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ATO DE AMOR

20 de junho de 2016 às 01:28

ATO DE AMOR 20 de junho de 2016 às 01:28  13 Divulgação O trabalho social de um policial militar de Patos, no Sertão paraibano, está chamando a atenção dos moradores da cidade. O sargento Patrian Júnior, que faz parte da Ronda Ostensiva Tática com Apoio de Motocicletas (Rotam), recolhe animais debilitados do meio da rua, oferece medicamentos e moradia. Atualmente, Patrian cuida de 140 cachorros e 40 gatos.  Tudo começou na casa dele, mas tomou uma proporção maior depois que o número de animais cresceu. “Desde criança eu gosto de animais, fui influenciado pelo meu pai. Por isso faço com muito gosto esse trabalho. Comecei usando minha casa como abrigo, me mudei para outra maior e agora temos dois galpões”, conta.  O sargento diz que recolhe todo e qualquer animal em situação de abandono e doente há cerca de sete anos, mas nem sempre isso agradou os moradores da região. No início do projeto, vizinhos de Patrian fizeram um abaixo-assinado para que ele não morasse mais no local. Eles reclamavam do barulho que os animais faziam. O policial teve que mudar de endereço.  Divulgação Divulgação  Sem contar com apoio, o sargento tinha que tirar tudo do seu bolso para custear os gastos de comida e medicação. “Eu vendi meu carro para ajudar a comprar o que era preciso. Fiz empréstimos em meu nome e zerei minha conta. Hoje, se eu ficar doente, não tenho mais de onde tirar dinheiro para cuidar de mim mesmo”, relata.  Mas há também quem contribua com a iniciativa do policial. Vários moradores ligam para o policial avisando que encontraram animais abandonados, fornecem doações e outros auxílios. A Prefeitura Municipal de Patos doa mensalmente R$ 2 mil e cedeu dois galpões para que os animais fossem abrigados. Uma amiga do sargento, Gabriele Xavier, também dá apoio à causa.  Patrian diz que a ajuda é válida, mas ainda é insuficiente. Alguns animais vivem no telhado da casa dele, que chega a gastar R$ 6 mil por mês. “A gente alimenta os animais com o mínimo. São necessários quatro sacos de ração por dia para eles ficarem bem alimentados, mas só temos dado um saco e meio”, disse.  Ele também apela para que as pessoas adotem os animais. Segundo o policial, a maioria das pessoas só quer animais de raça, mas são recolhidos apenas os sem raça definida e em condições precárias. Muitos foram atropelados, vítimas de algum tipo de ritual e até estuprados. Quem quiser ajudar, pode entrar em contato com o sargento pelo telefone (83) 98217-1342.  Divulgação Divulgação    Fonte: G1
Divulgação
O trabalho social de um policial militar de Patos, no Sertão paraibano, está chamando a atenção dos moradores da cidade. O sargento Patrian Júnior, que faz parte da Ronda Ostensiva Tática com Apoio de Motocicletas (Rotam), recolhe animais debilitados do meio da rua, oferece medicamentos e moradia. Atualmente, Patrian cuida de 140 cachorros e 40 gatos.
Tudo começou na casa dele, mas tomou uma proporção maior depois que o número de animais cresceu. “Desde criança eu gosto de animais, fui influenciado pelo meu pai. Por isso faço com muito gosto esse trabalho. Comecei usando minha casa como abrigo, me mudei para outra maior e agora temos dois galpões”, conta.
O sargento diz que recolhe todo e qualquer animal em situação de abandono e doente há cerca de sete anos, mas nem sempre isso agradou os moradores da região. No início do projeto, vizinhos de Patrian fizeram um abaixo-assinado para que ele não morasse mais no local. Eles reclamavam do barulho que os animais faziam. O policial teve que mudar de endereço.
ATO DE AMOR 20 de junho de 2016 às 01:28  13 Divulgação O trabalho social de um policial militar de Patos, no Sertão paraibano, está chamando a atenção dos moradores da cidade. O sargento Patrian Júnior, que faz parte da Ronda Ostensiva Tática com Apoio de Motocicletas (Rotam), recolhe animais debilitados do meio da rua, oferece medicamentos e moradia. Atualmente, Patrian cuida de 140 cachorros e 40 gatos.  Tudo começou na casa dele, mas tomou uma proporção maior depois que o número de animais cresceu. “Desde criança eu gosto de animais, fui influenciado pelo meu pai. Por isso faço com muito gosto esse trabalho. Comecei usando minha casa como abrigo, me mudei para outra maior e agora temos dois galpões”, conta.  O sargento diz que recolhe todo e qualquer animal em situação de abandono e doente há cerca de sete anos, mas nem sempre isso agradou os moradores da região. No início do projeto, vizinhos de Patrian fizeram um abaixo-assinado para que ele não morasse mais no local. Eles reclamavam do barulho que os animais faziam. O policial teve que mudar de endereço.  Divulgação Divulgação  Sem contar com apoio, o sargento tinha que tirar tudo do seu bolso para custear os gastos de comida e medicação. “Eu vendi meu carro para ajudar a comprar o que era preciso. Fiz empréstimos em meu nome e zerei minha conta. Hoje, se eu ficar doente, não tenho mais de onde tirar dinheiro para cuidar de mim mesmo”, relata.  Mas há também quem contribua com a iniciativa do policial. Vários moradores ligam para o policial avisando que encontraram animais abandonados, fornecem doações e outros auxílios. A Prefeitura Municipal de Patos doa mensalmente R$ 2 mil e cedeu dois galpões para que os animais fossem abrigados. Uma amiga do sargento, Gabriele Xavier, também dá apoio à causa.  Patrian diz que a ajuda é válida, mas ainda é insuficiente. Alguns animais vivem no telhado da casa dele, que chega a gastar R$ 6 mil por mês. “A gente alimenta os animais com o mínimo. São necessários quatro sacos de ração por dia para eles ficarem bem alimentados, mas só temos dado um saco e meio”, disse.  Ele também apela para que as pessoas adotem os animais. Segundo o policial, a maioria das pessoas só quer animais de raça, mas são recolhidos apenas os sem raça definida e em condições precárias. Muitos foram atropelados, vítimas de algum tipo de ritual e até estuprados. Quem quiser ajudar, pode entrar em contato com o sargento pelo telefone (83) 98217-1342.  Divulgação Divulgação    Fonte: G1
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Sem contar com apoio, o sargento tinha que tirar tudo do seu bolso para custear os gastos de comida e medicação. “Eu vendi meu carro para ajudar a comprar o que era preciso. Fiz empréstimos em meu nome e zerei minha conta. Hoje, se eu ficar doente, não tenho mais de onde tirar dinheiro para cuidar de mim mesmo”, relata.
Mas há também quem contribua com a iniciativa do policial. Vários moradores ligam para o policial avisando que encontraram animais abandonados, fornecem doações e outros auxílios. A Prefeitura Municipal de Patos doa mensalmente R$ 2 mil e cedeu dois galpões para que os animais fossem abrigados. Uma amiga do sargento, Gabriele Xavier, também dá apoio à causa.
Patrian diz que a ajuda é válida, mas ainda é insuficiente. Alguns animais vivem no telhado da casa dele, que chega a gastar R$ 6 mil por mês. “A gente alimenta os animais com o mínimo. São necessários quatro sacos de ração por dia para eles ficarem bem alimentados, mas só temos dado um saco e meio”, disse.
Ele também apela para que as pessoas adotem os animais. Segundo o policial, a maioria das pessoas só quer animais de raça, mas são recolhidos apenas os sem raça definida e em condições precárias. Muitos foram atropelados, vítimas de algum tipo de ritual e até estuprados. Quem quiser ajudar, pode entrar em contato com o sargento pelo telefone (83) 98217-1342.
ATO DE AMOR 20 de junho de 2016 às 01:28  13 Divulgação O trabalho social de um policial militar de Patos, no Sertão paraibano, está chamando a atenção dos moradores da cidade. O sargento Patrian Júnior, que faz parte da Ronda Ostensiva Tática com Apoio de Motocicletas (Rotam), recolhe animais debilitados do meio da rua, oferece medicamentos e moradia. Atualmente, Patrian cuida de 140 cachorros e 40 gatos.  Tudo começou na casa dele, mas tomou uma proporção maior depois que o número de animais cresceu. “Desde criança eu gosto de animais, fui influenciado pelo meu pai. Por isso faço com muito gosto esse trabalho. Comecei usando minha casa como abrigo, me mudei para outra maior e agora temos dois galpões”, conta.  O sargento diz que recolhe todo e qualquer animal em situação de abandono e doente há cerca de sete anos, mas nem sempre isso agradou os moradores da região. No início do projeto, vizinhos de Patrian fizeram um abaixo-assinado para que ele não morasse mais no local. Eles reclamavam do barulho que os animais faziam. O policial teve que mudar de endereço.  Divulgação Divulgação  Sem contar com apoio, o sargento tinha que tirar tudo do seu bolso para custear os gastos de comida e medicação. “Eu vendi meu carro para ajudar a comprar o que era preciso. Fiz empréstimos em meu nome e zerei minha conta. Hoje, se eu ficar doente, não tenho mais de onde tirar dinheiro para cuidar de mim mesmo”, relata.  Mas há também quem contribua com a iniciativa do policial. Vários moradores ligam para o policial avisando que encontraram animais abandonados, fornecem doações e outros auxílios. A Prefeitura Municipal de Patos doa mensalmente R$ 2 mil e cedeu dois galpões para que os animais fossem abrigados. Uma amiga do sargento, Gabriele Xavier, também dá apoio à causa.  Patrian diz que a ajuda é válida, mas ainda é insuficiente. Alguns animais vivem no telhado da casa dele, que chega a gastar R$ 6 mil por mês. “A gente alimenta os animais com o mínimo. São necessários quatro sacos de ração por dia para eles ficarem bem alimentados, mas só temos dado um saco e meio”, disse.  Ele também apela para que as pessoas adotem os animais. Segundo o policial, a maioria das pessoas só quer animais de raça, mas são recolhidos apenas os sem raça definida e em condições precárias. Muitos foram atropelados, vítimas de algum tipo de ritual e até estuprados. Quem quiser ajudar, pode entrar em contato com o sargento pelo telefone (83) 98217-1342.  Divulgação Divulgação    Fonte: G1
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Fonte: G1

AGUARDA POR ADOÇÃO 

20 de junho de 2016 às 01:01h

Animal foi resgatado com ferimentos leves em canteiro de obras (Foto: Emerson França/ Brigada K9) AGUARDA POR ADOÇÃO  20 de junho de 2016 às 01:01h  Animal foi resgatado com ferimentos leves em canteiro de obras (Foto: Emerson França/ Brigada K9) Animal foi resgatado com ferimentos leves em canteiro de obras (Foto: Emerson França/ Brigada K9)  Uma cadela foi resgatada em Salvador após ficar ao menos um dia preso em um buraco de 20 metros de profundidade nas obras do metrô da estação de transbordo do Iguatemi. O resgate durou uma hora e foi feito por integrantes da Brigada K9 do Corpo de Bombeiros Voluntários da Capital. O animal ficou com ferimentos nas costas e está disponível para adoção no quartel da brigada.  De acordo com o comandante Emerson França, a brigada recebeu um chamado na quinta-feira (16) informando que o animal estava preso no local, mas no momento não tinha um veículo para fazer o transporte dos voluntários.  Na noite de sexta-feira (17), a Brigada K8 foi informada por um agente da Superintendência de Trânsito (Transalvador) que o cachorro continuava no local.  Os brigadistas conseguiram o apoio de uma caminhonete para se deslocar ao canteiro de obras e fizeram o resgate por volta das 23h30. “Estava dentro de um buraco na obra do metrô, um buraco muito extenso. Quanto mais a gente chegava perto, mais ela [cadela] ficava assustada. A gente conseguiu puxar com a rede. Ela [cadela] já estava situada a 20 metros de profundidade. Para a gente trabalhar era muito ruim, porque era um espaço confinado, teve que fazer o resgate por meio de cordas”, conta o comandante.  A cadela, que foi apelidada de “Belinha” pelos brigadistas, foi encontrada com uma coleira contendo placa de metal, mas a identificação estava apagada.  “Até agora não apareceu nenhum responsável. Ela estava com ferimento na parte do dorso, mas anda normal. Demos banho em um pet shop e vai passar por veterinário”, diz.  O quartel, localizado no bairro da Calçada, recebe doações de ração e vermicida para atender ao animal. Quem tiver interesse de adotar ou caso seja tutor e quiser resgatar o animal, também pode procurar o quartel para prestar informações.  Fonte: G1
Animal foi resgatado com ferimentos leves em canteiro de obras (Foto: Emerson França/ Brigada K9)

Uma cadela foi resgatada em Salvador após ficar ao menos um dia preso em um buraco de 20 metros de profundidade nas obras do metrô da estação de transbordo do Iguatemi. O resgate durou uma hora e foi feito por integrantes da Brigada K9 do Corpo de Bombeiros Voluntários da Capital. O animal ficou com ferimentos nas costas e está disponível para adoção no quartel da brigada.
De acordo com o comandante Emerson França, a brigada recebeu um chamado na quinta-feira (16) informando que o animal estava preso no local, mas no momento não tinha um veículo para fazer o transporte dos voluntários.
Na noite de sexta-feira (17), a Brigada K8 foi informada por um agente da Superintendência de Trânsito (Transalvador) que o cachorro continuava no local.
Os brigadistas conseguiram o apoio de uma caminhonete para se deslocar ao canteiro de obras e fizeram o resgate por volta das 23h30. “Estava dentro de um buraco na obra do metrô, um buraco muito extenso. Quanto mais a gente chegava perto, mais ela [cadela] ficava assustada. A gente conseguiu puxar com a rede. Ela [cadela] já estava situada a 20 metros de profundidade. Para a gente trabalhar era muito ruim, porque era um espaço confinado, teve que fazer o resgate por meio de cordas”, conta o comandante.
A cadela, que foi apelidada de “Belinha” pelos brigadistas, foi encontrada com uma coleira contendo placa de metal, mas a identificação estava apagada.
“Até agora não apareceu nenhum responsável. Ela estava com ferimento na parte do dorso, mas anda normal. Demos banho em um pet shop e vai passar por veterinário”, diz.
O quartel, localizado no bairro da Calçada, recebe doações de ração e vermicida para atender ao animal. Quem tiver interesse de adotar ou caso seja tutor e quiser resgatar o animal, também pode procurar o quartel para prestar informações.
Fonte: G1

REPÚDIO INTERNACIONAL


Organizações internacionais e celebridades, com o apoio de milhões de estrangeiros, se uniram para denunciar o Festival Anual da Carne Canina na cidade chinesa de Yulin – uma campanha que, segundo os habitantes, é contraproducente, pois acaba incentivando o consumo desse tipo de carne.  “Minhas vendas de carne de cachorro hoje são muito maiores que antes. No ano passado, cresceram mais de 50%” afirma à AFP Lin, proprietário de um açougue.  Yulin, na região pobre de Guangxi, no sul do país, concentra há anos os olhares de reprovação das ONGs estrangeiras às mortes de cachorros, que são espancados e inclusive fervidos vivos, devido à crença de que quanto mais assustados estejam os animais, melhor será o sabor da carne.  Durante o festival anual, organizado no solstício de verão, que será celebrado neste ano em 21 de junho, são mortos mais de 10.000 cachorros.  Em maio deste ano, ativistas chineses que defendem os direitos animais interceptaram uma caminhonete que levava para Guangxi 400 cachorros e gatos amontoados.  Este tipo de ações, porém, às vezes geram o efeito contrário. “Por causa do protesto, muitas pessoas ficam sabendo que Yulin recebe um festival de carne de cachorro, e vêm para conhecer”, afirma Lin.  “Quando chega perto do festival, os hotéis já anunciam que estão lotados”, acrescenta. Até mesmo os defensores dos animais reconhecem que os protestos acabam sendo contraproducentes.  “Antes, pensava que nossos inimigos eram os que comiam carne canina. Agora, considero que nossos inimigos são os militantes que vêm de fora”, afirma o gerente de um abrigo para cachorros.  Para ele, os protestos internacionais são uma “sabotagem” que irrita os habitantes e os leva a defenderem com força a sua cultura tradicional.  Yulin costuma receber os visitantes com desconfiança, e os açougueiros locais são capazes até de arrancar as câmeras fotográficas das mãos deles.  “Quando os estrangeiros vêm à China e detectam problemas, os cidadãos se irritam e deixam de escutar”, explica o encarregado do abrigo, que acrescenta que “devido à divulgação midiática, a carne de cachorro é cada vez mais consumida”.  Andrea Gung, fundadora da ONG americana Duo Duo, recolheu no ano passado 2,5 milhões de assinaturas contra o festival. Este ano, porém, se viu obrigada a mudar a estratégia devido à hostilidade que enfrentou na edição anterior.  “Todo mundo nos detestava”, afirma.  Seu grupo promove programas sobre o bem-estar dos animais em escolas chinesas, com o objetivo de que os jovens deixem de comer carne de cachorro.  Gung afirma que a maioria dos consumidores de carne canina são homens, devido à crença de que esta estimula a virilidade. “Trazemos slogans como ‘meninas bonitas não saem com quem come cachorro'”, conta.  300 mortes por dia  Embora as críticas se concentrem em Yulin, a carne de cachorro é consumida durante o ano inteiro em vários lugares do sul da China, onde não há nenhuma lei de proteção de espécies não ameaçadas.  Em Yulin, os vendedores ambulantes desmembram os cachorros, cortam a carne e a entregam aos homens sentados envolta das mesas cheias de garrafas de cerveja.  A Humane Society International (HSI), ONG sediada nos Estados Unidos, calcula que 300 cachorros são mortos por dia em Yulin.  Isso acontece apesar da popularidade que os animais domésticos conquistaram na China há décadas. Segundo o grupo de pesquisas Euromonitor, atualmente cerca de 30 milhões de lares chineses possuem um cachorro.  A HSI se manifestou em 10 de junho em Pequim diante do Escritório de Representação de Yulin e enviou ao presidente Xi Jinping uma petição com 11 milhões de assinaturas.  A campanha #StopYulin (“Pare Yulin”) se converteu em “uma das maiores” da HSI, explica Peter Li, especialista chinês da ONG.  Peter Li considera “muito exagerada” a ideia de que os protestos podem ter um efeito contrário e estimular o consumo de carne canina em Yulin no longo prazo.  Fonte: UOL
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Organizações internacionais e celebridades, com o apoio de milhões de estrangeiros, se uniram para denunciar o Festival Anual da Carne Canina na cidade chinesa de Yulin – uma campanha que, segundo os habitantes, é contraproducente, pois acaba incentivando o consumo desse tipo de carne.
“Minhas vendas de carne de cachorro hoje são muito maiores que antes. No ano passado, cresceram mais de 50%” afirma à AFP Lin, proprietário de um açougue.
Yulin, na região pobre de Guangxi, no sul do país, concentra há anos os olhares de reprovação das ONGs estrangeiras às mortes de cachorros, que são espancados e inclusive fervidos vivos, devido à crença de que quanto mais assustados estejam os animais, melhor será o sabor da carne.
Durante o festival anual, organizado no solstício de verão, que será celebrado neste ano em 21 de junho, são mortos mais de 10.000 cachorros.
Em maio deste ano, ativistas chineses que defendem os direitos animais interceptaram uma caminhonete que levava para Guangxi 400 cachorros e gatos amontoados.
Este tipo de ações, porém, às vezes geram o efeito contrário. “Por causa do protesto, muitas pessoas ficam sabendo que Yulin recebe um festival de carne de cachorro, e vêm para conhecer”, afirma Lin.
“Quando chega perto do festival, os hotéis já anunciam que estão lotados”, acrescenta. Até mesmo os defensores dos animais reconhecem que os protestos acabam sendo contraproducentes.
“Antes, pensava que nossos inimigos eram os que comiam carne canina. Agora, considero que nossos inimigos são os militantes que vêm de fora”, afirma o gerente de um abrigo para cachorros.
Para ele, os protestos internacionais são uma “sabotagem” que irrita os habitantes e os leva a defenderem com força a sua cultura tradicional.
Yulin costuma receber os visitantes com desconfiança, e os açougueiros locais são capazes até de arrancar as câmeras fotográficas das mãos deles.
“Quando os estrangeiros vêm à China e detectam problemas, os cidadãos se irritam e deixam de escutar”, explica o encarregado do abrigo, que acrescenta que “devido à divulgação midiática, a carne de cachorro é cada vez mais consumida”.
Andrea Gung, fundadora da ONG americana Duo Duo, recolheu no ano passado 2,5 milhões de assinaturas contra o festival. Este ano, porém, se viu obrigada a mudar a estratégia devido à hostilidade que enfrentou na edição anterior.
“Todo mundo nos detestava”, afirma.
Seu grupo promove programas sobre o bem-estar dos animais em escolas chinesas, com o objetivo de que os jovens deixem de comer carne de cachorro.
Gung afirma que a maioria dos consumidores de carne canina são homens, devido à crença de que esta estimula a virilidade. “Trazemos slogans como ‘meninas bonitas não saem com quem come cachorro'”, conta.
300 mortes por dia
Embora as críticas se concentrem em Yulin, a carne de cachorro é consumida durante o ano inteiro em vários lugares do sul da China, onde não há nenhuma lei de proteção de espécies não ameaçadas.
Em Yulin, os vendedores ambulantes desmembram os cachorros, cortam a carne e a entregam aos homens sentados envolta das mesas cheias de garrafas de cerveja.
A Humane Society International (HSI), ONG sediada nos Estados Unidos, calcula que 300 cachorros são mortos por dia em Yulin.
Isso acontece apesar da popularidade que os animais domésticos conquistaram na China há décadas. Segundo o grupo de pesquisas Euromonitor, atualmente cerca de 30 milhões de lares chineses possuem um cachorro.
A HSI se manifestou em 10 de junho em Pequim diante do Escritório de Representação de Yulin e enviou ao presidente Xi Jinping uma petição com 11 milhões de assinaturas.
A campanha #StopYulin (“Pare Yulin”) se converteu em “uma das maiores” da HSI, explica Peter Li, especialista chinês da ONG.
Peter Li considera “muito exagerada” a ideia de que os protestos podem ter um efeito contrário e estimular o consumo de carne canina em Yulin no longo prazo.
Fonte: UOL

PROMOÇÃO

A Agência Brasília de Comunicação e Marketing e os parceiros de conteúdo Portal ECO Brasília de Sustentabilidade e ProAnima – Associação Protetora dos Animais do DF lançaram o portal VEG Brasília – O Guia Vegano do Distrito Federal.  O objetivo é reunir em um só lugar todos os estabelecimentos comerciais, produtos e serviços veganos da região, assim como empresas que, mesmo ainda não sendo 100% veganas, oferecem opções desse tipo no cardápio, nas prateleiras ou no atendimento.  Além do Guia comercial, o portal coordenado por uma equipe de comunicação especializada reunirá informações e dicas sobre veganismo, campanhas em defesa dos animais, eventos, notícias e receitas.  Para a diretora geral da ProAnima, Simone Lima, o Guia é importante ferramenta de promoção do veganismo. “Quando as pessoas se interessam, quando tomam contato com a maneira como os animais ditos ‘de produção’ vivem e morrem, muitas se sensibilizam e querem rever seus hábitos alimentares e de vida. Para isso, elas precisam da disponibilidade de produtos livres de sofrimento animal, assim como de informações sobre como reduzir esse impacto na vida dos animais”, afirma. Ela continua. “Quanto mais acesso a informações sobre onde se pode comprar um leite que não envolva o sofrimento de uma vaca, ou onde se pode comer um almoço que não envolva a morte de animais, mais fácil se torna para a pessoa fazer essa transição. Ela então vai tendo ideias de como cozinhar pratos saudáveis em casa, começa a perceber que veganismo não é caro e nem apenas para uma elite, e a descentralizar o produto animal do prato. Enfim, começa a ver que há uma ampliação nas possibilidades do que comer, ao invés de uma suposta ‘restrição’”, explica Simone.  A diretora da ProAnima acrescenta que o VEG Brasília – O Guia Vegano do Distrito Federal vem contribuir nesse momento de crescimento da cultura vegana na sociedade, pois com o aumento da divulgação do estilo de vida vegano, mais empresas e fornecedores são incentivados a oferecer produtos desse tipo. “Acaba sendo um ciclo virtuoso: quanto mais as pessoas têm opções, mais fácil fica de se tornar vegano; quanto mais gente vegana, mais pressão sobre as empresas para entenderem que essa demanda existe e é crescente”, analisa Simone Lima.  Veganize!  Parte da renda obtida com anúncios no Guia será revertida para o programa Veganize! da ProAnima, formado por um grupo de voluntários que trabalham na divulgação do veganismo como a forma mais efetiva de ajudar os animais. “Estamos desenvolvendo oficinas, eventos e produzindo materiais informativos para a popularização do tema, para mostrar que adotar um estilo de vida vegano é a forma mais eficaz e coerente de ajudar os animais”, diz Simone. Ela destaca que há também uma demanda das comunidades periféricas do DF, onde muitas pessoas gostariam de se tornar veganas, mas não têm acesso a produtos ou informação. “Vamos fazer oficinas de culinária vegana com cozinheiros e cozinheiras das próprias comunidades, utilizando inclusive produtos alimentícios não-convencionais (PANCs) e produtos que podem ser encontrados nas feiras livres locais”, completa a diretora da ProAnima.  Mais informações sobre como participar do VEG Brasília – O Guia Vegano do Distrito Federal em www.vegbrasilia.com.br.  Fonte: Eco Brasília
A Agência Brasília de Comunicação e Marketing e os parceiros de conteúdo Portal ECO Brasília de Sustentabilidade e ProAnima – Associação Protetora dos Animais do DF lançaram o portal VEG Brasília – O Guia Vegano do Distrito Federal.
O objetivo é reunir em um só lugar todos os estabelecimentos comerciais, produtos e serviços veganos da região, assim como empresas que, mesmo ainda não sendo 100% veganas, oferecem opções desse tipo no cardápio, nas prateleiras ou no atendimento.
Além do Guia comercial, o portal coordenado por uma equipe de comunicação especializada reunirá informações e dicas sobre veganismo, campanhas em defesa dos animais, eventos, notícias e receitas.
Para a diretora geral da ProAnima, Simone Lima, o Guia é importante ferramenta de promoção do veganismo. “Quando as pessoas se interessam, quando tomam contato com a maneira como os animais ditos ‘de produção’ vivem e morrem, muitas se sensibilizam e querem rever seus hábitos alimentares e de vida. Para isso, elas precisam da disponibilidade de produtos livres de sofrimento animal, assim como de informações sobre como reduzir esse impacto na vida dos animais”, afirma. Ela continua. “Quanto mais acesso a informações sobre onde se pode comprar um leite que não envolva o sofrimento de uma vaca, ou onde se pode comer um almoço que não envolva a morte de animais, mais fácil se torna para a pessoa fazer essa transição. Ela então vai tendo ideias de como cozinhar pratos saudáveis em casa, começa a perceber que veganismo não é caro e nem apenas para uma elite, e a descentralizar o produto animal do prato. Enfim, começa a ver que há uma ampliação nas possibilidades do que comer, ao invés de uma suposta ‘restrição’”, explica Simone.
A diretora da ProAnima acrescenta que o VEG Brasília – O Guia Vegano do Distrito Federal vem contribuir nesse momento de crescimento da cultura vegana na sociedade, pois com o aumento da divulgação do estilo de vida vegano, mais empresas e fornecedores são incentivados a oferecer produtos desse tipo. “Acaba sendo um ciclo virtuoso: quanto mais as pessoas têm opções, mais fácil fica de se tornar vegano; quanto mais gente vegana, mais pressão sobre as empresas para entenderem que essa demanda existe e é crescente”, analisa Simone Lima.
Veganize!
Parte da renda obtida com anúncios no Guia será revertida para o programa Veganize! da ProAnima, formado por um grupo de voluntários que trabalham na divulgação do veganismo como a forma mais efetiva de ajudar os animais. “Estamos desenvolvendo oficinas, eventos e produzindo materiais informativos para a popularização do tema, para mostrar que adotar um estilo de vida vegano é a forma mais eficaz e coerente de ajudar os animais”, diz Simone. Ela destaca que há também uma demanda das comunidades periféricas do DF, onde muitas pessoas gostariam de se tornar veganas, mas não têm acesso a produtos ou informação. “Vamos fazer oficinas de culinária vegana com cozinheiros e cozinheiras das próprias comunidades, utilizando inclusive produtos alimentícios não-convencionais (PANCs) e produtos que podem ser encontrados nas feiras livres locais”, completa a diretora da ProAnima.
Mais informações sobre como participar do VEG Brasília – O Guia Vegano do Distrito Federal emwww.vegbrasilia.com.br.
Fonte: Eco Brasília

Guia reúne empresas, produtos e serviços veganos do DF

TRAGÉDIA na indonésia

Trinta e duas baleias foram encontradas nesta quarta-feira (16) encalhadas em uma praia de Probolinggo, ao leste da província de Java, na Indonésia. Oito delas morreram. As autoridades ainda investigam as causas.  Centenas de pescadores e funcionários da província tentaram levar os animais de volta ao mar, mas oito delas não resistiram, disse Dedy Isfandi, diretor da agência marítima local.  Fonte: G1
Divulgação

Trinta e duas baleias foram encontradas nesta quarta-feira (16) encalhadas em uma praia de Probolinggo, ao leste da província de Java, na Indonésia. Oito delas morreram. As autoridades ainda investigam as causas.
Centenas de pescadores e funcionários da província tentaram levar os animais de volta ao mar, mas oito delas não resistiram, disse Dedy Isfandi, diretor da agência marítima local.
Fonte: G1

uma possível esperança

A professora-assistente de Ciências Clínicas da Universidade do Kansas tem realizado ensaios clínicos para tratar cães, gatos e outros animais com câncer.  Quando os tutores levam os cães, gatos, cavalos e outros animais para o Centro Veterinário para receber cuidados médicos, Wouda e o Serviço de Oncologia oferecem tratamentos inovadores e, muitas vezes, a custos menores, diz o Science Daily.  Wouda também estuda questões importantes, como a melhoria de testes diagnósticos, abordagens e opções de tratamento inovadores, que incluem vacinas e uma combinação de quimioterapia e medicamentos com nanopartículas.  Ela publicou recentemente a sua pesquisa na Oncologia Veterinária Comparativa e no Diário of da Associação Médica Veterinária dos Estados Unidos.  “Embora a cirurgia, radioterapia, quimioterapia e, mais recentemente, a imunoterapia melhorem os resultados dos pacientes, muitos tipos de câncer ainda não têm cura a longo prazo”, explica Wouda.  “Estes ensaios clínicos são um passo crucial”, acrescenta.  A pesquisa de Wouda beneficia os seres humanos também. Muitos cânceres em animais são semelhantes aos de seres humanos, o que significa que o diagnóstico, o monitoramento, o tratamento e a resposta ao tratamento também são similares.  “Qualquer pesquisa que fazemos em nossos pacientes tem o potencial de fornecer informações importantes para descobrirmos a melhor forma de diagnosticar a doença monitorá-la e trata-la em pacientes humanos”, disse Wouda.  “Isso é o que eu gostaria de fazer: continuar a melhorar os resultados para os nossos pacientes veterinários e, por extensão, ajudar os pacientes humanos com câncer.”  O programa de ensaios clínicos se concentra principalmente em cães por causa das semelhanças entre seus cânceres e cânceres humanos, como o melanoma, câncer de pulmão e cânceres urogenitais.  Os cães também convivem com seres humanos e estão expostos aos mesmos fatores ambientais. Além disso, como os cães em geral envelhecem mais rapidamente do que os seres humanos – suas doenças progridem de forma mais veloz e isso é usado pelos pesquisadores para avaliar a eficácia dos tratamentos.  “Para muitos tutores, o câncer é um diagnóstico terminal para o animal querido. Esses estudos oferecem uma oportunidade aos tutores de fornecer uma terapia inovadora para os animais a um preço razoável”, afirmou Wouda.
Reprodução/ScienceDaily

A professora-assistente de Ciências Clínicas da Universidade do Kansas tem realizado ensaios clínicos para tratar cães, gatos e outros animais com câncer.
Quando os tutores levam os cães, gatos, cavalos e outros animais para o Centro Veterinário para receber cuidados médicos, Wouda e o Serviço de Oncologia oferecem tratamentos inovadores e, muitas vezes, a custos menores, diz o Science Daily.
Wouda também estuda questões importantes, como a melhoria de testes diagnósticos, abordagens e opções de tratamento inovadores, que incluem vacinas e uma combinação de quimioterapia e medicamentos com nanopartículas.
Ela publicou recentemente a sua pesquisa na Oncologia Veterinária Comparativa e no Diário of da Associação Médica Veterinária dos Estados Unidos.
“Embora a cirurgia, radioterapia, quimioterapia e, mais recentemente, a imunoterapia melhorem os resultados dos pacientes, muitos tipos de câncer ainda não têm cura a longo prazo”, explica Wouda.
“Estes ensaios clínicos são um passo crucial”, acrescenta.
A pesquisa de Wouda beneficia os seres humanos também. Muitos cânceres em animais são semelhantes aos de seres humanos, o que significa que o diagnóstico, o monitoramento, o tratamento e a resposta ao tratamento também são similares.
“Qualquer pesquisa que fazemos em nossos pacientes tem o potencial de fornecer informações importantes para descobrirmos a melhor forma de diagnosticar a doença monitorá-la e trata-la em pacientes humanos”, disse Wouda.
“Isso é o que eu gostaria de fazer: continuar a melhorar os resultados para os nossos pacientes veterinários e, por extensão, ajudar os pacientes humanos com câncer.”
O programa de ensaios clínicos se concentra principalmente em cães por causa das semelhanças entre seus cânceres e cânceres humanos, como o melanoma, câncer de pulmão e cânceres urogenitais.
Os cães também convivem com seres humanos e estão expostos aos mesmos fatores ambientais. Além disso, como os cães em geral envelhecem mais rapidamente do que os seres humanos – suas doenças progridem de forma mais veloz e isso é usado pelos pesquisadores para avaliar a eficácia dos tratamentos.
“Para muitos tutores, o câncer é um diagnóstico terminal para o animal querido. Esses estudos oferecem uma oportunidade aos tutores de fornecer uma terapia inovadora para os animais a um preço razoável”, afirmou Wouda.
Fonte:ANDA

um verdadeiro absurdo

UM VERDADEIRO ABSURDO  Reprodução/Instagram/hendfq  Há um novo sinônimo de “status” entre os milionários e infelizmente não envolve a ostentação de compras de marcas de grife, jatos particulares, viagens ou carros luxuosos.  Agora esses indivíduos procuram animais considerados exóticos, como tigres, leopardos e leões para criarem como se fossem animais domésticos, diz o Daily Mail.  Não bastasse a exploração, eles também postam fotos no Instagram para exibir esses animais como se fossem brinquedos. Há chitas dentro de carros ou registros de um mergulho na piscina com um leão.  Humaid AlBuQaish gosta de “colecionar” grandes felinos como se fossem objetos, que ele adora mostrar aos seus 859 mil seguidores no Instagram.  Reprodução/Instagram/petrograd90 Reprodução/Instagram/petrograd90  Embora não esteja totalmente claro o que AlBuQaish faz para sobreviver, ele possui um estilo de vida luxuoso o suficiente para manter um verdadeiro zoológico em sua casa.  Regularmente, ele posta fotos e vídeos de si mesmo lutando com os predadores. AlBuQaish também compartilhou um vídeo no qual abraçava dois chimpanzés vestidos com camisetas.  Outro fã de animais “exóticos” alegou que, para algumas pessoas, não é nada estranho conviver com um grande felino como um animal doméstico, como se fosse um cão.  Reprodução/Instagram/humaidalbuqaish Reprodução/Instagram/humaidalbuqaish  Alguns seguidores do Instagram ficaram perturbados ao verem uma foto de um filhote de leão dentro de uma bolsa para carregar gatos da grife Louis Vuitton, que foi postado por Hendfq que disse: “Eu amo como a Louis Vuitton sempre pensa nas pequenas coisas e as torna uma experiência luxuosa.”  Hendfq se defendeu e declarou que os “árabes sempre criaram animais selvagens (especialmente chitas) por centenas de anos. Eles são facilmente domesticados.”  Estes animais selvagens não são apenas mantidos confinados como animais domésticos enquanto ainda são filhotes.  Há imagens de grandes felinos adultos, incluindo um tigre mergulhando a pata em uma piscina ao lado de uma mulher vestida de biquíni e um leão em uma viagem dentro de um barco de alta velocidade.  Em Dubai, as chitas parecem ser particularmente populares para serem criadas como animais domésticos e muitos usuários do Instagram postaram imagens dos animais em veículos de luxo.  Uma das imagens mostrava uma chita dentro de um Lamborghini amarelo cuja legenda era: “O carro perfeito para correr com o animal doméstico perfeito.”  Em outro caso, um dos felinos foi acorrentado à roda dianteira de uma Ferrari para ser fotografado.  É ilegal criar uma chita como animal doméstico no país, o que não diminui a procura por animais selvagens.  Já nos Emirados Árabes Unidos, em alguns países da Ásia Ocidental, e em algumas partes da África, não há restrições para criar animais selvagens em propriedades residenciais.  Fonte: ANDA
Reprodução/Instagram/hendfq

Há um novo sinônimo de “status” entre os milionários e infelizmente não envolve a ostentação de compras de marcas de grife, jatos particulares, viagens ou carros luxuosos.
Agora esses indivíduos procuram animais considerados exóticos, como tigres, leopardos e leões para criarem como se fossem animais domésticos, diz o Daily Mail.
Não bastasse a exploração, eles também postam fotos no Instagram para exibir esses animais como se fossem brinquedos. Há chitas dentro de carros ou registros de um mergulho na piscina com um leão.
Humaid AlBuQaish gosta de “colecionar” grandes felinos como se fossem objetos, que ele adora mostrar aos seus 859 mil seguidores no Instagram.
UM VERDADEIRO ABSURDO  Reprodução/Instagram/hendfq  Há um novo sinônimo de “status” entre os milionários e infelizmente não envolve a ostentação de compras de marcas de grife, jatos particulares, viagens ou carros luxuosos.  Agora esses indivíduos procuram animais considerados exóticos, como tigres, leopardos e leões para criarem como se fossem animais domésticos, diz o Daily Mail.  Não bastasse a exploração, eles também postam fotos no Instagram para exibir esses animais como se fossem brinquedos. Há chitas dentro de carros ou registros de um mergulho na piscina com um leão.  Humaid AlBuQaish gosta de “colecionar” grandes felinos como se fossem objetos, que ele adora mostrar aos seus 859 mil seguidores no Instagram.  Reprodução/Instagram/petrograd90 Reprodução/Instagram/petrograd90  Embora não esteja totalmente claro o que AlBuQaish faz para sobreviver, ele possui um estilo de vida luxuoso o suficiente para manter um verdadeiro zoológico em sua casa.  Regularmente, ele posta fotos e vídeos de si mesmo lutando com os predadores. AlBuQaish também compartilhou um vídeo no qual abraçava dois chimpanzés vestidos com camisetas.  Outro fã de animais “exóticos” alegou que, para algumas pessoas, não é nada estranho conviver com um grande felino como um animal doméstico, como se fosse um cão.  Reprodução/Instagram/humaidalbuqaish Reprodução/Instagram/humaidalbuqaish  Alguns seguidores do Instagram ficaram perturbados ao verem uma foto de um filhote de leão dentro de uma bolsa para carregar gatos da grife Louis Vuitton, que foi postado por Hendfq que disse: “Eu amo como a Louis Vuitton sempre pensa nas pequenas coisas e as torna uma experiência luxuosa.”  Hendfq se defendeu e declarou que os “árabes sempre criaram animais selvagens (especialmente chitas) por centenas de anos. Eles são facilmente domesticados.”  Estes animais selvagens não são apenas mantidos confinados como animais domésticos enquanto ainda são filhotes.  Há imagens de grandes felinos adultos, incluindo um tigre mergulhando a pata em uma piscina ao lado de uma mulher vestida de biquíni e um leão em uma viagem dentro de um barco de alta velocidade.  Em Dubai, as chitas parecem ser particularmente populares para serem criadas como animais domésticos e muitos usuários do Instagram postaram imagens dos animais em veículos de luxo.  Uma das imagens mostrava uma chita dentro de um Lamborghini amarelo cuja legenda era: “O carro perfeito para correr com o animal doméstico perfeito.”  Em outro caso, um dos felinos foi acorrentado à roda dianteira de uma Ferrari para ser fotografado.  É ilegal criar uma chita como animal doméstico no país, o que não diminui a procura por animais selvagens.  Já nos Emirados Árabes Unidos, em alguns países da Ásia Ocidental, e em algumas partes da África, não há restrições para criar animais selvagens em propriedades residenciais.  Fonte: ANDA
Reprodução/Instagram/petrograd90

Embora não esteja totalmente claro o que AlBuQaish faz para sobreviver, ele possui um estilo de vida luxuoso o suficiente para manter um verdadeiro zoológico em sua casa.
Regularmente, ele posta fotos e vídeos de si mesmo lutando com os predadores. AlBuQaish também compartilhou um vídeo no qual abraçava dois chimpanzés vestidos com camisetas.
Outro fã de animais “exóticos” alegou que, para algumas pessoas, não é nada estranho conviver com um grande felino como um animal doméstico, como se fosse um cão.
UM VERDADEIRO ABSURDO  Reprodução/Instagram/hendfq  Há um novo sinônimo de “status” entre os milionários e infelizmente não envolve a ostentação de compras de marcas de grife, jatos particulares, viagens ou carros luxuosos.  Agora esses indivíduos procuram animais considerados exóticos, como tigres, leopardos e leões para criarem como se fossem animais domésticos, diz o Daily Mail.  Não bastasse a exploração, eles também postam fotos no Instagram para exibir esses animais como se fossem brinquedos. Há chitas dentro de carros ou registros de um mergulho na piscina com um leão.  Humaid AlBuQaish gosta de “colecionar” grandes felinos como se fossem objetos, que ele adora mostrar aos seus 859 mil seguidores no Instagram.  Reprodução/Instagram/petrograd90 Reprodução/Instagram/petrograd90  Embora não esteja totalmente claro o que AlBuQaish faz para sobreviver, ele possui um estilo de vida luxuoso o suficiente para manter um verdadeiro zoológico em sua casa.  Regularmente, ele posta fotos e vídeos de si mesmo lutando com os predadores. AlBuQaish também compartilhou um vídeo no qual abraçava dois chimpanzés vestidos com camisetas.  Outro fã de animais “exóticos” alegou que, para algumas pessoas, não é nada estranho conviver com um grande felino como um animal doméstico, como se fosse um cão.  Reprodução/Instagram/humaidalbuqaish Reprodução/Instagram/humaidalbuqaish  Alguns seguidores do Instagram ficaram perturbados ao verem uma foto de um filhote de leão dentro de uma bolsa para carregar gatos da grife Louis Vuitton, que foi postado por Hendfq que disse: “Eu amo como a Louis Vuitton sempre pensa nas pequenas coisas e as torna uma experiência luxuosa.”  Hendfq se defendeu e declarou que os “árabes sempre criaram animais selvagens (especialmente chitas) por centenas de anos. Eles são facilmente domesticados.”  Estes animais selvagens não são apenas mantidos confinados como animais domésticos enquanto ainda são filhotes.  Há imagens de grandes felinos adultos, incluindo um tigre mergulhando a pata em uma piscina ao lado de uma mulher vestida de biquíni e um leão em uma viagem dentro de um barco de alta velocidade.  Em Dubai, as chitas parecem ser particularmente populares para serem criadas como animais domésticos e muitos usuários do Instagram postaram imagens dos animais em veículos de luxo.  Uma das imagens mostrava uma chita dentro de um Lamborghini amarelo cuja legenda era: “O carro perfeito para correr com o animal doméstico perfeito.”  Em outro caso, um dos felinos foi acorrentado à roda dianteira de uma Ferrari para ser fotografado.  É ilegal criar uma chita como animal doméstico no país, o que não diminui a procura por animais selvagens.  Já nos Emirados Árabes Unidos, em alguns países da Ásia Ocidental, e em algumas partes da África, não há restrições para criar animais selvagens em propriedades residenciais.  Fonte: ANDA
Reprodução/Instagram/humaidalbuqaish

Alguns seguidores do Instagram ficaram perturbados ao verem uma foto de um filhote de leão dentro de uma bolsa para carregar gatos da grife Louis Vuitton, que foi postado por Hendfq que disse: “Eu amo como a Louis Vuitton sempre pensa nas pequenas coisas e as torna uma experiência luxuosa.”
Hendfq se defendeu e declarou que os “árabes sempre criaram animais selvagens (especialmente chitas) por centenas de anos. Eles são facilmente domesticados.”
Estes animais selvagens não são apenas mantidos confinados como animais domésticos enquanto ainda são filhotes.
Há imagens de grandes felinos adultos, incluindo um tigre mergulhando a pata em uma piscina ao lado de uma mulher vestida de biquíni e um leão em uma viagem dentro de um barco de alta velocidade.
Em Dubai, as chitas parecem ser particularmente populares para serem criadas como animais domésticos e muitos usuários do Instagram postaram imagens dos animais em veículos de luxo.
Uma das imagens mostrava uma chita dentro de um Lamborghini amarelo cuja legenda era: “O carro perfeito para correr com o animal doméstico perfeito.”
Em outro caso, um dos felinos foi acorrentado à roda dianteira de uma Ferrari para ser fotografado.
É ilegal criar uma chita como animal doméstico no país, o que não diminui a procura por animais selvagens.
Já nos Emirados Árabes Unidos, em alguns países da Ásia Ocidental, e em algumas partes da África, não há restrições para criar animais selvagens em propriedades residenciais.
Fonte: ANDA

RESPEITO

Os primeiros bairros que serão atendidos com a Lei Estadual são: o Centro, o Cidade Jardim, o Km-7 e o Pachá I.  “Conhecemos o Duque por meio de um pedido que foi feito nas redes sociais para ajudá-lo a protegê-lo do frio. Um munícipe pediu a nossa ajuda e levamos ele ao veterinário onde foi diagnosticado com a doença do carrapato e problema grave de pele. Ele atualmente está sendo medicado duas vezes ao dia pelas protetoras e recebe o carinho da população que frequenta o local. A noite, além da caminha também colocamos a roupinha para esquentá-lo do frio”, aponta Naiara.  Outro cachorro que é atendido com todo carinho da população é o Gordo.  “O Gordo é um cachorro que há anos está no centro da cidade e os comerciantes o adoram. Pela manhã ele até tem a sua rotina de ir em cada estabelecimento”, conta Naiara. No Cidade Jardim um animalzinho também já foi atendido e tem como protetoras as moradoras do local. O cão comunitário também pode ser adotado.  “Um dos objetivos da lei é justamente esse: que ele tenha moradia digna. E as pessoas que se interessar em adotar – pode adotá-lo sim. Por enquanto ele está na rua e recebe a sua casinha, água e demais cuidados. Mas um dos objetivos é que a população possa conhecê-la, saber que ele é comunitário, que não é apenas um cão que saiu para dar uma voltinha e que se alguém se interessar pode adotá-lo. Até mesmo que se está na rua é que ainda não conseguiu uma moradia”, pontua.  Já a Lei Municipal 5.718/2015 artigo 29 determina que “entende-se por maus tratos contra animais toda e qualquer ação decorrente de imprudência, imperícia ou ato voluntário e intencional, que atende contra sua saúde e necessidades animais naturais, físicas e mentais”, diz a Lei.  A lei ainda punirá o autor de qualquer tipo de ameaça ao animal. A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98) define como crime os maus-tratos a animais com pena de três meses a um ano de detenção e multa.  “A Lei Municipal também entende como mau trato manter o animal sem abrigo, em lugares impróprios ou que lhe impeçam de movimentação e/ou descanso ou que ainda fiquem privados de ar ou luz solar, bem como alimentação adequada e água”, esclarece Naiara.  As pessoas interessadas em ajudar com qualquer quantia simbólica deve entrar em contato pelo Facebook Aumigas do Pet ou através dos telefones (17) 99128-7339 ou 99777-9907.  Fonte: O Regional
A Lei Estadual 12.916/2008 oferece ao cão comunitário moradia e condições de sobrevivência. Em Catanduva, a Lei está sendo praticada e o cãozinho Duque que fica no Terminal Urbano foi o primeiro animal amparado. A casa do cãozinho tem chamado à atenção das pessoas que por ali passam. E, além de receber o carinho da população ele também está amparado de acordo com a Lei e até ganhou casinha, comida, água, microchipagem, esterilização e roupinha. A ação é realizada entre o município, voluntário e tem o respaldo de uma ONG de proteção aos animais.
“Toda vez que venho no terminal trago alguma coisa para o Duque, ele é muito dócil e se eu não morasse em apartamento pegaria ele para mim”, diz a diarista Adelaide Matias de Barros que habitualmente frequenta o Terminal Urbano de Catanduva. O cão comunitário recebeu do município a esterilização e a microchipagem.
“O Duque foi o nosso primeiro cãozinho que recebeu a esterilização e a microchipagem, mas em Catanduva deve ter mais de 100 cachorros em situação de rua e mais de 550 gatos. Só que para os gatos, por ser mais arrisco e não ter parada fixa, aí fica mais difícil de protegê-los, mas os cães temos a expectativa de ampará-los de acordo com a Lei Estadual”, explica Naiara Fonseca, diretora do Centro de Controle de Zoonoses de Catanduva (CCZ).
A doação da casinha foi realizada por meio das protetoras da ONG Aumigas do Pet que também é liderada por Naiara. “Sempre estamos realizando na cidade ações em prol dos animais carentes. E a compra da casinha foi possível por meio de doação, cada pessoa doa o que pode e agente compra. Além da casinha também compramos o cadeado e a corrente para amarrarmos ela no local. Também compramos potes para água e comida e a própria comunidade ajuda em abastecer os potinhos”, diz Naiara.
A Lei Estadual tem como objetivo proteger o animal do frio e dar direito a alimentação e condições dignas de vida. “No Terminal, o Duque já tem seus “donos”. Ele é muito querido pelos taxistas e comerciantes que diariamente oferecem comida e água limpa. Então a casinha, a esterilização e a microchipagem vem para protegê-lo ainda mais”, frisa Naiara.
Os primeiros bairros que serão atendidos com a Lei Estadual são: o Centro, o Cidade Jardim, o Km-7 e o Pachá I.  “Conhecemos o Duque por meio de um pedido que foi feito nas redes sociais para ajudá-lo a protegê-lo do frio. Um munícipe pediu a nossa ajuda e levamos ele ao veterinário onde foi diagnosticado com a doença do carrapato e problema grave de pele. Ele atualmente está sendo medicado duas vezes ao dia pelas protetoras e recebe o carinho da população que frequenta o local. A noite, além da caminha também colocamos a roupinha para esquentá-lo do frio”, aponta Naiara.  Outro cachorro que é atendido com todo carinho da população é o Gordo.  “O Gordo é um cachorro que há anos está no centro da cidade e os comerciantes o adoram. Pela manhã ele até tem a sua rotina de ir em cada estabelecimento”, conta Naiara. No Cidade Jardim um animalzinho também já foi atendido e tem como protetoras as moradoras do local. O cão comunitário também pode ser adotado.  “Um dos objetivos da lei é justamente esse: que ele tenha moradia digna. E as pessoas que se interessar em adotar – pode adotá-lo sim. Por enquanto ele está na rua e recebe a sua casinha, água e demais cuidados. Mas um dos objetivos é que a população possa conhecê-la, saber que ele é comunitário, que não é apenas um cão que saiu para dar uma voltinha e que se alguém se interessar pode adotá-lo. Até mesmo que se está na rua é que ainda não conseguiu uma moradia”, pontua.  Já a Lei Municipal 5.718/2015 artigo 29 determina que “entende-se por maus tratos contra animais toda e qualquer ação decorrente de imprudência, imperícia ou ato voluntário e intencional, que atende contra sua saúde e necessidades animais naturais, físicas e mentais”, diz a Lei.  A lei ainda punirá o autor de qualquer tipo de ameaça ao animal. A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98) define como crime os maus-tratos a animais com pena de três meses a um ano de detenção e multa.  “A Lei Municipal também entende como mau trato manter o animal sem abrigo, em lugares impróprios ou que lhe impeçam de movimentação e/ou descanso ou que ainda fiquem privados de ar ou luz solar, bem como alimentação adequada e água”, esclarece Naiara.  As pessoas interessadas em ajudar com qualquer quantia simbólica deve entrar em contato pelo Facebook Aumigas do Pet ou através dos telefones (17) 99128-7339 ou 99777-9907.  Fonte: O Regional
Os primeiros bairros que serão atendidos com a Lei Estadual são: o Centro, o Cidade Jardim, o Km-7 e o Pachá I.
“Conhecemos o Duque por meio de um pedido que foi feito nas redes sociais para ajudá-lo a protegê-lo do frio. Um munícipe pediu a nossa ajuda e levamos ele ao veterinário onde foi diagnosticado com a doença do carrapato e problema grave de pele. Ele atualmente está sendo medicado duas vezes ao dia pelas protetoras e recebe o carinho da população que frequenta o local. A noite, além da caminha também colocamos a roupinha para esquentá-lo do frio”, aponta Naiara.
Outro cachorro que é atendido com todo carinho da população é o Gordo.
“O Gordo é um cachorro que há anos está no centro da cidade e os comerciantes o adoram. Pela manhã ele até tem a sua rotina de ir em cada estabelecimento”, conta Naiara. No Cidade Jardim um animalzinho também já foi atendido e tem como protetoras as moradoras do local. O cão comunitário também pode ser adotado.
“Um dos objetivos da lei é justamente esse: que ele tenha moradia digna. E as pessoas que se interessar em adotar – pode adotá-lo sim. Por enquanto ele está na rua e recebe a sua casinha, água e demais cuidados. Mas um dos objetivos é que a população possa conhecê-la, saber que ele é comunitário, que não é apenas um cão que saiu para dar uma voltinha e que se alguém se interessar pode adotá-lo. Até mesmo que se está na rua é que ainda não conseguiu uma moradia”, pontua.
Já a Lei Municipal 5.718/2015 artigo 29 determina que “entende-se por maus tratos contra animais toda e qualquer ação decorrente de imprudência, imperícia ou ato voluntário e intencional, que atende contra sua saúde e necessidades animais naturais, físicas e mentais”, diz a Lei.
A lei ainda punirá o autor de qualquer tipo de ameaça ao animal. A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98) define como crime os maus-tratos a animais com pena de três meses a um ano de detenção e multa.
“A Lei Municipal também entende como mau trato manter o animal sem abrigo, em lugares impróprios ou que lhe impeçam de movimentação e/ou descanso ou que ainda fiquem privados de ar ou luz solar, bem como alimentação adequada e água”, esclarece Naiara.
As pessoas interessadas em ajudar com qualquer quantia simbólica deve entrar em contato pelo Facebook Aumigas do Pet ou através dos telefones (17) 99128-7339 ou 99777-9907.
Fonte: O Regional

VÍTIMA DE ASSALTO

Sem ambulância para realizar resgates, a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) precisou ir buscar de ônibus uma cadelinha atropelada, que aguardava socorro desde 6h numa rua do bairro do Colubandê, em São Gonçalo. Segundo a presidente da Suipa, Izabel Cristina Nascimento, a entidade costuma atender em média 6 pedidos diários para resgatar cães, gatos e até cavalos acidentados, a maioria em cidade da Baixada Fluminense e da Região Metropolitana. Uma média de 180 animais são socorridos pela ONG nas vias públicas. Na manhã de domingo, a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suípa) teve a segunda ambulância roubada em menos de 15 dias. A Fiorino branca placa KWN 6198 foi interceptada por três homens armados em um Gol cinza na Rua Prefeito Olimpio de Melo, na altura da barreira do Vasco, em São Cristóvão.  “Tivemos este carro roubado ontem e no dia 31 já tinha roubado uma outra ambulância, que foi recuperada, mas está na oficina mecânica sem previsão de entrega. Consegui resgatar esta cadelinha de ônibus porque o caso dela não era grave, mas a maioria dos chamados que recebemos são de animais com atropelamentos sérios, com fraturas expostas. Estes não podemos trazer de ônibus. Estamos torcendo para a ambulância ser encontrada, porque ela era toda preparada, com gaiolas de alumínio que fizemos sob encomenda”,  diz Izabel Cristina.  A cadela, uma de cerca de 1 ano e meio, foi batizada de “Namorada”. Ela teve ferimentos leves após ser atropelada e está em tratamento na sede da ONG, em Benfica. Como vivia nas ruas, explica Izabel, “Namorada” está com sarna e subnutrida.  De acordo com Izabel Cristina Nascimento, o motorista resgataria a cadelinha atropelada em São Gonçalo. Na emboscada, um dos bandidos assumiu a direção, tirou o motorista da Suipa do carro e em comboio subiu o viaduto em direção à Avenida Brasil.  “Acredito que seja uma ação premeditada, já que no dia 31 de maio roubaram nossa outra ambulância, também identificada, mas com 600kg de ração, que tinham acabado de ser comprados com dinheiro de doações. No entanto, no roubo de hoje a ambulância estava sem ração”, afirma Izabel.  A primeira ambulância furtada foi encontrada no dia 2 de junho perto da Avenida Brasil, onde uma carro do 22º BPM (Bonsucesso) constatou que os criminosos teriam tentado arrancar o adesivo de identificação das duas laterais e arranhando a lataria. Não havia nenhum saco de ração no veículo.  A Suipa pede para que a população colabore e dê pistas sobre o veículo pelo telefone: 3297-8760.  Os carros da Suipa foram adquiridos com doações dos sócios.  “Não entendo como estão roubando uma ONG que salva vidas de animais. Antes, podíamos fazer nosso trabalho em todo o estado e éramos respeitados, agora, nem a Suipa está escapando”, criticou Izabel Cristina.  Fonte: Extra
Foto: Divulgação
Sem ambulância para realizar resgates, a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) precisou ir buscar de ônibus uma cadelinha atropelada, que aguardava socorro desde 6h numa rua do bairro do Colubandê, em São Gonçalo. Segundo a presidente da Suipa, Izabel Cristina Nascimento, a entidade costuma atender em média 6 pedidos diários para resgatar cães, gatos e até cavalos acidentados, a maioria em cidade da Baixada Fluminense e da Região Metropolitana. Uma média de 180 animais são socorridos pela ONG nas vias públicas. Na manhã de domingo, a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suípa) teve a segunda ambulância roubada em menos de 15 dias. A Fiorino branca placa KWN 6198 foi interceptada por três homens armados em um Gol cinza na Rua Prefeito Olimpio de Melo, na altura da barreira do Vasco, em São Cristóvão.
“Tivemos este carro roubado ontem e no dia 31 já tinha roubado uma outra ambulância, que foi recuperada, mas está na oficina mecânica sem previsão de entrega. Consegui resgatar esta cadelinha de ônibus porque o caso dela não era grave, mas a maioria dos chamados que recebemos são de animais com atropelamentos sérios, com fraturas expostas. Estes não podemos trazer de ônibus. Estamos torcendo para a ambulância ser encontrada, porque ela era toda preparada, com gaiolas de alumínio que fizemos sob encomenda”,  diz Izabel Cristina.
A cadela, uma de cerca de 1 ano e meio, foi batizada de “Namorada”. Ela teve ferimentos leves após ser atropelada e está em tratamento na sede da ONG, em Benfica. Como vivia nas ruas, explica Izabel, “Namorada” está com sarna e subnutrida.
De acordo com Izabel Cristina Nascimento, o motorista resgataria a cadelinha atropelada em São Gonçalo. Na emboscada, um dos bandidos assumiu a direção, tirou o motorista da Suipa do carro e em comboio subiu o viaduto em direção à Avenida Brasil.
“Acredito que seja uma ação premeditada, já que no dia 31 de maio roubaram nossa outra ambulância, também identificada, mas com 600kg de ração, que tinham acabado de ser comprados com dinheiro de doações. No entanto, no roubo de hoje a ambulância estava sem ração”, afirma Izabel.
A primeira ambulância furtada foi encontrada no dia 2 de junho perto da Avenida Brasil, onde uma carro do 22º BPM (Bonsucesso) constatou que os criminosos teriam tentado arrancar o adesivo de identificação das duas laterais e arranhando a lataria. Não havia nenhum saco de ração no veículo.
A Suipa pede para que a população colabore e dê pistas sobre o veículo pelo telefone: 3297-8760.
Os carros da Suipa foram adquiridos com doações dos sócios.
“Não entendo como estão roubando uma ONG que salva vidas de animais. Antes, podíamos fazer nosso trabalho em todo o estado e éramos respeitados, agora, nem a Suipa está escapando”, criticou Izabel Cristina.
Fonte: Extra

Sem ambulância, Suipa resgata animal de ônibus no Rio

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