Postagens Popular

Postagens Popular.

Instagram

Instagram

Denuncie

Denuncie
Tecnologia do Blogger.

Assine Nosso Feed

Digite aqui seu e-mail:

FeedBurner

Visualizações !!


Post Recentes


SERÃO ASSASSINADOS

Mais de 80 cães já estão no abrigo. (Foto: Reprodução / New York Times)SERÃO ASSASSINADOS Mais de 80 cães já estão no abrigo. (Foto: Reprodução / New York Times) Mais de 80 cães já estão no abrigo. (Foto: Reprodução / New York Times)  Um abrigo de cachorros, que tem o apoio de um bilionário russo, está numa corrida contra o tempo para salvar os cachorros abandonados de Sochi. O governo da cidade russa contratou uma empresa para matar os cachorros abandonar em preparação aos Jogos Olímpicos de Inverno.  As autoridades locais querem assassinar os animais até o dia da abertura dos jogos, que acontecerá na sexta-feira (07/02).  Foto: Reprodução / New York Times) Ativistas dos direitos animais estão resgatando os cachorros para que fiquem em local seguro enquanto aguardam a chance de encontrar um lar.  Olga Melnikova, que está coordenando o resgate em apoio à instituição de caridade chamada Good Will, disse que recebeu o seguinte recado:  Foto: Reprodução / New York Times) Nos disseram ‘Ou vocês tiram todos os cachorros da Vila Olímpica ou nós vamos atirar neles’  Mais de 80 cachorros já estão no abrigo, a esperança é de que os atletas e torcedores dos Jogos Olímpicos adotem os cães.  Fonte: Portal Dog
Mais de 80 cães já estão no abrigo. (Foto: Reprodução / New York Times)

Um abrigo de cachorros, que tem o apoio de um bilionário russo, está numa corrida contra o tempo para salvar os cachorros abandonados de Sochi. O governo da cidade russa contratou uma empresa para matar os cachorros abandonar em preparação aos Jogos Olímpicos de Inverno.
As autoridades locais querem assassinar os animais até o dia da abertura dos jogos, que acontecerá na sexta-feira (07/02).
Foto: Reprodução / New York Times) SERÃO ASSASSINADOS Mais de 80 cães já estão no abrigo. (Foto: Reprodução / New York Times) Mais de 80 cães já estão no abrigo. (Foto: Reprodução / New York Times)  Um abrigo de cachorros, que tem o apoio de um bilionário russo, está numa corrida contra o tempo para salvar os cachorros abandonados de Sochi. O governo da cidade russa contratou uma empresa para matar os cachorros abandonar em preparação aos Jogos Olímpicos de Inverno.  As autoridades locais querem assassinar os animais até o dia da abertura dos jogos, que acontecerá na sexta-feira (07/02).  Foto: Reprodução / New York Times) Ativistas dos direitos animais estão resgatando os cachorros para que fiquem em local seguro enquanto aguardam a chance de encontrar um lar.  Olga Melnikova, que está coordenando o resgate em apoio à instituição de caridade chamada Good Will, disse que recebeu o seguinte recado:  Foto: Reprodução / New York Times) Nos disseram ‘Ou vocês tiram todos os cachorros da Vila Olímpica ou nós vamos atirar neles’  Mais de 80 cachorros já estão no abrigo, a esperança é de que os atletas e torcedores dos Jogos Olímpicos adotem os cães.  Fonte: Portal Dog
Ativistas dos direitos animais estão resgatando os cachorros para que fiquem em local seguro enquanto aguardam a chance de encontrar um lar.
Olga Melnikova, que está coordenando o resgate em apoio à instituição de caridade chamada Good Will, disse que recebeu o seguinte recado:
Foto: Reprodução / New York Times) SERÃO ASSASSINADOS Mais de 80 cães já estão no abrigo. (Foto: Reprodução / New York Times) Mais de 80 cães já estão no abrigo. (Foto: Reprodução / New York Times)  Um abrigo de cachorros, que tem o apoio de um bilionário russo, está numa corrida contra o tempo para salvar os cachorros abandonados de Sochi. O governo da cidade russa contratou uma empresa para matar os cachorros abandonar em preparação aos Jogos Olímpicos de Inverno.  As autoridades locais querem assassinar os animais até o dia da abertura dos jogos, que acontecerá na sexta-feira (07/02).  Foto: Reprodução / New York Times) Ativistas dos direitos animais estão resgatando os cachorros para que fiquem em local seguro enquanto aguardam a chance de encontrar um lar.  Olga Melnikova, que está coordenando o resgate em apoio à instituição de caridade chamada Good Will, disse que recebeu o seguinte recado:  Foto: Reprodução / New York Times) Nos disseram ‘Ou vocês tiram todos os cachorros da Vila Olímpica ou nós vamos atirar neles’  Mais de 80 cachorros já estão no abrigo, a esperança é de que os atletas e torcedores dos Jogos Olímpicos adotem os cães.  Fonte: Portal Dog
Nos disseram ‘Ou vocês tiram todos os cachorros da Vila Olímpica ou nós vamos atirar neles’
Mais de 80 cachorros já estão no abrigo, a esperança é de que os atletas e torcedores dos Jogos Olímpicos adotem os cães.

CAPRINOS

A Polícia Rodoviária Federal prendeu na última terça-feira, quatro homens suspeitos de sequestrar animais na região Oeste do Rio Grande do Norte. A prisão aconteceu na BR-304, em Mossoró, com o apoio da Polícia Militar. No momento da abordagem os suspeitos transportavam 60 caprinos em um caminhão.  De acordo com a PRF, por volta das 21h, policiais militares foram acionados para averiguar uma denúncia de sequestro de animais. Ao chegarem nas proximidades do sítio Chafariz, na BR-110, os policiais foram informados que vários elementos em um caminhão teriam sequestrados alguns animais caprinos tutelados por um agricultor da localidade e seguido na direção da BR-304.  A PM então pediu o apoio da PRF para abordar o grupo. A abordagem aconteceu minutos depois na BR-304. Com os suspeitos foram encontrados 60 animais; um revólver calibre 38 com seis munições; uma espingarda calibre 36 municiada; um alicate para cortar arame de cerca; um rádio tipo HT, que encontrava-se na frequência da PM.  Os suspeitos foram encaminhados à delegacia de plantão de Mossoró, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante pelo sequestro e formação de quadrilha. Em seguida, os presos foram conduzidos para Cadeia Pública. Os animais foram entregues ao tutor.  Fonte: G1
A Polícia Rodoviária Federal prendeu na última terça-feira, quatro homens suspeitos de sequestrar animais na região Oeste do Rio Grande do Norte. A prisão aconteceu na BR-304, em Mossoró, com o apoio da Polícia Militar. No momento da abordagem os suspeitos transportavam 60 caprinos em um caminhão.
De acordo com a PRF, por volta das 21h, policiais militares foram acionados para averiguar uma denúncia de sequestro de animais. Ao chegarem nas proximidades do sítio Chafariz, na BR-110, os policiais foram informados que vários elementos em um caminhão teriam sequestrados alguns animais caprinos tutelados por um agricultor da localidade e seguido na direção da BR-304.
A PM então pediu o apoio da PRF para abordar o grupo. A abordagem aconteceu minutos depois na BR-304. Com os suspeitos foram encontrados 60 animais; um revólver calibre 38 com seis munições; uma espingarda calibre 36 municiada; um alicate para cortar arame de cerca; um rádio tipo HT, que encontrava-se na frequência da PM.
Os suspeitos foram encaminhados à delegacia de plantão de Mossoró, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante pelo sequestro e formação de quadrilha. Em seguida, os presos foram conduzidos para Cadeia Pública. Os animais foram entregues ao tutor.
Fonte: G1 

PONTA GROSSA (PR)

Foto: Portal A Rede Equipes do Corpo de Bombeiros tiveram bastante trabalho nesta quarta-feira (05) para resgatar um gato de médio porte que ficou entalado em um cano de PVC de 50 milímetros, em Ponta Grossa.  O caso foi registrado no Bairro Palmeirinha. Segundo o portal A Rede, o resgate durou cerca de 30 minutos e exigiu o esforço de cinco bombeiros.  As equipes usaram ferramentas para quebrar o piso de concreto e acessar o cano em que o animal ficou preso. O gato foi regatado e entregue a uma vizinha, já que os tutores dele estão viajando.  Ninguém soube como o animal foi parar no cano.  Fonte: GCN
Equipes do Corpo de Bombeiros tiveram bastante trabalho nesta quarta-feira (05) para resgatar um gato de médio porte que ficou entalado em um cano de PVC de 50 milímetros, em Ponta Grossa.
O caso foi registrado no Bairro Palmeirinha. Segundo o portal A Rede, o resgate durou cerca de 30 minutos e exigiu o esforço de cinco bombeiros.
As equipes usaram ferramentas para quebrar o piso de concreto e acessar o cano em que o animal ficou preso. O gato foi regatado e entregue a uma vizinha, já que os tutores dele estão viajando.
Ninguém soube como o animal foi parar no cano.
Fonte: GCN 

Bombeiros resgatam gato que ficou preso em cano de PVC

ESPÉCIE PEREGRINO

Aves devem ficar na cidade até abril deste ano Os Falcões Peregrinos que vem do Hemisfério Norte escolheram, mais uma vez, a cidade de Salto (SP) para passar o verão. Este é o terceiro ano consecutivo que as aves fogem do inverno rigoroso.  De acordo com especialistas, são pelo menos 30 dias de viagem até encontrar o local onde vão permanecer. O Falcão Peregrino é uma ave de porte médio, que habita quase todos os continentes, mas é pouco visto no Brasil, por isso, quando chega, é tão cobiçado pelos fotógrafos. “Cada foto pega um lance diferente, geralmente dá para ver a fêmea com a presa” conta Arlei Bertani, arquiteto e fotógrafo amador.  No ano passado, as aves passaram pelo mesmo local de agora, a diferença é que desta vez não está apenas o casal, eles tem companhia. “Nos anos anteriores eles vinham juntos, só o casal. Como esse ano veio um jovem junto, a gente acredita que ele seja filhote do casal” diz Flávio Garcia, um dos fotógrafos amadores das aves.  O filhote também já foi alvo de registro. É menor e tem a cor marrom como predominante. A rotina do casal e do novo mascote é cheia de regras.  Segundo os fotógrafos, que acompanham as aves todos os dias, é preciso acordar cedo para vê-las, porque depois que o dia esquenta, elas seguem para as matas e morros. Mesmo estando perto da torre, a nossa equipe precisou de muito ajuste nas lentes da câmera para conseguir imagens dos falcões.  Enquanto isso, os fotógrafos seguem em busca da foto perfeita e de movimentos que ainda não foram registrados. “A gente ainda não tem registros dele caçando, pegando a presa, mas estamos buscando, e o momento do voo é muito lindo também”, relata o fotógrafo Sandro Tadashi.  As aves chegaram a Salto em outubro de 2013 e devem permanecer pela cidade até abril deste ano. Depois, voltam para o Hemisfério Norte, porque as temperaturas por lá já começam a subir nos próximos meses. Como restam poucos meses de visita para aproveitar, até mesmo quem não tem uma câmera na mão admira as aves de longe e torce para que elas voltem nos próximos verões brasileiros. ” Mesmo sem a máquina, eu consigo ver as aves e vejo pela tela dos fotógrafos que estão aqui”, conta a comerciante Rosana Campino.  Fonte: G1

            Aves devem ficar na cidade até abril deste ano
Os Falcões Peregrinos que vem do Hemisfério Norte escolheram, mais uma vez, a cidade de Salto (SP) para passar o verão. Este é o terceiro ano consecutivo que as aves fogem do inverno rigoroso.
De acordo com especialistas, são pelo menos 30 dias de viagem até encontrar o local onde vão permanecer. O Falcão Peregrino é uma ave de porte médio, que habita quase todos os continentes, mas é pouco visto no Brasil, por isso, quando chega, é tão cobiçado pelos fotógrafos. “Cada foto pega um lance diferente, geralmente dá para ver a fêmea com a presa” conta Arlei Bertani, arquiteto e fotógrafo amador.
No ano passado, as aves passaram pelo mesmo local de agora, a diferença é que desta vez não está apenas o casal, eles tem companhia. “Nos anos anteriores eles vinham juntos, só o casal. Como esse ano veio um jovem junto, a gente acredita que ele seja filhote do casal” diz Flávio Garcia, um dos fotógrafos amadores das aves.
O filhote também já foi alvo de registro. É menor e tem a cor marrom como predominante. A rotina do casal e do novo mascote é cheia de regras.
Segundo os fotógrafos, que acompanham as aves todos os dias, é preciso acordar cedo para vê-las, porque depois que o dia esquenta, elas seguem para as matas e morros. Mesmo estando perto da torre, a nossa equipe precisou de muito ajuste nas lentes da câmera para conseguir imagens dos falcões.
Enquanto isso, os fotógrafos seguem em busca da foto perfeita e de movimentos que ainda não foram registrados. “A gente ainda não tem registros dele caçando, pegando a presa, mas estamos buscando, e o momento do voo é muito lindo também”, relata o fotógrafo Sandro Tadashi.
As aves chegaram a Salto em outubro de 2013 e devem permanecer pela cidade até abril deste ano. Depois, voltam para o Hemisfério Norte, porque as temperaturas por lá já começam a subir nos próximos meses. Como restam poucos meses de visita para aproveitar, até mesmo quem não tem uma câmera na mão admira as aves de longe e torce para que elas voltem nos próximos verões brasileiros. ” Mesmo sem a máquina, eu consigo ver as aves e vejo pela tela dos fotógrafos que estão aqui”, conta a comerciante Rosana Campino.
Fonte: G1 

PERSISTINDO NO ERRO


PERSISTINDO NO ERRO 0,,16838997_303,00 18 de outubro de 2013, data marcante para a história do movimento de proteção animal no Brasil, com o resgate de animais que eram usados para experimentos científicos pelo Instituto Royal, em São Roque (SP), episódio que repercutiu internacionalmente. O instituto era alvo de denúncias sobre maus-tratos, levadas inclusive ao conhecimento do Ministério Público de SP.  O fato expôs esta prática tradicional, dogmática e abusiva de cientistas ao debate nacional, marcou a popularização não só do tema “uso de animais pela ciência”, como alavancou a discussão sobre todas as formas de exploração animal. Deu uma amplitude inédita ao assunto, que deixou de ser tratado quase que exclusivamente por ativistas e tomou conta de manchetes e conversas nas ruas.  mice1 Porém, na contra-mão deste questionamento e a toque de caixa, está em curso a instalação do CIEnP – Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos, no norte da ilha de Santa Catarina, focado nos testes com animais. Várias organizações de defesa animal, inclusive a ANDA, se mobilizaram, encaminhando à Câmara Municipal de Florianópolis um pedido de audiência pública para a discussão sobre a implantação deste empreendimento. O documento, entregue ao vereador Afrânio Boppré (PSOL), questiona não só a moralidade e a validade técnica das atividades planejadas para o CIEnP, mas também o uso de recursos públicos para o benefício de empresas privadas.  As ONGs aguardam o posicionamento da Câmara, que volta às suas atividades normais nesta segunda-feira, 03 de fevereiro.  Confira a mensagem enviada ao Legislativo municipal em 06/01/2014:  Exmo. Vereador Afrânio Tadeu Boppré  Está em fase de instalação, em Florianópolis, o Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP), no Sapiens Parque, em Canasvieiras. Sua implantação vêm sendo conduzida sem que tenha havido a devida discussão com a sociedade civil sobre os impactos das atividades desta instituição para os animais e para as pessoas.  Entendemos que as atividades deste órgão, no que se refere aos experimentos com animais, são insustentáveis do ponto de vista ético, além de cientificamente anacrônicas e ineficientes, e trarão grande prejuízo para o desenvolvimento moral e científico da sociedade florianopolitana, catarinense e brasileira ao concorrerem para a perpetuação de um modelo equivocado de pesquisa.  Também há que se esclarecer sobre a origem e o volume de recursos destinados ao projeto e sobre quem serão os beneficiários do financiamento que, segundo a imprensa, será da ordem de R$13 milhões, oriundos de fontes federal e estadual. A preocupação justifica-se também por ser comum que a poderosa indústria farmacêutica se beneficie de tais verbas sem que haja qualquer tipo de contrapartida, fazendo com que o custo da pesquisa seja arcado pelo contribuinte, mas os eventuais benefícios não sejam compartilhados com a população, a não ser com a parcela que têm condições de pagar altos preços pelos medicamentos, numa lógica perversa que socializa o investimento e privativa seu resultado, beneficiando organizações já poderosas economicamente.  Pelo exposto, as organizações do movimento de proteção aos animais abaixo assinadas solicitam a ação e empenho de V. Exª. para que seja realizada o mais brevemente possível uma AUDIÊNCIA PÚBLICA na Câmara Municipal de Florianópolis para debater a implantação do citado empreendimento. E sua colaboração para que o mesmo ocorra na Assembleia Legislativa, posto que há recursos estaduais envolvidos.  Certos de sua atenção, aguardamos suas considerações e providências.  Respeitosamente,  VALDIRENE NEUSA FRANCISCO PARO AMAR – AMIGOS DOS ANIMAIS DE RUA  HELIETE LEAL ACAPRA – ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS  PATRÍCIA ALLEVA INSTITUTO É O BICHO  SHALMA TEIXEIRA APRAP – AMIGOS E PROTETORES DOS ANIMAIS DE PALHOÇA  ELISABETE MARGOT VIEIRA AMIGOS DOS ANIMAIS  MARTA DORA MEDEIROS OPA – ORGANIZAÇÃO PRÓ ANIMAL  SILVANA ANDRADE ANDA – AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DE DIREITOS ANIMAIS  MAURÍCIO VARALLO OLHAR ANIMAL
18 de outubro de 2013, data marcante para a história do movimento de proteção animal no Brasil, com o resgate de animais que eram usados para experimentos científicos pelo Instituto Royal, em São Roque (SP), episódio que repercutiu internacionalmente. O instituto era alvo de denúncias sobre maus-tratos, levadas inclusive ao conhecimento do Ministério Público de SP.
O fato expôs esta prática tradicional, dogmática e abusiva de cientistas ao debate nacional, marcou a popularização não só do tema “uso de animais pela ciência”, como alavancou a discussão sobre todas as formas de exploração animal. Deu uma amplitude inédita ao assunto, que deixou de ser tratado quase que exclusivamente por ativistas e tomou conta de manchetes e conversas nas ruas.
PERSISTINDO NO ERRO 0,,16838997_303,00 18 de outubro de 2013, data marcante para a história do movimento de proteção animal no Brasil, com o resgate de animais que eram usados para experimentos científicos pelo Instituto Royal, em São Roque (SP), episódio que repercutiu internacionalmente. O instituto era alvo de denúncias sobre maus-tratos, levadas inclusive ao conhecimento do Ministério Público de SP.  O fato expôs esta prática tradicional, dogmática e abusiva de cientistas ao debate nacional, marcou a popularização não só do tema “uso de animais pela ciência”, como alavancou a discussão sobre todas as formas de exploração animal. Deu uma amplitude inédita ao assunto, que deixou de ser tratado quase que exclusivamente por ativistas e tomou conta de manchetes e conversas nas ruas.  mice1 Porém, na contra-mão deste questionamento e a toque de caixa, está em curso a instalação do CIEnP – Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos, no norte da ilha de Santa Catarina, focado nos testes com animais. Várias organizações de defesa animal, inclusive a ANDA, se mobilizaram, encaminhando à Câmara Municipal de Florianópolis um pedido de audiência pública para a discussão sobre a implantação deste empreendimento. O documento, entregue ao vereador Afrânio Boppré (PSOL), questiona não só a moralidade e a validade técnica das atividades planejadas para o CIEnP, mas também o uso de recursos públicos para o benefício de empresas privadas.  As ONGs aguardam o posicionamento da Câmara, que volta às suas atividades normais nesta segunda-feira, 03 de fevereiro.  Confira a mensagem enviada ao Legislativo municipal em 06/01/2014:  Exmo. Vereador Afrânio Tadeu Boppré  Está em fase de instalação, em Florianópolis, o Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP), no Sapiens Parque, em Canasvieiras. Sua implantação vêm sendo conduzida sem que tenha havido a devida discussão com a sociedade civil sobre os impactos das atividades desta instituição para os animais e para as pessoas.  Entendemos que as atividades deste órgão, no que se refere aos experimentos com animais, são insustentáveis do ponto de vista ético, além de cientificamente anacrônicas e ineficientes, e trarão grande prejuízo para o desenvolvimento moral e científico da sociedade florianopolitana, catarinense e brasileira ao concorrerem para a perpetuação de um modelo equivocado de pesquisa.  Também há que se esclarecer sobre a origem e o volume de recursos destinados ao projeto e sobre quem serão os beneficiários do financiamento que, segundo a imprensa, será da ordem de R$13 milhões, oriundos de fontes federal e estadual. A preocupação justifica-se também por ser comum que a poderosa indústria farmacêutica se beneficie de tais verbas sem que haja qualquer tipo de contrapartida, fazendo com que o custo da pesquisa seja arcado pelo contribuinte, mas os eventuais benefícios não sejam compartilhados com a população, a não ser com a parcela que têm condições de pagar altos preços pelos medicamentos, numa lógica perversa que socializa o investimento e privativa seu resultado, beneficiando organizações já poderosas economicamente.  Pelo exposto, as organizações do movimento de proteção aos animais abaixo assinadas solicitam a ação e empenho de V. Exª. para que seja realizada o mais brevemente possível uma AUDIÊNCIA PÚBLICA na Câmara Municipal de Florianópolis para debater a implantação do citado empreendimento. E sua colaboração para que o mesmo ocorra na Assembleia Legislativa, posto que há recursos estaduais envolvidos.  Certos de sua atenção, aguardamos suas considerações e providências.  Respeitosamente,  VALDIRENE NEUSA FRANCISCO PARO AMAR – AMIGOS DOS ANIMAIS DE RUA  HELIETE LEAL ACAPRA – ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS  PATRÍCIA ALLEVA INSTITUTO É O BICHO  SHALMA TEIXEIRA APRAP – AMIGOS E PROTETORES DOS ANIMAIS DE PALHOÇA  ELISABETE MARGOT VIEIRA AMIGOS DOS ANIMAIS  MARTA DORA MEDEIROS OPA – ORGANIZAÇÃO PRÓ ANIMAL  SILVANA ANDRADE ANDA – AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DE DIREITOS ANIMAIS  MAURÍCIO VARALLO OLHAR ANIMAL
Porém, na contra-mão deste questionamento e a toque de caixa, está em curso a instalação do CIEnP – Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos, no norte da ilha de Santa Catarina, focado nos testes com animais. Várias organizações de defesa animal, inclusive a ANDA, se mobilizaram, encaminhando à Câmara Municipal de Florianópolis um pedido de audiência pública para a discussão sobre a implantação deste empreendimento. O documento, entregue ao vereador Afrânio Boppré (PSOL), questiona não só a moralidade e a validade técnica das atividades planejadas para o CIEnP, mas também o uso de recursos públicos para o benefício de empresas privadas.
As ONGs aguardam o posicionamento da Câmara, que volta às suas atividades normais nesta segunda-feira, 03 de fevereiro.
Confira a mensagem enviada ao Legislativo municipal em 06/01/2014:
Exmo. Vereador Afrânio Tadeu Boppré
Está em fase de instalação, em Florianópolis, o Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP), no Sapiens Parque, em Canasvieiras. Sua implantação vêm sendo conduzida sem que tenha havido a devida discussão com a sociedade civil sobre os impactos das atividades desta instituição para os animais e para as pessoas.
Entendemos que as atividades deste órgão, no que se refere aos experimentos com animais, são insustentáveis do ponto de vista ético, além de cientificamente anacrônicas e ineficientes, e trarão grande prejuízo para o desenvolvimento moral e científico da sociedade florianopolitana, catarinense e brasileira ao concorrerem para a perpetuação de um modelo equivocado de pesquisa.
Também há que se esclarecer sobre a origem e o volume de recursos destinados ao projeto e sobre quem serão os beneficiários do financiamento que, segundo a imprensa, será da ordem de R$13 milhões, oriundos de fontes federal e estadual. A preocupação justifica-se também por ser comum que a poderosa indústria farmacêutica se beneficie de tais verbas sem que haja qualquer tipo de contrapartida, fazendo com que o custo da pesquisa seja arcado pelo contribuinte, mas os eventuais benefícios não sejam compartilhados com a população, a não ser com a parcela que têm condições de pagar altos preços pelos medicamentos, numa lógica perversa que socializa o investimento e privativa seu resultado, beneficiando organizações já poderosas economicamente.
Pelo exposto, as organizações do movimento de proteção aos animais abaixo assinadas solicitam a ação e empenho de V. Exª. para que seja realizada o mais brevemente possível uma AUDIÊNCIA PÚBLICA na Câmara Municipal de Florianópolis para debater a implantação do citado empreendimento. E sua colaboração para que o mesmo ocorra na Assembleia Legislativa, posto que há recursos estaduais envolvidos.
Certos de sua atenção, aguardamos suas considerações e providências.
Respeitosamente,
VALDIRENE NEUSA FRANCISCO PAROAMAR – AMIGOS DOS ANIMAIS DE RUA
HELIETE LEALACAPRA – ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS
PATRÍCIA ALLEVAINSTITUTO É O BICHO
SHALMA TEIXEIRAAPRAP – AMIGOS E PROTETORES DOS ANIMAIS DE PALHOÇA
ELISABETE MARGOT VIEIRAAMIGOS DOS ANIMAIS
MARTA DORA MEDEIROSOPA – ORGANIZAÇÃO PRÓ ANIMAL
SILVANA ANDRADEANDA – AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DE DIREITOS ANIMAIS
MAURÍCIO VARALLOOLHAR ANIMAL

Um “Royal” em Floripa?

ATENÇÃO REDOBRADA

Os preparativos que antecedem a ida à praia são redobrados para quem vai levar o animal doméstico como companheiro de viagem. Cães e gatos precisam de cuidados específicos antes de pegar a estrada.  Ainda na cidade, recomenda-se checar se o animal está com a vacinação em dia e realizar uma tosa para que ele não sofra com a alta temperatura. Na hora de desembarcar no litoral, além da saúde do animal, o cuidado é com a convivência pacífica entre todos os frequentadores da praia.  ” Há lugares públicos que aceitam animais, mas mesmo assim é preciso conhecer as regras e os limites estabelecidos”,  aconselha a veterinária Karin Piva Franzen.  Entre outros cuidados, é importante prestar atenção se os animais, especialmente os gatos, reduziram a ingestão de alimentos.  “Em alguns casos, torna-se necessária uma adaptação dos animais (principalmente felinos) ao novo ambiente”,  explica o veterinário Lucas Dehnhardt.  Confira algumas dicas de saúde e de convivência para os animaizinhos na praia.  Os 5 mandamentos  1 – Mantenha o animal sempre com a guia. Evita que ele fuja, ataque animais e pessoas ou circule em ambientes não apropriados, como a faixa de areia. Deixe o cachorro solto apenas em locais privados e nos quais ele não ofereça perigo aos veranistas.  2 – Não leve o animal para a beira da praia. O que deveria ser um passeio inocente pode ser nocivo para o cão e para as pessoas devido a brigas com outros animais e transmissão de feridas e de doenças.  3 – Evite passeios longos em dias de calor extremo. Programe os passeios com seu cão para até as 10h ou depois das 16h. O sol intenso pode causar desidratação, hipertermias e queimaduras de pele ou das almofadinhas plantares.  4 – Fracione a alimentação. Dar um pouco de ração várias vezes ao dia é fundamental para que o animal se sinta leve e bem disposto. Evite excessos como pedaços de churrasco ou restos de almoço ou janta. Aguarde de 15 a 20 minutos antes ou depois da alimentação para levá-los a passeios ou agitá-los com brincadeiras.  5 – Utilize protetores solares específicos A longa exposição ao sol provoca queimaduras também em animais, principalmente os de pele clara. Em alguns casos mais severos os pacientes podem desenvolver tumores de pele devido à excessiva exposição aos raios ultravioletas.  O dilema felino  Se o seu doméstico é um felino, considere a probabilidade de ele não ficar faceiro com um passeio até o litoral. Os gatos podem ter sérios problemas de adaptação a novos ambientes.  Não é possível mensurar quantos dias eles precisam para se sentir em casa depois de uma viagem, mas sabe-se que o estresse de deixar o território ao qual estão acostumados pode fazê-los parar de comer e baixar o sistema imunológico.  “Quem puder deve evitar levar o gato para a praia. Ele é muito territorialista, e quanto mais tempo ficar no ambiente dele, melhor”, aconselha o veterinário Lucas Dehnhardt.  Caso não seja possível deixá-lo em casa, Dehnhardt indica o feliway, que pode ser usado como spray ou ligado na tomada. À base de um hormônio retirado do bigode do gato, o produto ajuda o animal a se adaptar a novos ambientes.  Fonte: Diário Catarinense
Os preparativos que antecedem a ida à praia são redobrados para quem vai levar o animal doméstico como companheiro de viagem. Cães e gatos precisam de cuidados específicos antes de pegar a estrada.
Ainda na cidade, recomenda-se checar se o animal está com a vacinação em dia e realizar uma tosa para que ele não sofra com a alta temperatura. Na hora de desembarcar no litoral, além da saúde do animal, o cuidado é com a convivência pacífica entre todos os frequentadores da praia.
” Há lugares públicos que aceitam animais, mas mesmo assim é preciso conhecer as regras e os limites estabelecidos”,  aconselha a veterinária Karin Piva Franzen.
Entre outros cuidados, é importante prestar atenção se os animais, especialmente os gatos, reduziram a ingestão de alimentos.
“Em alguns casos, torna-se necessária uma adaptação dos animais (principalmente felinos) ao novo ambiente”,  explica o veterinário Lucas Dehnhardt.
Confira algumas dicas de saúde e de convivência para os animaizinhos na praia.
Os 5 mandamentos
1 – Mantenha o animal sempre com a guia. Evita que ele fuja, ataque animais e pessoas ou circule em ambientes não apropriados, como a faixa de areia. Deixe o cachorro solto apenas em locais privados e nos quais ele não ofereça perigo aos veranistas.
2 – Não leve o animal para a beira da praia. O que deveria ser um passeio inocente pode ser nocivo para o cão e para as pessoas devido a brigas com outros animais e transmissão de feridas e de doenças.
3 – Evite passeios longos em dias de calor extremo. Programe os passeios com seu cão para até as 10h ou depois das 16h. O sol intenso pode causar desidratação, hipertermias e queimaduras de pele ou das almofadinhas plantares.
4 – Fracione a alimentação. Dar um pouco de ração várias vezes ao dia é fundamental para que o animal se sinta leve e bem disposto. Evite excessos como pedaços de churrasco ou restos de almoço ou janta. Aguarde de 15 a 20 minutos antes ou depois da alimentação para levá-los a passeios ou agitá-los com brincadeiras.
5 – Utilize protetores solares específicos A longa exposição ao sol provoca queimaduras também em animais, principalmente os de pele clara. Em alguns casos mais severos os pacientes podem desenvolver tumores de pele devido à excessiva exposição aos raios ultravioletas.
O dilema felino
Se o seu doméstico é um felino, considere a probabilidade de ele não ficar faceiro com um passeio até o litoral. Os gatos podem ter sérios problemas de adaptação a novos ambientes.
Não é possível mensurar quantos dias eles precisam para se sentir em casa depois de uma viagem, mas sabe-se que o estresse de deixar o território ao qual estão acostumados pode fazê-los parar de comer e baixar o sistema imunológico.
“Quem puder deve evitar levar o gato para a praia. Ele é muito territorialista, e quanto mais tempo ficar no ambiente dele, melhor”, aconselha o veterinário Lucas Dehnhardt.
Caso não seja possível deixá-lo em casa, Dehnhardt indica o feliway, que pode ser usado como spray ou ligado na tomada. À base de um hormônio retirado do bigode do gato, o produto ajuda o animal a se adaptar a novos ambientes.

IMPULSO

A espécie escolhida para o estudo foi o íbis eremita, que era comum mas agora é rara na Europa devido à caça.  Os ambientalistas do grupo Waldarappteam, da Áustria, usaram um ultraleve para guiar as aves durante o voo.  Cientistas britânicos do Royal Veterinary College, de Londres, colocaram rastreadores que registraram velocidade, posição e cada movimento das asas dos pássaros.  Os dados coletados revelaram que as aves sabem se posicionar com perfeição para aproveitar o impulso gerado pelo deslocamento de ar causado pelo bater das asas da ave que voa logo à frente.  Fonte: BBC
A espécie escolhida para o estudo foi o íbis eremita, que era comum mas agora é rara na Europa devido à caça.
Os ambientalistas do grupo Waldarappteam, da Áustria, usaram um ultraleve para guiar as aves durante o voo.
Cientistas britânicos do Royal Veterinary College, de Londres, colocaram rastreadores que registraram velocidade, posição e cada movimento das asas dos pássaros.
Os dados coletados revelaram que as aves sabem se posicionar com perfeição para aproveitar o impulso gerado pelo deslocamento de ar causado pelo bater das asas da ave que voa logo à frente.
Fonte: BBC

ESTRATÉGIA PARA PROTEGER AS ESPÉCIES

O Ministério do Ambiente, com o objetivo de preservar as aves aquáticas, prepara quadros para a identificação das principais rotas de migração no país, anunciou o chefe de departamento da Biodiversidade num seminário, em Luanda.  “Há necessidade de se conhecerem melhor as rotas migratórias das aves aquáticas e conservá-las devido aos vários riscos que enfrentam em função da ação humana e catástrofes naturais”, afirmou Nascimento António.  Há relatos factuais, referiu, da morte de diversas espécies de aves migratórias em Angola, muitas das quais, sobretudo as maiores, sobrevoam a costa e também se dirigem para o interior, onde se deparam com cabos eléctricos, edifícios altos, painéis solares e canais de drenagem. O orador salientou a importância de se realizarem estudos de avaliação ambiental em qualquer projeto para se evitarem danos nas principais rotas migratórias.  Áreas como a foz do rio Tchiluango, Cabinda, Sacos dos Flamingos, Luanda, Restinga do Lobito, lagoas do Arco e Baia dos Tigres, Namibe, e do Carumbo, Lunda Norte, bem como as zonas húmidas do Cuando Cubango foram mencionadas como as rotas mais utilizadas pelas aves aquáticas migratórias em Angola.  Angola, lembrou, é das principais rotas de transição de aves migratórias entre a África Austral e o Norte do continente e por isso temos de definir uma estratégia para a conservação das espécies.  Nascimento António disse que com frequência é possível observar nas zonas úmidas ao longo da costa, numa extensão de 1. 650 quilômetros, e nos rios do interior, aves como flamingos, pelicanos, garças e cegonhas brancas. No seminário internacional sobre rotas de migração de aves aquáticas participam técnicos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.  A iniciativa, integrada no programa das celebrações do Dia Nacional do Ambiente é promovida pelo Ministério do Ambiente em parceria com o Acordo Internacional sobre Aves Aquáticas Migratória.  *Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.  Fonte: Ango Notícias
O Ministério do Ambiente, com o objetivo de preservar as aves aquáticas, prepara quadros para a identificação das principais rotas de migração no país, anunciou o chefe de departamento da Biodiversidade num seminário, em Luanda.
“Há necessidade de se conhecerem melhor as rotas migratórias das aves aquáticas e conservá-las devido aos vários riscos que enfrentam em função da ação humana e catástrofes naturais”, afirmou Nascimento António.
Há relatos factuais, referiu, da morte de diversas espécies de aves migratórias em Angola, muitas das quais, sobretudo as maiores, sobrevoam a costa e também se dirigem para o interior, onde se deparam com cabos eléctricos, edifícios altos, painéis solares e canais de drenagem. O orador salientou a importância de se realizarem estudos de avaliação ambiental em qualquer projeto para se evitarem danos nas principais rotas migratórias.
Áreas como a foz do rio Tchiluango, Cabinda, Sacos dos Flamingos, Luanda, Restinga do Lobito, lagoas do Arco e Baia dos Tigres, Namibe, e do Carumbo, Lunda Norte, bem como as zonas húmidas do Cuando Cubango foram mencionadas como as rotas mais utilizadas pelas aves aquáticas migratórias em Angola.
Angola, lembrou, é das principais rotas de transição de aves migratórias entre a África Austral e o Norte do continente e por isso temos de definir uma estratégia para a conservação das espécies.
Nascimento António disse que com frequência é possível observar nas zonas úmidas ao longo da costa, numa extensão de 1. 650 quilômetros, e nos rios do interior, aves como flamingos, pelicanos, garças e cegonhas brancas. No seminário internacional sobre rotas de migração de aves aquáticas participam técnicos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
A iniciativa, integrada no programa das celebrações do Dia Nacional do Ambiente é promovida pelo Ministério do Ambiente em parceria com o Acordo Internacional sobre Aves Aquáticas Migratória.
*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

SORRISO (MT)

Por volta das 21h20 desta quinta-feira(31), ocorreu uma tentativa de homicídio em uma chácara, localizada na avenida Idemar Riedi, em Sorriso, proximidades da marmoraria Teles Pires, onde segundo a vitima, Z. B., 58 anos, o mesmo havia acabado de chegar em sua residência quando uma pessoa entrou na varanda e fez dois disparos de arma de fogo em sua direção.  Após os disparos, o cachorro da vítima, que estava dentro da residência, saiu em direção ao agressor, momento em que ocorreu o terceiro disparo, mas mesmo assim o animal não se intimidou e atacou o agressor.  O autor dos disparos sofreu vários ferimentos devido o ataque do animal. Uma quantidade de sangue chegou a ficar no chão da varanda.  A vítima, bem como o cachorro, saíram ilesos.  Z. B. informou aos policiais desconhecer os motivos da tentativa de homicídio.  A polícia militar foi acionada e realizou rondas a fim de localizar o autor, mas apenas conseguiu alguns relatos de uma pessoa, que informou que havia um VW Gol, de cor branca, bastante sujo, rondando as imediações e em atitude suspeita e após o fato seguiu em direção a Sinop.  Fonte: Arenápolis News.
Por volta das 21h20 desta quinta-feira(31), ocorreu uma tentativa de homicídio em uma chácara, localizada na avenida Idemar Riedi, em Sorriso, proximidades da marmoraria Teles Pires, onde segundo a vitima, Z. B., 58 anos, o mesmo havia acabado de chegar em sua residência quando uma pessoa entrou na varanda e fez dois disparos de arma de fogo em sua direção.
Após os disparos, o cachorro da vítima, que estava dentro da residência, saiu em direção ao agressor, momento em que ocorreu o terceiro disparo, mas mesmo assim o animal não se intimidou e atacou o agressor.
O autor dos disparos sofreu vários ferimentos devido o ataque do animal. Uma quantidade de sangue chegou a ficar no chão da varanda.
A vítima, bem como o cachorro, saíram ilesos.
Z. B. informou aos policiais desconhecer os motivos da tentativa de homicídio.
A polícia militar foi acionada e realizou rondas a fim de localizar o autor, mas apenas conseguiu alguns relatos de uma pessoa, que informou que havia um VW Gol, de cor branca, bastante sujo, rondando as imediações e em atitude suspeita e após o fato seguiu em direção a Sinop.

Cachorro salva homem em tentativa de homicídio

VIRA-LATAS MS

Enquanto não seguem para um novo lar, animais precisam ser medicamentos e alimentos, muitos deles estão infectados com leishmaniose. ONG pede contribuições VIRA-LATAS MS Enquanto não seguem para um novo lar, animais precisam ser medicamentos e alimentos, muitos deles estão infectados com leishmaniose. ONG pede contribuições (Foto: Vania Jacob/Ong Vira-Latas MS) Enquanto não seguem para um novo lar, animais precisam ser medicamentos e alimentos, muitos deles estão infectados com leishmaniose. ONG pede contribuições Cuidando de quase 50 cães com a ajuda de alguns voluntários, a presidente da ONG Vira-Latas MS, Cleuza Martins Chaves, pede a colaboração dos apaixonados por cães para continuar com os trabalhos da ONG.  Com 44 anos, Cleuza divide sua rotina entre fazer diárias e ir à ONG dar banho, medicar e alimentar os animais. Alguns voluntários não deixam a presidente na mão, ajudam como podem, mas apesar do auxílio, a presidente pede a sensibilidade da população para contribuir com a Organização com materiais de limpeza, remédios e tinta para pintar os canis.  Depois da morte da fundadora da Organização, Sueli Craveira, a nova presidente viu o abandono tomar conta do lugar e para não deixar os animais irem para o Centro de Controle de Zoonoses, ela decidiu assumir a causa e cuidar dos cachorros, enquanto eles não seguem para um novo lar.  Presidente pede contribuições de material de limpeza, tintas, remédios , além de corações solidários (Foto: Reprodução/ facebook) Presidente pede contribuições de material de limpeza, tintas, remédios , além de corações solidários “Convivi com a Sueli quase dez anos e depois que ela faleceu, a ONG ficou à deriva e vi que ela lutou bastante para conseguir os documentos. Eu venho aqui e cuido dos cachorros, às vezes saio às 3h da manhã, não posso desistir. Quando chego eles me olham tão alegres que não tenho coragem de deixá-los”, explica.  Como Ajudar  A ONG Vira-Latas MS está localizada na saída para Três Lagoas e quem quiser contribuir como voluntário ou fazer doações pode ligar no telefone (67) 9177-0043.  Evento  Voluntários da Vira-Latas MS organizaram um Brechó Solidário com peças de roupas, calçados e acessórios. Tudo com preços acessíveis. O evento ocorrerá nos dias 8 e 9 de fevereiro, das 9h às 16h, na Rua Araguaiana, nº 126, Vila Sobrinho. O dinheiro arrecadado será utilizado para reformar os canis e quitar débitos da ONG com clínicas veterinárias parceiras.  Fonte: Capital News
Enquanto não seguem para um novo lar, animais precisam ser medicamentos e alimentos, muitos deles estão infectados com leishmaniose. ONG pede contribuições
Cuidando de quase 50 cães com a ajuda de alguns voluntários, a presidente da ONG Vira-Latas MS, Cleuza Martins Chaves, pede a colaboração dos apaixonados por cães para continuar com os trabalhos da ONG.
Com 44 anos, Cleuza divide sua rotina entre fazer diárias e ir à ONG dar banho, medicar e alimentar os animais. Alguns voluntários não deixam a presidente na mão, ajudam como podem, mas apesar do auxílio, a presidente pede a sensibilidade da população para contribuir com a Organização com materiais de limpeza, remédios e tinta para pintar os canis.
Depois da morte da fundadora da Organização, Sueli Craveira, a nova presidente viu o abandono tomar conta do lugar e para não deixar os animais irem para o Centro de Controle de Zoonoses, ela decidiu assumir a causa e cuidar dos cachorros, enquanto eles não seguem para um novo lar.
Presidente pede contribuições de material de limpeza, tintas, remédios , além de corações solidários (Foto: Reprodução/ facebook) VIRA-LATAS MS Enquanto não seguem para um novo lar, animais precisam ser medicamentos e alimentos, muitos deles estão infectados com leishmaniose. ONG pede contribuições (Foto: Vania Jacob/Ong Vira-Latas MS) Enquanto não seguem para um novo lar, animais precisam ser medicamentos e alimentos, muitos deles estão infectados com leishmaniose. ONG pede contribuições Cuidando de quase 50 cães com a ajuda de alguns voluntários, a presidente da ONG Vira-Latas MS, Cleuza Martins Chaves, pede a colaboração dos apaixonados por cães para continuar com os trabalhos da ONG.  Com 44 anos, Cleuza divide sua rotina entre fazer diárias e ir à ONG dar banho, medicar e alimentar os animais. Alguns voluntários não deixam a presidente na mão, ajudam como podem, mas apesar do auxílio, a presidente pede a sensibilidade da população para contribuir com a Organização com materiais de limpeza, remédios e tinta para pintar os canis.  Depois da morte da fundadora da Organização, Sueli Craveira, a nova presidente viu o abandono tomar conta do lugar e para não deixar os animais irem para o Centro de Controle de Zoonoses, ela decidiu assumir a causa e cuidar dos cachorros, enquanto eles não seguem para um novo lar.  Presidente pede contribuições de material de limpeza, tintas, remédios , além de corações solidários (Foto: Reprodução/ facebook) Presidente pede contribuições de material de limpeza, tintas, remédios , além de corações solidários “Convivi com a Sueli quase dez anos e depois que ela faleceu, a ONG ficou à deriva e vi que ela lutou bastante para conseguir os documentos. Eu venho aqui e cuido dos cachorros, às vezes saio às 3h da manhã, não posso desistir. Quando chego eles me olham tão alegres que não tenho coragem de deixá-los”, explica.  Como Ajudar  A ONG Vira-Latas MS está localizada na saída para Três Lagoas e quem quiser contribuir como voluntário ou fazer doações pode ligar no telefone (67) 9177-0043.  Evento  Voluntários da Vira-Latas MS organizaram um Brechó Solidário com peças de roupas, calçados e acessórios. Tudo com preços acessíveis. O evento ocorrerá nos dias 8 e 9 de fevereiro, das 9h às 16h, na Rua Araguaiana, nº 126, Vila Sobrinho. O dinheiro arrecadado será utilizado para reformar os canis e quitar débitos da ONG com clínicas veterinárias parceiras.  Fonte: Capital News
Presidente pede contribuições de material de limpeza, tintas, remédios , além de corações solidários
“Convivi com a Sueli quase dez anos e depois que ela faleceu, a ONG ficou à deriva e vi que ela lutou bastante para conseguir os documentos. Eu venho aqui e cuido dos cachorros, às vezes saio às 3h da manhã, não posso desistir. Quando chego eles me olham tão alegres que não tenho coragem de deixá-los”, explica.
Como Ajudar
A ONG Vira-Latas MS está localizada na saída para Três Lagoas e quem quiser contribuir como voluntário ou fazer doações pode ligar no telefone (67) 9177-0043.
Evento
Voluntários da Vira-Latas MS organizaram um Brechó Solidário com peças de roupas, calçados e acessórios. Tudo com preços acessíveis. O evento ocorrerá nos dias 8 e 9 de fevereiro, das 9h às 16h, na Rua Araguaiana, nº 126, Vila Sobrinho. O dinheiro arrecadado será utilizado para reformar os canis e quitar débitos da ONG com clínicas veterinárias parceiras.
Fonte: Capital News

VITÓRIA PARA O OCEANO

seashep Segundo o site da Sea Sheperd, a organização de proteção da vida marinha fechou as operações da frota baleeira japonesa, durante sete dias consecutivos. Os navios da Sea Shepherd agora guardam a rampa do Nisshin Maru, tornando o navio incapaz de moer e processar carne de baleia.  O Capitão da Bob Barker, Peter Hammarstedt, disse: “A estratégia principal de nossas campanhas de defesa das baleias da Antártida é garantir a rampa do Nisshin Maru, e não permitir que baleias mortas, passem por esse matadouro flutuante. Atingimos este objetivo. Vamos continuar a bloquear a rampa  deste navio de caça e proteger esses animais e a santidade do Santuário Antártico das Baleias.”  No mês de janeiro, a frota da Sea Sheperd controlou o Nisshin Maru por um total de nove dias, e também acompanhou os caçadores dois dias pelos helicópteros do Steve Irwin. Além disso, os baleeiros levariam três dias para retornarem aos seus locais de matança depois de serem perseguidos, então a Sea Shepherd é capaz de dizer com certeza absoluta que durante pelo menos 14 dias do mês de janeiro, a frota japonesa não conseguiu matar baleias.  A ação da organização, juntamente com o programa de monitoramento do governo australiano e as más condições atmosféricas, fizeram com que a frota baleeira tivesse um mês desastroso. Os baleeiros dependem fortemente de janeiro como seu mês mais rentável e a Sea Shepherd considera janeiro de 2014 seu maior sucesso em uma década.  Os baleeiros matam em média 25 baleias em um bom dia. Estima-se que a intervenção durante a Operação Relentless, até agora, salvou a vida de aproximadamente 350 baleias.  O capitão da Sam Simon, Adam Meyerson, disse que “2014 foi um grande ano para as baleias até o momento. Agora que a Sea Shepherd tem uma pequena marinha, nos dá flexibilidade para usar nossos navios para manter a frota baleeira fora da caça por tempo indeterminado. Não descansaremos até que esta frota ilegal seja expulsa do santuário.”
Segundo o site da Sea Sheperd, a organização de proteção da vida marinha fechou as operações da frota baleeira japonesa, durante sete dias consecutivos. Os navios da Sea Shepherd agora guardam a rampa do Nisshin Maru, tornando o navio incapaz de moer e processar carne de baleia.
O Capitão da Bob Barker, Peter Hammarstedt, disse: “A estratégia principal de nossas campanhas de defesa das baleias da Antártida é garantir a rampa do Nisshin Maru, e não permitir que baleias mortas, passem por esse matadouro flutuante. Atingimos este objetivo. Vamos continuar a bloquear a rampa  deste navio de caça e proteger esses animais e a santidade do Santuário Antártico das Baleias.”
No mês de janeiro, a frota da Sea Sheperd controlou o Nisshin Maru por um total de nove dias, e também acompanhou os caçadores dois dias pelos helicópteros do Steve Irwin. Além disso, os baleeiros levariam três dias para retornarem aos seus locais de matança depois de serem perseguidos, então a Sea Shepherd é capaz de dizer com certeza absoluta que durante pelo menos 14 dias do mês de janeiro, a frota japonesa não conseguiu matar baleias.
A ação da organização, juntamente com o programa de monitoramento do governo australiano e as más condições atmosféricas, fizeram com que a frota baleeira tivesse um mês desastroso. Os baleeiros dependem fortemente de janeiro como seu mês mais rentável e a Sea Shepherd considera janeiro de 2014 seu maior sucesso em uma década.
Os baleeiros matam em média 25 baleias em um bom dia. Estima-se que a intervenção durante a Operação Relentless, até agora, salvou a vida de aproximadamente 350 baleias.
O capitão da Sam Simon, Adam Meyerson, disse que “2014 foi um grande ano para as baleias até o momento. Agora que a Sea Shepherd tem uma pequena marinha, nos dá flexibilidade para usar nossos navios para manter a frota baleeira fora da caça por tempo indeterminado. Não descansaremos até que esta frota ilegal seja expulsa do santuário.”

A organização Sea Sheperd impede a morte de baleias na Antártida

EXTERMÍNIO

cisne O Departamento de Conservação Ambiental do Estado de Nova York pretende assassinar todos os 2.200 cisnes brancos que vivem na região por considerá-los uma espécie invasora. As informações são do The Spec.  Os cisnes brancos foram introduzidos pelos europeus há dois séculos, devido à sua extrema beleza. Agora, embora a espécie já tenha se tornado parte da cidade, esses animais são acusados de destruir o habitat dos patos e gansos nativos. Com essa justificativa, o órgão propôs declarar o cisne uma “espécie invasora proibida” e pretende matar todos eles até 2025.  Para acabar com os cisnes, o plano é atirar nos animais ou envenená-los, após a captura, além de colocar óleo nos ovos para evitar a eclosão. A iniciativa gerou grande discussão entre os conservacionistas e os defensores de aves, que são a favor dessa atitude, enquanto parte da população e ativistas pelos direitos animais estão horrorizados.  “Eu sabia que haveria um monte de defensores de cisnes apaixonados, mas não podemos basear nossas políticas de gestão apenas na estética de um pássaro”, disse Bryan Swift, especialista em conservação de aves em todo o estado.  As pessoas que tutelam cisnes em propriedades privadas poderão mantê-los, mas deverão deixá-los dentro dos limites do imóvel e alguns parques públicos terão permissão para continuar com os animais caso previnam sua reprodução.  O estado de Nova York buscará a permissão dos governos locais junto com a dos donos de propriedades privadas para ter a aprovação necessária para iniciar o massacre. Em 1993 uma outra medida foi adotada, quando se jogou óleo nos ovos e os cisnes adultos foram transferidos para regiões silvestres.  A associação defensora dos animais GooseWatchNYC denunciou a atual proposta, enquanto mais de 12 organizações ainda estão estudando a ideia.  Nota da Redação: A única espécie invasora é a espécie humana que, além de fazer os cisnes viajarem da Europa até Nova York há dois séculos, por gostar de sua aparência, agora quer exterminar esses animais inocentes que agem por instinto e não passam de vítimas da crueldade das pessoas. O discurso conservacionista é criminoso e não existe nada que justifique a morte de um animal.
O Departamento de Conservação Ambiental do Estado de Nova York pretende assassinar todos os 2.200 cisnes brancos que vivem na região por considerá-los uma espécie invasora. As informações são do The Spec.
Os cisnes brancos foram introduzidos pelos europeus há dois séculos, devido à sua extrema beleza. Agora, embora a espécie já tenha se tornado parte da cidade, esses animais são acusados de destruir o habitat dos patos e gansos nativos. Com essa justificativa, o órgão propôs declarar o cisne uma “espécie invasora proibida” e pretende matar todos eles até 2025.
Para acabar com os cisnes, o plano é atirar nos animais ou envenená-los, após a captura, além de colocar óleo nos ovos para evitar a eclosão. A iniciativa gerou grande discussão entre os conservacionistas e os defensores de aves, que são a favor dessa atitude, enquanto parte da população e ativistas pelos direitos animais estão horrorizados.
“Eu sabia que haveria um monte de defensores de cisnes apaixonados, mas não podemos basear nossas políticas de gestão apenas na estética de um pássaro”, disse Bryan Swift, especialista em conservação de aves em todo o estado.
As pessoas que tutelam cisnes em propriedades privadas poderão mantê-los, mas deverão deixá-los dentro dos limites do imóvel e alguns parques públicos terão permissão para continuar com os animais caso previnam sua reprodução.
O estado de Nova York buscará a permissão dos governos locais junto com a dos donos de propriedades privadas para ter a aprovação necessária para iniciar o massacre. Em 1993 uma outra medida foi adotada, quando se jogou óleo nos ovos e os cisnes adultos foram transferidos para regiões silvestres.
A associação defensora dos animais GooseWatchNYC denunciou a atual proposta, enquanto mais de 12 organizações ainda estão estudando a ideia.
Nota da Redação: A única espécie invasora é a espécie humana que, além de fazer os cisnes viajarem da Europa até Nova York há dois séculos, por gostar de sua aparência, agora quer exterminar esses animais inocentes que agem por instinto e não passam de vítimas da crueldade das pessoas. O discurso conservacionista é criminoso e não existe nada que justifique a morte de um animal. 

- Traduzido Por: Template Para BLogspot - Mais Modelos Templates Blogger - Designed by Johanes Djogan -