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FICA A DICA
Ter um animal de estimação ajuda as crianças autistas a se tornarem mais sociáveis e a melhorar suas relações sociais.  Foi o que concluiu um estudo feito por Gretchen Carlisle, cientista do Centro de Pesquisa para a Interação Humana-Animal da Faculdade de Medicina Universidade de Missouri, nos EUA. A pesquisa analisou 70 famílias com crianças ou jovens autistas com idades entre os 8 e os 18 anos.  De acordo com a pesquisadora, cerca de 70% das famílias que participaram no estudo tinham cães e perto de metade vivia com gatos. Outros tinham peixes, roedores, coelhos, répteis, pássaros e até aranhas.   "Quando comparei as relações sociais das crianças autistas que viviam com cães, com as que não tinham um amigo de quatro patas, as do primeiro grupo apresentaram um melhor desempenho", afirma Carlisle.  Segundo ela "as crianças que tinham em casa qualquer tipo de animal disseram ter mais facilidade em apresentar-se aos outros, pedir informações ou responder perguntas".  O estudo foi publicado recentemente na revista científica Journal of Autism and Developmental Disorders.  Os animais Segundo Carlisle, os animais servem como "lubrificantes sociais", isto é, quando estão presentes numa sala de aula, ajudam as crianças a se comunicar mais entre si, um efeito que se estende aos autistas e que pode explicar o aumento da assertividade das que vivem com um animal.    "Quando uma criança com deficiência sai à rua acompanhada de um cão-guia, outras crianças param para falar com ela. As crianças com autismo têm dificuldades em interagir com os outros, mas se houver um animal em casa com o qual têm uma ligação e um visitante lhes fizer perguntas, têm maior probabilidade de responder", esclarece.   O estudo concluiu, também, que as competências sociais das crianças aumentavam progressivamente com o aumento do período de tempo de convivência com o animal.  Além disso, os jovens disseram ter relações mais próximas com os cães de pequeno porte.   "Descobrir que as crianças com autismo estabelecem uma ligação mais forte com cães menores e que os pais relatam boas relações entre as crianças e outros animais, como os gatos ou os coelhos, é uma evidência de que outro tipo de animal pode, além do cão, ser benéfico para estas crianças", realça Carlisle.    Isto significa que "os cães são bons companheiros para certas crianças autistas, mas podem não ser a melhor opção para todas elas".   "As crianças com autismo têm uma personalidade única e outros animais podem ser tão, ou mais benéficos que os cães", finaliza a pesquisadora.  Com informações do Boas Notícias
Ter um animal de estimação ajuda as crianças autistas a se tornarem mais sociáveis e a melhorar suas relações sociais. 

Foi o que concluiu um estudo feito por Gretchen Carlisle, cientista do Centro de Pesquisa para a Interação Humana-Animal da Faculdade de Medicina Universidade de Missouri, nos EUA.
A pesquisa analisou 70 famílias com crianças ou jovens autistas com idades entre os 8 e os 18 anos.

De acordo com a pesquisadora, cerca de 70% das famílias que participaram no estudo tinham cães e perto de metade vivia com gatos. Outros tinham peixes, roedores, coelhos, répteis, pássaros e até aranhas.
 
"Quando comparei as relações sociais das crianças autistas que viviam com cães, com as que não tinham um amigo de quatro patas, as do primeiro grupo apresentaram um melhor desempenho", afirma Carlisle.

Segundo ela "as crianças que tinham em casa qualquer tipo de animal disseram ter mais facilidade em apresentar-se aos outros, pedir informações ou responder perguntas".

O estudo foi publicado recentemente na revista científica Journal of Autism and Developmental Disorders.

Os animais

Segundo Carlisle, os animais servem como "lubrificantes sociais", isto é, quando estão presentes numa sala de aula, ajudam as crianças a se comunicar mais entre si, um efeito que se estende aos autistas e que pode explicar o aumento da assertividade das que vivem com um animal. 
 
"Quando uma criança com deficiência sai à rua acompanhada de um cão-guia, outras crianças param para falar com ela. As crianças com autismo têm dificuldades em interagir com os outros, mas se houver um animal em casa com o qual têm uma ligação e um visitante lhes fizer perguntas, têm maior probabilidade de responder", esclarece.
 
O estudo concluiu, também, que as competências sociais das crianças aumentavam progressivamente com o aumento do período de tempo de convivência com o animal.

Além disso, os jovens disseram ter relações mais próximas com os cães de pequeno porte.
 
"Descobrir que as crianças com autismo estabelecem uma ligação mais forte com cães menores e que os pais relatam boas relações entre as crianças e outros animais, como os gatos ou os coelhos, é uma evidência de que outro tipo de animal pode, além do cão, ser benéfico para estas crianças", realça Carlisle. 
 
Isto significa que "os cães são bons companheiros para certas crianças autistas, mas podem não ser a melhor opção para todas elas". 

"As crianças com autismo têm uma personalidade única e outros animais podem ser tão, ou mais benéficos que os cães", finaliza a pesquisadora.

Com informações do Boas Notícias

Animais ajudam autistas a se relacionar

ALTRUÍSMO
Um jovem ganhou 500 dólares, cerca de 1.300 reais em uma raspadinha e usou todo o dinheiro do prêmio para ajudar o abrigo de animais da cidade onde vive. Foi uma forma de agradecer ao abrigo, onde ele resgatou um dos seus cães há três anos. O norte-americano Bryce Vucekovich, de 27 anos, surpreendeu, os trabalhadores dos Dallas Animal Services, no estado do Texas, EUA, quando chegou com um camião cheio de alimentos, areia e outros produtos necessários cuidar dos cães e gatos que vivem lá.  "Sempre disse a mim mesmo que, se alguma vez ganhasse uma quantia inesperada de dinheiro, o doaria [aos animais]", contou o jovem em entrevista à CBS News.  Ele confessou que a inspiração para este gesto altruísta surgiu depois de ter ido àquele mesmo abrigo buscar o seu cão Fred, de apenas três patas.   "Acho que ninguém quer adotar um cão com três patas, mas eu o escolhi imediatamente", recordou Vucekovich.  Adoção Ele também é dono de um outro cão que perdeu um olho. "O meu objetivo na vida é adotar vários cães abandonados", revelou.   Segundo o rapaz, o abrigo acolhe "um grande número de animais", uma realidade "que não pode ser fácil de gerir".    A doação foi recebida no mês passado com grande alegria pelos responsáveis, que cuidam de mais de 600 animais à espera de uma família.   Teresa Cleek, gestora do centro, disse à CBS que o altruísmo de Vucekovich "aqueceu o coração" de todos.  Com informações da CBSNews
Foto: reprodução/CBS
Um jovem ganhou 500 dólares, cerca de 1.300 reais em uma raspadinha e usou todo o dinheiro do prêmio para ajudar o abrigo de animais da cidade onde vive.
Foi uma forma de agradecer ao abrigo, onde ele resgatou um dos seus cães há três anos.
O norte-americano Bryce Vucekovich, de 27 anos, surpreendeu, os trabalhadores dos Dallas Animal Services, no estado do Texas, EUA, quando chegou com um camião cheio de alimentos, areia e outros produtos necessários cuidar dos cães e gatos que vivem lá.
"Sempre disse a mim mesmo que, se alguma vez ganhasse uma quantia inesperada de dinheiro, o doaria [aos animais]", contou o jovem em entrevista à CBS News.

Ele confessou que a inspiração para este gesto altruísta surgiu depois de ter ido àquele mesmo abrigo buscar o seu cão Fred, de apenas três patas.
 
"Acho que ninguém quer adotar um cão com três patas, mas eu o escolhi imediatamente", recordou Vucekovich.

Adoção

Ele também é dono de um outro cão que perdeu um olho. "O meu objetivo na vida é adotar vários cães abandonados", revelou.
 
Segundo o rapaz, o abrigo acolhe "um grande número de animais", uma realidade "que não pode ser fácil de gerir". 
 
A doação foi recebida no mês passado com grande alegria pelos responsáveis, que cuidam de mais de 600 animais à espera de uma família. 

Teresa Cleek, gestora do centro, disse à CBS que o altruísmo de Vucekovich "aqueceu o coração" de todos.

Com informações da CBSNews
CAMPANHA 
CAMPANHA    O Instituto NEX, organização não governamental com sede na cidade de Corumbá de Goiás, Estado de Goiás, que luta pela preservação dos felinos brasileiros ameaçados de extinção, lançou uma campanha de financiamento coletivo para adquirir equipamento para monitorar Xangô, uma onça-pintada (Panthera onca) melânica de vida livre, que costuma visitar os animais da sede da entidade.  O objetivo da campanha, realizada em conjunto com a ONG Associação Guardiões do Cerrado (AGC), é adquirir R$ 4.000,00 (quatro mil Reais), que serão utilizados para a compra da Antena VHF com receptor, possibilitando assim a coleta de dados da coleira de monitoramento (já comprada e colocada no animal). Para doar, basta acessar o site: www.catarse.me/pt/xango, e escolher uma opção (de R$ 15,00 a R$ 1.000,00). Os participantes ganham brindes, como camisetas e visitas ao Instituto.   Xangô – Os felinos que vivem no NEX são vítimas da ação do homem e com um triste histórico de violência e abusos. São onças que ficaram órfãs após terem seus pais assassinados por caçadores, felinos silvestres criados irresponsavelmente como animais de estimação e animais vítimas de traficantes e fazendeiros e, por isso, não poderão retornar à natureza. O protagonista desta história, no entanto, tem uma história diferente. Xangô é um macho adulto, de vida livre, que surpreendeu a todos ao visitar os animais do instituto.   A primeira pista de sua existência foi a marca de suas patas no concreto fresco após uma reforma próxima a um recinto. Depois foram instaladas câmeras que flagraram algumas visitas. Xangô foi então atraído à uma armadilha, onde foi sedado para passar por exames e receber uma coleira com GPS que transmite a localização do animal, evitando assim possíveis conflitos e riscos ao animal e moradores da região.

O Instituto NEX, organização não governamental com sede na cidade de Corumbá de Goiás, Estado de Goiás, que luta pela preservação dos felinos brasileiros ameaçados de extinção, lançou uma campanha de financiamento coletivo para adquirir equipamento para monitorar Xangô, uma onça-pintada (Panthera onça) melânica de vida livre, que costuma visitar os animais da sede da entidade.

O objetivo da campanha, realizada em conjunto com a ONG Associação Guardiões do Cerrado (AGC), é adquirir R$ 4.000,00 (quatro mil Reais), que serão utilizados para a compra da Antena VHF com receptor, possibilitando assim a coleta de dados da coleira de monitoramento (já comprada e colocada no animal). Para doar, basta acessar o site: www.catarse.me/pt/xango, e escolher uma opção (de R$ 15,00 a R$ 1.000,00). Os participantes ganham brindes, como camisetas e visitas ao Instituto. 

Xangô – Os felinos que vivem no NEX são vítimas da ação do homem e com um triste histórico de violência e abusos. São onças que ficaram órfãs após terem seus pais assassinados por caçadores, felinos silvestres criados irresponsavelmente como animais de estimação e animais vítimas de traficantes e fazendeiros e, por isso, não poderão retornar à natureza. O protagonista desta história, no entanto, tem uma história diferente. Xangô é um macho adulto, de vida livre, que surpreendeu a todos ao visitar os animais do instituto. 

A primeira pista de sua existência foi a marca de suas patas no concreto fresco após uma reforma próxima a um recinto. Depois foram instaladas câmeras que flagraram algumas visitas. Xangô foi então atraído à uma armadilha, onde foi sedado para passar por exames e receber uma coleira com GPS que transmite a localização do animal, evitando assim possíveis conflitos e riscos ao animal e moradores da região.

A FEIPET, Feira de Negócios para Animais de Estimação, realiza sua terceira edição em abril de 2015, e a principal novidade será o primeiro simpósio sul-brasileiro de medicina veterinária pet. A programação, voltada para médicos veterinários, ocorrerá paralelamente à feira e contará com três minicursos e nove palestras. O evento, que ocorre nos dias 25, 26 e 27, tem início às 13h e término às 20h, no Centro de Eventos e Negócios Fenac, na cidade de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul.     Os veterinários palestrantes já confirmados são M. V. Vera Lúcia Machado da Silva, sobre processos éticos em clínicas veterinárias, Prof. Dr. Álan Gomes Pöppl, geriatria, M. V. Ceres Berger Faraco, comportamento animal, M.V. Eduardo Maschka Lucas, tendências e oportunidades do mercado, M.V. Gleide Marsicano, primeiros socorros em silvestres. Entre os minicursos, a Dra. Vivian Pignone e Prof. Dr.Rafael Ferreira, irão abordar os temas odontologia e dermatologia, respectivamente. Mais palestrantes serão divulgados em breve.     A entrada para visitação da feira é gratuita e exclusivamente para profissionais da área pet. Não é permitida a entrada de menores de 14 anos e de animais que não sejam cadastrados por expositores, groomers ou palestrantes do evento.     A realização do evento é da MV Trevisan, promotora da FEIPET, em parceria com o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) e com o Laboratório Virbac.     Para participação no simpósio é necessário inscrição antecipada. Mais informações serão divulgadas no site da FEIPET (www.feipet.com.br).
A FEIPET, Feira de Negócios para Animais de Estimação, realiza sua terceira edição em abril de 2015, e a principal novidade será o primeiro simpósio sul-brasileiro de medicina veterinária pet. A programação, voltada para médicos veterinários, ocorrerá paralelamente à feira e contará com três minicursos e nove palestras. O evento, que ocorre nos dias 25, 26 e 27, tem início às 13h e término às 20h, no Centro de Eventos e Negócios Fenac, na cidade de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul. 
  
Os veterinários palestrantes já confirmados são M. V. Vera Lúcia Machado da Silva, sobre processos éticos em clínicas veterinárias, Prof. Dr. Álan Gomes Pöppl, geriatria, M. V. Ceres Berger Faraco, comportamento animal, M.V. Eduardo Maschka Lucas, tendências e oportunidades do mercado, M.V. Gleide Marsicano, primeiros socorros em silvestres. Entre os minicursos, a Dra. Vivian Pignone e Prof. Dr.Rafael Ferreira, irão abordar os temas odontologia e dermatologia, respectivamente. Mais palestrantes serão divulgados em breve. 
  
A entrada para visitação da feira é gratuita e exclusivamente para profissionais da área pet. Não é permitida a entrada de menores de 14 anos e de animais que não sejam cadastrados por expositores, groomers ou palestrantes do evento. 
  
A realização do evento é da MV Trevisan, promotora da FEIPET, em parceria com o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) e com o Laboratório Virbac. 
  
Para participação no simpósio é necessário inscrição antecipada. Mais informações serão divulgadas no site da FEIPET (www.feipet.com.br). 
Garoto de 9 anos conseguiu doações pela internet e hoje acolhe e cuida de cachorros de rua nas Filipinas. O pequeno Ken, com apenas 9 anos de idade, notando o sofrimento dos cães de rua Blackie, Brownie e White Puppy, na região sul das Filipinas, resolveu abrigá-los na garagem da própria casa. O desejo de ajudar animais abandonados era antigo. Ele sempre dizia ao pai, Kay, que sonhava em construir um abrigo para cuidar dos bichos. A resposta era: "vai levar uns 20 anos para você levantar essa verba, filho”.
Garoto de 9 anos conseguiu doações pela internet e hoje acolhe e cuida de cachorros de rua nas Filipinas. O pequeno Ken, com apenas 9 anos de idade, notando o sofrimento dos cães de rua Blackie, Brownie e White Puppy, na região sul das Filipinas, resolveu abrigá-los na garagem da própria casa. O desejo de ajudar animais abandonados era antigo. Ele sempre dizia ao pai, Kay, que sonhava em construir um abrigo para cuidar dos bichos. A resposta era: "vai levar uns 20 anos para você levantar essa verba, filho”.   No entanto, graças aos benefícios e popularidade das redes sociais, fotos do abrigo foram postadas e, em pouco tempo, se tornaram virais – o que resultou em um grande número de doações em prol da saúde dos cães e da construção do canil.   No período de um ano, o menino criou o "The Happy Animals Club” (Clube dos Animais Felizes, em português). Ao levar os três pets para a casa, Ken recebeu a ajuda de seu pai e dos internautas comprando ração e tratando problemas de sarna e peso nos bichos em apenas dois meses. Com a quantia arrecadada, Ken alugou um terreno para construir o abrigo de 1.000 metros quadrados, utilizando US$1.500 – cerca de R$3.300 que recebeu das doações.    Infelizmente, ainda não é possível cuidar de mais cães, pois não há renda suficiente para a alimentação e assistência veterinária. Porém, o otimismo de Ken acredita que logo mais doadores irão ajudar e que será possível proteger outros animais. A principal meta é receber os cães de rua, cuidar deles e doá-los para famílias da região.   O amor pelos bichos e a generosidade do menino podem e devem servir como inspiração para iniciativas que irão transformar a vida de milhares de cães abandonados no mundo todo, além de fortalecer o incentivo da adoção de cães. Esse tipo de exemplo mostra como a internet pode ser uma ferramenta social importantíssima desde que utilizada de maneira correta.    Fonte: Pet Mag

No entanto, graças aos benefícios e popularidade das redes sociais, fotos do abrigo foram postadas e, em pouco tempo, se tornaram virais – o que resultou em um grande número de doações em prol da saúde dos cães e da construção do canil. 

No período de um ano, o menino criou o "The Happy Animals Club” (Clube dos Animais Felizes, em português). Ao levar os três pets para a casa, Ken recebeu a ajuda de seu pai e dos internautas comprando ração e tratando problemas de sarna e peso nos bichos em apenas dois meses. Com a quantia arrecadada, Ken alugou um terreno para construir o abrigo de 1.000 metros quadrados, utilizando US$1.500 – cerca de R$3.300 que recebeu das doações.

Garoto de 9 anos conseguiu doações pela internet e hoje acolhe e cuida de cachorros de rua nas Filipinas. O pequeno Ken, com apenas 9 anos de idade, notando o sofrimento dos cães de rua Blackie, Brownie e White Puppy, na região sul das Filipinas, resolveu abrigá-los na garagem da própria casa. O desejo de ajudar animais abandonados era antigo. Ele sempre dizia ao pai, Kay, que sonhava em construir um abrigo para cuidar dos bichos. A resposta era: "vai levar uns 20 anos para você levantar essa verba, filho”.   No entanto, graças aos benefícios e popularidade das redes sociais, fotos do abrigo foram postadas e, em pouco tempo, se tornaram virais – o que resultou em um grande número de doações em prol da saúde dos cães e da construção do canil.   No período de um ano, o menino criou o "The Happy Animals Club” (Clube dos Animais Felizes, em português). Ao levar os três pets para a casa, Ken recebeu a ajuda de seu pai e dos internautas comprando ração e tratando problemas de sarna e peso nos bichos em apenas dois meses. Com a quantia arrecadada, Ken alugou um terreno para construir o abrigo de 1.000 metros quadrados, utilizando US$1.500 – cerca de R$3.300 que recebeu das doações.    Infelizmente, ainda não é possível cuidar de mais cães, pois não há renda suficiente para a alimentação e assistência veterinária. Porém, o otimismo de Ken acredita que logo mais doadores irão ajudar e que será possível proteger outros animais. A principal meta é receber os cães de rua, cuidar deles e doá-los para famílias da região.   O amor pelos bichos e a generosidade do menino podem e devem servir como inspiração para iniciativas que irão transformar a vida de milhares de cães abandonados no mundo todo, além de fortalecer o incentivo da adoção de cães. Esse tipo de exemplo mostra como a internet pode ser uma ferramenta social importantíssima desde que utilizada de maneira correta.    Fonte: Pet Mag

Infelizmente, ainda não é possível cuidar de mais cães, pois não há renda suficiente para a alimentação e assistência veterinária. Porém, o otimismo de Ken acredita que logo mais doadores irão ajudar e que será possível proteger outros animais. A principal meta é receber os cães de rua, cuidar deles e doá-los para famílias da região.

O amor pelos bichos e a generosidade do menino podem e devem servir como inspiração para iniciativas que irão transformar a vida de milhares de cães abandonados no mundo todo, além de fortalecer o incentivo da adoção de cães. Esse tipo de exemplo mostra como a internet pode ser uma ferramenta social importantíssima desde que utilizada de maneira correta. 

Fonte: Pet Mag
CRUELDADE ABSURDA!
Animal ficava acorrentado 24 horas e comia plástico para encher o estômago. A história parece inacreditável tamanha a crueldade envolvida. Um elefante indiano foi resgatado por uma organização de defesa dos animais após 50 anos sofrendo maus tratos. A entidade não aceitava aquela situação e montou uma operação arriscada para libertá-lo. Conheça a história de Raju.
CRUELDADE ABSURDA! Animal ficava acorrentado 24 horas e comia plástico para encher o estômago. A história parece inacreditável tamanha a crueldade envolvida. Um elefante indiano foi resgatado por uma organização de defesa dos animais após 50 anos sofrendo maus tratos. A entidade não aceitava aquela situação e montou uma operação arriscada para libertá-lo. Conheça a história de Raju.   Raju foi rejeitado pela mãe ainda filhote. Desde então, ele foi jogado de um proprietário a outro, até terminar em situação lastimável maus tratos O elefante era usado para conseguir dinheiro de turistas na Índia e passava 24 horas acorrentado. As correntes estavam perfurando a pele do animal gigante.    Membros da organização SOS-UK foram no meio da noite liberar o animal a qualquer custo. O dono do elefante tentou impedir a operação e chegou a dar comandos de ataque. Mas voluntários se mantiveram firmes no propósito. Raju estava fraco demais. Ele chegou a comer plástico e outros objetos para encher seu estômago    Ao perceber que estava sendo libertado, membros da equipe de resgate contaram que o animal começou a chorar. "As lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju. Algumas, sem dúvida, foram devido à dor, mas ele também parecia sentir que a mudança estava por vir. Ele sentiu esperança pela primeira vez ", disse um deles em entrevistas à agência Presspeople    Após o resgate, o animal foi levado para um santuário na cidade indiana de Mathura, onde vai viver em liberdade. Quando chegou ao local, o animal estava tão exausto que quase não conseguia se mover. Mas, com o tempo, ele foi se recuperando. Olha como a expressão do elefante melhorou.    Fonte: R7

Raju foi rejeitado pela mãe ainda filhote. Desde então, ele foi jogado de um proprietário a outro, até terminar em situação lastimável maus tratos O elefante era usado para conseguir dinheiro de turistas na Índia e passava 24 horas acorrentado. As correntes estavam perfurando a pele do animal gigante.

CRUELDADE ABSURDA! Animal ficava acorrentado 24 horas e comia plástico para encher o estômago. A história parece inacreditável tamanha a crueldade envolvida. Um elefante indiano foi resgatado por uma organização de defesa dos animais após 50 anos sofrendo maus tratos. A entidade não aceitava aquela situação e montou uma operação arriscada para libertá-lo. Conheça a história de Raju.   Raju foi rejeitado pela mãe ainda filhote. Desde então, ele foi jogado de um proprietário a outro, até terminar em situação lastimável maus tratos O elefante era usado para conseguir dinheiro de turistas na Índia e passava 24 horas acorrentado. As correntes estavam perfurando a pele do animal gigante.    Membros da organização SOS-UK foram no meio da noite liberar o animal a qualquer custo. O dono do elefante tentou impedir a operação e chegou a dar comandos de ataque. Mas voluntários se mantiveram firmes no propósito. Raju estava fraco demais. Ele chegou a comer plástico e outros objetos para encher seu estômago    Ao perceber que estava sendo libertado, membros da equipe de resgate contaram que o animal começou a chorar. "As lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju. Algumas, sem dúvida, foram devido à dor, mas ele também parecia sentir que a mudança estava por vir. Ele sentiu esperança pela primeira vez ", disse um deles em entrevistas à agência Presspeople    Após o resgate, o animal foi levado para um santuário na cidade indiana de Mathura, onde vai viver em liberdade. Quando chegou ao local, o animal estava tão exausto que quase não conseguia se mover. Mas, com o tempo, ele foi se recuperando. Olha como a expressão do elefante melhorou.    Fonte: R7

Membros da organização SOS-UK foram no meio da noite liberar o animal a qualquer custo. O dono do elefante tentou impedir a operação e chegou a dar comandos de ataque. Mas voluntários se mantiveram firmes no propósito. Raju estava fraco demais. Ele chegou a comer plástico e outros objetos para encher seu estômago

CRUELDADE ABSURDA! Animal ficava acorrentado 24 horas e comia plástico para encher o estômago. A história parece inacreditável tamanha a crueldade envolvida. Um elefante indiano foi resgatado por uma organização de defesa dos animais após 50 anos sofrendo maus tratos. A entidade não aceitava aquela situação e montou uma operação arriscada para libertá-lo. Conheça a história de Raju.   Raju foi rejeitado pela mãe ainda filhote. Desde então, ele foi jogado de um proprietário a outro, até terminar em situação lastimável maus tratos O elefante era usado para conseguir dinheiro de turistas na Índia e passava 24 horas acorrentado. As correntes estavam perfurando a pele do animal gigante.    Membros da organização SOS-UK foram no meio da noite liberar o animal a qualquer custo. O dono do elefante tentou impedir a operação e chegou a dar comandos de ataque. Mas voluntários se mantiveram firmes no propósito. Raju estava fraco demais. Ele chegou a comer plástico e outros objetos para encher seu estômago    Ao perceber que estava sendo libertado, membros da equipe de resgate contaram que o animal começou a chorar. "As lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju. Algumas, sem dúvida, foram devido à dor, mas ele também parecia sentir que a mudança estava por vir. Ele sentiu esperança pela primeira vez ", disse um deles em entrevistas à agência Presspeople    Após o resgate, o animal foi levado para um santuário na cidade indiana de Mathura, onde vai viver em liberdade. Quando chegou ao local, o animal estava tão exausto que quase não conseguia se mover. Mas, com o tempo, ele foi se recuperando. Olha como a expressão do elefante melhorou.    Fonte: R7

Ao perceber que estava sendo libertado, membros da equipe de resgate contaram que o animal começou a chorar. "As lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju. Algumas, sem dúvida, foram devido à dor, mas ele também parecia sentir que a mudança estava por vir. Ele sentiu esperança pela primeira vez ", disse um deles em entrevistas à agência Presspeople

CRUELDADE ABSURDA! Animal ficava acorrentado 24 horas e comia plástico para encher o estômago. A história parece inacreditável tamanha a crueldade envolvida. Um elefante indiano foi resgatado por uma organização de defesa dos animais após 50 anos sofrendo maus tratos. A entidade não aceitava aquela situação e montou uma operação arriscada para libertá-lo. Conheça a história de Raju.   Raju foi rejeitado pela mãe ainda filhote. Desde então, ele foi jogado de um proprietário a outro, até terminar em situação lastimável maus tratos O elefante era usado para conseguir dinheiro de turistas na Índia e passava 24 horas acorrentado. As correntes estavam perfurando a pele do animal gigante.    Membros da organização SOS-UK foram no meio da noite liberar o animal a qualquer custo. O dono do elefante tentou impedir a operação e chegou a dar comandos de ataque. Mas voluntários se mantiveram firmes no propósito. Raju estava fraco demais. Ele chegou a comer plástico e outros objetos para encher seu estômago    Ao perceber que estava sendo libertado, membros da equipe de resgate contaram que o animal começou a chorar. "As lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju. Algumas, sem dúvida, foram devido à dor, mas ele também parecia sentir que a mudança estava por vir. Ele sentiu esperança pela primeira vez ", disse um deles em entrevistas à agência Presspeople    Após o resgate, o animal foi levado para um santuário na cidade indiana de Mathura, onde vai viver em liberdade. Quando chegou ao local, o animal estava tão exausto que quase não conseguia se mover. Mas, com o tempo, ele foi se recuperando. Olha como a expressão do elefante melhorou.    Fonte: R7

Após o resgate, o animal foi levado para um santuário na cidade indiana de Mathura, onde vai viver em liberdade. Quando chegou ao local, o animal estava tão exausto que quase não conseguia se mover. Mas, com o tempo, ele foi se recuperando. Olha como a expressão do elefante melhorou.

CRUELDADE ABSURDA! Animal ficava acorrentado 24 horas e comia plástico para encher o estômago. A história parece inacreditável tamanha a crueldade envolvida. Um elefante indiano foi resgatado por uma organização de defesa dos animais após 50 anos sofrendo maus tratos. A entidade não aceitava aquela situação e montou uma operação arriscada para libertá-lo. Conheça a história de Raju.   Raju foi rejeitado pela mãe ainda filhote. Desde então, ele foi jogado de um proprietário a outro, até terminar em situação lastimável maus tratos O elefante era usado para conseguir dinheiro de turistas na Índia e passava 24 horas acorrentado. As correntes estavam perfurando a pele do animal gigante.    Membros da organização SOS-UK foram no meio da noite liberar o animal a qualquer custo. O dono do elefante tentou impedir a operação e chegou a dar comandos de ataque. Mas voluntários se mantiveram firmes no propósito. Raju estava fraco demais. Ele chegou a comer plástico e outros objetos para encher seu estômago    Ao perceber que estava sendo libertado, membros da equipe de resgate contaram que o animal começou a chorar. "As lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju. Algumas, sem dúvida, foram devido à dor, mas ele também parecia sentir que a mudança estava por vir. Ele sentiu esperança pela primeira vez ", disse um deles em entrevistas à agência Presspeople    Após o resgate, o animal foi levado para um santuário na cidade indiana de Mathura, onde vai viver em liberdade. Quando chegou ao local, o animal estava tão exausto que quase não conseguia se mover. Mas, com o tempo, ele foi se recuperando. Olha como a expressão do elefante melhorou.    Fonte: R7

Fonte: R7

DICAS DO DIA...

DICAS DO DIA... Reprodução   Com a chegada do período de férias, muitos tutores vêem uma boa oportunidade de acabar com o sedentarismo, praticando corridas e caminhadas, ao lado de seus cães. Mas assim como os seres humanos, estes animais também precisam de cuidados especiais na hora de praticar exercícios mais intensos, quando não estão habituados ou possuem alguma limitação física.  “Cães sedentários, obesos ou idosos, por exemplo, também ficam muito animados quando são levados para passear. Contudo, animais com este perfil não têm o hábito de praticar atividades físicas de maneira mais frequente e intensa.  Por isso, os tutores precisam tomar cuidado, já que existe o risco de que eles desenvolvam lesões, problemas de coluna e até alterações cardíacas ou respiratórias, caso excedam os seus próprios limites, durante corridas ou caminhadas”, explica a veterinária, Andréia Lordelo Uesugui.  Para que a prática de exercícios seja segura para os cães, a veterinária explica que é importante ir aos poucos e tomar alguns cuidados importantes com os animais. “Para correr ou apenas caminhar com os cães, o melhor é sempre escolher horários menos ensolarados do dia.  Diferentemente de nós, eles não possuem glândulas sudoríparas e não suam. Por isso, cães de todos os tipos sempre ficam exaustos e ofegantes, depois de ficar muito tempo embaixo do sol”, explica a veterinária. “Além disso, os animais podem ter queimaduras nas patas por causa do asfalto quente.”  Idosos  Reprodução   Cães com idade a partir dos sete anos precisam mais ainda de cuidados. Idosos, muitos deles costumam apresentar alterações cardíacas e graus elevados de problemas de coluna e articulares como displasia coxo-femoral. “Os exercícios físicos são importantes para a saúde de cães de todas as idades”, explica Andréia. “Porém, quando ficam idosos, o recomendado é que os seus tutores diminuam o ritmo de corridas ou caminhadas e encurtem a distância dos trajetos a serem percorridos, à medida que os animais forem se cansando.”  Obesos e sedentários  Animais obesos e sedentários, também precisam fazer exercícios em um ritmo mais lento. Embora necessitem de atividades físicas para perder peso e entrar em forma, muitos correm o mesmo risco de sofrer com problemas cardiovasculares que os idosos, além de também apresentarem maior propensão a sofrer distensões musculares e ruptura de ligamentos das pernas.  “Ao menos no início, a rotina de exercícios dos cães com esse perfil precisa seguir em um ritmo mais lento. Conforme entrarem em forma, os tutores podem intensificar a prática de atividades físicas com eles”, acrescenta a veterinária da Pet Center Marginal.  Confira algumas dicas para fazer um passeio seguro com o seu cão:  - Antes de sair com o animal, é importante que você e o cão bebam bastante água. Contudo, é recomendável que os animais ingiram o líquido em pequenas quantidades. Beber muita água, de uma vez só, pode desencadear torções gástricas nos animais, principalmente nos de grande porte.  - Para ditar o ritmo da caminhada ou da corrida, o tutor deve conduzir o cão corretamente. Para isso, é preciso levá-lo sempre do lado esquerdo sem deixar que ele te arraste. Isso evita má postura na coluna, quando estiver conduzindo o animal.  Reprodução - Outra opção é levar o cão com guias extensoras. Elas permitem mais mobilidade. No entanto, são recomendadas apenas quando o animal já está acostumado a acompanhar o tutor.  - Também é preciso respeitar o tempo do cão nos passeios. Não adianta ficar dando tranco na coleira, quando ele parar e cheirar alguma coisa. É o mesmo que alguém nos puxar, enquanto paramos para ver uma vitrine, por exemplo. Para os cães, o passeio tem que ser um momento de lazer e não de estresse.  - Sempre que o cão demonstrar cansaço e quiser parar, respeite. Deixe-o descansar e ofereça água. Procure um veterinário, caso ele se canse muito depressa.  - Ao final de cada passeio, recompense o cão, dando a ele um biscoito canino ou um brinquedo. Isso fará com que ele seja mais obediente, já que aprenderá a esperar por um “prêmio” ao final de cada passeio.  Reprodução Fonte: Bonde

Com a chegada do período de férias, muitos tutores vêem uma boa oportunidade de acabar com o sedentarismo, praticando corridas e caminhadas, ao lado de seus cães. Mas assim como os seres humanos, estes animais também precisam de cuidados especiais na hora de praticar exercícios mais intensos, quando não estão habituados ou possuem alguma limitação física.

“Cães sedentários, obesos ou idosos, por exemplo, também ficam muito animados quando são levados para passear. Contudo, animais com este perfil não têm o hábito de praticar atividades físicas de maneira mais frequente e intensa.
Por isso, os tutores precisam tomar cuidado, já que existe o risco de que eles desenvolvam lesões, problemas de coluna e até alterações cardíacas ou respiratórias, caso excedam os seus próprios limites, durante corridas ou caminhadas”, explica a veterinária, Andréia Lordelo Uesugui.
Para que a prática de exercícios seja segura para os cães, a veterinária explica que é importante ir aos poucos e tomar alguns cuidados importantes com os animais. “Para correr ou apenas caminhar com os cães, o melhor é sempre escolher horários menos ensolarados do dia.
Diferentemente de nós, eles não possuem glândulas sudoríparas e não suam. Por isso, cães de todos os tipos sempre ficam exaustos e ofegantes, depois de ficar muito tempo embaixo do sol”, explica a veterinária. “Além disso, os animais podem ter queimaduras nas patas por causa do asfalto quente.”
Idosos
Reprodução

Cães com idade a partir dos sete anos precisam mais ainda de cuidados. Idosos, muitos deles costumam apresentar alterações cardíacas e graus elevados de problemas de coluna e articulares como displasia coxo-femoral. “Os exercícios físicos são importantes para a saúde de cães de todas as idades”, explica Andréia. “Porém, quando ficam idosos, o recomendado é que os seus tutores diminuam o ritmo de corridas ou caminhadas e encurtem a distância dos trajetos a serem percorridos, à medida que os animais forem se cansando.”
Obesos e sedentários
Animais obesos e sedentários, também precisam fazer exercícios em um ritmo mais lento. Embora necessitem de atividades físicas para perder peso e entrar em forma, muitos correm o mesmo risco de sofrer com problemas cardiovasculares que os idosos, além de também apresentarem maior propensão a sofrer distensões musculares e ruptura de ligamentos das pernas.
“Ao menos no início, a rotina de exercícios dos cães com esse perfil precisa seguir em um ritmo mais lento. Conforme entrarem em forma, os tutores podem intensificar a prática de atividades físicas com eles”, acrescenta a veterinária da Pet Center Marginal.
Confira algumas dicas para fazer um passeio seguro com o seu cão:
- Antes de sair com o animal, é importante que você e o cão bebam bastante água. Contudo, é recomendável que os animais ingiram o líquido em pequenas quantidades. Beber muita água, de uma vez só, pode desencadear torções gástricas nos animais, principalmente nos de grande porte.
- Para ditar o ritmo da caminhada ou da corrida, o tutor deve conduzir o cão corretamente. Para isso, é preciso levá-lo sempre do lado esquerdo sem deixar que ele te arraste. Isso evita má postura na coluna, quando estiver conduzindo o animal.
Reprodução
- Outra opção é levar o cão com guias extensoras. Elas permitem mais mobilidade. No entanto, são recomendadas apenas quando o animal já está acostumado a acompanhar o tutor.
- Também é preciso respeitar o tempo do cão nos passeios. Não adianta ficar dando tranco na coleira, quando ele parar e cheirar alguma coisa. É o mesmo que alguém nos puxar, enquanto paramos para ver uma vitrine, por exemplo. Para os cães, o passeio tem que ser um momento de lazer e não de estresse.
- Sempre que o cão demonstrar cansaço e quiser parar, respeite. Deixe-o descansar e ofereça água. Procure um veterinário, caso ele se canse muito depressa.
- Ao final de cada passeio, recompense o cão, dando a ele um biscoito canino ou um brinquedo. Isso fará com que ele seja mais obediente, já que aprenderá a esperar por um “prêmio” ao final de cada passeio.
Reprodução
Fonte: Bonde

ADOÇÃO

Na Inglaterra, um cachorro não consegue um novo lar porque não abana o rabo para as pessoas que visitam o abrigo. O motivo? A equipe do Battersea Dogs & Cats Home acredita que seja por medo e timidez.
O cão Gizmo não abana o rabo para os visitantes porque é muito tímido. ADOÇÃO Na Inglaterra, um cachorro não consegue um novo lar porque não abana o rabo para as pessoas que visitam o abrigo. O motivo? A equipe do Battersea Dogs & Cats Home acredita que seja por medo e timidez. O cão Gizmo não abana o rabo para os visitantes porque é muito tímido. (Foto: Reprodução / Metro UK O cão Gizmo não abana o rabo para os visitantes porque é muito tímido. (Foto: Reprodução / Metro UK) Gizmo, que é da raça Staffordshire Bull Terrier e tem 6 anos, mora no abrigo há 5 meses. Ele tem muito medo de trânsito, do escuro e da chuva.  Por não abanar o rabo e nem demonstrar empolgação com os visitantes, Gizmo nunca é escolhido para ser adotado, porque os outros cachorros costumam pular de felicidade quando vêem as pessoas.  O cachorro é amoroso. (Foto: Reprodução / Metro UK  O cachorro é amoroso. Sarah Parkinson, assistente de adoção, se apaixonou por Gizmo e leva o cão para dormir em sua casa todas as noites. Mas assim que volta ao abrigo e vê o canil, ele começa a chorar. Ela afirma que o cão é carinhoso, mas o problema é que ele é muito assustado.  Ele foi resgatado das ruas de Londres em julho e ninguém sabe ao certo o que ele enfrentou para ter tanto receio de certas coisas e pessoas.  A esperança é que com a história de Gizmo sendo divulgada na Internet, as pessoas percebam que ele tem medo, mas ganhando sua confiança ele vai demonstrar todo seu amor.  O medo faz com que ele não consiga ser adotado. (Foto: Reprodução / Metro UK) O medo faz com que ele não consiga ser adotado.  Fonte: Portal do Dog
O cão Gizmo não abana o rabo para os visitantes porque é muito tímido. (Foto: Reprodução / Metro UK)
Gizmo, que é da raça Staffordshire Bull Terrier e tem 6 anos, mora no abrigo há 5 meses. Ele tem muito medo de trânsito, do escuro e da chuva.
Por não abanar o rabo e nem demonstrar empolgação com os visitantes, Gizmo nunca é escolhido para ser adotado, porque os outros cachorros costumam pular de felicidade quando vêem as pessoas.
O cachorro é amoroso. (Foto: Reprodução / Metro UK
O cachorro é amoroso.
Sarah Parkinson, assistente de adoção, se apaixonou por Gizmo e leva o cão para dormir em sua casa todas as noites. Mas assim que volta ao abrigo e vê o canil, ele começa a chorar. Ela afirma que o cão é carinhoso, mas o problema é que ele é muito assustado.
Ele foi resgatado das ruas de Londres em julho e ninguém sabe ao certo o que ele enfrentou para ter tanto receio de certas coisas e pessoas.
A esperança é que com a história de Gizmo sendo divulgada na Internet, as pessoas percebam que ele tem medo, mas ganhando sua confiança ele vai demonstrar todo seu amor.
O medo faz com que ele não consiga ser adotado. (Foto: Reprodução / Metro UK)
O medo faz com que ele não consiga ser adotado.

Fonte: Portal do Dog

VÍTIMAS DO PRECONCEITO

Alguns dos cães que estão alojados no único abrigo do IrãHá somente um abrigo licenciado no Irã, e é o único refúgio para mais de 500 cães que vivem no país em que as leis impõe pesadas restrições à tutela de animais dessa espécie. As informações são do Ecorazzi.  O Vafa Animal Shelter está localizado fora de Teerã e foi criado através de uma doação, em 2004.  “Em nossa sociedade, os cães são os animais mais vulneráveis”, disse Ali Sani, gerente do abrigo. “Os cães que são trazidos para cá costumavam ficar em ambientes urbanos nos quais lutavam com problemas e precisavam de ajuda”.  A tradição islâmica têm os felinos em alta estima, incluindo os ferais, enquanto os cães são vistos como uma perturbação da ordem pública. O abrigo cuida dos cães em situação de abandono que seriam mortos por funcionários das cidades.  Os cães que são tutelados também enfrentam dificuldades. Na república islâmica do Irã, a tutela de cães é considerada um hábito negativo importado do Ocidente e legisladores conservadores têm pedido a proibição, ou têm imposto regulamentos restritivos, como a não permissão aos tutores de passear com seus cães. Aproximadamente 30 parlamentares assinaram um projeto de lei que visa punir pessoas que passearem com cães com multas de 3 mil dólares e 74 chicotadas, embora uma tentativa de projeto semelhante apresentado anteriormente não tenha sido aprovada. As autoridades conservadoras estão encontrando a resistência de um grupo demográfico mais jovem e urbano, que é mais propenso a tutelar cães.  O abrigo, no entanto, evita comentar o assunto e até mesmo condena o passeio com cães. Sani diz que a maior parte das autoridades deu apoio ao abrigo, principalmente porque o mesmo faz a castração dos cães em situação de abandono.  O local sobrevive graças a doações particulares e de voluntários, o que é sempre  algo difícil, ainda mais para iranianos, graças a sanções internacionais sobre o programa nuclear do Teerã.  “Nós tentamos convencer as pessoas a doar”, disse Homa Rashid, advogada e cuidadora de cães voluntária. “Mas infelizmente falar a elas sobre ajudar este abrigo é uma tarefa muito difícil, pois a maioria questiona que, se há tantos humanos precisando de auxílio, por que elas deveriam ajudar cães?”.  O abrigo luta para encontrar lares para os seus cães. Segundo a reportagem, somente seis cães são adotados a cada mês, devido à preferência dos iranianos por raças puras.  “Nós queremos mostrar às pessoas que esses cães que elas vêem vagando pelas ruas e becos podem ser nossos melhores amigos”, disse Afsaneh Zarrin, que trabalha na área de adoções.  É interessante que mais pessoas no mundo saibam da existência deste abrigo, a fim de que mais cães nele hospedados possam encontrar lares definitivos.  Para conhecer mais sobre o abrigo ou como ajudar, clique aqui.
Alguns dos cães que estão alojados no único abrigo do Irã. Foto: Vafa Shelter
Há somente um abrigo licenciado no Irã, e é o único refúgio para mais de 500 cães que vivem no país em que as leis impõe pesadas restrições à tutela de animais dessa espécie. As informações são do Ecorazzi.
O Vafa Animal Shelter está localizado fora de Teerã e foi criado através de uma doação, em 2004.
“Em nossa sociedade, os cães são os animais mais vulneráveis”, disse Ali Sani, gerente do abrigo. “Os cães que são trazidos para cá costumavam ficar em ambientes urbanos nos quais lutavam com problemas e precisavam de ajuda”.
A tradição islâmica têm os felinos em alta estima, incluindo os ferais, enquanto os cães são vistos como uma perturbação da ordem pública. O abrigo cuida dos cães em situação de abandono que seriam mortos por funcionários das cidades.
Os cães que são tutelados também enfrentam dificuldades. Na república islâmica do Irã, a tutela de cães é considerada um hábito negativo importado do Ocidente e legisladores conservadores têm pedido a proibição, ou têm imposto regulamentos restritivos, como a não permissão aos tutores de passear com seus cães. Aproximadamente 30 parlamentares assinaram um projeto de lei que visa punir pessoas que passearem com cães com multas de 3 mil dólares e 74 chicotadas, embora uma tentativa de projeto semelhante apresentado anteriormente não tenha sido aprovada. As autoridades conservadoras estão encontrando a resistência de um grupo demográfico mais jovem e urbano, que é mais propenso a tutelar cães.
O abrigo, no entanto, evita comentar o assunto e até mesmo condena o passeio com cães. Sani diz que a maior parte das autoridades deu apoio ao abrigo, principalmente porque o mesmo faz a castração dos cães em situação de abandono.
O local sobrevive graças a doações particulares e de voluntários, o que é sempre  algo difícil, ainda mais para iranianos, graças a sanções internacionais sobre o programa nuclear do Teerã.
“Nós tentamos convencer as pessoas a doar”, disse Homa Rashid, advogada e cuidadora de cães voluntária. “Mas infelizmente falar a elas sobre ajudar este abrigo é uma tarefa muito difícil, pois a maioria questiona que, se há tantos humanos precisando de auxílio, por que elas deveriam ajudar cães?”.
O abrigo luta para encontrar lares para os seus cães. Segundo a reportagem, somente seis cães são adotados a cada mês, devido à preferência dos iranianos por raças puras.
“Nós queremos mostrar às pessoas que esses cães que elas vêem vagando pelas ruas e becos podem ser nossos melhores amigos”, disse Afsaneh Zarrin, que trabalha na área de adoções.
É interessante que mais pessoas no mundo saibam da existência deste abrigo, a fim de que mais cães nele hospedados possam encontrar lares definitivos.
Para conhecer mais sobre o abrigo ou como ajudar, clique aqui.

Único abrigo de cães do Irã lida com dificuldades financeiras e culturais

ATITUDE INSPIRADORA

O que você faria se ganhasse um prêmio de loteria? Pagaria a conta do cartão de crédito, ou iria ao shopping gastar com futilidades? Um homem em Dallas (EUA) doou o seu prêmio para ajudar os animais. As informações são do Ecorazzi.  Quando Bryce Vucekovich ganhou 500 dólares em um bilhete de “raspadinha”, ele não pensou duas vezes sobre o que fazer com o dinheiro.  “Com toda a quantidade de animais que eles têm lá, não deve ser fácil gerenciar todos eles”, disse Vucekovich quanto à sua decisão.  O Dallas Animal Shelter abriga mais de 600 cães e gatos disponíveis para adoção. Nesse abrigo estava o cão que Vucekovich adotou no último Natal, um animal especial que tem três pernas chamado Fred.  “Eu não acredito que as pessoas estejam dispostas a adotar um cão de três pernas, mas eu fui direto em direção a ele”, contou Vucekovich, que anteriormente teve um cão deficiente visual, que não tinha um dos olhos. “Esse é meu objetivo na vida: adotar um monte de cães que foram resgatados”.  Vucekovich chegou ao Dallas Animal Shelter na semana passada em uma pick-up cheia de areia sanitária para gatos e comida para os animais. As doações, de acordo com Teresa Cleek, diretora do abrigo, foram mais que bem-vindas, pois o local opera em sua capacidade máxima durante todo o ano.  O valor do prêmio foi relativamente pequeno mas, quando perguntado sobre o que faria se tivesse ganho um milhão de dólares, Vucekovich disse que teria feito o mesmo, e espera que suas ações inspirem outros a também doar tanto quanto possam.
O que você faria se ganhasse um prêmio de loteria? Pagaria a conta do cartão de crédito, ou iria ao shopping gastar com futilidades? Um homem em Dallas (EUA) doou o seu prêmio para ajudar os animais. As informações são do Ecorazzi.
Quando Bryce Vucekovich ganhou 500 dólares em um bilhete de “raspadinha”, ele não pensou duas vezes sobre o que fazer com o dinheiro.
“Com toda a quantidade de animais que eles têm lá, não deve ser fácil gerenciar todos eles”, disse Vucekovich quanto à sua decisão.
O Dallas Animal Shelter abriga mais de 600 cães e gatos disponíveis para adoção. Nesse abrigo estava o cão que Vucekovich adotou no último Natal, um animal especial que tem três pernas chamado Fred.
“Eu não acredito que as pessoas estejam dispostas a adotar um cão de três pernas, mas eu fui direto em direção a ele”, contou Vucekovich, que anteriormente teve um cão deficiente visual, que não tinha um dos olhos. “Esse é meu objetivo na vida: adotar um monte de cães que foram resgatados”.
Vucekovich chegou ao Dallas Animal Shelter na semana passada em uma pick-up cheia de areia sanitária para gatos e comida para os animais. As doações, de acordo com Teresa Cleek, diretora do abrigo, foram mais que bem-vindas, pois o local opera em sua capacidade máxima durante todo o ano.
O valor do prêmio foi relativamente pequeno mas, quando perguntado sobre o que faria se tivesse ganho um milhão de dólares, Vucekovich disse que teria feito o mesmo, e espera que suas ações inspirem outros a também doar tanto quanto possam.
O filhotinho de apenas duas semanas foi encontrado e resgatado de dentro de uma caçamba de lixo, dentro de uma bolsa com mais dois filhotes, provavelmente iria encontrar a morte.
Isso aconteceu em Dallas, no Texas (EUA), e desta vez a história acabou bem. O pessoal do Dallas Animal Service foi chamado, fez o resgate, e repassou o trio para o DFW Rescue Me, um abrigo que conta com a ajuda de voluntários para cuidar dos animais recolhidos.

Pesquisadores descobriram que os cães realmente aprendem a diferenciar as palavras que ensinamos.
Pesquisadores descobriram que os cães realmente aprendem a diferenciar as palavras que ensinamos.  Um estudo revelou que os cães entendem o que seus tutores falam. Quem tem cachorro provavelmente já sabia disso, mas agora os pesquisadores confirmaram que os cães aprendem as palavras que usamos para ensina-los comandos básicos. Victoria Ratcliffe e o Dr. David Reby descobriram que os cachorros compreendem a linguagem humana de maneira similar à nossa.  A pesquisa foi realizada na Universidade de Sussex, com mais de 250 cães, para ver como eles respondiam a alguns comandos falados. Esse teste mostrou que, assim como os humanos, os cachorros usam diferentes partes do cérebro para entender os componentes verbais de uma frase familiar e a emoção e entonação da pessoa que está falando.  Victoria Ratcliffe explicou que os humanos usam principalmente o hemisfério esquerdo do cérebro para compreender a parte verbal da fala, e o hemisfério direito para entender as características da voz (se é familiar, masculina ou feminina) e seu conteúdo emocional.  No teste, uma gravação com voz humana era tocada em caixas de som dos dois lados do cachorro. Se o cão virava para a caixa de som do lado esquerdo, isso significava que a informação que ele estava escutando foi processada pelo lado direito do cérebro. Se virava para a caixa direita, o cão estava processando a informação pelo lado esquerdo do cérebro.  Quando os cachorros escutavam palavras de comandos que eles conheciam como “vem aqui” mas com uma voz desconhecida, eles viravam para o lado direito. Ou seja, estavam prestando atenção nas palavras.  Mas se o comando era feito em uma língua estrangeira ou as palavras eram faladas de maneira errada, os cães viravam pro lado esquerdo. Como as palavras não faziam mais sentido, eles prestavam atenção na intonação.  NOTA: Apesar de não podermos afirmar o quanto eles entendem do conteúdo da nossa complexidade verbal, o estudo sugere que os cachorros prestam atenção nas informações contidas na fala humana e que eles compreendem esse conteúdo de uma maneira bem parecida com a dos humanos.
Um estudo revelou que os cães entendem o que seus tutores falam. Quem tem cachorro provavelmente já sabia disso, mas agora os pesquisadores confirmaram que os cães aprendem as palavras que usamos para ensina-los comandos básicos.

Victoria Ratcliffe e o Dr. David Reby descobriram que os cachorros compreendem a linguagem humana de maneira similar à nossa.

A pesquisa foi realizada na Universidade de Sussex, com mais de 250 cães, para ver como eles respondiam a alguns comandos falados.
Esse teste mostrou que, assim como os humanos, os cachorros usam diferentes partes do cérebro para entender os componentes verbais de uma frase familiar e a emoção e entonação da pessoa que está falando.

Victoria Ratcliffe explicou que os humanos usam principalmente o hemisfério esquerdo do cérebro para compreender a parte verbal da fala, e o hemisfério direito para entender as características da voz (se é familiar, masculina ou feminina) e seu conteúdo emocional.
Pesquisadores descobriram que os cães realmente aprendem a diferenciar as palavras que ensinamos.  Um estudo revelou que os cães entendem o que seus tutores falam. Quem tem cachorro provavelmente já sabia disso, mas agora os pesquisadores confirmaram que os cães aprendem as palavras que usamos para ensina-los comandos básicos. Victoria Ratcliffe e o Dr. David Reby descobriram que os cachorros compreendem a linguagem humana de maneira similar à nossa.  A pesquisa foi realizada na Universidade de Sussex, com mais de 250 cães, para ver como eles respondiam a alguns comandos falados. Esse teste mostrou que, assim como os humanos, os cachorros usam diferentes partes do cérebro para entender os componentes verbais de uma frase familiar e a emoção e entonação da pessoa que está falando.  Victoria Ratcliffe explicou que os humanos usam principalmente o hemisfério esquerdo do cérebro para compreender a parte verbal da fala, e o hemisfério direito para entender as características da voz (se é familiar, masculina ou feminina) e seu conteúdo emocional.  No teste, uma gravação com voz humana era tocada em caixas de som dos dois lados do cachorro. Se o cão virava para a caixa de som do lado esquerdo, isso significava que a informação que ele estava escutando foi processada pelo lado direito do cérebro. Se virava para a caixa direita, o cão estava processando a informação pelo lado esquerdo do cérebro.  Quando os cachorros escutavam palavras de comandos que eles conheciam como “vem aqui” mas com uma voz desconhecida, eles viravam para o lado direito. Ou seja, estavam prestando atenção nas palavras.  Mas se o comando era feito em uma língua estrangeira ou as palavras eram faladas de maneira errada, os cães viravam pro lado esquerdo. Como as palavras não faziam mais sentido, eles prestavam atenção na intonação.  NOTA: Apesar de não podermos afirmar o quanto eles entendem do conteúdo da nossa complexidade verbal, o estudo sugere que os cachorros prestam atenção nas informações contidas na fala humana e que eles compreendem esse conteúdo de uma maneira bem parecida com a dos humanos.
No teste, uma gravação com voz humana era tocada em caixas de som dos dois lados do cachorro.
Se o cão virava para a caixa de som do lado esquerdo, isso significava que a informação que ele estava escutando foi processada pelo lado direito do cérebro. Se virava para a caixa direita, o cão estava processando a informação pelo lado esquerdo do cérebro.

Quando os cachorros escutavam palavras de comandos que eles conheciam como “vem aqui” mas com uma voz desconhecida, eles viravam para o lado direito. Ou seja, estavam prestando atenção nas palavras.

Mas se o comando era feito em uma língua estrangeira ou as palavras eram faladas de maneira errada, os cães viravam pro lado esquerdo. Como as palavras não faziam mais sentido, eles prestavam atenção na intonação.

NOTA: Apesar de não podermos afirmar o quanto eles entendem do conteúdo da nossa complexidade verbal, o estudo sugere que os cachorros prestam atenção nas informações contidas na fala humana e que eles compreendem esse conteúdo de uma maneira bem parecida com a dos humanos.

Fonte estudo: Universidade de Sussex

Estudo revela que os cães entendem quando falamos com eles.

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