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EXTERMÍNIO EM IDAHO

A caça de lobos em terrenos privados agora é legal em algumas áreas de Idaho (EUA) durante todo o ano, dando continuidade a um recente estímulo dos legisladores do estado para administrar o financiamento da caça de lobos e diminuir regulamentos sobre a prática. Na semana passada, Idaho aprovou uma lei que criou um novo “Wolf Depredation Control Board”, que permite reduzir o número da espécie de 650 para 150 indivíduos em toda a região. As informações são do The Dodo.  De acordo com a Associated Press, a regra agora se estende a toda a região norte do estado: ”A comissão aprovou em 2012 a caça durante todo o ano em terras privadas na Região Panhandle. Adicionando a Região Clearwater significa que a caça na maioria das terras privadas a partir da fronteira canadense até o rio Salmon é legal em Idaho.”  Os defensores da mudança dizem que ela dará aos proprietários privados a capacidade de matar lobos para proteger a propriedade – e não para caçar.  As novas medidas também ampliaram o início da temporada de captura do animal de 15 de novembro para 10 de outubro em algumas unidades de caça de Idaho. Os conservacionistas afirmam que a espécie, que já esteve ameaçada de extinção, ainda precisa desesperadamente de proteção, e que a região está criando uma “guerra contra os lobos ” para proteger seu gado criado para o consumo.  “Os líderes políticos em Idaho adorariam erradicar os lobos e voltar para uma mentalidade de um século de idade, na qual grandes predadores são vistos como perversos e dispensáveis “, disse Amaroq Weiss, do Centro para a Diversidade Biológica, na semana passada.
A caça de lobos em terrenos privados agora é legal em algumas áreas de Idaho (EUA) durante todo o ano, dando continuidade a um recente estímulo dos legisladores do estado para administrar o financiamento da caça de lobos e diminuir regulamentos sobre a prática. Na semana passada, Idaho aprovou uma lei que criou um novo “Wolf Depredation Control Board”, que permite reduzir o número da espécie de 650 para 150 indivíduos em toda a região. As informações são do The Dodo.
De acordo com a Associated Press, a regra agora se estende a toda a região norte do estado: ”A comissão aprovou em 2012 a caça durante todo o ano em terras privadas na Região Panhandle. Adicionando a Região Clearwater significa que a caça na maioria das terras privadas a partir da fronteira canadense até o rio Salmon é legal em Idaho.”
Os defensores da mudança dizem que ela dará aos proprietários privados a capacidade de matar lobos para proteger a propriedade – e não para caçar.
As novas medidas também ampliaram o início da temporada de captura do animal de 15 de novembro para 10 de outubro em algumas unidades de caça de Idaho. Os conservacionistas afirmam que a espécie, que já esteve ameaçada de extinção, ainda precisa desesperadamente de proteção, e que a região está criando uma “guerra contra os lobos ” para proteger seu gado criado para o consumo.
“Os líderes políticos em Idaho adorariam erradicar os lobos e voltar para uma mentalidade de um século de idade, na qual grandes predadores são vistos como perversos e dispensáveis “, disse Amaroq Weiss, do Centro para a Diversidade Biológica, na semana passada.

Estado americano continua guerra contra os lobos da região


CRUELDADE COTIDIANA


Uma das duas leoas do Zoológico de Copenhagen CRUELDADE COTIDIANA  Uma das duas leoas do Zoológico de Copenhagen Pouco mais de um mês após matar a girafa Marius, o Zoológico de Copenhagen, na Dinamarca, tirou a vida de mais quatro animais: dois filhotes e dois leões adultos. Todos, assim como Marius, em saúde perfeita.  De acordo com o jornal britânico The Guardian, a medida foi tomada para poupar sofrimento dos animais. Segundo o zoológico, os quatro eram os leões mais fracos, e não conseguiriam se defender de um novo leão, feroz e de comportamento agressivo, que chegou na segunda-feira (24) no local. “Eles seriam atacados pelo leão na primeira oportunidade e não resistiriam aos ferimentos”, justifica o Zoológico de Copenhagen. “Esse é um tipo de comportamento que faz parte da natureza dos leões.”  Os veterinários pretendem fazer com que o leão, de aproximadamente 130 quilos, cruze com as duas leoas do zoo, que chegaram, recentemente, à fase ideal para procriação. “Estamos orgulhosos de ser um dos poucos zoológicos do mundo a criar sua própria ninhada de leões”, afirma Steffen Straede, um dos diretores do local.  O zoo afirmou que, apesar das tentativas, não conseguiu encontrar um novo lar para a família de leões. A morte induzida dos quatro animais foi realizada na segunda-feira (24), horas antes do novo leão ser colocado junto com as leoas. Os quatro animais pertenciam à mesma família.  Há mais de um mês, a girafa Marius teve o mesmo destino dos leões. Sua morte foi internacionalmente repercutida. O animal fora morto e dissecado na frente dos visitantes – inclusive, muitas crianças. Na época, parte da imprensa e ativistas dos direitos dos animais criticaram a conduta do zoológico e disseram que não havia justificativas plausíveis para assassinar o animal. No caso de Marius, os veterinários argumentaram que ele deveria morrer porque corria o risco de cruzar com parentes próximos. Assim como no caso dos quatro leões, o zoológico afirmou que não havia espaço físico para alocar o animal. Nos dois casos, matar os animais foi uma solução mais fácil e rápida do que encontrar um novo lar para eles.   Há mais de um mês, visitantes do Zoo de Copenhagen puderam assistir à necrópsia e desmembramento da girafa Marius   Fonte: Época
Uma das duas leoas do Zoológico de Copenhagen
Pouco mais de um mês após matar a girafa Marius, o Zoológico de Copenhagen, na Dinamarca, tirou a vida de mais quatro animais: dois filhotes e dois leões adultos. Todos, assim como Marius, em saúde perfeita.
De acordo com o jornal britânico The Guardian, a medida foi tomada para poupar sofrimento dos animais. Segundo o zoológico, os quatro eram os leões mais fracos, e não conseguiriam se defender de um novo leão, feroz e de comportamento agressivo, que chegou na segunda-feira (24) no local. “Eles seriam atacados pelo leão na primeira oportunidade e não resistiriam aos ferimentos”, justifica o Zoológico de Copenhagen. “Esse é um tipo de comportamento que faz parte da natureza dos leões.”
Os veterinários pretendem fazer com que o leão, de aproximadamente 130 quilos, cruze com as duas leoas do zoo, que chegaram, recentemente, à fase ideal para procriação. “Estamos orgulhosos de ser um dos poucos zoológicos do mundo a criar sua própria ninhada de leões”, afirma Steffen Straede, um dos diretores do local.
O zoo afirmou que, apesar das tentativas, não conseguiu encontrar um novo lar para a família de leões. A morte induzida dos quatro animais foi realizada na segunda-feira (24), horas antes do novo leão ser colocado junto com as leoas. Os quatro animais pertenciam à mesma família.
Há mais de um mês, a girafa Marius teve o mesmo destino dos leões. Sua morte foi internacionalmente repercutida. O animal fora morto e dissecado na frente dos visitantes – inclusive, muitas crianças. Na época, parte da imprensa e ativistas dos direitos dos animais criticaram a conduta do zoológico e disseram que não havia justificativas plausíveis para assassinar o animal. No caso de Marius, os veterinários argumentaram que ele deveria morrer porque corria o risco de cruzar com parentes próximos. Assim como no caso dos quatro leões, o zoológico afirmou que não havia espaço físico para alocar o animal. Nos dois casos, matar os animais foi uma solução mais fácil e rápida do que encontrar um novo lar para eles.
Há mais de um mês, visitantes do Zoo de Copenhagen puderam assistir à necrópsia e desmembramento da girafa Marius CRUELDADE COTIDIANA  Uma das duas leoas do Zoológico de Copenhagen Pouco mais de um mês após matar a girafa Marius, o Zoológico de Copenhagen, na Dinamarca, tirou a vida de mais quatro animais: dois filhotes e dois leões adultos. Todos, assim como Marius, em saúde perfeita.  De acordo com o jornal britânico The Guardian, a medida foi tomada para poupar sofrimento dos animais. Segundo o zoológico, os quatro eram os leões mais fracos, e não conseguiriam se defender de um novo leão, feroz e de comportamento agressivo, que chegou na segunda-feira (24) no local. “Eles seriam atacados pelo leão na primeira oportunidade e não resistiriam aos ferimentos”, justifica o Zoológico de Copenhagen. “Esse é um tipo de comportamento que faz parte da natureza dos leões.”  Os veterinários pretendem fazer com que o leão, de aproximadamente 130 quilos, cruze com as duas leoas do zoo, que chegaram, recentemente, à fase ideal para procriação. “Estamos orgulhosos de ser um dos poucos zoológicos do mundo a criar sua própria ninhada de leões”, afirma Steffen Straede, um dos diretores do local.  O zoo afirmou que, apesar das tentativas, não conseguiu encontrar um novo lar para a família de leões. A morte induzida dos quatro animais foi realizada na segunda-feira (24), horas antes do novo leão ser colocado junto com as leoas. Os quatro animais pertenciam à mesma família.  Há mais de um mês, a girafa Marius teve o mesmo destino dos leões. Sua morte foi internacionalmente repercutida. O animal fora morto e dissecado na frente dos visitantes – inclusive, muitas crianças. Na época, parte da imprensa e ativistas dos direitos dos animais criticaram a conduta do zoológico e disseram que não havia justificativas plausíveis para assassinar o animal. No caso de Marius, os veterinários argumentaram que ele deveria morrer porque corria o risco de cruzar com parentes próximos. Assim como no caso dos quatro leões, o zoológico afirmou que não havia espaço físico para alocar o animal. Nos dois casos, matar os animais foi uma solução mais fácil e rápida do que encontrar um novo lar para eles.   Há mais de um mês, visitantes do Zoo de Copenhagen puderam assistir à necrópsia e desmembramento da girafa Marius   Fonte: Época
Há mais de um mês, visitantes do Zoo de Copenhagen puderam assistir à necrópsia e desmembramento da girafa Marius


Fonte: Época

AMOR E COMPANHEIRISMO

Gentili e seu gato que morreu: parceria de vários anos AMOR E COMPANHEIRISMO  Gentili e seu gato que morreu: parceria de vários anos (Fotos: Arquivo pessoal) Há algum tempo, Danilo Gentili concedeu uma entrevista falando sobre sua relação com os animais. Ele contou que junto com sua mãe cuidava de vinte animais resgatados das ruas. Na ocasião, ele disse: “Para mim, a ordem natural das coisas é que o maior cuide do menor.”  Ontem, o apresentador postou um emocionado depoimento no Facebook contando que seu gato preferido havia morrido. Só quem já perdeu um animal sabe o quanto esse processo pode ser doloroso. Confira:    O último da rua Sevilha  Quando a tutora dele morreu, a filha dela o colocou para fora de casa. Na época eu ainda morava na mesma casa que nasci em Santo André. E ele foi lá no meu quintal buscar abrigo. Meu pai e irmã eram vivos ainda. Nós o adotamos. Tínhamos outros animais em casa (incluindo eu) mas esse era muito especial para mim. Ele era caolho. Mas me via chegar de longe. Sempre que eu chegava ele ia no portão me esperar. Quando eu ia na padaria ele ia junto. Os vizinhos diziam que ele até parecia um cachorro. Mas ele tinha preguiça de miar – imagina de latir. Ele parecia um macaco também. Pulava no meu ombro sempre que eu entrava em casa e não se importava se eu andava ou corria. Ele ficava muito à vontade em volta do meu pescoço. Era um echarpe de pele – vivo!   O tempo passou. Meu pai e irmã se foram. Os outros animais do meu quintal também. E ele ia dormir comigo sempre que eu acordava com um a menos em casa. Ele continou firme e forte ao meu lado – apesar da idade avançada. Me arrisquei. Fui pra São Paulo apresentar meus textos em bares, conheci uma porção de pessoas, fiz novos amigos e encontrei muitas oportunidades que jamais imaginei que se apresentariam para um cara como eu. As coisas mudaram. Mudei de casa. De cidade. Minha vida inteira mudou. Mais de uma vez. E ele me esperou no portão durante toda essa caminhada. Ele estava lá quando tudo deu errado. E continuou lá quando tudo começou a dar certo. Ele ia todo dia no portão me fazer lembrar como as coisas no final podem dar certo mesmo que antes tenham dado muito muito muito errado. Ele era um elo vivo entre a época que perdi algo insubstituível e essa outra que construo algo novo. Ele permaneceu vivo e forte comigo durante todo esse período.  Só até hoje.  Meu gato morreu.  Fonte: Veja SP
Gentili e seu gato que morreu: parceria de vários anos (Fotos: Arquivo pessoal)
Há algum tempo, Danilo Gentili concedeu uma entrevista falando sobre sua relação com os animais. Ele contou que junto com sua mãe cuidava de vinte animais resgatados das ruas. Na ocasião, ele disse: “Para mim, a ordem natural das coisas é que o maior cuide do menor.”
Ontem, o apresentador postou um emocionado depoimento no Facebook contando que seu gato preferido havia morrido. Só quem já perdeu um animal sabe o quanto esse processo pode ser doloroso. Confira:
AMOR E COMPANHEIRISMO  Gentili e seu gato que morreu: parceria de vários anos (Fotos: Arquivo pessoal) Há algum tempo, Danilo Gentili concedeu uma entrevista falando sobre sua relação com os animais. Ele contou que junto com sua mãe cuidava de vinte animais resgatados das ruas. Na ocasião, ele disse: “Para mim, a ordem natural das coisas é que o maior cuide do menor.”  Ontem, o apresentador postou um emocionado depoimento no Facebook contando que seu gato preferido havia morrido. Só quem já perdeu um animal sabe o quanto esse processo pode ser doloroso. Confira:    O último da rua Sevilha  Quando a tutora dele morreu, a filha dela o colocou para fora de casa. Na época eu ainda morava na mesma casa que nasci em Santo André. E ele foi lá no meu quintal buscar abrigo. Meu pai e irmã eram vivos ainda. Nós o adotamos. Tínhamos outros animais em casa (incluindo eu) mas esse era muito especial para mim. Ele era caolho. Mas me via chegar de longe. Sempre que eu chegava ele ia no portão me esperar. Quando eu ia na padaria ele ia junto. Os vizinhos diziam que ele até parecia um cachorro. Mas ele tinha preguiça de miar – imagina de latir. Ele parecia um macaco também. Pulava no meu ombro sempre que eu entrava em casa e não se importava se eu andava ou corria. Ele ficava muito à vontade em volta do meu pescoço. Era um echarpe de pele – vivo!   O tempo passou. Meu pai e irmã se foram. Os outros animais do meu quintal também. E ele ia dormir comigo sempre que eu acordava com um a menos em casa. Ele continou firme e forte ao meu lado – apesar da idade avançada. Me arrisquei. Fui pra São Paulo apresentar meus textos em bares, conheci uma porção de pessoas, fiz novos amigos e encontrei muitas oportunidades que jamais imaginei que se apresentariam para um cara como eu. As coisas mudaram. Mudei de casa. De cidade. Minha vida inteira mudou. Mais de uma vez. E ele me esperou no portão durante toda essa caminhada. Ele estava lá quando tudo deu errado. E continuou lá quando tudo começou a dar certo. Ele ia todo dia no portão me fazer lembrar como as coisas no final podem dar certo mesmo que antes tenham dado muito muito muito errado. Ele era um elo vivo entre a época que perdi algo insubstituível e essa outra que construo algo novo. Ele permaneceu vivo e forte comigo durante todo esse período.  Só até hoje.  Meu gato morreu.  Fonte: Veja SP

O último da rua Sevilha
Quando a tutora dele morreu, a filha dela o colocou para fora de casa. Na época eu ainda morava na mesma casa que nasci em Santo André. E ele foi lá no meu quintal buscar abrigo. Meu pai e irmã eram vivos ainda. Nós o adotamos. Tínhamos outros animais em casa (incluindo eu) mas esse era muito especial para mim. Ele era caolho. Mas me via chegar de longe. Sempre que eu chegava ele ia no portão me esperar. Quando eu ia na padaria ele ia junto. Os vizinhos diziam que ele até parecia um cachorro. Mas ele tinha preguiça de miar – imagina de latir. Ele parecia um macaco também. Pulava no meu ombro sempre que eu entrava em casa e não se importava se eu andava ou corria. Ele ficava muito à vontade em volta do meu pescoço. Era um echarpe de pele – vivo!
AMOR E COMPANHEIRISMO  Gentili e seu gato que morreu: parceria de vários anos (Fotos: Arquivo pessoal) Há algum tempo, Danilo Gentili concedeu uma entrevista falando sobre sua relação com os animais. Ele contou que junto com sua mãe cuidava de vinte animais resgatados das ruas. Na ocasião, ele disse: “Para mim, a ordem natural das coisas é que o maior cuide do menor.”  Ontem, o apresentador postou um emocionado depoimento no Facebook contando que seu gato preferido havia morrido. Só quem já perdeu um animal sabe o quanto esse processo pode ser doloroso. Confira:    O último da rua Sevilha  Quando a tutora dele morreu, a filha dela o colocou para fora de casa. Na época eu ainda morava na mesma casa que nasci em Santo André. E ele foi lá no meu quintal buscar abrigo. Meu pai e irmã eram vivos ainda. Nós o adotamos. Tínhamos outros animais em casa (incluindo eu) mas esse era muito especial para mim. Ele era caolho. Mas me via chegar de longe. Sempre que eu chegava ele ia no portão me esperar. Quando eu ia na padaria ele ia junto. Os vizinhos diziam que ele até parecia um cachorro. Mas ele tinha preguiça de miar – imagina de latir. Ele parecia um macaco também. Pulava no meu ombro sempre que eu entrava em casa e não se importava se eu andava ou corria. Ele ficava muito à vontade em volta do meu pescoço. Era um echarpe de pele – vivo!   O tempo passou. Meu pai e irmã se foram. Os outros animais do meu quintal também. E ele ia dormir comigo sempre que eu acordava com um a menos em casa. Ele continou firme e forte ao meu lado – apesar da idade avançada. Me arrisquei. Fui pra São Paulo apresentar meus textos em bares, conheci uma porção de pessoas, fiz novos amigos e encontrei muitas oportunidades que jamais imaginei que se apresentariam para um cara como eu. As coisas mudaram. Mudei de casa. De cidade. Minha vida inteira mudou. Mais de uma vez. E ele me esperou no portão durante toda essa caminhada. Ele estava lá quando tudo deu errado. E continuou lá quando tudo começou a dar certo. Ele ia todo dia no portão me fazer lembrar como as coisas no final podem dar certo mesmo que antes tenham dado muito muito muito errado. Ele era um elo vivo entre a época que perdi algo insubstituível e essa outra que construo algo novo. Ele permaneceu vivo e forte comigo durante todo esse período.  Só até hoje.  Meu gato morreu.  Fonte: Veja SP
O tempo passou. Meu pai e irmã se foram. Os outros animais do meu quintal também. E ele ia dormir comigo sempre que eu acordava com um a menos em casa. Ele continou firme e forte ao meu lado – apesar da idade avançada. Me arrisquei. Fui pra São Paulo apresentar meus textos em bares, conheci uma porção de pessoas, fiz novos amigos e encontrei muitas oportunidades que jamais imaginei que se apresentariam para um cara como eu. As coisas mudaram. Mudei de casa. De cidade. Minha vida inteira mudou. Mais de uma vez. E ele me esperou no portão durante toda essa caminhada. Ele estava lá quando tudo deu errado. E continuou lá quando tudo começou a dar certo. Ele ia todo dia no portão me fazer lembrar como as coisas no final podem dar certo mesmo que antes tenham dado muito muito muito errado. Ele era um elo vivo entre a época que perdi algo insubstituível e essa outra que construo algo novo. Ele permaneceu vivo e forte comigo durante todo esse período.
Só até hoje.
Meu gato morreu.
Fonte: Veja SP




SEM ESPECISMO

Veterinário tutela animais diferentes O veterinário Eduardo Vieira Conceição Paiva cria alguns animais domésticos diferentes em Santos, no litoral de São Paulo. Mais especificamente, duas cabras e uma porca.  O veterinário conta que recebeu primeiro uma das cabras. “Ela nasceu na chácara de um amigo e ele achou que a cabra fosse morrer. Ele a trouxe para analizarmos a situação e eu acabei ficando com ela. Depois disso, decidi trazer outra. No começo ela não gostou muito da companhia. Ainda para completar, trouxe a porquinha”, conta.  Paiva também tem um cachorro, Carlito. As cabras são chamadas de Dionízia e Adelaide, já a porquinha é a Pepa. O veterinário passeia com eles todos os dias. “O meu cachorro também quer chamar a atenção na rua. Para isso, ele pasta igual às cabrinhas”, explica.  O técnico em instrumentação Luiz Manoel Costa, um dos clientes da clínica de Eduardo, diz que a stiuação é diferente. “Achei bem inusitado e legal. Nunca tinha visto uma situação dessa”, afirma.  Fonte: G1
Veterinário tutela animais diferentes 
O veterinário Eduardo Vieira Conceição Paiva cria alguns animais domésticos diferentes em Santos, no litoral de São Paulo. Mais especificamente, duas cabras e uma porca.
O veterinário conta que recebeu primeiro uma das cabras. “Ela nasceu na chácara de um amigo e ele achou que a cabra fosse morrer. Ele a trouxe para analizarmos a situação e eu acabei ficando com ela. Depois disso, decidi trazer outra. No começo ela não gostou muito da companhia. Ainda para completar, trouxe a porquinha”, conta.
Paiva também tem um cachorro, Carlito. As cabras são chamadas de Dionízia e Adelaide, já a porquinha é a Pepa. O veterinário passeia com eles todos os dias. “O meu cachorro também quer chamar a atenção na rua. Para isso, ele pasta igual às cabrinhas”, explica.
O técnico em instrumentação Luiz Manoel Costa, um dos clientes da clínica de Eduardo, diz que a stiuação é diferente. “Achei bem inusitado e legal. Nunca tinha visto uma situação dessa”, afirma.
Fonte: G1


INICIATIVA


Um brasileiro que vive na Austrália pode ajudar, com sua pesquisa, a responder uma das questões mais intrigantes do mundo científico atual: por qual motivo as abelhas estão sumindo em várias partes do mundo?  Paulo de Souza, físico de formação, é o pesquisador líder da área de microssensores da Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Austrália, conhecida pela sigla Csiro. Baseado na Tasmânia, desde setembro passado ele acompanha um experimento com o intuito de determinar o que tem impactado a vida desses insetos.  Souza foi responsável por desenvolver um sensor, com tamanho de 2,5 por 2,5 milímetros e peso de 5 miligramas, que é colocado nas costas dos insetos. Ele funciona como um “crachá de identificação”, pois transmite dados e registra o que acontece com o inseto.  O objetivo do microaparelho é acompanhar passo a passo os movimentos de 5 mil abelhas, examinando a polinização feita por elas e sua produção de mel. Cada um deles custa cerca de R$ 0,63.  Importância  A mortalidade de abelhas ao redor do planeta ameaça ambos os processos. Entre as possíveis causas já listadas estão o uso excessivo de pesticidas, como os neonicotinoides, excesso de parasitas que afetam esses insetos, poluição do ar e da água, além do estresse causado pelo gerenciamento inadequado das colmeias.  Investigar essas e outras hipóteses é importante, porque pode evitar um possível caos ambiental.  O declínio, de acordo com o pesquisador, põe em risco a capacidade global de produção de alimentos.  Para se ter ideia, segundo a Organização das Nações Unidas, os serviços de polinização prestados por esses insetos no mundo – seja no ecossistema ou nos sistemas agrícolas — são avaliados em US$ 54 bilhões por ano. Além disso, 73% das espécies vegetais cultivadas no mundo são polinizadas por alguma espécie de abelha.  Somente na Austrália, local dos testes, cerca de 17% de todo o alimento plantado no país, como as frutas, nascem graças à polinização feita tanto por abelhas domesticadas, quanto por espécies selvagens.  Experimento com pesticidas  Para implantar o sensor nos insetos, os pesquisadores adormecem as abelhas ao colocá-las na geladeira a uma temperatura de 5ºC. Depois, usam uma supercola para fixar o microssensor. De acordo com Souza, o miniequipamento não atrapalha o voo.  Os testes na Tasmânia são feitos com quatro colmeias. Duas vivem no ambiente natural da região, que é considerada uma das menos impactadas pela poluição do ar e da água.  Elas estão a um quilômetro de distância de outras duas colmeias, que recebem constantemente pequenas doses de agrotóxicos neonicotinoides no alimento (que tem origem na molécula de nicotina).  Esses defensivos agrícolas já foram banidos em alguns países por suspeita de intoxicar as abelhas, em um fenômeno chamado de “distúrbio do colapso das colônias”, quando os insetos não retornam às colmeias e morrem após o corpo sofrer um “curto-circuito” possivelmente devido à excessiva exposição a determinados compostos químicos.  De acordo com Souza, os primeiros resultados do teste mostraram que as abelhas com sensores que tiveram contato com os defensivos demoravam mais para voltar à colmeia – ou nem voltavam. “Os neonicotinoides alteraram o comportamento delas”, disse Souza.  A meta do brasileiro, que lidera uma equipe com outros 13 profissionais, é desenvolver um sensor de 1,5 milímetro até o fim deste ano. Em quatro anos, o tamanho atual deve diminuir em 20 vezes, de forma que será implantado na abelha com a ajuda de um spray.  Testes no Brasil  Ainda no segundo semestre deste ano, a investigação atravessa o oceano e troca de continente. As abelhas do Brasil serão o alvo da pesquisa, principalmente as que vivem na Amazônia.  De acordo com Souza, o estudo será feito em parceria com o Instituto Tecnológico Vale, braço da mineradora Vale que é voltado ao desenvolvimento sustentável.  Serão implantados entre 10 mil e 20 mil sensores nos insetos para saber se há algum tipo de impacto negativo que influencie a polinização das abelhas.  Fonte: G1
Um brasileiro que vive na Austrália pode ajudar, com sua pesquisa, a responder uma das questões mais intrigantes do mundo científico atual: por qual motivo as abelhas estão sumindo em várias partes do mundo?
Paulo de Souza, físico de formação, é o pesquisador líder da área de microssensores da Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Austrália, conhecida pela sigla Csiro. Baseado na Tasmânia, desde setembro passado ele acompanha um experimento com o intuito de determinar o que tem impactado a vida desses insetos.
Souza foi responsável por desenvolver um sensor, com tamanho de 2,5 por 2,5 milímetros e peso de 5 miligramas, que é colocado nas costas dos insetos. Ele funciona como um “crachá de identificação”, pois transmite dados e registra o que acontece com o inseto.
O objetivo do microaparelho é acompanhar passo a passo os movimentos de 5 mil abelhas, examinando a polinização feita por elas e sua produção de mel. Cada um deles custa cerca de R$ 0,63.
Importância
A mortalidade de abelhas ao redor do planeta ameaça ambos os processos. Entre as possíveis causas já listadas estão o uso excessivo de pesticidas, como os neonicotinoides, excesso de parasitas que afetam esses insetos, poluição do ar e da água, além do estresse causado pelo gerenciamento inadequado das colmeias.
Investigar essas e outras hipóteses é importante, porque pode evitar um possível caos ambiental.
O declínio, de acordo com o pesquisador, põe em risco a capacidade global de produção de alimentos.
Para se ter ideia, segundo a Organização das Nações Unidas, os serviços de polinização prestados por esses insetos no mundo – seja no ecossistema ou nos sistemas agrícolas — são avaliados em US$ 54 bilhões por ano. Além disso, 73% das espécies vegetais cultivadas no mundo são polinizadas por alguma espécie de abelha.
Somente na Austrália, local dos testes, cerca de 17% de todo o alimento plantado no país, como as frutas, nascem graças à polinização feita tanto por abelhas domesticadas, quanto por espécies selvagens.
Experimento com pesticidas
Para implantar o sensor nos insetos, os pesquisadores adormecem as abelhas ao colocá-las na geladeira a uma temperatura de 5ºC. Depois, usam uma supercola para fixar o microssensor. De acordo com Souza, o miniequipamento não atrapalha o voo.
Os testes na Tasmânia são feitos com quatro colmeias. Duas vivem no ambiente natural da região, que é considerada uma das menos impactadas pela poluição do ar e da água.
Elas estão a um quilômetro de distância de outras duas colmeias, que recebem constantemente pequenas doses de agrotóxicos neonicotinoides no alimento (que tem origem na molécula de nicotina).
Esses defensivos agrícolas já foram banidos em alguns países por suspeita de intoxicar as abelhas, em um fenômeno chamado de “distúrbio do colapso das colônias”, quando os insetos não retornam às colmeias e morrem após o corpo sofrer um “curto-circuito” possivelmente devido à excessiva exposição a determinados compostos químicos.
De acordo com Souza, os primeiros resultados do teste mostraram que as abelhas com sensores que tiveram contato com os defensivos demoravam mais para voltar à colmeia – ou nem voltavam. “Os neonicotinoides alteraram o comportamento delas”, disse Souza.
A meta do brasileiro, que lidera uma equipe com outros 13 profissionais, é desenvolver um sensor de 1,5 milímetro até o fim deste ano. Em quatro anos, o tamanho atual deve diminuir em 20 vezes, de forma que será implantado na abelha com a ajuda de um spray.
Testes no Brasil
Ainda no segundo semestre deste ano, a investigação atravessa o oceano e troca de continente. As abelhas do Brasil serão o alvo da pesquisa, principalmente as que vivem na Amazônia.
De acordo com Souza, o estudo será feito em parceria com o Instituto Tecnológico Vale, braço da mineradora Vale que é voltado ao desenvolvimento sustentável.
Serão implantados entre 10 mil e 20 mil sensores nos insetos para saber se há algum tipo de impacto negativo que influencie a polinização das abelhas.
Fonte: G1 

INDÚSTRIA DE OVOS


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O objetivo das fazendas industriais é produzir o máximo possível para satisfazer a demanda. Isto significa que os animais destas fazendas raramente recebem, se é que recebem, qualquer tipo de considerações de bem-estar.
De fato, a maioria das leis de crueldade animal dos estados americanos deixa os animais de fazendas fora da conversação, já que a maioria dos abusos e confinamento – da debicagem às gaiolas – é justificada como “padrão da indústria”, quando na verdade estes “padrões” são alguns dos atos e condições mais cruéis imagináveis. Enquanto todos os animais desses estabelecimentos industriais vivem em sofrimento perpétuo, as galinhas poedeiras são as que mais sofrem. As informações são do One Green Planet.
De acordo com a Humane Society of the United States, “as fazendas de galinhas para produção de ovos empilham mais de 90 % dos 280 milhões de galinhas poedeiras em gaiolas tão pequenas que as aves nem conseguem abrir suas asas. Cada ave passa toda sua vida num espaço menor que o de uma folha de papel. Virtualmente incapazes de se mover, elas não conseguem fazer muitas coisas que são importantes para seu bem-estar, como empoleirar-se, aninhar-se ou tomar banho de terra.”
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O santuário Animal Place, em Grass Valley, Califórnia, viu estas condições em primeira mão em uma fazenda industrial abandonada em Turlock, Califórnia, em fevereiro de 2012, quando participou do maior resgate de animais de fazendas da história, junto com o Santuário Harvest Home Animal e outras agências e voluntários.
Inicialmente, quando o pessoal do Animal Place chegou à fábrica, que alojava 50.000 aves que um fazendeiro havia deixado para morrer sem comida e água, eles foram “cumprimentados por oficiais estaduais” que lhes negaram “acesso aos galpões,” conforme contou Marji Beach, diretora do Animal Place.
“Quando ficou evidente que não iríamos sair, os oficiais contrataram guardas de segurança para nos impedir de fazer um resgate direto. Após horas olhando as aves serem mortas por intoxicação com gás, chegamos ao ponto em que arriscaríamos ser presos para conseguir tirar, ao menos, uma ave viva daqueles galpões,” diz Beach.
Entretanto, depois de uma campanha nas mídias sociais, atenção da imprensa e reuniões com o Diretor Executivo do Animal Place, Kim Strula, o controle animal do condado de Stanislaus finalmente cedeu e permitiu que o santuário e as outras instituições resgatassem as aves consideradas mais saudáveis. Durante as 48 horas do resgate, que durou de 23 a 24 de fevereiro, cerca de 30 voluntários chegaram para ajudar, incluindo “santuários, agências de controle animal, sociedades humanitárias e o SPCA,” relata Beach.
Das 4.500 galinhas resgatadas, 4.100 foram transportadas e cuidadas pelo Animal Place. Infelizmente, nem todas as galinhas puderam ser salvas. Vinte mil morreram de fome antes da operação de resgate e mais de 25.000 foram envenenadas por gás em latas de lixo pelos oficiais do controle animal.
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A equipe do Animal Place trabalhou quase quatro dias e quatro noites após o resgate para alimentar estas galinhas tão desnutridas e devolvê-las à vida. Uma vez que muitas delas já estavam em péssimas condições de saúde, Beach afirmou que centenas delas não conseguiram sobreviver apesar de todo o cuidado e esforço. “A maioria das galinhas pesava de meio a um quilo, tendo perdido quase 60 % de sua massa corporal,” disse a diretora.
Quando ficaram fortes o suficiente para caminhar sem cair, a organização permitiu que os animais ficassem ao ar livre pela primeira vez em suas vidas. Beach lembra-se da cena como “alegria pura”. “Galinhas que só tinham conhecido chão de arame davam pulos na terra e na grama pela primeira vez, saboreando as novas sensações. Elas se jogavam no chão dramaticamente, esticando suas asas para absorver o calor do sol. Algumas batiam suas asas e corriam. Quando uma das galinhas começava a tomar banho de terra, as outras corriam para se juntar a ela,” diz ela.
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Passado algum tempo, a maioria das galinhas foi adotada através dos programas de adoção do Animal Place e de outras instituições, incluindo o SPCA de Sacramento, a Marin Humane Society e Sonoma Humane Society. Cerca de 40 galinhas de Turlock permanecem no Santuário Animal Place “como embaixadoras das galinhas em outras fazendas de produção de ovos,” relata Beach.
Os esforços dos protetores neste resgate foram capturados em um documentário chamado “Turlock”, feito pelo cineasta Keegan Kuhn, que será em breve relançado em uma versão mais longa e que já teve sua pré-estreia neste novo formato recentemente na Califórnia.
Kuhn e o Santuário estão convidando todos os interessados a fazer uma apresentação de “Turlock” em suas comunidades, tanto em reuniões privadas como em eventos comunitários maiores, com o principal objetivo de fazer com que o maior número possível de pessoas assista ao documentário para que mais pessoas entendam a crueldade e exploração que ainda predominam na indústria dos ovos.
Com duração de 50 minutos, o filme mostra o resgate, incluindo o que aconteceu antes, durante e depois do evento. Como diz Beach, “Contar histórias faz parte da natureza humana. Compartilhar nossas experiências pode transformar o comportamento e perspectivas do outro. Turlock é uma história incrível sobre pessoas do bem triunfando contra a crueldade e a indiferença… Ao fazer escolhas com compaixão, todos nós temos a habilidade de fazer a diferença.”

Ativistas salvam a vida de milhares de galinhas em resgate histórico


FÍGADO IN VITRO

coelho Todos os anos cerca de 25 milhões de vertebrados são usados ​​em pesquisas, em testes e na educação nos Estados Unidos. Mas uma nova descoberta anunciada na terça-feira promete mudar esta prática: os fígados artificiais, tecnicamente chamados de “fígados quimiossintéticos”. As informações são do Take Part.  Mukund Chorghade, diretor científico da empresa Empiriko, que trabalha na descoberta de novas drogas, apresentou a pesquisa de sua equipe na reunião da American Chemical Society, em Dallas. Se aprovada, os cientistas serão capazes de testar remédios sem experimentação em animais.  “Estes fígados quimiossintéticos não só produzem os mesmos metabólitos que animais vivos em uma fração do tempo, mas também proporcionam um perfil metabólico mais abrangente, em quantidades muito maiores para mais testes e análise”, disse Chorghade no anúncio.  Até agora, a equipe testou mais de 50 medicamentos nos quais as reações químicas dos fígados quimiossintéticos imitaram com sucesso as de um fígado animal. Com mais 50, a equipe vai cumprir a exigência do FDA (Food and Drug Administration) para a aprovação regulatória.  Muitos advogados e cientistas há muito tempo questionam a relevância de testes em animais, considerando o avanço da pesquisa e da tecnologia. Além de razões controversas morais, custos elevados e métodos demorados, a prática muitas vezes não consegue produzir os mesmos resultados derivados de testes em humanos. A Newsweek relata que após um componente químico ser considerado seguro para os animais, ele só tem 8 % de chance de ser aprovado para seres humanos.  “É um processo muito meticuloso, trabalhoso e caro”, afirmou Chorghade. “Frequentemente, os cientistas têm que matar muitos animais.” Embora a ACS, a maior sociedade científica do mundo, acredite que a nova tecnologia pode colocar um fim a testes em animais, nem todos estão tão otimistas.  Edythe London, professora e cientista sênior da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, tem dedicado sua carreira aos estudos dos efeitos do abuso crônico de drogas. O uso de primatas em seu laboratório fez dela um alvo de grupos ativistas de proteção animal. Devido a isso, ela tem de justificar o uso de animais na ciência: “Nos esforçamos constantemente para minimizar o risco para eles”, escreveu London, em um artigo no Los Angeles Times. “No entanto, uma certa quantidade de risco é necessária para nos fornecer as informações que precisamos de uma forma rigorosamente científica.”  O que ela pensa sobre a alternativa de Empiriko?  “O novo método de fígado in vitro oferece vantagens de custo e tempo”, diz a pesquisadora. “Tem o potencial para reduzir, mas não eliminar a necessidade de ensaios in vivo dos animais.”  O FDA ainda exige testes em animais para todas as novas drogas. Se esta política está chegando ao fim, só o tempo dirá. Pelo menos um esforço promissor é meio caminho andado.
Todos os anos cerca de 25 milhões de vertebrados são usados ​​em pesquisas, em testes e na educação nos Estados Unidos. Mas uma nova descoberta anunciada na terça-feira promete mudar esta prática: os fígados artificiais, tecnicamente chamados de “fígados quimiossintéticos”. As informações são do Take Part.
Mukund Chorghade, diretor científico da empresa Empiriko, que trabalha na descoberta de novas drogas, apresentou a pesquisa de sua equipe na reunião da American Chemical Society, em Dallas. Se aprovada, os cientistas serão capazes de testar remédios sem experimentação em animais.
“Estes fígados quimiossintéticos não só produzem os mesmos metabólitos que animais vivos em uma fração do tempo, mas também proporcionam um perfil metabólico mais abrangente, em quantidades muito maiores para mais testes e análise”, disse Chorghade no anúncio.
Até agora, a equipe testou mais de 50 medicamentos nos quais as reações químicas dos fígados quimiossintéticos imitaram com sucesso as de um fígado animal. Com mais 50, a equipe vai cumprir a exigência do FDA (Food and Drug Administration) para a aprovação regulatória.
Muitos advogados e cientistas há muito tempo questionam a relevância de testes em animais, considerando o avanço da pesquisa e da tecnologia. Além de razões controversas morais, custos elevados e métodos demorados, a prática muitas vezes não consegue produzir os mesmos resultados derivados de testes em humanos. A Newsweek relata que após um componente químico ser considerado seguro para os animais, ele só tem 8 % de chance de ser aprovado para seres humanos.
“É um processo muito meticuloso, trabalhoso e caro”, afirmou Chorghade. “Frequentemente, os cientistas têm que matar muitos animais.” Embora a ACS, a maior sociedade científica do mundo, acredite que a nova tecnologia pode colocar um fim a testes em animais, nem todos estão tão otimistas.
Edythe London, professora e cientista sênior da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, tem dedicado sua carreira aos estudos dos efeitos do abuso crônico de drogas. O uso de primatas em seu laboratório fez dela um alvo de grupos ativistas de proteção animal. Devido a isso, ela tem de justificar o uso de animais na ciência: “Nos esforçamos constantemente para minimizar o risco para eles”, escreveu London, em um artigo no Los Angeles Times. “No entanto, uma certa quantidade de risco é necessária para nos fornecer as informações que precisamos de uma forma rigorosamente científica.”
O que ela pensa sobre a alternativa de Empiriko?
“O novo método de fígado in vitro oferece vantagens de custo e tempo”, diz a pesquisadora. “Tem o potencial para reduzir, mas não eliminar a necessidade de ensaios in vivo dos animais.”
O FDA ainda exige testes em animais para todas as novas drogas. Se esta política está chegando ao fim, só o tempo dirá. Pelo menos um esforço promissor é meio caminho andado.


VITÓRIA PARA OS CÃES


galgo Esta semana, o governador John Hickenlooper assinou a lei que proíbe as corridas de galgos em Colorado (EUA). Isso faz com que o estado seja o 39º a banir a prática nos Estados Unidos. As informações são do Ecorazzi.  O projeto de lei foi elaborado por Christine Dorchak, presidente da GREY2K – ONG dedicada à proteção dos galgos - e recebeu apoio do Colorado Voters for Animals, Colorado Citizens for Canine Welfare, ASPCA e Humane Society. Também foi essencial para o sucesso do projeto o apoio da representante KC Becker da cidade de Boulder.  O sofrimento de galgos na região vai agora se tornar uma coisa do passado. Esses animais deixarão de ser armazenados em caixas apertadas, empilhados em canis, incapazes de se levantar ou virar. Eles não vão mais sofrer lesão ou paralisia devido às corridas exaustivas e brutais que eram forçados a competir. Estes cães podem finalmente viver suas vidas fora das pistas.  Agora, a GREY2K está analisando sobre qual será o próximo estado no qual eles devem se concentrar para terminar com as corridas de galgos.
Esta semana, o governador John Hickenlooper assinou a lei que proíbe as corridas de galgos em Colorado (EUA). Isso faz com que o estado seja o 39º a banir a prática nos Estados Unidos. As informações são do Ecorazzi.
O projeto de lei foi elaborado por Christine Dorchak, presidente da GREY2K – ONG dedicada à proteção dos galgos - e recebeu apoio do Colorado Voters for Animals, Colorado Citizens for Canine Welfare, ASPCA e Humane Society. Também foi essencial para o sucesso do projeto o apoio da representante KC Becker da cidade de Boulder.
O sofrimento de galgos na região vai agora se tornar uma coisa do passado. Esses animais deixarão de ser armazenados em caixas apertadas, empilhados em canis, incapazes de se levantar ou virar. Eles não vão mais sofrer lesão ou paralisia devido às corridas exaustivas e brutais que eram forçados a competir. Estes cães podem finalmente viver suas vidas fora das pistas.
Agora, a GREY2K está analisando sobre qual será o próximo estado no qual eles devem se concentrar para terminar com as corridas de galgos.

PENAS MAIS RÍGIDAS


Um setor do parlamento peruano apresentou um projeto de lei que visa penalizar com 2 a 4 anos de prisão quem realizar um ato de maus-tratos a um animal. As informações são do La Página.  A norma denominada “Lei que penaliza os maus-tratos a animais domésticos” pretende punir a crueldade e garantir uma saudável relação entre humanos e animais para evitar sofrimento desnecessário, disse o congressista Carlos Bruce, autor da iniciativa.  “Não alimentar, ou abandonar, estimular com drogas sem fins terapêuticos, forçá-los a participar de brigas, ou matar com perversidade, entre outros fatos, serão catalogados como atos de maus-tratos”, disse Bruce.  O Parlamento se reuniu depois de diversos episódios de crueldade extrema que causaram grande indignação pública, sobretudo em fevereiro, quando um jovem de 24 anos torturou e matou um gato e gravou as cenas para postar na internet através do Youtube. O fato causou grande ira da população que identificou o autor e foi até sua casa para agredi-lo.  Outro caso foi o do delegado municipal de Lima que jogou do quarto andar de seu edifício um cão, durante uma discussão com sua esposa.  O jovem que assassinou o gato requisitou proteção policial e foi multado no valor de 2.000 soles peruanos (aproximadamente 1.700 reais), deixando o crime sem pena justa, já que o Peru carece de leis especificas para punir este tipo de ações.  Bruce também confirmou que ainda não tem datas de quando serão discutidas as pautas do projeto no Congresso peruano.
Um setor do parlamento peruano apresentou um projeto de lei que visa penalizar com 2 a 4 anos de prisão quem realizar um ato de maus-tratos a um animal. As informações são do La Página.
A norma denominada “Lei que penaliza os maus-tratos a animais domésticos” pretende punir a crueldade e garantir uma saudável relação entre humanos e animais para evitar sofrimento desnecessário, disse o congressista Carlos Bruce, autor da iniciativa.
“Não alimentar, ou abandonar, estimular com drogas sem fins terapêuticos, forçá-los a participar de brigas, ou matar com perversidade, entre outros fatos, serão catalogados como atos de maus-tratos”, disse Bruce.
O Parlamento se reuniu depois de diversos episódios de crueldade extrema que causaram grande indignação pública, sobretudo em fevereiro, quando um jovem de 24 anos torturou e matou um gato e gravou as cenas para postar na internet através do Youtube. O fato causou grande ira da população que identificou o autor e foi até sua casa para agredi-lo.
Outro caso foi o do delegado municipal de Lima que jogou do quarto andar de seu edifício um cão, durante uma discussão com sua esposa.
O jovem que assassinou o gato requisitou proteção policial e foi multado no valor de 2.000 soles peruanos (aproximadamente 1.700 reais), deixando o crime sem pena justa, já que o Peru carece de leis especificas para punir este tipo de ações.
Bruce também confirmou que ainda não tem datas de quando serão discutidas as pautas do projeto no Congresso peruano.

Parlamento peruano propõe até 4 anos de prisão por maus-tratos a animais


TRATADOS COMO BICHOS DE PELÚCIA

coelho Com a aproximação da Páscoa, defensores de direitos animais de Nova York estão preocupados com o número de coelhos abandonados que já é alto e tende a aumentar. Nos últimos dois anos, a quantidade de coelhos comprados como animais domésticos e abandonados em seguida, deixados para morrer nos parques e jardins da cidade, cresceu dramaticamente. As informações são do The Dodo.  De acordo com o DNAinfo, o Departamento de Controle Animal de Nova York recolheu 380 coelhos no ano passado – número superior ao de 2012, que foi de 341, e de 2011, quando foram recolhidos 283. Esses números não incluem as dezenas de coelhos em situação de rua salvos por voluntários.  Muitos dos animais indesejados terminam na chamada “sala de coelhos” da instituição Animal Care & Control de East Harlem. Erin Alanna, membro do grupo de resgate NYC Metro Rabbits, disse que o número de coelhos abandonados triplicou desde que ela começou a trabalhar como voluntária no abrigo, há 7 anos.  Depois dos cães e gatos, os coelhos são a terceira espécie de animais mais presente em abrigos da cidade. Os protetores dizem que muitas pessoas os adotam como animais de companhia – geralmente para crianças, na época próxima à Páscoa – e frustram-se quando ele não “corresponde às expectativas”. Então, os tutores acabam soltando os coelhos que são domesticados e não conseguem sobreviver sozinhos.  Segundo a reportagem, os voluntários esperam que o aumento da conscientização a respeito dos perigos do abandono faça com que diminua o número desses animais em situação de rua. Além disso, os grupos de resgate como a NYC Metro Rabbits pretendem mudar a percepção das pessoas quanto à adoção de coelhos, e encorajar os que desejam realmente tutelá-los a despender tempo e esforço necessários para cuidar deles.
Com a aproximação da Páscoa, defensores de direitos animais de Nova York estão preocupados com o número de coelhos abandonados que já é alto e tende a aumentar. Nos últimos dois anos, a quantidade de coelhos comprados como animais domésticos e abandonados em seguida, deixados para morrer nos parques e jardins da cidade, cresceu dramaticamente. As informações são do The Dodo.
De acordo com o DNAinfo, o Departamento de Controle Animal de Nova York recolheu 380 coelhos no ano passado – número superior ao de 2012, que foi de 341, e de 2011, quando foram recolhidos 283. Esses números não incluem as dezenas de coelhos em situação de rua salvos por voluntários.
Muitos dos animais indesejados terminam na chamada “sala de coelhos” da instituição Animal Care & Control de East Harlem. Erin Alanna, membro do grupo de resgate NYC Metro Rabbits, disse que o número de coelhos abandonados triplicou desde que ela começou a trabalhar como voluntária no abrigo, há 7 anos.
Depois dos cães e gatos, os coelhos são a terceira espécie de animais mais presente em abrigos da cidade. Os protetores dizem que muitas pessoas os adotam como animais de companhia – geralmente para crianças, na época próxima à Páscoa – e frustram-se quando ele não “corresponde às expectativas”. Então, os tutores acabam soltando os coelhos que são domesticados e não conseguem sobreviver sozinhos.
Segundo a reportagem, os voluntários esperam que o aumento da conscientização a respeito dos perigos do abandono faça com que diminua o número desses animais em situação de rua. Além disso, os grupos de resgate como a NYC Metro Rabbits pretendem mudar a percepção das pessoas quanto à adoção de coelhos, e encorajar os que desejam realmente tutelá-los a despender tempo e esforço necessários para cuidar deles.


ABANDONADOS NA ESTRADA POR TUTOR

Na noite de quinta-feira (20), a Polícia Rodoviária Federal flagrou o momento em que um motorista abandonou cinco filhotes de cachorro às margens da BR-116, em Mafra, Santa Catarina. Os animais foram recolhidos e os policiais confeccionaram um termo circunstanciado por maus-tratos.
(Foto: Divulgação/PRF)

(Foto: Divulgação/PRF)

(Foto: Divulgação/PRF)


A VETERINÁRIA LUTAVA CONTRA MAUS-TRATOS

A veterinária responsável pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Dra. Fernanda de Figueiredo Beda, foi exonerada de seu cargo na Prefeitura de São Roque (SP) durante esta semana. O fato causou revolta em entidades de proteção animal da cidade e protetores independentes. Isto porque, segundo os próprios protetores, “em pouco tempo no serviço, ela elaborou diversos projetos e conseguiu verba não só para melhorar a Zoonoses, mas para a estada dos animais, em sua maioria cachorros”, afirmam.  Na tarde desta sexta-feira (21), um grupo independente de protetoras de animais foi ao Paço Municipal de São Roque, participar de uma reunião com José Eduardo Charbel, da assessoria de gabinete, para questionar os motivos concretos da demissão da Dra. Fernanda. Também participou da reunião o diretor do Departamento Jurídico de São Roque, Dr. Ricardo Peres Santangelo.  Durante a reunião, o grupo se mostrava bastante indignado com a demissão da veterinária. “Nunca uma administração municipal colocou alguém tão profissional e capaz como responsável do CCZ. Como vocês a mandam embora?”, questionou Jackeline Oliveira. Jack, como é conhecida, ainda afirmou que irá lutar, junto as outras protetoras, para que a veterinária retorne ao cargo. “Eu vou armar o maior protesto se eles não levarem a sério o Controle de Zoonoses. Hoje estamos aqui na Prefeitura com poucas pessoas, mas se tiver que vir uma próxima vez, iremos trazer centenas”, disse durante a reunião.  José Eduardo Charbel disse não ter informações sobre o motivo concreto da demissão da Dra. Fernanda, mas que seria pelo fato da veterinária trabalhar com uma ideologia diferente a da Prefeitura, não concordando com alguns posicionamentos da administração pública municipal.  A única reivindicação do grupo durante a reunião foi pelo retorno da veterinária ao cargo. Charbel afirmou que irá passar o pedido ao Dr. Sandro Rizzi, diretor do Departamento de Saúde e ex-chefe da Dra. Fernanda e para o Prefeito Daniel, que não pôde estar presente devido a problemas de saúde. O assessor de gabinete ainda disse que irá apurar todos os motivos que levaram a demissão da veterinária e realizará uma reunião na semana que vem (provavelmente na terça-feira) com as protetoras de animais, para esclarecer todo o assunto.  “Está na cara que a Dra. Fernanda foi demitida por ser contra o rodeio, a romaria e qualquer outro evento que possa causar maus-tratos em animais. A prefeitura quer trocar uma excelente profissional, por uma ‘marionete’ que faça tudo o que eles mandarem”, disse a jornalista e escritora Sílvia Mello, que também esteve presente na reunião.  Fonte: JE Online
FOTOS: CANAL DOS BICHOS
A veterinária responsável pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Dra. Fernanda de Figueiredo Beda, foi exonerada de seu cargo na Prefeitura de São Roque (SP) durante esta semana. O fato causou revolta em entidades de proteção animal da cidade e protetores independentes. Isto porque, segundo os próprios protetores, “em pouco tempo no serviço, ela elaborou diversos projetos e conseguiu verba não só para melhorar a Zoonoses, mas para a estada dos animais, em sua maioria cachorros”, afirmam.
Na tarde desta sexta-feira (21), um grupo independente de protetoras de animais foi ao Paço Municipal de São Roque, participar de uma reunião com José Eduardo Charbel, da assessoria de gabinete, para questionar os motivos concretos da demissão da Dra. Fernanda. Também participou da reunião o diretor do Departamento Jurídico de São Roque, Dr. Ricardo Peres Santangelo.
Durante a reunião, o grupo se mostrava bastante indignado com a demissão da veterinária. “Nunca uma administração municipal colocou alguém tão profissional e capaz como responsável do CCZ. Como vocês a mandam embora?”, questionou Jackeline Oliveira. Jack, como é conhecida, ainda afirmou que irá lutar, junto as outras protetoras, para que a veterinária retorne ao cargo. “Eu vou armar o maior protesto se eles não levarem a sério o Controle de Zoonoses. Hoje estamos aqui na Prefeitura com poucas pessoas, mas se tiver que vir uma próxima vez, iremos trazer centenas”, disse durante a reunião.
José Eduardo Charbel disse não ter informações sobre o motivo concreto da demissão da Dra. Fernanda, mas que seria pelo fato da veterinária trabalhar com uma ideologia diferente a da Prefeitura, não concordando com alguns posicionamentos da administração pública municipal.
A única reivindicação do grupo durante a reunião foi pelo retorno da veterinária ao cargo. Charbel afirmou que irá passar o pedido ao Dr. Sandro Rizzi, diretor do Departamento de Saúde e ex-chefe da Dra. Fernanda e para o Prefeito Daniel, que não pôde estar presente devido a problemas de saúde. O assessor de gabinete ainda disse que irá apurar todos os motivos que levaram a demissão da veterinária e realizará uma reunião na semana que vem (provavelmente na terça-feira) com as protetoras de animais, para esclarecer todo o assunto.
“Está na cara que a Dra. Fernanda foi demitida por ser contra o rodeio, a romaria e qualquer outro evento que possa causar maus-tratos em animais. A prefeitura quer trocar uma excelente profissional, por uma ‘marionete’ que faça tudo o que eles mandarem”, disse a jornalista e escritora Sílvia Mello, que também esteve presente na reunião.
Fonte: JE Online

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