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Gorilas do monte Virunga. (Foto: gorillacd.org) São 7.800 quilômetros quadrados de folhas e geleiras e vulcões que configuram um dos ecossistemas mais ricos do mundo, com 216 espécies selvagens impossíveis de encontrar em outros lugares do mundo. No entanto, a riqueza natural do Parque Virunga, o mais antigo parque nacional na África e um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, tem a ver com a riqueza econômica que pode existir em suas terras, algumas supostas reservas de petróleo que o governo congolês abriu à exploração internacional. As informações são do euroXpress.  Até agora, apenas o britânico Soco International PLC anunciou planos para começar a sondagem em Virunga e a sondagem aérea poderia começar em breve. Grupos ambientalistas, incluindo especialmente a WWF, que trabalha há décadas na área, veem nisso o prelúdio de um desastre ecológico e atacaram com as mesmas armas: o valor econômico.  A WWF publicou uma notícia, “O valor econômico do Parque Nacional de Virunga”, que revela que este território poderia gerar mais de 800 milhões de euros se explorado de maneira sustentável ao invés de perfurá-lo em busca de petróleo.  O estudo explica que o Parque Nacional tem o potencial de criar 45 mil empregos permanentes criando um modelo de funcionamento sustentável baseado em investimentos, como energia hidrelétrica e ecoturismo.  “Virunga é o parque mais antigo e rico em biodiversidade na África, além de ser um recurso valioso para a República Democrática do Congo. Planos para procurar e explorar as reservas de petróleo ameaçam o extraordinário valor e futuro do parque”, disse o secretário-geral da WWF Espanha, Juan Carlos del Olmo.  Junto ao estudo, a WWF acaba de lançar uma campanha, SOS Virunga,  em escala internacional, para exigir que a petrolífera pare com seus planos. A ONG criou uma petição online para que todos possam assinar mostrando sua oposição à exploração de petróleo natural. Em junho passado, o Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, já ordenou o cancelamento de todas as autorizações para a exploração de petróleo em Virunga, e pediu aos licitantes (as companhias petrolíferas Total e Soco) que não realizem suas atividades em locais considerados Patrimônio da Humanidade pela organização.  A grande reserva de vida selvagem do planeta  A cientista Dian Fossey fez o mundo inteiro olhar para Virunga. O filme homenagem a seu trabalho e sua vida dedicada a proteger o habitat do gorila da montanha colocou na agenda política e social esta espécie à beira da extinção que conseguiu sobreviver graças a décadas de programas de conservação e campanhas. Hoje, esses “Gorilas das Montanhas” se veem novamente ameaçados.  Virunga é uma das maiores áreas selvagens do mundo. Entre sua rica vida selvagem se encontram 25% de todos os gorilas de montanha que sobrevivem em liberdade, 700 espécies de aves, 109 espécies de répteis e 78 espécies de anfíbios. Além disso, em Virunga vivem 216 espécies de animais e 141 de plantas que não se encontra em nenhum outro lugar do mundo.  A procura de petróleo não só ameaça o equilíbrio entre estas espécies como pode ter consequências devastadoras para as comunidades locais que dependem do parque para alimentos e pequena economia, para conseguir peixes, água potável, madeira… De acordo com o relatório da WWF, os recursos gerados pelo parque são os meios de subsistência de mais de 50.000 pessoas.
São 7.800 quilômetros quadrados de folhas e geleiras e vulcões que configuram um dos ecossistemas mais ricos do mundo, com 216 espécies selvagens impossíveis de encontrar em outros lugares do mundo. No entanto, a riqueza natural do Parque Virunga, o mais antigo parque nacional na África e um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, tem a ver com a riqueza econômica que pode existir em suas terras, algumas supostas reservas de petróleo que o governo congolês abriu à exploração internacional. As informações são do euroXpress.
Até agora, apenas o britânico Soco International PLC anunciou planos para começar a sondagem em Virunga e a sondagem aérea poderia começar em breve. Grupos ambientalistas, incluindo especialmente a WWF, que trabalha há décadas na área, veem nisso o prelúdio de um desastre ecológico e atacaram com as mesmas armas: o valor econômico.
A WWF publicou uma notícia, “O valor econômico do Parque Nacional de Virunga”, que revela que este território poderia gerar mais de 800 milhões de euros se explorado de maneira sustentável ao invés de perfurá-lo em busca de petróleo.
O estudo explica que o Parque Nacional tem o potencial de criar 45 mil empregos permanentes criando um modelo de funcionamento sustentável baseado em investimentos, como energia hidrelétrica e ecoturismo.
“Virunga é o parque mais antigo e rico em biodiversidade na África, além de ser um recurso valioso para a República Democrática do Congo. Planos para procurar e explorar as reservas de petróleo ameaçam o extraordinário valor e futuro do parque”, disse o secretário-geral da WWF Espanha, Juan Carlos del Olmo.
Junto ao estudo, a WWF acaba de lançar uma campanha, SOS Virunga,  em escala internacional, para exigir que a petrolífera pare com seus planos. A ONG criou uma petição online para que todos possam assinar mostrando sua oposição à exploração de petróleo natural. Em junho passado, o Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, já ordenou o cancelamento de todas as autorizações para a exploração de petróleo em Virunga, e pediu aos licitantes (as companhias petrolíferas Total e Soco) que não realizem suas atividades em locais considerados Patrimônio da Humanidade pela organização.
A grande reserva de vida selvagem do planeta
A cientista Dian Fossey fez o mundo inteiro olhar para Virunga. O filme homenagem a seu trabalho e sua vida dedicada a proteger o habitat do gorila da montanha colocou na agenda política e social esta espécie à beira da extinção que conseguiu sobreviver graças a décadas de programas de conservação e campanhas. Hoje, esses “Gorilas das Montanhas” se veem novamente ameaçados.
Virunga é uma das maiores áreas selvagens do mundo. Entre sua rica vida selvagem se encontram 25% de todos os gorilas de montanha que sobrevivem em liberdade, 700 espécies de aves, 109 espécies de répteis e 78 espécies de anfíbios. Além disso, em Virunga vivem 216 espécies de animais e 141 de plantas que não se encontra em nenhum outro lugar do mundo.
A procura de petróleo não só ameaça o equilíbrio entre estas espécies como pode ter consequências devastadoras para as comunidades locais que dependem do parque para alimentos e pequena economia, para conseguir peixes, água potável, madeira… De acordo com o relatório da WWF, os recursos gerados pelo parque são os meios de subsistência de mais de 50.000 pessoas.

Companhias de petróleo ameaçam gorilas das montanhas


Foto: Amy Sancetta Há abundantes evidências de que porcos são tão inteligentes e sociáveis quanto cães. Mas enquanto para uma espécie é permitida a afeição e o respeito, a outra encara assassinatos em massa na rota para se tornar bacon, presunto e costeletas.  Buscando capitalizar em cima dessa discrepância, defensores dos direitos animais estão lançando uma campanha chamada “Someone Project” que pretende destacar pesquisas retratando porcos, galinhas e outros animais criados para o consumo como mais inteligentes e emocionalmente complexos do que geralmente se acredita. A esperança é que mais pessoas possam ver estes animais com a mesma empatia que sentem para com cães, gatos, elefantes, símios e golfinhos. As informações são da Global Animal.  “Quando você pergunta às pessoas por que elas comem galinhas mas não gatos, a única coisa que elas expressam é que sentem cães e gatos mais sofisticados cognitivamente que as espécies que elas comem – e nós sabemos que isso não é verdade”, disse Bruce Friedrich do Farm Sanctuary, uma organização de proteção animal vegan que está coordenando o novo projeto.  “Tudo se resume ao fato das pessoas não conhecerem animais criados para consumo do mesmo modo que conhecem cães e gatos”, explica Friedrich. “Nós somos uma nação de apaixonados por animais, e ainda assim, os animais que encontramos com mais frequência são os que nós pagamos para as pessoas matarem a fim de que possamos comê-los”, completou.  A cientista líder do projeto é Lori Marino, professora de Psicologia na Universidade de Emory que conduziu extensiva pesquisa sobre a inteligência das baleias, golfinhos e primatas. Ela planeja rever a literatura científica já produzida até então a respeito da inteligência dos animais explorados para consumo, bem como identificar áreas que justifiquem novas pesquisas e preparar relatórios sobre suas descobertas, que ela deverá fazer com que circulem por todo o mundo através das mídias sociais, vídeos e apresentação pessoal em conferências científicas.  “Eu quero ter certeza de que tudo isso será levado a sério”, disse Marino em uma entrevista. “O ponto não é colocar estes animais em um ‘ranking’, mas reeducar as pessoas sobre quem eles são. E eles são animais muito sofisticados”.  Para Marino e Friedrich, ambos veganos, os objetivos básicos do projeto são: construir apoio público para o tratamento humano aos animais, e impulsionar as fileiras de americanos que decidem não comer mais carne.  “Este projeto não visa coagir as pessoas a se tornarem veganas do dia para a noite, e sim dar-lhes uma nova perspectiva, embora esta talvez venha a fazer com que se sintam um pouco desconfortáveis”, Marino acrescentou.  “Pode ser que elas venham a pensar: ‘Eu não sabia que vacas e porcos poderiam reconhecer uns aos outros e fazer amigos especiais’ “, disse ela, que também comentou que isso deverá fazer as pessoas “se contorcerem um pouco”, e que será bom se for assim.  As maiores associações representando criadores industriais de aves e porcos dizem que os fazendeiros por elas representados já tomaram medidas para minimizar o tratamento cruel aos animais nas fazendas.  “Enquanto animais criados para servir a alimentação humana realmente têm um grau de inteligência, o Farm Sanctuary está buscando humanizá-los no sentido de fazer avançar a sua agenda vegan – um fim para o consumo de carne”, criticou David Warner, do Conselho Nacional de Produtores de Porcos. “Veganos têm o direito de expressar a sua opinião – e nós respeitamos esse direito – mas eles não deveriam forçar o seu estilo de vida aos outros”, acrescentou.  Gwen Venable, da Associação Americana de Aves e Ovos defende que a carne de aves provê uma fonte valiosa e acessível de proteína.  “Consumidores deveriam ser capazes de escolher sua comida baseados em suas próprias preferências alimentares e necessidades nutricionais, sem serem indevidamente influenciados pela agenda pessoal de um grupo”, escreveu ela em um e-mail, e disse ainda: “Nós não sentimos que a campanha do Farm Sanctuary seja razoável, uma vez que tem por objetivo último erradicar as aves e os porcos das dietas dos consumidores”.  Thomas Super, do Conselho Nacional de Frangos, diz que esforços para comparar animais de fazenda com os domésticos é parte de uma estratégia para criar uma sociedade “livre de carne”. Ele também argumentou que os fazendeiros e as companhias criadoras de galinhas têm grande interesse em assegurar que os animais sejam saudáveis e bem tratados.  Apesar do Someone Project abranger várias espécies de animais exploradas para consumo humano, os porcos deverão receber um foco especial dada a amplitude de estudos anteriores sobre sua inteligência e comportamento. Alguns pesquisadores dizem que as habilidades cognitivas dos porcos são superiores às de uma criança de três anos de idade, assim como as dos cães e gatos.  A ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) tem uma seção em seu site intitulada “The Hidden Lives of Pigs” (“As vidas ocultas dos Porcos”), que  retrata os mesmos como animais sociáveis, divertidos e protetores, com um vocabulário composto por mais de vinte expressões vocais diferentes.  “Porcos são conhecidos por sonhar, por reconhecer seus próprios nomes, aprender truques como sentar para ganhar um petisco, e levar vidas sociais com uma complexidade previamente observada somente em primatas”, diz o site. “Como os humanos, os porcos apreciam ouvir música, brincar com bolas de futebol e receber massagens”.  No site, também são recontadas notícias de porcos que salvaram a vida de animais em perigo ou que salvaram a si mesmos ao pular de caminhões com destino ao matadouro.  O tratamento dado aos porcos tem sido uma questão política em diversos estados americanos devido aos esforços para a aprovação de leis que proíbam o confinamento de porcas em celas de gestação.  Friedrich diz que ele consegue mais progressos com legisladores estaduais nesta questão quando ele argumenta que porcos são mais avançados cognitivamente que cães e gatos.  “Eles iriam se horrorizar se cães ou gatos fossem submetidos às mesmas condições”, conta Friedrich.  Bob Martin, especialista em sistemas alimentares da Escola de Saúde Johns Hopkins, afirma que ele desenvolveu uma apreciação da complexidade emocional dos porcos quando trabalhou recentemente como diretor executivo da instituição Pew Commission on Industrial Farm Animal Production.  “Porcas em celas de gestação mostram diversos sinais de depressão”, disse ele. “Quando eu fui a uma fazenda em Iowa onde os porcos não estavam confinados, eles vinham correndo para cumprimentar o fazendeiro assim como fazem os cães. Eles queriam interagir com ele”.  O professor Bernard Rollin, que leciona Filosofia e Ciência Animal na Universidade do Colorado, acredita que uma “cegueira ideológica” faça pensar que estes animais não são inteligentes. Ele considera que o problema possa residir no fato das pessoas verem estes animais como rebanhos. “Você vê mil vacas ou porcos e pensa que eles são iguais, mas há realmente diferenças individuais imensas”, argumentou ele.  De acordo com o Farm Sanctuary, vacas ficam estimuladas quando recebem desafios intelectuais, galinhas podem andar por labirintos e antecipar o futuro, e ovelhas são capazes de lembrar de dezenas de fisionomias individuais humanas e de outras ovelhas por mais de dois anos.  Há pesquisas sugerindo que campanhas como a Someone Project podem exercer grande influência nos consumidores. Em um recente estudo que examinava as dúvidas que as pessoas tinham quanto a comer carne, os psicólogos Matthew Ruby e Steven Heine da Universidade de British Columbia concluíram que o nível de inteligência dos animais não-humanos era a preocupação mais comum.  Outro estudo conduzido por pesquisadores universitários da Austrália e Inglaterra revelou que muitas pessoas que comem carne sentem conflito moral se lembradas da inteligência dos animais que estão consumindo.  “Embora a maior parte das pessoas não se importe em comer carne, elas não gostam de pensar que os animais que elas comem têm mentes pensantes”, escreveram os pesquisadores no Boletim de Personalidade e Psicologia Social.  Dena Jones, gerente do Animal Welfare Institute, prevê que a consciência sobre a inteligência dos animais explorados para alimentação humana deverá aumentar constantemente, levando a uma maior pressão sobre a indústria, desde os varejistas de alimentos até as cadeias de restaurantes.  “São os varejistas que irão forçar a indústria a trazer suas práticas em linha com as expectativas dos consumidores”, disse ela.  Janeen Salak-Johnson, professora do Departamento de Ciências Animais da Universidade de Illinois, disse que observa um conflito entre seus estudantes quando eles se defrontam com questões sobre bem-estar animal e suprimento de alimentos. Ela conta que, enquanto alguns alunos do subúrbio de Chicago estão partindo para dietas vegetarianas, os de comunidades rurais têm a crença de que as fazendas locais ajudam a alimentar o mundo.  Salak-Johnson se diz a favor de um “meio termo”, e alega que campanhas como a Someone Project vão longe ao tentar equalizar animais que ela chama “de produção” com animais domésticos.  “Nós não podemos deixar todos estes animais livres – não é um sistema economicamente sustentável”, afirmou ela, que ainda acrescentou: “Precisamos cumprir nossas obrigações com estes animais, mas é justo da nossa parte fazer o mundo passar fome?”.
Há abundantes evidências de que porcos são tão inteligentes e sociáveis quanto cães. Mas enquanto para uma espécie é permitida a afeição e o respeito, a outra encara assassinatos em massa na rota para se tornar bacon, presunto e costeletas.
Buscando capitalizar em cima dessa discrepância, defensores dos direitos animais estão lançando uma campanha chamada “Someone Project” que pretende destacar pesquisas retratando porcos, galinhas e outros animais criados para o consumo como mais inteligentes e emocionalmente complexos do que geralmente se acredita. A esperança é que mais pessoas possam ver estes animais com a mesma empatia que sentem para com cães, gatos, elefantes, símios e golfinhos. As informações são da Global Animal.
“Quando você pergunta às pessoas por que elas comem galinhas mas não gatos, a única coisa que elas expressam é que sentem cães e gatos mais sofisticados cognitivamente que as espécies que elas comem – e nós sabemos que isso não é verdade”, disse Bruce Friedrich do Farm Sanctuary, uma organização de proteção animal vegan que está coordenando o novo projeto.
“Tudo se resume ao fato das pessoas não conhecerem animais criados para consumo do mesmo modo que conhecem cães e gatos”, explica Friedrich. “Nós somos uma nação de apaixonados por animais, e ainda assim, os animais que encontramos com mais frequência são os que nós pagamos para as pessoas matarem a fim de que possamos comê-los”, completou.
A cientista líder do projeto é Lori Marino, professora de Psicologia na Universidade de Emory que conduziu extensiva pesquisa sobre a inteligência das baleias, golfinhos e primatas. Ela planeja rever a literatura científica já produzida até então a respeito da inteligência dos animais explorados para consumo, bem como identificar áreas que justifiquem novas pesquisas e preparar relatórios sobre suas descobertas, que ela deverá fazer com que circulem por todo o mundo através das mídias sociais, vídeos e apresentação pessoal em conferências científicas.
“Eu quero ter certeza de que tudo isso será levado a sério”, disse Marino em uma entrevista. “O ponto não é colocar estes animais em um ‘ranking’, mas reeducar as pessoas sobre quem eles são. E eles são animais muito sofisticados”.
Para Marino e Friedrich, ambos veganos, os objetivos básicos do projeto são: construir apoio público para o tratamento humano aos animais, e impulsionar as fileiras de americanos que decidem não comer mais carne.
“Este projeto não visa coagir as pessoas a se tornarem veganas do dia para a noite, e sim dar-lhes uma nova perspectiva, embora esta talvez venha a fazer com que se sintam um pouco desconfortáveis”, Marino acrescentou.
“Pode ser que elas venham a pensar: ‘Eu não sabia que vacas e porcos poderiam reconhecer uns aos outros e fazer amigos especiais’ “, disse ela, que também comentou que isso deverá fazer as pessoas “se contorcerem um pouco”, e que será bom se for assim.
As maiores associações representando criadores industriais de aves e porcos dizem que os fazendeiros por elas representados já tomaram medidas para minimizar o tratamento cruel aos animais nas fazendas.
“Enquanto animais criados para servir a alimentação humana realmente têm um grau de inteligência, o Farm Sanctuary está buscando humanizá-los no sentido de fazer avançar a sua agenda vegan – um fim para o consumo de carne”, criticou David Warner, do Conselho Nacional de Produtores de Porcos. “Veganos têm o direito de expressar a sua opinião – e nós respeitamos esse direito – mas eles não deveriam forçar o seu estilo de vida aos outros”, acrescentou.
Gwen Venable, da Associação Americana de Aves e Ovos defende que a carne de aves provê uma fonte valiosa e acessível de proteína.
“Consumidores deveriam ser capazes de escolher sua comida baseados em suas próprias preferências alimentares e necessidades nutricionais, sem serem indevidamente influenciados pela agenda pessoal de um grupo”, escreveu ela em um e-mail, e disse ainda: “Nós não sentimos que a campanha do Farm Sanctuary seja razoável, uma vez que tem por objetivo último erradicar as aves e os porcos das dietas dos consumidores”.
Thomas Super, do Conselho Nacional de Frangos, diz que esforços para comparar animais de fazenda com os domésticos é parte de uma estratégia para criar uma sociedade “livre de carne”. Ele também argumentou que os fazendeiros e as companhias criadoras de galinhas têm grande interesse em assegurar que os animais sejam saudáveis e bem tratados.
Apesar do Someone Project abranger várias espécies de animais exploradas para consumo humano, os porcos deverão receber um foco especial dada a amplitude de estudos anteriores sobre sua inteligência e comportamento. Alguns pesquisadores dizem que as habilidades cognitivas dos porcos são superiores às de uma criança de três anos de idade, assim como as dos cães e gatos.
A ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) tem uma seção em seu site intitulada “The Hidden Lives of Pigs” (“As vidas ocultas dos Porcos”), que  retrata os mesmos como animais sociáveis, divertidos e protetores, com um vocabulário composto por mais de vinte expressões vocais diferentes.
“Porcos são conhecidos por sonhar, por reconhecer seus próprios nomes, aprender truques como sentar para ganhar um petisco, e levar vidas sociais com uma complexidade previamente observada somente em primatas”, diz o site. “Como os humanos, os porcos apreciam ouvir música, brincar com bolas de futebol e receber massagens”.
No site, também são recontadas notícias de porcos que salvaram a vida de animais em perigo ou que salvaram a si mesmos ao pular de caminhões com destino ao matadouro.
O tratamento dado aos porcos tem sido uma questão política em diversos estados americanos devido aos esforços para a aprovação de leis que proíbam o confinamento de porcas em celas de gestação.
Friedrich diz que ele consegue mais progressos com legisladores estaduais nesta questão quando ele argumenta que porcos são mais avançados cognitivamente que cães e gatos.
“Eles iriam se horrorizar se cães ou gatos fossem submetidos às mesmas condições”, conta Friedrich.
Bob Martin, especialista em sistemas alimentares da Escola de Saúde Johns Hopkins, afirma que ele desenvolveu uma apreciação da complexidade emocional dos porcos quando trabalhou recentemente como diretor executivo da instituição Pew Commission on Industrial Farm Animal Production.
“Porcas em celas de gestação mostram diversos sinais de depressão”, disse ele. “Quando eu fui a uma fazenda em Iowa onde os porcos não estavam confinados, eles vinham correndo para cumprimentar o fazendeiro assim como fazem os cães. Eles queriam interagir com ele”.
O professor Bernard Rollin, que leciona Filosofia e Ciência Animal na Universidade do Colorado, acredita que uma “cegueira ideológica” faça pensar que estes animais não são inteligentes. Ele considera que o problema possa residir no fato das pessoas verem estes animais como rebanhos. “Você vê mil vacas ou porcos e pensa que eles são iguais, mas há realmente diferenças individuais imensas”, argumentou ele.
De acordo com o Farm Sanctuary, vacas ficam estimuladas quando recebem desafios intelectuais, galinhas podem andar por labirintos e antecipar o futuro, e ovelhas são capazes de lembrar de dezenas de fisionomias individuais humanas e de outras ovelhas por mais de dois anos.
Há pesquisas sugerindo que campanhas como a Someone Project podem exercer grande influência nos consumidores. Em um recente estudo que examinava as dúvidas que as pessoas tinham quanto a comer carne, os psicólogos Matthew Ruby e Steven Heine da Universidade de British Columbia concluíram que o nível de inteligência dos animais não-humanos era a preocupação mais comum.
Outro estudo conduzido por pesquisadores universitários da Austrália e Inglaterra revelou que muitas pessoas que comem carne sentem conflito moral se lembradas da inteligência dos animais que estão consumindo.
“Embora a maior parte das pessoas não se importe em comer carne, elas não gostam de pensar que os animais que elas comem têm mentes pensantes”, escreveram os pesquisadores no Boletim de Personalidade e Psicologia Social.
Dena Jones, gerente do Animal Welfare Institute, prevê que a consciência sobre a inteligência dos animais explorados para alimentação humana deverá aumentar constantemente, levando a uma maior pressão sobre a indústria, desde os varejistas de alimentos até as cadeias de restaurantes.
“São os varejistas que irão forçar a indústria a trazer suas práticas em linha com as expectativas dos consumidores”, disse ela.
Janeen Salak-Johnson, professora do Departamento de Ciências Animais da Universidade de Illinois, disse que observa um conflito entre seus estudantes quando eles se defrontam com questões sobre bem-estar animal e suprimento de alimentos. Ela conta que, enquanto alguns alunos do subúrbio de Chicago estão partindo para dietas vegetarianas, os de comunidades rurais têm a crença de que as fazendas locais ajudam a alimentar o mundo.
Salak-Johnson se diz a favor de um “meio termo”, e alega que campanhas como a Someone Project vão longe ao tentar equalizar animais que ela chama “de produção” com animais domésticos.
“Nós não podemos deixar todos estes animais livres – não é um sistema economicamente sustentável”, afirmou ela, que ainda acrescentou: “Precisamos cumprir nossas obrigações com estes animais, mas é justo da nossa parte fazer o mundo passar fome?”.
fonte:Anda

Conselheiros da Apremavi foram vítimas de agressão e ficaram reféns sob a mira de arma de fogo e ameaça de morte por mais de 30 minutos Conselheiros da Apremavi foram vítimas de agressão e ficaram reféns sob a mira de arma de fogo e ameaça de morte por mais de 30 minutos (Foto: Miriam Prochnow / Divulgação)  Um flagrante de violência, porém, também marcado pela coragem. Foi o que viveram Wigold B. Schaffer e Miriam Prochnow, Conselheiros da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), em Atalanta, no Alto Vale do Itajaí.  Os dois foram vítimas de agressão e ficaram reféns sob a mira de arma de fogo e ameaça de morte por mais de 30 minutos. O fato ocorreu no domingo, enquanto faziam um passeio pela mata de sua propriedade em Atalanta.  O casal saiu de casa por volta das 10h em companhia da filha para dar uma caminhada no meio da mata e fazer fotos da flora e da fauna. Em torno de 10h30 foram atacados por um caçador que usava vestimenta camuflada da cabeça aos pés, empunhando uma arma de fogo.  No começo, conta Míriam, ela achou que o movimento atrás de uns palmiteiros poderia ser de algum animal e por isso começou a fotografar. As fotos captadas em sequência mostram o caçador apontando a arma, aproximando-se de Wigold e acertando-lhe a mão. Seguindo orientação da polícia, foi inserida uma tarja nas imagens para impedir a visualização do rosto do agressor.  Fonte: Diário Catarinense
Conselheiros da Apremavi foram vítimas de agressão e ficaram reféns sob a mira de arma de fogo e ameaça de morte por mais de 30 minutos (Foto: Miriam Prochnow / Divulgação)
Um flagrante de violência, porém, também marcado pela coragem. Foi o que viveram Wigold B. Schaffer e Miriam Prochnow, Conselheiros da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), em Atalanta, no Alto Vale do Itajaí.
Os dois foram vítimas de agressão e ficaram reféns sob a mira de arma de fogo e ameaça de morte por mais de 30 minutos. O fato ocorreu no domingo, enquanto faziam um passeio pela mata de sua propriedade em Atalanta.
O casal saiu de casa por volta das 10h em companhia da filha para dar uma caminhada no meio da mata e fazer fotos da flora e da fauna. Em torno de 10h30 foram atacados por um caçador que usava vestimenta camuflada da cabeça aos pés, empunhando uma arma de fogo.
No começo, conta Míriam, ela achou que o movimento atrás de uns palmiteiros poderia ser de algum animal e por isso começou a fotografar. As fotos captadas em sequência mostram o caçador apontando a arma, aproximando-se de Wigold e acertando-lhe a mão. Seguindo orientação da polícia, foi inserida uma tarja nas imagens para impedir a visualização do rosto do agressor.

Caçador camuflado atira e ameaça casal que defende a Mata Altântica


FALTA DE RECURSOS

Com um ano e meio de formação, o grupo Anjos de Patas ajudou mais de mil animais, entre resgates, adoções e atendimento veterinário. A Organização Não Governamental tem 22 membros na mobilização mais direta e deverá fazer um bazar no próximo dia 10 para angariar fundos. De acordo com a presidente da entidade, Daniele Frota Aguiar Lima, um dos motivos para a realização do bazar são as várias dívidas nas clínicas veterinárias de Sobral (CE).  “A maior parte são dívidas antigas que precisamos quitar antes de pensar em resgatar mais animais. Lá, terão artigos doados para vender, além das blusas do grupo”. Ela enumera que serão roupas, sapatos, bolsas, bijuterias, itens domésticos, CDs DVDs, livros e até eletrodomésticos. O preço da maioria dos produtos varia de R$2 a R$5, embora tenha alguns itens com preços maiores. O bazar será na Praça de Cuba e está previsto para iniciar às 7h30.  Castrações  “Mas esses são uma minoria”, afirma Daniele Frota. A expectativa de arrecadação é de R$ 2 mil, valor que será inteiramente revertido para o pagamento das dívidas. “O que sobrar deverá ser encaminhado para a realização de novas castrações”.  Semanalmente, são realizadas duas castrações felinas. Daniele explica que além de ser mais barata, são os gatos a maior população de animais abandonados na cidade, já havendo, inclusive, locais reconhecidos pela sua população felina. “No campus da Universidade Federal do Ceará (UFC) e no Parque da Cidade são dois bons exemplos disso. Geralmente, alguém do grupo se responsabiliza para deixar água e comida ou mobilizamos um voluntário nas redes sociais que cuida por um tempo disso”.  Arrecadação  Junto com as vendas estará ocorrendo ainda a arrecadação de notas fiscais a partir de R$10,00 para o programa Sua Nota Vale Dinheiro. Daniele explica que mesmo com a demora de quase dez meses para receber o valor, o grupo sempre o aproveita. “A cada R$12 mil de notas digitadas recebemos R$60 reais. Por isso precisamos do maior número de notas possível. A falta de dinheiro é o que limita nossa ajuda”. Já no dia 18 de Agosto o grupo participará do movimento nacional II Manifestação Crueldade Nunca Mais. “A maioria das cidades está organizando manifestos pacíficos e em Sobral vamos fazer o nosso também”.  Com cartazes contra maus-tratos, abandono e explicando uma forma fácil de entender algumas doenças, a caminhada será rápida e deve contar com a presença também dos animais de estimação. “O roteiro ainda deverá ser definido, mas vamos nos reunir no Arco e passar pelo centro”.  Exigências  Sem sede fixa, a ONG negocia junto à Prefeitura Municipal a doação de um terreno. A exigência de documentação e burocracia já foram atendidos e o pedido já foi entregue. Segundo a presidente, a Secretaria de Infraestrutura informou que o pedido já foi aprovado na Câmara dos Vereadores e agora o terreno será estudado e licitado. “A coisa toda deve levar entre dois e três anos até termos o terreno em mãos. Depois disso faremos campanhas para construir o local.  Divulgação  A demora se torna boa em alguns aspectos, como o amadurecimento do grupo. Os cachorros adultos estão temporariamente em um sítio cedido por alguém que ofereceu lar temporário. Filhotes e gatos em geral ficam pelas casas dos membros. “Mas na maior parte dos casos, quando uma pessoa tem animais em casa ou os encontra na rua e querem adoção para eles, ela entra em contato, tiramos fotos e pegamos o dados das pessoas e divulgamos o animal até conseguirmos adotá-lo”.  Os animais adultos são entregues castrados. Já os filhotes não podem passar ainda pelo procedimento e fica sob responsabilidade do tutor a castração.  Para que o grupo interfira e resgate o animal, é preciso que o mesmo corra risco de vida pois o grupo passa hoje por problemas como falta de abrigo, dividas e a falta de orientação da população sobre o assunto. “Tivemos contatos até mesmo com empresas que não tinham a informação necessária sobre animais e, mais especificamente, gatos de rua, por isso estamos trabalhando em parceria com o Grupo de Proteção Animal de Sobral e o Grupo Amigo dos Animais de Ruas, ambos feitos por estudantes solidários à causa, para que ajudem na parte educativa”.  Daniele explica que não é simplesmente comprar, adotar, ou acolher um animal, a pessoa tem que estudar a respeito, saber dos riscos, do que um animal precisa, manter a carteira de vacinação do animal em dia, remédios, consultas periódicas ao veterinário e em caso de suspeita de alguma doença levar o animal para consulta médica.  “O animal é igual criança, em poucos dias ele definha e morre”. Sobre a castração, ela afirma que é um ponto no qual deve estar sempre lembrando.  Cabe ao tutor do animal castrá-lo, para evitar reprodução indesejada, e um provável o abandono da cria na rua. “Assim, evita-se que esses animais ´invadam´ casas, empresas, escolas, atrás de comida. Mas geralmente descobrimos que esses animais foram abandonados por seus próprios tutores nesses locais”.  Além da falta de recursos financeiros, o maior desafio do grupo Anjos de Pautas atualmente é a falta de voluntários. O grupo espera que pessoas identificadas com a causa aproximem-se da atividade, de modo a somar ainda mais esforços.  “Tivemos um estouro quando aparecemos, todos queriam ajudar de alguma forma, mas isso é uma coisa cíclica, não é ajudar uma vez e pronto, tem que ser um trabalho conjunto e a maioria dos voluntários trabalha, estuda, tem responsabilizas e fica difícil manter o trabalho voluntários frequente.  “Ainda temos pessoas ´do contra´ que não levam fé que vamos a diante”, lamenta Daniele Frota, sobre o preconceito sofrido pelo trabalho com os animais.  Mais Informações  Anjos de Patas Para doações, na Caixa Econômica: Conta corrente 00045981-1 Agência 0554 Variação 023 Daniele Frota Aguiar Lima  Fonte: Diário do Nordeste
Com um ano e meio de formação, o grupo Anjos de Patas ajudou mais de mil animais, entre resgates, adoções e atendimento veterinário. A Organização Não Governamental tem 22 membros na mobilização mais direta e deverá fazer um bazar no próximo dia 10 para angariar fundos. De acordo com a presidente da entidade, Daniele Frota Aguiar Lima, um dos motivos para a realização do bazar são as várias dívidas nas clínicas veterinárias de Sobral (CE).
“A maior parte são dívidas antigas que precisamos quitar antes de pensar em resgatar mais animais. Lá, terão artigos doados para vender, além das blusas do grupo”. Ela enumera que serão roupas, sapatos, bolsas, bijuterias, itens domésticos, CDs DVDs, livros e até eletrodomésticos. O preço da maioria dos produtos varia de R$2 a R$5, embora tenha alguns itens com preços maiores. O bazar será na Praça de Cuba e está previsto para iniciar às 7h30.
Castrações
“Mas esses são uma minoria”, afirma Daniele Frota. A expectativa de arrecadação é de R$ 2 mil, valor que será inteiramente revertido para o pagamento das dívidas. “O que sobrar deverá ser encaminhado para a realização de novas castrações”.
Semanalmente, são realizadas duas castrações felinas. Daniele explica que além de ser mais barata, são os gatos a maior população de animais abandonados na cidade, já havendo, inclusive, locais reconhecidos pela sua população felina. “No campus da Universidade Federal do Ceará (UFC) e no Parque da Cidade são dois bons exemplos disso. Geralmente, alguém do grupo se responsabiliza para deixar água e comida ou mobilizamos um voluntário nas redes sociais que cuida por um tempo disso”.
Arrecadação
Junto com as vendas estará ocorrendo ainda a arrecadação de notas fiscais a partir de R$10,00 para o programa Sua Nota Vale Dinheiro. Daniele explica que mesmo com a demora de quase dez meses para receber o valor, o grupo sempre o aproveita. “A cada R$12 mil de notas digitadas recebemos R$60 reais. Por isso precisamos do maior número de notas possível. A falta de dinheiro é o que limita nossa ajuda”. Já no dia 18 de Agosto o grupo participará do movimento nacional II Manifestação Crueldade Nunca Mais. “A maioria das cidades está organizando manifestos pacíficos e em Sobral vamos fazer o nosso também”.
Com cartazes contra maus-tratos, abandono e explicando uma forma fácil de entender algumas doenças, a caminhada será rápida e deve contar com a presença também dos animais de estimação. “O roteiro ainda deverá ser definido, mas vamos nos reunir no Arco e passar pelo centro”.
Exigências
Sem sede fixa, a ONG negocia junto à Prefeitura Municipal a doação de um terreno. A exigência de documentação e burocracia já foram atendidos e o pedido já foi entregue. Segundo a presidente, a Secretaria de Infraestrutura informou que o pedido já foi aprovado na Câmara dos Vereadores e agora o terreno será estudado e licitado. “A coisa toda deve levar entre dois e três anos até termos o terreno em mãos. Depois disso faremos campanhas para construir o local.
Divulgação
A demora se torna boa em alguns aspectos, como o amadurecimento do grupo. Os cachorros adultos estão temporariamente em um sítio cedido por alguém que ofereceu lar temporário. Filhotes e gatos em geral ficam pelas casas dos membros. “Mas na maior parte dos casos, quando uma pessoa tem animais em casa ou os encontra na rua e querem adoção para eles, ela entra em contato, tiramos fotos e pegamos o dados das pessoas e divulgamos o animal até conseguirmos adotá-lo”.
Os animais adultos são entregues castrados. Já os filhotes não podem passar ainda pelo procedimento e fica sob responsabilidade do tutor a castração.
Para que o grupo interfira e resgate o animal, é preciso que o mesmo corra risco de vida pois o grupo passa hoje por problemas como falta de abrigo, dividas e a falta de orientação da população sobre o assunto. “Tivemos contatos até mesmo com empresas que não tinham a informação necessária sobre animais e, mais especificamente, gatos de rua, por isso estamos trabalhando em parceria com o Grupo de Proteção Animal de Sobral e o Grupo Amigo dos Animais de Ruas, ambos feitos por estudantes solidários à causa, para que ajudem na parte educativa”.
Daniele explica que não é simplesmente comprar, adotar, ou acolher um animal, a pessoa tem que estudar a respeito, saber dos riscos, do que um animal precisa, manter a carteira de vacinação do animal em dia, remédios, consultas periódicas ao veterinário e em caso de suspeita de alguma doença levar o animal para consulta médica.
“O animal é igual criança, em poucos dias ele definha e morre”. Sobre a castração, ela afirma que é um ponto no qual deve estar sempre lembrando.
Cabe ao tutor do animal castrá-lo, para evitar reprodução indesejada, e um provável o abandono da cria na rua. “Assim, evita-se que esses animais ´invadam´ casas, empresas, escolas, atrás de comida. Mas geralmente descobrimos que esses animais foram abandonados por seus próprios tutores nesses locais”.
Além da falta de recursos financeiros, o maior desafio do grupo Anjos de Pautas atualmente é a falta de voluntários. O grupo espera que pessoas identificadas com a causa aproximem-se da atividade, de modo a somar ainda mais esforços.
“Tivemos um estouro quando aparecemos, todos queriam ajudar de alguma forma, mas isso é uma coisa cíclica, não é ajudar uma vez e pronto, tem que ser um trabalho conjunto e a maioria dos voluntários trabalha, estuda, tem responsabilizas e fica difícil manter o trabalho voluntários frequente.
“Ainda temos pessoas ´do contra´ que não levam fé que vamos a diante”, lamenta Daniele Frota, sobre o preconceito sofrido pelo trabalho com os animais.
Mais Informações
Anjos de Patas
Para doações, na Caixa Econômica:
Conta corrente 00045981-1
Agência 0554
Variação 023
Daniele Frota Aguiar Lima

CÃES VEGETARIANOS

CÃES VEGETARIANOS Foto: © SXC.hu Cães que devoram com gosto cenouras e maçãs em vez de uma costeleta ou comida de cão crocante, com sabor a carne – esse é o sonho de milhares de vegetarianos tutores de amigos de quatro patas. Por que as pessoas querem transformar seus animais domésticos em herbívoros? E o mais importante, para quê precisam disso? A Voz da Rússia tentou entender as razões do desejo dos tutores de mudar a dieta de seus cães.  Yulia Sokolova, tutora do Labrador Max de quatro anos, está convencida de que uma dieta vegetariana é uma escolha natural para cães, que deveria ser seguida por tutores que praticam o vegetarianismo:  “Há mais de dez anos, eu sou uma vegetariana estrita. Eu não como produtos de origem animal, incluindo leite e ovos. A razão para a minha transição para o veganismo foi justamente o lado ético. Pense só: a cada ano, mais de quarenta bilhões de animais são sacrificados para alimentar os comedores de carne. E em que condições terríveis são mantidas estas pobres criaturas! E pensa que as vacas, porcos e galinhas das quais produzem comida de cachorro sofrem menos? Acredito que matar outros animais a fim de satisfazer as preferências de gosto de animais domésticos é, pelo menos, desumano e injusto para com nós mesmos, se falamos da comunidade vegetariana.”  Muitos vegetarianos na Rússia e no Ocidente são confrontados com este dilema difícil. Alimentar ou não seus cães com carne? Se os alimentarem, então têm que violar seus próprios princípios, já que muitos vegetarianos são fortemente, para não dizer militantemente, contra toda a indústria pecuária. Se eles não alimentarem seus cães com carne, então como criar uma dieta que não prejudique a saúde dos animais?  Yulia Sokolova compartilha sua experiência:  “Eu estudei uma montanha de literatura antes de mudar Max para uma dieta vegana. Verificou-se que os cães não só não sofrem, como podem ter benefícios ao mudarem para uma dieta vegetal, porque a maioria da moderna comida de cachorro de carne é feita de tais venenos que até admira que nossos cães ainda estejam vivos. Verificou-se que é possível satisfazer as necessidades fisiológicas do corpo canino sem recorrer a uma dieta de carne.  No Ocidente, obviamente, é mais fácil. Lá, lojas de animais vendem comida especial vegana para animais, que contém todos os nutrientes necessários. Na Rússia é mais difícil. Normalmente, eu própria cozinho para Max: tenho receitas especiais de alimentos saudáveis para cães, mas às vezes encomendo da Itália alimentos veganos para cães. Já vai o segundo ano que Max não come produtos de carne. E devo dizer que ele é muito mais ativo e mais saudável do que seus pares que são alimentados com comida “normal”. Por isso, eu tenho certeza que fiz a escolha certa.”  Fonte: Voz da Rússia
Cães que devoram com gosto cenouras e maçãs em vez de uma costeleta ou comida de cão crocante, com sabor a carne – esse é o sonho de milhares de vegetarianos tutores de amigos de quatro patas. Por que as pessoas querem transformar seus animais domésticos em herbívoros? E o mais importante, para quê precisam disso? A Voz da Rússia tentou entender as razões do desejo dos tutores de mudar a dieta de seus cães.
Yulia Sokolova, tutora do Labrador Max de quatro anos, está convencida de que uma dieta vegetariana é uma escolha natural para cães, que deveria ser seguida por tutores que praticam o vegetarianismo:
“Há mais de dez anos, eu sou uma vegetariana estrita. Eu não como produtos de origem animal, incluindo leite e ovos. A razão para a minha transição para o veganismo foi justamente o lado ético. Pense só: a cada ano, mais de quarenta bilhões de animais são sacrificados para alimentar os comedores de carne. E em que condições terríveis são mantidas estas pobres criaturas! E pensa que as vacas, porcos e galinhas das quais produzem comida de cachorro sofrem menos? Acredito que matar outros animais a fim de satisfazer as preferências de gosto de animais domésticos é, pelo menos, desumano e injusto para com nós mesmos, se falamos da comunidade vegetariana.”
Muitos vegetarianos na Rússia e no Ocidente são confrontados com este dilema difícil. Alimentar ou não seus cães com carne? Se os alimentarem, então têm que violar seus próprios princípios, já que muitos vegetarianos são fortemente, para não dizer militantemente, contra toda a indústria pecuária. Se eles não alimentarem seus cães com carne, então como criar uma dieta que não prejudique a saúde dos animais?
Yulia Sokolova compartilha sua experiência:
“Eu estudei uma montanha de literatura antes de mudar Max para uma dieta vegana. Verificou-se que os cães não só não sofrem, como podem ter benefícios ao mudarem para uma dieta vegetal, porque a maioria da moderna comida de cachorro de carne é feita de tais venenos que até admira que nossos cães ainda estejam vivos. Verificou-se que é possível satisfazer as necessidades fisiológicas do corpo canino sem recorrer a uma dieta de carne.
No Ocidente, obviamente, é mais fácil. Lá, lojas de animais vendem comida especial vegana para animais, que contém todos os nutrientes necessários. Na Rússia é mais difícil. Normalmente, eu própria cozinho para Max: tenho receitas especiais de alimentos saudáveis para cães, mas às vezes encomendo da Itália alimentos veganos para cães. Já vai o segundo ano que Max não come produtos de carne. E devo dizer que ele é muito mais ativo e mais saudável do que seus pares que são alimentados com comida “normal”. Por isso, eu tenho certeza que fiz a escolha certa.”

UNIVERSO FELINO

Para doar, gatos devem ter entre 1 e 8 anos e mais de 4,5 kg (Foto: Divulgação)  bolsa-sangue-gatos Bolsa desenvolvida pela equipe de pesquisa. (Foto: Divulgação)  A veterinária Karin Botteon adora gatos. Por isso, quando foi decidir um tema de mestrado, ela escolheu o universo felino. E, como queria fazer algo que contribuísse com a evolução da medicina veterinária no Brasil, optou por algo inédito: quatro anos depois, Karin é a responsável pelo primeiro banco de sangue de felinos do País.  “A medicina veterinária evolui rapidamente, como a medicina humana. A busca por serviços especializados cresce a cada dia. Um tutor de um gatinho com câncer, por exemplo, vai procurar um oncologista para tratar o animal, e não será diferente se o gato precisar de uma transfusão. O tutor vai querer um sangue livre de doenças infecciosas e de qualquer risco de contaminação”, diz a veterinária.  Hoje há mais de 21 milhões de gatos no País – um aumento de 16% nos últimos dois anos – mas até hoje não havia um banco de sangue específico para esses animais.  É que tratar gatos é mais complicado do que cachorros. Os bancos de sangue de cães utilizam os mesmos materiais usados para humanos – agulha, bolsa e anticoagulante. Os materiais precisam ser estéreis, o que permite a separação do sangue em hemocomponentes e o estoque em condições adequadas.  Durante os quatro anos em que desenvolveu seu mestrado, Karin pesquisou os materiais necessários e os importou dos Estados Unidos. Mas, com o avançar do projeto, os pesquisadores conseguiram desenvolver versões nacionais a partir dos materiais humanos remanufaturados.  Além disso, os cães doadores normalmente são grandes – têm mais de 27 quilos -, por isso são compatíveis com os materiais de coleta para humanos. E eles conseguem fazer o procedimento quietinhos, sem nenhuma sedação. Com os gatos é diferente: eles precisam ser sedados.  Surgiu o outro problema: encontrar doadores. “A maior dificuldade da implantação foi encontrar tutores dispostos a deixarem seus gatos doar o sangue”, conta Karin. “O gato é uma espécie bastante sensível, não tolera bem a contenção física para coleta como os cães, portanto é necessária a sedação.” Os tutores, preocupados, hesitavam em liberar seus gatos para a doação – e a dificuldade existe até hoje para manter o estoque do banco.  Os gatos têm três tipos sanguíneos: A, B e AB – não há doador universal. Por isso, é necessária a tipagem do sangue ou um teste de compatibilidade antes da transfusão. Gatos saudáveis com mais de 4,5 quilos de peso podem doar. É preciso ter vermífugo e vacinação em dia, ter entre um e oito anos de idade e ser dócil.  Para doar: gatos saudáveis com mais de 4,5 quilos podem ser doadores. É preciso ter vermífugo e vacinação em dia, ter entre um e oito anos de idade e ser dócil. Seu gato é assim? Entre em contato com o Hospital Veterinário: http://www.fmvz.usp.br/hospital-veterinario  Fonte: Galileu
Para doar, gatos devem ter entre 1 e 8 anos e mais de 4,5 kg 

A veterinária Karin Botteon adora gatos. Por isso, quando foi decidir um tema de mestrado, ela escolheu o universo felino. E, como queria fazer algo que contribuísse com a evolução da medicina veterinária no Brasil, optou por algo inédito: quatro anos depois, Karin é a responsável pelo primeiro banco de sangue de felinos do País.
“A medicina veterinária evolui rapidamente, como a medicina humana. A busca por serviços especializados cresce a cada dia. Um tutor de um gatinho com câncer, por exemplo, vai procurar um oncologista para tratar o animal, e não será diferente se o gato precisar de uma transfusão. O tutor vai querer um sangue livre de doenças infecciosas e de qualquer risco de contaminação”, diz a veterinária.
Hoje há mais de 21 milhões de gatos no País – um aumento de 16% nos últimos dois anos – mas até hoje não havia um banco de sangue específico para esses animais.
bolsa-sangue-gatos Para doar, gatos devem ter entre 1 e 8 anos e mais de 4,5 kg (Foto: Divulgação)  bolsa-sangue-gatos Bolsa desenvolvida pela equipe de pesquisa. (Foto: Divulgação)  A veterinária Karin Botteon adora gatos. Por isso, quando foi decidir um tema de mestrado, ela escolheu o universo felino. E, como queria fazer algo que contribuísse com a evolução da medicina veterinária no Brasil, optou por algo inédito: quatro anos depois, Karin é a responsável pelo primeiro banco de sangue de felinos do País.  “A medicina veterinária evolui rapidamente, como a medicina humana. A busca por serviços especializados cresce a cada dia. Um tutor de um gatinho com câncer, por exemplo, vai procurar um oncologista para tratar o animal, e não será diferente se o gato precisar de uma transfusão. O tutor vai querer um sangue livre de doenças infecciosas e de qualquer risco de contaminação”, diz a veterinária.  Hoje há mais de 21 milhões de gatos no País – um aumento de 16% nos últimos dois anos – mas até hoje não havia um banco de sangue específico para esses animais.  É que tratar gatos é mais complicado do que cachorros. Os bancos de sangue de cães utilizam os mesmos materiais usados para humanos – agulha, bolsa e anticoagulante. Os materiais precisam ser estéreis, o que permite a separação do sangue em hemocomponentes e o estoque em condições adequadas.  Durante os quatro anos em que desenvolveu seu mestrado, Karin pesquisou os materiais necessários e os importou dos Estados Unidos. Mas, com o avançar do projeto, os pesquisadores conseguiram desenvolver versões nacionais a partir dos materiais humanos remanufaturados.  Além disso, os cães doadores normalmente são grandes – têm mais de 27 quilos -, por isso são compatíveis com os materiais de coleta para humanos. E eles conseguem fazer o procedimento quietinhos, sem nenhuma sedação. Com os gatos é diferente: eles precisam ser sedados.  Surgiu o outro problema: encontrar doadores. “A maior dificuldade da implantação foi encontrar tutores dispostos a deixarem seus gatos doar o sangue”, conta Karin. “O gato é uma espécie bastante sensível, não tolera bem a contenção física para coleta como os cães, portanto é necessária a sedação.” Os tutores, preocupados, hesitavam em liberar seus gatos para a doação – e a dificuldade existe até hoje para manter o estoque do banco.  Os gatos têm três tipos sanguíneos: A, B e AB – não há doador universal. Por isso, é necessária a tipagem do sangue ou um teste de compatibilidade antes da transfusão. Gatos saudáveis com mais de 4,5 quilos de peso podem doar. É preciso ter vermífugo e vacinação em dia, ter entre um e oito anos de idade e ser dócil.  Para doar: gatos saudáveis com mais de 4,5 quilos podem ser doadores. É preciso ter vermífugo e vacinação em dia, ter entre um e oito anos de idade e ser dócil. Seu gato é assim? Entre em contato com o Hospital Veterinário: http://www.fmvz.usp.br/hospital-veterinario  Fonte: Galileu
Bolsa desenvolvida pela equipe de pesquisa.
É que tratar gatos é mais complicado do que cachorros. Os bancos de sangue de cães utilizam os mesmos materiais usados para humanos – agulha, bolsa e anticoagulante. Os materiais precisam ser estéreis, o que permite a separação do sangue em hemocomponentes e o estoque em condições adequadas.
Durante os quatro anos em que desenvolveu seu mestrado, Karin pesquisou os materiais necessários e os importou dos Estados Unidos. Mas, com o avançar do projeto, os pesquisadores conseguiram desenvolver versões nacionais a partir dos materiais humanos remanufaturados.
Além disso, os cães doadores normalmente são grandes – têm mais de 27 quilos -, por isso são compatíveis com os materiais de coleta para humanos. E eles conseguem fazer o procedimento quietinhos, sem nenhuma sedação. Com os gatos é diferente: eles precisam ser sedados.
Surgiu o outro problema: encontrar doadores. “A maior dificuldade da implantação foi encontrar tutores dispostos a deixarem seus gatos doar o sangue”, conta Karin. “O gato é uma espécie bastante sensível, não tolera bem a contenção física para coleta como os cães, portanto é necessária a sedação.” Os tutores, preocupados, hesitavam em liberar seus gatos para a doação – e a dificuldade existe até hoje para manter o estoque do banco.
Os gatos têm três tipos sanguíneos: A, B e AB – não há doador universal. Por isso, é necessária a tipagem do sangue ou um teste de compatibilidade antes da transfusão. Gatos saudáveis com mais de 4,5 quilos de peso podem doar. É preciso ter vermífugo e vacinação em dia, ter entre um e oito anos de idade e ser dócil.
Para doar: gatos saudáveis com mais de 4,5 quilos podem ser doadores. É preciso ter vermífugo e vacinação em dia, ter entre um e oito anos de idade e ser dócil. Seu gato é assim? Entre em contato com o Hospital Veterinário: http://www.fmvz.usp.br/hospital-veterinario
Fonte: Galileu

A entidade recém-criada em Regente Feijó pretende fazer um levantamento completo sobre o número de animais abandonados nas ruas da cidade (Foto: Arquivo)
A entidade recém-criada em Regente Feijó pretende fazer um levantamento completo
 sobre o número de animais abandonados nas ruas da cidade

Um grupo de dez voluntários resolveu se unir e montou a Associação Protetora dos Animais de Regente Feijó, com o objetivo principal de combater o abandono de cães e gatos nas ruas da cidade. A primeira reunião dos integrantes da entidade, após a fundação realizada na semana passada, está marcada para esta segunda-feira (5), às 19h30, na residência de um dos voluntários, localizada na Rua Brigadeiro Tobias, 659, no Jardim Sumaré.
Segundo a presidente da entidade, Rogéria Bueno Cintra, existe atualmente cerca de 250 animais abandonados nas ruas da cidade, entre cães e gatos, na mesma proporção. Ela considera o número “excessivo” e “alarmante”, diante da população humana de Regente Feijó, estimada em cerca de 20 mil moradores.
“É um contingente altíssimo para uma cidade tão pequena. Estes animais enfrentam o sofrimento, a fome e o frio. Estão feridos e adoentados, com risco iminente de morte. O que nos move é o amor e objetivamos a proteção dos animais contra a crueldade humana”, afirma Rogéria.
Ela explica que o primeiro ponto a ser buscado pela associação é o controle da natalidade dos animais, através da castração ou esterilização.
Outro projeto dos voluntários é a realização de campanhas de conscientização nas escolas do município contra o abandono e, principalmente, sobre o controle da natalidade e a guarda responsável dos animais.
A entidade também pretende fazer um levantamento completo sobre o número de animais abandonados nas ruas da cidade.
Segundo Rogéria, os integrantes da associação já atuam voluntariamente na defesa dos animais há vários anos, inclusive conseguindo a castração. No entanto, ela espera resultados mais efetivos através da associação.
“Isoladamente, temos pouca força. Só na porta da minha casa já colocaram mais de 30 filhotes, entre cães e gatos. Através das campanhas, queremos conscientizar a população de que o animal não é um ser descartável”, explica a presidente.
Nos próximos dias 18 e 25 de agosto, o grupo de Regente Feijó vai aderir a movimentos nacionais em defesa dos animais. O segundo ato, inclusive, contará com uma marcha, às 13h, no Parque do Povo, em Presidente Prudente (SP).
Conforme Rogéria, a associação não pensa, inicialmente, em lutar pela construção de um abrigo para animais abandonados em Regente Feijó. “É mais sacrificante, porque passa a ser uma prisão, um depósito de animais”, explica. No entanto, ela considera que o tema pode vir a ser discutido.
Cada membro da entidade é um sócio, com doação espontânea de dinheiro para a esterilização emergencial de fêmeas abandonadas. Mas a associação também pretende buscar ajuda do Poder Público e parcerias com médicos veterinários, segundo Rogéria.
Para auxiliar no trabalho de conscientização e de denúncia de maus-tratos, a associação lançará uma página com a divulgação de informações em redes sociais na internet. Outra ideia é a realização de feiras de adoção, além de eventos para arrecadar fundos, como chás e bingos.
Crueldade para o consumo do ser humano dormir mais tranquilo como? 
Travesseiros,casacos e cobertores com penas de ganso!!!! É assim que se conseguem as penas de ganso... A crueldade humana perversa, fazendo essas atrocidades com gansos ternos e sensíveis. Será que eles são capazes de fazer isto e continuar a dormir descansados?
Não utilize produtos obtidos com crueldade para com os animais !!!
Fato Verídico 


FERIMENTO NA PATA

Animal será transferido para centro de reabilitação onde receberá tratamento veterinário. (Foto: Anderson Santos/Bombeiros de Arujá)
Animal será transferido para centro de reabilitação onde receberá tratamento veterinário. 
Uma onça parda, também conhecida como suçuarana, foi atropelada na madrugada desta segunda-feira (5) no trecho da rodovia Presidente Dutra que passa por Arujá (SP). O animal foi capturado pelo Corpo de Bombeiros e está com um ferimento na pata dianteira direita.
Alojado no quartel dos bombeiros, o animal será transferido para um centro de reabilitação da capital onde passará por avaliação veterinária. Ainda não se sabe o sexo e a idade da onça. Aparentemente, a onça não teve ferimentos graves.
Segundo os bombeiros, o animal foi encontrado ferido por volta das 2h por funcionários da concessionária que administra a rodovia, que acionaram o resgate. Nenhum motorista foi localizado.
Os bombeiros também relatam que este é o primeiro atropelamento de felino silvestre no ano e que naquele trecho já ocorreram atropelamentos de animais como pacas e capivaras.
Fonte: G1

Foto: KLTA5/Huffington Post  Conforme vem sendo noticiado, os ursos passaram a ser, na América do Norte e sobretudo nos Estados Unidos, animais deslocados, com o seu habitat reduzido e invadido pela urbanização. Com isso, uma nova cena infelizmente tem se tornado comum: filhotes de urso dentro de latas de lixo.  Isso se dá pois as mães urso – que vêm perdendo as fontes naturais de alimento – tentam encontrar comida nas lixeiras. Os filhotes, que as seguem, muitas vezes  caem dentro dos grandes receptáculos e não conseguem sair sem ajuda. A tampa se fecha, e um ou mais pequeninos acabam ficando presos.  Recentemente, uma cena de uma mãe urso tentando resgatar seu filhote de dentro de uma lata de lixo foi capturada em vídeo por um canal de TV americano e comoveu a mídia internacional.  O incrível vídeo da KLTA-TV Channel 5 – clique aqui para assistir -, filmado em Azusa (Califórnia, EUA), mostra o desespero da mãe tentando libertar o filhote preso em uma grande lata de lixo de metal, até o Departamento de Vida Selvagem chegar ao local para dar auxílio. As informações são do Huffington Post.  Ela tenta abrir a tampa da lata, com a boca e com as patas, sem sucesso. Um outro filhote que ronda a lata sobe e tenta também. Em seguida, eles passam a pesquisar inocentemente uma outra forma de libertar o filhote, pela parte de baixo, o que se vê no momento em que eles farejam a parte inferior.  É quando chega o carro do Departamento de Vida Selvagem, com as sirenes ligadas. Os animais se assustam com a presença dos humanos e se escondem mas permanecem bem próximos, enquanto os funcionários abrem a lata e o filhote sai e vai diretamente ao encontro da mãe e do irmão
                                                       Foto: KLTA5/Huffington Post
Conforme vem sendo noticiado, os ursos passaram a ser, na América do Norte e sobretudo nos Estados Unidos, animais deslocados, com o seu habitat reduzido e invadido pela urbanização. Com isso, uma nova cena infelizmente tem se tornado comum: filhotes de urso dentro de latas de lixo.
Isso se dá pois as mães urso – que vêm perdendo as fontes naturais de alimento – tentam encontrar comida nas lixeiras. Os filhotes, que as seguem, muitas vezes  caem dentro dos grandes receptáculos e não conseguem sair sem ajuda. A tampa se fecha, e um ou mais pequeninos acabam ficando presos.
Recentemente, uma cena de uma mãe urso tentando resgatar seu filhote de dentro de uma lata de lixo foi capturada em vídeo por um canal de TV americano e comoveu a mídia internacional.
O incrível vídeo da KLTA-TV Channel 5 – clique aqui para assistir -, filmado em Azusa (Califórnia, EUA), mostra o desespero da mãe tentando libertar o filhote preso em uma grande lata de lixo de metal, até o Departamento de Vida Selvagem chegar ao local para dar auxílio. As informações são do Huffington Post.
Ela tenta abrir a tampa da lata, com a boca e com as patas, sem sucesso. Um outro filhote que ronda a lata sobe e tenta também. Em seguida, eles passam a pesquisar inocentemente uma outra forma de libertar o filhote, pela parte de baixo, o que se vê no momento em que eles farejam a parte inferior.
É quando chega o carro do Departamento de Vida Selvagem, com as sirenes ligadas. Os animais se assustam com a presença dos humanos e se escondem mas permanecem bem próximos, enquanto os funcionários abrem a lata e o filhote sai e vai diretamente ao encontro da mãe e do irmão

CENSO

De acordo com o coordenador da Comissão das Políticas Públicas para Animais Abandonados, Alessandro Caseri, o Censo da população de cães e gatos de Londrina (PR) será realizado em seis bairros da cidade e deve começar pelo Jardim Piza e Conjunto Jamile Dequech, na zona sul, entre os dias 17 e 18 de agosto.  Nesse período, cerca de 800 formulários serão distribuídos e preenchidos pelos moradores dos dois bairros. Depois disso, o censo será estendido para outras regiões. “Será um bairro por dia”, afirmou Caseri.  Os formulários terão perguntas relacionadas ao próprio animal doméstico, além de temas polêmicos como, por exemplo, se o entrevistado apoia ou não a presença de animais em circos. “São 46 questões sobre a quantidade de animais na residência, os cuidados, se são vacinados, se a pessoa vê animais abandonados no bairro dela, se alimenta esses animais, se o entrevistado é a favor ou contra animais em circo, se é a favor do rodeio e até mesmo se sabe o que é um Centro de Controle de Zoonoses”, citou.  De acordo com Alessandro Caseri, o resultado do censo servirá para a contagem dos animais no Município e também deve ajudar a alertar os moradores sobre os cuidados com os animais.  Logo após o levantamento da população canina e felina, a Prefeitura de Londrina poderá disponibilizar o serviço de castração para que haja mais controle e também para que a população deixe de abandonar animais nas ruas.  Fonte: CBN Foz
De acordo com o coordenador da Comissão das Políticas Públicas para Animais Abandonados, Alessandro Caseri, o Censo da população de cães e gatos de Londrina (PR) será realizado em seis bairros da cidade e deve começar pelo Jardim Piza e Conjunto Jamile Dequech, na zona sul, entre os dias 17 e 18 de agosto.
Nesse período, cerca de 800 formulários serão distribuídos e preenchidos pelos moradores dos dois bairros. Depois disso, o censo será estendido para outras regiões. “Será um bairro por dia”, afirmou Caseri.
Os formulários terão perguntas relacionadas ao próprio animal doméstico, além de temas polêmicos como, por exemplo, se o entrevistado apoia ou não a presença de animais em circos. “São 46 questões sobre a quantidade de animais na residência, os cuidados, se são vacinados, se a pessoa vê animais abandonados no bairro dela, se alimenta esses animais, se o entrevistado é a favor ou contra animais em circo, se é a favor do rodeio e até mesmo se sabe o que é um Centro de Controle de Zoonoses”, citou.
De acordo com Alessandro Caseri, o resultado do censo servirá para a contagem dos animais no Município e também deve ajudar a alertar os moradores sobre os cuidados com os animais.
Logo após o levantamento da população canina e felina, a Prefeitura de Londrina poderá disponibilizar o serviço de castração para que haja mais controle e também para que a população deixe de abandonar animais nas ruas.
Fonte: CBN Foz

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