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PELA PROTEÇÃO DOS ANIMAIS

A cidade americana de West Hollywood, conhecida por seu histórico progressista com relação aos animais não-humanos, tomou recentemente outra decisão positiva ao banir o uso de animais selvagens e exóticos em exibições e performances. O objetivo da proibição, aprovada pelo Conselho da Cidade e que iniciou com os conselheiros Jeffrey Prang e John Duran, é o de proteger os animais do tratamento cruel e desumano nas mãos de tratadores, assim como proteger o público de incidentes potenciais devido à proximidade destes animais. As informações são da Care2. A proibição inclui números circenses, passeios, feiras, desfiles, corridas ou eventos similares, onde os animais selvagens ou exóticos sejam “obrigados a executar truques, lutar ou participar de performances para o entretenimento ou diversão de uma audiência”.  A lista de animais abrange mais de uma dezena de espécies, incluindo algumas óbvias como os elefantes, chimpanzés e ursos, mas também se estende a outras espécies como os guaxinins, tatus, bichos-preguiça e avestruzes.  No entanto, a votação final não ocorreu sem controvérsias e fortes argumentos de ambos os lados. Segundo a reportagem, houve tumulto em reunião realizada para discutir o assunto e a confusão teve que ser interrompida pelo prefeito.  Os defensores dos animais argumentam que há uma série de razões para apoiar a proibição do uso de animais para entretenimento humano, desde as condições antinaturais e estressantes que enfrentam até a violência à qual eles estão sujeitos nos bastidores ao serem manuseados e treinados para executar as performances.  Em uma carta de apoio, Jan Creamer, presidente da Animal Defenders International (ADI), parabenizou o movimento e detalhou inúmeras razões pelas quais os animais não devem ser explorados para entretenimento, incluindo extensa pesquisa documentando abusos notórios, como também os ambientes precários em que são mantidos e os efeitos adversos do transporte e do isolamento.  Enquanto alguns partidários do uso de animais em exibições continuam a argumentar que esses tipos de shows contribuem para um interesse nos animais e sua preservação, Creamer também apontou que usá-los desse modo “é inteiramente uma mensagem errada especialmente para as crianças, pois com isso elas não aprendem nada sobre comportamento natural, inteligência, emoções e necessidades das espécies que elas estão assistindo”. Do outro lado do embate, Kari Johnson, proprietária do circo Have Trunk Will Travel, chamou a proibição de injusta e disse que sua companhia trata os elefantes de maneira humana, de acordo com o LA Times.Contudo, sua empresa é uma das que estão na mira de acusações por abusar de elefantes para a produção do filme “Água para Elefantes”, após o vazamento de revelações de maus tratos a partir de filmagens secretas. A companhia também tem um histórico de uso de correntes e “bullhooks” (bastão com uma ponta de aço usada para intimidar e ferir elefantes e outros animais), e tem recebido críticas por permitir contato irrestrito das pessoas com elefantes em feiras e zoológicos. Algumas exceções estão sendo estudadas – como a permissão do uso de animais para atividades educacionais, desde que seja para grupos com menos de 20 pessoas e em atividades conduzidas sob permissão e monitoradas pela American Humane Association (AHA). Mesmo com estas exceções, a decisão da cidade é uma grande vitória para os animais que continuam sendo tratados como atração e explorados para diversão humana, e torna-se um exemplo a ser seguido por outras cidades.  Desde que a cidade de West Hollywood aprovou uma resolução em 1989 declarando-se ser uma “zona livre de crueldade para animais”, a mesma já adotou uma série de medidas para fazer dessa expressão uma realidade, dentre elas: a nomenclatura de “tutores” para os guardiões de animais domésticos (e não “proprietários”); a promulgação de leis que protegem animais de testes na indústria de cosméticos; a proibição de armadilhas de caça; também a proibição de retirada de garras de felinos (tornando-se inclusive a primeira cidade dos EUA a adotar essa medida); a proibição de venda de animais em lojas; e, prestes a entrar em vigor, a proibição ao uso de peles em vestuário.

A cidade americana de West Hollywood, conhecida por seu histórico progressista com relação aos animais não-humanos, tomou recentemente outra decisão positiva ao banir o uso de animais selvagens e exóticos em exibições e performances. O objetivo da proibição, aprovada pelo Conselho da Cidade e que iniciou com os conselheiros Jeffrey Prang e John Duran, é o de proteger os animais do tratamento cruel e desumano nas mãos de tratadores, assim como proteger o público de incidentes potenciais devido à proximidade destes animais. As informações são da Care2.
A proibição inclui números circenses, passeios, feiras, desfiles, corridas ou eventos similares, onde os animais selvagens ou exóticos sejam “obrigados a executar truques, lutar ou participar de performances para o entretenimento ou diversão de uma audiência”.
A lista de animais abrange mais de uma dezena de espécies, incluindo algumas óbvias como os elefantes, chimpanzés e ursos, mas também se estende a outras espécies como os guaxinins, tatus, bichos-preguiça e avestruzes.
No entanto, a votação final não ocorreu sem controvérsias e fortes argumentos de ambos os lados. Segundo a reportagem, houve tumulto em reunião realizada para discutir o assunto e a confusão teve que ser interrompida pelo prefeito.
Os defensores dos animais argumentam que há uma série de razões para apoiar a proibição do uso de animais para entretenimento humano, desde as condições antinaturais e estressantes que enfrentam até a violência à qual eles estão sujeitos nos bastidores ao serem manuseados e treinados para executar as performances.
Em uma carta de apoio, Jan Creamer, presidente da Animal Defenders International (ADI), parabenizou o movimento e detalhou inúmeras razões pelas quais os animais não devem ser explorados para entretenimento, incluindo extensa pesquisa documentando abusos notórios, como também os ambientes precários em que são mantidos e os efeitos adversos do transporte e do isolamento.
Enquanto alguns partidários do uso de animais em exibições continuam a argumentar que esses tipos de shows contribuem para um interesse nos animais e sua preservação, Creamer também apontou que usá-los desse modo “é inteiramente uma mensagem errada especialmente para as crianças, pois com isso elas não aprendem nada sobre comportamento natural, inteligência, emoções e necessidades das espécies que elas estão assistindo”. Do outro lado do embate, Kari Johnson, proprietária do circo Have Trunk Will Travel, chamou a proibição de injusta e disse que sua companhia trata os elefantes de maneira humana, de acordo com o LA Times.Contudo, sua empresa é uma das que estão na mira de acusações por abusar de elefantes para a produção do filme “Água para Elefantes”, após o vazamento de revelações de maus tratos a partir de filmagens secretas. A companhia também tem um histórico de uso de correntes e “bullhooks” (bastão com uma ponta de aço usada para intimidar e ferir elefantes e outros animais), e tem recebido críticas por permitir contato irrestrito das pessoas com elefantes em feiras e zoológicos.
Algumas exceções estão sendo estudadas – como a permissão do uso de animais para atividades educacionais, desde que seja para grupos com menos de 20 pessoas e em atividades conduzidas sob permissão e monitoradas pela American Humane Association (AHA).
Mesmo com estas exceções, a decisão da cidade é uma grande vitória para os animais que continuam sendo tratados como atração e explorados para diversão humana, e torna-se um exemplo a ser seguido por outras cidades.
Desde que a cidade de West Hollywood aprovou uma resolução em 1989 declarando-se ser uma “zona livre de crueldade para animais”, a mesma já adotou uma série de medidas para fazer dessa expressão uma realidade, dentre elas: a nomenclatura de “tutores” para os guardiões de animais domésticos (e não “proprietários”); a promulgação de leis que protegem animais de testes na indústria de cosméticos; a proibição de armadilhas de caça; também a proibição de retirada de garras de felinos (tornando-se inclusive a primeira cidade dos EUA a adotar essa medida); a proibição de venda de animais em lojas; e, prestes a entrar em vigor, a proibição ao uso de peles em vestuário.

West Hollywood proíbe uso de animais para entretenimento humano

CUIDADOS E PROTEÇÃO

Eneko Erce, Alberto Yoldi, Nela Rodríguez e Susana Díez, membros da Egapeludos. Um grupo de pessoas da cidade de Estella (Lizarra, na denominação basca) formou a Egapeludos, que trabalha para melhorar a situação dos gatos e cães abandonados na cidade da ONG. Sendo assim, este coletivo dedica-se principalmente ao controle das colônias de gatos de Estella, conforme explicações fornecidas por Susana Díez, Alberto Yoldi, Nela Rodríguez e Eneko Erce. “A prioridade da Egapeludos está marcada desde o começo pela atenção e dedicação às colônias de gatos e gatas em situação de rua na nossa cidade”. As informações são do Notícias de Navarra.  Membros deste coletivo, que atualmente conta com uma dezena de pessoas, além de voluntários pontuais, explicam que o objetivo ao tratar das colônias de gatos é ter o controle das mesmas e evitar a superpopulação destes animais nas ruas. A ONG suporta os custos das castrações dos gatos adultos e também trabalham na busca de lares para eles e para as novas crias.  Desta forma, quando a Egapeludos resgata uma gata de uma colônia, a primeira coisa a fazer é uma avaliação veterinária para comprovar seu estado de saúde para realizar a castração. Posteriormente é estudada a possibilidade de adoção deste gato e uma análise para saber se o mesmo seria feliz em um lar. Se pelo caráter do felino isto for possível, procura-se uma família. “Desde que começamos, temos conseguido lares a mais de 70 animais”. Esta cifra inclui aproximadamente 20 gatos adultos e os demais são novas crias que nasceram nas colônias e os que estão a cargo da ONG. Neste momento há 16 gatos acolhidos e a espera de adoção. Por outro lado, se não é possível a adaptação do gato em um lar por se tratar de animal selvagem, a ONG volta a soltá-lo na rua. “Com a vantagem de que a gata já está castrada. Não terá mais filhotes e viverá mais tranquila”.  Cães  A Egapeludos também trabalha a favor dos cães abandonados. Neste caso, desde a criação da ONG, tem sido muito controlada a ida de cães desde Estella até o abrigo em Etxauri. “Uns três e porque neste momento não podíamos tê-los a cargo da ONG”, ressaltam.  Desta forma, desde a existência da Egapeludos, quando um cão sem chip aparece em Estella, a Polícia Municipal avisa a ONG. “Analisamos se economicamente é viável pagar um hotel canino, sua alimentação e os custos veterinários. Graças a colaboração e autorização da Polícia Municipal temos conseguido atender a 25 cães abandonados em Estella”, que neste momento estão para adoção. A ONG quer chamar a atenção para isto. “Não existimos para ajudar as pessoas que por capricho desejam se desfazer de um animal”.  A Egapeludos necessita sobretudo de lares para os animais. “Incentivamos as famílias a não comprar e sim a adotar os animais que foram abandonados. Também fazem falta casas de acolhimento temporário para os animais até encontrarmos lares definitivos. “Isto pode ser de um dia para o outro ou pode demorar meses”, apontam.  No plano econômico, a ONG tem uma conta aberta na Caixa e realizam bazares solidários, o próximo será dia 10 na Praça de Los Fueros. É possível contactá-los através do Facebook, do site www.egapeludos.org e pelo email info@egapeludos.org.
Eneko Erce, Alberto Yoldi, Nela Rodríguez e Susana Díez, membros da Egapeludos

Um grupo de pessoas da cidade de Estella (Lizarra, na denominação basca) formou a Egapeludos, que trabalha para melhorar a situação dos gatos e cães abandonados na cidade da ONG. Sendo assim, este coletivo dedica-se principalmente ao controle das colônias de gatos de Estella, conforme explicações fornecidas por Susana Díez, Alberto Yoldi, Nela Rodríguez e Eneko Erce. “A prioridade da Egapeludos está marcada desde o começo pela atenção e dedicação às colônias de gatos e gatas em situação de rua na nossa cidade”. As informações são do Notícias de Navarra.
Membros deste coletivo, que atualmente conta com uma dezena de pessoas, além de voluntários pontuais, explicam que o objetivo ao tratar das colônias de gatos é ter o controle das mesmas e evitar a superpopulação destes animais nas ruas. A ONG suporta os custos das castrações dos gatos adultos e também trabalham na busca de lares para eles e para as novas crias.
Desta forma, quando a Egapeludos resgata uma gata de uma colônia, a primeira coisa a fazer é uma avaliação veterinária para comprovar seu estado de saúde para realizar a castração. Posteriormente é estudada a possibilidade de adoção deste gato e uma análise para saber se o mesmo seria feliz em um lar. Se pelo caráter do felino isto for possível, procura-se uma família. “Desde que começamos, temos conseguido lares a mais de 70 animais”. Esta cifra inclui aproximadamente 20 gatos adultos e os demais são novas crias que nasceram nas colônias e os que estão a cargo da ONG. Neste momento há 16 gatos acolhidos e a espera de adoção.
Por outro lado, se não é possível a adaptação do gato em um lar por se tratar de animal selvagem, a ONG volta a soltá-lo na rua. “Com a vantagem de que a gata já está castrada. Não terá mais filhotes e viverá mais tranquila”.
Cães
A Egapeludos também trabalha a favor dos cães abandonados. Neste caso, desde a criação da ONG, tem sido muito controlada a ida de cães desde Estella até o abrigo em Etxauri. “Uns três e porque neste momento não podíamos tê-los a cargo da ONG”, ressaltam.
Desta forma, desde a existência da Egapeludos, quando um cão sem chip aparece em Estella, a Polícia Municipal avisa a ONG. “Analisamos se economicamente é viável pagar um hotel canino, sua alimentação e os custos veterinários. Graças a colaboração e autorização da Polícia Municipal temos conseguido atender a 25 cães abandonados em Estella”, que neste momento estão para adoção. A ONG quer chamar a atenção para isto. “Não existimos para ajudar as pessoas que por capricho desejam se desfazer de um animal”.
A Egapeludos necessita sobretudo de lares para os animais. “Incentivamos as famílias a não comprar e sim a adotar os animais que foram abandonados. Também fazem falta casas de acolhimento temporário para os animais até encontrarmos lares definitivos. “Isto pode ser de um dia para o outro ou pode demorar meses”, apontam.
No plano econômico, a ONG tem uma conta aberta na Caixa e realizam bazares solidários, o próximo será dia 10 na Praça de Los Fueros. É possível contactá-los através do Facebook, do sitewww.egapeludos.org e pelo email info@egapeludos.org.

PROIBIÇÃO EM TODO PAÍS


Foi entregue ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) um relatório de teor moral e científico pedindo a proibição do uso de animais em testes para cosméticos que será discutido em sua reunião plenária entre os dias 23 e 24 deste mês. Enviado pelo grupo Humane Society Internacional, o conteúdo do documento pretende ser um argumento para o fim de qualquer forma de teste que provoque dor aos animais. Os testes são procedimentos para a produção de itens que não são necessários aos humanos. As informações são do Pravda.
Coelhos imobilizados em testes (Foto: Reprodução)
Coelhos imobilizados em testes 

Segundo Helder Costantino, gerente da campanha contra testes em animais “Liberte-se da Crueldade”, ”Nós esperamos que os membros do CONCEA analisem cuidadosamente o teor moral e científico do nosso pleito para uma proibição. A maioria dos brasileiros se opõe a estes testes ultrapassados e já está na hora do Brasil confinar estes testes aos livros de Historia.”,

No Brasil, os coelhos são utilizados frequentemente para testes cutâneos e oculares, onde substâncias que deverão ir aos produtos são borrifadas ou pingadas em seus olhos e sobre a pele, após ter sido previamente raspada. Os coelhos são presos à suportes pelo pescoço que os imobilizam, evitando que arranquem os próprios olhos devido à dor intensa que o teste implica. Normalmente as suas pálpebras são mantidas abertas, para que seja fácil a visualização dos efeitos das substâncias no animal e, após todo o teste, os coelhos são mortos visando verificar o efeito das substâncias em seus organismos.

Na ANVISA, agência de vigilância sanitária oficial do país, há uma diretriz que permite, até mesmo, o teste em genitálias animais. Em todos os testes, os animais são submetidos à substâncias que causam irritação e diminuem consideravelmente a qualidade de vidas dos bichos utilizados.

Coelho submetido à testes cutâneos (Foto: Reprodução)
Coelho submetido à testes cutâneos

Por volta de 30 países já abandonaram o uso de animais em testes para a fabricação de cosméticos, e todos eles substituíram os bichos por métodos livres de qualquer crueldade. São métodos que trazem resultados mais fiéis aos objetivos dos testes e que, portanto, são mais indicados para a previsão de um futuro contato humano com a substância testada.
A Índia, um dos últimos países a conseguir a proibição de testes em animais, precisou de uma longa discussão com cientistas e especialistas em animais, junto com uma feroz campanha da PETA, denunciando os maus-tratos que ocorriam nos laboratórios do país.

Simone Lima, Diretora Geral da ProAnima, que apoia a campanha contra os testes afirma que “Quando as pessoas descobrem como são realizados os cosméticos, que os mesmos são testados em animais, mesmo havendo  alternativas, sempre nos  perguntam: por que isso ainda não mudou no Brasil? Esperamos  que o CONCEA considere o pleito da sociedade civil organizada e tome a decisão de abolir essa forma cruel e absolutamente desnecessária de uso de animais”.
Submetido à testes oculares. (Foto: Reprodução)
Submetido à testes oculares.

O movimento europeu radical Stop Vivisection, que luta para o fim de testes em animais, também é um dos braços ao redor do mundo que exige o término da exploração animal, mostrando de maneira crua o sofrimento dos bichos em todos os testes em que são submetidos. Cerca de 500 milhões de animais perdem suas vidas todos os anos em laboratórios, ao serem utilizados até a morte em testes laboratoriais.
Todas as formas de abuso animal são detestáveis e condenáveis, argumenta Sônia Fonseca, presidente do Fórum Nacional de Defesa Animal, então, é necessário que sejam criados novos métodos para a substituição dos atuais métodos antiéticos. Diversos já foram criados e já estão disponíveis para qualquer indústria, o que faz a questão da proibição do uso de animais se tornar mais forte ainda. ”Todas as formas de experimento envolvendo o uso de animais são inaceitáveis, se considerarmos que é errado violar, ferir, mutilar, causar tormento e morte a seres indefesos. O que dizer, então, quando a finalidade de tanto mal é fútil?”, diz Sônia.

TOLEDO

Uma onda de descargas elétricas registradas na manhã de segunda-feira (30) provocou a morte de duas vacas em uma propriedade rural de Vila Nova. Os animais foram encontrados tombados por volta das 12h.
O Simepar registrou, na manhã de segunda-feira, diversas ocorrências de descargas elétricas na região oeste, especialmente entre as 8h e 9h. As áreas de instabilidade que avançaram do Paraguai e sul do Mato Grosso do Sul, ingressaram no oeste naquele horário e logo após se deslocaram em direção ao sudoeste.
TOLEDO Uma onda de descargas elétricas registradas na manhã de segunda-feira (30) provocou a morte de duas vacas em uma propriedade rural de Vila Nova. Os animais foram encontrados tombados por volta das 12h.  O Simepar registrou, na manhã de segunda-feira, diversas ocorrências de descargas elétricas na região oeste, especialmente entre as 8h e 9h. As áreas de instabilidade que avançaram do Paraguai e sul do Mato Grosso do Sul, ingressaram no oeste naquele horário e logo após se deslocaram em direção ao sudoeste.   Cidade     Imprimir     RSS     Enviar     Corrigir Animais morrem eletrocutados no interior de Toledo Os dois animais foram encontrados mortos depois da tempestade elétrica Da Redação Publicado em: 02/10/2013 - 10:30 | Atualizado em: 01/10/2013 - 18:37 Arquivo pessoal Os dois animais foram encontrados mortos depois da tempestade elétrica Os dois animais foram encontrados mortos depois da tempestade elétrica (Foto: Divulgação) Os dois animais foram encontrados mortos depois da tempestade elétrica   A chuva que também marcou o fim e o início da semana – só em Toledo, na estação do Simepar foram 20,4 milímetros na segunda-feira – fechou o mês de setembro com um volume de 140,4 milímetros, abaixo do esperado para o período, 158 milímetros.  Para a semana, previsão registra o retorno da chuva com trovoadas na quinta-feira (3). Nos outros dias, céu encoberto com muitas nuvens e temperaturas mínimas de 16ºC e máximas de 26ºC.  Fonte: Jornal do Oeste
Os dois animais foram encontrados mortos depois da tempestade elétrica

A chuva que também marcou o fim e o início da semana – só em Toledo, na estação do Simepar foram 20,4 milímetros na segunda-feira – fechou o mês de setembro com um volume de 140,4 milímetros, abaixo do esperado para o período, 158 milímetros.
Para a semana, previsão registra o retorno da chuva com trovoadas na quinta-feira (3). Nos outros dias, céu encoberto com muitas nuvens e temperaturas mínimas de 16ºC e máximas de 26ºC.

PODEM DESENVOLVER CÂNCER

cao-trabalhador-folhapress Há um hábito comum e pouco questionado em nosso dia a dia com os animais. Este hábito é a sua utilização como auxiliar nos mais variados tipos de trabalho. Uma pesquisa recente feita no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo demonstrou que cães que trabalhavam como auxiliares de terapia para idosos, crianças carentes e pessoas com autismo, demonstravam sinais de desconforto que eram atribuídos ao estresse. As informações são da Folha.  Essas conclusões também podem ser expandidas para cães-guias, cães que trabalham na polícia, exército, bombeiros, circo e tantos outras formas de se instrumentalizar o animal.  Os sinais de estresse foram evidentes em 82% dos casos, o que trouxe à tona a discussão sobre o aparente gosto dos animais por suas atividades.  Os resultados foram estabelecidos após a análise de 25 diferentes sinais de fadiga que os bichos poderiam expressar e de uma análise de níveis hormonais, a partir da saliva dos cães.  Segundo Carolina Rocha, médica veterinária e coordenadora da pesquisa, “É preciso um cuidado maior do que se tem hoje na escolha dos cães que serão trabalhadores, pois eles podem não estar se beneficiando em nada com a atividade proposta”.  O fato do cão estar calmo não significa que ele está feliz, nem mesmo seguir as regras propostas pelo trabalho pode significar alguma satisfação.  “Cães estressados vão seguir cumprindo seus deveres normalmente porque assim foram programados, mas terão sempre a ideia de fugir”, completa a veterinária.  A pesquisa relata que animais mal selecionados, que acabam se estressando demasiadamente, correm o risco de terem câncer, ansiedade, perda de rendimento e diversos problemas digestivos. São animais que foram educados por meio de práticas punitivas ou mediante a perda de algum objeto de valor, como um colchão ou uma bolinha. Estes exibiram os graus mais altos de estresse e são aqueles com mais risco de danos graves.  De acordo com a coordenadora da pesquisa, há alguns sinais que podem ser observados para entender se o cão está sentindo algum prazer com a atividade ou se já está se sentindo cansado. ”Alguns cães podem mostrar mais o bocejar e o lamber os lábios, outros podem mostrar mais o farejar do ar. Dependendo do que aquele evento estressor significa para o animal, ele vai mostrar mais ou menos sinais.”, explica.  Entretanto a questão parece ser um pouco anterior do próprio prazer que poderia ser verificado na pequisa. Segundo Carolina Rocha, o cão “bem selecionado” poderá exercer sua função sem entrar em ciclos de estresse que podem levá-lo à doenças graves. Mas a seleção do animal já não considera seu próprio interesse. É uma seleção forçada, é uma imposição à vida livre do animal.  Verificar se um cão sente prazer ou estresse em uma determinada atividade é uma discussão que atravessa a questão principal: é do interesse do cão (e de qualquer animal) ter sua liberdade limitada e seu corpo instrumentalizado para exercer atividades em prol da saúde e do bem-estar humano?  Saber que o trabalho pode causar distúrbios psicológicos e físicos nos cães é um prova clara e importante de que o trabalho não é aceito com total felicidade, mas sim, com resignação. Esta pesquisa é um passo para colocar o animal não humano como foco, e não os interesses humanos, entretanto, seus resultados são parte de uma discussão sobre a liberdade e o respeito à integridade física e moral dos animais não humanos, mas não o todo.
Cão trabalhando no hospital Dante Pazzanese

Há um hábito comum e pouco questionado em nosso dia a dia com os animais. Este hábito é a sua utilização como auxiliar nos mais variados tipos de trabalho. Uma pesquisa recente feita no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo demonstrou que cães que trabalhavam como auxiliares de terapia para idosos, crianças carentes e pessoas com autismo, demonstravam sinais de desconforto que eram atribuídos ao estresse. As informações são da Folha.
Essas conclusões também podem ser expandidas para cães-guias, cães que trabalham na polícia, exército, bombeiros, circo e tantos outras formas de se instrumentalizar o animal.
Os sinais de estresse foram evidentes em 82% dos casos, o que trouxe à tona a discussão sobre o aparente gosto dos animais por suas atividades.
Os resultados foram estabelecidos após a análise de 25 diferentes sinais de fadiga que os bichos poderiam expressar e de uma análise de níveis hormonais, a partir da saliva dos cães.
Segundo Carolina Rocha, médica veterinária e coordenadora da pesquisa, “É preciso um cuidado maior do que se tem hoje na escolha dos cães que serão trabalhadores, pois eles podem não estar se beneficiando em nada com a atividade proposta”.  O fato do cão estar calmo não significa que ele está feliz, nem mesmo seguir as regras propostas pelo trabalho pode significar alguma satisfação.
“Cães estressados vão seguir cumprindo seus deveres normalmente porque assim foram programados, mas terão sempre a ideia de fugir”, completa a veterinária.
A pesquisa relata que animais mal selecionados, que acabam se estressando demasiadamente, correm o risco de terem câncer, ansiedade, perda de rendimento e diversos problemas digestivos. São animais que foram educados por meio de práticas punitivas ou mediante a perda de algum objeto de valor, como um colchão ou uma bolinha. Estes exibiram os graus mais altos de estresse e são aqueles com mais risco de danos graves.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, há alguns sinais que podem ser observados para entender se o cão está sentindo algum prazer com a atividade ou se já está se sentindo cansado. ”Alguns cães podem mostrar mais o bocejar e o lamber os lábios, outros podem mostrar mais o farejar do ar. Dependendo do que aquele evento estressor significa para o animal, ele vai mostrar mais ou menos sinais.”, explica.
Entretanto a questão parece ser um pouco anterior do próprio prazer que poderia ser verificado na pequisa. Segundo Carolina Rocha, o cão “bem selecionado” poderá exercer sua função sem entrar em ciclos de estresse que podem levá-lo à doenças graves. Mas a seleção do animal já não considera seu próprio interesse. É uma seleção forçada, é uma imposição à vida livre do animal.
Verificar se um cão sente prazer ou estresse em uma determinada atividade é uma discussão que atravessa a questão principal: é do interesse do cão (e de qualquer animal) ter sua liberdade limitada e seu corpo instrumentalizado para exercer atividades em prol da saúde e do bem-estar humano?
Saber que o trabalho pode causar distúrbios psicológicos e físicos nos cães é um prova clara e importante de que o trabalho não é aceito com total felicidade, mas sim, com resignação. Esta pesquisa é um passo para colocar o animal não humano como foco, e não os interesses humanos, entretanto, seus resultados são parte de uma discussão sobre a liberdade e o respeito à integridade física e moral dos animais não humanos, mas não o todo.

FERIDA E ESTRESSADA


omens do Grupamento de Proteção Ambiental da Guarda Civil e do Corpo de Bombeiros realizaram, no início da tarde desta segunda-feira (30), o resgate de uma pequena capivara na Rua Cristóvão Colombo, na Castelânea, em Petrópolis, Região Serrana do Rio. O animal estava dentro de um córrego com diversas escoriações.

Capivara é resgatada de córrego em Petrópolis FERIDA E ESTRESSADA  omens do Grupamento de Proteção Ambiental da Guarda Civil e do Corpo de Bombeiros realizaram, no início da tarde desta segunda-feira (30), o resgate de uma pequena capivara na Rua Cristóvão Colombo, na Castelânea, em Petrópolis, Região Serrana do Rio. O animal estava dentro de um córrego com diversas escoriações.  Capivara é resgatada de córrego em Petrópolis (Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros) Capivara é resgatada de córrego em Petrópolis  A equipe chegou até o local por meio de informações dos próprios moradores da região. A capivara estava sozinha e foi levada pelos homens do GPA/GCM para o atendimento médico. A coordenadora do Núcleo do Bem Estar Animal, veterinária Rosana Portugal, disse que o animal estava ferido e estressado. “Medicamos e logo em seguida o libertamos. Algumas capivaras podem morrer devido ao estresse”, explicou Rosana.  Fonte: G1
Capivara é resgatada de córrego em Petrópolis

A equipe chegou até o local por meio de informações dos próprios moradores da região. A capivara estava sozinha e foi levada pelos homens do GPA/GCM para o atendimento médico. A coordenadora do Núcleo do Bem Estar Animal, veterinária Rosana Portugal, disse que o animal estava ferido e estressado. “Medicamos e logo em seguida o libertamos. Algumas capivaras podem morrer devido ao estresse”, explicou Rosana.
Fonte: G1

CALIFÓRNIA


Defensores de direitos animais estão questionando um procedimento adotado pelos policiais da cidade de Merced (Califórnia/EUA), no qual levam animais feridos a um campo de tiro para matá-los. As informações são da CBS Sacramento.  A aprovação para esta prática horrenda tem permanecido no código penal há décadas. Alguns oficiais chegam ao cúmulo de dizer que “é a coisa mais humana que se pode fazer”, enquanto outros chamam isso de barbárie.  Isso significa que a mesma força letal das armas de fogo utilizadas para salvar vidas de humanos, também é usada para atirar em cães gravemente feridos ou gatos encontrados nas ruas. Em outras palavras, ser um animal não-humano nesta cidade e estar em situação de rua, ferido ou doente, representa uma sentença de morte: esses animais servem de alvo para a prática de tiro e são imediatamente mortos nesses campos pelos policiais.  O código penal da Califórnia determina que essa ação está a critério dos próprios oficiais, dizendo em parte:  “… Qualquer funcionário pode, com a aprovação de seu superior imediato, humanamente destruir (sic) qualquer animal abandonado no campo, em qualquer caso em que o animal esteja gravemente ferido e incapaz de se mover, ou onde um veterinário não esteja disponível e, assim sendo,  seja mais humano matar o animal “.  “Ninguém quer ver um animal perdendo a sua vida, mas isso se faz se a morte é inevitável e  não deve ser prolongada”, disse Jason Ramos, sargento do condado de Sacramento.  Ele disse que a delegacia não tem uma política específica para atirar em animais feridos, mas que sua agência entende que um policial pode ser forçado a fazer isso.  “Algumas vezes, no meio da noite, você não tem um veterinário disponível, se você está em uma área estritamente rural. Honestamente, tirar a vida de um animal pode ser a coisa mais humana a se fazer em determinadas circunstâncias”.  As políticas variam de acordo com a região do estado. Em Sacramento, não é permitido que oficiais atirem em animais.  Oakland mudou sua política após uma controvérsia em que um policial havia atirado em um cervo no jardim de uma residência.  Conforme relata o site Merced Bee, a polícia de Merced Police leva animais machucados para o campo e atira neles.  “Isso soa tão arcaico”, disse a veterinária Jyl Rubin. “Que modo louco de pensar, especialmente com tantas possibilidades de resgate e realocação de animais que existem hoje”.  Ela acredita que a lei que endossa as agências para que atirem em animais teria que ser alterada e que as autoridades deveriam considerar a criação de uma aliança com grupos de resgate.  “Todas estas organizações precisam realmente se unir. Não é possível que haja uma atitude radical como essa, na qual você vê um animal ferido e o leva para um local onde possa atirar nele e tirar a sua vida”.  Assine a petição:  Petição para Norm Andrade, chefe da polícia de Merced, e San Thurston, Prefeito da cidade.  “Pedimos pela mudança nesta política, na qual o Departamento de Polícia de Merced leva animais feridos para um campo e atira neles, de modo a garantir que animais criticamente machucados não sejam mortos impiedosa e desnecessariamente.  Pedimos também que sempre sejam envolvidos especialistas em controle animal a fim de que os animais recebam o tratamento de que necessitam e que, se infelizmente as circunstâncias chegarem a um ponto em que eles não possam sobreviver, que não sejam mortos servindo de alvo a tiros. Oakland e Sacramento mudaram as suas políticas, e nessas cidades é proibido atirar em animais em campos de tiro. Agora é a vez de Merced.”  https://www.causes.com/v2actions/1760234-a-petition-to-merced-chief-of-police-norm-andrade-merced-mayor-stan-thurston

Defensores de direitos animais estão questionando um procedimento adotado pelos policiais da cidade de Merced (Califórnia/EUA), no qual levam animais feridos a um campo de tiro para matá-los. As informações são da CBS Sacramento.
A aprovação para esta prática horrenda tem permanecido no código penal há décadas. Alguns oficiais chegam ao cúmulo de dizer que “é a coisa mais humana que se pode fazer”, enquanto outros chamam isso de barbárie.
Isso significa que a mesma força letal das armas de fogo utilizadas para salvar vidas de humanos, também é usada para atirar em cães gravemente feridos ou gatos encontrados nas ruas. Em outras palavras, ser um animal não-humano nesta cidade e estar em situação de rua, ferido ou doente, representa uma sentença de morte: esses animais servem de alvo para a prática de tiro e são imediatamente mortos nesses campos pelos policiais.
O código penal da Califórnia determina que essa ação está a critério dos próprios oficiais, dizendo em parte:
“… Qualquer funcionário pode, com a aprovação de seu superior imediato, humanamente destruir (sic) qualquer animal abandonado no campo, em qualquer caso em que o animal esteja gravemente ferido e incapaz de se mover, ou onde um veterinário não esteja disponível e, assim sendo,  seja mais humano matar o animal “.
“Ninguém quer ver um animal perdendo a sua vida, mas isso se faz se a morte é inevitável e  não deve ser prolongada”, disse Jason Ramos, sargento do condado de Sacramento.
Ele disse que a delegacia não tem uma política específica para atirar em animais feridos, mas que sua agência entende que um policial pode ser forçado a fazer isso.
“Algumas vezes, no meio da noite, você não tem um veterinário disponível, se você está em uma área estritamente rural. Honestamente, tirar a vida de um animal pode ser a coisa mais humana a se fazer em determinadas circunstâncias”.
As políticas variam de acordo com a região do estado. Em Sacramento, não é permitido que oficiais atirem em animais.
Oakland mudou sua política após uma controvérsia em que um policial havia atirado em um cervo no jardim de uma residência.
Conforme relata o site Merced Bee, a polícia de Merced Police leva animais machucados para o campo e atira neles.
“Isso soa tão arcaico”, disse a veterinária Jyl Rubin. “Que modo louco de pensar, especialmente com tantas possibilidades de resgate e realocação de animais que existem hoje”.
Ela acredita que a lei que endossa as agências para que atirem em animais teria que ser alterada e que as autoridades deveriam considerar a criação de uma aliança com grupos de resgate.
“Todas estas organizações precisam realmente se unir. Não é possível que haja uma atitude radical como essa, na qual você vê um animal ferido e o leva para um local onde possa atirar nele e tirar a sua vida”.
Assine a petição:
Petição para Norm Andrade, chefe da polícia de Merced, e San Thurston, Prefeito da cidade.
“Pedimos pela mudança nesta política, na qual o Departamento de Polícia de Merced leva animais feridos para um campo e atira neles, de modo a garantir que animais criticamente machucados não sejam mortos impiedosa e desnecessariamente.
Pedimos também que sempre sejam envolvidos especialistas em controle animal a fim de que os animais recebam o tratamento de que necessitam e que, se infelizmente as circunstâncias chegarem a um ponto em que eles não possam sobreviver, que não sejam mortos servindo de alvo a tiros. Oakland e Sacramento mudaram as suas políticas, e nessas cidades é proibido atirar em animais em campos de tiro. Agora é a vez de Merced.”
Fonte: Anda

Foto: ANIMAIS LOTAM VELÓRIO DE CLAUDIO CAVALCANTIO corpo de Cláudio Cavalcanti foi velado nesta terça-feira (1º), no Cemitério Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro. O ator e secretário municipal de Defesa dos Animais morreu nesse domingo (29), aos 73 anos, por complicações cardíacas. Uma fã de Cavalcanti levou o galo Paquito Fred à cerimônia.  Eduardo Paes, prefeito da cidade do Rio de Janeiro, esteve presente no velório e cumprimentou a viúva, a atriz Maria Lúcia. A cerimônia de cremação está marcada para as 13h.    Claudio estava internado no hospital Pró-Cardíaco desde o dia 16 deste mês. O ator deu entrada na instituição para uma cirurgia na coluna cervical, mas teve complicações cardíacas.  Nascido Cláudio Murillo Cavalcanti no dia 24 de fevereiro de 1940, teve carreira como ator, diretor de TV, produtor teatral escritor, tradutor, cantor, dublador e radialista. Nos últimos anos desenvolveu uma empreitada maior na política, principalmente em defesa dos animais.   Na TV, seu papel mais recente era de Otávio, na série Sessão de Terapia, do canal pago GNT, que ainda estreará no dia 7/10, além de papéis em novelas do SBT (Amor e Revolução - 2011) e Record (Roda da Vida - 2001). Na Globo, esteve nas novelas Irmãos Coragem (Jerônimo Coragem), Mulheres de Areia, Explode Coração, Rainha da Sucata, A Viagem (Dr. Alberto) e Roque Santeiro (Padre Albano).
Um grande defensor dos animais

O corpo de Cláudio Cavalcanti foi velado nesta terça-feira (1º), no Cemitério Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro. O ator e secretário municipal de Defesa dos Animais morreu nesse domingo (29), aos 73 anos, por complicações cardíacas. Uma fã de Cavalcanti levou o galo Paquito Fred à cerimônia.
Eduardo Paes, prefeito da cidade do Rio de Janeiro, esteve presente no velório e cumprimentou a viúva, a atriz Maria Lúcia. A cerimônia de cremação está marcada para as 13h.  
Claudio estava internado no hospital Pró-Cardíaco desde o dia 16 deste mês. O ator deu entrada na instituição para uma cirurgia na coluna cervical, mas teve complicações cardíacas.
Nascido Cláudio Murillo Cavalcanti no dia 24 de fevereiro de 1940, teve carreira como ator, diretor de TV, produtor teatral escritor, tradutor, cantor, dublador e radialista. Nos últimos anos desenvolveu uma empreitada maior na política, principalmente em defesa dos animais. 
Na TV, seu papel mais recente era de Otávio, na série Sessão de Terapia, do canal pago GNT, que ainda estreará no dia 7/10, além de papéis em novelas do SBT (Amor e Revolução - 2011) e Record (Roda da Vida - 2001). Na Globo, esteve nas novelas Irmãos Coragem (Jerônimo Coragem), Mulheres de AreiaExplode CoraçãoRainha da Sucata, A Viagem (Dr. Alberto) e Roque Santeiro (Padre Albano).

ANIMAIS LOTAM VELÓRIO DE CLAUDIO CAVALCANTI.

SÃO PAULO (SP)

Foram localizados, entre sexta-feira (27) e sábado (28), três cães que tinham sido sequestrados por ladrões na última quarta-feira na região de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo. Os animais estavam no furgão de um pet shop que foi roubado por dois homens.  O primeiro cão a ser localizado foi o poodle Rick, que foi recolhido por uma pessoa que o reconheceu por fotos publicadas na imprensa após o sequestro. Sabendo da região em que ele foi encontrado, a família tutora do golden retriever Amy foi até o local com panfletos.  “Uma das pessoas que pegou o panfleto disse que tinha visto a cocker na casa do vizinho. Então fomos até o local e o dono da casa disse que a tinha encontrado na rua na quarta-feira. Quando a gente levava ela para a tutora, um senhor ligou e falou que tinha visto a nossa”, contou Érika Cristina da Silva, tutora da Amy.  Os três cães não apresentavam ferimentos e passam bem. Eles foram localizados na mesma região. A suspeita dos tutores é que os ladrões tenham abandonado os animais na rua logo após o roubo da Fiorino branca do pet shop. A polícia analisa imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os criminosos.  Fonte: Jc Net

Foram localizados, entre sexta-feira (27) e sábado (28), três cães que tinham sido sequestrados por ladrões na última quarta-feira na região de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo. Os animais estavam no furgão de um pet shop que foi roubado por dois homens.
O primeiro cão a ser localizado foi o poodle Rick, que foi recolhido por uma pessoa que o reconheceu por fotos publicadas na imprensa após o sequestro. Sabendo da região em que ele foi encontrado, a família tutora do golden retriever Amy foi até o local com panfletos.
“Uma das pessoas que pegou o panfleto disse que tinha visto a cocker na casa do vizinho. Então fomos até o local e o dono da casa disse que a tinha encontrado na rua na quarta-feira. Quando a gente levava ela para a tutora, um senhor ligou e falou que tinha visto a nossa”, contou Érika Cristina da Silva, tutora da Amy.
Os três cães não apresentavam ferimentos e passam bem. Eles foram localizados na mesma região. A suspeita dos tutores é que os ladrões tenham abandonado os animais na rua logo após o roubo da Fiorino branca do pet shop. A polícia analisa imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os criminosos.
Fonte: Jc Net

ARIRANHA (SP)

A história da cadela Menina impressionou tanto os moradores de Ariranha (SP) e da região noroeste paulista que tem até uma lista de espera para adotar a cachorrinha ou um dos cinco filhotes dela. Menina ficou conhecida após andar mais de dois quilômetros com a carne na boca para alimentar os filhotes, que ficavam escondidos em um buraco na zona rural da cidade.  Os animais estão atualmente na ONG Amar e segundo a vice-presidente Roseli Gutierrez, que está cuidando dos cachorrinhos, o caso chamou tanto atenção que a lista de espera já tem mais de 10 nomes para adotar os filhotes. “Nós encontramos sete filhotes, mas o bombeiro que ajudou no resgate já quis ficar com um e outro integrante da ONG também quis. Todos já estão adotados, mas se tiver alguma desistência ou se vimos que alguém não está no perfil para adotar, já tem gente na fila de espera”, afirma Roseli.  A voluntária afirma que tem gente até de outras cidades, como Catanduva (SP), cidade a 20 quilômetros de distância, querendo adotá-los. Roseli diz que os animais ainda devem ficar mais uns cinco dias na casa dela para receberem todas as vacinas e outros cuidados antes de serem adotados. Ela diz que o processo de adoção é simples, mas a escolha é rigorosa. “Se a pessoa gostar de animais e a gente vê que ela vai cuidar bem, nós permitimos a adoção. Mas também, depois da adoção, nós fazemos visitas periódicas para saber como está o cuidado com o animal adotado”, diz.  Enquanto todos os filhotes já têm seus futuros lares praticamente definidos, o da Menina ainda é uma incógnita. Além dos filhotes, ela também está recebendo tratamento, como vermífugo e outras vacinas, e até de retirada de pulgas. Por enquanto, a cadela ficará na casa de Roseli, mas ela também deve ser adotada. “Eu já tenho nove animais em casa, adoraria ficar com ela, mas não vou poder. Agora é preciso escolher a pessoa certa para cuidar dela, já que acreditamos que ela tenha sido abandonada”, afirma.  Fonte: G1

A história da cadela Menina impressionou tanto os moradores de Ariranha (SP) e da região noroeste paulista que tem até uma lista de espera para adotar a cachorrinha ou um dos cinco filhotes dela. Menina ficou conhecida após andar mais de dois quilômetros com a carne na boca para alimentar os filhotes, que ficavam escondidos em um buraco na zona rural da cidade.
Os animais estão atualmente na ONG Amar e segundo a vice-presidente Roseli Gutierrez, que está cuidando dos cachorrinhos, o caso chamou tanto atenção que a lista de espera já tem mais de 10 nomes para adotar os filhotes. “Nós encontramos sete filhotes, mas o bombeiro que ajudou no resgate já quis ficar com um e outro integrante da ONG também quis. Todos já estão adotados, mas se tiver alguma desistência ou se vimos que alguém não está no perfil para adotar, já tem gente na fila de espera”, afirma Roseli.
A voluntária afirma que tem gente até de outras cidades, como Catanduva (SP), cidade a 20 quilômetros de distância, querendo adotá-los. Roseli diz que os animais ainda devem ficar mais uns cinco dias na casa dela para receberem todas as vacinas e outros cuidados antes de serem adotados. Ela diz que o processo de adoção é simples, mas a escolha é rigorosa. “Se a pessoa gostar de animais e a gente vê que ela vai cuidar bem, nós permitimos a adoção. Mas também, depois da adoção, nós fazemos visitas periódicas para saber como está o cuidado com o animal adotado”, diz.
Enquanto todos os filhotes já têm seus futuros lares praticamente definidos, o da Menina ainda é uma incógnita. Além dos filhotes, ela também está recebendo tratamento, como vermífugo e outras vacinas, e até de retirada de pulgas. Por enquanto, a cadela ficará na casa de Roseli, mas ela também deve ser adotada. “Eu já tenho nove animais em casa, adoraria ficar com ela, mas não vou poder. Agora é preciso escolher a pessoa certa para cuidar dela, já que acreditamos que ela tenha sido abandonada”, afirma.
Fonte: G1

VENDIDOS PARA RESTAURANTES


No Sul do Maranhão, mais de 250 animais silvestres foram resgatados de traficantes este ano, de acordo com o Batalhão de Polícia Ambiental.
As espécies mais cobiçadas são o papagaio e a arara vermelha, geralmente encontradas no Parque Nacional da Chapada das Mesas, que possui 160 mil hectares, e no Parque Estadual do Mirador, com 500 mil hectares.
Papagaio VENDIDOS PARA RESTAURANTES  No Sul do Maranhão, mais de 250 animais silvestres foram resgatados de traficantes este ano, de acordo com o Batalhão de Polícia Ambiental.  As espécies mais cobiçadas são o papagaio e a arara vermelha, geralmente encontradas no Parque Nacional da Chapada das Mesas, que possui 160 mil hectares, e no Parque Estadual do Mirador, com 500 mil hectares.  Papagaio (Reprodução Internet)  Segundo a Polícia Ambiental, investigações apontam que os animais seriam levados para os Estados da Bahia e Pernambuco e, de lá, enviados para outros países. De cada 10 espécies resgatadas, sete morrem antes de chegar ao destino.  Arara vermelha (Foto: Reprodução Internet)  Animais como pássaros e pacas também estariam sendo vendidos a restaurantes da região. A pena para o tráfico de animais silvestres pode variar de 3 meses a 5 anos de prisão.  Membro do Conselho Federal de Medicina Veterinária no Maranhão, o professor Nordman Wall Filho comentou o assunto no Bom Dia Mirante desta segunda-feira (30).  Fonte: G1

Segundo a Polícia Ambiental, investigações apontam que os animais seriam levados para os Estados da Bahia e Pernambuco e, de lá, enviados para outros países. De cada 10 espécies resgatadas, sete morrem antes de chegar ao destino.

Arara vermelha VENDIDOS PARA RESTAURANTES  No Sul do Maranhão, mais de 250 animais silvestres foram resgatados de traficantes este ano, de acordo com o Batalhão de Polícia Ambiental.  As espécies mais cobiçadas são o papagaio e a arara vermelha, geralmente encontradas no Parque Nacional da Chapada das Mesas, que possui 160 mil hectares, e no Parque Estadual do Mirador, com 500 mil hectares.  Papagaio (Reprodução Internet)  Segundo a Polícia Ambiental, investigações apontam que os animais seriam levados para os Estados da Bahia e Pernambuco e, de lá, enviados para outros países. De cada 10 espécies resgatadas, sete morrem antes de chegar ao destino.  Arara vermelha (Foto: Reprodução Internet)  Animais como pássaros e pacas também estariam sendo vendidos a restaurantes da região. A pena para o tráfico de animais silvestres pode variar de 3 meses a 5 anos de prisão.  Membro do Conselho Federal de Medicina Veterinária no Maranhão, o professor Nordman Wall Filho comentou o assunto no Bom Dia Mirante desta segunda-feira (30).  Fonte: G1

Animais como pássaros e pacas também estariam sendo vendidos a restaurantes da região. A pena para o tráfico de animais silvestres pode variar de 3 meses a 5 anos de prisão.
Membro do Conselho Federal de Medicina Veterinária no Maranhão, o professor Nordman Wall Filho comentou o assunto no Bom Dia Mirante desta segunda-feira (30).
Fonte: G1

USADAS PARA TREINAMENTO DE CÃES

Raposas são caçadas em “treinamento” promovido por tutores.  Exercício de treinamento ou tortura? Muitos moradores da Carolina do Norte estão se fazendo essa mesma pergunta quando se trata de uma prática de caça macabra conhecida como encurralamento de raposa. A prática cruel envolve a captura de coiotes e raposas em armadilhas de aço. Uma vez capturados, os caçadores aprisionam os animais em pequenas gaiolas superlotadas, onde são mau tratados, recebendo apenas pouca comida e água. Depois que os animais passam dias nas pequenas gaiolas eles então se mudam para um recinto cercado chamado de “baía de caça”. Na “baía de caça”, muitas raposas e coiotes aguardam seu futuro sombrio. Matilhas de cães de caça são, em seguida, liberadas nas baías para perseguir os animais em cativeiro, sob o pretexto de ser um exercício de treinamento. Os caçadores afirmam que a intenção não é causar dano aos animais, no entanto, é um destino inevitável. As raposas e coiotes são perseguidos até a exaustão e, quando os cães de caça os alcançam, despedaçam os animais inteiros. Outros estados já acabaram com a prática bárbara. A Comissão de Conservação de Peixes e da Vida Selvagem da Flórida, votou para banir todas as baías de caça de raposas e coiotes em 10 de junho de 2010. Cidadãos que amam animais da Carolina do Norte acreditam que podem proibir a prática em seu estado também. JO Henderson de Sophia, Carolina do Norte iniciou uma petição para chamar a atenção do senador Phil Berger no Change.org. A petição pede o fim desta prática de caça péssima, e precisa de um pouco mais de apoio. A petição recebeu mais de 5.000 assinaturas, mas ainda tem um longo caminho a percorrer. Neste vídeo podemos ver o desespero da raposa fugindo do cão e o descaso total do tutor diante da situação:
Raposas são caçadas em “treinamento” promovido por tutores.

Exercício de treinamento ou tortura? Muitos moradores da Carolina do Norte estão se fazendo essa mesma pergunta quando se trata de uma prática de caça macabra conhecida como encurralamento de raposa.
A prática cruel envolve a captura de coiotes e raposas em armadilhas de aço. Uma vez capturados, os caçadores aprisionam os animais em pequenas gaiolas superlotadas, onde são mau tratados, recebendo apenas pouca comida e água. Depois que os animais passam dias nas pequenas gaiolas eles então se mudam para um recinto cercado chamado de “baía de caça”.
Na “baía de caça”, muitas raposas e coiotes aguardam seu futuro sombrio. Matilhas de cães de caça são, em seguida, liberadas nas baías para perseguir os animais em cativeiro, sob o pretexto de ser um exercício de treinamento.
Os caçadores afirmam que a intenção não é causar dano aos animais, no entanto, é um destino inevitável.
As raposas e coiotes são perseguidos até a exaustão e, quando os cães de caça os alcançam, despedaçam os animais inteiros.
Outros estados já acabaram com a prática bárbara. A Comissão de Conservação de Peixes e da Vida Selvagem da Flórida, votou para banir todas as baías de caça de raposas e coiotes em 10 de junho de 2010.
Cidadãos que amam animais da Carolina do Norte acreditam que podem proibir a prática em seu estado também.
JO Henderson de Sophia, Carolina do Norte iniciou uma petição para chamar a atenção do senador Phil Berger no Change.org. A petição pede o fim desta prática de caça péssima, e precisa de um pouco mais de apoio. A petição recebeu mais de 5.000 assinaturas, mas ainda tem um longo caminho a percorrer.
Neste vídeo podemos ver o desespero da raposa fugindo do cão e o descaso total do tutor diante da situação:

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