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APESAR DE HAVER ADOTANTES

Criminoso? Pelo menos 84 cães policiais aposentados foram sacrificados nos últimos três anos. APESAR DE HAVER ADOTANTES Criminoso? Pelo menos 84 cães policiais aposentados foram sacrificados nos últimos três anos. Criminoso? Pelo menos 84 cães policiais aposentados foram sacrificados nos últimos três anos.  A polícia sacrificou pelo menos 84 de seus cães aposentados nos últimos três anos, apesar de famílias estarem dispostas a adotá-los. Alguns dos cães sacrificados tinham apenas quatro meses de idade. Também é alegado que cães de várias Forças foram sacrificados apesar da longa lista de espera de pessoas querendo adotá-los.  A notícia, publicada no jornal The Sun, segue a revelação feita esta semana que o Ministério da Defesa matou 288 cães nos últimos dez anos, incluindo dois cães da RAF (Força Aérea Real) que protegiam o Príncipe William. Brus e Blade foram sacrificados apenas dois dias após o príncipe ter deixado seus serviços.  Âncora da Sky TV Kay Burley, madrinha da instituição de caridade de cães aposentados Fireside K9, se manifestou contra a forma como os cães têm sido tratados.  Ela disse: “Esses cães tem arriscado as suas vidas por nós, então agora nós precisamos dizer obrigado e tratá-los, em sua aposentadoria, com o respeito que eles merecem. Nós temos que fazer algo para evitar que eles tenham o mesmo destino terrível que os cães de guarda do Príncipe William tiveram”.  Fundadores do Fireside K9, Duncan Matthews, oficial da polícia de West Yorkshire e adestrador de cães em atividade, e o capelão da corporação Reverendo Paul Wilcock, tem o objetivo de ajudar a cuidar dos caninos combatentes de crimes, quando eles são considerados muito velhos para aguentar o ritmo.  Existem atualmente 22 cães policiais aposentados em West Yorkshire sendo cuidados pelos seus antigos cuidadores, todos oficiais da polícia na ativa.  Nos EUA, cães policiais recebem uma pensão vitalícia para cobrir seus cuidados e gastos com comida após terem cumprido seu dever jurado como oficiais da polícia. Na Grã-Bretanha, quando um cão policial pendura a sua coleira, todas as responsabilidades de seus cuidados são revertidas ao adestrador – incluindo as básicas, como comida, juntamente com altas contas médicas e veterinárias.  A instituição teme que os cães possam ser sacrificados porque seus adestradores não tem condições de cuidar dos mesmos – e espera poder fazer com que os oficiais não tenham que tomar tais decisões de vida ou morte em relação aos seus cães devotos puramente por causa de dinheiro.  O Reverendo Wilcock disse: “Nós montamos a Fireside K9 porque cães policiais são mais do que apenas ferramentas para fazerem um trabalho. Isso pode se aplicar aos nossos veículos, nosso helicóptero e nosso kit – mas nossos cães são mais do que isso”.  “Eles são parceiros, colegas leais e amigos confiáveis. Um oficial pode passar tanto tempo na companhia do seu cão quanto com a sua família. É essencial que, quando eles se aposentarem, exista apoio e cuidado disponível a eles até o fim natural de suas vidas.”  “Cães militares e policiais são animais incríveis. Nós acreditamos que esses cachorros dedicaram todas as suas vidas a nós – agora é hora de retribuir o favor.”  Companhia leal: Fundador da Fireside K9 Duncan Matthews e o cão policial Kiro, que acabou de se aposentar. Companhia leal: Fundador da Fireside K9 Duncan Matthews e o cão policial Kiro, que acabou de se aposentar.  Como um oficial da ativa, o parceiro confiável de Matthew é um pastor alemão chamado Tia, substituto de Kiro, que acabou de se aposentar e mora com o oficial em seu lar em West Yorkshire.  Ele disse: “Os cães são o meu trabalho. Se nós somos chamados em uma situação que poderia ser muito perigosa para um policial entrar, o cão policial e eu muitas vezes temos que ir primeiro. Ou talvez o cão tenha que ir sozinho para liberar o ambiente e dar aos policiais uma indicação de que possa ter um suspeito, possivelmente armado, escondido. Não há dúvidas de que esses cachorros salvam vidas humanas”.  “Um vínculo muito estreito é desenvolvido entre o oficial e o cachorro, eles são como melhores amigos e parte da família, e quando eu recebo ligações dos oficiais dizendo que eles não podem arcar com as contas do veterinário para os seus muito amados cães, é desolador”.  A senhora Burley ficou chocada ao saber do tratamento dado pela polícia aos seus cães. Ela disse: “Quando Duncan me chamou para ser madrinha, eu fiquei honrada e aceitei imediatamente. Eu sempre tive um enorme respeito pelo trabalho vital que esses corajosos cães policiais fazem para manter a nós, humanos, a salvo. Eu fiquei chocada ao saber que não há patrocínio quando eles terminam suas vidas de trabalho, e eu estou determinada a ajudar a consertar esse erro”.  “Eu acho maravilhoso que os cães nos EUA se aposentem com uma pensão – nós precisamos valorizar os nossos cães militares e policiais com o mesmo respeito. Ainda assim nós deixamos os adestradores lutando para alimentar e cuidar de, às vezes, dois cães aposentados, assim como do animal na ativa – e nós sabemos o quão caro as contas dos veterinários podem ser.”  Ela tem sido uma orgulhosa tutora de cachorros por mais de 20 anos. E acrescentou: “Eu tenho três Setters Irlandeses – Gordon, Alf e Dill – e eles significam tudo para mim. Eles sempre ficam arrasados quando eu saio de casa, encantados quando eu volto e são os únicos que não me dizem como eu poderia fazer melhor o meu trabalho!”  O oficial Matthews compara os cães policiais aos seus colegas humanos. Ele disse: “Eles são trabalhadores, combatentes do crime altamente treinados. Eles localizam pessoas e bens, dão suporte ao departamento de armas de fogo e são, muitas vezes, os primeiros a entrar pela porta e liberar um ambiente antes de um oficial entrar”.  “Eu sei, em primeira mão, como esses cães nunca vacilam em seus deveres de proteger seus adestradores e o público, e eu acredito que oferecer a eles este apoio durante a aposentadoria é o mínimo que podemos fazer.”  Para mais informações, siga @FiresideK9 no Twitter.  Nota da Redação: Convém esclarecer que a aposentadoria digna do cão é o mínimo tolerável, já que o próprio uso de cães na polícia já é um abuso ao animal. São estes cães que entram em zona de perigo antes de humanos, porque suas vidas são consideradas menos valiosas que a vida de cada policial.
Criminoso? Pelo menos 84 cães policiais aposentados foram sacrificados nos últimos três anos.

A polícia sacrificou pelo menos 84 de seus cães aposentados nos últimos três anos, apesar de famílias estarem dispostas a adotá-los. Alguns dos cães sacrificados tinham apenas quatro meses de idade. Também é alegado que cães de várias Forças foram sacrificados apesar da longa lista de espera de pessoas querendo adotá-los.
A notícia, publicada no jornal The Sun, segue a revelação feita esta semana que o Ministério da Defesa matou 288 cães nos últimos dez anos, incluindo dois cães da RAF (Força Aérea Real) que protegiam o Príncipe William. Brus e Blade foram sacrificados apenas dois dias após o príncipe ter deixado seus serviços.
Âncora da Sky TV Kay Burley, madrinha da instituição de caridade de cães aposentados Fireside K9, se manifestou contra a forma como os cães têm sido tratados.
Ela disse: “Esses cães tem arriscado as suas vidas por nós, então agora nós precisamos dizer obrigado e tratá-los, em sua aposentadoria, com o respeito que eles merecem. Nós temos que fazer algo para evitar que eles tenham o mesmo destino terrível que os cães de guarda do Príncipe William tiveram”.
Fundadores do Fireside K9, Duncan Matthews, oficial da polícia de West Yorkshire e adestrador de cães em atividade, e o capelão da corporação Reverendo Paul Wilcock, tem o objetivo de ajudar a cuidar dos caninos combatentes de crimes, quando eles são considerados muito velhos para aguentar o ritmo.
Existem atualmente 22 cães policiais aposentados em West Yorkshire sendo cuidados pelos seus antigos cuidadores, todos oficiais da polícia na ativa.
Nos EUA, cães policiais recebem uma pensão vitalícia para cobrir seus cuidados e gastos com comida após terem cumprido seu dever jurado como oficiais da polícia. Na Grã-Bretanha, quando um cão policial pendura a sua coleira, todas as responsabilidades de seus cuidados são revertidas ao adestrador – incluindo as básicas, como comida, juntamente com altas contas médicas e veterinárias.
A instituição teme que os cães possam ser sacrificados porque seus adestradores não tem condições de cuidar dos mesmos – e espera poder fazer com que os oficiais não tenham que tomar tais decisões de vida ou morte em relação aos seus cães devotos puramente por causa de dinheiro.
O Reverendo Wilcock disse: “Nós montamos a Fireside K9 porque cães policiais são mais do que apenas ferramentas para fazerem um trabalho. Isso pode se aplicar aos nossos veículos, nosso helicóptero e nosso kit – mas nossos cães são mais do que isso”.
“Eles são parceiros, colegas leais e amigos confiáveis. Um oficial pode passar tanto tempo na companhia do seu cão quanto com a sua família. É essencial que, quando eles se aposentarem, exista apoio e cuidado disponível a eles até o fim natural de suas vidas.”
“Cães militares e policiais são animais incríveis. Nós acreditamos que esses cachorros dedicaram todas as suas vidas a nós – agora é hora de retribuir o favor.”
Companhia leal: Fundador da Fireside K9 Duncan Matthews e o cão policial Kiro, que acabou de se aposentar. APESAR DE HAVER ADOTANTES Criminoso? Pelo menos 84 cães policiais aposentados foram sacrificados nos últimos três anos. Criminoso? Pelo menos 84 cães policiais aposentados foram sacrificados nos últimos três anos.  A polícia sacrificou pelo menos 84 de seus cães aposentados nos últimos três anos, apesar de famílias estarem dispostas a adotá-los. Alguns dos cães sacrificados tinham apenas quatro meses de idade. Também é alegado que cães de várias Forças foram sacrificados apesar da longa lista de espera de pessoas querendo adotá-los.  A notícia, publicada no jornal The Sun, segue a revelação feita esta semana que o Ministério da Defesa matou 288 cães nos últimos dez anos, incluindo dois cães da RAF (Força Aérea Real) que protegiam o Príncipe William. Brus e Blade foram sacrificados apenas dois dias após o príncipe ter deixado seus serviços.  Âncora da Sky TV Kay Burley, madrinha da instituição de caridade de cães aposentados Fireside K9, se manifestou contra a forma como os cães têm sido tratados.  Ela disse: “Esses cães tem arriscado as suas vidas por nós, então agora nós precisamos dizer obrigado e tratá-los, em sua aposentadoria, com o respeito que eles merecem. Nós temos que fazer algo para evitar que eles tenham o mesmo destino terrível que os cães de guarda do Príncipe William tiveram”.  Fundadores do Fireside K9, Duncan Matthews, oficial da polícia de West Yorkshire e adestrador de cães em atividade, e o capelão da corporação Reverendo Paul Wilcock, tem o objetivo de ajudar a cuidar dos caninos combatentes de crimes, quando eles são considerados muito velhos para aguentar o ritmo.  Existem atualmente 22 cães policiais aposentados em West Yorkshire sendo cuidados pelos seus antigos cuidadores, todos oficiais da polícia na ativa.  Nos EUA, cães policiais recebem uma pensão vitalícia para cobrir seus cuidados e gastos com comida após terem cumprido seu dever jurado como oficiais da polícia. Na Grã-Bretanha, quando um cão policial pendura a sua coleira, todas as responsabilidades de seus cuidados são revertidas ao adestrador – incluindo as básicas, como comida, juntamente com altas contas médicas e veterinárias.  A instituição teme que os cães possam ser sacrificados porque seus adestradores não tem condições de cuidar dos mesmos – e espera poder fazer com que os oficiais não tenham que tomar tais decisões de vida ou morte em relação aos seus cães devotos puramente por causa de dinheiro.  O Reverendo Wilcock disse: “Nós montamos a Fireside K9 porque cães policiais são mais do que apenas ferramentas para fazerem um trabalho. Isso pode se aplicar aos nossos veículos, nosso helicóptero e nosso kit – mas nossos cães são mais do que isso”.  “Eles são parceiros, colegas leais e amigos confiáveis. Um oficial pode passar tanto tempo na companhia do seu cão quanto com a sua família. É essencial que, quando eles se aposentarem, exista apoio e cuidado disponível a eles até o fim natural de suas vidas.”  “Cães militares e policiais são animais incríveis. Nós acreditamos que esses cachorros dedicaram todas as suas vidas a nós – agora é hora de retribuir o favor.”  Companhia leal: Fundador da Fireside K9 Duncan Matthews e o cão policial Kiro, que acabou de se aposentar. Companhia leal: Fundador da Fireside K9 Duncan Matthews e o cão policial Kiro, que acabou de se aposentar.  Como um oficial da ativa, o parceiro confiável de Matthew é um pastor alemão chamado Tia, substituto de Kiro, que acabou de se aposentar e mora com o oficial em seu lar em West Yorkshire.  Ele disse: “Os cães são o meu trabalho. Se nós somos chamados em uma situação que poderia ser muito perigosa para um policial entrar, o cão policial e eu muitas vezes temos que ir primeiro. Ou talvez o cão tenha que ir sozinho para liberar o ambiente e dar aos policiais uma indicação de que possa ter um suspeito, possivelmente armado, escondido. Não há dúvidas de que esses cachorros salvam vidas humanas”.  “Um vínculo muito estreito é desenvolvido entre o oficial e o cachorro, eles são como melhores amigos e parte da família, e quando eu recebo ligações dos oficiais dizendo que eles não podem arcar com as contas do veterinário para os seus muito amados cães, é desolador”.  A senhora Burley ficou chocada ao saber do tratamento dado pela polícia aos seus cães. Ela disse: “Quando Duncan me chamou para ser madrinha, eu fiquei honrada e aceitei imediatamente. Eu sempre tive um enorme respeito pelo trabalho vital que esses corajosos cães policiais fazem para manter a nós, humanos, a salvo. Eu fiquei chocada ao saber que não há patrocínio quando eles terminam suas vidas de trabalho, e eu estou determinada a ajudar a consertar esse erro”.  “Eu acho maravilhoso que os cães nos EUA se aposentem com uma pensão – nós precisamos valorizar os nossos cães militares e policiais com o mesmo respeito. Ainda assim nós deixamos os adestradores lutando para alimentar e cuidar de, às vezes, dois cães aposentados, assim como do animal na ativa – e nós sabemos o quão caro as contas dos veterinários podem ser.”  Ela tem sido uma orgulhosa tutora de cachorros por mais de 20 anos. E acrescentou: “Eu tenho três Setters Irlandeses – Gordon, Alf e Dill – e eles significam tudo para mim. Eles sempre ficam arrasados quando eu saio de casa, encantados quando eu volto e são os únicos que não me dizem como eu poderia fazer melhor o meu trabalho!”  O oficial Matthews compara os cães policiais aos seus colegas humanos. Ele disse: “Eles são trabalhadores, combatentes do crime altamente treinados. Eles localizam pessoas e bens, dão suporte ao departamento de armas de fogo e são, muitas vezes, os primeiros a entrar pela porta e liberar um ambiente antes de um oficial entrar”.  “Eu sei, em primeira mão, como esses cães nunca vacilam em seus deveres de proteger seus adestradores e o público, e eu acredito que oferecer a eles este apoio durante a aposentadoria é o mínimo que podemos fazer.”  Para mais informações, siga @FiresideK9 no Twitter.  Nota da Redação: Convém esclarecer que a aposentadoria digna do cão é o mínimo tolerável, já que o próprio uso de cães na polícia já é um abuso ao animal. São estes cães que entram em zona de perigo antes de humanos, porque suas vidas são consideradas menos valiosas que a vida de cada policial.
Companhia leal: Fundador da Fireside K9 Duncan Matthews e o cão policial Kiro, que acabou de se aposentar.

Como um oficial da ativa, o parceiro confiável de Matthew é um pastor alemão chamado Tia, substituto de Kiro, que acabou de se aposentar e mora com o oficial em seu lar em West Yorkshire.
Ele disse: “Os cães são o meu trabalho. Se nós somos chamados em uma situação que poderia ser muito perigosa para um policial entrar, o cão policial e eu muitas vezes temos que ir primeiro. Ou talvez o cão tenha que ir sozinho para liberar o ambiente e dar aos policiais uma indicação de que possa ter um suspeito, possivelmente armado, escondido. Não há dúvidas de que esses cachorros salvam vidas humanas”.
“Um vínculo muito estreito é desenvolvido entre o oficial e o cachorro, eles são como melhores amigos e parte da família, e quando eu recebo ligações dos oficiais dizendo que eles não podem arcar com as contas do veterinário para os seus muito amados cães, é desolador”.
A senhora Burley ficou chocada ao saber do tratamento dado pela polícia aos seus cães. Ela disse: “Quando Duncan me chamou para ser madrinha, eu fiquei honrada e aceitei imediatamente. Eu sempre tive um enorme respeito pelo trabalho vital que esses corajosos cães policiais fazem para manter a nós, humanos, a salvo. Eu fiquei chocada ao saber que não há patrocínio quando eles terminam suas vidas de trabalho, e eu estou determinada a ajudar a consertar esse erro”.
“Eu acho maravilhoso que os cães nos EUA se aposentem com uma pensão – nós precisamos valorizar os nossos cães militares e policiais com o mesmo respeito. Ainda assim nós deixamos os adestradores lutando para alimentar e cuidar de, às vezes, dois cães aposentados, assim como do animal na ativa – e nós sabemos o quão caro as contas dos veterinários podem ser.”
Ela tem sido uma orgulhosa tutora de cachorros por mais de 20 anos. E acrescentou: “Eu tenho três Setters Irlandeses – Gordon, Alf e Dill – e eles significam tudo para mim. Eles sempre ficam arrasados quando eu saio de casa, encantados quando eu volto e são os únicos que não me dizem como eu poderia fazer melhor o meu trabalho!”
O oficial Matthews compara os cães policiais aos seus colegas humanos. Ele disse: “Eles são trabalhadores, combatentes do crime altamente treinados. Eles localizam pessoas e bens, dão suporte ao departamento de armas de fogo e são, muitas vezes, os primeiros a entrar pela porta e liberar um ambiente antes de um oficial entrar”.
“Eu sei, em primeira mão, como esses cães nunca vacilam em seus deveres de proteger seus adestradores e o público, e eu acredito que oferecer a eles este apoio durante a aposentadoria é o mínimo que podemos fazer.”
Para mais informações, siga @FiresideK9 no Twitter.
Nota da Redação: Convém esclarecer que a aposentadoria digna do cão é o mínimo tolerável, já que o próprio uso de cães na polícia já é um abuso ao animal. São estes cães que entram em zona de perigo antes de humanos, porque suas vidas são consideradas menos valiosas que a vida de cada policial.

NEPOTISMO


O Ministério Público do Rio grande do Sul recomendou ao prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, a exoneração de sua mulher, Regina Maria Becker, do cargo de secretária especial dos Direitos dos Animais. De acordo com a promotora de Justiça Daniele Schneider, a nomeação viola princípios constitucionais da administração pública (moralidade, impessoalidade e legalidade) e incorre na prática de nepotismo.
Regina Becker  e Fortunati em ação da Seda Segundo Daniele, a recomendação do MP resultou de inquérito civil instaurado na Promotoria de Justiça Especializada Criminal de Porto Alegre – Crimes Licitatórios, com o objetivo de regularizar a situação de nepotismo evidenciada pela nomeação para a Secretaria Especial de Direitos dos Animais (Seda). A promotora fixou prazo de 15 dias para o cumprimento da exoneração.  Cumprida a exoneração, o inquérito será arquivado sem ajuizamento de ação judicial. O prazo conta a partir do recebimento pelo Poder Executivo da capital, que ocorreu na segunda-feira.  Fonte: Terra Notícias
Regina Becker e Fortunati em ação da Seda

Segundo Daniele, a recomendação do MP resultou de inquérito civil instaurado na Promotoria de Justiça Especializada Criminal de Porto Alegre – Crimes Licitatórios, com o objetivo de regularizar a situação de nepotismo evidenciada pela nomeação para a Secretaria Especial de Direitos dos Animais (Seda). A promotora fixou prazo de 15 dias para o cumprimento da exoneração.
Cumprida a exoneração, o inquérito será arquivado sem ajuizamento de ação judicial. O prazo conta a partir do recebimento pelo Poder Executivo da capital, que ocorreu na segunda-feira.

CRIME EM SÃO PAULO


Uma moradora de rua foi apedrejada até a morte por menores de idade na zona leste de São Paulo, na semana passada. As informações são da Rede Bandeirantes.
Ela morava sob o viaduto Jacu-Pêssego, no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de SP. Segundo moradores do bairro, Dadá, como era conhecida, tentou defender os cachorros que ficavam com ela e sempre eram vítimas de agressão.  Os meninos costumavam passar pelo viaduto e atirar pedras contra os animais, que eram a verdadeira paixão de Dadá. No dia do crime, a vítima ainda tentou correr atrás dos agressores e acabou sendo apedrejada na cabeça até a morte.
caes de moradora CRIME EM SÃO PAULO  Uma moradora de rua foi apedrejada até a morte por menores de idade na zona leste de São Paulo, na semana passada. As informações são da Rede Bandeirantes.  Ela morava sob o viaduto Jacu-Pêssego, no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de SP. Segundo moradores do bairro, Dadá, como era conhecida, tentou defender os cachorros que ficavam com ela e sempre eram vítimas de agressão.  Os meninos costumavam passar pelo viaduto e atirar pedras contra os animais, que eram a verdadeira paixão de Dadá. No dia do crime, a vítima ainda tentou correr atrás dos agressores e acabou sendo apedrejada na cabeça até a morte.  caes de moradora Cães que ficaram abandonados após sua tutora defendê-los até a morte. (Foto: captura de vídeo / Band)  Os menores que a agrediram tinham idade entre 9 e 14 anos. Eles foram ouvidos pela polícia e depois liberados.  Os quatro cães que ficaram sem sua tutora já foram resgatados por protetores da ONG Apasfa e encaminhados ao veterinário. Estavam todos muito debilitados, com sarna negra e fraturas. Apesar do sofrimento pelos quais passaram, mostraram-se dóceis e carinhosos.  A violência chegou a tal nível de banalização que se tornou comum ver absurdos como crianças cometendo crimes que seriam bárbaros se praticados até por adultos. É um caso que mostra o quanto é perceptível a falta de sensibilização com a dor alheia, o sofrimento de alguém que era com frequência agredida publicamente junto com seus animais e que acabou sendo morta por não haver ninguém que lhe estendesse uma mão, oferecesse uma ajuda.  Que Dadá não seja esquecida, que sua luta pela vida seja um exemplo de compaixão e solidariedade a ser seguido. Que todos os olhos sejam menos indiferentes e mais compassivos.
Cães que ficaram abandonados após sua tutora defendê-los até a morte. (Foto: captura de vídeo / Band)

Os menores que a agrediram tinham idade entre 9 e 14 anos. Eles foram ouvidos pela polícia e depois liberados.
Os quatro cães que ficaram sem sua tutora já foram resgatados por protetores da ONG Apasfa e encaminhados ao veterinário. Estavam todos muito debilitados, com sarna negra e fraturas. Apesar do sofrimento pelos quais passaram, mostraram-se dóceis e carinhosos.
A violência chegou a tal nível de banalização que se tornou comum ver absurdos como crianças cometendo crimes que seriam bárbaros se praticados até por adultos. É um caso que mostra o quanto é perceptível a falta de sensibilização com a dor alheia, o sofrimento de alguém que era com frequência agredida publicamente junto com seus animais e que acabou sendo morta por não haver ninguém que lhe estendesse uma mão, oferecesse uma ajuda.
Que Dadá não seja esquecida, que sua luta pela vida seja um exemplo de compaixão e solidariedade a ser seguido. Que todos os olhos sejam menos indiferentes e mais compassivos.

SEQUESTRADOS


Dois criminosos roubaram o carro de um pet shop que estava sendo usado para transportar três cães em Pirituba, na Zona Oeste de São Paulo (SP). O crime ocorreu por volta das 12h. O carro que fazia o serviço de transporte dos animais foi levado quando o motorista parou para entregar um cachorro na Avenida Comendador Feiz Zarzur.  Assim que o cachorro foi devolvido ao tutor, dois criminosos renderam o motorista e fugiram com o veículo, uma Fiorino branca. Estavam no furgão os cães Rick, um poodle de 12 anos, Amy, uma golden retriever de 1 ano, e Debbie, uma cocker spaniel de 7 anos. Os animais seriam entregues em suas casas após tomarem banho no estabelecimento.  A aposentada Maria Vicentina Pereira, tutora de Rick, conta que o animal  sofre de problemas renais e se alimenta com ração especial por causa da doença. “Imagine minha situação emocional. Além da complicação no rim, ele [Rick] toma dipirona para controlar a tremedeira quando fica nervoso. Mesmo assim, eu tenho certeza que ele vai voltar. Ele deve estar procurando o caminho pra casa, eu passeava muito com ele pela região. Não vejo a hora de encontrá-lo”, disse a aposentada.  A golden Amy foi levada um dia antes de completar um ano de idade, conta a estudante de veterinária e tutora do animal Érica Cristina da Silva, de 22 anos. “Ela [Amy] não tinha o costume de tomar banho fora de casa. Levamos neste dia justamente para ela ficar bem bonita e cheirosa para o dia do aniversário. Minha mãe não para de chorar”, afirmou.  A pedagoga Mara Santos Sousa, de 48 anos, tutora da cocker Debbie, também lamenta a ausência de sua companheira: “Nós só convivemos com ela [Debbie] de cachorro. É como uma filha pra mim. Ela ficava no sofá, até na cama com a gente, sempre no meio da família. Eu e meus filhos sentimos um vazio muito grande sem ela”, disse.  Até as 12h desta sexta-feira (27), o carro do pet shop e os animais não haviam sido localizados. Uma câmera de segurança instalada em uma casa próxima ao local do assalto registrou a ação dos criminosos. O vídeo será encaminhado ao 87º Distrito Policial, em Vila Pereira Barreto, que investiga o caso, e pode auxiliar na identificação da dupla.  Fonte: G1
Foto: Canal dos Bichos

Dois criminosos roubaram o carro de um pet shop que estava sendo usado para transportar três cães em Pirituba, na Zona Oeste de São Paulo (SP). O crime ocorreu por volta das 12h. O carro que fazia o serviço de transporte dos animais foi levado quando o motorista parou para entregar um cachorro na Avenida Comendador Feiz Zarzur.
Assim que o cachorro foi devolvido ao tutor, dois criminosos renderam o motorista e fugiram com o veículo, uma Fiorino branca. Estavam no furgão os cães Rick, um poodle de 12 anos, Amy, uma golden retriever de 1 ano, e Debbie, uma cocker spaniel de 7 anos. Os animais seriam entregues em suas casas após tomarem banho no estabelecimento.
A aposentada Maria Vicentina Pereira, tutora de Rick, conta que o animal  sofre de problemas renais e se alimenta com ração especial por causa da doença. “Imagine minha situação emocional. Além da complicação no rim, ele [Rick] toma dipirona para controlar a tremedeira quando fica nervoso. Mesmo assim, eu tenho certeza que ele vai voltar. Ele deve estar procurando o caminho pra casa, eu passeava muito com ele pela região. Não vejo a hora de encontrá-lo”, disse a aposentada.
A golden Amy foi levada um dia antes de completar um ano de idade, conta a estudante de veterinária e tutora do animal Érica Cristina da Silva, de 22 anos. “Ela [Amy] não tinha o costume de tomar banho fora de casa. Levamos neste dia justamente para ela ficar bem bonita e cheirosa para o dia do aniversário. Minha mãe não para de chorar”, afirmou.
A pedagoga Mara Santos Sousa, de 48 anos, tutora da cocker Debbie, também lamenta a ausência de sua companheira: “Nós só convivemos com ela [Debbie] de cachorro. É como uma filha pra mim. Ela ficava no sofá, até na cama com a gente, sempre no meio da família. Eu e meus filhos sentimos um vazio muito grande sem ela”, disse.
Até as 12h desta sexta-feira (27), o carro do pet shop e os animais não haviam sido localizados. Uma câmera de segurança instalada em uma casa próxima ao local do assalto registrou a ação dos criminosos. O vídeo será encaminhado ao 87º Distrito Policial, em Vila Pereira Barreto, que investiga o caso, e pode auxiliar na identificação da dupla.
Fonte: G1    

Criminosos roubam carro de pet shop com três cães dentro em São Paulo

RESPEITO AOS CONSUMIDORES VEGANOS


A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou, no último dia 11, proposta que torna obrigatória a inscrição de mensagem nos rótulos dos alimentos alertando sobre a existência de ingredientes de origem animal na sua composição. O objetivo é prestar uma informação mais clara aos consumidores que optaram pela dieta vegetariana/vegana.

RESPEITO AOS CONSUMIDORES VEGANOS  A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou, no último dia 11, proposta que torna obrigatória a inscrição de mensagem nos rótulos dos alimentos alertando sobre a existência de ingredientes de origem animal na sua composição. O objetivo é prestar uma informação mais clara aos consumidores que optaram pela dieta vegetariana/vegana.  (Foto: Divulgação)  A proposta sujeita os infratores às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), como multa, apreensão do produto e cassação do registro do produto junto ao órgão competente.  Com informações de Câmara dos Deputados

A proposta sujeita os infratores às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), como multa, apreensão do produto e cassação do registro do produto junto ao órgão competente.
Com informações de Câmara dos Deputados


MANAUS (AM)


Uma campanha feita pelo aposentado Alício Silva, 65, a procura dos seus dois cães chamados “Bolé” e “Faísca” está provando a amizade e parceria que pode existir entre um ser humano e seus animais. A busca pelos cachorros com idade de oito meses começou nesta terça-feira (25), através de um anúncio feito nas redes sociais e panfletos distribuídos nas ruas de Manaus.

Por ter problemas de saúde, Alício também conta que a ausência dos animais está piorando seu estado. “Sofro de pressão alta e tenho problemas no coração. Desde quando começou isso eu não consigo mais dormir direito… já fui até parar no SPA”, revela.  O idoso é morador do bairro Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus. “Eu sinto muita falta deles”, disse.  Quem tiver informações a respeito dos cães, os contatos são 92-8227-6030 e 92-9513-8096. O tutor promete pagar recompensa para quem encontrar os animais.  Fonte: A Crítica

Por ter problemas de saúde, Alício também conta que a ausência dos animais está piorando seu estado. “Sofro de pressão alta e tenho problemas no coração. Desde quando começou isso eu não consigo mais dormir direito… já fui até parar no SPA”, revela.
O idoso é morador do bairro Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus. “Eu sinto muita falta deles”, disse.
Quem tiver informações a respeito dos cães, os contatos são 92-8227-6030 e 92-9513-8096. O tutor promete pagar recompensa para quem encontrar os animais.
Fonte: A Crítica





CONSIDERADO TRADIÇÃO


Mais de 50 mil pessoas compareceram na edição deste ano da tradicional festa Toro de la Vega, em Tordesilhas (Valladolid, Espanha). A celebração, que tem origem medieval, consiste em que pessoas munidas com lanças, a pé ou a cavalo, tentem matar um touro. Além das touradas, poucas festas populares criam tanta polêmica quanto o Toro de La Vega. As informações são do 20 Minutos.  As críticas advindas dos defensores dos animais têm crescido cada vez mais, principalmente por meio da Internet. Na celebração deste ano, uma centena de manifestantes se concentrou no local para tentar, sem sucesso, impedir que a festa prosseguisse.  O Partido Animalista entregou na Câmara 85 mil assinaturas de pessoas que pediam o fim da festa. (No ano passado, foram recolhidas 71 mil assinaturas.) Em Madri, entre 10 mil e 15 mil pessoas fizeram uma manifestação com o mesmo objetivo, e a organização Anonymous chegou a hackear o site de uma agência de turismo de Valladolid, incluindo uma mensagem de protesto que dizia: “um morto que ainda vive, um morto com a morte anunciada. Um morto que, antes de morrer, será torturado”. Mesmo assim, essa tragédia ainda foi apreciada por 50 mil pessoas.  Em Madri, milhares de pessoas se manifestaram este ano pedindo o fim do Toro de la Vega.  O artigo 3 da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, aprovada pela ONU em outubro de 1978, diz: “Nenhum animal será submetido nem a maus-tratos nem a atos cruéis. Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia. O conceito de maus-tratos inclui todas as ações de violência infligidas pelo homem a outros animais de forma furiosa ou “de maneira injustificada”. No entanto, não há consenso por parte da sociedade em todos os casos.  Junto a condutas declaradamente brutais, como o enforcamento dos cães de caça quando deixam de ser úteis, estão outras consideradas com um objetivo social, como o uso de animais em salas de aula, pesquisa e experimentos, ou mesmo para consumo humano. Na Espanha, a legislação regula e permite espetáculos protagonizados por animais, como as touradas, encierros (tipo de festa em que homens tentam correr, em ruas delimitadas, o mais próximo possível dos touros) e outras festas tradicionais – e é aqui que se encontra principal controvérsia.  Ainda que não haja dados oficiais, organizações como Ecologistas en Acción calculam que cerca de 60 mil animais sejam utilizados entre os meses de março e setembro, como parte da atração nas festas populares de muitas cidades espanholas. Além das touradas, as ruas, praças e campos destas cidades se transformam em palco para encierros, toros de fuego (evento em que prendem um artefato em chamas a um touro, de verdade ou não), toros ensogados (atividade em que se permite que pessoas corram junto com um touro, que é controlado por outras pessoas por meio de cordas), carrosséis de pôneis, corridas de gansos entre outros cruéis eventos. Com relação a quantidade de festejos, os cálculos anuais oscilam entre 3 mil — de acordo com o Observatório Justiça e Defesa Animal— e 16 mil — segundo a Fundação para Adoção, Apadrinhamento e Defesa dos Animais (FAADA). Em muitas dessas festas “tradicionais”, algumas consideradas de interesse turístico, os animais são submetidos ao sofrimento, estresse e nervosismo, e, em alguns casos, à morte.  O Código Penal espanhol castiga com penas de três meses a um ano de prisão aqueles que cometem o crime de maus-tratos a animais domésticos; assim, animais como touros, aves de caça (como falcões) e animais exóticos ou silvestres não são protegidos pela lei.  A responsabilidade tanto pela proteção aos animais quanto pela organização das festas pertence às administrações de cada estado e cidade, e não existe um critério estabelecido entre elas. A primeira comunidade que proibiu os espetáculos sangrentos com animais em “brigas, festas, espetáculos ou outras atividades que submetam os animais a maus-tratos, crueldade ou sofrimento” foi Canárias, em 1991. Mesmo assim, a lei aprovada ainda permitiu, pela tradição local, que continuassem as rinhas de galos. Estremadura, por sua vez, proíbe as atividades que envolvam toro de fuego e toros ensogados. A Catalunha também proibiu as touradas em 2010. Em Castela e Leão são permitidos os festivais com mais de 200 anos de tradição. Na Catalunha e em Madri, foram proibidos os festivais com toro de fuego. O País Basco também impediu, por meio de decreto, os maus-tratos aos animais durante os festivais.  O Código Penal espanhol castiga com penas de três meses a um ano de prisão aqueles que cometem o crime de maus-tratos a animais domésticos; assim, animais como touros, aves de caça (como falcões) e animais exóticos ou silvestres não são protegidos pela lei.  Os grupos ecologistas consideram inaceitável que se justifique esses eventos pelo suposto caráter tradicional. Para os defensores dessas tradições, as festas fazem parte da cultura e da história, e é uma forma de promover um encontro entre as diferentes gerações dos povoados que as celebram.  As mais polêmicas  Das centenas de festas que são celebradas na Espanha e que utilizam animais, a maioria tem o touro como personagem central. Em outras festas, o protagonismo é atribuído a diversas espécies como gansos, galos, pavões ou burros.  Eis os festivais mais polêmicos:  · Toro de la Vega (Tordesilhas, Valladolid). O touro é conduzido ao campo onde homens a cavalo jogam lanças no animal até matá-lo. A pessoa que joga a lança mortal retorna com o rabo do touro preso na lança. A celebração ocorre no primeiro domingo depois de 8 de setembro e é considerada festa de interesse turístico. Este ano, a organização do evento estabeleceu normas mais rígidas para os participantes. A Câmara dos deputados debaterá na quarta-feira, dia 25 de setembro, o assunto, visando evitar situações de maus-tratos a animais, como ocorre nesta celebração.  · Toro de San Juan (Coria, Cáceres). Esta festa é baseada em uma lenda medieval, segundo a qual, a cada ano e nas festas de San Juan, um jovem é escolhido entre os rapazes do povoado para correr pelas ruas, fugindo de um touro, usando apenas duas navalhas como defesa. Este macabro espetáculo terminava com a morte do jovem, mas a história mudou quando um rapaz conseguiu inverter a situação, colocando o touro em seu lugar. Atualmente, soltam um touro em um local murado, onde os habitantes podem lançar zarabatanas durante horas, até que o touro agonize e, por fim, morra com um tiro. Esta festa também é considerada de interesse turístico.  · Toros ensogados ou amarrados. Esta festa típica acontece em diversas regiões da Espanha (Castela e Leão, Aragão, Navarra, La Rioja). Consiste em fazer com que o touro corra com os chifres amarrados por uma corda controlada por pessoas. A festa mais famosa é a que acontece anualmente em Benavente (Zamora). Foi declarada festa de interesse turístico regional.  · Touros embolados. A festa consiste em colocar um artefato em chamas nos chifres do touro. Isso faz com que o animal fique aterrorizado e corra desorientadamente, para tentar livrar-se do fogo. A edição mais famosa da festa é a chamada “Toro Júbilo”, que acontece em Medinaceli (Soria), no mês de novembro.  · Los espantes de Fuentesaúco (Zamora). Esta festa tem sua origem em uma reivindicação social dos vizinhos do povoado que, com desejo de participar da festa, levaram os touros que iriam para a praça para serem toureados em outro local. Atualmente, é realizada em um campo próximo, onde a manada é conduzida até um grupo de pessoas, os espantadores, que afugentam os animais até outro grupo posicionado de frente para o primeiro grupo. Depois de passar pelos “espantes”, os touros são conduzidos até o povo, onde é feito o rodeio.  · Rodeios no campo. Muito populares em diferentes localidades de Guadalajara. Os mais conhecidos acontecem em Brihuega, Mondéjar ou Sacedón, na Espanha. Os touros são perseguidos, em campo aberto, por homens a cavalo, ainda que também seja possível ver pessoas participando com carros, tratores e motos.  · Soltura de patos de Sagunto (Valencia). Depois de lançar um número considerável de patos no mar, os participantes recolhem os animais na água. A Prefeitura afirma que quer “reduzir essa prática” e argumenta que modificou as normas para evitar multas. Entidades protetoras de animais denunciaram o evento, porque submetem os patos a “estresse, angústia e medo”.  Algumas organizações de defesa aos animais incluem na lista de eventos cruéis tradicionais a famosa “Rapa das bestas”, que ocorre em Sabucedo (Pontevedra) e que, segundo representante do Partido Animalista PACMA, consiste “em encurralar cavalos selvagens para marcá-los com fogo e cortar suas crinas”. No último mês de agosto, o partido Equo denunciou as corridas de burros de Areta, que acontece em Llodio (Álava): os animais recebem “golpes na cabeça e em diferentes partes do corpo. As festas que acontecem em El Carpio de Tajo (Toledo) fazem uma “corrida” de gansos, que são laçados pela cabeça e têm suas patas amarradas. Este evento continua recebendo críticas.  Outros tipos de maus-tratos não estão no calendário oficial, mas integram as feiras de verão locais. Em alguns lugares, é possível encontrar os chamados “carrosséis de pôneis”, que tem sido objeto de muitas denúncias.  Festas proibidas  Devido a sua crueldade peculiar, algumas festas dessa natureza têm sido proibidas. Destaca-se a festa da Cabra de Manganeses de la Polvorosa (Zamora), que não acontece desde o ano 2000, quando os participantes se negaram a lançar uma cabra morta ao invés de uma com vida. Antes disso, uma cabra viva era arremessada do alto do campanário da igreja diante de pessoas que se posicionavam em frente à igreja para, com muita alegria, comemorar o ato. A festa havia sido proibida em 1992, mas os incidentes provocados pelos habitantes locais por causa da proibição fizeram com que as autoridades retrocedessem em sua decisão.  Durante a comemoração de San Blás, que acontece em 3 de fevereiro, é celebrada uma festa conhecida como “La pava de Cazalilla”. Na ocasião, é lançada uma pavoa viva do alto de uma igreja em direção a uma praça cheia de gente, que fica à espera do animal. Em 2004, O Governo de Andaluzia estabeleceu uma multa de 2.000 euros para os representantes da igreja de onde o animal era lançado. Mesmo assim, a ação continuou até 2010, mas, nestes casos, as multas foram aplicadas aos infratores, não à instituição.  Outra tradição que está fadada a desaparecer é a “Corrida de Galos”, que acontece em Guarrate (Zamora). É uma festa muito antiga, relacionada ao rito de passagem da infância para a idade adulta. Consiste em pendurar um galo (nas edições mais atuais, utilizam um galo já morto) na praça da cidade. Depois de fazer um discurso, o jovem deve montar em seu cavalo e, utilizando uma espada, cortar a cabeça do animal.
magem do Touro Vulcano cedida por Pacma. Tirada durante a festa Toro de la Vega 2013, celebrado em Tordesilhas (Valladolid). (Foto: PACMA)

Mais de 50 mil pessoas compareceram na edição deste ano da tradicional festa Toro de la Vega, em Tordesilhas (Valladolid, Espanha). A celebração, que tem origem medieval, consiste em que pessoas munidas com lanças, a pé ou a cavalo, tentem matar um touro. Além das touradas, poucas festas populares criam tanta polêmica quanto o Toro de La Vega. As informações são do 20 Minutos.
As críticas advindas dos defensores dos animais têm crescido cada vez mais, principalmente por meio da Internet. Na celebração deste ano, uma centena de manifestantes se concentrou no local para tentar, sem sucesso, impedir que a festa prosseguisse.
O Partido Animalista entregou na Câmara 85 mil assinaturas de pessoas que pediam o fim da festa. (No ano passado, foram recolhidas 71 mil assinaturas.) Em Madri, entre 10 mil e 15 mil pessoas fizeram uma manifestação com o mesmo objetivo, e a organização Anonymous chegou a hackear o site de uma agência de turismo de Valladolid, incluindo uma mensagem de protesto que dizia: “um morto que ainda vive, um morto com a morte anunciada. Um morto que, antes de morrer, será torturado”. Mesmo assim, essa tragédia ainda foi apreciada por 50 mil pessoas.
Em Madri, milhares de pessoas se manifestaram este ano pedindo o fim do Toro de la Vega.
O artigo 3 da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, aprovada pela ONU em outubro de 1978, diz: “Nenhum animal será submetido nem a maus-tratos nem a atos cruéis. Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia. O conceito de maus-tratos inclui todas as ações de violência infligidas pelo homem a outros animais de forma furiosa ou “de maneira injustificada”. No entanto, não há consenso por parte da sociedade em todos os casos.
Junto a condutas declaradamente brutais, como o enforcamento dos cães de caça quando deixam de ser úteis, estão outras consideradas com um objetivo social, como o uso de animais em salas de aula, pesquisa e experimentos, ou mesmo para consumo humano. Na Espanha, a legislação regula e permite espetáculos protagonizados por animais, como as touradas, encierros (tipo de festa em que homens tentam correr, em ruas delimitadas, o mais próximo possível dos touros) e outras festas tradicionais – e é aqui que se encontra principal controvérsia.
Ainda que não haja dados oficiais, organizações como Ecologistas en Acción calculam que cerca de 60 mil animais sejam utilizados entre os meses de março e setembro, como parte da atração nas festas populares de muitas cidades espanholas. Além das touradas, as ruas, praças e campos destas cidades se transformam em palco para encierros, toros de fuego (evento em que prendem um artefato em chamas a um touro, de verdade ou não), toros ensogados (atividade em que se permite que pessoas corram junto com um touro, que é controlado por outras pessoas por meio de cordas), carrosséis de pôneis, corridas de gansos entre outros cruéis eventos. Com relação a quantidade de festejos, os cálculos anuais oscilam entre 3 mil — de acordo com o Observatório Justiça e Defesa Animal— e 16 mil — segundo a Fundação para Adoção, Apadrinhamento e Defesa dos Animais (FAADA). Em muitas dessas festas “tradicionais”, algumas consideradas de interesse turístico, os animais são submetidos ao sofrimento, estresse e nervosismo, e, em alguns casos, à morte.
O Código Penal espanhol castiga com penas de três meses a um ano de prisão aqueles que cometem o crime de maus-tratos a animais domésticos; assim, animais como touros, aves de caça (como falcões) e animais exóticos ou silvestres não são protegidos pela lei.
A responsabilidade tanto pela proteção aos animais quanto pela organização das festas pertence às administrações de cada estado e cidade, e não existe um critério estabelecido entre elas. A primeira comunidade que proibiu os espetáculos sangrentos com animais em “brigas, festas, espetáculos ou outras atividades que submetam os animais a maus-tratos, crueldade ou sofrimento” foi Canárias, em 1991. Mesmo assim, a lei aprovada ainda permitiu, pela tradição local, que continuassem as rinhas de galos. Estremadura, por sua vez, proíbe as atividades que envolvam toro de fuego e toros ensogados. A Catalunha também proibiu as touradas em 2010. Em Castela e Leão são permitidos os festivais com mais de 200 anos de tradição. Na Catalunha e em Madri, foram proibidos os festivais com toro de fuego. O País Basco também impediu, por meio de decreto, os maus-tratos aos animais durante os festivais.
O Código Penal espanhol castiga com penas de três meses a um ano de prisão aqueles que cometem o crime de maus-tratos a animais domésticos; assim, animais como touros, aves de caça (como falcões) e animais exóticos ou silvestres não são protegidos pela lei.
Os grupos ecologistas consideram inaceitável que se justifique esses eventos pelo suposto caráter tradicional. Para os defensores dessas tradições, as festas fazem parte da cultura e da história, e é uma forma de promover um encontro entre as diferentes gerações dos povoados que as celebram.
As mais polêmicas
Das centenas de festas que são celebradas na Espanha e que utilizam animais, a maioria tem o touro como personagem central. Em outras festas, o protagonismo é atribuído a diversas espécies como gansos, galos, pavões ou burros.
Eis os festivais mais polêmicos:
· Toro de la Vega (Tordesilhas, Valladolid). O touro é conduzido ao campo onde homens a cavalo jogam lanças no animal até matá-lo. A pessoa que joga a lança mortal retorna com o rabo do touro preso na lança. A celebração ocorre no primeiro domingo depois de 8 de setembro e é considerada festa de interesse turístico. Este ano, a organização do evento estabeleceu normas mais rígidas para os participantes. A Câmara dos deputados debaterá na quarta-feira, dia 25 de setembro, o assunto, visando evitar situações de maus-tratos a animais, como ocorre nesta celebração.
· Toro de San Juan (Coria, Cáceres). Esta festa é baseada em uma lenda medieval, segundo a qual, a cada ano e nas festas de San Juan, um jovem é escolhido entre os rapazes do povoado para correr pelas ruas, fugindo de um touro, usando apenas duas navalhas como defesa. Este macabro espetáculo terminava com a morte do jovem, mas a história mudou quando um rapaz conseguiu inverter a situação, colocando o touro em seu lugar. Atualmente, soltam um touro em um local murado, onde os habitantes podem lançar zarabatanas durante horas, até que o touro agonize e, por fim, morra com um tiro. Esta festa também é considerada de interesse turístico.
· Toros ensogados ou amarrados. Esta festa típica acontece em diversas regiões da Espanha (Castela e Leão, Aragão, Navarra, La Rioja). Consiste em fazer com que o touro corra com os chifres amarrados por uma corda controlada por pessoas. A festa mais famosa é a que acontece anualmente em Benavente (Zamora). Foi declarada festa de interesse turístico regional.
· Touros embolados. A festa consiste em colocar um artefato em chamas nos chifres do touro. Isso faz com que o animal fique aterrorizado e corra desorientadamente, para tentar livrar-se do fogo. A edição mais famosa da festa é a chamada “Toro Júbilo”, que acontece em Medinaceli (Soria), no mês de novembro.
· Los espantes de Fuentesaúco (Zamora). Esta festa tem sua origem em uma reivindicação social dos vizinhos do povoado que, com desejo de participar da festa, levaram os touros que iriam para a praça para serem toureados em outro local. Atualmente, é realizada em um campo próximo, onde a manada é conduzida até um grupo de pessoas, os espantadores, que afugentam os animais até outro grupo posicionado de frente para o primeiro grupo. Depois de passar pelos “espantes”, os touros são conduzidos até o povo, onde é feito o rodeio.
· Rodeios no campo. Muito populares em diferentes localidades de Guadalajara. Os mais conhecidos acontecem em Brihuega, Mondéjar ou Sacedón, na Espanha. Os touros são perseguidos, em campo aberto, por homens a cavalo, ainda que também seja possível ver pessoas participando com carros, tratores e motos.
· Soltura de patos de Sagunto (Valencia). Depois de lançar um número considerável de patos no mar, os participantes recolhem os animais na água. A Prefeitura afirma que quer “reduzir essa prática” e argumenta que modificou as normas para evitar multas. Entidades protetoras de animais denunciaram o evento, porque submetem os patos a “estresse, angústia e medo”.
Algumas organizações de defesa aos animais incluem na lista de eventos cruéis tradicionais a famosa “Rapa das bestas”, que ocorre em Sabucedo (Pontevedra) e que, segundo representante do Partido Animalista PACMA, consiste “em encurralar cavalos selvagens para marcá-los com fogo e cortar suas crinas”. No último mês de agosto, o partido Equo denunciou as corridas de burros de Areta, que acontece em Llodio (Álava): os animais recebem “golpes na cabeça e em diferentes partes do corpo. As festas que acontecem em El Carpio de Tajo (Toledo) fazem uma “corrida” de gansos, que são laçados pela cabeça e têm suas patas amarradas. Este evento continua recebendo críticas.
Outros tipos de maus-tratos não estão no calendário oficial, mas integram as feiras de verão locais. Em alguns lugares, é possível encontrar os chamados “carrosséis de pôneis”, que tem sido objeto de muitas denúncias.
Festas proibidas
Devido a sua crueldade peculiar, algumas festas dessa natureza têm sido proibidas. Destaca-se a festa da Cabra de Manganeses de la Polvorosa (Zamora), que não acontece desde o ano 2000, quando os participantes se negaram a lançar uma cabra morta ao invés de uma com vida. Antes disso, uma cabra viva era arremessada do alto do campanário da igreja diante de pessoas que se posicionavam em frente à igreja para, com muita alegria, comemorar o ato. A festa havia sido proibida em 1992, mas os incidentes provocados pelos habitantes locais por causa da proibição fizeram com que as autoridades retrocedessem em sua decisão.
Durante a comemoração de San Blás, que acontece em 3 de fevereiro, é celebrada uma festa conhecida como “La pava de Cazalilla”. Na ocasião, é lançada uma pavoa viva do alto de uma igreja em direção a uma praça cheia de gente, que fica à espera do animal. Em 2004, O Governo de Andaluzia estabeleceu uma multa de 2.000 euros para os representantes da igreja de onde o animal era lançado. Mesmo assim, a ação continuou até 2010, mas, nestes casos, as multas foram aplicadas aos infratores, não à instituição.
Outra tradição que está fadada a desaparecer é a “Corrida de Galos”, que acontece em Guarrate (Zamora). É uma festa muito antiga, relacionada ao rito de passagem da infância para a idade adulta. Consiste em pendurar um galo (nas edições mais atuais, utilizam um galo já morto) na praça da cidade. Depois de fazer um discurso, o jovem deve montar em seu cavalo e, utilizando uma espada, cortar a cabeça do animal.



CHOCANTE

A cada ano, mais de 100 milhões de animais sofrem e morrem em testes e experimentos cruéis e bárbaros, o que representa um número incrível de 274 mil por dia, ou três a cada segundo, e esta é uma estimativa conservadora, pois camundongos, ratos, pássaros e todos os animais de sangue frio (que representam 95% dos animais utilizados em experimentos) não são contabilizados, por não serem protegidos pelo Ato de Bem-Estar Animal.  A verdade é que, mesmo que cada vez mais pessoas estejam rejeitando testes em animais todos os dias, a maior parte dos produtos mais utilizados por nós são testados em animais e nós nem nos damos conta. Enquanto que os maiores culpados que nos vem à cabeça quando pensamos em testes feitos em animais são maquiagem, remédios e itens de cuidado pessoal, infelizmente existem muito mais envolvidos nessa prática nojenta. As informações são do Care2.  Veja sete exemplos chocantes:  Fraldas  Animais são forçados a ingerir os ingredientes usados nas fraldas, além de tê-los testados em suas peles para detectar reações alérgicas. Apesar das declarações da Proctor and Gamble (dona da Pampers) sobre estarem fazendo esforço para mudar para alternativas de testes que sejam livres de crueldade, eles continuam a conduzir experimentos horríveis em animais. A Kimberly-Clark, proprietária da Huggies, não é melhor.  Ração para Animais de Estimação  As mesmas empresas que criam comida que deveria nutrir nossos animais de estimação também estão matando outros. Há muita informação por aí a respeito das práticas chocantes da Iams, Hills e Eukanuba, rotulando-os como os piores ofensores. Nenhum desses testes é realmente exigido por lei e alternativas humanitárias existem, sim. Por sorte, hoje em dia, há muitas outras opções para escolher, incluindo V-dogfood e Evolution Diet.  Lentes de Contato  Como as lentes de contato são classificadas como um dispositivo médico, e são reguladas pelo FDA (Food and Drug Administration), elas também são testadas em animais. De acordo com o FDA, todos os dispositivos médicos devem ser testados em animais antes de serem considerados seguros para uso humano. Todas as grandes marcas são culpadas de testarem as lentes, assim como as soluções salinas, mas ainda bem que existem algumas marcas livres de crueldade por aí, como a Clear Conscience.  Papel Higiênico  Bounty, Charmin, Cottonelle, Kleenex, Puffs e Scott Tissue, juntamente com quase todas as outras grandes marcas de papel higiênico testam seus produtos em animais. Evite comprar papel higiênico e lenços tingidos ou com fragrância, e opte pelos não tingidos, reciclados e amigos da natureza.  Lâminas de Barbear  Gillette, Schick, Braun, Bic, você escolhe, a maioria dos fabricantes de lâminas de barbear conduzem testes em animais. Enquanto muitos dessas grandes empresas fazem declarações que dão a entender que eles abandonaram experimentos animais, tais alegações, na maioria das vezes, não podem ser confiadas, pois são ilusórias, e as companhias ainda continuam testando em animais.  Itens de Papelaria  Bic, uma das maiores fabricantes de produtos descartáveis como isqueiros, ímãs, canetas esferográficas, produtos de papel impresso e lâminas de barbear, diz que atualmente estão observando uma moratória nos testes em animais, entretanto, eles se recusam a descartar testes futuros. Post-it e Scotch Tape, que pertencem à 3M, são outras marcas que podem parecer inocentes, mas testam seus produtos em animais.  Lustra-móveis  Outro produto inesperado e que é testado em animais é o seu lustra-móveis de uso diário, juntamente com detergente, purificador de ar e alvejante. Os testes consistem em administrar doses de químicos de alta toxicidade ou esfregar substâncias irritantes em seus olhos ou pele. Alguns produtos de limpeza “verdes” são igualmente culpados; enquanto eles alegam que o produto final não é testado em animais, seus ingredientes são.  Como evitá-los?  Apesar de poder ser complicado viver um estilo de vida livre de crueldade quando tantos dos seus produtos favoritos são testados em animais, não se desespere! Existe uma infinidade de recursos incríveis por aí para ajudá-lo ao longo do caminho.  A Leaping Bunny tem uma lista significativa de quem testa e não testa em animais, desta forma você poderá saber em quem confiar e de quem ficar longe na hora das suas compras. Go Cruelty Free e a PETA também são outros dois recursos úteis. E é claro, uma das melhores formas de descobrir a verdade e certificar-se de que está fazendo a escolha mais compassiva possível é contatar a empresa diretamente.

A cada ano, mais de 100 milhões de animais sofrem e morrem em testes e experimentos cruéis e bárbaros, o que representa um número incrível de 274 mil por dia, ou três a cada segundo, e esta é uma estimativa conservadora, pois camundongos, ratos, pássaros e todos os animais de sangue frio (que representam 95% dos animais utilizados em experimentos) não são contabilizados, por não serem protegidos pelo Ato de Bem-Estar Animal.
A verdade é que, mesmo que cada vez mais pessoas estejam rejeitando testes em animais todos os dias, a maior parte dos produtos mais utilizados por nós são testados em animais e nós nem nos damos conta. Enquanto que os maiores culpados que nos vem à cabeça quando pensamos em testes feitos em animais são maquiagem, remédios e itens de cuidado pessoal, infelizmente existem muito mais envolvidos nessa prática nojenta. As informações são do Care2.
Veja sete exemplos chocantes:
Fraldas
Animais são forçados a ingerir os ingredientes usados nas fraldas, além de tê-los testados em suas peles para detectar reações alérgicas. Apesar das declarações da Proctor and Gamble (dona da Pampers) sobre estarem fazendo esforço para mudar para alternativas de testes que sejam livres de crueldade, eles continuam a conduzir experimentos horríveis em animais. A Kimberly-Clark, proprietária da Huggies, não é melhor.
Ração para Animais de Estimação
As mesmas empresas que criam comida que deveria nutrir nossos animais de estimação também estão matando outros. Há muita informação por aí a respeito das práticas chocantes da Iams, Hills e Eukanuba, rotulando-os como os piores ofensores. Nenhum desses testes é realmente exigido por lei e alternativas humanitárias existem, sim. Por sorte, hoje em dia, há muitas outras opções para escolher, incluindo V-dogfood e Evolution Diet.
Lentes de Contato
Como as lentes de contato são classificadas como um dispositivo médico, e são reguladas pelo FDA (Food and Drug Administration), elas também são testadas em animais. De acordo com o FDA, todos os dispositivos médicos devem ser testados em animais antes de serem considerados seguros para uso humano. Todas as grandes marcas são culpadas de testarem as lentes, assim como as soluções salinas, mas ainda bem que existem algumas marcas livres de crueldade por aí, como a Clear Conscience.
Papel Higiênico
Bounty, Charmin, Cottonelle, Kleenex, Puffs e Scott Tissue, juntamente com quase todas as outras grandes marcas de papel higiênico testam seus produtos em animais. Evite comprar papel higiênico e lenços tingidos ou com fragrância, e opte pelos não tingidos, reciclados e amigos da natureza.
Lâminas de Barbear
Gillette, Schick, Braun, Bic, você escolhe, a maioria dos fabricantes de lâminas de barbear conduzem testes em animais. Enquanto muitos dessas grandes empresas fazem declarações que dão a entender que eles abandonaram experimentos animais, tais alegações, na maioria das vezes, não podem ser confiadas, pois são ilusórias, e as companhias ainda continuam testando em animais.
Itens de Papelaria
Bic, uma das maiores fabricantes de produtos descartáveis como isqueiros, ímãs, canetas esferográficas, produtos de papel impresso e lâminas de barbear, diz que atualmente estão observando uma moratória nos testes em animais, entretanto, eles se recusam a descartar testes futuros. Post-it e Scotch Tape, que pertencem à 3M, são outras marcas que podem parecer inocentes, mas testam seus produtos em animais.
Lustra-móveis
Outro produto inesperado e que é testado em animais é o seu lustra-móveis de uso diário, juntamente com detergente, purificador de ar e alvejante. Os testes consistem em administrar doses de químicos de alta toxicidade ou esfregar substâncias irritantes em seus olhos ou pele. Alguns produtos de limpeza “verdes” são igualmente culpados; enquanto eles alegam que o produto final não é testado em animais, seus ingredientes são.
Como evitá-los?
Apesar de poder ser complicado viver um estilo de vida livre de crueldade quando tantos dos seus produtos favoritos são testados em animais, não se desespere! Existe uma infinidade de recursos incríveis por aí para ajudá-lo ao longo do caminho.
A Leaping Bunny tem uma lista significativa de quem testa e não testa em animais, desta forma você poderá saber em quem confiar e de quem ficar longe na hora das suas compras. Go Cruelty Free e a PETA também são outros dois recursos úteis. E é claro, uma das melhores formas de descobrir a verdade e certificar-se de que está fazendo a escolha mais compassiva possível é contatar a empresa diretamente.

Animais são brutalmente agredidos em testes para produtos de uso cotidiano

QUESTÃO É NOVA PAUTA

Embora a carne de cavalo já estivesse sendo consumida em diversos países do mundo há muito tempo, notícias do início desse ano apontando que havia carne de cavalo presente em diversos alimentos industrializados nas prateleiras de supermercados e comercializadas por empresas conhecidas mundialmente chocaram a opinião pública e trouxeram à tona um debate que não para de se desenrolar.  O grande fator a impulsionar essa polêmica foi o fato das pessoas perceberem que estavam comendo carne de cavalo “sem saber”, ou seja, sem isso ser divulgado nos rótulos dos produtos que consumiam tradicionalmente, como lasanhas e hambúrgueres.  Os Estados Unidos são uma nação de pessoas apaixonadas por cavalos, e pesquisas já deram conta de que a maioria da população afirma nem sequer sonhar em comer a carne desses animais. Apesar disso, a cada ano, estima-se que 130 mil cavalos sejam enviados a matadouros no Canadá e no México, onde são mortos exatamente pela sua carne, que então é enviada para os mercados europeus e asiáticos e, agora pouco a pouco se faz revelar, para consumo também na própria nação americana.  A Care2 publicou uma matéria recentemente trazendo novamente essa discussão a partir da análise dos interesses econômicos ocultos – ou nem tanto – na propagação de ideias favoráveis ao estabelecimento de um novo status, no qual a matança e o consumo de carne de cavalo nos Estados Unidos passariam a ser algo oficial e regular.  A reportagem também faz uma inevitável menção à divisão clara que se formou a partir desta questão, entre aqueles que vêem cavalos como animais de valor moral, e aqueles que os vêem como produtos. Em suma, o especismo, visto sob mais um de seus inúmeros ângulos.  Reativando os matadouros de cavalos nos EUA Sue Wallis, uma deputada de Wyoming, está liderando a reativação de matadouros de cavalos nos EUA com o argumento de que não só seria melhor para os negócios como também é mais “humano” para os animais do que longas e duras viagens através das fronteiras.  Outras justificativas citadas pela mesma para apoiar a sua posição incluem a alegação de que matadouros domésticos oferecem um “mercado” para cavalos idosos, mancos e indisciplinados, o que torna-os mais valiosos e evita que haja um  excesso de cavalos negligenciados e indesejados que acabam morrendo uma morte lenta e dolorosa.  Os defensores da morte desses cavalos para alimentação humana tentam mostrar que, com a reabertura dos matadouros americanos, eles estarão fazendo um favor aos cavalos. De acordo com a Care2, é óbvio que abaixo das alegações superficiais de “bem-estar” reside o único interesse que é o de alinhar os bolsos dos envolvidos e aumentar os lucros: essas longas viagens para matadouros canadenses e mexicanos “queimam” o lucro dos vendedores, tornando o negócio muito menos atraente.  A verdade por trás do consumo  Segundo a Care2, a matança de cavalos para alimentação humana pode ser considerada “desnecessária, desumana e perigosa” em muitos sentidos.  Independente do fato dos animais serem transportados para matadouros estrangeiros ou mortos nos Estados Unidos, é um fim brutal e terrível, e de forma alguma humano.  A reportagem conta que cavalos são criaturas sensíveis que costumam lutar intensamente pela vida ou imprimir uma reação de fuga. Como resultado desse comportamento, esses animais frequentemente têm de suportar golpes repetidos e alguns até mesmo permanecem conscientes durante o desmembramento, resultando no exato oposto de “uma morte rápida e indolor”.  Conforme segue, no texto também se afirma que não há nenhuma ligação comprovada entre o encerramento dos matadouros de cavalos e um aumento no número de equinos “indesejados” ou abandonados. Há informações de que, quando a matança de cavalos foi proibida na Califórnia em 1998, não houve relato de aumento no número de animais, e quando o único abatedouro de Illinois fechou por dois anos, os casos de abuso de cavalos e de negligência eventualmente até diminuíram.  Em termos de benefícios para a economia local, não haveria realmente nenhum. Esses matadouros representam um pesadelo ambiental e econômico, poluindo a água, infestando o ar com péssimo odor e diminuindo os valores das propriedades. A baixa renda e empregos perigosos oferecidos não fortalecem em nada as comunidades locais, e a contribuição financeira mínima que podem trazer é largamente anulada pelo “imenso fardo de todas as consequências” trazidas com a sua presença.  A próxima questão levantada a respeito é se a carne de cavalo seria segura para consumo humano. Além do fato que está na base de todo conceito a respeito de utilizar animais para alimentação humana, que é o de que realmente o consumo de qualquer animal deve ser combatido pelo simples fato de que eles têm direito à vida, os cavalos não deveriam ser mais uma espécie a entrar para a lista dos animais consumidos, pois são rotineiramente tratados com medicamentos químicos, principalmente a fenilbutazona, conhecida como carcinogênica para os humanos.  Os animais e a “compartimentalização”  Para a maioria das pessoas, a ideia de matar cavalos é semelhante à de matar o próprio cão ou gato, o que nunca será algo largamente aceito. “Como seria a sensação do público se os Estados Unidos começassem a abrir fábricas de filhotes de cães para enviar à China para consumo? Certamente haveria um clamor, então por que deveria ser diferente com os cavalos?”, questiona a reportagem.  Em uma entrevista recente, Sue Wallis disse: “Frangos para ovos, cordeiros para lã, vacas para leite, cavalos para o trabalho, e quando a sua vida útil e produtiva passou, então você pode transformá-los em carne”. Do ponto de vista dela, os cavalos são “gado” em primeiro lugar, e “companheiros” em segundo.  A Care2 aborda o tema da compartimentalização: quando você olha os animais como produtos, onde se desenha a linha que divide os animais que devem ser explorados dos que não devem?”.”Nós compartimentalizamos quando decidimos que animais são aceitáveis para que os matemos para comer, e então criticamos aqueles países estrangeiros que fazem exatamente a mesma coisa com espécies diferentes”.  A reportagem finaliza comentando que é fácil para nós nos sentarmos em nossas “torres de marfim” e julgarmos aqueles que usam e comem os animais que chamamos de amigos, mas quando tudo se resume a isso, existe realmente alguma diferença entre um gato, um cão, um cavalo e uma vaca?

Embora a carne de cavalo já estivesse sendo consumida em diversos países do mundo há muito tempo, notícias do início desse ano apontando que havia carne de cavalo presente em diversos alimentos industrializados nas prateleiras de supermercados e comercializadas por empresas conhecidas mundialmente chocaram a opinião pública e trouxeram à tona um debate que não para de se desenrolar.
O grande fator a impulsionar essa polêmica foi o fato das pessoas perceberem que estavam comendo carne de cavalo “sem saber”, ou seja, sem isso ser divulgado nos rótulos dos produtos que consumiam tradicionalmente, como lasanhas e hambúrgueres.
Os Estados Unidos são uma nação de pessoas apaixonadas por cavalos, e pesquisas já deram conta de que a maioria da população afirma nem sequer sonhar em comer a carne desses animais. Apesar disso, a cada ano, estima-se que 130 mil cavalos sejam enviados a matadouros no Canadá e no México, onde são mortos exatamente pela sua carne, que então é enviada para os mercados europeus e asiáticos e, agora pouco a pouco se faz revelar, para consumo também na própria nação americana.
A Care2 publicou uma matéria recentemente trazendo novamente essa discussão a partir da análise dos interesses econômicos ocultos – ou nem tanto – na propagação de ideias favoráveis ao estabelecimento de um novo status, no qual a matança e o consumo de carne de cavalo nos Estados Unidos passariam a ser algo oficial e regular.
A reportagem também faz uma inevitável menção à divisão clara que se formou a partir desta questão, entre aqueles que vêem cavalos como animais de valor moral, e aqueles que os vêem como produtos. Em suma, o especismo, visto sob mais um de seus inúmeros ângulos.
Reativando os matadouros de cavalos nos EUA
Sue Wallis, uma deputada de Wyoming, está liderando a reativação de matadouros de cavalos nos EUA com o argumento de que não só seria melhor para os negócios como também é mais “humano” para os animais do que longas e duras viagens através das fronteiras.
Outras justificativas citadas pela mesma para apoiar a sua posição incluem a alegação de que matadouros domésticos oferecem um “mercado” para cavalos idosos, mancos e indisciplinados, o que torna-os mais valiosos e evita que haja um  excesso de cavalos negligenciados e indesejados que acabam morrendo uma morte lenta e dolorosa.
Os defensores da morte desses cavalos para alimentação humana tentam mostrar que, com a reabertura dos matadouros americanos, eles estarão fazendo um favor aos cavalos. De acordo com a Care2, é óbvio que abaixo das alegações superficiais de “bem-estar” reside o único interesse que é o de alinhar os bolsos dos envolvidos e aumentar os lucros: essas longas viagens para matadouros canadenses e mexicanos “queimam” o lucro dos vendedores, tornando o negócio muito menos atraente.
A verdade por trás do consumo
Segundo a Care2, a matança de cavalos para alimentação humana pode ser considerada “desnecessária, desumana e perigosa” em muitos sentidos.
Independente do fato dos animais serem transportados para matadouros estrangeiros ou mortos nos Estados Unidos, é um fim brutal e terrível, e de forma alguma humano.
A reportagem conta que cavalos são criaturas sensíveis que costumam lutar intensamente pela vida ou imprimir uma reação de fuga. Como resultado desse comportamento, esses animais frequentemente têm de suportar golpes repetidos e alguns até mesmo permanecem conscientes durante o desmembramento, resultando no exato oposto de “uma morte rápida e indolor”.
Conforme segue, no texto também se afirma que não há nenhuma ligação comprovada entre o encerramento dos matadouros de cavalos e um aumento no número de equinos “indesejados” ou abandonados. Há informações de que, quando a matança de cavalos foi proibida na Califórnia em 1998, não houve relato de aumento no número de animais, e quando o único abatedouro de Illinois fechou por dois anos, os casos de abuso de cavalos e de negligência eventualmente até diminuíram.
Em termos de benefícios para a economia local, não haveria realmente nenhum. Esses matadouros representam um pesadelo ambiental e econômico, poluindo a água, infestando o ar com péssimo odor e diminuindo os valores das propriedades. A baixa renda e empregos perigosos oferecidos não fortalecem em nada as comunidades locais, e a contribuição financeira mínima que podem trazer é largamente anulada pelo “imenso fardo de todas as consequências” trazidas com a sua presença.
A próxima questão levantada a respeito é se a carne de cavalo seria segura para consumo humano. Além do fato que está na base de todo conceito a respeito de utilizar animais para alimentação humana, que é o de que realmente o consumo de qualquer animal deve ser combatido pelo simples fato de que eles têm direito à vida, os cavalos não deveriam ser mais uma espécie a entrar para a lista dos animais consumidos, pois são rotineiramente tratados com medicamentos químicos, principalmente a fenilbutazona, conhecida como carcinogênica para os humanos.
Os animais e a “compartimentalização”
Para a maioria das pessoas, a ideia de matar cavalos é semelhante à de matar o próprio cão ou gato, o que nunca será algo largamente aceito. “Como seria a sensação do público se os Estados Unidos começassem a abrir fábricas de filhotes de cães para enviar à China para consumo? Certamente haveria um clamor, então por que deveria ser diferente com os cavalos?”, questiona a reportagem.
Em uma entrevista recente, Sue Wallis disse: “Frangos para ovos, cordeiros para lã, vacas para leite, cavalos para o trabalho, e quando a sua vida útil e produtiva passou, então você pode transformá-los em carne”. Do ponto de vista dela, os cavalos são “gado” em primeiro lugar, e “companheiros” em segundo.
A Care2 aborda o tema da compartimentalização: quando você olha os animais como produtos, onde se desenha a linha que divide os animais que devem ser explorados dos que não devem?”.”Nós compartimentalizamos quando decidimos que animais são aceitáveis para que os matemos para comer, e então criticamos aqueles países estrangeiros que fazem exatamente a mesma coisa com espécies diferentes”.
A reportagem finaliza comentando que é fácil para nós nos sentarmos em nossas “torres de marfim” e julgarmos aqueles que usam e comem os animais que chamamos de amigos, mas quando tudo se resume a isso, existe realmente alguma diferença entre um gato, um cão, um cavalo e uma vaca?

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