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TERESINA (PI)
O número de animais domésticos abandonados vem crescendo vertiginosamente em Teresina. Nas ruas, é perceptível a quantidade de cães e gatos que vivem à deriva, em um cenário que contribui para o aumento populacional descontrolado desses animais, uma vez que não possuem tutores que proporcionem medidas anticoncepcionais, como a castração, além do carinho e cuidado essenciais a qualquer animal.
Tendo em vista a preocupação com esse cenário, a Gelato & Grano realizará, de 13 a 19 de julho, uma ação em prol de Organizações que lutam pela proteção e direito animais, a Gelato Bom pra Cachorro. Parte das vendas de gelatos será destinada para a Associação de Proteção e Amor aos Animais (APIPA) em Teresina, e à Jeri Sobre Patas, na vila de Jericoacoara, cenário paradisíaco onde nasceu a gelateria e onde também existem animais abandonados que precisam de cuidados.
Sobre a causa
A preocupação com o meio ambiente e a causa animais sempre foram bandeiras presentes na história da Gelato & Grano e de seus proprietários, os curitibanos Biba e Suiane. Em Jericoacoara, onde têm residência fixada há mais de uma década, o casal já resgatou e adotou cachorros em situação de vulnerabilidade. Em Teresina, o simpático Branquinho costumava transitar em frente à gelateria ainda no período de obras, cabisbaixo e com várias feridas pelo corpo. Biba não hesitou em resgatá-lo, oferecer todo o tratamento e carinho necessários e, hoje, Branquinho faz parte da família Gelato & Grano.
Além de arrecadar fundos para que a APIPA e a Jeri Sobre Patas continuem tratando de animais abandonados e encontrando lares para estes, o objetivo da Gelato & Grano com a ação é despertar nas pessoas o interesse de buscar formas de ajudar esses amiguinhos de quatro patas, seja com a doação de alimento, dinheiro, oferencendo um lar ou simplesmente doando carinho, visto que as ONGs encontram-se sempre carentes de espaço e de recursos financeiros.
Fonte: Capital Teresina
SÃO PAULO
Na lista das ameaçadas no Estado de São Paulo, um grupo de oito bugios-pretos foi visto na Floresta Estadual de Bebedouro, unidade de conservação administrada pelo Instituto Florestal (IF)
Imagens registradas dão um alento na luta pela preservação de espécies de animais em extinção. Na lista das ameaçadas no Estado de São Paulo, um grupo de oito bugios-pretos foi visto na Floresta Estadual de Bebedouro, unidade de conservação administrada pelo Instituto Florestal (IF).
Para proteger os primatas que vivem no território paulista, a Secretaria do Meio Ambiente instituiu a Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo – Pró-Primatas Paulistas. O objetivo é promover o conhecimento científico, conservação, recuperação das espécies em seu habitat por meio de ações diretas e de educação ambiental.
A destruição das florestas estão entre as principais causas do desaparecimento de várias espécies. Os bugios-pretos, por exemplo, costumam frequentar áreas próximas à sede da unidade da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, passando pela copa das árvores, onde se alimentam das folhas. A Floresta de Bebedouro representa, portanto, ponto importante de preservação dessa espécie. Inclusive, é comum observar fêmeas carregando filhotes nas costas, sinal que a área oferece condições necessárias para reprodução e sobrevivência do grupo.
No mundo, são conhecidas 497 espécies de primatas. Com a inclusão das subespécies reconhecidas, esse número sobe para 696. No Brasil, existem 123 espécies distribuídas em cinco famílias, que representam aproximadamente 25% dos indivíduos em nível mundial. No Estado de São Paulo, existem 10 espécies, seis delas estão sob ameaça de extinção.
O Plano de Ação para Conservação dos Primatas Paulistas prevê a realização, entre outros, dos seguintes projetos: plano de atendimento a emergências, conservação do mico-leão-preto em paisagens fragmentadas, pesquisa e conservação de muriqui-do-sul em Barreiro Rico, estratégia para conservação no extremo oeste paulista; e ampliação da Estação Ecológica de Caetetus.
Denuncie
Para denunciar atividades que coloquem em risco a fauna, ligue no 190 da Polícia Militar Ambiental ou por meio do Disque Ambiente no 0800 113560.
Fonte: Portal do Governo do Estado
COVARDIA COMETIDA POR UM CANALHA SAFADO!
Homem é flagrado agredindo cachorros com chicote em Poços de Caldas (Foto: Reprodução EPTV)
“Eu fiquei nervoso, não sei por que fiz aquilo”, disse o homem que aparece em um vídeo agredindo três cães com um chicote na última semana em Poços de Caldas (MG). Reginaldo Grilo chegou a ser detido, mas foi ouvido e liberado e pode pegar de volta os cães que tinham sido levados para uma entidade protetora de animais. Grilo admite que exagerou. Segundo ele, o que teria motivado a agressão foi uma invasão dos cães ao galinheiro.
Após a repercussão do vídeo nas redes sociais, Grilo chegou a ser detido, mas por ordem da delegada Gisnéia Mirela Ramirez, foi solto e os cães foram devolvidos a ele. A esposa dele, Regina Campos, se responsabilizou pelo bem estar os animais. “Nós levamos eles no veterinário, ela examinou os três, que são castrados e fez o laudo”, comentou a mulher.
Mas a presidente da Associação Protetora dos Animais (APA) não se conforma com a situação. “É um absurdo, pois a partir do momento que consta no vídeo a agressão, ele teve o trabalho de fazer um chicote, isso quer dizer que as intenções são más”, declarou Vera Facci.
O caso
Os cães foram vítimas de agressões na quinta-feira (9) no bairro Parque Pinheiros, em Poços de Caldas. Em um vídeo, os cães aparecem sendo chicoteados pelo tutor no quintal da casa.
O caso gerou muita comoção nas redes sociais. Um exemplo é o apresentador da TV Globo,André Marques, que se sensibilizou com a causa e publicou o conteúdo em seus perfis e questionou: “Até quando?”.
Fonte: G1
REDUÇÃO DO ABANDONO
Foto: Divulgação
Em ação promovida pelas voluntárias da SOS Vida Animal, com apoio da prefeitura de Jacinto Machado e do Instituto SOS Bicho Urbano, foi realizado o 3º Mutirão de Castração de Animais no município. De acordo com os organizadores, foram 100 animais esterilizados.
“O projeto tem como objetivo reduzir a população de animais abandonados, prevenir zoonoses e colaborar com a qualidade de vida dos animais de estimação, prevenindo doenças.” comenta a voluntária Danusa Antoneli Bristot.
Fonte: Correio do Sul
LIBERDADE
Foto: Divulgação
As jovens elefantas Tora e Rani são os primeiros exemplos de reabilitação bem-sucedida do projeto IFAW-WTI, e puderam ser reintegradas às manadas selvagens de Assam, Índia. Depois de 60 dias acompanhando as elefantas em sua reinserção na natureza, especialistas comemoraram o sucesso da missão.
A história começou em fevereiro de 2007, quando foi iniciado o Projeto de Reabilitação de Elefantes IFAW-WTI, em colaboração com o Departamento Florestal do Estado de Assam, Índia. Nesses oito anos, o programa transferiu 19 jovens elefantes resgatados para uma reserva, onde seriam reabilitados. Atualmente, nove elefantes devolvidos à natureza estão sendo monitorados por radiotelemetria, por períodos que variam de nove a 38 meses. As informações são do site One Green Planet.
A complexidade do processo de reabilitação desses filhotes de elefante é fato conhecido, e a taxa de êxito é de apenas 47.3%.
Alguns afirmam que o monitoramento efetuado após a reabilitação seja a fase mais desafiadora, mas a emoção de ver as manadas selvagens acolhendo jovens elefantes cuidados por seres humanos desde o nascimento é extremamente gratificante para os especialistas envolvidos no processo de reabilitação.
A assimilação e integração desses jovens elefantes criados por seres humanos é essencial para que aprendam habilidades de sobrevivência e reprodução, já que foram privados da vida social normal de um elefante durante a infância.
Nos últimos oito anos, o projeto IFAW-WTI documentou esses encontros quatro vezes, mas grande parte das assimilações são temporárias, e os jovens elefantes reabilitados acabam sozinhos na natureza.
Tanto Rani, quanto Tora tinham apenas dois meses de idade quando foram resgatadas. Depois do processo, foram libertadas juntas. Após uma tentativa frustrada de associação, as elefantas encontraram em abril desse ano um rebanho selvagem receptivo à sua assimilação, e com ele permanecem até hoje.
A família de elefantes que integrou as duas fêmeas possui entre 10 e 15 indivíduos, e pelo menos quatro deles são filhotes. Isso ajuda os cientistas a acompanhar seus rastros, já que uma família com membros tão jovens não consegue se movimentar rapidamente.
AVANÇO
Aproximadamente 80 cães e gatos são adotados em Campinas por mês. O número é considerado baixo, diante de uma cidade que tem cerca de 25 mil animais abandonados. O presidente da Associação Amigos dos Animais de Campinas, Flávio Lamas, destaca que há um avanço no conceito da adoção, mas ainda há algumas preferências pela idade ou aparência que acabam deixando o cão ou o gato sem um lar.
O Thiago Amaro foi morar com a Camila Pádua no ano passado e logo que o casal se uniu, resolveram aumentar a família. Eles não tiveram dúvidas em optar pela adoção de um cachorro e foram sem nenhum preconceito. Eles encontraram a Amora, como conta o Thiago.
Diante do número de animais abandonados e de pessoas como o Thiago que querem um amigo, uma companhia, uma Rede de Franquias no setor animal, trouxe pra Campinas neste mês de julho uma loja com todo estrutura de um pet shop, mas um diferencial, ela tem um centro permanente de adoção de cães e gatos.
A expectativa é que com esse ponto fixo as adoções aumentem em até 50% em Campinas, chegando a uma média de 120 adoções por mês, considerando a loja e as feiras de adoção realizadas pelas dez ONGs da cidade.
A adoção deve ser consciente. Quem adota um cão ou gato precisa ter condições para levar ao veterinário e proporcionar uma alimentação adequada. Ter espaço e tempo pra passear e também carinho.
Fonte: CBN Foz
FILHOTES SEPARADOS DAS MÃES
Foto: Divulgação
O Ministro encarregado da fauna selvagem no Zimbábue respondeu aos protestos de organizações defensoras de animais nessa segunda-feira. Ao afirmar que os 20 elefantes exportados à China “se darão melhor” em zoológicos chineses do que nos parques do país natal, o ministro Kasukuwere se refere à superpopulação de animais nas reservas do Zimbábue.
“Esses elefantes irão para zoológicos de alto nível. Receberão cuidados muito melhores, mas claro que os politiqueiros ignoram os fatos”, disse o ministro à Associated Press.
Os parques nacionais do país estão com excesso de população e a Autoridade de Parques Nacionais e Gerência da Vida Selvagem está lutando para arrecadar dinheiro para fins de conservação, segundo Kasukuwere. “Há maneiras de lidar com a superpopulação, tais como abate ou venda de animais a países que possuem ambientes adequados. Nós escolhemos uma solução não-letal, que é exportá-los.”
As autoridades do Zimbábue vem ignorando os protestos e pedidos de dezenas de entidades contrárias à venda dos elefantes, segundo o escritório sul-africano do Fundo Internacional pelo Bem-estar Animal. “Capturar elefantes selvagens sem necessidade, para enviá-los a uma vida em cativeiro, é uma violação dos princípios de conservação e demonstra um desprezo flagrante pelo bem-estar animal,” ainda segundo a instituição.
Entre as organizações defensoras de animais, existe preocupação quanto à captura dos animais, especialmente com os filhotes separados das mães. Os grupos também questionam as condições dos zoológicos aos quais os animais serão enviados.
De acordo com o Fundo, os animais foram transportados para um parque em Guangzhou, na província de Guangdong, a 130km de Hong Kong.
Fonte: ANDA
VÍTIMAS DE MAUS-TRATOS
Até o final do ano, dezenas de animais selvagens serão resgatados dos maus-tratos que vêm sofrendo nas mãos de seus tutores no México, para serem transferidos a um santuário no estado norte-americano do Colorado. As informações são do site Ecorazzi.
Leonardo, um filhote de leão, foi o primeiro deles. O leãozinho foi prematuramente separado de sua mãe por um tutor que pretendia presenteá-lo a uma menina, mas as autoridades mexicanas se apoderaram do animal para mandá-lo aos Estados Unidos. Desnutrido, Leonardo chegou ao Wild Animal Sanctuary, em Keenesburg, onde terá outra chance de viver dignamente.
Seis leões, oito tigres, dois leopardos, um jaguar, um lince, um puma, dois macacos-aranha, um urso, um coiote e um javali devem seguir o exemplo de Leonardo até o final do ano. Não está claro quem perpetrou essas ações, mas as autoridades afirmam que esses animais sofreram maus-tratos, superlotação ou abandono por parte de seus tutores no México.
A transferência para os Estados Unidos será realizada com o auxílio das autoridades mexicanas de proteção ambiental.
No ano passado, o México proibiu todo e qualquer uso de animais selvagens para apresentações circenses. Desde então, 136 animais de circo foram confiscados pelas autoridades por maus-tratos, condições de vida ruins e documentação inadequada. O país procura novos lares para os animais resgatados.
TERRITÓRIO DINAMARQUÊS um absurdo total
“Foi um dia triste nas Ilhas Faroé”, afirma Ross McCall, integrante da organização Sea Shepherd, em referência à sangrenta caça de baleias-piloto que aconteceu essa semana no Atlântico Norte. Apesar das críticas dessa e de outras organizações defensoras da fauna marinha, os nativos das Ilhas Faroé argumentam que a caçada faz parte da tradição local há séculos. O evento acontece anualmente no arquipélago, território dinamarquês que fica próximo ao Mar da Noruega. As informações são da International Business Times.
A ONG Sea Shepherd, que vem alertando contra o evento desde a década de 1980, registrou em fotos e vídeos a caçada dessa segunda-feira, para chamar atenção para as mortes cruéis e desnecessárias das baleias-piloto. Segundo a organização, 22 baleias foram mortas pelos caçadores, que abriram suas carcaças no cais do porto. “Ver as baleias sendo levantadas com guindastes até o cais, o sangue jorrando das feridas que causaram sua morte… documentar esses eventos trágicos é de grande importância,” diz McCall. A organização afirma que 154 baleias foram mortas no mês de junho em uma outra caçada que aconteceu próximo às Ilhas.
Conhecido entre os locais pelo nome “grindadráp”, ou “moagem”, o ritual anual de caça às baleias não tem fins lucrativos. Geralmente, os locais comem a carne e a gordura das baleias-piloto, apesar dos alertas governamentais sobre altos níveis de mercúrio e outros metais pesados presentes na carne. A carcaça é dividida entre moradores dos vilarejos locais e geralmente é cozida, desidratada ou grelhada, segundo o National Geographic.
As baleias-piloto não são consideradas espécie ameaçada, mas grupos defensores de animais argumentam que as informações acerca da população desses animais são inconclusivas.
A caçada vem sido bastante criticada por essas organizações, que consideram a prática bárbara. Estimam que pelo menos 1.100 baleias e golfinhos são conduzidos às baías do arquipélago para ser mortos com facas. A temporada de caça desse ano começou em maio, e Sea Shepherd estima que dezenas de animais já foram mortos.
Durante as caçadas, pescadores em pequenos barcos conduzem as baleias e golfinhos às baías, levando-os a águas mais rasas e praias onde moradores locais os esperam com ganchos e facas. Os animais são mortos com cortes no pescoço e medula espinhal.
SAÚDE
Foto: Reprodução
O inverno está chegando e já podemos sentir os dias mais frios começarem a surgir. Nessa época do ano a incidência de gripes e resfriados é maior em humanos, mas não somos os únicos a sofrer com esses males, nossos animais também estão sujeitos a doenças típicas de inverno, e assim como nós demandam cuidados especiais para aumentarem sua proteção.
De acordo com Jaime Dias, gerente técnico de animais de companhia da Merial Saúde Animal, é preciso ficar atento aos primeiros sintomas apresentados por cães e gatos. “As doenças respiratórias são as mais comuns nessa época do ano. A gripe canina ou felina apresenta sintomas bem parecidos com o que sentimos, como secreção nasal, tosse e espirros.”
Existem ainda inúmeras outras doenças infecciosas que podem acometer os animais, e no inverno outros males também podem surgir como é o caso da cinomose, doença viral transmitida entre cães, que apresentam sintomas similares aos da gripe canina, mas com uma gravidade maior, podendo levar o animal à morte.
O veterinário reforça que são necessários alguns cuidados e pontos de atenção para mantermos nossos amigos animais saudáveis nessa época do ano. “O clima seco, ambientes fechados, sem ventilação e o contato direto entre animais saudáveis e animais doentes facilitam a transmissão de microorganismos.
Confira algumas dicas para cuidar dos animais no frio:
Banhos
Evite banhos em dias muito frios, isso pode causar uma sensação de frio maior ao seu animal. Caso seja necessário, use água morna e capriche no momento de secar.
Pelos
Os pelos auxiliam na retenção do calor. Embora existam animais com pelo curto que não sentem necessariamente mais frio no inverno, essa época não é indicada para tosa completa dos animais.
Roupas
Aposte em cobertores, mantas e roupinhas confortáveis para seu animal, principalmente se eles ficam do lado de fora da casa. Comumente os animais não gostam de ficar o tempo todo com a roupinha, então utilize apenas ao perceber temperaturas muito baixas e sinais de que o animal está sentindo frio.
Fonte: R7
APELO
“Preciso de ajuda para conseguir urgente ração, castração e lar temporário ou definitivo para esses coitadinhos”, diz a vizinha Cristiane Galvão
Uma família no Jardim Eulina, em Campinas, está doando 12 cães – seis adultos e seis filhotes – porque está sem condições financeiras de sustentá-los. Os animais estão passando fome. Uma das cachorras deu à luz oito bebês, dos quais dois já morreram. A suspeita é de que eles tenham morrido por ficarem ao sol.
“Estamos muito preocupados com a mãe dos filhotes, porque ela tá muito fraca”, afirma a vizinha Cristiane Galvão, que tenta ajudar como pode
“Preciso de ajuda para conseguir ração urgente, castração e lar temporário ou definitivo para esses coitadinhos. Tenho levado ração Golden filhote em potinho com sachê de carne para ela. E ração Golden adulto para os outros cães da casa”, completa. “Preciso castrar urgente as fêmeas que ficam junto com os machos. Todos ficam juntos no mesmo espaço, que é minúsculo”.
“Preciso de ajuda para conseguir ração urgente, castração e lar temporário ou definitivo para esses coitadinhos. Tenho levado ração Golden filhote em potinho com sachê de carne para ela. E ração Golden adulto para os outros cães da casa”, completa. “Preciso castrar urgente as fêmeas que ficam junto com os machos. Todos ficam juntos no mesmo espaço, que é minúsculo”.
O filho dos tutores dos animais está com uma dermatite, que a vizinha suspeita ter pego dos animais.
“A ração é jogada no chão, porque não tem pote, e fica junto às fezes e urina. Jogam como se fossem pra galinhas. E eles comem isso desesperados porque é tudo o que recebem uma vez ao dia – além do fato de não terem cobertores”, relata a cuidadora, que conseguiu, pelo menos, um cobertor para a mãezinha.
A casa fica na rua Maria Junqueira da Silva, no Jardim Eulina. Quem quiser e puder ajudar, deve contatar Cristiane pelo Facebook ou pelos telefones: (19) 9-98814-7093 e 9-9720-6174.
Fonte: Correio Popular
TENDÊNCIA GLOBAL
Foto: Divulgação
Um projeto de lei, apoiado tanto pelo Partido Democrata, quanto pelo Republicano, pode trazer o fim dos testes cosméticos em animais nos Estados Unidos. Se aprovado, o Humane Cosmetics Act tornará ilegal a realização ou financiamento de testes de produtos cosméticos em animais após o período de um ano. Dentro de três anos, entrará em vigor uma ampla proibição às vendas de produtos e ingredientes que envolveram testes em animais para sua fabricação. A legislação é um grande marco na luta pelo fim desses cruéis experimentos. As informações são da Care 2.
A parlamentar republicana Martha McSally, uma das responsáveis pelo projeto, afirma que “não há razão para continuar com essa prática cruel, sendo que temos alternativas eficazes, que podem oferecer produtos seguros para os consumidores. Como amiga dos animais e voluntária, tenho o prazer de introduzir essa legislação junto aos meus colegas, para me posicionar contra o tratamento cruel dos animais”.
Muitas empresas norte-americanas seguem testando seus produtos em animais, apesar de não haver exigência de parte do órgão fiscalizador Food and Drug Administration (FDA), nem da Comissão norte-americana de segurança dos produtos de consumo. Atualmente, as agências governamentais deixam a questão a critério dos próprios fabricantes, em grande medida.
A Lei de Bem-Estar Animal não exige que os laboratórios declarem o uso de animais para tais experimentos, razão pela qual nunca saberemos exatamente quantos animais sofreram e morreram nesses estabelecimentos, em prol da criação de novos produtos. Estima-se que o número esteja na casa dos milhões.
Felizmente para os animais, os norte-americanos estão se voltando contra essa prática. Centenas de companhias já se comprometeram a não testar seus produtos em animais, e vêm provando que é possível fazer cosméticos sem crueldade. Em mais de 30 países, proibições à prática já estão em vigor, e muitos outros discutem medidas similares.
Na América do Norte, também o Canadá está considerando a questão. A senadora Carolyn Stewart Olsen introduziu a Lei de Cosméticos Livres de Crueldade, que proibiria testes cosméticos em animais em todo o território canadense, além de banir a comercialização de produtos ou ingredientes que foram testados recentemente em outros lugares.
Está na hora de aderir à tendência global de repúdio e coibição a esse tipo cruel e desnecessário de testes.
