatos com o seu tamanho, e não o formato de U.
Os cachorros são capazes de aprender a associar uma palavra a um objeto. No entanto, o mecanismo pelo qual eles fazem isso é diferente do humano (Thinkstock)
Há tempos os cientistas sabem que os cachorros são capazes de associar uma palavra a um objeto. No entanto, quando um cachorro entende que o dono quer que ele pegue uma "bola" ou o um "osso", ele está longe de compreender o significado exato da palavra. Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira na revista PLOS ONE mostra que esses animais associam as palavras aos objetos de modo diferente dos humanos, e não sabem exatamente o artefato a que ela está se referindo – mas sim o seu tamanho e textura.
Estudos anteriores já haviam mostrado que os humanos com idade entre dois e três anos aprendem a associar novas palavras com o formato dos objetos. Uma criança que aprende o que é uma bola, por exemplo, vai associar à palavra uma série de objetos com o mesmo formato. Com os cachorros não é isso que acontece. 
No novo estudo, os pesquisadores treinaram Gable, uma Border Collie de cinco anos. Antes do experimento, seu "vocabulário" continha 54 expressões, referentes a objetos diferentes.
No estudo, eles ensinaram Gable o significado de uma nova palavra: Dax. Ela se referia a um brinquedo pequeno e felpudo em forma de U. Dez minutos depois, eles apresentarem à cadela uma série objetos que não eram o Dax, mas tinham ou o mesmo formato em diferentes tamanhos ou o mesmo tamanho em diferentes formatos. Todas as vezes em que Gable foi ordenada a buscar o objeto Dax, ela levou aos pesquisadores artefatos com o seu tamanho, e não o formato de U.
Sally Smith
Há tempos os cientistas sabem que os cachorros são capazes de associar uma palavra a um objeto. No entanto, quando um cachorro entende que o dono quer que ele pegue uma "bola" ou o um "osso", ele está longe de compreender o significado exato da palavra. Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira na revista PLOS ONE mostra que esses animais associam as palavras aos objetos de modo diferente dos humanos, e não sabem exatamente o artefato a que ela está se referindo – mas sim o seu tamanho e textura.  Estudos anteriores já haviam mostrado que os humanos com idade entre dois e três anos aprendem a associar novas palavras com o formato dos objetos. Uma criança que aprende o que é uma bola, por exemplo, vai associar à palavra uma série de objetos com o mesmo formato. Com os cachorros não é isso que acontece.   No novo estudo, os pesquisadores treinaram Gable, uma Border Collie de cinco anos. Antes do experimento, seu "vocabulário" continha 54 expressões, referentes a objetos diferentes.  No estudo, eles ensinaram Gable o significado de uma nova palavra: Dax. Ela se referia a um brinquedo pequeno e felpudo em forma de U. Dez minutos depois, eles apresentarem à cadela uma série objetos que não eram o Dax, mas tinham ou o mesmo formato em diferentes tamanhos ou o mesmo tamanho em diferentes formatos. Todas as vezes em que Gable foi ordenada a buscar o objeto Dax, ela levou aos pesquisadores artefatos com o seu tamanho, e não o formato de U.
Gable aprendeu a reconhecer 54 objetos diferentes
Em uma segunda fase do estudo, os pesquisadores deixaram a cadela conviver por 39 dias com o objeto Dax, para se familiarizar com ele, e repetiram o teste. Dessa vez, ela não escolheu objetos do mesmo tamanho e nem do mesmo formato, mas sim de texturas semelhantes.
"Enquanto o formato importa para os seres humanos, tamanho e textura importam mais para os cachorros", afirma Emile van der Zee, psicóloga da Universidade de Lincoln, na Inglaterra, uma das responsáveis pelo estudo. Os cientistas suspeitam que isso acontece por causa das diferenças na forma como a evolução moldou o modo como cachorros e homens percebem o mundo.


CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Word Generalization by a Dog (Canis familiaris): Is Shape Important?

Onde foi divulgada: revista PLOS ONE

Quem fez: Emile van der Zee, Helen Zulch, Daniel Mills

Instituição: Universidade de Lincoln, na Inglaterra

Dados de amostragem: Gable, uma Border Collie de cinco anos

Resultado: Logo após Gable aprender uma nova palavra, ela passou a associar o nome a uma série de objetos do mesmo tamanho – e não com o mesmo formato – que o original. Depois de 39 dias, no entanto, a cadela já estava mais acostumada com a palavra, e não a associava a  objetos de mesmo tamanho, mas sim à mesma textura que o original.

Cães associam palavras a objetos de modo diferente que os humanos


O advogado Wilson Ricardo Ligiera foi nomeado pelo presidente Marcos da Costa para presidir a Comissão de Proteção e Defesa Animal da OAB SP. “A iniciativa do presidente merece registro porque a criação dessa comissão tem despertado interesse em todo o Estado. As subsecções têm demonstrado intenção em criar comissão semelhante em suas comarcas”, diz Ligiera.

A nova comissão já tem agendado seu primeiro evento, no dia 16 de março, um seminário sobre Proteção Animal, no salão nobre da OAB SP, oportunidade na qual pretende iniciar o debate sobre a missão da nova comissão.

Ligiera pretende trabalhar em duas frentes. A primeira visando conscientizar a sociedade, por meio de eventos e palestras, sobre a questão  da proteção animal, além de promover parcerias com MP, Alesp e Centro de Zoonose para realizar  mutirões de castração e doação de animais.

O segundo eixo de trabalho da comissão será acompanhar a legislação específica e denúncias que chegaram à comissão. “ Não temos autoridade para tomar medidas punitivas, mas atuaremos na busca de soluções”, ressalta. 

OAB-SP cria comissão de defesa e proteção animal.


Durante a apresentação que o prefeito ACM Neto fez sobre o projeto de reforma tributária prevista para Salvador, capital do Estado da Bahia, a vereadora Ana Rita Tavares (PV) pediu a inclusão das ONGs ambientalistas e de proteção animal no grupo de entidades que recebem recursos oriundos da doação de notas fiscais.

O prefeito se mostrou solidário à proposta e pediu que a vereadora elaborasse uma emenda ao projeto que a prefeitura apresentou nesta quinta-feira (14/03) à Câmara Municipal. A falta de recursos é o principal problema enfrentado pelas organizações não governamentais que diariamente recolhem, resgatam e abrigam animais abandonados e violentados nas ruas da capital baiana.

As principais necessidades são a compra de ração, remédios, vacinas, atendimento e cirurgias em clínicas veterinárias e o pagamento de lares temporários para os bichos abandonados. Antes de se tornar vereadora, ainda na condição de ativista ambiental, Ana Rita já havia solicitado a inclusão das ONGs de proteção animal no Programa Sua Nota é Um Show, do Governo do Estado, mas Conselho Municipal de Assistência Social da gestão passada não reconheceu naquelas organizações a condição de entidades prestadoras de serviço social, o que inviabilizou a alteração do regulamento do programa estadual.

“Aquilo foi um absurdo, pois essas ONGs fazem um trabalho social importantíssimo ao recolherem cães e gatos abandonados nas ruas e contribuem voluntariamente para resolver ou amenizar questões de saúde pública, violência e educação ambiental”, argumentou a vereadora.

Texto: Câmara Municipal de Salvador

Divulguem !!!!!!!




















Hoje, 14, em todo o território nacional acontecem ações de sensibilização sobre o direito dos animais. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima-se que existam mais de 20 milhões de cachorros vivendo nas ruas, além dos gatos, que podem gerar de 12 a 15 filhotes por ano.  O Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98 considera crime “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. Pena para esses casos é detenção de três meses a um ano e multa. Em casos de morte a pena é aumentada de um terço a um sexto.    Entendo que aquele que não protege os animais tem atributos de desumanidade. Mas é bom lembrar que, uma grande parcela da população se preocupa, e muito, em garantir o direito e a qualidade de vida dos bichos.  Vejo com preocupação as notícias que chegam pela mídia .de maus-tratos e violência pelas ruas e dentro das residências, mas também, em contrapartida há aqueles que se dedicam à luta pela sobrevivência digna dos animais.  Conheça os principais tópicos do meu projeto de Lei:  1) o Poder Público Federal, Estadual e Municipal incentivará a viabilização e o desenvolvimento de programas que visem ao controle reprodutivo de cães e de gatos e à promoção de medidas protetivas, por meio de identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção, e de campanhas educacionais para a conscientização pública da relevância de tais atividades, cujas regras básicas seguem descritas nesta lei.  2) veda à eliminação da vida de cães e de gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, exceção feita à eutanásia, permitida nos casos de males, doenças graves ou enfermidades infecto-contagiosas incuráveis que coloquem em risco a saúde de pessoas ou de outros animais.  3) o recolhimento de animais observará procedimentos protetivos de manejo, de transporte e de averiguação da existência de proprietário, de responsável ou de cuidador em sua comunidade.  A aprovação deste projeto em muito contribuirá para a proteção dos animais e uma vida digna para com aqueles que são verdadeiros companheiros das pessoas e transmitem carinho e afeto sem nada pedir.








Hoje, 14, em todo o território nacional acontecem ações de sensibilização sobre o direito dos animais. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima-se que existam mais de 20 milhões de cachorros vivendo nas ruas, além dos gatos, que podem gerar de 12 a 15 filhotes por ano.

O Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98 considera crime “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. Pena para esses casos é detenção de três meses a um ano e multa. Em casos de morte a pena é aumentada de um terço a um sexto.





Entendo que aquele que não protege os animais tem atributos de desumanidade. Mas é bom lembrar que, uma grande parcela da população se preocupa, e muito, em garantir o direito e a qualidade de vida dos bichos.

Vejo com preocupação as notícias que chegam pela mídia .de maus-tratos e violência pelas ruas e dentro das residências, mas também, em contrapartida há aqueles que se dedicam à luta pela sobrevivência digna dos animais.

Conheça os principais tópicos do meu projeto de Lei:

1) o Poder Público Federal, Estadual e Municipal incentivará a viabilização e o desenvolvimento de programas que visem ao controle reprodutivo de cães e de gatos e à promoção de medidas protetivas, por meio de identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção, e de campanhas educacionais para a conscientização pública da relevância de tais atividades, cujas regras básicas seguem descritas nesta lei.

2) veda à eliminação da vida de cães e de gatos pelos órgãos de
controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, exceção feita à eutanásia, permitida nos casos de males, doenças graves ou enfermidades infecto-contagiosas incuráveis que coloquem em risco a saúde de pessoas ou de outros animais.

3) o recolhimento de animais observará procedimentos protetivos de manejo, de transporte e de averiguação da existência de proprietário, de responsável ou de cuidador em sua comunidade.

A aprovação deste projeto em muito contribuirá para a proteção dos animais e uma vida digna para com aqueles que são verdadeiros companheiros das pessoas e transmitem carinho e afeto sem nada pedir.

Hoje é comemorado o Dia Nacional dos Animais


Fóssil de 33.000 anos foi encontrado nas montanhas de Altai, na Sibéria


Imagem de um cachorro da raça husky siberiano usky siberiano: uma das mais antigas raças, tem mais de 1.000 anos (Thinkstock)  Análises do DNA de um dente fóssil de cerca de 33.000 anos recuperado na Sibéria confirmaram que ele pertenceu a um dos mais velhos ancestrais do cachorro moderno. O achado foi descrito em uma pesquisa publicada nesta quarta-feira no periódico PLoS ONE por Anna Druzhkova, do Instituto de Biologia Molecular e Celular, na Rússia.  CONHEÇA A PESQUISA  Título original: Ancient DNA Analysis affirms the canid from Altai as a primitive dog  Onde foi divulgada:  PLoS ONE  Quem fez: Anna S. Druzhkova  Instituição: Instituto de Biologia Molecular e Celular da Rússia  Dados de amostragem: 413 nucleotídeos mitocondriais de um dente fóssil  Resultado: O fóssil encontrado nas montanhas de Altai é mais antigo ancestral do cachorro moderno já encontrado pelo homem. A origem do cachorro moderno é um assunto controverso na ciência, com dados genéticos indicando uma separação entre lobos e cachorros no fim do Pleistoceno, cerca de 11.500 anos atrás. Entretanto, apenas alguns fósseis similares aos cachorros foram encontrados antes da última Era do Gelo. É ainda amplamente aceito que a domesticação do cachorro date do início do período agrícola, há cerca de 10.000 anos. Alguns estudos sugerem, no entanto, que a separação entre os cães domésticos e os lobos tenha ocorrido por volta de 100.000 anos atrás — embora o fóssil mais antigo do cachorro moderno conhecido pelo homem tenha apenas cerca de 36.000 anos.  Durante as análises, os pesquisadores descobriram que este fóssil, chamado de "cão de Altai" (em homenagem às montanhas em que foi recuperado), tem uma relação mais próxima com os cachorros modernos e canídeos pré-históricos encontrados no continente americano do que com os lobos. "Esses resultados sugerem uma história mais ancestral do cachorro fora do Oriente Médio ou do Leste da Ásia, que se acreditava anteriormente serem os possíveis locais de sua origem", dizem os pesquisadores.  A avaliação do fóssil foi feita com análise do DNA. Análises futuras poderão indicar uma data mais exata e o centro da domesticação.  Cão de Altai O fóssil foi chamado de "cão de Altai" em homenagem às montanhas nas quais foi recuperado Leia também: Livro defende nova origem para os cães  Domesticação — A domesticação dos lobos, segundo a maioria dos pesquisadores na área, deve ter acontecido de 15.000 a 10.000 anos atrás. Nessa época, o homem deu início à vida sedentária em aldeias e comunidades e os animais se aproximavam à procura de sobras e alimentos. Ao longo de gerações, lobo e homem foram se aproximando, e os mais mansos acabaram ficando nas aldeias e se diferenciando dos seus ancestrais. Domesticado, o lobo dava origem ao cachorro — que começava a perder a força na mordida, por não precisar caçar, e a ficar menor, já que eram alimentados com sobras.  Saiba mais  PLEISTOCENO O pleistoceno corresponde ao intervalo entre 1,8 milhão e 11.500 anos atrás. Na escala geológica, faz parte do período Quaternário da era Cenozoica. O pleistoceno médio e o pleistoceno superior viram o surgimento de novos tipos de hominídeos, assim como o desenvolvimento de ferramentas mais elaboradas do que as encontradas em épocas anteriores. Pássaros e mamíferos gigantes, como mamutes e búfalos, caracterizam essa época. No pleistoceno ocorreram as mais recentes Eras do Gelo.  ERA DO GELO É todo período geológico em que ocorre significativa diminuição na temperatura da Terra. Mantos de gelo se expandem pelos continentes e glaciações cobrem vastas áreas do planeta. Nos últimos milhões de anos, a Terra viveu várias eras glaciais, ocorrendo a intervalos de 10.000 a 100.000 anos. A última grande era glacial teve seu pico há 25.000 anos e terminou 11.000 anos atrás, aproximadamente.
Husky siberiano: uma das mais antigas raças, tem mais de 1.000 anos (Thinkstock)
Análises do DNA de um dente fóssil de cerca de 33.000 anos recuperado na Sibéria confirmaram que ele pertenceu a um dos mais velhos ancestrais do cachorro moderno. O achado foi descrito em uma pesquisa publicada nesta quarta-feira no periódico PLoS ONE por Anna Druzhkova, do Instituto de Biologia Molecular e Celular, na Rússia.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Ancient DNA Analysis affirms the canid from Altai as a primitive dog

Onde foi divulgada:  PLoS ONE

Quem fez: Anna S. Druzhkova

Instituição: Instituto de Biologia Molecular e Celular da Rússia

Dados de amostragem: 413 nucleotídeos mitocondriais de um dente fóssil

Resultado: O fóssil encontrado nas montanhas de Altai é mais antigo ancestral do cachorro moderno já encontrado pelo homem.
A origem do cachorro moderno é um assunto controverso na ciência, com dados genéticos indicando uma separação entre lobos e cachorros no fim do Pleistoceno, cerca de 11.500 anos atrás. Entretanto, apenas alguns fósseis similares aos cachorros foram encontrados antes da última Era do Gelo. É ainda amplamente aceito que a domesticação do cachorro date do início do período agrícola, há cerca de 10.000 anos. Alguns estudos sugerem, no entanto, que a separação entre os cães domésticos e os lobos tenha ocorrido por volta de 100.000 anos atrás — embora o fóssil mais antigo do cachorro moderno conhecido pelo homem tenha apenas cerca de 36.000 anos.
Durante as análises, os pesquisadores descobriram que este fóssil, chamado de "cão de Altai" (em homenagem às montanhas em que foi recuperado), tem uma relação mais próxima com os cachorros modernos e canídeos pré-históricos encontrados no continente americano do que com os lobos. "Esses resultados sugerem uma história mais ancestral do cachorro fora do Oriente Médio ou do Leste da Ásia, que se acreditava anteriormente serem os possíveis locais de sua origem", dizem os pesquisadores.
A avaliação do fóssil foi feita com análise do DNA. Análises futuras poderão indicar uma data mais exata e o centro da domesticação.

Cão de Altai

O fóssil foi chamado de "cão de Altai" em homenagem às montanhas nas quais foi recuperado
Domesticação — A domesticação dos lobos, segundo a maioria dos pesquisadores na área, deve ter acontecido de 15.000 a 10.000 anos atrás. Nessa época, o homem deu início à vida sedentária em aldeias e comunidades e os animais se aproximavam à procura de sobras e alimentos. Ao longo de gerações, lobo e homem foram se aproximando, e os mais mansos acabaram ficando nas aldeias e se diferenciando dos seus ancestrais. Domesticado, o lobo dava origem ao cachorro — que começava a perder a força na mordida, por não precisar caçar, e a ficar menor, já que eram alimentados com sobras.

Saiba mais

PLEISTOCENO
O pleistoceno corresponde ao intervalo entre 1,8 milhão e 11.500 anos atrás. Na escala geológica, faz parte do período Quaternário da era Cenozoica. O pleistoceno médio e o pleistoceno superior viram o surgimento de novos tipos de hominídeos, assim como o desenvolvimento de ferramentas mais elaboradas do que as encontradas em épocas anteriores. Pássaros e mamíferos gigantes, como mamutes e búfalos, caracterizam essa época. No pleistoceno ocorreram as mais recentes Eras do Gelo.
ERA DO GELO
É todo período geológico em que ocorre significativa diminuição na temperatura da Terra. Mantos de gelo se expandem pelos continentes e glaciações cobrem vastas áreas do planeta. Nos últimos milhões de anos, a Terra viveu várias eras glaciais, ocorrendo a intervalos de 10.000 a 100.000 anos. A última grande era glacial teve seu pico há 25.000 anos e terminou 11.000 anos atrás, aproximadamente.

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"Ninguém merece apanhar para trabalhar". As palavras de protesto são de Rodrigo Vidal (PDT), vereador e secretário da SEDA (Secretaria Especial dos Direitos Animais) de Recife - capital pernambucana. Em parceria com a Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), Guarda Municipal e o Centro de Vigilância Ambiental (CVA), a SEDA realizou uma operação de fiscalização e educação dos carroceiros do bairro do Cordeiro. A ação aconteceu no sábado, 09/03, na "Feira do Chicote", onde a equipe vinculada à Administração Pública conduziu profissionais de medicina veterinária e policiais para retirarem os chicotes dos carroceiros.  "Nossa equipe de veterinários avaliou os animais e orientou sobre os cuidados de saúde que eles requerem. Distribuímos ainda folhetos educativos para gerar uma consciência de respeito pelos animais", conta Vidal. Segundo o secretário da SEDA, o objetivo é ir mais adiante. "Nosso objetivo maior é proibir por Lei o tráfego de veículos de tração animal no Recife, com a obtenção de outras fontes de renda para os carroceiros. Vamos cuidar das pessoas e defender os animais contra os maus-tratos! Enquanto não conseguimos essa Lei, iremos orientar, educar e fiscalizar, recolhendo os chicotes", enfatiza.   "Água sim, chicote não" - A ação realizada pela SEDA neste sábado foi parte de uma campanha que teve início no final do mês de fevereiro. No dia 27/02, a secretaria executou uma operação piloto denominada "Água sim, chicote não", com a finalidade de vistoriar os carroceiros que utilizam tração animal em seus veículos. Na ocasião, o ponto escolhido para instalar a blitz foi a Rua 21 de Abril, que corta os bairros de Afogados, Mustardinha e San Martin, área onde se concentram diversos armazéns de construção que costumam contratar carroceiros para serviços de entrega e recolhimento de material. Entre os carroceiros abordados foram constatados casos de maus-tratos, cargas excessivas, falta de água e comida.
"Ninguém merece apanhar para trabalhar". As palavras de protesto são de Rodrigo Vidal (PDT), vereador e secretário da SEDA (Secretaria Especial dos Direitos Animais) de Recife - capital pernambucana. Em parceria com a Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), Guarda Municipal e o Centro de Vigilância Ambiental (CVA), a SEDA realizou uma operação de fiscalização e educação dos carroceiros do bairro do Cordeiro. A ação aconteceu no sábado, 09/03, na "Feira do Chicote", onde a equipe vinculada à Administração Pública conduziu profissionais de medicina veterinária e policiais para retirarem os chicotes dos carroceiros. 
"Nossa equipe de veterinários avaliou os animais e orientou sobre os cuidados de saúde que eles requerem. Distribuímos ainda folhetos educativos para gerar uma consciência de respeito pelos animais", conta Vidal. Segundo o secretário da SEDA, o objetivo é ir mais adiante. "Nosso objetivo maior é proibir por Lei o tráfego de veículos de tração animal no Recife, com a obtenção de outras fontes de renda para os carroceiros. Vamos cuidar das pessoas e defender os animais contra os maus-tratos! Enquanto não conseguimos essa Lei, iremos orientar, educar e fiscalizar, recolhendo os chicotes", enfatiza.
 
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SEDA de Recife/PE faz operação de retirada dos chicotes dos carroceiros

Ótimas notícias! A partir de hoje, 11 de março de 2013, fica proibida a venda de qualquer produto cosmético com componentes que tenham sido testados em animais. Agora precisamos que essa proibição se estenda a toda e qualquer experiência animal.

http://www.therecord.com/news/world/article/900655--eu-to-ban-animal-tested-ingredients-in-cosmetics

**
E N G L I S H
Fantastic news! Tomorrow animal testing for cosmetics is banned in Europe. Now we want to halt all animal experiments.

>> EU to ban animal-tested ingredients in cosmetics

BRUSSELS — EU regulators are expected to announce Monday a ban on the import and sale of cosmetics containing ingredients tested on animals and to pledge more efforts to push other parts of the world, like China, to accept alternatives.

The European Union banned animal testing of finished cosmetic products in 2004.

A second ban, on animal-tested ingredients, went into effect four years ago. But heavy lobbying by major cosmetics manufacturers resulted in an extension of the deadline for some tests for effects like allergies and cancer and for which there is still no substitute.

The ban, which will take effect immediately, “gives an important signal on the value that Europe attaches to animal welfare,” Tonio Borg, the EU commissioner for health and consumer policy, said in the draft copy of a statement to be released Monday and seen by the International Herald Tribune.

The cosmetics company L’Oreal, which is based in France, said Friday that it would respect the ban and “no longer sell in Europe any finished product with an ingredient that was tested on animals” after Monday.

But other representatives of the European industry, worth about 70 billion euros, or $91 billion, annually, criticized the commission for putting the ban into effect before alternatives existed for some of the most complex tests.

“Europe’s idea is to put more pressure on other parts of the world to end animal testing, but the science doesn’t match that political timetable,” said Colin Mackay, a spokesperson for Cosmetics Europe, a trade association.

The most likely outcome would be “that consumers in Europe won’t have access to new products because we can’t ensure that some ingredients will be safe without access to suitable and adequate testing,” Mackay said.

The global divergence in safety rules could also mean that companies sell the same product globally, but market one version for countries like China backed up by safety evidence from animal tests, and another version for Europe backed up by evidence from alternative tests.

Consumers of products from deodorants to sunscreens are unlikely to notice the difference immediately because cosmetics containing ingredients that were tested on animals before the ban can remain on the shelves.

But the move could complicate trade relations with parts of the world like China that demand animal testing as a condition for marketing cosmetics.

Borg said in his draft statement that he would “engage with third countries to follow our European approach.”

Borg will promise to continue helping finance the development of alternatives, so that Europe sets “an example of responsible innovation in cosmetics without any compromise on consumer safety.”

Estee Lauder, a cosmetics manufacturer based in the United States, said it did not test products or ingredients on animals and it was increasing efforts to gain global acceptance for safety evaluations that did not rely on animal tests.

New York Times News Service

Ótimas notícias! A partir de hoje, 11 de março de 2013, fica proibida a venda de qualquer produto cosmético com componentes que tenham sido testados em animais. Agora precisamos que essa proibição se estenda a toda e qualquer experiência animal.  http://www.therecord.com/news/world/article/900655--eu-to-ban-animal-tested-ingredients-in-cosmetics  ** E N G L I S H Fantastic news! Tomorrow animal testing for cosmetics is banned in Europe. Now we want to halt all animal experiments.  >> EU to ban animal-tested ingredients in cosmetics  BRUSSELS — EU regulators are expected to announce Monday a ban on the import and sale of cosmetics containing ingredients tested on animals and to pledge more efforts to push other parts of the world, like China, to accept alternatives.  The European Union banned animal testing of finished cosmetic products in 2004.  A second ban, on animal-tested ingredients, went into effect four years ago. But heavy lobbying by major cosmetics manufacturers resulted in an extension of the deadline for some tests for effects like allergies and cancer and for which there is still no substitute.  The ban, which will take effect immediately, “gives an important signal on the value that Europe attaches to animal welfare,” Tonio Borg, the EU commissioner for health and consumer policy, said in the draft copy of a statement to be released Monday and seen by the International Herald Tribune.  The cosmetics company L’Oreal, which is based in France, said Friday that it would respect the ban and “no longer sell in Europe any finished product with an ingredient that was tested on animals” after Monday.  But other representatives of the European industry, worth about 70 billion euros, or $91 billion, annually, criticized the commission for putting the ban into effect before alternatives existed for some of the most complex tests.  “Europe’s idea is to put more pressure on other parts of the world to end animal testing, but the science doesn’t match that political timetable,” said Colin Mackay, a spokesperson for Cosmetics Europe, a trade association.  The most likely outcome would be “that consumers in Europe won’t have access to new products because we can’t ensure that some ingredients will be safe without access to suitable and adequate testing,” Mackay said.  The global divergence in safety rules could also mean that companies sell the same product globally, but market one version for countries like China backed up by safety evidence from animal tests, and another version for Europe backed up by evidence from alternative tests.  Consumers of products from deodorants to sunscreens are unlikely to notice the difference immediately because cosmetics containing ingredients that were tested on animals before the ban can remain on the shelves.  But the move could complicate trade relations with parts of the world like China that demand animal testing as a condition for marketing cosmetics.  Borg said in his draft statement that he would “engage with third countries to follow our European approach.”  Borg will promise to continue helping finance the development of alternatives, so that Europe sets “an example of responsible innovation in cosmetics without any compromise on consumer safety.”  Estee Lauder, a cosmetics manufacturer based in the United States, said it did not test products or ingredients on animals and it was increasing efforts to gain global acceptance for safety evaluations that did not rely on animal tests.  New York Times News Service

Ótimas notícias!!!!!!!!!!!!


Jaguatirica, ocelote ou gato-do-mato é um felino cujo nome científico é Leopardus pardalis, originariamente encontrado na Mata Atlântica e outras matas brasileiras. Distribuída por toda a América Latina, é encontrada também no sul dos Estados Unidos. De hábitos noturnos, passa a maior parte do dia dormindo nos galhos das árvores ou escondido entre a vegetação. Possuem hábito solitário, só procuram um parceiro na hora do acasalamento.
As fêmeas têm de um a quatro filhotes a cada gestação. Supõe-se que se reproduzem a cada dois anos. O período de gestação varia de 70 a 95 dias. As fêmeas chegam à idade adulta em um ano e meio, os machos aos dois anos. Em cativeiro estima-se que viva cerca de 20 anos, mas é possível que viva menos na natureza.
Alimenta-se de mamíferos pequenos e médios, como roedores, macacos, morcegos e outros. Come também lagartos, cobras e ovos de tartarugas. Caça aves, e alguns são bons pescadores. A jaguatirica mede entre 65 cm e um metro de comprimento, fora a cauda, que pode chegar a 45 cm. Pesa entre 8 e 16 kg. Também é chamado onça-pintada, no entanto a onça (Panthera onca) é maior, podendo atingir 2,10m.
No Brasil, ocorre na Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal e Caatinga.
Seu status é considerado pouco preocupante pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (2002) e em perigo pela USDI (1980), apêndice 1 da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção. Está desaparecendo pela ação dos caçadores que querem sua pele. O mercado negro é alimentado pelo costume adoptado em muitos países de transformá-lo em animal exótico e de estimação.
Jaguatirica, ocelote ou gato-do-mato é um felino cujo nome científico é Leopardus pardalis, originariamente encontrado na Mata Atlântica e outras matas brasileiras. Distribuída por toda a América Latina, é encontrada também no sul dos Estados Unidos. De hábitos noturnos, passa a maior parte do dia dormindo nos galhos das árvores ou escondido entre a vegetação. Possuem hábito solitário, só procuram um parceiro na hora do acasalamento. As fêmeas têm de um a quatro filhotes a cada gestação. Supõe-se que se reproduzem a cada dois anos. O período de gestação varia de 70 a 95 dias. As fêmeas chegam à idade adulta em um ano e meio, os machos aos dois anos. Em cativeiro estima-se que viva cerca de 20 anos, mas é possível que viva menos na natureza. Alimenta-se de mamíferos pequenos e médios, como roedores, macacos, morcegos e outros. Come também lagartos, cobras e ovos de tartarugas. Caça aves, e alguns são bons pescadores. A jaguatirica mede entre 65 cm e um metro de comprimento, fora a cauda, que pode chegar a 45 cm. Pesa entre 8 e 16 kg. Também é chamado onça-pintada, no entanto a onça (Panthera onca) é maior, podendo atingir 2,10m. No Brasil, ocorre na Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal e Caatinga. Seu status é considerado pouco preocupante pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (2002) e em perigo pela USDI (1980), apêndice 1 da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção. Está desaparecendo pela ação dos caçadores que querem sua pele. O mercado negro é alimentado pelo costume adoptado em muitos países de transformá-lo em animal exótico e de estimação

Jaguatirica


Quem não curte a companhia de um bicho de estimação? É impossível resistir! Porém, o animal não é um brinquedo que pode ser descartado quando se perde o interesse por ele, ou quando se acha que se tornou um “estorvo”. Como todo ser vivo, ele possui necessidades e ritmos próprios que precisam ser bem conhecidos antes que sua posse seja concretizada.
Ele cresce, envelhece, tem fome, faz sujeira, pode fazer barulho, precisa ser ensinado, pode ficar doente e precisa de atenção. Precisamos ter consciência de tudo isso pois, a partir do momento que resolvemos ter sua posse, seremos responsáveis pelo seu bem-estar até o final de sua vida. Afinal de contas, o bichinho não pediu para que você fosse o “dono” dele, não é?
Neste especial, falaremos sobre posse responsável, cuidados com a saúde (incluindo locais de atendimento público) e como realizar a doação da forma mais adequada quando não há outra opção.

CUIDANDO COM RESPONSABILIDADE
É muito difícil mensurar a quantidade de animais (em geral, cães e gatos) abandonados nas grandes cidades. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que em grandes centros urbanos, há um cão - por exemplo - para cada cinco habitantes; mas 10% deles está em estado de abandono. Em cidades como São Paulo, acredita-se que o abandono atinja a casa dos milhões.
Ter consciência da nossa responsabilidade pelo bem-estar dos animais, considerados de estimação, reflete na diminuição do abandono. Inclusive, quando são abandonados, os animais estão mais sujeitos às doenças, à violência e maus-tratos e à possibilidade de contribuir para uma superpopulação, tendo em vista de que muitos deles não são esterilizados.
O convívio saudável com os animais domésticos de estimação não deveria ocorrer por impulso ou induzido pelo consumismo/modismo. Para que não ocorram arrependimentos ou sofrimentos desnecessários para ambos os lados, recomenda-se refletir sobre todos os aspectos dessa futura convivência. Há questões específicas que precisam ser pensadas, antes de levar o animal para casa:
1 - O espaço físico, que será compartilhado entre os animais e a família, permite uma convivência que não gere restrições aos dois (sobretudo do ponto de vista do comportamento)?
2 - Todas as pessoas envolvidas no dia-a-dia desta convivência estão de acordo, ou serão conscientes e tolerantes, de suas novas obrigações? Isso também vale para empregados domésticos, especialmente diaristas.
3 - Ao escolher o parceiro animal, é importante buscar informações e orientações sobre a espécie, raça (ou não), finalidade, porte e temperamento pretendido.
4 - Avaliar todos os custos agregados, desde a aquisição, principalmente a manutenção rotineira. É preciso ter uma reserva financeira para incidentes e ocorrências eventuais mais onerosas;
5 - Considerar os benefícios de uma adoção e evitar a compra, sobretudo porque animais não são mercadorias, mas seres com sentimento. Dessa forma, não há sentido em se comprar animais.

Cuide bem do seu cachorrinho Quem não curte a companhia de um bicho de estimação? É impossível resistir! Porém, o animal não é um brinquedo que pode ser descartado quando se perde o interesse por ele, ou quando se acha que se tornou um “estorvo”. Como todo ser vivo, ele possui necessidades e ritmos próprios que precisam ser bem conhecidos antes que sua posse seja concretizada. Ele cresce, envelhece, tem fome, faz sujeira, pode fazer barulho, precisa ser ensinado, pode ficar doente e precisa de atenção. Precisamos ter consciência de tudo isso pois, a partir do momento que resolvemos ter sua posse, seremos responsáveis pelo seu bem-estar até o final de sua vida. Afinal de contas, o bichinho não pediu para que você fosse o “dono” dele, não é? Neste especial, falaremos sobre posse responsável, cuidados com a saúde (incluindo locais de atendimento público) e como realizar a doação da forma mais adequada quando não há outra opção.  CUIDANDO COM RESPONSABILIDADE É muito difícil mensurar a quantidade de animais (em geral, cães e gatos) abandonados nas grandes cidades. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que em grandes centros urbanos, há um cão - por exemplo - para cada cinco habitantes; mas 10% deles está em estado de abandono. Em cidades como São Paulo, acredita-se que o abandono atinja a casa dos milhões. Ter consciência da nossa responsabilidade pelo bem-estar dos animais, considerados de estimação, reflete na diminuição do abandono. Inclusive, quando são abandonados, os animais estão mais sujeitos às doenças, à violência e maus-tratos e à possibilidade de contribuir para uma superpopulação, tendo em vista de que muitos deles não são esterilizados. O convívio saudável com os animais domésticos de estimação não deveria ocorrer por impulso ou induzido pelo consumismo/modismo. Para que não ocorram arrependimentos ou sofrimentos desnecessários para ambos os lados, recomenda-se refletir sobre todos os aspectos dessa futura convivência. Há questões específicas que precisam ser pensadas, antes de levar o animal para casa: 1 - O espaço físico, que será compartilhado entre os animais e a família, permite uma convivência que não gere restrições aos dois (sobretudo do ponto de vista do comportamento)? 2 - Todas as pessoas envolvidas no dia-a-dia desta convivência estão de acordo, ou serão conscientes e tolerantes, de suas novas obrigações? Isso também vale para empregados domésticos, especialmente diaristas. 3 - Ao escolher o parceiro animal, é importante buscar informações e orientações sobre a espécie, raça (ou não), finalidade, porte e temperamento pretendido. 4 - Avaliar todos os custos agregados, desde a aquisição, principalmente a manutenção rotineira. É preciso ter uma reserva financeira para incidentes e ocorrências eventuais mais onerosas; 5 - Considerar os benefícios de uma adoção e evitar a compra, sobretudo porque animais não são mercadorias, mas seres com sentimento. Dessa forma, não há sentido em se comprar animais

Essa imagem é perfeita!
Ela consegue expressar duas situações:
1) Pais que compram filhotes para dar de presentes
para seus filhos, como se fossem brinquedos, que logo
depois de um tempo enjoam, e se desfazem dos animais
como se fossem descartáveis.
2) Pessoas que compram animais, quando na verdade já
existem milhares nas ruas passando necessidades, sofrendo
e precisando de um lar, de carinho, de uma família.

(Conscientização é tudo!)
Essa imagem é perfeita!
Ela consegue expressar duas situações:
1) Pais que compram filhotes para dar de presentes
para seus filhos, como se fossem brinquedos, que logo
depois de um tempo enjoam, e se desfazem dos animais
como se fossem descartáveis.
2) Pessoas que compram animais, quando na verdade já
existem milhares nas ruas passando necessidades, sofrendo
e precisando de um lar, de carinho, de uma família.

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