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TORTURA EM DECADÊNCIA, GRAÇAS A DEUS!

Na semana passada, Sant Joan, em Mallorca, se tornou a 16ª na ilha a rejeitar touradas – um sinal da crescente resistência espanhola contra este passatempo cruel e ultrapassado. A decisão compassiva veio após uma campanha pelo grupo local Mallorca Sin Sangre. As informações são da ONG PETA.  Enquanto certos políticos da Espanha ainda se apegam à idéia retrógrada de matar animais em nome do esporte, a resistência popular está transformando várias áreas do país em zonas livres de touradas. A região da Catalunha, bem como cidades como Tossa de Mar, Vilamacolum e La Vajol já proibiram a prática, elevando o número total de municípios que têm rejeitado as touradas para 100! Cidades estão encontrando novas maneiras inovadoras para comemorar festas tradicionais sem prejudicar os animais. Por exemplo, Mataelpino no centro de Espanha introduziu a Corrida de Bolas como uma alternativa humana de entretenimento.  Esfaquear animais aterrorizados até que entrem em colapso e sangrem até a morte é claramente cruel e injustificável, por qualquer motivo – especialmente para “entretenimento”. Como resultado, a maioria dos espanhóis reprovam este espetáculo bárbaro: uma pesquisa recente constatou que menos de um terço da população apoia as touradas, e o número de eventos desse tipo é fortemente decrescente.  Há também fortes argumentos econômicos contra as touradas, dado que um número estimado de 571 milhões de euros em subsídios são usados para sustentar essa indústria arcaica e impopular, enquanto milhões de jovens estão desempregados no país. Ajude a acabar com o apoio governamental às touradas, preenchendo o formulário do link (clique aqui).

Na semana passada, Sant Joan, em Mallorca, se tornou a 16ª na ilha a rejeitar touradas – um sinal da crescente resistência espanhola contra este passatempo cruel e ultrapassado. A decisão compassiva veio após uma campanha pelo grupo local Mallorca Sin Sangre. As informações são da ONG PETA.
Enquanto certos políticos da Espanha ainda se apegam à idéia retrógrada de matar animais em nome do esporte, a resistência popular está transformando várias áreas do país em zonas livres de touradas. A região da Catalunha, bem como cidades como Tossa de Mar, Vilamacolum e La Vajol já proibiram a prática, elevando o número total de municípios que têm rejeitado as touradas para 100! Cidades estão encontrando novas maneiras inovadoras para comemorar festas tradicionais sem prejudicar os animais. Por exemplo, Mataelpino no centro de Espanha introduziu a Corrida de Bolascomo uma alternativa humana de entretenimento.
Esfaquear animais aterrorizados até que entrem em colapso e sangrem até a morte é claramente cruel e injustificável, por qualquer motivo – especialmente para “entretenimento”. Como resultado, a maioria dos espanhóis reprovam este espetáculo bárbaro: uma pesquisa recente constatou que menos de um terço da população apoia as touradas, e o número de eventos desse tipo é fortemente decrescente.
Há também fortes argumentos econômicos contra as touradas, dado que um número estimado de 571 milhões de euros em subsídios são usados para sustentar essa indústria arcaica e impopular, enquanto milhões de jovens estão desempregados no país. Ajude a acabar com o apoio governamental às touradas, preenchendo o formulário do link (clique aqui).

Centésima cidade espanhola proíbe touradas

VENDA DE ANIMAIS

Uma operação contra o comércio ilegal e maus-tratos de animais na Feira dos Importados, realizada na manhã do último sábado, recolheu 17 barracas com cerca de 40 cães, sendo três que estavam com sinais de maus-tratos. O responsável pela banca foi preso e ainda deve pagar uma multa. Segundo Manoel Neto, vice-presidente do conselho e diretor da Vigilância Sanitária, que participou da ação, as pessoas deve evitar esse tipo de comércio. “Pedimos não alimentem esses estabelecimentos, pois há um risco de saúde para quem compra”, explicou.  Os animais resgatados estão aos cuidados da ONG Proanima e dispostos para adoção. “Estamos em busca de lares responsáveis”, disse a diretora geral do órgão, Simone Lima. O contato da ONG é pelo e-mail proanima@proanima.org.br. A Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa) da Secretaria de Saúde e o Conselho Regional de Medicina Veterinária do DF estiveram à frente da ação. Também participaram a Diretoria de Vigilância Ambiental (Zoonoses), a Polícia Militar Ambiental, a Agência de Fiscalização do DF (Agefis), a Polícia Civil e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram).  Fonte: Correio Braziliense
Uma operação contra o comércio ilegal e maus-tratos de animais na Feira dos Importados, realizada na manhã do último sábado, recolheu 17 barracas com cerca de 40 cães, sendo três que estavam com sinais de maus-tratos. O responsável pela banca foi preso e ainda deve pagar uma multa. Segundo Manoel Neto, vice-presidente do conselho e diretor da Vigilância Sanitária, que participou da ação, as pessoas deve evitar esse tipo de comércio. “Pedimos não alimentem esses estabelecimentos, pois há um risco de saúde para quem compra”, explicou.
Os animais resgatados estão aos cuidados da ONG Proanima e dispostos para adoção. “Estamos em busca de lares responsáveis”, disse a diretora geral do órgão, Simone Lima. O contato da ONG é pelo e-mail proanima@proanima.org.br. A Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa) da Secretaria de Saúde e o Conselho Regional de Medicina Veterinária do DF estiveram à frente da ação. Também participaram a Diretoria de Vigilância Ambiental (Zoonoses), a Polícia Militar Ambiental, a Agência de Fiscalização do DF (Agefis), a Polícia Civil e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

FINAL FELIZ

Foto: Divulgação

Não precisa mais chorar, Raju. O elefante indiano cujas lágrimas conquistou os corações de milhões de pessoas ao redor do mundo está finalmente livre de seu tutor-torturador. Mantido em correntes e sofrendo maus-tratos por mais de 50 anos, o animal ganhou a batalha legal contra seus antigos tutores que tentaram tê-lo de volta após a sua libertação, alegando haver a sua “legítima propriedade”.
Entenda o caso:
O majestoso animal era “forçado a pedir moedas” para transeuntes e turistas, sobrevivendo apenas comendo plástico e papel. Nem carinho nem comida foram dados para o elefante durante anos e mais anos, o que levou uma equipe formada por veterinários, especialistas em vida selvagem e policiais, em julho, a libertarem Raju do sofrimento.
Quando Raju foi libertado das correntes, escorriam pus de suas feridas, o animal havia abscessos enormes em suas patas, tinha feridas por todo o corpo e estava morrendo de fome. O ex-tutor do animal costumava também arrancar seus pelos para vendê-los como amuleto da sorte.
Foto: Divulgação
O elefante foi transferido para um novo lar, um belo retiro onde podia andar livre, comer bem, receber tratamento médico, mergulhar em uma piscina e socializar com outros elefantes – todas as coisas que lhe foram negadas durante a maior parte de sua vida.
Mas seus tutores decidiram recorrer à justiça pela sua guarda. Os advogados da Wildlife SOS argumentaram que um elefante não pode ser de propriedade de uma pessoa sob a lei indiana, pois são todos protegidos pelo governo. Eles argumentaram com sucesso, que somente um certificado de tutela poderia provar a guarda sobre o animal, e os antigos tutores não possuíam certificado.
Sendo assim, o caso foi encerrado.

                           

Raju não precisa nunca mais chorar.
Fonte: Green Me
Existem cães farejadores que procuram bombas, drogas, pessoas desaparecidas ou até mesmo detectam quando alguém está com câncer. Na África, os cachorros estão ajudando os guardas florestais usando o faro para localizar caçadores de elefantes.
Existem cães farejadores que procuram bombas, drogas, pessoas desaparecidas ou até mesmo detectam quando alguém está com câncer. Na África, os cachorros estão ajudando os guardas florestais usando o faro para localizar caçadores de elefantes.  Os cães farejadores e a nobre missão de salvar a vida de elefantes. (Foto: Reprodução / Bark Post) O Parque Nacional da Tanzânia contratou cães farejadores da fundação Big Life para salvar a vida dos elefantes.Sem a ajuda dos cachorros, os guardas florestais teriam uma dificuldade muito maior para encontrar os caçadores. Com eles é possível fazer um trabalho preventivo, impedindo que os caçadores consigam chegar ao local onde os elefantes estão.Além disso, os cães são totalmente confiáveis, porque não podem ser subornados. Alguns dos cachorros da fundação foram resgatados da rua e agora trabalham ajudando outros animais.   Guardas florestais e os cães farejadores. (Foto: Reprodução / Bark Post)  Fonte: Portal do Dog
Os cães farejadores e a nobre missão de salvar a vida de elefantes.
(Foto: Reprodução / Bark Post)
O Parque Nacional da Tanzânia contratou cães farejadores da fundação Big Life para salvar a vida dos elefantes.Sem a ajuda dos cachorros, os guardas florestais teriam uma dificuldade muito maior para encontrar os caçadores. Com eles é possível fazer um trabalho preventivo, impedindo que os caçadores consigam chegar ao local onde os elefantes estão.Além disso, os cães são totalmente confiáveis, porque não podem ser subornados. Alguns dos cachorros da fundação foram resgatados da rua e agora trabalham ajudando outros animais.

Existem cães farejadores que procuram bombas, drogas, pessoas desaparecidas ou até mesmo detectam quando alguém está com câncer. Na África, os cachorros estão ajudando os guardas florestais usando o faro para localizar caçadores de elefantes.  Os cães farejadores e a nobre missão de salvar a vida de elefantes. (Foto: Reprodução / Bark Post) O Parque Nacional da Tanzânia contratou cães farejadores da fundação Big Life para salvar a vida dos elefantes.Sem a ajuda dos cachorros, os guardas florestais teriam uma dificuldade muito maior para encontrar os caçadores. Com eles é possível fazer um trabalho preventivo, impedindo que os caçadores consigam chegar ao local onde os elefantes estão.Além disso, os cães são totalmente confiáveis, porque não podem ser subornados. Alguns dos cachorros da fundação foram resgatados da rua e agora trabalham ajudando outros animais.   Guardas florestais e os cães farejadores. (Foto: Reprodução / Bark Post)  Fonte: Portal do Dog
Guardas florestais e os cães farejadores. (Foto: Reprodução / Bark Post)

Fonte: Portal do Dog
Busca desesperada para encontrar um novo lar para o cão abandonado que heroicamente salvou a família de um incêndio. Os donos de Bennie desistiram de cuidar dele porque ele não estaria se "dando bem” com o novo bebê da casa.
Busca desesperada para encontrar um novo lar para o cão abandonado que heroicamente salvou a família de um incêndio. Os donos de Bennie desistiram de cuidar dele porque ele não estaria se "dando bem” com o novo bebê da casa.  O cão espera por uma nova família após ser abandonado Foto: Daily Mail / Reprodução  Um cachorro foi colocado para adoção por sua família mesmo depois de salvá-la de um incêndio na casa onde moravam. Bennie, 10 anos, foi colocado em um abrigo na cidade de Toronto e aguarda por um novo lar. As informações são do Daily Mail. Segundo a publicação, os donos de Bennie desistiram de cuidar dele porque ele não estaria se "dando bem” com o novo bebê da casa. A responsável pelos resgates de animais do canil Canine Heaven disse nesta quarta-feira que o cachorro está em processo de adoção.   Depois de escrever sua história e postar no Facebook, Motuzas disse que já recebeu várias mensagens de pessoas comovidas que desejam adotar Bennie, inclusive de um homem da Suíça que perguntou se era possível levar o cachorro para o outro lado do oceano Atlântico."Nós temos de cuidar e proteger esses animais; estamos responsáveis por isso... Se você não pode fazer isso, não tenha um cachorro”, lembrou ela.      Fonte: Portal Terra
O cão espera por uma nova família após ser abandonado
Foto: Daily Mail / Reprodução

Um cachorro foi colocado para adoção por sua família mesmo depois de salvá-la de um incêndio na casa onde moravam. Bennie, 10 anos, foi colocado em um abrigo na cidade de Toronto e aguarda por um novo lar. As informações são do Daily Mail. Segundo a publicação, os donos de Bennie desistiram de cuidar dele porque ele não estaria se "dando bem” com o novo bebê da casa. A responsável pelos resgates de animais do canil Canine Heaven disse nesta quarta-feira que o cachorro está em processo de adoção. 

Depois de escrever sua história e postar no Facebook, Motuzas disse que já recebeu várias mensagens de pessoas comovidas que desejam adotar Bennie, inclusive de um homem da Suíça que perguntou se era possível levar o cachorro para o outro lado do oceano Atlântico."Nós temos de cuidar e proteger esses animais; estamos responsáveis por isso... Se você não pode fazer isso, não tenha um cachorro”, lembrou ela.   
Busca desesperada para encontrar um novo lar para o cão abandonado que heroicamente salvou a família de um incêndio. Os donos de Bennie desistiram de cuidar dele porque ele não estaria se "dando bem” com o novo bebê da casa.  O cão espera por uma nova família após ser abandonado Foto: Daily Mail / Reprodução  Um cachorro foi colocado para adoção por sua família mesmo depois de salvá-la de um incêndio na casa onde moravam. Bennie, 10 anos, foi colocado em um abrigo na cidade de Toronto e aguarda por um novo lar. As informações são do Daily Mail. Segundo a publicação, os donos de Bennie desistiram de cuidar dele porque ele não estaria se "dando bem” com o novo bebê da casa. A responsável pelos resgates de animais do canil Canine Heaven disse nesta quarta-feira que o cachorro está em processo de adoção.   Depois de escrever sua história e postar no Facebook, Motuzas disse que já recebeu várias mensagens de pessoas comovidas que desejam adotar Bennie, inclusive de um homem da Suíça que perguntou se era possível levar o cachorro para o outro lado do oceano Atlântico."Nós temos de cuidar e proteger esses animais; estamos responsáveis por isso... Se você não pode fazer isso, não tenha um cachorro”, lembrou ela.      Fonte: Portal Terra

Fonte: Portal Terra
Justiça determinou o pagamento de multa de R$ 15.000,00 á uma jovem cega que foi proibida de entrar na Biblioteca Nacional com seu cão guia.
Fico imaginando a cabeça do burocrata, do medíocre burocrata , perdido entre a razão e o regulamento. Imagino os diálogos internos e externos de cada um : "Não pode entrar animal aqui na Biblioteca, logo este cão não pode entrar." "_ Mas a Lei me faculta a entrada com meu cão em todos os lugares. Sou deficiente visual, tenho amparo legal. " - Não interessa, o Regulamento diz que não pode entrar animal aqui. Logo, fora! Vai passear com seu cachorro lá na Cinelândia, aqui não." Bom, mas sejam  quais tenham sido os diálogos a Justiça foi feita.   Com raríssimas exceções o Brasil ainda não se adaptou a lidar com deficientes. E olha que teremos a Paraolimpiada aqui em 2016. Fico imaginando as situações constrangedoras e vexatórias que advirão para os atletas paraolímpicos. Porque para os deficientes locais tais coisas são diárias, constantes. Desde calçadas sem rampas, e metrôs sem elevadores, até a semáforos sem som. Outro dia mesmo, uma médica amiga, deficiente, tropeçou num buraco na calçada e caiu.   Machucou-se. A senhora do lado em vez de ajudar disse: -Você devia andar com uma babá. Podem estar certos, a estúpida passante ouviu o que precisava ouvir e aprendeu uma lição de vida com a resposta da minha amiga. Afinal é obrigação legal do Estado, e independente da Lei , obrigação moral de todos os cidadãos proteger e amparar os deficientes. Nota dez para o Juiz Federal Mm. Fabrício Fernandes de Castro que condenou a Biblioteca Nacional.   Fonte: R7
Fico imaginando a cabeça do burocrata, do medíocre burocrata , perdido entre a razão e o regulamento. Imagino os diálogos internos e externos de cada um : "Não pode entrar animal aqui na Biblioteca, logo este cão não pode entrar." "_ Mas a Lei me faculta a entrada com meu cão em todos os lugares. Sou deficiente visual, tenho amparo legal. " - Não interessa, o Regulamento diz que não pode entrar animal aqui. Logo, fora! Vai passear com seu cachorro lá na Cinelândia, aqui não." Bom, mas sejam  quais tenham sido os diálogos a Justiça foi feita.
 
Com raríssimas exceções o Brasil ainda não se adaptou a lidar com deficientes. E olha que teremos a Paraolimpiada aqui em 2016. Fico imaginando as situações constrangedoras e vexatórias que advirão para os atletas paraolímpicos. Porque para os deficientes locais tais coisas são diárias, constantes. Desde calçadas sem rampas, e metrôs sem elevadores, até a semáforos sem som. Outro dia mesmo, uma médica amiga, deficiente, tropeçou num buraco na calçada e caiu.
 
Machucou-se. A senhora do lado em vez de ajudar disse: -Você devia andar com uma babá. Podem estar certos, a estúpida passante ouviu o que precisava ouvir e aprendeu uma lição de vida com a resposta da minha amiga. Afinal é obrigação legal do Estado, e independente da Lei , obrigação moral de todos os cidadãos proteger e amparar os deficientes. Nota dez para o Juiz Federal Mm. Fabrício Fernandes de Castro que condenou a Biblioteca Nacional.
 
Fonte: R7

Cão-Guia dá lição que humanos precisam aprender

Pesquisa do WWF aponta que perda de biodiversidade está em níveis críticos.
Relatório divulgado pela empresa World Wildlife Fund for Nature (WWF) e pela Sociedade Zoológica de Londres (ZSL) mostrou que populações de animais selvagens diminuíram, em média, 52% – desde a década de 70.Os pesquisadores reuniram uma lista com 380 tipos de animais e mais de 3000 espécies diferentes para examinar a vida animal. Como os níveis de consumo humano aumentaram neste mesmo período, uma maior ameaça à biodiversidade foi registrada – observando a perda e a degradação de hábitats graças vindas de um culto de consumismo do homem acima da média.   A necessidade de novas terras e recursos, juntamente com a caça e a pesca, fez com que o número de animais selvagens caísse pela metade nos últimos 40 anos. O que acontece é que recursos naturais são consumidos de forma muito rápida, eliminando o número de florestas, da fauna e da flora."Todos temos interesse e responsabilidade para agir e assegurarmo-nos de que protegemos o que todos valorizamos: um futuro saudável quer para as pessoas quer para a natureza”, afirmou o chefe executivo da WWF-UK, David Nussbaum.Formas de melhorar a situação, como reciclar a pressionar políticos, empresas e industriais para melhorias e mudanças na crise também é essencial, assim como aproveitar melhores formas de gerir, utilizar e partilhar os recursos naturais dentro dos limites do planeta – com o objetivo de garantir comida, água e energia para todos.   A situação é ainda mais grave entre animais de água doce: eles sofreram uma diminuição de 76% de suas populações. O documento analisa como a pegada ecológica (responsável por medir a área de fornecimento de bens e serviços ecológicos) é utilizada pelas populações.No caso, a pegada ecológica que os países praticam é culpada pela metade do total de perda das espécies. O Brasil está em quarto lugar no ranking de países que mais contribuem com essa perda, que também inclui: Rússia, China, EUA e Índia.Em Gana, o número de leões de uma reserva baixou para 90%.   Na África Ocidental, a população de elefantes foi reduzida para 7%. Ao redor do globo, a perda de habitat e de caça reduziu a população de tigres de 100 mil para 3 mil.No Brasil, iniciativas fazem com que agricultores do Acre, por exemplo, diminuam práticas que envolvam a derrubada de árvores e queimadas nas florestas, como forma de conservação da riqueza natural.    Fonte: Pet Mag

Relatório divulgado pela empresa World Wildlife Fund for Nature (WWF) e pela Sociedade Zoológica de Londres (ZSL) mostrou que populações de animais selvagens diminuíram, em média, 52% – desde a década de 70.Os pesquisadores reuniram uma lista com 380 tipos de animais e mais de 3000 espécies diferentes para examinar a vida animal. Como os níveis de consumo humano aumentaram neste mesmo período, uma maior ameaça à biodiversidade foi registrada – observando a perda e a degradação de hábitats graças vindas de um culto de consumismo do homem acima da média.
 
A necessidade de novas terras e recursos, juntamente com a caça e a pesca, fez com que o número de animais selvagens caísse pela metade nos últimos 40 anos. O que acontece é que recursos naturais são consumidos de forma muito rápida, eliminando o número de florestas, da fauna e da flora."Todos temos interesse e responsabilidade para agir e assegurarmo-nos de que protegemos o que todos valorizamos: um futuro saudável quer para as pessoas quer para a natureza”, afirmou o chefe executivo da WWF-UK, David Nussbaum.Formas de melhorar a situação, como reciclar a pressionar políticos, empresas e industriais para melhorias e mudanças na crise também é essencial, assim como aproveitar melhores formas de gerir, utilizar e partilhar os recursos naturais dentro dos limites do planeta – com o objetivo de garantir comida, água e energia para todos.
 
A situação é ainda mais grave entre animais de água doce: eles sofreram uma diminuição de 76% de suas populações. O documento analisa como a pegada ecológica (responsável por medir a área de fornecimento de bens e serviços ecológicos) é utilizada pelas populações.No caso, a pegada ecológica que os países praticam é culpada pela metade do total de perda das espécies. O Brasil está em quarto lugar no ranking de países que mais contribuem com essa perda, que também inclui: Rússia, China, EUA e Índia.Em Gana, o número de leões de uma reserva baixou para 90%.
 
Na África Ocidental, a população de elefantes foi reduzida para 7%. Ao redor do globo, a perda de habitat e de caça reduziu a população de tigres de 100 mil para 3 mil.No Brasil, iniciativas fazem com que agricultores do Acre, por exemplo, diminuam práticas que envolvam a derrubada de árvores e queimadas nas florestas, como forma de conservação da riqueza natural. 
 
Fonte: Pet Mag

SOROCABA (SP)

Cachorros foram ameaçados de morte por latir muito SOROCABA (SP) Cachorros foram ameaçados de morte por latir muito (Foto: Rosangela Sala / Arquivo Pessoal) Cachorros foram ameaçados de morte por latir muito (Foto: Rosangela Sala / Arquivo Pessoal) Uma moradora do Jardim América, em Sorocaba (SP), levou um susto quando foi verificar a caixa de correio nesta quarta-feira (3). Em meio às correspondências, havia uma carta anônima cuja mensagem ameaçava de morte seus dois cachorros, caso eles não parassem de latir no portão da frente da casa. A professora Rosangela Sala está assustada, mas ainda não sabe se vai registrar boletim de ocorrência nem se vai tomar providências quanto ao comportamento dos cães.  “Fiquei assustada. É uma sensação estranha receber uma carta ameaçadora”, diz a professora. Segundo ela, os animais não ficam na área da frente e não costumam fazer barulho. “Um deles está tão velho que nem consegue mais latir. A outra até late quando passa o lixeiro, quando passa alguém, mas todo cachorro late quando sente que seu território está ameaçado. Na vizinhança, quase todo mundo tem cachorro, e os meus não são nada fora do normal”, afirma a professora.  Na carta (leia trechos abaixo), o remetente anônimo usa palavras ofensivas e exige que a moradora mantenha os animais presos. “Se gosta deles, prenda eles dentro e ensine a não latirem [sic]“, diz a mensagem.  Em outro trecho, o autor afirma que vai matar os animais se a tutora não fizer o que foi pedido. “Vou esperar uma semana. Se não pararem de latir na frente da casa, vou meter comida envenenada. É facinho jogar aí [sic]“, ameaça.  Revoltada com a mensagem, Rosangela postou uma denúncia em uma rede social. No início da publicação, ela diz: “Hoje, ao abrir a caixa de correspondência, como faço todos os dias, encontrei uma carta especial. Pela primeira vez em toda minha vida, recebi uma ameaça de morte.”  Carta exige que tutora prenda os cães (Foto: Rosangela Sala / Arquivo Pessoal) Carta exige que tutora prenda os cães (Foto: Rosangela Sala / Arquivo Pessoal) Em outro trecho, ela explica que os cães agem como seguranças da casa, e que os latidos são como um alerta para ela: “Às vezes, no meio da noite, acordo quando latem e não fico brava nem incomodada [...] Fico preocupada, sinal de que alguma coisa está fora do normal.”  Para a moradora, além de ameaçar cometer uma crueldade contra os animais, faltou consciência para o autor da carta. “Existe um modo civilizado de se comportar. Se tem alguma coisa na sua vizinhança que está te prejudicando ou te incomodando, você chega e fala, procura a pessoa e conversa. A pessoa [que escreveu a carta] fez de modo covarde, fez a ameaça e se escondeu”, reclama Rosangela.  Envenenamento  No Jardim Itanguá, em outra região da cidade, a polícia investiga a morte de pelo menos dez cães e gatos, que foram envenenados nos últimos seis meses. Câmeras de segurança flagraram um homem jogando comida para um cachorro, que morre minutos depois. Em outras imagens, o mesmo homem coloca alguma coisa do lado de dentro do portão de uma casa. Segundo o tutor, era um pão de queijo envenenado.  O suspeito foi identificado por moradores como um vizinho. Ele foi intimado a comparecer à delegacia nesta quarta-feira (3), mas um advogado entregou uma notificação alegando que o homem não pôde comparecer, e o depoimento foi remarcado para a próxima sexta-feira (5). Duas pessoas que tiveram os animais de estimação mortos já foram ouvidas.  (Imagem: reprodução)   Fonte: G1
Cachorros foram ameaçados de morte por latir muito (Foto: Rosangela Sala / Arquivo Pessoal)
Uma moradora do Jardim América, em Sorocaba (SP), levou um susto quando foi verificar a caixa de correio nesta quarta-feira (3). Em meio às correspondências, havia uma carta anônima cuja mensagem ameaçava de morte seus dois cachorros, caso eles não parassem de latir no portão da frente da casa. A professora Rosangela Sala está assustada, mas ainda não sabe se vai registrar boletim de ocorrência nem se vai tomar providências quanto ao comportamento dos cães.
“Fiquei assustada. É uma sensação estranha receber uma carta ameaçadora”, diz a professora. Segundo ela, os animais não ficam na área da frente e não costumam fazer barulho. “Um deles está tão velho que nem consegue mais latir. A outra até late quando passa o lixeiro, quando passa alguém, mas todo cachorro late quando sente que seu território está ameaçado. Na vizinhança, quase todo mundo tem cachorro, e os meus não são nada fora do normal”, afirma a professora.
Na carta (leia trechos abaixo), o remetente anônimo usa palavras ofensivas e exige que a moradora mantenha os animais presos. “Se gosta deles, prenda eles dentro e ensine a não latirem [sic]“, diz a mensagem.
Em outro trecho, o autor afirma que vai matar os animais se a tutora não fizer o que foi pedido. “Vou esperar uma semana. Se não pararem de latir na frente da casa, vou meter comida envenenada. É facinho jogar aí [sic]“, ameaça.
Revoltada com a mensagem, Rosangela postou uma denúncia em uma rede social. No início da publicação, ela diz: “Hoje, ao abrir a caixa de correspondência, como faço todos os dias, encontrei uma carta especial. Pela primeira vez em toda minha vida, recebi uma ameaça de morte.”
Carta exige que tutora prenda os cães (Foto: Rosangela Sala / Arquivo Pessoal)
Carta exige que tutora prenda os cães (Foto: Rosangela Sala / Arquivo Pessoal)
Em outro trecho, ela explica que os cães agem como seguranças da casa, e que os latidos são como um alerta para ela: “Às vezes, no meio da noite, acordo quando latem e não fico brava nem incomodada [...] Fico preocupada, sinal de que alguma coisa está fora do normal.”
Para a moradora, além de ameaçar cometer uma crueldade contra os animais, faltou consciência para o autor da carta. “Existe um modo civilizado de se comportar. Se tem alguma coisa na sua vizinhança que está te prejudicando ou te incomodando, você chega e fala, procura a pessoa e conversa. A pessoa [que escreveu a carta] fez de modo covarde, fez a ameaça e se escondeu”, reclama Rosangela.
Envenenamento
No Jardim Itanguá, em outra região da cidade, a polícia investiga a morte de pelo menos dez cães e gatos, que foram envenenados nos últimos seis meses. Câmeras de segurança flagraram um homem jogando comida para um cachorro, que morre minutos depois. Em outras imagens, o mesmo homem coloca alguma coisa do lado de dentro do portão de uma casa. Segundo o tutor, era um pão de queijo envenenado.
O suspeito foi identificado por moradores como um vizinho. Ele foi intimado a comparecer à delegacia nesta quarta-feira (3), mas um advogado entregou uma notificação alegando que o homem não pôde comparecer, e o depoimento foi remarcado para a próxima sexta-feira (5). Duas pessoas que tiveram os animais de estimação mortos já foram ouvidas.
(Imagem: reprodução)

Fonte: G1

SALDO POSITIVO

Thor: tinta para ‘virar’ Yorkshire Foto:  Fabio Gonçalves / Agência O Dia Comovidas com a crueldade de quadrilhas que pintam cães sem raças definidas para serem vendidos na internet como animais com pedigree, pelo menos 100 pessoas ligaram nesta segunda-feira para a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) interessadas em adotar SRDs. A iniciativa animou a presidente do órgão, Izabel Cristina do Nascimento.  “Porém, infelizmente, a maioria ainda procura por cães de raça”, ressaltou ela. A Polícia Civil e o Ministério Público investigam bandos que pintam os animais. Num dos casos, bandidos pintaram um vira-latas de preto e o venderam como Yorkshire.  O cão, batizado de Thor pelo jovem que o comprou inocentemente para presentear a namorada, também teve o rabo quebrado pelos criminosos. As práticas configuram crime ambiental, de acordo com a Lei Federal 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais), que pode render de seis meses a um ano de prisão.  Fonte: O Dia
Thor: tinta para ‘virar’ Yorkshire
Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia

Comovidas com a crueldade de quadrilhas que pintam cães sem raças definidas para serem vendidos na internet como animais com pedigree, pelo menos 100 pessoas ligaram nesta segunda-feira para a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) interessadas em adotar SRDs. A iniciativa animou a presidente do órgão, Izabel Cristina do Nascimento.

“Porém, infelizmente, a maioria ainda procura por cães de raça”, ressaltou ela. A Polícia Civil e o Ministério Público investigam bandos que pintam os animais. Num dos casos, bandidos pintaram um vira-latas de preto e o venderam como Yorkshire.
O cão, batizado de Thor pelo jovem que o comprou inocentemente para presentear a namorada, também teve o rabo quebrado pelos criminosos. As práticas configuram crime ambiental, de acordo com a Lei Federal 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais), que pode render de seis meses a um ano de prisão.
Fonte: O Dia
Acreditamos que sabemos tudo sobre nossos animais de estimação, seus hábitos, gostos e fraquezas. No entanto, os gatos levam uma vida secreta e pouco conhecida. É o que confirma um estudo realizado por pesquisadores da BBC Horizon e cientistas do Royal Veterinary College, do Reino Unido.
Acreditamos que sabemos tudo sobre nossos animais de estimação, seus hábitos, gostos e fraquezas. No entanto, os gatos levam uma vida secreta e pouco conhecida. É o que confirma um estudo realizado por pesquisadores da BBC Horizon e cientistas do Royal Veterinary College, do Reino Unido. Gato A vida secreta dos gatos é o resultado de uma pesquisa realizada com 50 gatos na cidade de Surrey, no Reino Unido. Os felinos foram vigiados 24 horas por dia com coleiras equipadas com GPS e “cat-cams”, câmeras especialmente projetadas para acompanhar os bichanos em suas atividades diárias.  Ao observar os detalhes do dia a dia de cada gato, os pesquisadores reuniram dados surpreendentes sobre seu comportamento quando não estamos por perto.  Conheça as cinco conclusões do estudo:  1. Caçam menos do que pensamos  Quando os gatos perambulam pela rua ou pela vizinhança, não costumam caçar roedores e outros animais pequenos na quantidade prevista. O estudo sugere que a vida doméstica ocasionou mudanças comportamentais nos gatos, que gradualmente perderam parte de seus instintos, como a caça. De fato, acredita-se que os gatos continuarão a levar uma vida estritamente doméstica.  2. Tentam evitar confrontos  Uma das observações mais interessantes do estudo revelou que os gatos possuem um complexo sistema de marcações e sinais para indicar a outros felinos que estão ou estiveram em um lugar, evitando confrontos diretos. Embora os pesquisadores tenham observado disputas e brigas ferozes entre os gatos, na maioria dos casos esse sistema de sinais odoríferos evitava conflitos.  3. Roubam comida de outras casas  Os gatos do estudo tinham um lar e estavam bem alimentados, no entanto, muitos deles perambulavam pela casa de outros gatos para explorar e, em alguns casos, roubar comida. Embora o estudo tenha determinado que a maioria dos gatos prefere evitar confrontos, ter mais alimento ao seu alcance parecia ser uma grande tentação durante os passeios diários dos bichanos.  Gato 4. Percorrem distâncias mais longas  Quando os gatos saem de casa, vivem aventuras e percorrem distâncias maiores do que seus donos imaginam. Por meio do localizador GPS, instalado em cada gato, os pesquisadores observaram que eles percorreram vários quilômetros, inclusive em longos passeios noturnos, e entravam até em lugares perigosos.  5. Usam diferentes miados e ronronados para se comunicar  Quanto ao relacionamento com os humanos, o estudo concluiu que os gatos desenvolveram miados e ronronados mais ou menos complexos para comunicar diferentes sensações. Existe um ronronado comum, cotidiano, para expressar satisfação ou tranquilidade, e outros menos frequentes, com velocidades e intensidades diferentes, que expressam interesse, curiosidade ou ansiedade.  Você já observou algum comportamento curioso em seu gato? Conte nos comentários.
A vida secreta dos gatos é o resultado de uma pesquisa realizada com 50 gatos na cidade de Surrey, no Reino Unido. Os felinos foram vigiados 24 horas por dia com coleiras equipadas com GPS e “cat-cams”, câmeras especialmente projetadas para acompanhar os bichanos em suas atividades diárias.
Ao observar os detalhes do dia a dia de cada gato, os pesquisadores reuniram dados surpreendentes sobre seu comportamento quando não estamos por perto.
Conheça as cinco conclusões do estudo:
1. Caçam menos do que pensamos
Quando os gatos perambulam pela rua ou pela vizinhança, não costumam caçar roedores e outros animais pequenos na quantidade prevista. O estudo sugere que a vida doméstica ocasionou mudanças comportamentais nos gatos, que gradualmente perderam parte de seus instintos, como a caça. De fato, acredita-se que os gatos continuarão a levar uma vida estritamente doméstica.
2. Tentam evitar confrontos
Uma das observações mais interessantes do estudo revelou que os gatos possuem um complexo sistema de marcações e sinais para indicar a outros felinos que estão ou estiveram em um lugar, evitando confrontos diretos. Embora os pesquisadores tenham observado disputas e brigas ferozes entre os gatos, na maioria dos casos esse sistema de sinais odoríferos evitava conflitos.
3. Roubam comida de outras casas
Os gatos do estudo tinham um lar e estavam bem alimentados, no entanto, muitos deles perambulavam pela casa de outros gatos para explorar e, em alguns casos, roubar comida. Embora o estudo tenha determinado que a maioria dos gatos prefere evitar confrontos, ter mais alimento ao seu alcance parecia ser uma grande tentação durante os passeios diários dos bichanos.
Gato Acreditamos que sabemos tudo sobre nossos animais de estimação, seus hábitos, gostos e fraquezas. No entanto, os gatos levam uma vida secreta e pouco conhecida. É o que confirma um estudo realizado por pesquisadores da BBC Horizon e cientistas do Royal Veterinary College, do Reino Unido. Gato A vida secreta dos gatos é o resultado de uma pesquisa realizada com 50 gatos na cidade de Surrey, no Reino Unido. Os felinos foram vigiados 24 horas por dia com coleiras equipadas com GPS e “cat-cams”, câmeras especialmente projetadas para acompanhar os bichanos em suas atividades diárias.  Ao observar os detalhes do dia a dia de cada gato, os pesquisadores reuniram dados surpreendentes sobre seu comportamento quando não estamos por perto.  Conheça as cinco conclusões do estudo:  1. Caçam menos do que pensamos  Quando os gatos perambulam pela rua ou pela vizinhança, não costumam caçar roedores e outros animais pequenos na quantidade prevista. O estudo sugere que a vida doméstica ocasionou mudanças comportamentais nos gatos, que gradualmente perderam parte de seus instintos, como a caça. De fato, acredita-se que os gatos continuarão a levar uma vida estritamente doméstica.  2. Tentam evitar confrontos  Uma das observações mais interessantes do estudo revelou que os gatos possuem um complexo sistema de marcações e sinais para indicar a outros felinos que estão ou estiveram em um lugar, evitando confrontos diretos. Embora os pesquisadores tenham observado disputas e brigas ferozes entre os gatos, na maioria dos casos esse sistema de sinais odoríferos evitava conflitos.  3. Roubam comida de outras casas  Os gatos do estudo tinham um lar e estavam bem alimentados, no entanto, muitos deles perambulavam pela casa de outros gatos para explorar e, em alguns casos, roubar comida. Embora o estudo tenha determinado que a maioria dos gatos prefere evitar confrontos, ter mais alimento ao seu alcance parecia ser uma grande tentação durante os passeios diários dos bichanos.  Gato 4. Percorrem distâncias mais longas  Quando os gatos saem de casa, vivem aventuras e percorrem distâncias maiores do que seus donos imaginam. Por meio do localizador GPS, instalado em cada gato, os pesquisadores observaram que eles percorreram vários quilômetros, inclusive em longos passeios noturnos, e entravam até em lugares perigosos.  5. Usam diferentes miados e ronronados para se comunicar  Quanto ao relacionamento com os humanos, o estudo concluiu que os gatos desenvolveram miados e ronronados mais ou menos complexos para comunicar diferentes sensações. Existe um ronronado comum, cotidiano, para expressar satisfação ou tranquilidade, e outros menos frequentes, com velocidades e intensidades diferentes, que expressam interesse, curiosidade ou ansiedade.  Você já observou algum comportamento curioso em seu gato? Conte nos comentários.
4. Percorrem distâncias mais longas
Quando os gatos saem de casa, vivem aventuras e percorrem distâncias maiores do que seus donos imaginam. Por meio do localizador GPS, instalado em cada gato, os pesquisadores observaram que eles percorreram vários quilômetros, inclusive em longos passeios noturnos, e entravam até em lugares perigosos.
5. Usam diferentes miados e ronronados para se comunicar
Quanto ao relacionamento com os humanos, o estudo concluiu que os gatos desenvolveram miados e ronronados mais ou menos complexos para comunicar diferentes sensações. Existe um ronronado comum, cotidiano, para expressar satisfação ou tranquilidade, e outros menos frequentes, com velocidades e intensidades diferentes, que expressam interesse, curiosidade ou ansiedade.
Você já observou algum comportamento curioso em seu gato? Conte nos comentários.
Cães alimentados pela manhã, foram 30% mais precisos no rastreamento – ThinkStock
Todo mundo sabe da importância de tomar um bom café da manhã, e agora o mesmo princípio se estende aos cães. Pesquisadores da Universidade de Kentucky testaram as habilidades de cães adestrados que ingeriram uma boa refeição pela manhã ou ficaram em jejum.   Os cachorros que se alimentaram foram 30% mais precisos no rastreamento que os que pularam a refeição matinal.As descobertas, realizadas pelas pesquisadoras Holly Miller e Charlotte Bender, foram publicadas recentemente na revista científica Behavioral Processes. Pesquisas anteriores demonstraram que crianças obtinham notas melhores nas provas depois de tomar um bom desjejum, o que fez Miller se perguntar se o café da manhã também melhoraria o rendimento dos cães.   A resposta foi positiva.No entanto, tais conclusões podem não se aplicar a lobos em estado selvagem. Isso acontece porque os cães domesticados geralmente consomem rações balanceadas, com alto teor de carboidratos, o que aumenta a dependência de glicose do cérebro. Por isso, seu desempenho é afetado quando os níveis dessa substância caem.Já a dieta dos lobos, baseada em carne de caça, fornece uma quantidade menor de carboidratos e alto teor de gordura. Portanto, uma pequena refeição matinal pode não ter o mesmo efeito sobre o desempenho cognitivo dos lobos selvagens.   Fonte: Animal Planet

Todo mundo sabe da importância de tomar um bom café da manhã, e agora o mesmo princípio se estende aos cães. Pesquisadores da Universidade de Kentucky testaram as habilidades de cães adestrados que ingeriram uma boa refeição pela manhã ou ficaram em jejum.
 
Os cachorros que se alimentaram foram 30% mais precisos no rastreamento que os que pularam a refeição matinal.As descobertas, realizadas pelas pesquisadoras Holly Miller e Charlotte Bender, foram publicadas recentemente na revista científica Behavioral Processes. Pesquisas anteriores demonstraram que crianças obtinham notas melhores nas provas depois de tomar um bom desjejum, o que fez Miller se perguntar se o café da manhã também melhoraria o rendimento dos cães.
 
A resposta foi positiva.No entanto, tais conclusões podem não se aplicar a lobos em estado selvagem. Isso acontece porque os cães domesticados geralmente consomem rações balanceadas, com alto teor de carboidratos, o que aumenta a dependência de glicose do cérebro. Por isso, seu desempenho é afetado quando os níveis dessa substância caem.Já a dieta dos lobos, baseada em carne de caça, fornece uma quantidade menor de carboidratos e alto teor de gordura. Portanto, uma pequena refeição matinal pode não ter o mesmo efeito sobre o desempenho cognitivo dos lobos selvagens.
 

CRIME E CRUELDADE

Um crime e uma crueldade com os animais. Cães sem raça definida estão sendo pintados para serem vendidos como cães de raça.  O anúncio na internet oferecia dois filhotes de yorkshire por R$ 700 e com pedigree. Um deles foi comprado por uma família no Rio e começou a passar mal. O veterinário fez o diagnóstico: intoxicação por tinta. O filhote era, na verdade, um cão sem raça definida, que tinha sido pintado para parecer um cão de raça.  “Ele hoje é amarelo e branco e estava pintado todo de preto para parecer um yorkshire”, fala o veterinário Heitor Iglesias.  As orelhas também estavam coladas com fita crepe e o rabo foi quebrado. “Eles acabaram quebrando para parecer que a cauda estivesse cortada. Quando eu comecei a tirar a tala que estava no rabinho ele começou a chorar de dor aí que eu percebi que estava quebrada a cauda”, conta o veterinário.  O caso foi denunciado na delegacia e esta sendo investigado e o anúncio foi tirado do ar.  Maus-tratos contra animais é considerado crime ambiental previsto por lei federal, com pena de até um ano de prisão. Mas isso não inibe a prática.  “A grande comercialização da raça às vezes por filhotes bem caros o pessoal acaba usando desse comércio para aplicar golpes”, alerta o veterinário.  O cão Thor voltou a ter as cores naturais, mas a família não quis ficar com ele. Thor agora vive com novos tutores.  Trinta cães são abandonados por dia na Suipa, Sociedade Protetora dos Animais, no subúrbio do Rio de Janeiro. Muitos porque os tutores descobrem que o animal comprado não é da raça escolhida.  Uma cachorrinha, que também sofreu maus-tratos, é uma mistura de yorkshire com alguma outra raça, mas para ser vendida como de raça pura, ela foi pintada com uma tinta mais escura que o pelo. Quando os tutores descobriram, abandonaram a cadelinha na Suípa.  Um cão vendido como mini poodle, começou a crescer e foi abandonado. O animal já se apegou aquela pessoa, mas a pessoa fala: ‘não quero’, abandona e não está nem aí. Isso é muito triste porque mostra que o abandono vai continuar por longo e tenebroso inverno no Brasil, infelizmente”, diz a diretora da Suipa, Isabel Nascimento.  Fonte: G1

Um crime e uma crueldade com os animais. Cães sem raça definida estão sendo pintados para serem vendidos como cães de raça.
O anúncio na internet oferecia dois filhotes de yorkshire por R$ 700 e com pedigree. Um deles foi comprado por uma família no Rio e começou a passar mal. O veterinário fez o diagnóstico: intoxicação por tinta. O filhote era, na verdade, um cão sem raça definida, que tinha sido pintado para parecer um cão de raça.
“Ele hoje é amarelo e branco e estava pintado todo de preto para parecer um yorkshire”, fala o veterinário Heitor Iglesias.
As orelhas também estavam coladas com fita crepe e o rabo foi quebrado. “Eles acabaram quebrando para parecer que a cauda estivesse cortada. Quando eu comecei a tirar a tala que estava no rabinho ele começou a chorar de dor aí que eu percebi que estava quebrada a cauda”, conta o veterinário.
O caso foi denunciado na delegacia e esta sendo investigado e o anúncio foi tirado do ar.
Maus-tratos contra animais é considerado crime ambiental previsto por lei federal, com pena de até um ano de prisão. Mas isso não inibe a prática.
“A grande comercialização da raça às vezes por filhotes bem caros o pessoal acaba usando desse comércio para aplicar golpes”, alerta o veterinário.
O cão Thor voltou a ter as cores naturais, mas a família não quis ficar com ele. Thor agora vive com novos tutores.
Trinta cães são abandonados por dia na Suipa, Sociedade Protetora dos Animais, no subúrbio do Rio de Janeiro. Muitos porque os tutores descobrem que o animal comprado não é da raça escolhida.
Uma cachorrinha, que também sofreu maus-tratos, é uma mistura de yorkshire com alguma outra raça, mas para ser vendida como de raça pura, ela foi pintada com uma tinta mais escura que o pelo. Quando os tutores descobriram, abandonaram a cadelinha na Suípa.
Um cão vendido como mini poodle, começou a crescer e foi abandonado. O animal já se apegou aquela pessoa, mas a pessoa fala: ‘não quero’, abandona e não está nem aí. Isso é muito triste porque mostra que o abandono vai continuar por longo e tenebroso inverno no Brasil, infelizmente”, diz a diretora da Suipa, Isabel Nascimento.
Fonte: G1

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