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23 de Maio de 2013
Seis animais conquistaram um novo lar graças ao empenho de ativistas do Projeto Patinhas Unidas, que atuam no distrito Campo Belo, situado na região centro-sul da capital paulista. No total, foram doados três gatos e três cães. Todos já estavam castrados, vacinados e vermifugados.
 
O balanço divulgado é da feira de adoção realizada no último sábado, 18/05, no Fofocão Pet, onde 19 animais estavam em busca de novos lares. Todos os pets remanescentes e muitos outros que não compareceram nesta feira continuam a procura de novos adotantes. Quem tiver interesse em saber mais informações sobre os animais cuidados pela equipe do Projeto Patinhas Unidas, pode entrar em contato com Marcia Leone  pelo telefone (11) 98146-0041 ou através do e-mail adocao@patinhasunidas.com.br.
 
 
 
A adoção é promovida mediante a assinatura de um termo de responsabilidade e só pode ser feita por maiores de 18 anos munidos de RG, CPF e comprovante de residência. O Projeto Patinhas Unidas solicita também a contribuição de R$ 50. O valor é revertido para custear o tratamento dos animais cuidados pelos ativistas.
 
 
 
Para mais informações sobre os trabalhos dos ativistas em prol dos animais, acesse:https://www.facebook.com/patinhasunidas.
 
 
 
Confira as imagens de todos os animais que estavam disponíveis para adoção na feira no link: http://www.noticiaanimal.com.br/viewpost.php?idpost=1705.
 
 
 

A Secretaria Municipal de Saúde de São José dos Pinhais, município do Estado do Paraná, através da Unidade de Vigilância de Zoonoses, disponibiliza para adoção mais de 30 animais – entre adultos e filhotes. Os animais que são resgatados das ruas são encaminhados para o Canil Municipal para avaliação e cuidados médicos veterinários.  Essa avaliação é feita para considerar se o animal esta apto ou não para adoção. Os animais aptos recebem vacina anti-rábica e polivalente, são medicados e encaminhados para a castração feita em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, que também realiza a implantação do microchip de identificação.   Após a adoção, o proprietário assina um termo de guarda responsável e  a Unidade de Vigilância de Zoonoses realiza o “Programa de Adoção Assistida”, na qual os proprietários recebem visitas surpresa para verificação das condições de saúde e bem-estar dos animais adotados.   Os animais do CCZ - Os animais que estão no canil foram resgatados a partir de denúncias da comunidade. Para o recolhimento, a equipe da Unidade de Vigilância de Zoonoses é encaminhada ao local da denúncia a fim de verificar o perfil dos animais, objetivando a captura seletiva deles. Este perfil é formado por cães com histórico de mordedura, além de animais com suspeita de zoonoses e/ou em condições de sofrimento.   Para adotar um animal é necessário ter mais de 18 anos e portar documentos pessoais, como RG, CPF e comprovante de endereço.   Para mais informações, entre em contato pelos telefones (41) 3382-2839/ (41) 3384-1228.
A Secretaria Municipal de Saúde de São José dos Pinhais, município do Estado do Paraná, através da Unidade de Vigilância de Zoonoses, disponibiliza para adoção mais de 30 animais – entre adultos e filhotes. Os animais que são resgatados das ruas são encaminhados para o Canil Municipal para avaliação e cuidados médicos veterinários. 
Essa avaliação é feita para considerar se o animal esta apto ou não para adoção. Os animais aptos recebem vacina anti-rábica e polivalente, são medicados e encaminhados para a castração feita em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, que também realiza a implantação do microchip de identificação.
 
Após a adoção, o proprietário assina um termo de guarda responsável e  a Unidade de Vigilância de Zoonoses realiza o “Programa de Adoção Assistida”, na qual os proprietários recebem visitas surpresa para verificação das condições de saúde e bem-estar dos animais adotados.
 
Os animais do CCZ - Os animais que estão no canil foram resgatados a partir de denúncias da comunidade. Para o recolhimento, a equipe da Unidade de Vigilância de Zoonoses é encaminhada ao local da denúncia a fim de verificar o perfil dos animais, objetivando a captura seletiva deles. Este perfil é formado por cães com histórico de mordedura, além de animais com suspeita de zoonoses e/ou em condições de sofrimento.
 
Para adotar um animal é necessário ter mais de 18 anos e portar documentos pessoais, como RG, CPF e comprovante de endereço.
 
Para mais informações, entre em contato pelos telefones (41) 3382-2839/ (41) 3384-1228.

Fotografia: Unidade de Vigilância de Zoonoses / São José dos Pinhais

30 animais aguardam adoção no CCZ de S. José dos Pinhais/PR


Os 30 anos de atividades do Laboratório de Pesquisas Paleontológicas (LPP) da Universidade Federal do Acre (Ufac) começaram a ser comemorados na última terça-feira (16/05) com uma sessão solene da qual participaram, entre outras autoridades, o reitor Minoru Kinpara, o diretor do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), Carlos Garção, e o coordenador do LPP, Jonas Filho.
 
Após a cerimônia de abertura, que foi encerrada com uma exibição do grupo Jabuti Bumbá, os convidados dirigiram-se a uma sala de exposições, no pavilhão Francisca Corina de Azevedo Feitosa, para contemplar a nova estrela da coleção fóssil do LPP: um jabuti gigante, medindo, aproximadamente, 1,65 metro de comprimento, 90 centímetros de largura de carapaça e um metro de altura.
 
De acordo com os pesquisadores do LPP, o gigantesco animal, pertencente ao gêneroChelonoidis, viveu durante o período chamado “Mioceno Superior”, há cerca de oito milhões de anos. Seus fragmentos fósseis foram coletados em 1995, no Alto Rio Acre, em área do município de Assis Brasil. Dezessete anos depois da coleta, com o processo de montagem dos fragmentos, tem-se a reconstituição exposta agora, incrementada com elementos artificiais que representam as patas e a cabeça do jabuti.
 
“Possivelmente, esses jabutis gigantes, cujo habitat foi todo o território da América do Sul, tenham sido os ancestrais diretos dos animais da mesma espécie, também de grandes dimensões, mas não tanto, que hoje podem ser encontrados apenas nas Ilhas Galápagos”, explicou o professor Edson Guilherme, doutor em Zoologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e membro da equipe do LPP.
 
Ainda segundo Guilherme, “esta descoberta é muito importante, porque nos ajuda a entender como era a vida na região amazônica no passado e mostra, de certa forma, que foram da América do Sul os primeiros jabutis gigantes que colonizaram as ilhas remotas do Oceano Pacífico”.
 
História da paleontologia no Acre - Os estudos paleontológicos na região acriana datam do século XIX. O ano de 1983, entretanto, marca formalmente o início das pesquisas paleontológicas realizadas pela Ufac, na gestão do reitor Áulio Gélio Alves de Souza. Na Resolução de criação, datada do dia 13 de maio, os objetivos da então nova unidade: apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão do Departamento de Ciências da Natureza (DCN).
 
Trinta anos depois, agora fazendo parte do complexo do Museu Universitário da Ufac, o LPP tem catalogado mais de cinco mil peças fósseis, coletadas nos mais variados sítios paleontológicos acrianos, como são os casos das localidades Patos, Cavalcante, Cachoeira do Bandeira, Niterói, Lula, Talismã, Morro do Careca, além das barrancas do rio Moa, na Serra do Divisor, e das margens do alto rio Juruá.

Ufac apresenta maior fóssil de jabuti do mundo.


Em matéria do Brasil Urgente da TV Bandeirantes sobre o filhote de poodle agredido em Porto Alegre, é relatado que a agressora Fabiaba Vanacor já perdeu a guarda de um filha e um vizinha testemunha que antes de adquirir o filhote, ela batia no filho que aparecia machucado.

A violência com animais e pessoas é uma só, a maldade humana escolhe vitimas indefesas, mas nossas autoridades não se importam nem como a vida dos humanos...

Cachorro que sofria maus tratos é resgatado em Porto Alegre
O filhote de poodle que era agredido por uma mulher e o filho dela, de três anos, foi resgatado pelo sub síndico do condomínio, o cachorro estava desmaiado quando foi salvo. A agressora, que é usuária de drogas e também agredia o filho, está foragida. Veja todos os vídeos do Brasil Urgente.

http://videos.band.uol.com.br/programa.asp?e=noticias&pr=brasil-urgente&v=14452524

Informação do facebook:FABIANA VANACOR É O NOME ARTISTICO DE FABIANA SANTOS DE SOUZA
Em matéria do Brasil Urgente da TV Bandeirantes sobre o filhote de poodle agredido em Porto Alegre, é relatado que a agressora Fabiaba Vanacor já perdeu a guarda de um filha e um vizinha testemunha que antes de adquirir o filhote, ela batia no filho que aparecia machucado.A violência com animais e pessoas é uma só, a maldade humana escolhe vitimas indefesas, mas nossas autoridades não se importam nem como a vida dos humanos...Cachorro que sofria maus tratos é resgatado em Porto AlegreO filhote de poodle que era agredido por uma mulher e o filho dela, de três anos, foi resgatado pelo sub síndico do condomínio, o cachorro estava desmaiado quando foi salvo. A agressora, que é usuária de drogas e também agredia o filho, está foragida. Veja todos os vídeos do Brasil Urgente.http://videos.band.uol.com.br/programa.asp?e=noticias&pr=brasil-urgente&v=14452524Informação do facebook:FABIANA VANACOR É O NOME ARTISTICO DE FABIANA SANTOS DE SOUZA















































VAMOS DIVULGAR ESSE LIXO HUMANO!!!!!!!!!!!!!!
VAMOS DIVULGAR ESSE LIXO HUMANO!!!!!!!!!!!!!!





FABIANA VANACOR... NAO ADIANTOU DELETAR O FACEBOOK



                    Este LIXO de mulher, espancou um                     cachorrinho Poodle de pequeno porte. O que fazer com uma Bosta desta? Seu nome é FABIANA VANACOR, PROCURADA PELA JUSTIÇA. QUEM SOUBER O PARADEIRO DESTE VERME FAVOR INFORMAR AS AUTORIDADES COM URGÊNCIA, POIS ESTE LIXO É PERIGOSO !!!!!!!!
FABIANA VANACOR É O NOME ARTISTICO DE FABIANA SANTOS DE SOUZA


Para intensificar as ações de posse responsável, que inclui a diminuição do número de cães e gatos abandonados, o Programa Municipal Bem-Estar Animal do Centro de Controle de Zoonoses de Americana dará início amanhã ao projeto ConscientizaCÃO. A partir das 18 horas, profissionais integrantes do Bem Estar Animal estarão na Praça da Fraternidade, no Jardim da Paz.  Fernando Vicente Ferreira, coordenador do CCZ, falou que diversos serviços serão oferecidos à população e que em cada semana o ConscientizaCÃO estará num bairro da cidade. “Haverá castração química para cães e gatos machos, orientação sobre posse responsável e teste de glicemia em animais para prevenção de doenças. Os proprietários de animais diagnosticados com diabetes serão orientados a procurar atendimento veterinário”, explicou.   Os serviços são gratuitos e os proprietários dos animais devem estar munidos de RG, CPF e comprovante de residência. A ação na Praça da Fraternidade acontece até sexta-feira. “A atividade tem o objetivo de ressaltar a posse responsável. Os animais sentem fome, sede, frio, alegria, dor, solidão, angústia e medo e precisam de cuidados básicos. Eles ficam doentes, precisam de assistência médica, atenção e carinho, assim como nós humanos”, lembrou Fernando.   Donizeti Borges, subsecretário de Vigilância em Saúde, frisou que o ConscientizaCÃO é mais um projeto da Secretaria de Saúde para a prevenção de doenças transmitidas pelos animais. “Com ações de posse responsável e castração, pretendemos diminuir o número de animais abandonados, que podem também trazer malefícios à saúde da população”, disse.
Para intensificar as ações de posse responsável, que inclui a diminuição do número de cães e gatos abandonados, o Programa Municipal Bem-Estar Animal do Centro de Controle de Zoonoses de Americana dará início amanhã ao projeto ConscientizaCÃO. A partir das 18 horas, profissionais integrantes do Bem Estar Animal estarão na Praça da Fraternidade, no Jardim da Paz. 
Fernando Vicente Ferreira, coordenador do CCZ, falou que diversos serviços serão oferecidos à população e que em cada semana o ConscientizaCÃO estará num bairro da cidade. “Haverá castração química para cães e gatos machos, orientação sobre posse responsável e teste de glicemia em animais para prevenção de doenças. Os proprietários de animais diagnosticados com diabetes serão orientados a procurar atendimento veterinário”, explicou.
 
Os serviços são gratuitos e os proprietários dos animais devem estar munidos de RG, CPF e comprovante de residência. A ação na Praça da Fraternidade acontece até sexta-feira.
“A atividade tem o objetivo de ressaltar a posse responsável. Os animais sentem fome, sede, frio, alegria, dor, solidão, angústia e medo e precisam de cuidados básicos. Eles ficam doentes, precisam de assistência médica, atenção e carinho, assim como nós humanos”, lembrou Fernando.
 
Donizeti Borges, subsecretário de Vigilância em Saúde, frisou que o ConscientizaCÃO é mais um projeto da Secretaria de Saúde para a prevenção de doenças transmitidas pelos animais. “Com ações de posse responsável e castração, pretendemos diminuir o número de animais abandonados, que podem também trazer malefícios à saúde da população”, disse.

A prefeitura de Florianópolis, capital de Santa Catarina, através da Diretoria de Bem Estar Animal, órgão subordinado à Secretaria Municipal de Saúde, iniciou um programa inédito de castração de cães e gatos em todos os bairros da cidade. O objetivo, de acordo com o diretor João Eduardo Cavallazzi, é chegar a 40 castrações de animais por dia de atividade, atingindo aproximadamente 600 animais por mês.  Diariamente, o diretor e pelo menos uma veterinária vão até as comunidades recolher os animais, que são levados até a sede da Diretoria, onde são castrados.  As comunidades da Tapera e de Carianos estão sendo as primeiras beneficiadas. Uma protetora de animais voluntária já cadastrou 187 animais na região, mas a expectativa é a de que pelo menos 200 cães e gatos sejam castrados em 10 dias de ação. Moradores da Tapera faziam fila ou para receber os animais que haviam sido recolhidos no dia anterior para serem submetidos à castração ou para entregar seus bichos de estimação para passar pelo procedimento cirúrgico.   Renata Galindo, que se diz “mamãe” de Nina, de dois anos, estava ansiosa para receber de volta a cachorra que encontrou recém-nascida na rua e levou para casa. Ainda na porta do caminhão da Diretoria de Bem Estar Animal abraçou Nina e respirou aliviada. “Chorei demais”, comentou Renata, tamanha a saudade que sentiu um dia longe do animal. “Acho a castração muito importante porque a população aqui é carente, e dizem que, dependendo da raça, sai bem caro mandar castrar (no caso de pagar pela cirurgia particular). Daí os animais vão se reproduzindo e vão sendo jogados na rua”, testemunha.   Cláudia Peliçaro Leite, dona do Beni, de um ano e quatro meses, estava lá para entregá-lo para a castração. “Vai ser castrado para não fazer filhinho por aí. Se não, é muito bicho. Começa a dar cria e quem pega às vezes não cuida e joga na rua”, reforçou Cláudia, que busca em Beni garantir uma maior segurança para a família. “Ele é o cão de guarda. Cuida mesmo. Não deixa ninguém diferente nem outro bicho entrar em casa”. A moradora da Tapera também tem um outro cachorro, o Snoopy, de seis anos, que tirou da rua para agradar a filha. Ele será igualmente encaminhado para castração numa próxima vez.   Critério - A regionalização da castração foi adotada pela Diretoria de Bem Estar Animal de forma a realizar um trabalho planejado e massificado. “Antes não havia critério. A castração era aleatória”, atestou Cavallazzi, que responde pela Pasta há poucos meses.   Segundo ele, para um cidadão ter acesso à castração do animal de estimação, é necessário apresentar identificação (e será cadastrado como o proprietário do bicho), e comprovar ter renda familiar de até três salários mínimos e ser residente em Florianópolis.   O diretor ainda explicou que existe cerca de 25 mil animais (entre cães e gatos) soltos pela Capital, mas que eles não são alvo da castração promovida pela Prefeitura. Isto porque após o procedimento cirúrgico o animal precisa ser observado pelo responsável por um período de sete dias. E não seria possível recolher os bichos de rua para fins de castração para soltá-los em seguida, sem os devidos cuidados, nem tampouco mantê-los sob a atenção do setor público.   Próximas comunidades - Depois da Tapera e de Carianos, serão contempladas com a castração regionalizada as comunidades do Rio Vermelho, Ingleses, Monte Cristo, Vila Aparecida e Maciço do Morro da Cruz.   Informações: Prefeitura Municipal de Florianópolis Fotografia: Divulgação / Mauro Vaz
A prefeitura de Florianópolis, capital de Santa Catarina, através da Diretoria de Bem Estar Animal, órgão subordinado à Secretaria Municipal de Saúde, iniciou um programa inédito de castração de cães e gatos em todos os bairros da cidade. O objetivo, de acordo com o diretor João Eduardo Cavallazzi, é chegar a 40 castrações de animais por dia de atividade, atingindo aproximadamente 600 animais por mês.  Diariamente, o diretor e pelo menos uma veterinária vão até as comunidades recolher os animais, que são levados até a sede da Diretoria, onde são castrados. 
As comunidades da Tapera e de Carianos estão sendo as primeiras beneficiadas. Uma protetora de animais voluntária já cadastrou 187 animais na região, mas a expectativa é a de que pelo menos 200 cães e gatos sejam castrados em 10 dias de ação. Moradores da Tapera faziam fila ou para receber os animais que haviam sido recolhidos no dia anterior para serem submetidos à castração ou para entregar seus bichos de estimação para passar pelo procedimento cirúrgico.
 
Renata Galindo, que se diz “mamãe” de Nina, de dois anos, estava ansiosa para receber de volta a cachorra que encontrou recém-nascida na rua e levou para casa. Ainda na porta do caminhão da Diretoria de Bem Estar Animal abraçou Nina e respirou aliviada. “Chorei demais”, comentou Renata, tamanha a saudade que sentiu um dia longe do animal. “Acho a castração muito importante porque a população aqui é carente, e dizem que, dependendo da raça, sai bem caro mandar castrar (no caso de pagar pela cirurgia particular). Daí os animais vão se reproduzindo e vão sendo jogados na rua”, testemunha.
 
Cláudia Peliçaro Leite, dona do Beni, de um ano e quatro meses, estava lá para entregá-lo para a castração. “Vai ser castrado para não fazer filhinho por aí. Se não, é muito bicho. Começa a dar cria e quem pega às vezes não cuida e joga na rua”, reforçou Cláudia, que busca em Beni garantir uma maior segurança para a família. “Ele é o cão de guarda. Cuida mesmo. Não deixa ninguém diferente nem outro bicho entrar em casa”. A moradora da Tapera também tem um outro cachorro, o Snoopy, de seis anos, que tirou da rua para agradar a filha. Ele será igualmente encaminhado para castração numa próxima vez.
 
Critério - A regionalização da castração foi adotada pela Diretoria de Bem Estar Animal de forma a realizar um trabalho planejado e massificado. “Antes não havia critério. A castração era aleatória”, atestou Cavallazzi, que responde pela Pasta há poucos meses.
 
Segundo ele, para um cidadão ter acesso à castração do animal de estimação, é necessário apresentar identificação (e será cadastrado como o proprietário do bicho), e comprovar ter renda familiar de até três salários mínimos e ser residente em Florianópolis.
 
O diretor ainda explicou que existe cerca de 25 mil animais (entre cães e gatos) soltos pela Capital, mas que eles não são alvo da castração promovida pela Prefeitura. Isto porque após o procedimento cirúrgico o animal precisa ser observado pelo responsável por um período de sete dias. E não seria possível recolher os bichos de rua para fins de castração para soltá-los em seguida, sem os devidos cuidados, nem tampouco mantê-los sob a atenção do setor público.
 
Próximas comunidades - Depois da Tapera e de Carianos, serão contempladas com a castração regionalizada as comunidades do Rio Vermelho, Ingleses, Monte Cristo, Vila Aparecida e Maciço do Morro da Cruz.
 
Informações: Prefeitura Municipal de Florianópolis
Fotografia: Divulgação / Mauro Vaz

I Encontro Temático da #REDE DF. E o tema é: DIREITOS ANIMAIS! Contamos com sua participação, além de seu apoio na divulgação de mais esta ação!!!

Data/horário/local: 16/05, às 19h, no auditório da FUNDACENTRO - 5º andar do Edificio Boulevard Center, no CONIC - Brasília/DF.

Conferencista: Bruno Pinheiro, líder da FALA - Frente de Ações pela Libertação Animal (www.fb.com/FALABrasilia)

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Após dois meses de conversas, a REDE SUSTENTABILIDADE (mais novo partido político em...Ver mais

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Aprendam como seus cães agem diariamente !!!!


Brinquedos e petiscos são estratégias eficientes para evitar traumas e acostumar seu amigo aos exames e consultas de rotina.
Muitos cães sofrem de ansiedade ao perceberem que irão consultar-se com um veterinário e se demonstram fragilidade ou agressividade diante da situação. O estresse nas consultas não é só prejudicial ao animal, como também atrapalha a atuação do profissional, pois muitas vezes o comportamento do cachorro interfere na realização de avaliações e no diagnóstico.
caes_veterinario Brinquedos e petiscos são estratégias eficientes para evitar traumas e acostumar seu amigo aos exames e consultas de rotina.  Muitos cães sofrem de ansiedade ao perceberem que irão consultar-se com um veterinário e se demonstram fragilidade ou agressividade diante da situação. O estresse nas consultas não é só prejudicial ao animal, como também atrapalha a atuação do profissional, pois muitas vezes o comportamento do cachorro interfere na realização de avaliações e no diagnóstico Ignorar a reação negativa do cão diante da ida ao veterinário não é certo, pois o animal por estar em um estado de tensão não conseguirá compreender que as práticas realizadas são comuns e não têm objetivo de lhe causar mal. As experiências dolorosas, neste caso, mesmo que repetidas, não implicarão em aprendizado, mas sim em trauma.  O incômodo do animal, bem como um possível trauma, pode ser evitado se o dono souber conduzir a situação de modo a tornar as consultas mais agradáveis ou, no mínimo, menos inoportunas.  Estratégias para acostumar o cão a consultas veterinárias  A iniciativa mais importante a ser tomada para que um cão relacione-se com naturalidade em uma consulta veterinária é mantê-lo calmo. A tranquilidade do animal é importante para que ele não se assuste facilmente e que seu pavor não intensifique sensações de dor pequenas que são comuns em muitos procedimentos.  Chegar em cima da hora à consulta e querer fazer tudo sem paciência é um erro muito comum entre os donos. O animal precisa habituar-se ao ambiente da clínica e sentir confiança no veterinário como pessoa.  Uma boa ideia, além de chegar com antecedência e tentar estabelecer uma boa relação entre o cão e o veterinário, é levar brinquedos que o cão goste e já esteja acostumado e pedir ao veterinário que participe de alguma pequena brincadeira que é comum entre o dono e seu companheiro antes de iniciar a consulta. Dar carinhos e petiscos durante a realização dos procedimentos também pode ser bastante eficiente.  Outra medida inteligente é simular gradativamente os movimentos e sensações da consultaem casa ou minutos antes da consulta, compensando o animal com petiscos pela boa aceitação.  Quando o animal sentir dor durante a consulta o dono deve distraí-lo com petiscos, mas mantendo-o firme em sua posição, pois se o animal perceber que alguma reação que ele tenha pode fazer com que o dono faça o veterinário parar, ele repetirá esta reação na tentativa de desvencilhar-se dos exames.  Tanto o dono quanto veterinário não podem se deixar intimidar com nenhum comportamento do cão, mesmo que este seja agressivo e possa provocar dor como uma mordida. Largar imediatamente o cão após uma ameaça ou ato violento do cão reforça a agressividade do animal.  Ser firme em termos educativos e carinhoso é fundamental para conquistar a vitória de fazer o cão perder o medo de ir ao veterinário, garantindo assim, a saúde física e psicológica de seu companheiro.
Ignorar a reação negativa do cão diante da ida ao veterinário não é certo, pois o animal por estar em um estado de tensão não conseguirá compreender que as práticas realizadas são comuns e não têm objetivo de lhe causar mal. As experiências dolorosas, neste caso, mesmo que repetidas, não implicarão em aprendizado, mas sim em trauma.
O incômodo do animal, bem como um possível trauma, pode ser evitado se o dono souber conduzir a situação de modo a tornar as consultas mais agradáveis ou, no mínimo, menos inoportunas.

Estratégias para acostumar o cão a consultas veterinárias

A iniciativa mais importante a ser tomada para que um cão relacione-se com naturalidade em uma consulta veterinária é mantê-lo calmo. A tranquilidade do animal é importante para que ele não se assuste facilmente e que seu pavor não intensifique sensações de dor pequenas que são comuns em muitos procedimentos.
Chegar em cima da hora à consulta e querer fazer tudo sem paciência é um erro muito comum entre os donos. O animal precisa habituar-se ao ambiente da clínica e sentir confiança no veterinário como pessoa.
Uma boa ideia, além de chegar com antecedência e tentar estabelecer uma boa relação entre o cão e o veterinário, é levar brinquedos que o cão goste e já esteja acostumado e pedir ao veterinário que participe de alguma pequena brincadeira que é comum entre o dono e seu companheiro antes de iniciar a consulta. Dar carinhos e petiscos durante a realização dos procedimentos também pode ser bastante eficiente.
Outra medida inteligente é simular gradativamente os movimentos e sensações da consultaem casa ou minutos antes da consulta, compensando o animal com petiscos pela boa aceitação.
Quando o animal sentir dor durante a consulta o dono deve distraí-lo com petiscos, mas mantendo-o firme em sua posição, pois se o animal perceber que alguma reação que ele tenha pode fazer com que o dono faça o veterinário parar, ele repetirá esta reação na tentativa de desvencilhar-se dos exames.
Tanto o dono quanto veterinário não podem se deixar intimidar com nenhum comportamento do cão, mesmo que este seja agressivo e possa provocar dor como uma mordida. Largar imediatamente o cão após uma ameaça ou ato violento do cão reforça a agressividade do animal.
Ser firme em termos educativos e carinhoso é fundamental para conquistar a vitória de fazer o cão perder o medo de ir ao veterinário, garantindo assim, a saúde física e psicológica de seu companheiro.

Cães: pânico no veterinário pode ser contornado

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        Hidrelétrica de Corumbá III será notificada e pode ser multada em R$ 50 mil.

Árvores foram puxadas pela força da água; nível do rio subiu dez 
metros. 








A abertura das comportas da Usina Hidrelétrica de Corumbá III, que fica em Luziânia, na região leste de Goiás, causou danos ao meio ambiente, às margens do Rio Corumbá. Por conta do procedimento, feito nesta semana, o nível do rio subiu dez metros e árvores nativas como pés de angico e jatobá foram puxados pela correnteza. Vários trechos do barranco também cederam.

Fiscais da Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) estiveram no local e começaram a levantar os prejuízos ambientais causados.

Segundo a fiscalização, a hidrelétrica vai ser notificada a recuperar a área degradada. Caso fique comprovada a responsabilidade da usina, a multa pode chegar a R$ 50 mil.

Em conversa com funcionários da empresa responsável pela usina, foi confirmada que a abertura das comportas foi uma medida de segurança, pois o reservatório da usina havia chegado ao limite.

Com a previsão de chuva para os próximos dias, os ribeirinhos estão assustados, pois o nível do rio não para de subir. "Vai só acabando [o meio ambiente], destruindo tudo cada vez mais. A mata aqui está indo embora", lamenta o caseiro Wilton Lemos.

A empresa informou que vai vistoriar os danos às margens do rio e justifica que a abertura das comportas é realizada de forma coordenada com o operador nacional do sistema elétrico. Diz ainda que a intenção da usina é garantir a segurança da população ribeirinha.

ONU exigiu punições mais severas contra delitos à fauna e à flora

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora (CITES) propuseram na terça-feira que os governos sejam mais drásticos em punir os crimes contra a fauna e a flora, já que isto viola a vida em nosso planeta.

Num recente relatório do UNODC sobre o crime organizado na Ásia foi revelado que o comércio ilegal de animais silvestres cresceu a 2,5 bilhões de dólares por ano e produtos de madeira totalizam 17 bilhões, informou a ONU.

“Com leis inadequadas, penalidades leves e falta de coordenação das autoridades, facilita-se o trabalho dos traficantes”, disse Yuri Fedotov, diretor-executivo do UNODC, na Convenção da Comissão sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, realizada em Viena.


Um macaco repousa num galho (Justin Sullivan/Getty Images)
Um macaco repousa num galho (Justin Sullivan/Getty Images)

“É necessário implementar sanções de quatro ou mais anos de prisão nas legislações nacionais”, disse Fedotov, segundo a ONU.

A destruição do próprio solo viola a própria alimentação humana. A maioria de nossos alimentos vem daí, assim como matérias-primas para nosso abrigo, proteção e conforto. O desmatamento e o cultivo inadequado violam nossos solos.

De acordo com relatórios acadêmicos, após uma queimada, bactérias e fungos desaparecem, em seguida, os minerais, previamente misturados no solo, são perdidos quando expostos a chuvas e ventos, desaparecendo do solo e deixando-o empobrecido.

Por sua vez, uma terra sem árvores deixa o solo desprotegido contra intempéries, exposto a chuvas e ventos, produzindo erosão e levando a infertilidade do solo. A exploração excessiva dos recursos não renováveis, como petróleo, carvão e calcário, contribuem para isso.

As plantas protegem a vida. Eles combinam elementos como água, ar, matéria orgânica, sais minerais e luz e transformam-nos em frutas, sementes, folhas e madeira, além de purificar o ar que respiramos e nutrir a terra em que se enraízam.

Ao destruir o ambiente natural onde os animais vivem, nós os forçamos a emigrarem, mas se eles não conseguem ambientes apropriados, o que ocorre muitas vezes, eles morrem.

A caça e a pesca indiscriminadas também têm contribuído para a extinção massiva de espécies animais e vegetais que são interdependentes na composição do ecossistema.

A degradação excessiva da terra não permite que ela possa se recuperar e tudo isso cria um grave impacto ambiental, dando origem a desertos áridos, oceanos ácidos e a ausência de vida.


Um jovem tigre na África do Sul (Justin Sullivan/Getty Images)
Um jovem tigre na África do Sul (Justin Sullivan/Getty Images)

Domingo (28), três jacarés foram vistos próximos à praia; um foi capturado.
Biólogo diz que répteis podem ser de locais como o arquipélago Anavilhanas.


Jacaré capturado pelo Corpo de Bombeiros em Manaus (Foto: Divulgação)
Jacaré capturado pelo Corpo de Bombeiros em Manaus (Foto: Divulgação)

A captura de um jacaré com mais de três metros de comprimento e o surgimento de outros dois répteis assustou os frequentadores da Praia da Ponta Negra, na Zona Oeste de Manaus, no fim da manhã do último domingo. Porém, segundo o especialista da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Ronis da Silveira, o balneário é rota de visitação desses animais e que, a cada dois a três anos, é comum o aparecimento de jacarés de grande porte no trecho do Rio Negro.

O biólogo informou que os animais podem ter vindo dos Rios Tarumã-Mirim e Tarumã-Açu (afluentes do Rio Negro). No entanto, ainda existe a possibilidade dos répteis terem nadado cerca de 100 km do arquipélago de Anavilhanas até Manaus. “A Ponta Negra é um trecho de visitação dos jacarés, então não é incomum serem vistos no local. A novidade foi essa quantidade de três jacarés se aproximando em uma única ocasião. Porém, eles aparecem na Ponta Negra com frequência. Os jacarés vão baixando pelo rio, mas depois retornam ao lugar de origem, geralmente pelo mesmo caminho Esse é o comportamento natural do bicho”, explicou Silveira.

Embora não considere o descarte de alimentos nas águas como principal fator que atraiu os animais, o especialista não descarta a hipótese dentre as prováveis influências. Já a presença de banhistas nas águas do trecho do Rio Negro também não é apontada pelo biólogo como um dos fatores.  “A Ponta Negra sempre sofreu com descarte de comida e sujeira, mas não creio que seja o motivo principal. Esses animais são complexos e a explicação do comportamento deles não é algo tão óbvio ou simples. O fato de ter pessoas no local também não foi o que atraiu os jacarés, porque as pessoas afastam os animais e não atraem”, esclareceu Ronis da Silveira.

Três jacarés foram vistos na Praia da Ponta Negra em Manaus no último domingo (28) (Foto: Reprodução/Amazon Sat)
Após capturar o jacaré com três metros e vinte centímetros, o Corpo de Bombeiros voltou na manhã desta segunda-feira (29), a fazer buscas nas águas do Rio Negro, na Praia da Ponta Negra. O tenente Marco Antônio Gama, do Corpo de Bombeiros, informou que as equipes continuarão monitorando o local para verificar se os outros dois jacarés aparecem.

“É comum eles aparecerem longe das margens nesse período do ano, na época da cheia do Rio Negro, mas não se aproximavam tanto da praia. Provavelmente eles vieram do Rio Tarumã-Açu”, revelou o tenente.

Captura

O jacaré capturado apareceu na área infantil da Praia da Ponta Negra, parte mais rasa do local. O Corpo de Bombeiros conseguiu capturar um dos três jacarés que rondavam a praia, depois várias tentativas feitas pelas equipes da corporação. O animal foi levado para o Refúgio Sauim Castanheiras.

Segundo o tenente Gama, o trabalho de captura do animal dependeu da paciência e persistência da corporação. "O jacaré passava por baixo da malhadeira utilizada para a captura. Esperamos bastante para pegar o animal que só ficava fora da água quando parava para respirar", disse o tenente.

Interdição

Devido ao aparecimento dos jacarés, a praia da Ponta Negra foi interditada na tarde deste domingo. A proibição de banhistas na água foi mantida mesmo após a captura de um dos três jacarés que rondavam o local. O tenente Gama informou ao G1 que vai solicitar um estudo ambiental para que as presenças dos animais na praia sejam esclarecidas.

Conforme Mafran Evangelista, coordenador e presidente da Comissão da Ponta Negra, a interdição depende dos bombeiros que planejam a proibição de banhistas na praia até que os estudos técnicos ambientais sejam realizados. "Aparecem botos e cobras d´água, mas jacarés tão perto das pessoas nunca tinha acontecido antes. A gente não pode deixar a população em risco", afirmou Evangelista.

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